Palavra de Esperança: SUBLIME ENCONTRO

Jó 42.2-6 — SUBLIME ENCONTRO

Chegamos ao momento mais sublime do relacionamento de Jó com Deus. Nas disputas que travou, Jó se lamentou, reclamou, exaltou Deus, humilhou-se.
Agora ele reconhece que falou sem saber das coisas, como elas são, pressionado pela dor e pela a acusação dos amigos. Eles insistiam que o sofrimento de Jó era consequência do seu pecado. Para se defender, falou o que não devia, sobre coisas que não tinha a menor ideia do que se tratava.
Então, pede: "Senhor, me ensina". É outro Jó, não o que sabe, mas o que não sabe.
É o o Jó que não  tem poder, mas sabe que Deus o tem e que tem planos que não podem ser frustrados, mesmo que desconhecidos por nós, seres humanos totalmente limitados.
Sua experiência com Deus levou-o a conhecê-lo pessoalmente, não de ouvir falar.
Diante de Deus, então, pede perdão, não pelos pecados que teriam provocado o seu sofrimento, porque isto não aconteceu. Ele pede perdão por se comparar a Deus.
Seu pedido de perdão (perdão pela insolência, não por reclamar, mas por acusar a Deus) o liberta para a sua vitória. Sem perdão, não há liberdade.
Finalmente, então, Jó sabe que é amado por Deus. A vitória de Jó não foi ter recebido o que recebeu; foi ter conhecido o Senhor face a face.
No seu caso também, o sofrimento concorreu para o seu bem (Romanos 8.28).