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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Jeremias 32: HISTÓRIA COMO MISTÉRIO

HISTÓRIA COMO MISTÉRIO Jeremias 32 Uma vez por ano devemos (re)ler Jeremias 32. A história é conhecida: diante dos caos em que se tornou Jerusalém, Deus determinou a Jeremias que fizesse um negócio imobiliário. Mesmo que nossas vidas, pessoais ou instituiconais, não estejam caóticas, podemos aprender o que Deus quis ensinar a Jeremias e, obviamente (como é tudo na Sua Palavra), a nós.Nesta narrativa, misto de história e profecia (como é o caso da esperança autenticamente cristã), encontramos três perspctivas diante da história.A primeira é a do saudosista, que é que acha o passado sempre melhor que o presente. Em termos práticos, o saudosista, talvez (mesmo que não o saiba) é tributário da teoria cíclica da história, quer de volta o tempo que se foi, como se isto fosse possível. Jeremias foi vítima desta visão saudosista, que afirmava a perenidade da glória de Jerusalém. Por comodidade, os príncipes e o povo se esqueceram, embora bem alertados, que as promssas de Deus acerca desta perenidade eram condicionais: se o povo fizesse a sua parte, a glória de sua nação seria para sempre. Embora não tenha cumprido o que lhe competia, aquela gente achava que a história se desenveria numa espécie de piloto automático…Outra visão da história é a futurista, segundo a qual o tempo que virá será sempre melhor que ontem e que hoje. O progresso é inevitável. Não importa o que façamos, dias melhores virão. Por causa desta visão dominante, ainda hoje senhora na mente de muitas pessoais, especialmente por causa dos avanços da tecnologia, Jeremias foi desprezado, porque disse — que ousadia irresponsável!) que o futuro imediato (bem próximo) seria muito ruim, embora o futuro mediato (mais distante) viesse a ser bom, e  não por causa dos homens, mas por causada das inexauríveis misericórdias divinas. A terceira, e adequada, visão é a realista. Para o realista, o presente é o melhor dos tempos, porque é fruto do passado e projeta o futuro. O realista, como Jeremias, sabe que a história é o resultado dos atos de Deus e dos homens num diálogo permanente: Jeremias, por conhecer a história e estar em diálogo com Deus, pôde ser profeta, tarefa a que somos chmados também.Assim, precisamos conhecer o passado, para entender o presente e projetar o futuro.  Nossa ignorância acerca de nós mesmos impede que façamos melhor o que temos por fazer. Valorizar este conhecimento implica em celebrar datas, preservar documentos, registrar as vozes e as imagens dos que vieram antes de nós, entre outros cuidados. Os cuidados que Deus mandou que Jeremias e seu primo Anatote tomassem são uma indicação do valor da memória histórica. Lembrar o que Deus faz, escreveu Jeremias no seu outro livro, alimenta-nos a esperança.Enre outras verdades, Deus quer nos ensinar, em Jeremias 32, que Ele é o Senhor da história (Jeremias 32.42; cf. Salmo 46.10), não o político de plantão, o país da vez, a ideologia da onda ou a certeza da moda, por mais evidente que soe e por mais perene que pareça.Deus nos mostra, de modo concreto, com documentos registrados em cartório, que nunca há motivo para a desesperança, mesmo no presente difícil (Jeremias 32.17, 27). Como escreveu Manoel Avelino de Souza, em meio a uma borrasca na sua igreja (a Primeira de Niterói, RJ), mesmo tendo por lutas passado, o Senhor nos tem livrado. Quando os documentos de Jeremias se tornassem público outra vez, passado o trator de Nabucodonozor, o povo entenderiam Quem Deus é.Deus nos indica que Ele garante o futuro e espera a nossa parte (Jeremias 32.19). O livro da história do mundo é escrito a quatro mãos: as de Deus e as nossas. Nós digitamos a história, mas o teclado é dado por Deus. Por um destes mistérios insondáveis da graça de Deus, é assim, com a nossa parceria, que Ele revela o seu absoluto senhorio sobre a história (sim, todo o joelho vai se dobrar e toda a língua vai confessar… ); é assim, nesta dependência, que realizamos a liberdade com a qual nos dotou.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 2, 2006

Mateus 6.33: O QUE É ISTO, A FELICIDADE? (esboço)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 2, 2006

João 14.06: JESUS, A PORTA DA SALVAÇÃO

JESUS, A PORTA DA SALVAÇÃOJoão 14.6 Pregado na Igreja Batista Nova Jerusalém, São Januário, Rio de Janeiro, RJ, em 15.10.97. 1. INTRODUÇÃOUm ator entrou com um processo contra uma porta. O caso Lafon. O incômodo da porta-giratória de banco, que atrapalha os ladrões, mas complica nossa vida.O fascínio das portas digitais que levam a vários mundos. O caso da pesquisa para este sermão: há milhares de páginas na Internet com a palavra `porta’. Não pude ir a todos os endereços, mas eles estão lá à minha espera.O perigo das portas de vidro, que, às vezes, são tão transparentes, que acabamos descobrindo que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço e que qualquer tentativa resulta em susto e/ou dor.A palavra ‘porta’ tem amplos significados: porta-de-entrada, porta-de-saída, porta principal, porta-da-cozinha… Lembrar: a experiência de encontrar a porta (no escuro, por exemplo).Porta separa o que está `dentro’ do que está `fora’. Mesmo quando se trata de porta-disquete, porta-CD, porta-documento, porta-moeda, porta-retrato. Perguntar: a quem tem porta-chave (chaveiro), porta-documento, porta-moeda.Há outros sentidos, mas o sentido básico continua o mesmo, mesmo no caso de porta da noite, porta da esperança (como no programa Sílvio Santos), porta da vida. 2. JESUS É  A PORTAA Bíblia ilustra bem o quanto gostamos de portas. Nela há 693 referências a porta ou portão.Jesus mesmo se apresenta como sendo a porta. O caso do pastoreio de ovelhas.Nos tempos bíblicos, quando os pastores recolhiam suas ovelhas à noite, entravam por uma abertura de pedra e faziam entrar as ovelhas. Por isto, a porta de um rebanho de ovelhas era o próprio pastor. Jesus se compara a esta porta. Jesus é a porta pela qual podemos entrar no mundo da felicidade. A Bíblia chama isto de “transbordância” de vida (Jo 10.10), que é aquilo que todos buscamos. O caso de quem veio aqui hoje.No entanto, todos sabemos que há outras portas. Ou: há outros pastores. Por isto, a vida é feita de escolhas. Podemos escolher a porta da vida. Podemos escolher a porta da morte.Há muitas portas abertas. José, quando estava na casa do Faraó, teve a porta aberta do quarto da esposa do governador, que o convidou para se deitar com ele. A porta estava aberta, mas ele não entrou por ela. Ele percebeu que aquela era uma oportunidade a ser evitada e a evitou (Gn 39). 3. CARACTERÍSTICAS DA PORTA CHAMADA JESUS2.1. Ela é móvel e fixa    Móvel porque está onde estamos. Entramos nela, não importa onde estejamos geográfica e psicologicamente. É como uma trave de gol que podemos mover. No caso, ela é quem se move para nos alcançar.    Fixa porque sabemos onde ela se encontra. Está na cruz, para onde podemos olhar, mirar, alcançar e entrar. O caso de minha subida ao Sumaré. 2.2. Ela é larga e estreita    Larga porque nos cabe a todos, não importa o tamanho de nosso corpo ou o nosso jeito de ser.    Estreita porque exige de nós disposição para uma nova vida (depois de passados pela porta). 2.3. Ela é aberta e fechada    Aberta para todos quantos querem entrar por ela.    Fechada para todos quantos não querem entrar por ela. 4. UMA PORTA QUE FAZ DIFERENÇAPorta tem a ver com oportunidade. Desenvolver.Para que serve uma porta que está sempre fechada? Para que serve um porta-moeda que não guarda moeda. Para nada. Para que serve a porta chamada Jesus? O resultado, que se vê nas vidas de quem já entrou por ela, é que vale a pena.As portas em geral ficam fechadas. A porta-Jesus está sempre aberta. Para abri-la, precisamos conhecê-lo e crer que ele é a porta.Há portas que conduzem para a escuridão e portas que conduzem para a luz. Jesus conduz para a luz, porque ele é a luz do mundo.Se o seu objetivo é a felicidade, só há uma porta: Jesus. Ninguém vai ao Pai, isto é, ninguém entra no reino da felicidade, se não entrar pela porta da salvação, que é ele mesmo (Jo 14.6).Agora, duas advertências necessárias:. Muitos buscam a porta pelas bênçãos que traz. Por isto, andam atrás de portas, quando a única porta que importa já está aberta à sua espera. Entrar por ela traz bênção, mas exige renúncia.. Os que já entramos pela porta precisamos anunciá-la aos outros. Não pode ser um conhecimento exclusivo nosso. Agir assim é não entender a natureza desta porta. Retomando, o que garante que vale a pena entrar pela porta é o resultado: a salvação. 5. CONCLUSÃOSe porta separa dois espaços (dentro e fora), onde você está: dentro (da transbordância/felicidade, que Jesus oferece) ou fora?Por fim, olhemos este porta-retrato. Trata-se de um suporte. No meio dele, coloca-se uma fotografia. Pense em Jesus como um porta-retrato. Coloque a sua foto nele. Desenvolver.Jesus é a porta pela qual a ovelha entra e sai do rebanho. Ele é a porta aberta para a passagem e para a comunicação. Ele é o mediador entre o dentro e o fora. Sem ele, quem está fora (da salvação) não entra.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 2, 2006

Salmo 001: QUEM INFLUENCIA QUEM?

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Israel Belo de Azevedo dezembro 2, 2006

Números 11: O BRAÇO CURTO DE DEUS (esboço)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

1Samuel 10: ESCONDIDO NA BAGAGEM

ESCONDIDO NA BAGAGEM1Samuel 10 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 13/02/2000, noite 1.  INTRODUÇÃO1.1. A pérola perdida: perdido na bagagem. Quantas vezes não nos portamos com Saul!1.2. Síntese da história, em seus três episódios.. Abertura (v. 1). Saul profeta (vv. 2-16). Saul rei (vv. 17-27)ESCONDIDO NA BAGA2. PODEMOS NOS ESCONDER NA BAGAGEM PARA NÃO FAZER O QUE DEUS QUERSaul, já ungido privadamente (v. 1), embora não ainda publicamente (v. 25), tentou escapar da missão que Deus lhe confiou. Ele não queria se envolver com o trabalho do Senhor.Deus se manifestou em sua vida e ele chegou a ser contado entre os profetas (vv. 9-11). Como ele, há gente um dia na ativa (que profetizava) que hoje se esconde na bagagem.Deus tem planos para nós, como teve para Saul, mas nós podemos frustrá-los, como Saul o fez. Saul foi alguém que teve o poder de Deus sobre sua vida e o jogou no lixo. 3. PODEMOS NOS ESCONDER NA BAGAGEM PARA NÃO NOS COMPROMETERMOSSaul escondeu até do seu tio a sua condição de rei indicado, com medo de se comprometer ou talvez esperar que a escolha não acontecesse.Este é um dos fracassos do Cristianismo. Há muitos cristãos que não querem se comprometer. A religião que mais cresce no mundo é o islamismo, cujos seguidores entendem que falar/impor Ala é uma guerra santa.Muitos queremos um Cristianismo de bênçãos para o reino pessoal, mas com pouco compromisso em colocar o Reino de Deus em primeiro lugar em nossas vidas.Há muitos cristãos secretos. Se há algum aqui, venha para a Luz: mostre a sua cara.Um dos cristãos a entristecer o coração de Deus é aquele que adia infinitamente o seu batismo. Ou ele não vive o padrão de Deus ou não quer se comprometer com Deus. Este é daqueles que preferem se comprometer privadamente, para que ninguém lhe lembre do seu compromisso. Isto não é compromisso. 4. PODEMOS NOS ESCONDER NA BAGAGEM COM MEDO DE MUDARNosso medo de mudar pode decorrer de várias fontes.4.1. Medo em função do tamanho da mudança. Saul, talvez olhando para Samuel (isto é, comparando-se com ele), achou-se incapaz para a obra. Sempre na vida, se olharmos cara a cara para o desafio, tenderemos a não querer enfrentá-lo.4.2. Medo por não acreditarmos em nós mesmos. Saul era alto e bonito (9.1), mas se encolheu para caber na bagagem. O medo faz com que nos encolhamos para caber na bagagem escondida. 5. PODEMOS NOS ESCONDER NA BAGAGEM QUANDO ESQUECEMOS QUEM DEUS ÉA história da sagração de Saul é uma história a mostrar que Deus age, não importam as circunstâncias. Uma das seções mais interessantes desta narrativa relata que uma das características de Deus é que Ele conhece o futuro (vv. 2-10), tal como nós conhecemos nosso passado.Eu não sei o meu futuro, mas Ele sabe. Você não sabe o seu futuro, mas Ele sabe. Deixe que Ele dirija você para lá. Enquanto isto, faça a sua parte. Não se esconda na bagagem.Às vezes, esquecemos quem  Deus é por ouvirmos demais os outros. Devemos ouvir os outros, quando aquilo que dizem confere com o projeto de Deus para nós. Quando não, devemos aprender com Saul, que se fez de surdo (v. 27).

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Salmo 135: BENDITOS PARA BENDIZER

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

1Coríntios 9.24-27: ANATOMIA DA VITÓRIA (esboço)

ANATOMIA DA VITÓRIA (esbooço) 1 Coríntios 9.24-27 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 30.1.2000 (culto dos formandos – noite) 1. INTRODUÇÃOO êxito na vida profissional pode ser assemelhada à vitória nos esportes (v. 24a).A comparação é útil diante da escassez de trabalho e emprego, em função da retração da economia, provocada pela internacionalização da automação, do investimento e da cultura.Continua em curso numa mudança no perfil da economia mundial, com foco na informação, com muita informática [o caso das vendas via web], e no serviço, como o lazer [New York City Center], com mais tempo para o ócio e posivel redução das jornadas de trabalho. 2. ANATOMIA DO ÊXITO PROFISSIONAL2.1. Nem todos alcançam êxito profissional, mas todos podem alcançá-lo e todos devem buscá-lo (v. 24b).2.2. A vitória no campo profissional decorre da dedicação, comestudos pesados, com privações variadas e constante atualização no campo profissional, com o mestrado e depois doutorado como meta (v. 27)2.3. A vitória decorre de um espírito de decisão (não de indecisão), que nos leva a nos superar em direção à meta (v. 26a) 3. A VITÓRIA INCORRUPTÍVELDevemos buscar vitórias permanentes (v. 25) 3.1. A legitimidade e a insuficiência da realização pessoal como meta do ser humano. Não podemos esquecer nascemos para a glória de Deus (Ef 1). Precisamos redirigir o sentido da realização pessoal, para incluir o outro. Devemos viver além da futilidade, porque as bandeiras ainda são possíveis 3.2. A necessidade de se entrelaçar a perspectiva vocacional com a profissional. O trabalho é uma seara posta por Deus para nós. Nossa vocação profissional é um dom de Deus e integra o projeto de Deus. Precisamos manter a ponte entre a secularidade e a fé cristã (não são antitéticas, por mais que pareçam), tanto no plano conceitual quanto no plano ético (o cristão não pode fazer nada sem pensar suas ações à luz da soberania de Deus). A extensão da seara (Mt 9.35-39) requer menos sacerdotes e mais profissionais (profissionais no mercado profissional e profissionais atuando por meio das igrejas) 3.3. Uma humanização necessária. Deve ser meta de cada um esforçar-se para humanizar sua profissão (como é bom encontrar um auxiliar de enfermagem crente nos hospitais!). Procure reservar tempo para o voluntariado (interno e externo à igreja) nas diversas áreas (saúde — reserva de horário para atendimento gratuito aos membros da igreja; informática — projeto de democratização da informática ou de internet), nem que tenha que cavar as oportunidades. Tenha a coragem de optar pelo estilo de vida simples (contra a ganância) em que o dinheiro não é o único resultado a ser buscado 4. CONCLUSÃONesta hora, as duas palavras-chaves devem ser: gratidão (pela vitória) e compromisso (de vida, a partir de agora).

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

João 20.24-31: PEDAGOGIA DA DÚVIDA (esboço)

PEDAGOGIA DA DÚVIDAJoão 20.24-31 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 6.8.2000 – noite 1. INTRODUÇÃOTome pode ser considerado o apóstolo da era do conhecimento, como é a nossa. Este nosso tempo é caracterizado pelo VOLUME gigantesco do armazenamento da informação, que se media por bytes (a unidade) e kilobytes (mil unidades), mas agora se mensura por megabytes (milhões de unidades) e gigabytes (bilhões de informações), numa corrida sem fim.Este nosso tempo é sinalizado pela VIRTUALIDADE da informação, que implica na sua descartabilidade e na interatividade. Em outras palavras, a informação não tem território e nenhum lugar fixo. Não importa onde ela está: ela está na tela do seu computador ou do seu televisor. Esta virtualidade se distingue por um certo tipo de interatividade, que permite às pessoas “conversarem” com máquinas digitais, seja para receber/dar instruções como num caixa eletrônico virtual, seja para co-escrever textos ou co-produzir informações, como numa home page com sentido educativo.Este hosso tempo é marcado pela VELOCIDADE vertiginosa da circulação da informação, que torna a nossa época bastante singular. Uma mensagem pode alcançar o lugar mais distante do planeta ao mesmo tempo em que é produzida. Uma carta que, no início do século passado, levava um mês para chegar ao seu porto final, hoje pode pousar em segundos na mesa de um escritório residencial.Tome queria, como nossa época, mais informações, melhores informacoes 2. TOME NÃO QUERIA UMA EXPERIÊNCIA DE SEGUNDA MÃO, MAS NÃO TINHA UMA SÓLIDA DISPOSIÇÃO PARA TER UMA EXPERIÊNCIA DE PRIMEIRA MÃO, QUE TEM UM PREÇO (v. 24) Tome não queria uma experiência de segunda mão, o que é louvável O lamentávdl é que Tome  não estava com os discípulos quando eles viram o que que viram porque Tome não tinha a mesma disposição– que os demais discípulos — para seguir a Jesus 3. TOME DECLAROU SEU MÉTODO DE FÉ (v. 25)Tome teve a coragem de não crer, quando o mais fácil por vezes é crerTome se dispôs a se curvar às evidencias 4. JESUS NÃO SE IMPORTA QUE FAÇAMOS PROVA DELE (vv. 26-29)Jesus se dá a conhecer e não se importa que façamos prova dele, desde que com sinceridade. Ele não se recusou a passar pelo teste de Tome.Tome não precisou colocar seu dedo na ferida aberta de Jesus. O convite de Jesus lhe foi suficiente.A dúvida deve cessar diante das evidências.A dúvida deve cessar diante do testemunho da Bíblia 5. CRER NÃO SE CONTRAPÕE A PENSAR (vv. 30-31)Jesus, o Filho de Deus, foi enviado para que tenhamos certeza de nossa salvaçãoO crer não substitui o pensar, mas é outra dimensão essencial. Crer para entender ou entender para crer”  – eis o dilema que pode ser substituído por “crer e entender” ou “entender e crer”. Tome precisou entender, mas não ficou no entender; antes, para ser salvo, deu o passo da fé.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Apocalipse 5: CELEBRANDO O CORDEIRO

CELEBRANDO O CORDEIRO Apocalipse 5 1 Para nós, a figura do cordeiro representa muito pouco, num contexto industrial e comercial que é o nosso. A maioria de nós nada sabe sobre os chamados mamíferos caprinos. Para os judeus e para os primeiros cristãos, os animais caprinos faziam parte da sobrevivência material (como fonte de alimento e de agasalho) e espiritual (como animal essencial no sistema sacrificial). A vida não seria possível sem as ovelhas. Para os sacrifícios, designados para reparar as faltas dos homens diante de Deus, era utilizadas as ovelhas jovens (cordeiros). Na Páscoa, o cordeiro é o símbolo central (Ex 12), devendo ser sacrificado todos os dias pela manhã e à noite. Devia também ser sacrificado na Festa das Semanas (Nm 28), no Dia da Expiação (Nm 29), na Festa dos Tabernáculos (Nm 29) e em inúmeras outras situações (Lv 3,4,5,32). Em todos os sacrifícios, o cordeiro morria no lugar de outra pessoa, cujo pecado merecia a morte. Pelo conhecimento que tinham do seu comportamento, os judeus viam no cordeiro as características da inocência, da pureza, da mansidão e também da eficácia, por possibilitar um sacrifício perfeito. Sem o cordeiro, o pecador teria que morrer. Os judeus tinham um enorme apreço pelas ovelhas. No Novo Testamento, a figura do cordeiro é essencial para o entendimento da pessoa e da obra de Jesus Cristo. Ele é o cordeiro de Deus, sem defeito e sem mancha (1Pd 1.19), por isto, capaz de tirar o pecado do mundo (Jo 1.29), pela eficácia do seu sangue (1Pd 1.19). Em nenhum livro da Bíblia, a palavra com tanta freqüência, exuberância e riqueza simbólica quanto no Apocalipse, que, por 29 vezes (capítulos 4, 5, 6, 7, 12, 13, 14, 15, 17, 19, 21 e 22), usa o termo para se referir a Jesus Cristo. (Propositalmente, o autor de Apocalipse um termo — arnion — que aparece poucas vezes na Bíblia, que geralmente usam amnos.) 2 Celebrar o Cordeiro é aceitar o Seu sacrifício. Segundo o cântico dos remidos, eis o que o Cordeiro é: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos; porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação; e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra. (Ap 5.9b, 10) A morte de Cristo é sacrificial, possibilitando a vida para todos quantos a aceitam, extinguindo a culpa e oferecendo sentido (abrir os selos) para a vida. A culpa nos persegue por causa da Lei escrita para nós e da lei inscrita em nós. Quando erramos, nossa consciência moral nos impõe um sentimento de culpa. A culpa quer dizer: se pudéssemos voltar no tempo e fazer diferente, nós faríamos, mas não podemos retroceder. Só nos resta a culpa ou o perdão. Em nosso relacionamento com Deus, nós somos culpados, os únicos culpados. Nos erros que cometemos uns com os outros, anda podemos transferir a culpa para o outro. Nosso Deus nos ofereceu a vida e nós escolhemos a morte. Ele nos ofereceu o convívio e nós preferimos a solidão. Nós nos separamos dEle e somos culpados. Por tudo quanto fizemos, nós nos condenamos à morte. Não podíamos nos indultar (perdoar) a nós mesmos, como pode fazer um governador nos Estados Unidos onde haja a pena capital. Só Deus pode nos indultar/perdoar e Ele o fez por meio da morte, não da nossa, mas do Seu filho, que nos substituiu na cruz, onde cada um de nós devia estar. Em outros termos, o oferecimento da vida-sem-culpa por intermédio de Jesus Cristo é universal, logo ilimitado, e singular, logo limitado. O sacrifício de Jesus é universal porque seus efeitos não se restringem a nacionalidades e épocas. Aquele que se sacrificou por todos espera que a Igreja cumpra a missão de levar esta notícia a todos os lugares e pessoas. O sacrifício de Jesus é singular, porque não pode ser imposto a ninguém. O efeito libertador acontece quando uma pessoa, reconhecendo que devia morrer, aceita o sacrifício do Cordeiro por ela. Neste sentido, a morte de Jesus tem um efeito limitado, uma vez que depende da aceitação de cada um, embora a vontade de Deus é que ninguém morra e todos se salvem, pois por isto enviou Seu filho. Ao ser sacrificado, o Cordeiro nos comprou do Diabo para Deus, das trevas para a luz. O nosso passe, na linguagem do futebol, pertencia ao clube da morte, de quem éramos escravos. O Cordeiro nos comprou, não pagando alguns milhões de dólares (que é quanto valem os grandes jogadores), mas pagando com seu próprio sangue, isto é, sua própria vida. O sacrifício do Cordeiro tem o propósito de nos fazer reis e sacerdotes, permitindo-nos o triunfo sobre a morte, não uma vitória física, mas uma vitória espiritual, que é vitória com efeitos duradouros na vida que passa (esta) e na vida que não cessará jamais (a próxima). Ao nos fazer reis, ele nos convida a reinar com Ele, desde agora e na eternidade, numa espécie de vitória duradoura, porque sobre nós mesmos e sobre nossa resistência a amá-lO e sermos amados de modo perfeito. Ao nos fazer sacerdotes, ele nos chama a estar em sua presença, sem nenhum véu, sem nenhuma parede de separação e sem nenhum intermediário (interlocutor). 3 Celebrar o Cordeiro é viver segundo os valores do Cordeiro. Se somos chamados a viver sem culpa por causa do sangue do Cordeiro, somos também convidados a viver segundo os valores do Cordeiro. Destes valores, o maior é não amar a própria vida. Quando aceitamos o sacrifício dEle por nós já o indicamos que deixamos nossas vidas na cruz. Agora, a cruz tem que ser real em nós. Deus sabe que a memória dos grandes feitos dEle por nós tende a se apagar em nós e Ele sabe que a nossa natureza nos leva a esquecer a superioridade dos seus ensinos. Por isto, o autor do Apocalipse, ao longo do livro, nos

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006
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