Quarta, 28/10/15 — NÃO À CULTURA DA VIOLÊNCIA

Refletindo: Jeremias 41.1
 
Ismael, filho de Netanias, é um exemplo a ser eivitado. Traidor e violento.
Traidor, usou o sublime momento de uma refeição, gesto maior da hospitalidade, para matar.
Violento, fez da força o seu método. Ele queria vencer a qualquer preço.
Quando ficamos sabendo do que fez, ficamos horrorizados com a guerra, aquela estampada na capa dos jornais.
No entanto, queremos vencer a discussão com o nosso cônjuge (para que assim nós o submetamos), queremos ganhar o debate travado com os colegas (para que assim sejamos mais elogiados), queremos que os aplausos a nós dirigidos dure mais do que o outro maestro (para ficar evidente que somos melhores), queremos que o nosso livro venda mais do que os outros autores (porque escrevemos melhor), queremos que a nossa igreja esteja mais cheia do que as outras (de modo que possamos cantar que nela o poder de Deus é maior).
Eis o que queremos, mas não achamos que isto seja guerra.
Mas o que é guerra, senão a busca por mais espaço, tirado do outro, pela derrota do outro? Somos moldados pela ideologia da guerra, como se fosse o motor do crescimento pessoal.
Ms 5.9).
Podemos resolver nossos conflitos sem agredir. Quando estamos mergulhados nele, nós os resolvemos quando entendemos que os dois lados precisam vencer. 
Precisamos descobrir precisamos uns dos outros.
Somos chamados a viver em paz com todos, na medida do possível. Somos convidados a não reagir com violência. Conhecedor de nossa natureza, Deus nos diz: deixem a vingança comigo, porque eu não peso a mão como vocês quando estão cheios de ódio (Romanos 12.18-19).