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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

1Samuel 1: EMOÇÕES, QUE VIVEMOS

EMOÇÕES, QUE VIVEMOS 1 Samuel 1 Pregada na Igreja Batista Itacuruçá, em 1999 1. INTRODUÇÃOMuitas pessoas têm dificuldades em revelar suas emoções. Temos até preconceito com os chamados problemas emocionais. Poucas pessoas, por exemplo, admitem que têm problemas de depressão, que é uma doença psíquica séria. (A propósito, para atender um pedido explícito, devemos orar pelos deprimidos da Igreja).A experiência de Ana, quando sofria por não ter um filho, nos ajuda a compreender as emoções e a natureza da oração. 1. Em nossa vida, podemos passar por experiências de dor, transformadas em lágrimas e provocadas por outras pessoas, como Penina em relação a Ana (v. 5). Há sentimentos bons, como os de Ana, que não desejava o mal a Penina (sua rival), e ruins, como os de Penina (que espezinhava e humilhava Ana, a quem considerava uma pessoa inferior a ela). Como estão os nossos sentimentos? Estamos mais para Ana do que Penina?2. Nós somos uma unidade. Não devemos represar as emoções, porque elas vão se evaporar pelos dedos. Se Ana não expressasse suas emoções, Eli não teria visto sua fé e a abençoado; de igual modo, sequer saberia que Elcana (que a consolou) a amava. 3. Nossas lágrimas podem decorrer de fatos reais ou imaginados. No caso de Ana, derivava de sentimentos ao mesmo tempo verdadeiros e equivocados. O fato de não poder ter filhos (frustração real) não tinha como conseqüência ser rejeitada pelo marido. Por vezes, como Ana, podemos imaginar que não somos amados e viver fortes emoções a partir de equívocos. 1. As emoções não podem nos controlar. Na hora de uma festa (e as festas judaicas tinham muita comida), embora estivesse triste, Ana comeu (v. 9).2. As emoções não podem nos paralisar. Ana foi a Siló onde estava a casa de Deus e ele falava ao seu povo (v. 9). O choro (as lágrimas) pode ser uma experiência positiva, desde que nos leve a agir (v. 8)3. As emoções não podem ser egoístas. Ana quis receber (um filho) para dar (este filho) ao serviço do Senhor (v. 11).4. As emoções devem nos aproximar de Deus (e não afastar, como é comum), em quem  cuja providência e justiça devemos confiar (v. 3).5. Nossas orações devem feitas com emoção, mesmo que com amargura de alma (v. 10) e aflição (v. 11). Elas devem ser um momento em que derramamos nossas almas perante o Senhor (v. 15), diante do excesso de ansiedade (v. 16) que nos alcança. Devemos evitar orações protocolares. Nossas orações devem ser orações do coração.Há pessoas incapazes de expressar a emoção da alegria, conquanto sejam generosas na emoção do choro.Aprendemos, com Ana e na Bíblia, que a alegria é a força do crente.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Romanos 16.3-16: CHEIROS (3)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Filipenses 4.10-20: CHEIROS (1)

CHEIROS 1Filipenses 4.10-20 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 5.7.1999 – manhã 1. INTRODUÇÃOO problema do silencioso conflito entre a teologia cristã (conjunto de crenças acerca do modo como Deus age) e a vida cristã (um conjunto de ações que Deus nos inspira a tomar).Muitos de nós podemos ficar no primeiro nível, que é insatisfatório. No entanto, Deus espera de nós que alcancemos também o segundo nível. Quando isto acontece conosco, nossas ações se tornam, segundo o apóstolo Paulo, em cheiros suaves para Deus.Suas recomendações finais aos filipenses nos ajudam neste itinerário, que vamos considerar versículo por versículo. 2. Aprendamos a ir da intenção à ação (v. 10).. alegrei-me —  A alegria é um estilo de vida; aliás, ela deve ser o estilo de vida do cristão. A falta de regozijo é um sintoma de um estilo perigoso de vida. A falta de regozijo indica um conceito errôneo do significado da vitória de Cristo. Nós já triunfamos porque Cristo triunfou. Por isto, nos alegramos.. provou — Nosso cuidado é a prova do cuidado de Deus para com os outros. Por isto, quando tivermos oportunidade de fazer o bem, façamo-lo. Estas provas podemos dá-las por meio da igreja ou diretamente, seja através do trabalho, da contribuição financeira ou do afeto.Como é bom ouvir: “em que posso ajudar no trabalho da igreja”; quem fala assim descobriu o sentido da vida cristã; não vegeta mais.Como é triste ver pessoas que são capazes de cantar, são capazes até de evangelizar, mas são incapazes de colocar a mão no bolso ou na bolsa, colocando seus recursos para o bem de todos. Essas pessoas vivem um evangelho incompleto, um evangelho para si mesmo; nunca poderão alcançar pessoas distantes por meio de uma oferta missionária ou do plano cooperativo; nunca poderão ajudar a igreja a distribuir cestas básicas entre as pessoas boas da Tijuca.Como é desagradável perceber pessoas, mesmo na igreja, incapazes de perceber o gesto de aproximação, o sorriso de convite do outro, como se vivessem em casulos.. faltou oportunidade — Paulo mesmo não deu oportunidade que os filipenses lhe fizessem bem, temendo que  o dinheiro pudesse servir de empecilho (e como é para alguns…) Ademais, Paulo mostra que não devemos imaginar que vivemos para ser acariciados, como se fôssemos crianças. Devemos pedir quando realmente precisamos. Há pessoas, no entanto, tão carentes que chegam a criar necessidades para serem acariciados. 3. Não esperemos precisar para mudar nossas perspectivas (vv. 11-12).. por necessidade — Quando nós precisamos, mudamos nossa maneira de ver as coisas. Quando um parente nosso fica doente, percebemos se os irmãos ligam para nós ou não e passamos até a dar a importância à oração intercessória. Quando enfrentamos o desemprego, percebemos se os irmãos se mobilizam ou não para nos ajudar. Quando ficamos deprimidos, sentimos falta do companheirismo e da amizade.Que não precisemos sofrer para desenvolver uma teologia correta acerca do modo de agir de Deus. Antes, como Paulo, aprendemos a nos contentar com a nossa vida, no sentido positivo do contentamento. Não fazemos mais porque não nos contentamos com o que temos. Somos ambiciosos demais para compartilhar aquilo que temos. No entanto, lembremo-nos que não é o que temos que nos faz felizes, mas a dependência de Deus (Fp 4.6).. estou instruído — A vida é uma aprendizagem. Paulo tomou as experiências da vida e se aperfeiçoou na arte de viver, entendo que a escassez não é para sempre, assim como a abundância não o é. Nem todos sabemos viver felizes, como Paulo, na escassez de felicidade.. posso — Este estilo de vida paulino derivava de sua confiança em Deus, certo de que Ele lhe fortaleceria. Sua força era sua dependência de Deus (2Co 12.10b). Sócrates disse que a verdadeira riqueza de uma pessoa é a sua alegria. Nós sabemos que a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10b). 4. Aprendamos a compartilhar da aflição do próximo (vv. 14-15).. fizeste bem — Compartilhar da aflição do outro é ajudar. Compartilhar da aflição do outro é também ser ajudado. Como é bom ajudar. . nenhuma igreja — A maioria das pessoas ainda se comporta como a maioria das igrejas contemporâneas do apóstolo: não descobriu como é bom ajudar.. dar e receber — A vida pode ser pensada como um livro de débito/crédito. Nossa vida oscila entre estas duas colunas. Muitos queremos apenas o crédito. Algumas igrejas não ajudaram Paulo e não foram ajudadas por ele. Dar e receber são duas faces de uma mesma moeda. Quem dá recebe. 5. Aprendamos a ser generosos  (vv. 16-17).. não apenas uma vez — Generosidade é suprir a necessidade do outro, não importa a dimensão e a extensão dela. O generoso não controla o alvo de sua generosidade. Se somos generosos, podemos até ser cuidadosos para que nossos atos não alimentem atitudes impróprias nos necessitados. No entanto, se você quiser dar por meio desta igreja (por meio da contribuição financeira ou por meio de doações específicas de serviços, produtos e gêneros alimentícios), saiba que tudo é distribuído com generosidade (a sua generosidade) e critério (a inteligência posta a serviço da dignificação do ser humano).. fruto — O fruto a que o apóstolo Paulo se refere é o sintoma, o interesse, a intenção de fazer o bem. Em certo sentido, para ele isto era o mais importante, porque haveria uma conseqüência natural (desta intenção), que seria a sua concretização. 6. Sejamos cheiros suaves para Deus (vv. 18-20). tenho tudo — Só pode entender que tem em abundância aquele que conta o que tem. Como nos ensina o clássico hino: contemos as bênçãos, se formos capazes. A maioria de nós aqui tem mais que o suficiente, mas a maioria de nós aqui vive como se fosse carente… carente daquilo que tem.. cheiro suave. O bem que fazemos para o outro é cheio suave para Deus, tanto quanto quaisquer outras expressões de louvor. Como no tempo do Antigo Testamento, nossas boas ações em direção ao próximo são cheiros suaves a Deus (Gn. 8.21).. sacrifício aceitável a e agradável

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Mateus 5.8: CONVITE À PUREZA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Mateus 5.9: CONVITE À PAZ

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Mateus 5.7: CONVITE À MISERICÓRDIA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Mateus 5.10-12: CONVITE À CORAGEM

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Sofonias 3: UM NOME E UM LOUVOR

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Josué 24.13-25: O PRAZER DE SERVIR (esboço)

O PRAZER DE SERVIR Josué 24.13-25 1. INTRODUÇÃO O problema do padrão bíblico (duro) em comparação aos nossos padrões (humanizantes). A obediência a Deus é colocada na Bíblia como uma radicalidade. Por exemplo: escolha hoje a quem você quer servir… (v. 15). Nós, no entanto, “douramos” esta obediência. A dureza do Deus da Bíblia (vv. 19, 20) e a suavidade do “nosso”… 2. EQUÍVOCOS A SEREM EVITADOS 2.1. O trabalho no Senhor é uma decorrência da consagração (v. 14). Não é possível a uma pessoa consagrada não servir ao Senhor. E vice-versa. A oração demanda serviço, mas serviço não gera consagração. Consagração é exclusividade (separação). Não está associada a projetos, nem a ter tempo, mas a temer ao Senhor. O caso do Beto na vigília. 2.2. O tempo gasto fora do Reino de Deus é uma forma de idolatria (v. 20). Idolatria, no Antigo Testamento, era trocar Deus por outros deuses. Nós matamos os deuses, mas os substituímos por coisas tangíveis. Idolatria é adorar (dedicar-se) o vazio. Por vezes, quando nos colocamos no centro do processo, nosso trabalho é idolatria ou egolatria. Podemos parecer que estamos no Reino de Deus, mas estamos nosso nosso reino. 2.3. Tendemos a relaxar, embora tenham prometido consagração total (vv. 16,17). Relaxamos por banalizar o sagrado (isto é: vemos Deus como disponível a cada momento para nos abençoar). Relaxamos por que temos um conceito fluido de Deus. Relaxamos por nos envolvermos com outras causas. 3. EM BUSCA DE UMA TEOLOGIA DO SERVIÇO A DEUS 3.1. Sirvamos ao Senhor, com prazer, não como um fardo. A linguagem bíblica pode indicar fardo, mas a escolha era prazerosa. Quando Josué prometeu serviço ao Senhor, fê-lo com alegria. Por isto, podia incluir toda a sua casa (família, no sentido veterotestamentário) nisto. 3.2. Assumamos com coragem nossas escolhas (vv. 15a, 20-22). Fique claro para nós mesmos qual é a nossa opção. Se é uma vida de pecado, que a opção fique claro. Se o desejo é uma vida de pureza, que a intenção fique clara, para que possa operar em nossas vidas. O que fizermos devemos fazer com sinceridade (integridade) e verdade. 3.3. Dediquemos ao Senhor nossas vidas como uma forma de gratidão (v. 17-18). A vida cristã é um dom de Deus (v. 13). Afirmamos a cada dia que Deus nos dá tudo, mas não vivemos como se acreditássemos nesta verdade. No entanto, nossa vida é um dom, como experimentaram os israelitas no passado e podemos experimentar hoje. Nossa disposição para o serviço é uma reação a esta dádiva. 3.4. Aprendamos a tornar Deus exclusivo em nossas vidas (vv. 23-24) A atualidade de se falar em “deuses”, para nós que não cremos na existência deles. 4. CONCLUSÃO Convite a servir ao Senhor (v. 15b). Convite à parceria, que é o verdadeiro convite do texto, já que o povo estava para entrar na terra prometida e precisaria ser fiel a Deus. ISRAEL BELO DE AZEVEDO  

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Zacarias 7-8: AS DUAS RELIGIÕES POSSÍVEIS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006
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