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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Rute 2: BOAZ, FIRME NA BONDADE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Lucas 1.48: ABENÇOADO E QUEM ABENÇOA

ABENÇOADO É QUEM ABENÇOALucas 1.48 Se pudéssemos definir o que é a religião numa só expressão, diríamos que é a busca da bênção de Deus. Esta é a perspectiva humana, e Deus a considera.Se quiséssemos definir numa só expressão o projeto de Deus para a humanidade, bastaria que lêssemos o que escreveu o apóstolo Paulo: o Senhor deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade (1Timóteo 2.4). Jesus Cristo veio ao mundo para possibilitar de forma concreta esta salvação.Assim, o homem deseja ser abençoado por Deus e Deus deseja abençoar o homem.Para abençoar o homem, Deus usa vários agentes, que são sempre outros homens. Ao longo da Bíblia, Deus por vezes se serviu de meios supra-humanos, enviando anjos; no entanto, alguns anjos eram humanos, e não celestiais. Jesus Cristo foi um destes meios celestiais, ao nos dar sua própria vida, coisa que nenhum anjo pode fazer, mas Ele o fez.Deus, por seu Espírito Santo, doou aos seus filhos os recursos indispensáveis para que possam continuar a “onda” abençoadora de Deus. Ele quer abençoar e, para abençoar, abençoa pessoas que abençoam pessoas. Esta é a “corrente” divina.Um dos exemplos de pessoas abençoadas para a abençoar é Maria de Nazaré, a mãe de Jesus.Tão logo soube que estava grávida, ela cantou uma canção, que revela bem o seu caráter:A minha alma engrandece ao Senhor,e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador,porque contemplou na humildade da sua serva.Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada,porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome.A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem.Agiu com o seu braço valorosamente;dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos.Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes.Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos.Amparou a Israel, seu servo,a fim de lembrar-se da sua misericórdia a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais.(Lucas 1.46b-55) O que quis Maria dizer que era ou seria uma bem-aventurada? “Bem-aventurada” é a expressão nas traduções brasileiras para “abençoada”. A palavra “abençoar” significa dizer bem, no sentido de desejar o bem para o outro. Abençoar é lançar sobre o outro um olhar que comunica vida. Abençoar é comunicar ao outro a graça que foi recebida pela graça. Abençoar é pedir o favor de Deus sobre alguém. Assim, abençoar é desejar, sem condições prévias, o bem do outro como uma aspiração que vem do fundo do coração. Se o meu coração está povoado de ódio, eu não tenho como abençoar, porque a bênção se expressa por palavras, desde que sejam profundas e sinceras. Quando há sinceridade em nossas palavras, nós as superamos e praticamos o bem.Podemos permear o meio onde vivemos com paz ou com violência, dependendo de qual delas mora em nós. Somos chamados a ser moradias da paz. A partir, portanto, da certeza de Maria, quero recordar quatro verdades acerca da bênção de Deus, com o objetivo de lembrar que é abençoado quem abençoa. 1. DEUS QUER NOS ABENÇOARO anjo (Lucas 1.26-38) veio a Maria comunicar um desejo de Deus: abençoar Maria, abençoar toda a humanidade. Deus só vem a nós para isto.Uma das expressões bíblicas pela qual sou apaixonado  É Jeremais 29.11: Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor;pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Para realizar estes pensamentos de paz, Deus nos deixa em Sua Palavra uma série de instruções. E todas têm um sentido: o nosso bem. Então, se queremos  ser abençoados, ouçamos a voz de Deus, leiamos a Bíblia, obedeçamos a Sua instrução. Podemos escolher entre a programação de nossa própria mente, embebida na cultura em que estamos, e a instrução de Deus, com valores eternos. Deixemo-nos julgar pela Bíblia. Façamos o que ela pede que façamos. Afinal, toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra (2Timóteo 3.16-17 16). 2. DEUS ABENÇOA OS HUMILDESPor que Maria foi abençoada?Maria foi abençoada porque se dispôs a crer no Deus da Palavra. Isabel, orientada pelo Espírito Santo, disse claramente que Maria foi abençoada porque creu (verso 45). Deus não pode crer em nosso lugar. Ninguém pode crer em nosso lugar. Sua fé nos salva e nos capacita a receber a bênção de Deus. Por isto, crer é saber que, para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas (verso 37). Por isto, crer é a porta de entrada no mundo da bênção. Maria foi abençoada porque se dispôs a se humilhar diante dEle, reconhecendo que Suas instruções eram sempre para o nosso bem. Ao longo de sua vida, Maria demonstrou aquilo que cantou.Deus abençoa os humildes, porque os humildes precisam da bênção de Deus, sabem que precisam da bênção de Deus e buscam a bênção de Deus.Humilde é quem sabe que não vive de sua própria força ou luz, mas do Espírito que nele habita, para corrigir, apoiar, fortalecer.Humilde é quem sabe que não faz o que faz de sua própria competência ou vontade ou esforço, embora eles cooperem com Deus.Humilde é quem reconhece o que Deus lhe faz e canta, como Maria, “santo é o Seu nome” (verso 49). Humilde é quem se dispõe a reconhecer os seus pecados e a se afastar da sua prática, conforme a cristalina recomendação bíblica: Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma (Tiago 1.21).Lembremo-nos que de nós Deus espera progresso, não a perfeição (Cf. OSBORNE, Larry. How to be blessed by God in all you do. Disponível em <http://www.northcoastchurch.com/sermons/j05oln.htm>). Esta certeza não é um convite ao desespero ou ao desinteresse, mas ao empenho, porque somos chamados à santidade. Nossa oração deve sempre incluir um

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Salmo 149: ADORAR, ORAR, AGIR, SERVIR (notas)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Mateus 3.1-12: COMO DEUS NOS BATIZA (notas)

COMO DEUS NOS BATIZAMateus 3.1-12 1. Nossa vida é um deserto, mas Deus providencia o oásis e a comunicação de que o oásis existe (Mateus 3.1-3).João, que significa dom de Deus, recorda as velhas verdades deste Deus para conosco. Deus está sempre a nos recordar suas velhas verdades. São elas: a necessidade do arrependimento (arrepender-se é mudar a atitude e a conduta) e a certeza do seu Reino (senhorio, governo, presença), Reino que Jesus Cristo veio anunciar e implantar.Devemos fazer como os contemporâneos de João Batista, que iam até onde ele estava para ouvir a mensagem de Deus e para obedecer a Deus, batizando-se. 2. O batismo é uma atitude diante de Deus por meio da igreja (Mateus 3.4-9).Quem se batiza:. confessa publicamente, diante de Deus, os seus pecados (somos pecadores e carecemos da graça de Deus). dispõe-se a viver produzindo os frutos do arrependimento. O batismo não é uma formalidade, mas uma afirmação de entrada na nova vida e uma afirmação de compromisso com esta nova vida.O batismo pode parecer estranho, como as vestes e os hábitos alimentares de João Batista, mas Jesus mesmo se submeteu a ele. Suas razões foram diferentes da nossa. Ele quis sublinhar a sua humanidade plena. 3. Diante da providência de Deus para nós, somos chamados a uma decisão (Mateus 3.10-12)afirmações desta narrativa destacam este desafio:– “temos por pai a Abraão” (verso 10) — diante do desafio que era Jesus, alguns de seus contemporâneos acahvam que não precisavam levá-lO a sério, por serem parte do povo eleito de Deus. A aplicação para nós é que laços de família ou de religião não nos colocam automaticamente no Reino de Deus; a entrada nele é pessoal e intransferível. O máximo quepodem fazer por nós é anunciar-nos o Reino. Optar por ele é uma escolham de quem ouve o Evangelho (a boa notícia) – “posto o machado à raiz das árvores” — o Reino de Deus importa decisão; aceitá-lo ou não – “Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” — batismo de conforto (presença conosco constante) e batismo de paz (calor da presença de Deus)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Marcos 10: POR QUE SEGUIR A JESUS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Salmo 130: CONVITE À PROFUNDIDADE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Mateus 8.5-13: POSSO PEDIR POR CURA?

POSSO PEDIR POR CURA? (Mateus 8.5-13) Preparado para ser pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 20.1.2001 (manhã) 1. INTRODUÇÃO Incomoda passar por certas igrejas com placas que prometem cura para todo tipo de enfermidades. Poderiam estes anúncios ser considerados como publicidade enganosa? Ou será que as outras igrejas cristãs não estão agindo como Jesus procedeu? Lendo os evangelhos, deparamo-nos com um Jesus que pregava, ensinava e curava (Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo — Mateus 4.23). Por nossa própria conta, temos nós abolido um dos tripés da prática de Jesus Cristo? Deve um crente esperar ouvir a palavra salvadora e ensinadora do seu Senhor, mas sem contar com a Sua ação curadora? 2. EQUÍVOCOS EXTREMADOS DE CRISTÃOS SOBRE A CURA Diante do drama da enfermidade, que acomete cristãos e não cristãos de todas as idades e de todas as condições sociais e intelectuais, os cristãos têm laborado em duas tendências que não passam de equívocos. 1. O equívoco dos super-racionalistas O primeiro equívoco é cometido pelos super-racionalistas. Segundo esta perspectiva, Deus não cura mais. Ele deixou as regras para a nossa vivência e sobrevivência; cabe-nos aceitá-las, sem pedir ou esperar a Sua intervenção para cessar a dor, cortar as feridas, encerrar o ciclo trágico da doença. Predominando esta visão, ninguém deve pedir por cura, mas por paciência para suportar a dor, conforto diante das perdas, sabedoria para aprender a conviver com a enfermidade. 2. O equívoco dos super-miraculistas (ou super-sobrenaturalistas) Na outra posição, estão os supermiraculistas ou super-sobrenaturalistas. Segundo esta posição, Deus cura hoje desde que haja necessidade e haja fé no Senhor que cura. A toda hora ele quebra as leis/regras, postas por Ele mesmo, para atender necessidades humanas, geralmente decorrentes da quebra dessas mesmas leis… Uma enfermidade é o resultado de uma lei quebrada (conheçamo-la ou não) por parte do homem; a cura de uma enfermidade é uma quebra por parte de Deus. Uma enfermidade é o resultado de uma ação natural; a cura é o resultado de uma ação espiritual (ou sobrenatural). A intervenção divina depende da fé, da fé por parte de quem ora, seja o próprio  enfermo, seja algum intercessor, ou sejam ambos. É muito comum, por isto, procurar-se alguém “de fé” (com o dom de curar) para orar por um enfermo. É por isto que muitas pessoas procuram as igrejas, em busca da cura. 3. AS VERDADES DA PRÁTICA DE JESUS Quando olhamos para a prática de Jesus, ficamos surpresos. Mencionemos alguns versos do Evangelho de Mateus, na ordem em que aparecem: E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou. (Mateus 4.24) Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes. (Mateus 8.16) E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. (Mateus 9.35) Muitos o seguiram, e a todos ele curou. (Mateus 12.15) Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver. (Mateus 12.22) Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos. (Mateus 14.14) E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram junto aos pés de Jesus; e ele os curou. (Mateus 15.30) Seguiram-no muitas multidões, e curou-as ali. (Mateus 19.2) Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou. (Mateus 21.14) 4. AS VERDADES NA CURA DO EMPREGADO DO MILITAR ROMANO Há um episódio na prática de Jesus que nos ajuda superar a tensão, permitindo-nos colocar as coisas nos seus devidos termos. Ele está registrado em Mateus 8.5-13. [Texto bíblico] Mateus 8.5-13 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: — Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. Jesus lhe disse: — Eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: — Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Pois até eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: “vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz”. Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: — Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta. Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, disse Jesus ao centurião: — Vai-te e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado. O comportamento que devemos adotar é o do militar romano. O modo de Deus agir encontra-se aqui também apresentado. 4.1. Aprendendo com o centurião 1. O centurião pediu por cura. Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: — Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente (versos 5 e 6). Diante do sofrimento do rapaz, que pode ter sido seu filho (já que a palavra para “criado” ou “servo” também se aplica a menino, filho), o chefe de um batalhão militar (de cem soldados, daí “centurião”), dirigiu-se a Jesus pedindo por sua cura. Como o oficial romano, nós também podemos pedir por cura. Todos os que foram curados por Jesus pediram por sua intervenção. Nenhum deles é repreendido porque pede a ação especial do Mestre. Antes, são atendidos. As intervenções divinas nascem das necessidades e dos pedidos humanos. Se você tem uma enfermidade, seja ela física ou psíquica, peça a Deus que a cure. Não

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

João 3.1-15: NASCER DE NOVO: À ESPERA DE UMA DECISÃO

NASCER DE NOVO: À ESPERA DE UMA DECISÃOJoão 3.1-15Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 27.1.2002, manhã. 1. INTRODUÇÃOÉ impressionante o interesse pelo Fundador do Cristianismo. Uma prova disto é o número de pessoas que já viram o filme “Jesus”, produzido por Bill Bright em 1979 e vertido para 712 idiomas. Até agora, em 236 países, o filme foi assistido por 4,3 bilhões de pessoas, em todas as classes sociais.O Novo Testamento, que conta a sua história, já atesta este interesse. O Evangelho de João registra um destes interessados. Seu nome era Nicodemos e pertencia à classe dirigente da Palestina do primeiro século da era cristã.Seu encontro, que produziu um diálogo tenso, está registrado no capítulo 3 desse Evangelho. [texto bíblico]Havia um fariseu chamado Nicodemos, que era líder dos judeus. Uma noite ele foi visitar Jesus e disse:— Rabi, nós sabemos que o senhor é um mestre que Deus enviou, pois ninguém pode fazer esses milagres se Deus não estiver com ele.Jesus respondeu:— Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo.Nicodemos perguntou:— Como é que um homem velho pode nascer de novo? Será que ele pode voltar para a barriga da sua mãe e nascer outra vez?Jesus disse:— Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito. Quem nasce de pais humanos é um ser de natureza humana; quem nasce do Espírito é um ser de natureza espiritual. Por isso não fique admirado porque eu disse que todos vocês precisam nascer de novo. O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito.—  Como pode ser isso? — perguntou Nicodemos.Jesus respondeu:— O senhor é professor do povo de Israel e não entende isso? Pois eu afirmo ao senhor que isto é verdade: Nós falamos daquilo que sabemos e contamos o que temos visto, mas vocês não querem aceitar a nossa mensagem. Se vocês não crêem quando falo das coisas deste mundo, como vão crer se eu falar das coisas do céu? Ninguém subiu ao céu, a não ser o Filho do Homem, que desceu do céu. Assim como Moisés, no deserto, levantou a serpente de bronze numa estaca, assim também o Filho do Homem tem de ser levantado, para que todos os que crerem nele tenham a vida eterna. 2. O PASSO QUE FALTADos bilhões que viram o filme “Jesus”, a maioria o assistiu movida por algum tipo de curiosidade, embora 150 milhões tenham informado que O aceitaram como seu Salvador, que é o centro da mensagem do Evangelho anunciado pelas igrejas cristãs. 2.1. O Nicodemos desta história faz parte do primeiro grupo. Seu interesse e o de sua comunidade representam bem aqueles que podem até aceitar Jesus como a Bíblia o apresenta, mas não querem realmente mudar. Nicodemos, ao procurar Jesus, reconhecia que precisava mudar, que precisava viver segundo os ensinos dAquele Enviado dos céus. No entanto, ele não teve a coragem de dar o passo claro e público em direção a Jesus.O Novo Testamento registra que Nicodemos tinha um grande apreço por Jesus. Quando o Mestre estava sob forte pressão dos líderes religiosos, ele o defendeu, pedindo que fosse ouvido, antes de ser condenado (João 7.50-52). Morto Jesus, Nicodemos e José de Arimatéia se apresentaram para cuidar do corpo do Mestre, fazendo-o carinhosamente, gastando, inclusive, dinheiro para custear as despesas do enterro (João 7.50-52).Como Nicodemos, há muitas pessoas que não assumem publicamente que amam a Jesus porque não querem viver segundo os seus ensinos. Essas pessoas talvez gostem de alguns aspectos das vidas que levem e querem continuar nelas, mesmo que sejam infelizes na maior parte do tempo, mesmo que dominados pelo medo quase sempre, mesmo que tenha que a paz interior por meio de remédios, mesmo que não tenham perspectivas para o presente nem para o futuro, mesmo que já tenham percebido que sozinhas não podem mudar seus destinos. 2.2. Como Nicodemos, há muitas pessoas que se satisfazem como uma visão apenas intelectual de Jesus, mas sem uma experiência pessoal com Ele. Essas pessoas reconhecem a Jesus como um mestre, como alguém cheio da sabedoria do seu povo ou até mesmo com um grande místico. Essas pessoas até admiram aqueles que têm fé, mas não dão um passo claro e público em direção a Jesus.Há algum tempo trazida por uma amiga, uma senhora começou a freqüentar nossos cultos. Ela chegou a cantar nossos hinos. Ela se sentia bem conosco. Aos poucos, ela começou a entender o que era ser uma cristã. Educadíssima, um dia ela me procurou. Ela veio me dizer que Jesus é realmente o Salvador e que ela gostaria de segui-Lo, mas não iria fazê-lo. Seguir a Jesus era a coisa certa, mas não era para ela. E nunca mais apareceu.Há pessoas que sabem que Jesus pode mudar as suas vidas, mas não querem ter suas vidas mudadas. 2.3. Como Nicodemos, há muitas pessoas com dificuldades para entender o que Jesus fez e o que ele pode fazer.Há pessoas que não conseguem compreender que Jesus é Aquele capaz de transformar radicalmente uma vida, pondo a pessoa dentro do Reino de Deus, isto é, completamente dentro da vida eterna, ou seja, vivendo numa nova perspectiva.Sempre que alguém me procura para ser batizada, pergunto pelo que mudou na sua vida. Inúmeras vezes tenho ouvido o mesmo testemunho:— Bem, eu não sei explicar direito. Mas sei dizer que minha vida mudou.Uma pessoa que batizei me disse que vivia cheia de ódio por causa de uma injustiça, mas que Jesus a libertou do ódio e que agora a sua vida tinha futuro, não estava mais presa ao passado.Um irmão nosso foi visitar outra irmã no seu local de trabalho. Enquanto esperava, começou a conversar com uma empregada da loja. O que ele ouviu é edificante:— Eu não sou

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Efésios 5.25b-27: O PRIVILÉGIO, O PRAZER E O PESO DE SER IGREJA

O PRIVILÉGIO, O PRAZER E O PESO DE SER IGREJAEfésios 5.25b-27  INTRODUÇÃOÉ a igreja uma instituição? Se é, poderá fracassar como todas as outras.Ao longo dos séculos, ela aí está, constituindo-se num mistério a sua permanência, apesar dos inimigos, internos (nós mesmos) e externos (os que não crêem no Senhor da igreja).Se é uma instituição, e é, sua dimensão institucional não a esgota.Ela persiste porque é o corpo de Cristo, e Cristo nunca fracassará.Ela persiste porque sua mensagem é Cristo, e esta mensagem precisa ser pregada enquanto o ser humano existir. É por isto que dominicalmente (por que não, diariamente?) entram aqui pessoas.Ela persiste porque Cristo capacita esta igreja com diferentes dons para que ela continue o seu trabalho, seja para socorrer os famintos de pão, seja para trazer esperança aos cansados da alma.Ela persiste por causa da sua natureza, em relação a Cristo, natureza que o apóstolo Paulo descreve de forma magistral, em Efésios 5.25b-27. Cristo amou a Igreja e deu a sua vida por ela.Ele fez isso para dedicar a Igreja a Deus, lavando-a com água e purificando-a com a sua palavra.E fez isso para também poder trazer para perto de si a Igreja em toda a sua beleza, pura e perfeita, sem manchas, ou rugas, ou qualquer outro defeito. 1. O privilégio da igreja é ter sido fundada pelo amor de Cristo (Efésios 5.25b) Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Efésios 5.25b) Cristo amou a igreja antes que ela existisse. Este amor se expressou sob a forma da entrega. Para melhor entendermos esta entrega, podemos fazer algumas analogias (comparações). Quando o entregador de pizzas bate à nossa porta, ele deixa conosco o que foi solicitado e volta para a loja. Ele não nos deixa nada seu. Não sabemos sequer o seu nome. Sua entrega, portanto, não guarda qualquer semelhança com a entrega que Jesus faz. A salvação, que nos oferece, não é uma pizza, cuja eficácia dura apenas algumas horas. Ao contrário, a salvação é um oferecimento que nos sacia para a vida inteira e nos põe numa caminhada que jamais terá fim, ao nos pôr de novo em contato com o Senhor de nossas vidas, de Quem estávamos afastados. Quando o carteiro nos deixa uma correspondência e vai embora para outro destino, nada fica dele conosco. Ele sequer sabe o conteúdo do que carrega, que nem sempre é uma boa notícia, porque muitas vezes é a notícia de uma conta a ser paga. A notícia que Jesus traz é completamente diferente: primeiramente, porque é sempre boa: é notícia de paz, liberdade e esperança. Há uma diferença: o conteúdo é Ele mesmo. Ele não entrega uma notícia: Ele se entrega a si mesmo, porque Ele é a boa notícia.Diferentemente dos entregadores de pizza ou de correspondência ou de qualquer outro produto, Ele não vai embora nunca. Há uma terceira comparação, esta feita pelo apóstolo Paulo, neste texto. O escritor (ele mesmo escrevendo uma carta que seria entregue por alguém…) compara a entrega da salvação à entrega dos cônjuges no casamento. Casar é entregar-se. Salvar é entregar-se. Assim como um homem ou um mulher entrega seu corpo ao outro (bem entendido, dentro do casamento, que é uma entrega pura, não a entrega impura da prostituição), Cristo entrega seu corpo à igreja.A semelhança pára aí. O amor entre um homem e uma mulher é apenas uma imitação do amor de Deus pelos seres humanos. No casamento, a vida consiste em ficarem vivos marido e mulher. Na salvação, todos morremos. Morre Aquele que nos salva e morremos também nós os salvos. A nossa vida é o resultado da morte de Cristo por nós. A nossa salvação é a morte de cada um de nós para o prazer na vida de pecado e o nosso novo nascimento para o estilo de vida da cruz. Com Sua entrega, Cristo nos gera de novo; nascemos de novo, para uma nova vida. No entanto, nenhum de nós pode esquecer que a salvação é só o começo da vida cristã, não a vida cristã toda. A igreja é a comunidade dos nascidos de novo, nascidos da entrega de Jesus. Na verdade, esta comunidade passou a existir por causa do Seu amor. Dito de outro modo, Cristo a amou para que ela pudesse existir.A igreja, portanto, não se constitui a si mesma, mas, antes, é constituída por Cristo. Ela existe por causa do amor de Jesus. Logo, ela tem que ser grata e humilde. Não há nada mais contraditório do que uma igreja cheia de si mesma. Não há nada mais estranho do que um cristão orgulhoso de sua salvação, olhando os outros de cima como inferiores. Quem procede assim se esquece que não fez nada para ser salvo. Por que se acha melhor do que os outros?Não podemos esquecer que a nossa salvação é um privilégio. Não merecemos ser salvos.Um cristão é apenas alguém que aceita que é amado por Cristo e aceita ser amado por este Cristo. Todos os seres humanos são amados por Cristo, mas só quando é aceito, este amor-oferta é ativado. Sua ativação se dá a partir do arrependimento e da fé em Jesus como Salvador. Sua morte significa que a nossa vida não nos custa nada porque custou a vida de Jesus. Quem quer ser cristão precisa apenas aceitar o amor de Cristo.Nós somos salvos da prisão para a liberdade. As prisões de que Cristo liberta: culpa em relação ao passado, solidão em relação ao presente e medo em relação ao futuro, Afastarmo-nos de Deus foi uma escolha consciente. Talvez você diga: “não, esta não foi a minha escolha”. Foi, porque o desejo dEle foi sempre estar com você. “Emanuel” (Deus-conosco) é o seu nome. “Deus-com-você” é o nome de Deus. A salvação torna verdadeiro este título para você. Desde que você nasceu, Deus está atrás de você, para se comunicar com você, para tirar você de onde você está, puxar para o seu colo e receber você. Você quer?Viver no pecado tem sido, para muitos, uma escolha consciente. Talvez você

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Mateus 14.22-33: JESUS, AQUELE QUE SEGUE CONOSCO (notas)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006
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