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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

2Timóteo 1: EM QUE TEMOS CRIDO?

EM QUE TEMOS CRIDO? 2Timóteo 1 Cada um de nós tem uma história de vida cristã. Paulo teve a sua. Timóteo, sua avó e sua mãe também viveram as suas. De nós, o que se pode falar? O que Paulo disse da família de Timóteo e dele mesmo? Como o apóstolo, temos servido com consciência limpa, isto é, certos de que estamos mesmo servindo, estamos mesmos fazendo o melhor que podemos, ou estamos esperando apenas que Deus nos sirva, tocando a vida, sem serviço, sem poesia, sem graça? QUE EVANGELHO ESTAMOS VIVENDO? (2Timóteo 1.1-8)Desde que confessamos a Jesus como Salvador e Senhor, recebemos o dom (verso 6). Este dom se expressa em termos de poder, amor e equilíbrio. O poder salvador é o poder de Deus que vem ao nosso encontro; é também o poder para uma vida que reanima em nós a imagem e semelhança) de Deus. O amor é o amor de Jesus que se entrega por nós e espera que nos entreguemos por Ele e pelos outros. O equilíbrio é a força que o Espírito Santo nos confere para uma vida serena, mesmo em face dos adversários externos e internos. O dom que recebemos, portanto, nos traz o poder de Deus, o amor de Cristo e o equilíbrio do Espírito Santo.Não podemos acender o dom, mas precisamos manter acesa a chama deste dom. Como Timóteo, corremos o perigo de ver a chama do dom se apagar. Quando vêem as dificuldades, achamo-nos sozinhos, abandonados por Deus. Perguntamo-nos até se fomos mesmos salvos. Dizendo-o ou não, sentimo-nos vítimas de uma propaganda enganosa. A alegria da vida cristã sendo substituída por uma vida cristã ritualizada e rotineira. Por fim, em alguns casos, nem o ritual sobrevive.Quando convivemos mais de perto com alguns líderes e cristãos comuns, a decepção pode jogar um caminhão-pipa de água sobre a chama do dom. Não achamos que devem olhar para nós, porque somos falhos, mas olhamos para os outros, que não podem falhar. E mais uma vez, o fogo da fé vai se tornando um monturo de cinzas. Se vier uma tempestade, até as cinzas se vão na lama.Paulo também podia ter experimentado o mesmo caminho. Preso, poderia ter-se perguntado se Deus mesmo o vocacionara. Preso, poderia ter-se perguntado onde foi que errou. Paulo estava preso por ordem do imperador romano. Pelo menos, é que o imperador pensava. Pelo menos era o que todos imaginavam. Paulo, não. Paulo se sabia prisioneiro de Jesus Cristo, não do imperador. Ele sabia que os poderes deste mundo são transitórios. Quando lhe faltou dinheiro para pregar o Evangelho, trabalhou com as próprias mãos, mas sabia que a escassez seria transitória. Quando foi perseguido e chicoteado, sabia que a dor seria transitória. A certeza do apóstolo é que Deus estava no controle da sua vida, por mais descontrolada que as circunstâncias a tornavam.Paulo cria no Pai que o chamara, no Cristo que o salvara e no Espírito Santo que o preservava. Por isto, escreve, com convicção animadora: “sei em quem tenho crido” (verso 12).E nós, em quem temos crido? CREMOS NO PAI,     QUE NOS CHAMA (2Timóteo 1.9)Paulo cria que Deus “nos salvou e nos chamou com uma santa vocação, não em virtude das nossas obras, mas por causa da sua própria determinação e graça” (verso 9).Por sua “determinação” (propósito), Deus nos chama para a salvação. Temos um Deus determinado a nos salvar. Determinado é aquele jogador que perde a bola e corre atrás dela até tomá-la do adversário. Determinado é aquele zagueiro que faz um gol contra e passa todo o jogando tendo fazer um gol. Determinado é o goleiro que “fecha” o gol. Determinado é o atacante que acredita em todos os passes que lhe dão.Deus determinou-se a nos salvar. Para fazê-lo, Ele nos chama. Todos são chamados “para pertencer a Jesus Cristo” (Romanos 1.6).Ele nos chama DE e PARA.Ele nos chama para sairmos DAS trevas (domínio do pecado) e DA falta de sentido (domínio do eu). E Ele nos chama PARA vivermos na Sua luz, para nos aventurarmos numa caminhada santa e para experienciarmos uma vida plena de significado.Esta chamada não está baseada nos nossos méritos. (Como se fôssemos bons e merecêssemos ser salvos, esta visão bastante popularizada…). Antes, ela se fundamenta na vontade e na graça de Deus.Fomos chamados para a salvação. E todos respondemos “sim” ao convite de Deus, ou estamos tendo nos salvar ou estamos satisfeitos com a vida que levamos? CREMOS NO FILHO, QUE NOS SALVA (2Timóteo 1.9b-10)Paulo cria que somos salvos pela graça, graça esta que “nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos, sendo agora revelada pela manifestação de nosso Salvador, Cristo Jesus. Ele tornou inoperante a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade por meio do evangelho (versos 9b-10).É a partir da chamada que se dá a salvação, recebida pela “obediência que vem pela fé” (Romanos 1.5). Não podemos reduzir a salvação a um ato de livramento, porque é mais que isto: é “todo o amplo propósito de Deus”, pelo qual ele nos justifica, nos santifica e nos glorifica: “primeiramente, perdoando as nossas ofensas e aceitando-nos como justos ao nos olhar através de Cristo; depois, transformando-nos progressivamente, pelo Seu Espírito, para sermos conforme à imagem do Seu Filho, até que finalmente nos tornemos iguais a Cristo no céu, com novos corpos, num mundo novo”. STOTT, J. Tu, porém. São Paulo: ABU, 1982.Fique-nos claro: a salvação “nos foi dada”, isto é, foi um presente de Deus, por iniciativa de Deus. Ele tomou a iniciativa desde “os tempos eternos”, uma vez que sua onisciência (“sabe tudo’) inclui a sua presciência (“sabe tudo antes de todos”). Este presente estava escondido e poucos tiveram acessado a ele, como Abraão, por exemplo, que creu em Cristo sem O conhecer.Desde o nascimento/morte/ressurreição/ascensão de Jesus, o presente escondido se tornou revelado, manifesto, notado. Como diz o mesmo apóstolo Paulo, “quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

1Timóteo 4: VALORES QUE NOS FAZEM VIVER

VALORES QUE NOS FAZEM VIVER 1Timóteo 4 A escritora norte-americana Camille Paglia recentemente lamentou o cenário ideológico do seu país, com o predomínio da direita em todos os ambientes. Sua explicação foi a seguinte: a esquerda norte-americana, promissora nos anos 60 e 70, deu lugar à direita, que não teve que fazer nada para aniquilá-la: a própria esquerda se auto-destruiu pelo consumo de drogas e pelo envolvimento homossexual, que levou à Aids, mortal naqueles tempos; a droga e o sexo ceifaram, segundo ela, as melhores cabeças dos Estados Unidos. [NESTROVSKI, Arthur. Persona livre. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1004200506.htm>. Acessado em 10.04.2005.] Na França, dois brilhantes pensadores da sua geração (Roland Barthes e Michel Foucault) foram apagados pelos meios raios letais.No Brasil, três dos mais brilhantes músicos do último quarto do século 20 tiveram fins precoces e trágicos relacionados ao mesmo tipo de busca do prazer: Elis Regina, Cazuza e Renato Russo. Essas mortes, ao mesmo tempo em que seduzem alguns, inconscientemente desejosos do mesmo destino “glorioso”, têm suas causas ignoradas por muitos, fixados no prazer a qualquer preço. De igual modo, mas pó razão inversa, essas mortes acabam se tornando pretextos para a negação do prazer em geral, como se fosse algo a ser evitado.À luz do pensamento paulino, escrevendo ao jovem Timóteo, todas as visões deificadoras ou demonizadoras do prazer não passam de “fábulas profanas e tolas”. É um equívoco a visão de que importa o prazer, importa o momento, como se o resto não importasse. É um equívoco também ensinar que não importa o momento, mas a eternidade, como se o prazer não fosse adequado para quem leva a sério os mandamentos de Deus. VALORES A NEGARA partir do ensino do apóstolo, podemos e precisamos negar os seguintes valores, por mais enraizados que estejam: 1. Em nome de uma espiritualidade, tem sido divulgada como vontade de Deus um estilo de vida ascético sedutor, aplicado a todas áreas (no sexo, no alimento e no dinheiro).A abstinência sexual, no interior do casamento, por exemplo, só deve acontecer por mútuo consentimento e em caso raro, e para oração e por algum tempo, como ensina Paulo em outro lugar (1Coríntios 7.5).Alimentar-se é, sobre satisfazer uma necessidade, deliciar-se com a degustação, com o cheiro, com o preparo, com a companhia. A Bíblia está repleta de estímulos gastronômicos, ao ponto de a terra prometida ser vislumbrada como uma região em que o leite e o mel eram abundantes (Êxodo 3.8). Mais tarde, um dos líderes do povo de Israel recomendou: “comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá” (Neemias 8.10). Jesus, que participou de vários jantares com amigos e interessados, lembrou que, num sentido espiritual, “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem” (Mateus 15.11). Jesus participou de vários jantares, em casa de amigos e interessados. Ele chegou a se auto-convidar para comer na casa de um recém-convertido (Lucas 19.5). 2. Em nome da liberdade, cristã ou pagã, o sexo por vezes perde sua dimensão espiritual para se tornar apenas uma espécie de ginástica, mesmo que sob o pretexto que fora do prazer não há salvação.Em nome da beleza e da saúde, o próprio corpo é deificado. O exercício (e todas as formas de modelagem do corpo) só serve para esta vida; deve ser cultivado, mas nesta perspectiva: não vai durar para sempre, não vai integrar o nosso ser na vida eterna, quando teremos um corpo glorificado pela força do Espírito Santo, não pelo exercício físico nem pela representação artística. Esses ensinos repugnam a Deus, a ponto de Paulo considerá-los nascidos das entranhas dos demônios porque atentam contra a santidade e a beleza de Deus.Esses ensinos vêm de pessoas que querem controlar outras pessoas, que nem sequer crêem ou vivem o que pedem aos outros. VALORES A AFIRMARA partir do ensino do apóstolo, podemos e precisamos reafirmar os seguintes valores: 1. A criação (a natureza, o corpo e os sentidos) é boa porque foi criada por Deus. Ele mesmo olhou para a Sua criação e se satisfez com ela porque era boa e bela (Gênesis 1).Contemplar a natureza ou fruir dela, responsavelmente, em passeios, observações, escaladas e outras ações, pode ser uma forma de exaltar o Criador, se Ele for visto como tal: um Criador diferente da obra, que Ele cria para Seu próprio deleite e para o bem-estar da própria criação. 2. O prazer é humano e fruí-lo denota a aceitação de nossa semelhança com o nosso Criador, que vinha, por exemplo, bater papo com o a primeira família ao final do dia (será que em torno de um rodízio de pizza? será que no frescor da beira-rio?) 3. Ao usufruirmos as boas coisas da vida, precisamos e podemos nos lembrar de celebrar nossa confiança e esperança no Deus vivo, para que nossa fruição não seja vaidade das vaidades (cf. Eclesiastes 1.2).A intensidade da experiência do prazer, no entanto, pode nos levar a nos perdermos nele mesmo.Ele pode ser fruído como algo fora de nós, numa perigosa fuga, ou como uma expressão de revolta, sempre numa espécie de preenchimento de um vazio muitas vezes do tamanho de Deus.Qual é o critério para sabermos se o prazer é santo? É quando podemos agradecer a Deus por ele, antes de fruí-lo. Sorvemos aquilo como excelente, mas sabemos que aquilo é temporal. Reconhecemos que seu efeito (pode ser um alimento, um surfe, uma leitura, uma viagem) passará e precisará de outro.Tudo pode ser santificado: até o que não é. Eis o que fazemos quando agradecemos a Deus… 4. Devemos e podemos santificar o prazer.Tudo o que Deus fez é santo, originalmente santo. É nossa tarefa conservar esta santidade, confirmando-a ou ressantificando o que conspurcamos.Aqui é preciso um cuidado, para que a nossa mente não fique cauterizada: quem diz que este ou aquele prazer é santo? É a nossa

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.9: A BEM-AVENTURANÇA DA PAZ

A BEM-AVENTURANÇA DA PAZ Mateus 5.9 Pregado em 6.11.2005, na Igreja Batista Itacuruçá, noite Há duas classes de pessoas: as que sabem perdoar e as que não sabem. “Ou sabem perdoar e amar, ou não sabem. Se sabem, podem ser socorridas. Podem provar a graça. Se não sabem, estão perdidas. Jeanne Murray WALKER) O orgulhoso século 20 teve cerca de 40 milhões de soldados mortos em guerras, a metade na chamada Segunda Guerra Mundial. A guerra é filha da barbárie. A guerra é filha da civilização, mesmo da democracia. A guerra é filha do homem. A guerra está na família. A guerra está na igreja. A guerra está na cidade. A guerra está no país. A guerra está no mundo. Guerra é ausência de paz. A guerra está dentro de nós. Guerra é altar ao “eu”. Paz é passarela para o “nós”. Guerra é amargura. Paz é doçura. Guerra é ansiedade. Paz é felicidade. Guerra é arma-de-fogo. Paz é cruz. Guerra é bomba. Paz é pomba. Guerra é contrato. Paz é palavra. Guerra é corpo endurecido. Paz é braço aberto. Guerra é covardia. Paz é coragem. Guerra é dedo em riste. Paz é saudação. Guerra é “dente por dente”. Paz é dar a outra face, caminhando a segunda milha, emprestando o guarda-chuva, oferecendo carona. Guerra é derrota. Paz é vitória. Guerra é desigualdade. Paz é justiça. Guerra é droga. Paz é sorvete. Guerra é exigência. Paz é graça. Guerra é fome. Paz é alimento. Guerra é força. Paz é diálogo. Guerra é fruto do pecado. Paz é fruto do Espírito. Guerra é grito. Paz é silêncio. Guerra é idolatria. Paz é fé. Guerra é imposição. Paz é gratidão. Guerra é inferno. Paz é céu. Guerra é insegurança. Paz é segurança. Guerra é interesse próprio. Paz é interesse do outro. Guerra é intolerância. Paz é paciência. Guerra é inveja. Paz é desprendimento. Guerra é lei. Paz é misericórdia. Guerra é lenha na fogueira. Paz é água na fervura. Guerra é maldição. Paz é bênção. Guerra é miséria. Paz é distribuição. Guerra é medo. Paz é liberdade. Guerra é morte. Paz é vida. Guerra é opressão. Paz é alívio. Guerra é orgulho. Paz é humildade. Guerra é pedido. Paz é doação. Guerra é prisão. Paz é libertação. Guerra é punho fechado. Paz é mão estendida. Guerra é raiva. Paz é amor. Guerra é ressentimento. Paz é perdão. Guerra é retenção. Paz é entrega. Guerra é rosto amarrado. Paz é sorriso franco. Guerra é sede. Paz é água. Guerra é tragédia. Paz é esperança. Guerra é tributo ao passado. Paz é certeza do futuro. Guerra é tufão. Paz é brisa. Guerra é túnel. Paz é luz. Guerra é vaidade. Paz é simplicidade. Guerra é Satanás. Paz é Jesus. Pode parecer estranho, mas Deus odeia aqueles que semeiam a discórdia, o primeiro estágio visível (Provérbios 6.19) para a guerra. A sabedoria bíblica é clara: “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos” (Provérbios 6.16-19). Então, Jesus, o príncipe da paz (Mateus 9.6-7),  nos diz que os pacificadores é que são felizes. Ele nos ensina que não nos tornamos filhos de Deus por ser pacificadores, mas somos pacificadores porque somos filhos de Deus. Precisamos desses felizes. Precisamos de pacificadores em nossas famílias. Precisamos de pacificadores em nossas igrejas. Precisamos de pacificadores entre as nações. Precisamos de pacificadores que levam a mensagem “paz com Deus” (Romanos 5.1). Precisamos de pessoas que vivam em paz consigo mesmas. DIFICULDADES PARA UMA VIDA EM PAZ E por que é tão difícil viver em paz, com os outros e conosco mesmos? 1. É difícil viver em paz porque tendemos privilegiar os nossos direitos. Esta é a nossa natureza. Idolatramos os nossos direitos ou aquilo que achamos serem os nossos direitos. Todo conflito é conflito de direitos. Temos horror a conjugar o verbo “perder”, mesmo que rime com ganhar. Não queremos perder dinheiro. Não queremos perder uma discussão. Não queremos perder nosso lugar na fila. Não queremos perder uma oportunidade de nos divertir. Todos estamos atentos aos nossos direitos, para ninguém os defraudar. Neste itinerário, no entanto, nem sempre os nossos direitos são nossos direitos, que, nestes casos, são direitos dos outros. Por causa desta visão errada de direitos, se a força for necessária, podemos resistir por um pouco, mas acabaremos sucumbindo e lançaremos mão dela. Não estou sugerindo que não defendamos nossos direitos; estou sugerindo que devemos defender os nossos direitos que sejam mesmos direitos. Jamais podemos nos esquecer ainda que, muitas vezes, perder é ganhar. 2. É difícil viver em paz porque somos primitivos como Lameque (Gênesis 4.19-24). Podemos até pisar, sem querer, no pé do outro, mas não admitimos que pisem no nosso, e nem sempre damos a oportunidade para ouvirmos “desculpas”, às vezes, justas. Temos estado bebendo na corrente da violência. Li uma frase jocosa, que descreve esta corrente: “lembre-se, algumas pessoas só estão vivas porque é ilegal matá-las”. Por isto, mesmo entre cristãos, maridos espancam suas mulheres; irmãos em Cristo “fulminam” seus irmãos em Cristo, com os braços ou com olhares ou com as línguas por causa de motivos importantes e por causa de motivos nem a menor importância, às vezes, lamequianamente, para mostrar poder. 3. É difícil viver em paz porque nos curvamos a experiências anteriores. No passado, perdoamos e não compensou. No passado, cedemos e fomos prejudicados. No passado, nós nos humilhamos e anda não fomos exaltados, como promete a Palavra de Deus (Ezequiel 21.26). No passado, conhecemos a amargura e, agora, não queremos ser pisados de novo. No passado, forçamos a barra e vencemos. Então, para que apanhar de novo? Para que viver em paz com todos, se a própria Bíblia adverte que nem sempre isto possível? Escravos do passado, achamos que o presente e o futuro serão projeções do passado. Ah! Como

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.7: A BEM-AVENTURANÇA DA MISERICÓRDIA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.6: A BEM-AVENTURANÇA DA LUTA PELA JUSTIÇA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.8: A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA DE CORAÇÃO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.5: A BEM-AVENTURANÇA DA HUMILDADE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.4: A BEM-AVENTURANÇA DO CHORO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Mateus 5.3: A BEM-AVENTURANÇA DA POBREZA ESPIRITUAL

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Efésios 5.31-32a: DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO

DIVÓRCIO E NOVO CASAMENTO Efésios 5.31-32a “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne. Este é um mistério profundo”.(Efésios 5.31-32a) Tudo o que diz respeito à vida do cristão é discutido na Bíblia, que oferece orientação segura para todas as áreas da vida, às vezes indiretamente, mas sempre claramente.O tema do divórcio e do novo casamento é destes tratados diretamente. Podemos até ter nossas opiniões (que geralmente não são nossas, mas do século em que vivemos), mas desejamos ser moldados pela Palavra de Deus, por uma questão de obediência e por uma questão de sabedoria ou bom-senso. 1. PRINCÍPIOS GERAISAntes de tratarmos do tema especificamente, precisamos reafirmar os princípios gerais para a vida familiar, neste contexto. 1.1. Em todas as questões da vida, inclusive na conjugal,  precisamos nos lembrar que fomos feitos para o louvor da glória de Deus.O ideal de vida para o cristão está expresso em toda a Bíblia. Num deles, o convite é claramente apresentado: “Salva-nos, Senhor, nosso Deus! Ajunta-nos dentre as nações, para que demos graças ao teu santo nome e façamos do teu louvor a nossa glória” (Salmo 106.47).Noutro texto, os cristãos somos definidos em função dessa glória a ser buscada como razão da própria existência: [Em Cristo] “fomos também escolhidos, tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade, a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória. Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória” (Efésios 1.11-14).Este é o hedonismo que vale a pena. Viver para o louvor da glória de Deus é viver uma vida que testemunha Quem Deus é. 1.2. O casamento é a oportunidade estabelecida por Deus para a completação da vida por meio da complementariedade da união conjugal.A narrativa da criação, ou melhor, do estabelecimento da união conjugal, não deixa dúvida para isto: “Assim o homem deu nomes a todos os rebanhos domésticos, às aves do céu e a todos os animais selvagens. Todavia não se encontrou para o homem alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse. Então o Senhor Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher e a levou até ele. Disse então o homem: `Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada’. Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne” (Gênesis 2.20-24). 1.3. O casamento é um compromisso para sempre. O ideal de Deus é a indissolubilidade do casamento. O casamento é para sempre. Este é o ideal de Deus. A recomendação de Jesus é bastante clara: “Porquanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Marcos 10.9); “Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Mateus 19.6). 1.4. Fiel ao propósito da indissolubilidade da união conjugal, Jesus aboliu a lei mosaica que, por causa da maldade humano, acabou admitindo o divórcio por razões banais. À permissão mosaica, Jesus contrapôs um de seus divinos “eu, porém, vos digo”.Além de ser injusta para com a mulher, que não tinha direito algum para se divorciar, a lei judaica banalizara o casamento, nos seguintes termos: “Se um homem casar-se com uma mulher e depois não a quiser mais por encontrar nela algo que ele reprova, dará certidão de divórcio à mulher e a mandará embora.  Se, depois de sair da casa, ela se tornar mulher de outro homem, e este não gostar mais dela, lhe dará certidão de divórcio, e a mandará embora. Ou se o segundo marido morrer, o primeiro, que se divorciou dela, não poderá casar-se com ela de novo, visto que ela foi contaminada. Seria detestável para o Senhor. Não tragam pecado sobre a terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá por herança” (Deuteronômio 24.1-4).Jesus reconhece o esforço de Moisés, ao procurar preservar a mulher. Naquela época, uma mulher separada, quer dizer, abandonada, não tinha sequer como sobreviver, porque a sua sobrevivência se dava no interior do casamento. Diante de situações concretas, Moisés queria que, pelo menos, diante do inevitável, que a mulher pudesse ficar liberada para um novo casamento.Jesus também tem o mesmo interesse e, por isto, é ainda mais radical, sempre pensando na proteção das mulheres. “Foi dito: ‘Aquele que se divorciar de sua mulher deverá dar-lhe certidão de divórcio’. Mas eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, faz que ela se torne adúltera, e quem se casar com a mulher divorciada estará cometendo adultério” (Mateus 5. 31-32). 1.5. Longe da banalização verificada na prática do Antigo Testamento, o Novo Testamento admite a existência de situações absolutamente extremas e totalmente fora da vontade de Deus em que o divórcio é admissível. Há, portanto, cláusulas de exceção à indissolubilidade. Estas cláusulas são apresentadas em decorrência do pecado humano. 2. CLÁUSULAS DE EXCEÇÃO À INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTONos Evangelhos há quatro textos sobre o divórcio. Neles Jesus é instigado ora por adversários (os fariseus) e ora por seus amigos (seus discípulos) a falar sobre o assunto.Também aqui temos que derivar da Bíblia nossa teologia acerca do casamento, do eventual divórcio e do possível novo casamento. É da Palavra de Deus que tem que vir o conselho para a vida conjugal, desde o seu preparo e até o seu desfazimento, se for o caso, ou o seu refazimento, se também for o caso. 2.1. Em Marcos e Lucas,

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006
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