Quarta, 07/10/15 — VOLTANDO AOS ENSINOS BONS

Refletindo: Jeremias 9.13
 
Viver se aprende, embora pareça que a gente não aprenda a viver.
Pressupondo que queremos aprender, pela simples razão que queremos viver uma vida que vale a pena, o primeiro passo é o de uma honesta autoavaliação.
Geralmente, começamos cada ano prometendo (a nós mesmos, a Deus ou uma pessoa querida) alcançar algumas metas. Certamente, isto aconteceu com você, a menos que viva a esmo.
Vejamos.
Talvez você tenha-se comprometido em dedicar mais tempo à sua família. É hora de perguntar: tem feito isto?
Talvez você tenha prometido cuidar mais do seu corpo, para ser mais qualidade de vida. É hora de medir (não só a cintura) suas conquistas ou fracassos.
Talvez você tenha manifesto o interesse em compreender e praticar a oração sem cessar ou em ter a Deus sempre diante de si, nos desejos e decisões. É hora de meditar: tem avançado, ao ponto de poder dizer que sua comunhão com Deus aumentou?
Talvez você tenha olhado para a sua própria vida e decido alargar as fronteiras, na área profissional. É hora de responder: que passos efetivamente deu para romper o quadro dos seus limites?
Suponhamos que você esteja indo bem. Se avaliar sua trajetória, poderá fazer melhor o percurso que falta e se superar.
Suponhamos que você não esteja indo bem. Só o saberá, se fizer uma avaliação.
A luta do profeta Jeremias para que o seu povo aprendesse era a luta do apóstolo Paulo. Nas cartas de Paulo, notamos suas propostas e o modo como se avaliava.
Aos romanos (Romanos 1.13) afirma que era seu propósito colher frutos entre eles. Aos coríntios, prometer passar uma boa temporada com eles (1Coríntios 16.7). Aos gálatas e filipenses garante que não será distraído com coisas que não importam (Gálatas 6.17), para prosseguir para o alvo da soberana vocação que é Jesus Cristo (Filipenses 3.12). Aos colossenses mostra que se esforça para proclamar a salvação em Jesus (Colossenses 1.28-29).
Viver se aprende.