“ENSINA-NOS A ORAR” (Adalberto Alves de Sousa)

“ENSINA-NOS A ORAR” (Lucas 11.1b)
 
Neste ano um dos propósitos de nossa igreja tem sido maior ênfase na oração. Sabemos que esse é um tema que precisa ser aprendido, pois os próprios discípulos de Jesus pediram-lhe que os ensinasse a orar. O pai-nosso tem sido recitado em muitas ocasiões. Melhor do que recitá-lo, porém, é observar cada parte que o constitui, porque nelas está contido o que é essencial em uma oração. 
Dentro de um contexto bem específico, Deus, por intermédio do profeta Isaías, afirmou que as orações que o povo fazia não eram ouvidas por Ele, e citou uma série de pré-requisitos para que o fossem. Será que algumas daquelas condições aplicam-se às orações que são feitas por nós? Faça sua própria avaliação: 1) Lavem-se, purifiquem-se (no livro de Salmos há uma orientação importante sobre este item: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra” (Salmo 119.9); 2) Tirem a maldade de seus atos... cessem de fazer o mal; 3) Aprendam a fazer o bem; 4) Pratiquem o que é reto; 5) Ajudem o oprimido; 6) Façam justiça ao ímpio; 7) Tratem a causa das viúvas. Depois disso, “Venham, então, e arguam-me, diz o Senhor” (Isaías 1.16-18a). Antes de orar, o povo precisava preparar-se. E hoje?
 

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