POR MEIO DA IGREJA, 3 -- À ALTURA DO EVANGELHO

A partir de Efésios 3.10-11, desejo que, "pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, (...) segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor".
Em termos bem definidos, "eu me comprometo, com o apoio da igreja que sou, a viver de modo digno do Evangelho" (Efésios 4.1, Filipenses 1.27, Colossenses 1,10, 1Tessalonicenses 2.12, Hebreus 13.4 e 3João 1.5). Assim, como método, todas as noites, antes de dormir, pedirei a Deus para ver se há em mim algo a ser corrigido. Se houver, eu pedirei perdão e pedirei ajuda a Ele para ser limpo, de modo que também a minha vida pregue:
"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno". (Salmo 139.23-24 ARA)
Uma vida digna do Evangelho começa quando abrimos mão do que achamos que é certo para aceitarmos como santo o que Deus diz que é na Sua Palavra. Somos capacitados a viver assim quando lemos, meditamos, compreendemos é procurarmos aplicar os princípios espirituais nela claramente apresentados.
Uma vida digna do Evangelho prossegue quando jogamos no chão a nossa lista de pecados, formada por nossos desejos e pelos sentimentos do mundo,  e passamos a considerar como pecado o que Deus diz que é na Sua Palavra. Assim, se escutarmos vozes de dentro e gritos de fora liberando-nos ("não se reprima", por exemplo) para fazer o que temos vontade, escolheremos seguir a vontade de Deus.
Uma vida digna do Evangelho é aquela que se propõe a ser igual ao que Novo Testamento propõe, quando, por exemplo, nos recomenda a encher a nossa mente com "tudo o que é bom e merece elogios", isto é, com "tudo o que é verdadeiro, digno, correto, puro, agradável e decente" (Filipenses 4.8). Não deve haver contradição entre nossa vida e o o que é de nós requerido pelo Evangelho,
Para que vivamos de modo digno do Evangelho
Ingênuos quanto à nossa natureza
Para que vivamos de modo digno do Evangelho, precisamos vigiar para não cair (1Coríntios 10.12). Caímos quando somos ingênuos conosco mesmo achando, diferentemente do que garantem as Escrituras (Salmo 14.3, Romanos 13.10-12), que nos porões de nosso corpo não habitam desejos poderosamente ruins (Romanos 6.18) ou quando achamos que os maus costumes ao nosso redor não se tornarão também os nossos (1Coríntios 15.33).
Não somos bons como, por vezes ou sempre, imaginamos e a virtude não vencerá naturalmente. A vitória da virtude vem quando deixamos que o Espírito Santo vença a guerra que se trava no nosso coração.
 
Israel Belo de Azevedo

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