Ir para o conteúdo
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Romanos 1.16-17: O PODER DO EVANGELHO

O PODER DO EVANGELHORomanos 1. 16-172006 1Assustado com a falta de vergonha dos brasileiros, dos que estão no poder e do povo em geral, o psicanalista ítalo-brasileiro Contardo Calligaris escreveu uma série de artigos, que vale sobretudo pela preocupação. Ele lembra que a antropóloga norte-americana Ruth Benedict estudou o comportamento das pessoas em relação à moralidade. Ela mostrou que há sociedades reguladas pela vergonha e outras pela culpa. É comum no Japão uma pessoa, flagrada em corrupção, tirar sua própria vida. É a maneira que tem para preservar sua dignidade. “Nas sociedades em que predomina a vergonha, o sujeito escolhe agir, se abster ou impor limites à sua ação para não perder a face e para preservar ou resgatar sua honra e sua dignidade. Nas outras, o sujeito age para evitar a culpa ou para expiá-la”. (CALLIGARIS, Contardo. Culpa e vergonha (Moralidade 1). Folha de S. Paulo, 2.2.2006, ilustrada, p. 12.) Os brasileiros dão um nó na antropologia em particular e nas ciências sociais em geral. A vergonha é escassa. Seria de esperar, então, que houvesse culpa, mas o sentimento de culpa é abrandado pela impunidade. De impunidade em impunidade, a culpa e a vergonha vão cauterizando a mente (1Timóteo 4.2) para não sentir vergonha nem culpa por mais vergonhosa e culpada que seja a ação.Vergonha e culpa são da condição humana. A Bíblia em geral e o apóstolo Paulo em particular põem a primeira como conseqüência da culpa. Nossa culpa, diz Daniel, deve nos levar a sentir vergonha. Ele orou assim: “Oh Senhor, nós e nossos reis, nossos líderes e nossos antepassados estamos envergonhados por termos pecado contra ti” — Daniel 9.8). Em sua própria vida pessoal, o apóstolo Paulo experimentou a mesma realidade em função daquilo que Deus fez em sua vida. Ele era uma pessoa correta, seguidora dos mandamentos de Deus, mas não de Deus, porque em nome de Deus, odiava outras pessoas também tementes a Deus. O judeu Saulo de Tarso (este era o seu nome de nascimento) perseguia os cristãos. O poder de Deus o alcançou, derrubou-o de sua pretensão de fazer justiça com as próprias mãos e o agora cristão Paulo se tornou um pregador do evangelho pelo qual foi salvo da ira de Deus. Só que este evangelho era visto como uma loucura. Onde um só homem pode morrer por todos? Onde as culpas de todos podem ser apagadas pelo sacrifício de um só. Só pelo poder de Deus, mas quem o aceita?Diante dos seus ex-correligionários de religião, poesia e filosofia, Paulo deve ter sido tentado a não contar a sua história. Envergonhar-se do evangelho é uma tentação. Certamente Paulo, não somente eu ou você, foi tentado. Evidentemente “não há sentido algum em afirmar que não se tem vergonha de alguma coisa, a não ser que se tenha sido tentado a envergonhar-se dessa coisa” (James Stewart). Por isto, disse a si mesmo: ai de mim, se não pregar o evangelho (1Coríntios 9.16). 1.1. Paulo não se envergonhava do Evangelho porque cria no poder de Deus. Não se envergonha do Evangelho quem crê no poder de Deus.E por que alguns cristãos se envergonham do Evangelho? Uma razão é intelectual. A idéia de que há um Deus pessoal criador que intervém na história, sendo a sua maior intervenção o envio do seu Filho para resgatar a humanidade do pecado para um relacionamento com Ele, não atende ao postulado da razão. A existência deste Deus não pode ser racionalmente provada. A idéia de que Deus tomou a forma humana, tendo morrido na cruz para expiar os nossos pecados, é tomada como absurda. Já ao tempo do apóstolo Paulo, a idéia de uma cruz com efeito universal era considerada louca. Ele escreveu “Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus por meio da loucura da pregação” (1Coríntios 2.4-5)Um pensamento deste deve ter irritado aos politeístas, que se achavam racionalistas como o médico Celso no segundo século por Celso: “Deve-se primeiro seguir a razão como guia antes de se aceitar uma crença, porque quem crê sem antes testar uma doutrina certamente será enganado”. E ele não ficou sozinho. Nietzsche (século 19) achava que a fé é apenas uma forma de se evitar conhecer a verdade, uma vez que “a única desculpa para deus é que ele não existe”. (Cf. O anticristo)O cristianismo é visto, em muitos círculos intelectuais, como uma forma de superstição, a ser evitada. Nestes ambientes, um cristão é visto como alguém que abriu mão da razão, logo perigoso para a ciência e para o pensamento.Ser visto assim é uma pressão muito grande. A tentação ao silêncio é forte. Por isto, é como se Paulo nos dissesse: “não se envergonhe do Evangelho porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”, seja ele bem ilustrado ou pouco letrado. Bem ilustrados e pouco letrados só conhecerão este poder de Deus se o evangelho lhes for anunciado, mesmo que sob vaia.Não há dúvida que “a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem” (1Coríntios 1.18-21). Por isto, “irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu o que para o mundo é loucura para envergonhar os sábios, e escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte. Ele escolheu o que para o mundo é

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 21, 2006

Lucas 19.41-46: NÃO BASTA CHORAR PELO BRASIL (esboço)

NÃO BASTA CHORAR PELO BRASILLucas 19.41-46 1. PORQUE JESUS CHOROU POR JERUSALÉM E NÓS DEVEMOS CHORAR PELO BRASIL?Jesus chorou por Jerusalém e nós devemos chorar pelo Brasil. 1.1. Jesus chorou por Jerusalém porque Jerusalém não reconhecia que Jesus lhe poderia trazer a paz (verso 42a — [Jesus] disse: “Se você [Jerusalém] compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!”).Esta verdade parece oculta a muitos brasileiros. 1.2. Jesus chorou por Jerusalém porque Jerusalém não sabia para onde ia (verso 42b — “Mas agora isso está oculto aos seus olhos”).Em outro lugar, Jesus vê seus habitantes como ovelhas sem pastores. 1.3. Jesus chorou por Jerusalém porque não havia esperança em Jerusalém, nem para os adultos, nem para os jovens (versos 43-44 — “Virão dias em que os seus inimigos construirão trincheiras contra você, a rodearão e a cercarão de todos os lados. Também a lançarão por terra, você e os seus filhos. Não deixarão pedra sobre pedra, porque você não reconheceu a oportunidade que Deus lhe concedeu”.).O Brasil é o país das oportunidades perdidas. 1.4. Jesus chorou por Jerusalém porque Jerusalém estava mergulhada na corrupção (versos 45-46 — “Então [Jesus] entrou no templo e começou a expulsar os que estavam vendendo. Disse-lhes: “Está escrito: ‘A minha casa será casa de oração’; mas vocês fizeram dela ‘um covil de ladrões’”.Vender faz parte da natureza humana. A política, também. A corrupção não deveria fazer fazer do comércio e da política, e muito menos da religião. No entanto, a religião em Jerusalém se tornaram um comércio vigoroso.Jesus chorou por Jerusalém porque em Jerusalém a religião se tornara um comércio.Quando a religião que deve ser o refúgio da motivação correta, transformar a anúncio do amor de Deus em comércio é o fim da escada de descida. 2. O QUE JESUS FEZ POR JERUSALÉM ALÉM DE CHORAR2.1. Jesus amou Jerusalém.Também devemos amar o nosso país.A corrupção dos governantes nos impede o civismo.O nosso egoísmo nos impede o civismo. Mas eu preciso me perguntar: amo mesmo o Brasil como Jesus amava Jerusalém? 2.2. Jesus orou por Jerusalém.Também devemos orar por nosso país. Esta não é uma atitude sem eficácia. 2.3. Jesus morreu por Jerusalém.Não podemos morrer pelo Brasil, mas podemos anunciar que Jesus morreu pelos brasileiros também. COMO IR ALÉM DO LAMENTO?Estamos cansados de lamentar e de dizer que não agüentamos mais.O devemos fazer? 1. Devemos proclamar Jesus como o único caminho para o Brasil.A via economia é essencial. A via política é essencial. Mas elas devem percorrer a via de corações compromissados com Jesus.Devemos nos preocupar com escolhas que os brasileiros estamos fazendo. para onde está indo. 2. Devemos nos empenhar para que haja esperança. 3. Devemos combater a corrupção desde a nossa casa. 4. Devemos crer em Jesus e nos comprometermos em convidar outros à fé em Jesus. De que estou pronto a abrir mão por amar o Brasil?

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 21, 2006

Filipenses 4.19: NECESSIDADES QUE DEUS SUPRE

NECESSIDADES QUE DEUS SUPREFilipenses 4.19 2006 Uma das promessas mais extraordinárias da Palavra de Deus é esta, enunciada pelo apóstolo Paulo: “O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus”  (Filipenses 4.19).Que promessa é esta, de que Deus supre todas as nossas necessidades?Precisamos novamente perguntar: estamos  diante de uma promessa condicional ou incondicional? Aplica-se sa ela a  todos ou a alguns?Em busca de uma resposta, precisamos ler o paragrafo todo, a partir do versículo 14:“Apesar disso, vocês fizeram bem em participar de minhas tribulações. Como vocês sabem, filipenses, nos seus primeiros dias no evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja partilhou comigo no que se refere a dar e receber, exceto vocês; pois, estando eu em Tessalônica, vocês me mandaram ajuda, não apenas uma vez, mas duas, quando tive necessidade. Não que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de vocês. Recebi tudo, e o que tenho é mais que suficiente. Estou amplamente suprido, agora que recebi de Epafrodito os donativos que vocês enviaram. São uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus. O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus” (Efésios 4.14-19). 1O CONTEXTO DA PROMESSAPrecisamos entender o contexto da inspirada promessa.Os filipenses foram generosos com Paulo, quando esteve em dificuldades financeiras. O apóstolo usa uma linguagem bancária para ilustrar o que lhe fizeram seus irmãos: eles abriram uma conta para Paulo, de onde poderia sacar o que precisasse. Graças, então, aos filipenses, o apóstolo está agora suprido: não precisa de nenhuma oferta a mais. Seus irmãos tinham colocado em pratica o ensino de Jesus, segundo o qual é melhor oferecer do que receber (Atos 20.25).Agradecido aos filipenses, Paulo não tinha nada para lhes dar em retribuição. Então, deu-lhes sua bênção, trazendo do coração de Deus, para eles e para nós, a seguinte promessa: “O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus”  (verso 19).Não podemos separar a promessa do seu contexto. “Esta é uma promessa para doadores. Não é uma promessa para não-doadores. Esta promessa é o que Deus faz em retribuição pelo gesto da entrega. Esta promessa não é um cheque em branco para toda a humanidade. Infelizmente, geralmente subtraímos a promessa do seu texto e a tomamos como um cheque em branco que podemos sacar quando estamos em necessidade. Não estamos diante da promessa de que Deus atenderá todas as necessidades humanas de todos os seres humanos, uma vez que Ele permite que o mundo expresse suas tendências, suas carências e seus desejos”, próprios da Queda. (STEDMAN, Ray C. To Be Content (Philippians 4:10-23). Disponível em <http://www.raystedman.org/philippians/2014.html>. Acessado em 3.3.2006.) Estamos, portanto, diante de uma promessa condicional. 2OS TERMOS DA PROMESSAAlém do contexto, analisemos expressão por expressão para melhor nos apropriarmos desta promessa. “MEU DEUS”.O Deus da Bíblia é um Deus pessoal, embora não privatizável. Paulo fala a partir de sua experiência pessoal, de quem teve suas necessidades supridas por este Deus. Paulo não está só: a expressão aparece 136 vezes na Bíblia. No caso específico dos filipenses, eles agiram por causa da graça que os alcançara. Eles agindo era Deus agindo. É assim que devemos pensar em Deus: meu Deus, meu Senhor, meu Pai. Um Deus pessoal quer dizer um Deus que se relaciona. Podemos falar com Ele. Podemos ouvi-lO falar conosco. Podemos crer num Deus inefável, ou num Deus afável. Podemos crer num Deus distante, ou num Deus próximo. O Deus inefável e distante não pode fazer nada por nós. O Deus afável e próximo é o Deus que, de fato, existe, como revelado por Jesus Cristo. Há um único Deus, mas Ele se relaciona conosco individualmente, o que quer dizer que se revela a nós como nós somos, no lugar onde estamos, no modo como nos sentimos. Só precisamos estar atentos. “SUPRIRÁ”.Deus é ativo. Onde há uma necessidade, Ele entra em ação. Ele tira dos seus depósitos os dons que reparte. E seus depósitos são inesgotáveis.É com o verbo “suprir” que Ele sustenta o universo. É com este verbo que Ele supre a cada um de nós. Suprir é encher de novo; é acrescentar o que falta. Deus faz mesmo isto conosco.Quando o povo de Israel peregrinava pelo deserto, para suprir suas necessidades de água, Deus fez ela brotasse e jorrasse em torrentes de uma rocha. Mesmo assim, pouco depois o povo perguntou: nosso Deus “conseguirá também dar-nos de comer? Poderá suprir de carne o seu povo?” (Salmo 78.20). Que não tenhamos a mesma atitude dos hebreus antigos. Precisamos saber que “Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça” (2Coríntios 9.10). “NECESSIDADES”. Que necessidades Deus supre? Todas?Que são necessidades?A tecnologia vem colocando a cada dia mais e mais produtos diante de nós. Um exemplo disso é o telefone celular, que se tornou uma “necessidade” até para crianças. Todo adolescente que não tem um IPod se sente um pouco fora do mundo. Daqui a pouco chegará ao Brasil a televisão digital e passará a ser também uma “necessidade” para todos os que durante meio século viram apenas tevês analógicas. Durante as primeiras sete décadas do século 20 os brasileiros podiam fazer carreira tendo apenas o segundo grau; nos 20 anos seguintes, era necessário ter um curso superior; de dez anos para cá é indispensável a pós-graduação. O mercado (entendido como consumo e costumes) vai impondo novas necessidades, mas serão mesmo necessidades? Esta é uma área literalmente movediça. Todos temos necessidades de segurança. Logo, precisamos de casas para nos abrigar da intempéries, das feras e dos ladrões, não de mansões, mas o que uns consideram ser uma mansão outros a terão como uma simples casa… Todos temos necessidade de saúde. Logo, precisamos de alimento que nos nutram, não de pratos criativos e caros,

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 20, 2006

2Coríntios 12.1-10: A GRAÇA SUFICIENTE

A GRAÇA SUFICIENTE2Coríntios 12.1-10 2006 1. INTRODUÇÃOHá três áreas na vida com enorme potencial para nos destruir. Muitos já escreveram sobre eles: Richard Foster é um destes autores, colocando estas áreas no próprio título de um dos seus livros: “Sexo, poder e dinheiro” (Mundo Cristão).Cada um de nós não é vulnerável em todas as áreas, mas em uma delas. Qual é a sua? Provavelmente, a de Paulo era o poder. E ele tinha seus motivos para se preocupar. 2. ESPINHO DESCONHECIDO, MAS PODEROSONo início de sua vida cristã, Paulo teve uma série de arrebatamentos espirituais, onde viu e ouviu coisas tão extraordinárias que se calou sobre elas. Nunca as esqueceu, mesmo sabendo que não devia se gloriar nelas. Na verdade, ele lutou contra seu desejo de usar essas experiências para se sobrepor aos outros apóstolos, especialmente quando contestado.Em meio a esta tensão, ele ganhou um espinho na carne, que o fustigava. Há algumas informações sobre este espinho que nos causam estupor e nos ensinam muito acerca da vida cristã. 2.1. O espinho paulino veio após uma grande vitória espiritual. Lembremo-nos de Elias: depois de derrotar coraJosa e ousadamente o casal real Jezabel e Acabe e todos os profetas de Baal que eles remuneravam, ele teve medo, muito medo. Depois de sumir ao monte e liquidar os inimigos, Elias se afundou numa caverna, não apenas para fugir, mas para morrer.Não desanimemos, mas um triunfo espiritual não garante uma caminhada sempre no altiplano. Depois da montanha pode vir a planície, para que queiramos voltar à montanha. Não desanimemos: precisamos nos colocar em nosso lugar: o lugar da dependência de Deus. Se você está bem espiritualmente, não se ensorberbeça: você não alcançou nada sozinho; foi tudo dádiva de Deus. Não se acomode: dentro dos nossos corações, trava-se uma luta dura entre as forças das trevas e a força do Espírito; hoje a força do Espírito está vencendo; dê graças a Deus e continue lutando. 2.2. Para Paulo, este espinho representou uma novidade na sua vida. Não era uma herança, como seu caráter ou seu temperamento. É algo que repentinamente passou a lhe incomodar.Como acontece conosco, somos, por vezes, tomados por sentimentos novos, experiências novas, dores novas, angústias novas, pelas quais não esperávamos. Nossa vida ia bem, mas de repente uma depressão, moderada ou profunda, se aloja dentro de nosso corpo, como se fosse para sempre, por mais que lutemos. Nossa vida ia bem, mas de repente um descontrole financeiro, provocado por má gestão ou despesas elevadas imprevistas, nos lança numa impotência tal que perdemos o sono e a paz. Nossa vida ia bem, mas de repente um vizinho ou um colega de trabalho, sem que saibamos por que ou sabendo por que, desfila uma inimizade que nos  desconserta. Nossa vida ia bem, mas de repente um filho se torna dependente de droga, sem aceitar nossa ajuda pela  recuperação. Nossa vida ia bem, mas de repente nosso cônjuge perde a cabeça por outra pessoa e sai de casa para viver com a outra. Nossa vida ia bem, mas de repente uma pessoa querida nos morre, fazendo-nos reféns de uma saudade impreenchível.Como doem espinhos como estes. 2.3. O apóstolo não diz que espinho era esse; sabemos que estamos diante de uma metáfora; não se trata de um espinho de origem botânica, nem de um calo no pé. Se Paulo não informa como era este espinho, não nos cabe especular. Ao omitir a natureza deste espinho, no entanto, Paulo nos dá licença para incluir os nossos. Bendito Paulo, por nos omitir esta informação. Doía nele, pode doer nós.Podemos incluir dificuldades pelas quais pensamos, estejam elas no campo patrimonial ou no território dos relacionamentos. Cabem, por exemplo, uma timidez, que nos  impede de alçar vôos altos; uma explosividade, que dificulta nossa aceitação por parte de outras pessoas; uma atitude legalista, sempre pronta a julgar, raramente a perdoar.Podemos incluir as perdas que experimentamos, que nos chegam como tragédias e calamidades. Diante destas perdas, podemos fazer da tristeza nossa companheira. Quando a mandamos embora, ela calou tão fundo, que se transformou em depressão e se recusa a partir, por mais que peçamos, por mais que oremos.Podemos incluir os insultos que sofremos, em forma de palavras, de gestos e de ações. Você cometeu uma bondade, mas o escorpião lhe feriu. Você defendeu um inocente, mas entrou no rol dos bandidos. Você dedicou parte de sua vida a uma causa, mas a causa não sabe seu nome. Você deu “bom dia”, mas o rosto saudado se virou para o outro lado.  2.4. Paulo, e esta é uma informação essencial, recebeu este espinho diretamente de Satanás. Parece haver uma ambigüidade aqui, mas não há: fica claro que Deus nunca é o pai de nossas dores; esta é a obra de Satanás no mundo, com o fito de nos destruir. Tiago nos ensina: “Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: `Estou sendo tentado por Deus’. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta” (Tiago 1.12).As adversidades da vida são usadas por Satanás para nos derrubar. Acima de Satanás, Deue está. Assim, o espinho é, ao mesmo tempo, obra de Satanás para nos destruir e obra de Deus para nos salvar. Mesmo onde Satanás está atuando, Deus está agindo soberanamente, porque nada Lhe escapa; nada O vence. Qual é o seu espinho? Não importa: o que importa é que você faça como o apóstolo Paulo: receba-o como mensageiro de Satanás, que aproxima você da graça. 3. BENDITOS ESPINHOSSem os espinhos, nós tornamos presas fáceis de outros inimigos da graça em nossas vidas.Menciono alguns, mas você pode ficar com um só ou ampliar a lista. 3.1. O bem-estarQuando estamos bem espiritual, emocional ou financeiramente, nós nos sentimos fortes. E quando estamos fortes, achamo-nos desnecessários da graça. A graça é força para os fracos. 3.2. A ansiedadeOs ansiosos, que são aqueles que pretendem fazer o que só Deus pode fazer, que são aqueles que  não aceitam a velocidade dos ponteiros do relógio da sua vida, que são aqueles que têm como

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 20, 2006

Romanos 8.28: EIS A DIFERENÇA!

EIS A DIFERENÇA!Romanos 8.28 2006 Romanos 8.28 tem tido varias traduções, sendo a mais conhecida em língua portuguesa esta: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.O sentido é sempre o mesmo. Por exemplo, a palavra no grego para contribuem ou concorrem ou cooperam é “sinergia”, que um dos nossos dicionários define como sendo uma “ação associada de dois ou mais órgãos, sistemas ou elementos anatômicos ou biológicos, cujo resultado seja a execução de um movimento ou a realização de uma função orgânica” (Houaiss). A definição está de acordo com sua etimologia (sim + ergo = conjunto + trabalho).No grego ainda, a condição do amor a Deus vem primeiro. Desse modo, preferimos a seguinte tradução: “Sabemos que, para aqueles que amam a Deus, todas coisas convergem para o bem” (American Standard Version)Dada esta seqüência, optamos por estudar palavra por palavra desta promessa. 1SABEMOSA Bíblia o diz. As promessas de Deus na Bíblia, por instruções e por experiências de homens e mulheres que o amaram, mostram como terminam as agruras de agora: no nosso bem.Nossa memória o diz. Nossas experiências anteriores em que passamos por dificuldades mostram como elas terminam: no nosso bem.Se a sua memória anda obstruída, desobstrua-a com a Palavra de Deus.Veja o que aconteceu com Ismael, abandonado pelo pai no deserto para morrer, mas cujo choro chegou aos ouvidos do Pai celestial que o salvou.Veja o que aconteceu com Jacó, odiado pelo irmão, que o recebeu com festa por causa da oração.Veja o que aconteceu com José, vendido pelos irmãos mas tornado primeiro-ministro do Egito.Veja o que aconteceu com Josué tendo à frente uma cidade inexpugnável para vencer e a venceu.Veja o que aconteceu com Davi, perseguido implacavelmente por um rei, a quem sucederia magistralmente.Veja o que aconteceu com Elias, deprimido numa caverna, mas chamado para novos projetos proféticos.Veja o que aconteceu com Ezequias, condenado à morte pelos médicos, mas cuja vida foi prolongada pelo médico dos médicos.Veja o que aconteceu com Pedro, o discípulo-traidor  tornado líder-criador.Veja o eunuco da rainha da Candace, que foi a Jerusalém buscar o que não encontrou, mas encontrou quando o Espírito Santo enviou Felipe ao seu encontro já no caminho de volta para casa.Veja o que aconteceu com João Marcos, tirado da equipe de Paulo e depois restabelecido.Veja o que aconteceu com Paulo e Silas, trancafiados na prisão até um terremoto os libertar.Veja o que aconteceu com João, degredado numa ilha, onde teve visões maravilhosas acerca do céu e que até hoje nos inspiram.Leia a genealogia de Jesus, onde tudo se encaixa, até mesmo adultérios. 2AMAM A DEUSAo ler esta promessa, eu me pergunto se ela é condicional ou incondicional?Penso que é incondicional e condicional. Explico. Deus não ama apenas os que O amam; seu amor não cabe nesta limitação. No entanto, este amor só é fruído pelos que O ama. Esta é a diferença. Quem não ama a Deus não sabe amado por Ele, não pode ter certeza de todas as coisas convergem para o seu bem, não sabe como vai terminar a história.Quem ama a Deus já conhece o final do jogo da vida; sabe-se amado por Deus e isto lhe dá uma confiança extraordinária para enfrentar suas batalhas. É muito bom amar a Deus. Quem ama a Deus sabe que é amado por Deus. 3TODAS AS COISASDeus é Senhor de todas as todas as situações que alcançam nossas vidas, sejam advindas de:. acertos próprios (um rapaz que escolhe uma profissão promissora e triunfa na vida). acertos dos outros (uma mulher que adota uma criança deixada na roda). erros próprios (uma moça que abandona um curso superior e não consegue mais retomá-lo). erros dos outros (um motorista bêbado que atravessa um sinal vermelho, causando ferimentos e até mortes na sua [nossa] família). pecados próprios (um adolescente que resolve experimentar a droga e se torna escravo dela). pecados dos outros (uma filha que lhe dá um neto antes ou fora do casamento)  Todas estas situações podem ser alteradas por Deus. Não há nada que Ele não possa alterar. 4CONVERGEMDeus faz as coisas trabalharem juntas. Uma rocha com que Moisés devia falar era o próprio Jesus Cristo jorrando água para dessedentar uma multidão.Deus faz os animais cooperarem para o bem do ser humano. Ele fez a jumenta falar para Balaão se arrepender.Deus faz as pessoas trabalharem juntas, mesmo que não saibam. Artaxerxes concordou que Neemias voltasse para reconstruir Jerusalém.Deus faz impérios trabalharem juntos, mesmo sem o saberem que estão preparando a terra para receber o Messias.Todas as coisas que nos acontecem contribuem para o nosso bem.E aquela tragédia que nos ocorreu? Também ela concorrerá para o nosso bem, mas na perspectiva de Deus, que é a perspectiva da eternidade. Todo o capítulo 8 de Romanos é a história como Deus a vê se desenrolando.Se tudo converge para o nosso bem, até o que fazemos de errado converge para o nosso bem? Podemos viver então sem pensar nas conseqüências dos nossos atos?Apenas excepcionalmente Deus nos livra das conseqüências de nossos atos. A razão é simples: Deus respeita a nossa liberdade, o que inclui arcar com o ônus de nossos atos. Se Deus nos eximisse das conseqüências do exercício de nossa liberdade, não seríamos autenticamente livres.Sendo práticos: a vida é feita de leis. Quebrando-as, pagamos o preço. Se avanço um sinal e vem outro carro, há uma colisão, com ou sem feridos. Poderia Deus agir para que nada nos acontecesse? Sim, e a prova é que, às vezes, raramente (milagre é coisa rara), o faz, mas geralmente não o faz, para que eu seja livre.À medida em que vamos amadurecendo, vamos entendendo isto. Quando crianças, achamos que podemos tudo. Vamos crescendo, e percebemos que não podemos quase nada. O mesmo se dá na vida com o nosso Deus. Há pessoas que acham que Ele nos livra de tudo, até das conseqüências da liberdade humana, nossa e dos outros, mas Ele não nos livra, e também para o nosso bem.Em

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 20, 2006

Mateus 28.18-20: O MELHOR DE TUDO

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 20, 2006

Salmo 37: CONVITE À ENTREGA

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2006

Salmo 34: DEUS ENVIA ANJOS QUE SE ACAMPAM AO NOSSO REDOR

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2006

Salmo 49: EM BUSCA DO QUE IMPORTA

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2006

Salmo 39: FRÁGIL SOU

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2006
Carregar Mais Resultados

Inscreva-se

O site Prazer da Palavra tem o propósito de oferecer recursos para o estudo e a aplicação da Bíblia aos nossos dias.

Facebook-f Twitter Instagram

Loja

  • Livros Digitais
  • Livros Físicos
Menu
  • Livros Digitais
  • Livros Físicos

Prazer da Palavra

Quem Somos

Projetos

Contact

contato@prazerdapalavra.com.br

© 2024 Israel Belo de Azevedo