BOM DIA: QUANDO O MAL PARECE VENCER, 1 (Para ouvir)

Se preferir abrir numa janela popup, CLIQUE AQUI.
 
Se o mal é mesmo uma realidade, o que fazer quando tomamos conhecimento dele, ao nos atingir direta ou indiretamente?
Eis um problema que exige de nós a coragem de pensar com profundidade e de agir com amor. Odiar não demanda esforço, porque é natural em nós, mas amar é verbo que só conjugamos com coragem, porque é algo espiritual.
Por isto, diante do mal precisamos inaugurar ou manter algumas atitudes, entre as quais estão as seguintes:
 
1. Devemos reconhecer que o mal está presente dentro de nós. Ele não nasce apenas nos corações dos outros. Ele não é empunhado apenas pelos braços dos outros. Ele não se apressa apenas com os pés dos outros. Deixemos de lado o romantismo de pensar que o inferno é o outro. O mal também está, no mínimo, assentado no banco dos reservas do nosso coração pronto para, se for convocado, entrar em campo.
 
2. Devemos sempre pedir a Deus que nos livre do mal, que nos ajude a seguir por caminhos que não nos levem a praticar o mal e que não tragam o mal que outros assaquem contra nós. Jesus nos ensinou a orar para que fiquemos livres do mal.
 
3. Devemos conviver com o fato de que o mal é filho da liberdade, a nossa e a dos outros. Assim, devemos agradecer a Deus pelo livre-arbítrio. Quando o mal toma proporções assustadoras, publica ou individualmente, não nos cabe perguntar "onde estava Deus?", uma vez que o amor vem da liberdade e o ódio também. A paz é tributária do livre-arbítrio e a guerra também. Somos livres para defender a vida e livres para eliminá-la. Agradeçamos a Deus pela liberdade com que nos fez. [CONTINUA]
 
ISRAEL BELO DE AZEVEDO