Lucas 15.8-10: LIÇÕES DE UMA MOEDA PERDIDA (Sylvio Macri)

O evangelista Lucas relata, no início deste mesmo capítulo, que Jesus foi duramente atacado por seus adversários, os fariseus e escribas. Talvez por sentirem-se ameaçados pela nova maneira como Jesus pregava o Reino de Deus (vide Lucas 4.14-20), eles dirigiram uma crítica extremamente ofensiva (v.2), tanto a Jesus como aos seus ouvintes, os publicanos e pecadores, que o seguiam em grande número (v.1). Além disso, a crítica foi gratuita, pois a opinião deles não tinha sido solicitada. Isto mostra como odiavam Jesus.
 
Mas Jesus respondeu a crítica de uma maneira extremamente criativa, construtiva e didática. Na verdade, temos que agradecer aos fariseus e escribas, porque foi graças à sua crítica que temos hoje as magníficas parábolas de Lucas 15, que Jesus contou para mostrar que, ao contrário do que pensavam seus adversários, Deus estava grandemente interessado nos publicanos e fariseus. Nas três parábolas temos um padrão de quatro elementos - perda, busca, encontro e comemoração – com a intenção de ilustrar o esforço do Senhor de ir em busca dos perdidos até encontrá-los, a sua atitude de perdoá-los e a sua manifestação de alegria pelo seu arrependimento, mesmo que um só deles se arrependa.
 
Nesta segunda parábola, a da Dracma Perdida, Jesus gasta poucas palavras para narrar uma história doméstica: Uma mulher perde a décima parte de suas economias, que se constituíam de dez dracmas. Sabendo que havia perdido a moeda dentro de casa, ela toma todas as medidas para encontrá-la, o que inclui acender uma lamparina em pleno dia, varrer cuidadosamente todo o chão e vasculhar minuciosamente cada centímetro da casa. Depois de encontrar a moeda, convida suas amigas e vizinhas para comemorar com grande alegria o fato de tê-la achado.
 
Ao analisarmos essa história descobrimos algumas verdades importantíssimas para a nossa vida, por isso intitulamos nossa mensagem de “Lições de uma moeda perdida.” Vejamos quais são estas lições.
 
Primeira lição – Deus ama os perdidos
 
Na cabeça dos fariseus e escribas não cabia esta idéia. Eles não eram religiosos nominais, eram praticantes sinceros do Judaísmo, mas o problema é que esta é uma religião legalista, baseada nos méritos humanos e não na graça de Deus. Do ponto de vista do legalismo, Deus não pode amar os perdidos. Por isso os fariseus e escribas usaram a expressão: “Este (Jesus) recebe pecadores e come com eles” (Lucas 15.2), pois “todos os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o ouvir” (Lucas 15.1). 
 
Os publicanos eram a classe dos cobradores de impostos. O império romano, sob cujo domínio estavam os judeus, tinha como prática vender a terceiros os seus direitos de cobrar impostos. Estes terceiros eram chamados de publicanos, por associação com o serviço público. A maioria dos publicanos do Novo Testamento era de fiscais aduaneiros que se situavam nas portas das cidades, nas estradas públicas, nas pontes e nos portos ou atracadouros, para cobrar tarifas sobre a circulação de mercadorias, pessoas, veículos e embarcações. Ninguém gosta de pagar impostos, e muito menos ainda quando se trata de pagá-los a uma nação opressora. Por essa razão os publicanos eram odiados e, se fossem judeus, eram considerados traidores da pátria. Além disso, por causa do seu contato com todo tipo de gente, eram também considerados como impuros. Comer e beber com um deles era tornar-se igualmente impuro ou imundo. Como Deus poderia amar alguém assim?
  
Conforme o ponto de vista judaico tradicional, pecadores eram aqueles que não guardavam a lei e a interpretação farisaica da mesma. Eram colocados no mesmo nível dos publicanos e gentios. Pecadores eram o povo pobre, eram a multidão das pessoas comuns que não tinham condições materiais, morais e espirituais de observar as tradições religiosas para se tornarem puros, como os fariseus. Por isso eram considerados imundos, e quem se dava com eles também se tornava imundo. Para os fariseus e escribas, os pecadores não poderiam ter esperança de participar do Reino de Deus ou da ressurreição dos justos. Poderia Deus amar essa gente?
 
Ao contar esta parábola da moeda perdida, Jesus não estava se defendendo da crítica farisaica, mas sim mostrando aos seus adversários que aquilo que os aborrecia profundamente era justamente o que alegrava o coração de Deus. Quando julgavam que Deus não poderia amar os publicanos e pecadores, porque eles não obedeciam aos preceitos do judaísmo, na verdade os fariseus e escribas estavam em oposição a Deus, pois este tinha enviado o seu Ungido justamente para “anunciar boas novas aos pobres, proclamar libertação aos presos, restauração da vista aos cegos e pôr em liberdade os oprimidos.” (Lucas 4.18). E o Senhor havia falado através de Isaías: “Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; vinde e comprai vinho e leite, sem dinheiro e sem custo.” (Isaías 55.1).
 
Nenhum daqueles fariseus tornou-se apóstolo de Cristo, mas um publicano, Mateus, foi chamado a sê-lo. E ao ter o famoso encontro em Jericó com outro publicano, Zaqueu, o qual confessou ser ladrão e teve a sua vida restaurada, Jesus declarou: “O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lucas 19.10). Portanto, ao receber pecadores e comer com eles, o que Jesus estava fazendo era exatamente cumprir a sua missão. Infelizmente, o legalismo dos fariseus os tornou insensíveis e hipócritas e, como Jesus declarou, os levou “a omitir o que há de mais importante na lei: a justiça, a misericórdia e a fé.” (Mateus 23.23).   
 
Mais tarde, um fariseu chamado Saulo de Tarso, que detestava Jesus e sua igreja, tornando-se perseguidor dos cristãos, teve um encontro com Jesus, converteu-se e foi chamado para ser seu missionário. Este, sim, tornou-se apóstolo de Cristo. Foi ele que disse: “Esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” (I Timóteo 1.15). E disse também: “Não há um justo, nem um sequer. Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” (Romanos 3.10,23). E mais: “Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (Efésios 2.8). 
 
Em outra ocasião em que Jesus também foi criticado pelos fariseus e escribas por “comer e beber com publicanos e pecadores”, respondeu-lhes: “Os sãos não precisam de médicos, mas sim os doentes; eu não vim chamar os justos ao arrependimento, mas os pecadores.” (Lucas 5.31,32). A moeda perdida simboliza os pecadores que Deus ama e quer salvar, porque ele não pode salvar justos, somente pecadores que reconhecem estar perdidos no seu pecado e se arrependem verdadeiramente. Deus amou tanto os pecadores perdidos que “Deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16). E se alegra profundamente quando um desses perdidos se torna um salvo.
 
Segunda lição: Deus ama a todos os perdidos
 
É notável o fato de Jesus ter usado, como personagens dessas parábolas, três figuras que eram vítimas de preconceito e desprezo entre seus ouvintes e principalmente por parte de seus adversários. 
 
Na primeira parábola Jesus usou o exemplo de um pastor de ovelhas. Esse profissional era tido em péssima conta no ambiente palestino, pois era suspeito de roubo, acusado de conduta desonesta para com os demais criadores, e era conhecido pelo seu comportamento pouco religioso. Seu prestígio era tão baixo, que nem mesmo era aceito como testemunha nos tribunais. 
 
Na segunda parábola usou o exemplo de uma mulher pobre. As mulheres eram consideradas como parte das propriedades do marido, como pessoas de segunda categoria, com quase nenhum direito. Elas nem sequer eram contadas, quando alguém queria se referir ao número participantes de um determinado evento (Vide Mateus 14.21). Se os homens pobres eram considerados pecadores, imagine-se as mulheres deles. 
 
Na terceira parábola, o personagem principal é um filho rebelde, que, pela ótica farisaica, poderia ser até apedrejado por causa de sua rebeldia, conforme a lei de Moisés expressa em Deuteronômio 21.18-21. Ali diz que quem tiver um filho teimoso e rebelde, libertino e bêbado, deve levá-lo ao conselho de anciãos de sua cidade, os quais o julgarão e, se for considerado culpado, ele será apedrejado por todos os homens da cidade.
 
Ao responder aos fariseus e escribas porque andava com pecadores, Jesus contou histórias onde mencionou alguns dos mais desprezados dentre os chamados pecadores para mostrar que Deus não somente ama os perdidos, mas ama todos os perdidos, até os piores deles. Em nossa cultura, apesar de estarmos familiarizados com a afirmação de que todos são pecadores, e isto ser aceito pela maioria das pessoas, costumamos fazer separação entre “pequenos” pecadores, aos quais Deus poderia perdoar, e “grandes” pecadores, aos quais Deus jamais deveria perdoar. Assim, frequentemente se ouve dizer que não é aceitável que alguém, após cometer crimes como assassinato, latrocínio e estupro possa dizer que se converteu e foi perdoado por Deus.
 
Por esta ótica, o ladrão da cruz ao lado de Jesus jamais poderia ser salvo (Lucas 23,41,42), e nem o apóstolo Paulo poderia ser o grande missionário cristão que foi. Mas quem pode duvidar da sua conversão? Veja só o seu testemunho: “Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Apesar de eu ter sido blasfemo, perseguidor e arrogante, ele me concedeu misericórdia. Mas por isso ele me concedeu misericórdia, para que em mim, o principal deles, Cristo Jesus mostrasse toda a sua paciência, a fim de que eu servisse de exemplo aos que haviam de crer nele para a vida eterna.” (I Timóteo 1.15,13,16).
 
Foi por isso que ele pode repetir, no capítulo 10 da Carta aos Romanos, a afirmação feita pelo profeta Joel, oito séculos antes: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Joel 2.32; Romanos 10.13). Nesse mesmo trecho da Carta aos Romanos, Paulo diz que Deus não discrimina ninguém, ele não tem favoritos: “Se com a tua boca confessares Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo; pois com o coração é que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a escritura diz: Todo o que nele crê nunca será envergonhado. Pois não há distinção entre judeu e grego; porque o mesmo Senhor é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam”. (Romanos 10.9-12).
 
A Bíblia é muito clara em afirmar que Deus ama todos os perdidos, que o sangue poderoso de Jesus, seu Filho, “nos purifica de todo o pecado” (I João 1.7), que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”. (I João 1.9). Deus “não quer que ninguém pereça, mas que todos venham a se arrepender.” (II Pedro 3.9). Foi o próprio Senhor Jesus que disse: “Todo aquele que o Pai me dá virá a mim, e de modo algum rejeitarei quem vem a mim.” (João 6.37). Por mais negra que seja a sua situação, Deus ama você e quer salvá-lo. Se você vier a ele arrependido e com fé, será aceito, perdoado e salvo. A história da moeda perdida mostra que Deus ama a todos os perdidos e quer salvá-los. 
 
Terceira lição: Deus ama cada perdido.
 
As três parábolas de Lucas 15 têm uma principal coisa em comum – algo perdido: um animal perdido, um objeto perdido, um filho perdido. Note o valor de um só animal, uma só moeda, um só filho. Mas especialmente a segunda parábola, porque fala de moedas, tem a conotação de valor. A intenção de Jesus é óbvia: mostrar o quanto cada pessoa em si mesma vale para Deus. A grande comemoração que ele menciona ao final de cada uma dessas parábolas fala disso, mas na parábola da dracma a última frase é muito especial: “Há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” (v.10).
 
Uma dracma não era tão valiosa assim; correspondia ao salário de um dia de um trabalhador braçal. Mas para uma mulher pobre, que vivia numa pequena casa desconfortável, quase sem janelas, dez dracmas representavam uma pequena fortuna, na verdade era o que ela tinha de mais valioso no momento. Por isso fez um esforço tão grande para encontrar a moeda perdida. Com esta história Jesus quis não só evidenciar o valor de uma pessoa para Deus, mas também o fato de que na verdade Deus nos busca um a um, seremos salvos um a um, e para cada salvo haverá uma celebração.  
 
Nestes tempos de grandes ajuntamentos, inclusive nas igrejas (estamos em plena era das mega igrejas), é fácil perder de vista o valor do indivíduo, que frequentemente torna-se apenas mais um no meio da multidão. Sem perceber, estamos sendo levados a pensar em Deus como uma pessoa que ama e salva por atacado, que apenas seremos aceitos por ele se estivermos no meio da multidão que o adora. Individualmente vivemos uma vida medíocre, sem comunhão com Deus, sem o fogo da sua presença, e muitos de nós até vivemos uma vida dupla: somos uma coisa na igreja, aos domingos, e outra coisa na segunda-feira. Quem olha para nós no domingo percebe um pecador salvo, mas quem olha para nós na segunda-feira percebe um pecador perdido.
 
Esse era também o problema dos fariseus e escribas: eles achavam que seriam salvos como coletividade, como parte de um povo eleito, desde que cumprissem as regras estabelecidas para fazer parte desse povo. Sua religião era ritual e legalista, como é hoje a maior parte das religiões que temos, inclusive o Cristianismo tal como é praticado na maioria das igrejas. Estas parábolas, porém, falam que a salvação é individual.
 
A Bíblia ensina que os perdidos serão buscados, encontrados e salvos um a um, desde o Velho Testamento. Veja o que temos em Ezequiel 18.4: “Todas as vidas são minhas, tanto a do pai como a do filho; e aquele que pecar é que morrerá.” Veja também o que diz Jeremias 31.34: “E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei o Senhor; porque todos me conhecerão, do mais pobre ao mais rico, diz o Senhor.” O salmo 49 fala a respeito da salvação individual: “Nenhum deles, de modo algum, pode remir a seu irmão, nem por ele oferecer um resgate a Deus, pois a redenção da sua vida é caríssima”. (v. 7,8).
 
Já antes dissemos que Paulo afirmou que Deus o salvou pessoalmente para ser um exemplo de como Deus ama a cada pecador. Na Carta aos Gálatas ele diz, a respeito dessa experiência poderosa: “A vida que agora vivo no carne, vivo pela fé no Filho de Deus, o qual me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Cap.2.20). Veja só a ênfase de Paulo sobre a sua relação pessoal com Jesus: este o amou e se entregou por ele. Você não será salvo, a não ser que pessoalmente se entregue a Cristo. Foi o que disseram os apóstolos aos que os indagaram sobre isto: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão dos vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2.38). E em outro momento: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (Atos 16.31).
 
Quando a mulher com hemorragia chegou por trás de Jesus e tocou-o, ele sabia que dele tinha saído poder para curá-la, numa relação diretamente pessoal; por isso perguntou: “Quem me tocou?”. E os seus discípulos disseram: “A multidão te pressiona, e perguntas: Quem me tocou?” Mas Jesus sabia que, no meio da multidão, aquela mulher o havia tocado de uma maneira diferente, para receber algo pessoal. Finalmente, com tremor, a mulher apresentou-se e Jesus lhe disse: “Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre deste teu mal.” (Marcos 25-34). Ao invés de zangar-se por ter sido tocado por uma mulher considerada impura por causa da hemorragia, Jesus compadeceu-se dela e abençoou-a, pois ele ama e deseja restaurar a cada perdido. É isto exatamente que nos ensina a parábola da moeda perdida.
 
Conclusão
 
No calendário Luz e Vida, recolhi o seguinte testemunho, de um cristão chamado Ronaldo Luna: “Após a conversão dos meus pais, um a um dos meus oito irmãos se renderam a Jesus. O mais velho é pastor e o mais novo tem um ministério de louvor abençoado! Minha mãe orou 21 anos por mim, na certeza de que o Espírito Santo me alcançaria, apesar da minha resistência. Ela percebia quão duro era o meu coração. Eu sempre atendia aos seus convites para ir à igreja, mas ultimamente não estava mais indo. Apesar disso, ela me dizia: ‘Meu filho, já orei por você hoje!’ Eu ficava chateado e perguntava: ‘E os outros oito irmãos?’ E ela respondia calmamente: ‘Orei por eles também, mas você é prioridade, eles já conhecem Jesus!’. Certo dia andava de moto e veio um caminhão em minha direção. Mal deu tempo de pular. O caminhão partiu a moto em dois pedaços. Vi o grande livramento de Deus. Telefonei para minha mãe, narrando sem detalhes o acontecido para não assustá-la. Ela, chorando, disse-me: ‘Meu filho, já orei por você hoje!’ Estive num encontro de casais e me disseram que, para ser realmente cristão, era necessário que Deus falasse comigo. Numa manhã abri a janela do quarto e vi um céu limpo e ensolarado. Questionei: ‘Por que no dia do encontro não estava assim?’, e parecia ouvir o Senhor: ‘Aquela chuva foi a forma que encontrei para derramar bênçãos sobre os casais!’. Chorei copiosamente. O Espírito Santo falava a mim: ‘Você não queria uma experiência pessoal comigo?’ Naquele momento, em casa, senti a sua maravilhosa presença e aceitei-o como Senhor e Salvador da minha vida! Hoje, Deus está falando com você, dizendo que quer entrar em sua vida.”
 
Vejam só: aquela mãe tinha nove filhos, mas um deles era perdido e por isso orava por ele diariamente. E ela o fazia porque amava seu filho e sabia que Deus ama os perdidos, ele ama todos os perdidos, ama a cada perdido em particular. Ele está onde você está agora, sabe o seu nome, sabe onde você mora, onde você trabalha, conhece a sua família, conhece a sua vida e os seus problemas. Ele quer abençoar você pessoalmente, por isso o amou e entregou o seu Filho por você. Abra agora o seu coração para ele e aceite a sua graça. Aceite o seu perdão e deixe de ser perdido. Hoje mesmo haverá grande alegria no céu se você tomar esta decisão.    

Comentários   

 
+1 #1 Lucas 15.8-10: LIÇÕES DE UMA MOEDA PERDIDA (Sylvio Macri)Alina 21-06-2017 14:40
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