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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Filipenses 2.1-11: SER CRISTÃO

 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Lucas 17.7-10: A CEIA COMO OPORTUNIDADE

A CEIA COMO OPORTUNIDADELucas 17.7-10 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 6.8.2000 – manhã 1. INTRODUÇÃOJesus propõe uma ilustração muito estranha; estranha, se imaginarmos que o senhor a que  se refere é o Senhor de nossas vidas.Esta ilustração soa também estranha para uma celebração da Ceia do Senhor, porque ela fala de outro tipo de ceia, aquela comum do dia a dia, não aquela em memória do Salvador.No entanto, esta estranha ilustração fala de uma situação real: de senhores que governam despoticamente e de escravos que têm que servir nos afazeres do campo e nos cuidados da casa. Os servos desta história, como acontece em todos os tempos, tinham que esperar a sua hora de comer e sua hora de descansar. Esta estranha comparação é um retrato da vida, retrato que Jesus não sacraliza, mas mostra como é.Ao mesmo tempo, este estranho enunciado nos ajuda a compreender a atitude que nos deve presidir quando participamos da Ceia do Senhor. Nós somos servos, diz o Senhor. Como servos, temos um papel e um lugar. Como servos, nosso dever é obedecer ao nosso Senhor. 2. PARTICIPAR DA CEIA É LEMBRAR QUE TEMOS UM SENHORGostamos de pensar que temos um Salvador, mas nos incomoda imaginar que somos servos, nem que o sejamos de Jesus Cristo.Houve um esforço, nos anos 80, para se traduzir a Bíblia de uma forma politicamente correta, em que não figurassem as palavras servo e senhor como aplicadas a nós e a Deus. Deste modo, quem segue a Deus não é servo e nem serve a um Senhor, relacionamento considerado inadequado para uma época democrática como a nossa.Não há o que fazer, infelizmente, nesta área. A Bíblia nos chama de servos de um Senhor. Para complicar as pretensões humanas, a palavra doulos, que aparece no Novo Testamento, pode ser traduzida tanto como servo quanto como escravo. Assim, Paulo principia três de suas cartas (Romanos, Filipenses e Tito) auto-denominando-se como tal: doulos de Jesus Cristo. Tiago se apresenta de igual modo, o mesmo fazendo Pedro e Judas. O próprio Jesus foi considerado pelos Seus primeiros seguidores como um santo dolos (Porque verdadeiramente se ajuntaram, nesta cidade, contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos com os gentios e os povos de Israel.– At 4.27)Portanto, diferentemente dos nossos fundadores, queremos confessar a Jesus como Senhor, mas nos constrange a idéia de sermos Seus servos.Esta pequena parábola de Jesus torna as coisas ainda mais difíceis, ao nos considerar, não apenas servos, mas servos inúteis.Certamente, seus ouvintes devem ter dito:— Menos, Mestre. Pega mais leve, Professor.No entanto, eis que nos ensina nosso Senhor, numa adequada preparação para participar da Ceia que Ele inventou.Este não é um enunciado sobre um senhor e menos sobre o Senhor, mas sobre o servo, de qualquer natureza. 3. PARTICIPAR DA CEIA É LEMBRAR QUE SOMOS IGUAISNós queremos ser reconhecidos pelo que somos, pelo que temos e pelo que fazemos. Chegamos até a desenvolver uma paranóia do reconhecimento. Quando não somos louvados, achamo-nos desprestigiados, desvalorizados e até mesmo perseguidos. Portamo-nos, não como servos, que fazem porque é seu dever fazer, mas como pessoas em busca de promoção, glória, elogio, aplauso e destaque.Nossa dificuldade em admitir o Senhorio de Cristo vem de que a condição de servos nos torna iguais (uns dos outros). Aprendemos que, na participação da Ceia, desde a experiência apostólica, não havia servos nem senhores. Até mesmo os servos comprados (escravos) podiam se assentar na mesma mesa com o seu dono. Devia ser fácil para um escravo, e muito difícil para um dono de escravos, participar dela, mas este foi, e deve ser, o escândalo do Evangelho. A Ceia, pois, nos mostra que somos todos iguais. Não importa o que temos feito: somos apenas servos.A Ceia é, portanto, uma oportunidade de reconhecermos que somos iguais uns aos outros, não importam nossas diferenças, sejam elas de dinheiro, de herança, de educação formal, de talento, de roupa, de idade, de sexo, de experiência religiosa, de conhecimento teológico. Essas diferenças ficaram lá fora, porque não têm o menor valor.Num grande shopping center uma caravana de sem-teto é uma caravana de diferentes, que precisam ser vigiados, controlados, discriminados. Na Igreja que celebra a Ceia não há com-teto, nem sem-tetoO Cristianismo que celebra a Ceia é um escândalo. 4. PARTICIPAR DA CEIA É LEMBRAR QUE TEMOS UM COMPROMISSOAs funções do servo mencionadas na comparação são apascentar o gado e trabalhar na lavoura, além de cuidar do bem estar do seu senhor em casa.Essas funções resumem bem a essência do que é ser um cooperador de Jesus Cristo. Assim, o compromisso de todo cristão é apascentar o gado, cuidar da terra e louvar ao Senhor.Nossa tarefa implica em cuidar do rebanho de Deus, mantendo alimentados os que estão dentro e buscando trazer os que estão fora. Esta não é tarefa para pastores, mas de todos os servos de Jesus. Como temos dificuldade de manter os que estão dentro, ejetando-os por visões exclusivas que temos disto ou daquilo, visões que não nascem do coração inclusivo de Deus! Como temos facilidade de sair por causa de um pequeno problema com outro membro do rebanho ou mesmo com o pastor humano deste rebanho!Todos também somos agricultores da lavoura de Deus (1Co 3.9). Nela, plantamos, regamos e colhemos. Quem já plantou conhece o ciclo da vida: preparar a terra, plantar a semente, adubar a terra, cuidar da planta, colher os frutos. A vida cristã é assim. Nem sempre queremos cooperar na lavoura de Deus, deixando que as plantas definhem ou morram, quando nosso compromisso de lavradores é fazer tudo para que a lavoura de Deus seja viçosa e dê muitos frutos.Apascentar o rebanho de Deus e cuidar de suas plantações são tarefas que exigem paciência, espera e perseverança. O Senhor aguarda isto de nós.Todos temos ainda o compromisso de preparar a comida e pôr a mesa para que o Senhor ceie. Eis o que fazemos quando o louvamos, celebrando o seu caráter santo, justo e gracioso. Há servos que

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

2Timóteo 3.14-16: BÍBLIA, PALAVRA INSPIRADA

BÍBLIA, PALAVRA INSPIRADA2Timóteo 3.14-16 (Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 18.6.2000, manhã) 1. INTRODUÇÃO [TEXTO BÍBLICO]2 Timóteo 314 Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus.16 Toda Escritura é divinamente inspirada e útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra. 2. EXPOSIÇÃO APLICADAA exposição sublinhará as seguintes expressões: tu, porémpermanece naquilo que aprendeste e de que foste inteiradodesde a infânciapodem fazer-te sábio para a salvaçãotoda Escritura é divinamente inspiradaperfeitamente preparado para toda boa obra 1tu, porémNos versículos anteriores, descreve o mundo de sua época, em nada diferente do nosso. Ele descreve a moral (escrava dos deleites pessoais, porque as pessoas só amam a si mesmas — v. 4), a filosofia (orgulhosa de suas próprias perspectivas e sem o temor de Deus — v. 4) e a religião (que tem aparência de piedade e é capaz de arrastar multidões, embora não tenha o poder de Deus — v. 5).Contra esta correnteza, Paulo lembra (tu, porém) a Timóteo que ele é de outra estirpe (raiz), aquela a quem Pedro chama de “geração eleita” (Vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós que outrora nem éreis povo, e agora sois de Deus; vós que não tínheis alcançado misericórdia, e agora a tendes alcançado — 2Pd 2.9-10)Somos mesmo de outra estirpe? Somos mesmos geração eleita?Nossa época elegeu o relativismo como sua filosofia e sua conduta. A essência do ensino desta visão pode ser resumida em duas frases: tudo é verdade; a verdade é o que eu acho ser a verdade. Predomina a noção do “politicamente correto”, que é um cuidado que devemos exercer, mas que não pode levar ao exagero de mais não julgarmos os comportamentos dos outros, como se todos estivessem corretos tanto do ponto de vista intelectual quanto do moral.O que diz o relativismo, num plano, o moral, por exemplo? Não é politicamente correto condenar o homossexualismo, por se tratar de um direito que uma pessoa tem sobre sua sexualidade. No entanto, se somos de outra estirpe, lemos na Bíblia claramente, que Deus abomina todas as manifestações de pecado, o do homossexualismo entre eles, mas não somente o homossexualismo.Segundo o relativismo vigente, não é politicamente correto afirmar que só quem segue a Cristo como Senhor será salvo, para não incorrermos em algum tipo de etnocentrismo, ao julgarmos o mundo pela ótica dos que seguem a Jesus. Afinal, todas as religiões são verdadeiras… Ora, se somos geração eleita, lemos na Bíblia que só há um caminho para a salvação; logo, não podemos inventar outro evangelho. É claro que isto não nos dá direito de massacrar as culturas dos outros povos (como os ingleses fizeram com os indianos e os portugueses com os índios), nem considerar ninguém inferior.Quem integra o sacerdócio real nada contra a correnteza, por mais forte que ela seja.O apóstolo Pedro nos adverte contra as fábulas engenhosas. (Porque não seguimos fábulas engenhosas quando vos fizemos conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, pois nós fôramos testemunhas oculares da sua majestade — 2Pd 2.16)Todo modo de pensar e viver que esteja em contradição com a Bíblia é uma fábula engenhosa, como o caso do corbã, que ilustra bem a capacidade humana de “dar uma volta” em Deus.A legislação do antigo Israel era muito severa. Era uma obrigação dos filhos cuidarem dos pais velhos ou pobres. O castigo, para quem não cumprisse, era a morte (Ex. 21:17). Os judeus deram um jeito de fugir a este mandamento. Alguns entravam em acordo com o pessoal do templo e dedicavam (corbã) seu patrimônio ao Senhor. Assim, seus bens não poderiam ser usados. Quando seus pais morriam, davam um jeito (subornando algum religioso) de recuperar o que tinham `oferecido’ a Deus.Por isto, Jesus ficou tão indignado contra esses espertos (Mc 7.9-13).Contra o relativismo, que é uma forma de subjetivismo, a Bíblia é o melhor anteparo. 2permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteiradoNão há qualquer contradição entre a ciência e a fé. Ou melhor: pode haver contradição entre a ciência e a fé, mas não entre a fé e a ciência. Um cristão se extasia com as descobertas da ciência e com as maravilhas da tecnologia. A diferença é que o cristão não vê a ciência e a tecnologia como fins em si mesmas, mas competências humanas, dadas por Deus, para o domínio equilibrado da natureza e da vida.Isto não quer dizer que a ciência faz coisas condenáveis, como armas químicas ou eletrônicas de grande poder de destruição. Não basta dizer que esses artefatos são neutros; ruim é o uso que fazemos delas. Não! Arma não presta para nada.Esses erros não podem levar os cristãos a se posicionar contra a ciência. Aliás, esta atitude tem levado muitos homens de ciência a fugirem da fé.Não há qualquer contradição entre a inteligência e a oração. Nós devemos viver nestes dois níveis, sabendo que um não se esgotam sem o outro. A inteligência pode saber todas as características de uma laranja, mas só a experiência de chupá-la pode revelar o sabor da laranja. A inteligência nos ajuda a entender Deus, mas só a oração nos capacita a fruir de sua presença. Nós precisamos entender Deus, pela inteligência; nós precisamos fruir Deus, pela oração.Nós precisamos apreender. Quem não aprende está longe de fruir o sabor da vida. Quem não estuda a Bíblia não pode alcançar a profundidade de sua verdade. Às vezes, queremos aprender, mas sem esforço. Alguns chegamos a sucumbir à tentação da iluminação direta, que é pedir para Deus nos falar, não por sua Palavra (que dá trabalho), mas por sua comunicação direta conosco (por meio de visões e sonhos,

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

2Timóteo 3.15: BÍBLIA, REGRA DE FÉ

BÍBLIA, REGRA DE FÉ2Timóteo 3.15 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 11.6.2000 1. INTRODUÇÃOA Bíblia não nasceu Bíblia. Foi-se tornando. Ela é uma testemunha narrativa da ação de Deus na vida dos seus filhos. Em momentos específicos, Ele levantou líderes (ativistas como Moisés, juízes como Samuel, reis como Davi, profetas com Isaías, evangelistas como Marcos, apóstolos como Paulo) para conduzir/despertar esses Seus filhos com palavras/ações vindas dEle. As falas de/sobre Deus, as ações de seus filhos e as ações dEle foram registradas em forma oral e escrita. Aos poucos, esse material foi se transformando em uma série de livros, que circularam entre o povo de Israel e depois entre os primeiros cristãos, compondo a Bíblia, que é, pois, Ação e Palavra de Deus. 2. A BÍBLIA COMO GUIAPortanto, a Bíblia é o guia de Deus para o homem. Ao longo da história, bilhões de pessoas têm moldado suas vidas por ela. Hoje, também. 2.1. A Bíblia é guia para a salvação — 2 Tm 2.3-6O tema da Bíblia é Jesus Cristo, o Salvador.O objetivo da Bíblia é apresentar de Jesus Cristo, o Salvador.O desejo do Autor da Bíblia é que os seus leitores sejam salvos. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo (2 Tm 2.3-6) Só sabemos de Jesus o que a Bíblia nos diz. Você quer conhecer a Jesus?Leia a Bíblia. 2.2. A Bíblia é guia para uma vida justa — Mt 5.43-48A Bíblia é um relatório completo dos padrões de Deus para a vida dos seus filhos. Neste sentido, é um manual prático. Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem, para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz chover sobre justos e injustos. Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial. (Mt 5.43-48) O desejo de Deus para seus filhos é muito elevado: que sejam perfeitos com Ele é perfeito. Este é o nosso Deus: ele não reservou a perfeição apenas para Si mesmos; Eles nos quer perfeitos como Ele. Para tanto, legou-nos a Sua Palavra. Quem conseguir cumprir as regras do manual será perfeito. 2.3. A Bíblia é guia para a doutrina correta — 2 Tm 4.1.4A Bíblia é um retrato da mente de Deus. Se você quem conhecê-la, leia a Bíblia.Quando não lemos a Bíblia, seguimos a nós mesmos ou a autores que elegemos. Conjuro-te diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, pela sua vinda e pelo seu reino; prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas. (2 Tm 4.1.4) Quando seguimos a nós mesmos ou aos autores que elegemos, nós nos afastamos de Deus. Foi isso, por exemplo, que fez o povo de Israel, quando, em lugar de seguir a Deus, preferiu seguia a Arão: fez para si mesmo um bezerro de ouro.É absolutamente incrível a capacidade humana de pensar, o que é prova de sua imagem-semelhança de Deus. No entanto, é triste ver esta capacidade usada para a confecção do erro, mesmo no plano religioso e até mesmo a pretexto da Bíblia.Você quer saber se algo que você ouviu está certo, leia a Bíblia. Você quer saber se uma idéia que você está tendo está correta, leia a Bíblia. 2.4. A Bíblia é guia de encorajamento — Salmo 121.3-4A Bíblia é uma sucessão de imagens do coração pulsante de amor, que é o coração de Deus. Quando vemos o Ele fez com seus filhos no Antigo e no Testamento, podemos ter certeza que fará o mesmo conosco. Nossos antepassados seguiram por vales de morte, mas não ficaram lá, como nós também não ficaremos. O meu socorro vem do Senhor,que fez os céus e a terra.Não deixará vacilar o teu pé;aquele que te guarda não dormitará.Eis que não dormitará nem dormiráaquele que guarda a Israel.(Salmo 121.3-4) Dito de outro modo, Meu Senhor é um Deus que não dorme,como um guarda que jamais cochila.Firmada nEle, minha fé não morre.Seguindo com Ele, meu pé não vacila.Este é o Senhor eterno que me socorre. Você está desanimado? Leia a Bíblia. Está sem perspectivas? Leia a Bíblia. 3. NOSSAS DIFICULDADES EM LER A BÍBLIASabemos disto, mas lemos pouco e mau a Bíblia. 3.1. Intelectualmente, podemos considerá-la:. IRRELEVANTE, CADUCA — Achamos estar superada em relação aos avanços científicos e as decisões morais contemporâneas. O que pode ela nos dizer sobre namoro virtual? . INSUFICIENTE — Achamos não ter o que procuramos. O que tem a dizer, por exemplo, sobre doação de órgãos?. LONGA DEMAIS — Achamos que jamais terminaremos sua leitura. Afinal, é um livro de 66 livros e cerca de 2 mil páginas, conforme a edição. Nestas páginas, há listas enormes de nomes e muitas repetições.. DIFÍCIL DEMAIS — Achamos seu vocabulário muito elevado e as culturas que descreve muito diferentes da nossa. Veja se você entende o seguinte texto de Isaías 7.23-25, na tradução que eu uso?Sucederá também naquele dia que todo lugar, em que antes havia mil vides, do valor de mil siclos de prata, será para sarças e

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Juízes 6.11-24: O PODER DA VISÃO

O PODER DA VISÃOJuízes 6.11-24 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 16.1.2000, manhã 1. INTRODUÇÃOVocê é sua visão.Muitas de nossas dificuldades na vida decorrem de nossa própria visão acerca da vida.Nós realizamos aquilo que nós somos. Nós somos aquilo que nós podemos ser. Nós podemos ser aquilo que nós imaginamos poder ser. Nossa visão, acerca de nós mesmos e acerca de Deus, determina o que somos e o que fazemos. 2. LIMITADOS POR NOSSA PRÓPRIA VISÃOEsta seção deste extraordinário capítulo 6 termina de uma maneira extraordinária, informando que Gideão fez algo que durou uns 300 anos. (Então Gideão edificou ali um altar ao Senhor, e lhe chamou Jeová-Shalom; e ainda até o dia de hoje está o altar em Ofra dos abiezritas — v. 24).O Gideão que fez isto se achava o menor de todos os homens, como aprendemos nesta seção e que se aplica integralmente a muitos de nós. 2.1. Tendemos a nos sentir desamparados por Deus.Gideão lhe respondeu: Ai, senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo nos sobreveio? e onde estão todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Agora, porém, o Senhor nos desamparou, e nos entregou na mão de Mídia. (v. 13)É um erro de visão sentir o inexistente desamparo de Deus.Quando olhamos para nossas vidas, especialmente quando nos acontecem coisas ruins, sentimo-nos desapoiados por Deus. Mais que isto: chegamos a achar que a culpa de nosso infortúnio pertence a Deus.O sentimento de abandono é o pior dos sentimentos. No entanto, este sentimento é apenas um sentimento, não uma prática de Deus. 2.2. Tendemos a nos achar absolutamente insignificantes.Replicou-lhe Gideão: Ai, senhor meu, com que livrarei a Israel? eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai. (v. 15)É um erro de visão nos achar insignificantes.Nossa cultura oscila entre o super-homem (humanismo exacerbado) e o sub-homem (cidadania de terceira classe). Não somos nem uma coisa nem outra.Quando Deus escolheu Moisés, ele não era o mais qualificado. Quando Deus escolheu Davi, ele era o menor. Quando Deus escolheu Paulo, ele um homem cheio de ódio. Os exemplos podem ser multiplicados. 2.3. Tendemos a pôr Deus à prova.Prosseguiu Gideão: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo. Rogo-te que não te apartes daqui até que eu volte trazendo do meu presente e o ponha diante de ti. Respondeu ele: Esperarei até que voltes. (vv. 17,18)É um erro de visão submeter Deus às nossas provas. Pôr Deus à prova é uma prática de uma fé infantil. No entanto, excepcionalmente, Deus pode se deixar provar, se for para o nosso crescimento, e não uma brincadeira. O importante, no entanto, é nos lembramos do que já fez por nós. Esta deve ser a nossa maior prova. Nós é que devemos ser provados, não o nosso Deus. 2.4. Tendemos a fazer as coisas do nosso jeito.Entrou, pois, Gideão, preparou um cabrito e fez, com uma e efa de farinha, bolos ázimos; pôs a carne num cesto e o caldo numa panela e, trazendo para debaixo do carvalho, lho apresentou. Mas o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os bolos ázimos, e põe-nos sobre esta rocha e derrama-lhes por cima o caldo. E ele assim fez. E o anjo do Senhor estendeu a ponta do cajado que tinha na mão, e tocou a carne e os bolos ázimos; então subiu fogo da rocha, e consumiu a carne e os bolos ázimos; e o anjo do Senhor desapareceu-lhe da vista. (vv. 19-20) 2.5. Tendemos a ter medo de DeusVendo Gideão que era o anjo do Senhor, disse: Ai de mim, Senhor Deus! pois eu vi o anjo do Senhor face a face. (v. 22)É um erro de visão ter medo de Deus.Não se deve confundir temor do Senhor com medo do Senhor.A grandeza de Deus nos deve provocar admiração agradecida, nunca terror. Diante dEle, nossa palavra, à luz de Jesus Cristo (perspectiva de Gideão não tinha e que alguns por vezes esquecemos), deve ser “Obrigado, Senhor, por ter visto a tua glória”). 3. TRANSFORMADOS PELA VISÃO DE DEUS A SEU RESPEITONós podemos permitir que Deus transforme a nossa visão acerca de nós mesmos, aceitando a sua visão a nosso respeito. 3.1. Nós somos pessoas de valor.Apareceu-lhe então o anjo do Senhor e lhe disse: O Senhor é contigo, o homem valoroso. (v. 12)A visão de Deus é que somos valorosos, valentes mesmos.Gideão não era parece ser nada daquilo que o anjo lhe disse ser, muito menos valoroso ou valente. O máximo que sabemos é que estava fazendo o seu trabalho, chorando, talvez, o fato de ter que esconder sua produção agrícola dos adversários.No entanto, ele é saudade como valoroso e valente.Esta é a visão de Deus sobre cada um de nós, não importam as nossas fraquezas. É esta visão que precisamos ter a nós respeito: a visão dAquele que nos conhece mais que nos conhecemos. 3.2. Nós somos fortesVirou-se o Senhor para ele e lhe disse: Vai nesta tua força, e livra a Israel da mão de Mídia; porventura não te envio eu? (v. 14)A visão de Deus é que nós termos força.Gideão não parecia ter força. Gideão não se achava um forte, mas o era. Deus viu a sua força, como vê a nossa. 3.3. Nós podemos contar com a força de Deus.Tornou-lhe o Senhor: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como a um só homem. (v. 16)Deus nos diz que podemos contar com Ele. Precisamos de mais alguma coisa?A vitória da na vida decorre desta união: nossa fraca força submetida e entrelaçada com a forte força de Deus. Quando acontece este encontro, nossa visão a nosso respeito se transforma; nossa disposição de lutar é alterada. 3.4. Nós podemos dispor da paciência de Deus.Respondeu ele: Esperarei até que voltes. (v. 18b)Deus opera conosco a partir do seu conhecimento de nós (conhecimento

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Mateus 5.38-48, 6.1: O POSSÍVEL AMOR IMPOSSÍVEL

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Ezequiel 11.19-20-38: A NOVA COMUNHÃO

A NOVA COMUNHÃO(Ezequiel 11.19-20, 22-38) (Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 5.2.2000, manhã) 1. INTRODUÇÃOA Ceia é um símbolo da nova Aliança (ou Pacto ou Acordo ou Conserto) firmada por Deus, por intermédio do Filho, para conosco. Trata-se, portanto, de um selo: o selo da comunhão, de cada um de nós para com o Pai e de cada um de nós para com os que trilham a mesma obediência diante de Deus. Somos filhos da Nova Aliança.Quando participamos do memorial da Ceia do Senhor, evidenciamos esta comunhão, como celebra o convite do hino “Venham à mesa”. 2. O SIGNIFICADO DA NOVA ALIANÇAO povo do Antigo Testamento não conheceu o novo tipo de comunhão com Deus. Nós conhecemos.Os profetas que falavam ao povo do Antigo Testamento vislumbraram esta nova comunhão. Ezequiel é um deles. Eis o que disse: Ezequiel 3622 Dize portanto à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Não é por amor de vós que eu faço isto, oh casa de Israel; mas em atenção ao meu santo nome, que tendes profanado entre as nações para onde fostes; 23 e eu santificarei o meu grande nome, que foi profanado entre as nações, o qual profanastes no meio delas; e as nações saberão que eu sou o Senhor, diz o Senhor Deus, quando eu for santificado aos seus olhos.24 Pois vos tirarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.25 Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias, e de todos os vossos ídolos, vos purificarei.26 Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.27 Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis.28 E habitareis na terra que eu dei a vossos pais, e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus.29 Pois eu vos livrarei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós;30 mas multiplicarei o fruto das árvores, e a novidade do campo, para que não mais recebais o opróbrio da fome entre as nações.31 Então vos lembrareis dos vossos maus caminhos, e dos vossos feitos que não foram bons; e tereis nojo em vós mesmos das vossas iniqüidades e das vossas abominações.32 Não é por amor de vós que eu faço isto, diz o Senhor Deus, notório vos seja; envergonhai-vos, e confundi-vos por causa dos vossos caminhos, oh casa de Israel.33 Assim diz o Senhor Deus: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então farei com que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares devastados.34 E a terra que estava assolada será lavrada, em lugar de ser uma desolação aos olhos de todos os que passavam.35 E dirão: Esta terra que estava assolada tem-se tornado como jardim do Éden; e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas, estão fortalecidas e habitadas.36 Então as nações que ficarem de resto em redor de vós saberão que eu, o Senhor, tenho reedificado as cidades destruídas, e plantado o que estava devastado. Eu, o Senhor, o disse, e o farei.37 Assim diz o Senhor Deus: Ainda por isso serei consultado da parte da casa de Israel, que lho faça; multiplicá-los-ei como a um rebanho.38 Como o rebanho para os sacrifícios, como o rebanho de Jerusalém nas suas solenidades, assim as cidades desertas se encherão de famílias; e saberão que eu sou o Senhor. Ezequiel 1119 E lhes darei um só coração, e porei dentro deles um novo espírito; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne,20 para que andem nos meus estatutos, e guardem as minhas ordenanças e as cumpram; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Ezequiel definiu de modo belíssimo a natureza da nova comunhão. 1. A nova comunhão surge em decorrência do amor de Deus por si mesmo (v.21). Vem, portanto, de sua própria natureza. Sua primeira motivação, portanto, não é sequer a necessidade humana. É a natureza divina. Por isto, Ele toma a iniciativa.2. A nova comunhão expressa uma nova forma de o homem se relacionar com Deus, que não é mais exterior — formal — mas interior  — espiritual — (v. 25). Deus não exige pureza dos homens, mas exige empenho na pureza, para se relacionar com os seres humanos.3. A nova comunhão pode ser sintetizada numa relação em que a sensibilidade das partes conta. Na nova comunhão, Deus é sensível às necessidades do homem. O homem busca ser sensível às necessidades de outros seres humanos (vv. 26,27).O profeta Ezequiel usa algumas imagens antitéticas para destacar as verdades essenciais acerca da comunhão.3.1. Na velha Aliança, o coração era de pedra, isto é, coração de pessoas insensíveis; na nova Aliança, o coração é de carne. Agora, a voz de Deus pode ser ouvida, porque o coração que a recebe é um coração de carne.3.2. Na velha Aliança, o coração era velho, isto é, insensível para si mesmo, já sem capacidade de se curvar para mudar e sem vontade de viver; era um coração que apenas toca a vida, sem ser tocado pela vida. Um coração velho não tem força para viver. Um coração novo tem força e propósito.3.3. Na velha Aliança, predominava o espírito do homem, mas agora, na nova, prevalece o Espírito de Deus. Quem está na nova Aliança busca viver os valores de Deus. Mais que isto: a nova Aliança permite que travemos um relacionamento com o próprio Deus.É com este conjunto de certezas que devemos celebrar a Ceia do Senhor Jesus Cristo.O pão está associado a alimento, logo, a cuidado, cuidado de Deus para conosco.O pão está associado ao corpo de Cristo, vale dizer, a conexão dEle conosco. 3. AS CONSEQÜÊNCIAS DA NOVA NOVA ALIANÇANós temos um coração

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