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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Ezequiel 37.1-14: TORNANDO VIVOS OS OSSOS SECOS

TORNANDO VIVOS OS OSSOS SECOSEzequiel 37.1-14 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 18.10.1998 – noite 1. INTRODUÇÃOA visão de Ezequiel 37.1-14 se aplica alegoricamente à história de Israel, mas aqui a aplicaremos a nós e a nossa igreja (v. 11a).Trata-se de uma imagem fantástica. O profeta se encontrava diante de um panorama de desolação: um antigo vale agora cheio de esqueletos, formados no deserto por um longo tempo. Neste cemitério, os corpos perderam suas peles e suas carnes. Eram agora apenas ossos, ossos secos.Ezequiel não fala sobre os ossos secos; Ezequiel fala aos ossos secos. Nós podemos viver de tal forma que nossas vidas se tornem secas, vazias, mortas. É possível que aqui hoje haja pessoas assim.O povo estava no exílio. Não adiantava os profetas garantirem que um dia voltaria para Jerusalém, onde poderia cultuar a Deus em liberdade. O povo não agüentava mais esperar. Palavras não bastavam mais. Não faltavam profetas, alguns com mensagens alentadoras, mas falsas.O povo olhava para sua história e se via separado de Deus e disperso por várias nações. Não via como voltar a ser o povo querido de Deus. 2. A NOSSA CONDIÇÃOTalvez alguns aqui estejam na mesma desolação do povo desterrado.Talvez você nunca tenha sentido na vida o toque do Espírito Santo a lhe transformar. Por isto, talvez se sinta um monte de ossos secos, sem carne, sem tendões, sem vida viva, enfim. Eu espero sinceramente que hoje tenha chegado para você este momento, o momento de se sentir visitado pessoalmente por Deus e receber das mãos dele o sentido da vida.Talvez você já tenha experimentado o amor concreto de Deus, mas por alguma razão (quem sabe, uma decepção com um líder) agora transita de igreja em igreja em busca de uma palavra amiga ou de um sorriso sincero, simplesmente porque isto lhe falte na vida, ou em busca da palavra de Deus capaz de trazer seus ossos à vida. Sinceramente desejo que a visão de Ezequiel se concretize na sua vida e hoje mesmo você sinta o poder de Deus de novo se manifestando em sua existência.Talvez você esteja cansado de ser crente, não mais encontrando qualquer alegria na vida cristã. Talvez você esteja cansado de ver e viver um cristianismo de muitas palavras e poucos compromissos. Talvez você esteja farto de uma fé teórica, que não encontra ressonância na prática. A sua espiritualidade é como um livro esgotado. Não é mais encontrada. Talvez você esteja experimentando um esgotamento espiritual. Este seu esgotamento pode ser provocado por falsas promessas (de cura, emprego, vida rósea), pela autoconfiança (como se a religião fosse uma superprodução controlada por você) ou pela falta de união à fonte da Vida. Talvez você seja, portanto, um montão de ossos secos no vale da vida. Se assim é, anseio honestamente que a sua espiritualidade seja um livro cheio de páginas coloridas e disponível na estante, jamais um livro de páginas em branco, escondido em algum sebo empoeirado. Generalizando a experiência, nós podemos estar, como pessoas, num vale de ossos secos.Neste caso, limitamos a vida a nós mesmos, achamos que só nós temos talentos e competências. Com esta visão seca, não exploramos todo o nosso potencial. Deus, no entanto, nos quer transformar em grandes parceiros do seu trabalho no mundo, como Moisés, Isaías, Pedro e Paulo, entre outros. Nós podemos estar, como igrejas, num vale de ossos secos.Neste caso, vemo-nos fracos e sem esperança. No entanto, aprendemos na Bíblia que a igreja é o canal através do qual Deus é glorificado. A igreja é a multiforme sabedoria de Deus (Ef 3.10).Mesmo que a igreja, ou seus membros, esteja fraca, ela ainda é o Israel de Deus. Deus a levará a vida, fará com que ela cresça. Deus a abençoará se lhe for fiel (Ap 3.7-12). 3. PARA DEIXAR DE VIVER NUM VALE DE OSSOS SECOSSua vida pode estar adormecendo.Nossa igreja pode ser um gigante que dorme.Entre seus membros há muitos recursos, espirituais, morais e materiais. No entanto, como no caso de Israel cativo na Babilônia, muitos estão desencorajados e sem esperança. Alguns vivem como se estivessem longe de Deus. Alguns perderam sua fé em Deus. Tornaram-se cemitérios de ossos mortos e secos.A estes é preciso repetir a mensagem de Ezequiel: Deus vivifica os mortos. Para tanto: 3.1. Não podemos voltar a viver senão por Deus (v. 3,6).A essência da mensagem desta visão é esta: Deus tem poder para nos vivificar (vv. 13-14). Se nos esquecemos disso, não há esperança para nós.O Deus que tem poder para libertar seu povo do cativeiro (no passado) é o mesmo que pode dar vida a corpos mortos (v. 1). 3.2. Não há condição humana que Deus não possa transformar (v. 4-5).Nem a morte é definitiva pra Deus, ele que faz ossos secos se tornarem ossos vivos. Se for necessário, ele nos tira da sepultura (v. 12).Não importa qual seja seu cativeiro. Seja ele real, físico ou espiritual, você pode ser tirado dele pelo poder e pela graça de Deus. 3.3. Há uma parte que nos cabe. Os ossos se juntaram a outros ossos (v. 7).[Elogio da igreja; elogio da vida comunitária. Cada um ao seu osso. Elogio ao toque, ao encontro.]Se, na igreja, não houver toque, não haverá vida. Não basta olhar; é preciso conversar, tocar, conhecer.Nesta parte, que é nossa, precisamos desenvolver a paciência. No processo de revitalização dos ossos houve um progressão: tendão » carne » pele » espírito.Alegoricamente, podemos pensar nos tendões como sendo o desejo de procurar a solução, de sair de nós mesmos. É um primeiro esforço, mas ainda insuficiente. Podemos pensar na carne como um conjunto de ações que tomamos (é aquilo que fazemos). Podemos pensar na pele como a completude da obra que nos cabe e, ao mesmo tempo, como o nosso limite. Mais não podemos fazer. Por nós mesmos o máximo que alcançamos é a preparação para a vida, mas não a própria vida.Todavia, não podemos nos contentar com a superfície. Nossos ossos podem ter tendão, carne e pele, mas logo se tornarão secos se

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Lucas 5.33-39: A RELIGIÃO QUE DEUS PREFERE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Efésios 5.22-6.5: O QUE MUDAR NA MINHA FAMÍLIA?

O QUE MUDAR NA MINHA FAMÍLIA? (esboço)Efésios 5.22-6.5 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá , em 31.5.1998. 1. INTRODUÇÃOSínteses das mensagens anteriores (transparências).Oportunidades de testemunhos de oração pelas famílias. 2. CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEXTO EM TORNO DA UNIDADE FAMILIAR2.1. Os deveres da esposa (vv 22-24)3 v para as esposas e 9 para os maridos; por que então o machismo (quer ser machista, seja: mas não use a Bíblia, por favor)? O tema da submissão fica para outra oportunidade, se for o caso, por sua complexidade, mas fiquemos apenas com a idéia da unidade do casal, de qual a mulher é agente fundamental.2.2. Os deveres do esposo (vv 25-33)O mais difícil se pede ao marido: amar (que é mais difícil que obedecer, que é algo formal).Para formar com ela uma só carne, o que acaba com a noção de submissão servil. Na unidade familiar, eles formam uma unidade. A maior parte das dificuldades, especialmente quando se tem filhos, advém de que os dois não formam uma só carne de propósitos, ideais e respeito (isto não implica em uniformidade).2.3. Os deveres dos filhos (vv 1-2)Obedecer e honrar aos pais é atitude de filhos sábios. Os insensatos (burros, mesmo) seguem caminhos próprios. A promessa é a vida.2.4. Os deveres dos pais (v. 3)Cria segundos os valores do alto. 3. SE EU COMEÇASSE MINHA FAMÍLIA DE NOVO. Eu não seria como Davi (priorizou o sexo e o poder, e teve uma família desgraçada). Eu não seria como Salomão (priorizou o sexo e a idolatria, e teve uma família destroçada). Eu não seria como Isaque (que priorizou ser servido, e teve uma família dividida).. Eu não teria tantas certezas (como pai e como filho, e haveria menos briga e mais aprendizagem mútua). Eu não mentiria jamais (falaria sempre a verdade, mas sempre com amor). Eu leria mais a Bíblia (individual e coletivamente) e procuraria seguir seus conselhos, embora pareçam (pelas ações que tomamos) ultrapassados.. Eu não transferiria para a igreja a tarefa da minha educação cristã e a de meus filhos.. Eu faria tudo para que a minha família fosse um mundo (nunca uma redoma), com um lugar para cada um dos seus membros.. Eu daria mais valor aos meus familiares (cônjuge, filhos, pais), que, às vezes trocamos por colegas de escola ou de trabalho (como se fossem maravilhosos, embora convivamos de verdade muito pouco com eles).. Eu me divertiria mais com meus familiares. 4. CONCLUSÃOSe nossa família não é como queríamos, não cabe ter culpa.Se os nossos filhos não são como gostaríamos e se fizemos a nossa parte, lembremos que os filhos tem projetos próprios (não é isto que queríamos?).Uma esposa não tem necessariamente culpa porque seu marido a deixou (ou vice-versa).Se temos culpa, não podemos mudar o passado. Cabe mudar o futuro.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

2Timóteo 1.7: A FAMÍLIA E SEUS INIMIGOS

A FAMÍLIA E SEUS INIMIGOS2Timóteo 1.7 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 24.5.1998 1. INTRODUÇÃOOs verdadeiros inimigos da família não são a televisão, com seus espetáculos e valores, nem o estilo de vida contemporâneo, que nos empurra para o individualismo e consumismo. Os verdadeiros inimigos da família estão na própria família. Como o título daquele filme, é como se dormíssemos com o inimigo.Tendemos à autovitimização, seja no plano pessoal (somos sempre vítimas de algo, seja da falta de solidariedade e de interesse em nossas vidas por parte dos outros), seja no plano familiar (nossa família não vai bem porque as pressões externas são fortes demais…)No entanto, nossos piores inimigos somos nós mesmos, com nossos pensamentos e gestos. De igual modo, os piores inimigos da família são pensamentos e gestos cujos autores estão na própria família. Não que não devamos considerar os inimigos externos, que não são poucos, mas que eles são externos e, como tais, são secundários. 2. Os inimigos2.1. Inimigo nº 1— SUPREMACIA DO PRINCÍPIO DO PRAZER SOBRE O PRINCÍPIO DO DEVERO princípio do prazer é próprio dos pequenos. É pequena a família (ou os membros da família que…) que está escravizada ao princípio do prazer (em que todo mundo quer apenas as coisas boas do relacionamento, como o marido ser acordado carinhosamente pela esposa, como o filho ser despertado com o café da manhã na cama, como pai ter o sapato tirado dos pés pelo filho…). Grande é a família que sabe que o dever é essencial para a convivência e para sobrevivência (na divisão do trabalho, na obediência, no cuidado com o outro, no ouvir a música numa altura individual e não numa altura coletiva, etc.).Viver apenas sob o princípio do dever é algo falso, obsessivo e opressivo. Mais dia, menos dia, a família vai implodir.Os princípios do prazer e do dever devem estar em sintonia.  2.2. Inimigo nº 2— CONFUSÃO DOS VALORES QUE SÃO DE BAIXO COM OS VALORES QUE SÃO DO ALTODe tanto sermos habitados pelos valores de baixo acabamos confundindo-os com os de Deus, como na frase “a voz do povo é a voz de Deus”. Passamos a achar tudo normal, até os desvios (como comportamentos que a Bíblia tacha de imorais). Passamos a achar tudo natural, até os absurdos (como um estilo de vida consumista, ditada pelos modismos).Como somos deste mundo, vivemos segundo os valores deste mundo. No entanto, não podemos esquecer os valores do alto (Cl 3.1), que são mais altos do que os deste mundo. Este Aqui está o problema central de nossas famílias. O apóstolo Paulo aplica estes valores também ao plano familiar. (Recomendar a leitura, em casa). Estes valores nos devem habitar. 2.3. Inimigo nº 2— PREDOMÍNIO DA EMOÇÃO SOBRE A RAZÃOO predomínio da emoção sobre a razão faz da família uma antecipação do inferno. Com ele, vem, por exemplo, o predomínio do corpo sobre o espírito.Vida familiar saudável é aquela que considera as duas dimensões da vida. Devemos nos indignar um com o outro, mas devemos ter a mesma pressa em pedir perdão ao outro. 3. ARMAS PARA GUERRA PELA PAZ NA FAMÍLIA (2Tm 1.7)A derrota destes inimigos constitui-se numa verdadeira guerra. Para ela, podemos dispor de três armas, que são dons de Deus: 3.1. Poder— capacidade de fazer, de mudar, se queremos. O poder é fruto da oração. / É Deus que nos dá poder. E ele quem nos fortalece (nos dá força, nos dá poder).O poder é a arma que devemos usar para fazer com que em nossas famílias os princípios do prazer e do dever vivam em harmonia. 3.2. Amor— os fins não justificam os meios, mesmo quando queremos o melhor para nossa família. Se o amor ficar de lado, nada importará. Nós temos a capacidade de amar. Esta capacidade pode ter estar obliterada pelas experiências dolorosas que vamos acumulando… Mas se a chama do amor não foi apagada… Numa família cristã a chama do amor não pode se apagar. Se apagar, pode ser uma família, mas não uma família cristã. / O amor é um sentimento a ser aprendido e desenvolvido. A gente nasce amada, mas não nasce amando. Tem que aprender. Se temos esta disposição, Deus nos fortalecerá o amor, se deixarmos que ele o fortaleça. O amor é um sentimento doado por Deus. Qualquer amor que não provém de Deus não tem força para se desenvolver e para mudar as coisas que devem ser mudadas.O amor é a arma que devemos usar para não confundirmos os valores deste mundo com os valores do céu. 3.3. Moderação— sem alarmismo, sem conformismo diante da sociedade, mesmo diante das mudanças. Não adianta ter saudade do tempo em que todos almoçávamos juntos… Este tempo, se algum dia houve, não volta mais. / Moderação é sabedoria de vida… Se a pedirmos a Deus e fizermos a nossa parte, nós teremos sabedoria (e, com ela, moderação) para viver. Moderação é o dom de Deus.O amor é a arma que devemos usar para vivermos equilibradamente nossas dimensões emocionais e racionais. 4. CONCLUSÃONão estamos sozinhos nesta guerra. Reconheçamos nossas armas. Utilizemos nossas armas. Vençamos nossos inimigos, inimigos que nos habitam.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Lucas 15.11-32: UMA FAMÍLIA PRÓDIGA

UMA FAMÍLIA PRÓDIGA Lucas 15.11-32 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 17.5.1998. 1. INTRODUÇÃOA história de uma família é feita de muitas lutas.Jacó teve que migrar para o Egito em busca de alimento para a sua casa.Anrão e Joquebede tiveram que lançar um filho (Moisés) num rio na tentativa de salva.Em nossa família, há falta de emprego, há falta de comida, há falta de cômodos para todos se aconchegarem, há falta de camas e cobertores, etc.Há outros tipos de problemas, que não os da escassez, mas o da incapacidade generalizada de torna um lugar agradável (para se viver) e útil (para a vida). Há na Bíblia uma família que ilustra esta condição: é a do chamado filho pródigo. Sua história não é a história da escassez material, mas de um outro tipo de escassez.A história será vista hoje como um exemplo de equívocos/desvios na vida familiar. Comecemos pelas personagens. 2. O PAI. Benevolente (sem autoridade, concedendo sempre). Interessado em ganhar dinheiro (a profissão e os negócios colocados em primeiro lugar, sem interesse real pelos filhos). Voltado para o futuro dos filhos, não para sua felicidade presente (que também é importante)= ele teve a coragem de receber o filho como um ser querido, perdido e encontrado; ele aprendeu a valorizar a felicidade presente; perdoador, recebeu o filho, que não merecia mais nada (recebendo-o como filho pleno e não como filho de segunda categoria…)== espera-se que tenha aprendido a exercer sua autoridade e a colocar os negócios no seu devido lugar.=== que aprendamos, pais, o mesmo 3. O IRMÃO MAIS VELHO. Ciumento (pouco se importando com a volta do irmão). Ambicioso (apenas interessado em ver o prejuízo que a volta do irmão traria), tornou-se incapaz de amar. Reproduziu o pai (que também criticava), ao também acumular para ser feliz no futuro (a festa, por exemplo, não lhe interessou)= ele era trabalhador, que devemos ser também 4. O IRMÃO MAIS NOVO. Sucumbiu ao instante (felicidade apenas presente, sem a dimensão do futuro). Considerou-se o centro do mundo, ignorando as vozes do pai e do irmão; ele sabia, só ele, o melhor para si, pouco importando o que pensavam os outros. Não foi amigo do pai e do irmão, como não foi amigo daqueles que comprou com o dinheiro na fase pródiga= ele teve a coragem de se arrepender, de voltar, de ver que estava errado== reconheceu que sua casa era melhor que todas as casas do mundo=== redescobriu a amizade em família (que lhe deu o que não merecia mais)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

2Timóteo 1.3-6: O MITO DA FAMÍLIA PERFEITA

O MITO DA FAMÍLIA PERFEITA2Timóteo 1.3-6 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 10.5.1998 1. Desmentindo o mitoExemplos de famílias problemáticas na Bíblia, piores que a média das nossas.. Abraão, o pai da fé, para atender uma exigência da esposa Sara, expulsou de casa uma de suas mulheres, pondo um filho à morte no deserto.. Isaque, o filho da promessa de Deus, não conseguiu ser respeitado na velhice e foi ludibriado, com o apoio da esposa Rebeca, por um dos filhos, que foi ameaçado de morte pelo irmão enganado.. Jacó, o fundador de uma nação que seria uma bênção de Deus para o mundo, teve filhos capazes de vender um dos irmãos, dá-lo como morto e chorar rios de lágrimas na hora do luto.. Moisés e Zípora se desentenderam acerca da educação do seu filho, a ponto de o filho ser objeto de violência física por parte dos pais.. Arão, irmão de Moisés e seu principal líder na fuga do povo para a terra prometida, teve que engolir em seco a morte de dois dos seus dois filhos, ambos sacerdotes, executados por Deus, ao promoverem um fogo estranho na hora do culto.Fiquemos apenas com alguns exemplos mais notáveis dos dois primeiros livros da Bíblia…Problemas familiares existem desde que a família existe. Já na primeira família, marido e mulher não se entenderam na hora de assumir a culpa pelo erro que foi dos dois. Cada um tentou imputar a responsabilidade ao outro.Mas não vamos começar a lista…Assim como olhamos para a Bíblia e nos esquecemos de ver os problemas das famílias nas histórias que ela conta, tendemos a olhar para famílias vizinhas, especialmente no seio das igrejas, como perfeitas e as nossas como imperfeitas. Os filhos tendem a ver certos pais como maravilhosos: “ah! se eu tivesse um pai como o da minha amiga. Aquilo é que é pai”. Os pais olham com saudade os filhos da família x: “como são unidos, como são educados, como são dedicados”, etc. A esposa telefona para a amiga e o marido dela já chegou, enquanto o seu, sabe lá que horas vai chegar… Bem, sobre o esposo não vou dar nenhum exemplo, porque eles estão sempre satisfeitos, ou não?Isto também é uma forma de fugir da responsabilidade de buscar uma família melhor em casa. Além do que, são visões falsas. Não existe família perfeita, em que todos acordam de bom-humor, dão bom dia para todos, tomam café juntos alegremente, oram de mãos dadas e saem para o trabalho ou para a escola, de lá telefonam uns para os outros para dizer como vão as coisas, voltam para o jantar, vêem o jornal da noite juntos (telenovela, não, que família perfeita não vê telenovelas, que propõem modelos de família tão diferentes dos ideais bíblicos…) e antes de dormir fazem um entusiasmado culto. No domingo, acordam cedo com muita disposição e vêm para a igreja, onde sentam todos juntos, cheios de ânimo para estudar a Palavra de Deus e louvar o Deus da Palavra… Esta família existe? É um erro ver uma família e imagina com características que parecem ter ou que julgamos ter… Ninguém sabe o que vai no coração de uma pessoa que canta louvores a Deus… Ninguém sabe as tensões e desentendimentos no interior de uma família, que luta para se manter unida diante das bandeiras da desintegração.Há um erro também: não enxergar os problemas da família, que é uma forma de fugir dos problemas. Não importa a família dos outros. Importa a nossa. Porque na nossa toda hora é hora da verdade. Nós sabemos que na nossa família há inveja, há desamor, há egoísmo, há mentira, há desamor, há falta de temor a Deus, há desobediência aos seus ensinos, há desinteresse por Sua palavra… Etc.Esta é nossa família. Não é perfeita, mas é a minha. Jamais será perfeita, mas esta é a minha utopia: que ela seja perfeita. Assim como busco a estatura do varão perfeito, sabendo que jamais serei perfeito nesta vida, busco uma família para mim onde valha a pena viver.Deixemos de lado as fantasias, mas curtamos as utopias. 2. UMA FAMÍLIA PERFEITA?A família de Lóide (Loíde ou Loydes), Eunice e Timóteo não é uma família perfeita. Pelo menos, falta gente nela. Não se fala do avô e nem do pai. Seria Timóteo uma produção independente? Não, que à época o modismo inexistia…Podemos especular, por exemplo, que os maridos de Lóide e Eunice não eram crentes, fato ainda hoje muito comum… Talvez as duas tenham sido evangelizados por Paulo e depois tenham evangelizado o neto/filho (1.5)Assim mesmo, o elogio de Paulo nos fala não de uma família perfeita, mas de uma família onde imperavam algumas atitudes, que vale a pena recordar. 2.1. Conflito de gerações, mas sob controleTimóteo com a mãe e a avó, e com Paulo. Sem conflito (sem, não, mas sem perturbar as relações entre eles) de gerações. Os conflitos são saudáveis: cada geração tem uma visão diferente, que não é melhor. O problema é o pai achar que seu modelo de vida é superior ao dos filhos. Não é. O problema é o filho achar que seu modelo é moderno e o do seu pai, antiquado…Timóteo aprendeu a ouvir dos mais velhos. Os mais velhos tinham prazer no viço de Timóteo, etc.O respeito pelos mais velhos. Os jovens precisam a ter prazer nos mais velhos e não a descarta. Os mais velhos precisam ter uma percepção mais positiva dos mais jovens: nem sempre estão no caminho errado…Timóteo era capaz de chorar por Paulo. O sofrimento de Paulo (a circustância não é mencionada) foi adotado por Timóteo como sendo o seu sofrimento. Não predominou o “cada um na sua”…Paulo estava ansioso por ver Timóteo e se divertir… (1.4b) Timóteo devia contar muitas piadas. Talvez conduzisse Paulo para passear, Paulo que talvez tivesse sérios problemas de visão. Se pudesse, Paulo levaria Timóteo sempre consigo, como se fosse um filho. Aliás, ele o chamava de filho (1.2).Em síntese, devemos cultivar a amizade, no seio da família, não importa a faixa

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Efésios 4.7,11-13: QUAL É O SEU DOM?

QUAL É O MEU DOM? Efésios 4.7,11-13 Pregado em Itacurucá, em 15.11.1998, noite 1. IntroduçãoDois males têm afligido a igreja: o sacerdotalismo e carismatismo. Ambos, no fundo, propõem a mesma idéia-força: existem pessoas especiais na igreja. E ambos estão em flagrante oposição à prática e à teologia do Novo Testamento.O sacerdotalismo é uma projeção do Antigo Testamento e pressupõe que há um mediador entre os homens e Deus. Jesus detonou essa teologia, ao se apresentar como sendo este Mediador, que significa, na verdade, que não existe mediador humano, uma vez que Ele é Deus. Assim mesmo, é parte da fragilidade humana supor que não pode se chegar diretamente ao Pai.O carismatismo, no sentido que está sendo empregado aqui, é uma suavização do sacerdotalismo, ao afirmar que Deus dá dons a algumas pessoas na igreja.O resultado da permanência deste modo não cristão de ser cristão é a constituição de duas classes de crentes: os que edificam e os que são edificados. O que edificam edificam sempre e os que são edificados são edificados sempre.Não se está a negar que Deus concedeu apóstolos, evangelistas, pastores e professores à igrejas, mas a se afirmar que a obra da edificação da igreja é um ministério de todos os crentes. Como escreveu o apóstolo Paulo, a tarefa dos dons é colocar os crentes em condições de edificar juntos o corpo de Cristo, cuja cabeça é o próprio Cristo e que a todos capacita.Deus capacita pessoas diferentes para aspectos diferentes da edificação do seu corpo. As necessidades deste corpo são supridas pelo exercício de todas as suas partes. Um músculo esclerosado faz doer o corpo todo. Na igreja, pois, não pode haver os que edificam e os que são edificados. Todos edificam e todos são edificados. Se você apenas edifica, há algo errado com o seu dom. Se você é apenas edificado, você deve procurar pelo seu dom. 2. A cada um de nós a graça foi dada segundo a medida do dom de Cristo (v. 7).2.1. Dom, no sentido cristão, diferentemente do que pensamos, não é uma habilidade natural para fazer algo, como cozinhar, escrever, jogar futebol ou tocar piano. É uma concessão sobrenatural de Deus a nós, para dar sentido à nossa vida e ao universo. Nos vv. 8,9 e 10, o apóstolo Paulo resume o ministério de Jesus Cristo, concluindo por mostrar sua autoridade sobre nossas vidas.2.2. Todo cristão, verdadeiramente cristão (isto é: regenerado), tem um dom. Por isto, é bom recordar que uma igreja é formada não por aqueles que freqüentam uma igreja, mas por aqueles que foram regenerados por meio da fé pessoal em Jesus Cristo. [Convite ao arrependimento] Portanto, a cada membro do corpo de Cristo é dada uma capacidade específica para o serviço. Todo o propósito de sua vida está relacionado ao dom de Cristo para ele, se de fato ele quer que sua vida seja plena de valor. Quando estes dons e capacidades são exercidos no poder do Espírito, os membros da igreja novamente se tornam uma influência vital, transformadora e poderosa na sociedade e a vida cristã se torna interessante e não uma coisa banal.2.3. É uma prerrogativa do Espírito Santo distribuir estes dons segundo sua vontade. Se você é um cristão, você tem um dom, pelo menos um. Logo, você não precisa perguntar se tem um dom, mas qual é ele. 3. Os dons que Ele deu (v. 11) 3.1. Só há um Quem ministra: Jesus, que nos dá dos dons. É Ele quem nos capacita. Só há uma estratégia para o crescimento: a distribuição de dons.3.2. Estes dons são funções, mas pessoas: apóstolos, profetas, evangelistas e pastores [ou pastores-mestres] (v. 11). Estes dons são estabelecidos pelo Espírito Santo como parte de um processo para desenvolver e coordenar o ministério da edificação do corpo de Cristo. 3.2.1. Apóstolo é aquele que declara toda a verdade acerca de Jesus Cristo. Quem procede assim é o fundamento da igreja. Aquilo que o apóstolo diz sobre Jesus Cristo é que é o fundamento da igreja. E isto já está registrado no Novo Testamento. Nenhum outro pode ser colocado (1Co 3.11). A verdade está em Jesus (Ef. 4.21). Não há outro evangelho (Gl 1.6-7). É a presença deste fundamento que dá autoridade e força à igreja.Todos somos chamados a ser apóstolos. Nossa igreja está precisando de fundamentos. A igreja está precisando de apóstolos, compromissados tão somente com o Evangelho e capazes de, por sua vida, inocular a fé nas igrejas, nas igrejas jovens e nas igrejas antigas, neste tempo de líderes vaidosos (preocupados tão somente com suas causas e negócios e, às vezes, vidas escusas), que colocam os fundamentos em si mesmos. 3.2.2. Profeta é aquele conforta os incomodados e incomoda os acomodados. Seu trabalho é interpretar a Palavra, visando torná-la clara aos ouvintes e levá-los a viver segundo esta Palavra. Literalmente é aquele que faz brilhar a Palavra de Deus e não a si mesmo. Sua meta é edificar, encorajar e confortar (1Co 14.3). Todos somos chamados a ser profetas. Nossa igreja está precisando de intérpretes capazes de entender o mundo para transformá-lo a luz do Fundamento, que é Jesus Cristo. 3.2.3. Evangelista é aquele preocupado em que as pessoas se iniciem na vida cristã. Para tanto, ele explica o plano salvador de Jesus Cristo e proclama as verdades que produzem o novo nascimento.Todos somos chamados a ser evangelistas. Nossa igreja está precisando de proclamadores do amor Deus, com suas vidas e com suas palavras. 3.2.4. Pastor-mestre é aquele que se preocupa em orientar, ensinar, fortalecer, aconselhar (pessoalmente) os santos. Sua meta é manter a firmeza da fé. 3.3. Estes dons são necessários à sobrevivência da igreja.Estes dons não são necessariamente para pessoas ordenadas, mas pessoas capacitadas a exercê-los.Estas funções nada têm a ver com ministérios remunerados. O grande apóstolo Paulo fazia tendas para sobreviver em boa parte de sua vida.O ministério da edificação do corpo de Cristo não é um trabalho para pastores. É um  trabalho para cada membro deste corpo. Quando a igreja faz isto, ela

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Ezequiel 22.23-31: O EXÉRCITO DE UMA PESSOA

O EXÉRCITO DE UMA PESSOAEzequiel 22.23-31 Quando uma pessoa se coloca diante` de Deus torna-se um verdadeiro exército, mesmo que composto apenas por ela. Seu poder não advém das armas, como nos casos das forças policiais e armadas; seu poder advém precisamente do fato de ter se colocado diante de Deus. Essa pessoa pode muito em suas lutas, exatamente porque sua força  não é própria. Por isto, ela pode enfrentar o mundo todo e vencer.A idéia de um exército de um homem só está bem presente na literatura, desde a Odisséia, de Ulisses, até o romance, com este título, do brasileiro Moacyr Scliar, passando pelo Sancho Pancha, de Cervantes.De certo modo, temos o tema na experiência dos profetas. Elias e Jeremias, por exemplo, enfrentaram governos inteiros. Ezequiel tipifica esta possibilidade, ao dizer que Deus busca uma pessoa para se colocar na brecha entre ele e o seu povo. SÍNTESE DO TEXTOEzequiel vivia no exílio na Babilônia, onde profetizou durante 22 anos, no século 6º antes de Cristo. Ele foi contemporâneo de Jeremias, que pregava aos que tinham ficado na Palestina. Por essa época também, Daniel começava seu ministério na corte imperial.As mensagens dos primeiros 24 capítulos foram proferidas antes da queda de Jerusalém, como uma advertência do que poderia acontecer por causa do pecado do povo, pecado que o levara ao cativeiro.O profeta mostra que o povo, mesmo depois de tanta experiência de pecado e sofrimento, ainda não se purificara diante de Deus (v. 24a). Por esta razão, ainda não experimentara o consolo (chuva na hora da desolação — v. 24b).Todo o povo, desde o povão a seus líderes (governantes, sacerdotes e profetas) viviam conforme suas próprias leis e não segundo as de Deus.Por isto, seus profetas, em lugar de cuidar das almas, devoravam-nas (v. 25) e lhes ofereciam falsas mensagens como se fossem verdades vindas de Deus (v. 28). Seus sacerdotes, em lugar de interceder pelo povo, profanavam os santos símbolos de Deus (v. 26). Seus governantes só pensam em ficar ricos (v. 27). Perdidão, o povo ia no mesmo caminho, fazendo contra seus irmãos aquilo de que também era vítima: extorquindo, roubando e praticando toda sorte de injustiça contra os pobres (v. 29).O desejo de Deus era ver este povo (povão e líderes) convertido dos seus maus caminhos. Para isto, precisava de uma pessoa, apenas de uma pessoa, de uma pessoa disposta a reparar o muro arrebentado e ficar na passagem (brecha) intercedendo pelo povo. Não achou nenhum (v. 30), como vemos também ao tempo de Isaías (Isaías 59.16). Por isto, sobreveio a desolação sobre o povo (v. 31). A BUSCA DE DEUSEsta profecia de Ezequiel (22.23-31) mostra que Deus está à procura de uma pessoa digna de ficar em pé diante dele. Jeremias (Jeremias 5.1) fala do mesmo tipo de pesquisa.Esperamos que, olhando para nós, ele nos veja dignos. É com pessoas assim que Deus faz sua obra no mundo. A mensagem de Ezequiel foi para os líderes e para o povo em geral. Ele buscava uma pessoa entre os líderes e entre o povo.Deus está chamando servos interessados em consertar os muros derrubados da igreja e em se colocar na brecha. Estar na brecha é procurar a orientação de Deus, a favor do povo e contra o inimigo que está entre nós. Deus não tolera o pecado e iniqüidade entre nós. Por isto, exige arrependimento e purificação.O muro é a linha de demarcação entre a santidade e o pecado. O muro derrubado precisa ser reparado. Deus nos quer reparando este muro. Se estiver derrubado, não saberemos viver em santidade. Este é um grande problema: uma falta de linha demarcatória. A falta desta linha nos impede de entender o que é profano do que é sagrado, o baixo do que é alto, etc.Deus nos quer na brecha do muro para interceder pelo povo, como na belíssima experiência de Neemias (Neemias 4.9). PARA REPARAR OS MUROSPara nos empenharmos na obra de Deus, não basta apenas nos dispormos a fazê-la. Há condições para Deus nos aceitar em sua causa. 1. Precisamos ser purificados por DeusNão se trata de autopurificação, que é sempre parcial. Quando nos purificamos a nós mesmo, nós nos purificamos daquilo que nos interessa. Não é Deus que nos sonda, mas somos nós que nos sondamos. Então, elegemos as áreas, seja porque não vejamos algumas, seja porque não tenhamos coragem de ver.A verdadeira purificação é um processo semelhante à fundição de metais num cadinho. Nele o que não é metal precioso vai se tornando escória).Deixemo-nos purificar por Deus. Sem áreas escolhidas. Sem cantos escondidos. 2. Para que sejamos purificados, precisamos reconhecer os nossos pecadosEsta é a nossa parte e não é fácil. Nós nos acostumamos com o pecado, ao ponto de o pecado não ser mais pecado.Eis alguns de nossos pecados, à luz dos versos 25-29:. a conspiração pode ser contextualizada como a articulação entre grupos para a tomada do poder ou como a fofoca de uma pessoa contra a outra, que, no fundo, é o resultado do desejo do poder (v. 25). profanação pode ser vista como a dificuldade de discernir o sagrado do profano, que é viver os valores dos homens como sendo valores de Deus, ou melhor, não confrontar os valores dos homens com os de Deus  (v. 26) . religião caiada, isto é, mentirosa, que se expressa na crença em visões falsas (v. 28), como a de que Deus sempre faz a nossa vontade, bastando-nos apenas pedir-lhe.Precisamos, pois, reparar os buracos de nossos próprios muros e dos muros da igreja. 3. Purificados, precisamos nos empenhar pela causa de DeusSe Deus procura pessoas que reparem os muros, é porque ele não pode repará-los por nós.O empenho na causa de Deus é fruto de um relacionamento próximo com Deus. É impossível uma pessoa estar próxima de Deus e não se envolver em sua obra. É possível a alguém que não está próximo empenhar-se (por costume, ativismo, etc.), mas é impossível a quem esteja próximo dele não se empenhar na proclamação do Seu amor. 4.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

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