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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Lucas 5.1-11: JESUS NOS DÁ UM PROJETO PARA A VIDA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

1Samuel 1.18-28: PARA QUE OS PAIS SE LEMBREM

1Samuel 1.18-28: [Pregado na IB Itacuruçá, em 18.6.2006, manhã] 1. Os pais devem receber seu(s) filho(s) como uma bênção de Deus — verso 20. Nem sempre nos lembramos que nossos filhos são dádivas de Deus, embora quem não os tenham possa achar que não são abençoados pelo Senhor. Quero começar pelos que, desejando ter filhos, não os tem. 1.1. Quem não o(s) tem …. deve orar até receber um filho ou uma resposta de Deus de que não terá um filho. Ana chorou ano após ano por não ter um filho. A história está sintetizada nos versos 6 e 7: "E porque o Senhor a tinha deixado estéril, sua rival a provocava continuamente, a fim de irritá-la. Isso acontecia ano após ano. Sempre que Ana subia à casa do Senhor, sua rival a provocava e ela chorava e não comia". Ele fez de tudo. Um dia resolveu entregar seu problema ao Senhor. "Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do Senhor, Ana se levantou 10 e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor" (versos 9-10). Depois desta experiência de oração, "ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido. Na manhã seguinte, eles se levantaram e adoraram o Senhor; então voltaram para casa, em Ramá. Elcana teve relações com sua mulher Ana, e o Senhor se lembrou dela. Assim Ana engravidou e, no devido tempo, deu à luz um filho. E deu-lhe o nome de Samuel, dizendo: “Eu o pedi ao Senhor” (versos 18b-20). Quando resolveu descansar em oração, ela ficou grávida. Quando oramos, devemos esperar, como fez Isaque (Gênesis 25.19-21, 26): "(19) Esta é a história da família de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou Isaque, (20) o qual AOS 40 ANOS SE CASOU com Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arãb, e irmã de Labão, também arameu. (21) Isaque orou ao Senhor em favor de sua mulher, porque era estéril. O Senhor respondeu à sua oração, e Rebeca, sua mulher, engravidou. (…) 24 Ao chegar a época de dar à luz, confirmou-se que havia gêmeos em seu ventre.  (25) O primeiro a sair era ruivo, e todo o seu corpo era como um manto de pêlos; por isso lhe deram o nome de Esaú. (26) Depois saiu seu irmão, com a mão agarrada no calcanhar de Esaú; pelo que lhe deram o nome de Jacó. Tinha Isaque 60 ANOS DE IDADE quando Rebeca os deu à luz. 1.2. Quem tem Quem tem filho(s) deve agradecer ao Deus por o(s) ter recebido. Foi assim que Ana recebeu Samuel em sua vida. Quem tem filho(s) não deve achar que, por ser(em) bênção de Deus, não terão problemas com eles. Isaque e Rebeca tiveram filhos e problemas, como muitos pais da Bíblia e da vida. O fato de você ter, por exemplo, um filho com alguma doença não quer dizer que ele não seja igualmente uma bênção de Deus. Em 1953, Dale Evans Rogers, que fazia dupla com seu marido Roy Rogers em filmes, escreveu um livro sobre sua experiência de terem uma filha, Robin, com síndrome de down, numa época em que portadores desta doença viviam muito pouco. O título do livro revela como eles receberam o menino, em português "meu anjinho desconhecido". A referência é a Hebreus 13.2: "Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos". A irmã de Robin, escrevendo 50 anos depois, conta que os médicos não queriam que levassem a menina para casa porque teria apenas dias de vida. Ela observa que sua mãe, ao dar seu testemunho, escrevendo-o como se fosse a filha, não imaginaria que ele abençoaria tantas pessoas ao redor do mundo. Filhos são empréstimos que Deus nos faz, para nos abençoar. 2. Os pais devem se saber que há etapas na(s) vida(s) dos seu(s) filho(s) — verso v. 22. Em nosso crescimento biopsíquico, temos etapas, naturalmente necessárias. A Bíblia fala da amamentação e do desmame como sendo duas destas etapas. Houve um tempo em que Ana ficou em casa para cuidar exclusivamente do seu filho. Um filho é para ser cuidado. Deve haver um tempo exclusivo para ele, mesmo que a mãe trabalhe fora. Só a mãe pode fazer isto. A menos que tenha um impediento biológico, ela não deve abrir mão disso. Esse tempo com seu filho, apoiado pelo pai, valerá para todo o sempre. Quanto ao desmame, em certo sentido, é a partir desse momento que a vida começa. Abraão e Sara desmamaram Isaque (Gênesis 21.8). Deve ter sido doloroso, mas era necessário. Elcana e Ana desmamaram Samuel, numa decisão dolorosa, porque, naquele caso, desmame seria separação, já que o garoto iria para o seminário de Siloé, para aprender com o sacerdote Eli. A dependência dos filhos em relação aos pais só é saudável dentro de limites bem claros, senão produz doença. Convivemos com um paradoxo em nossa sociedade. As crianças são precocemente iniciadas ao mundo do consumo e dos direitos pessoais, por exemplo, ao mesmo tempo em que os jovens retardam sua saída, por trabalho ou casamento, de casa. Muitas vezes, eles e seus pais têm medo da partida. Penso que não devemos cometer o exagero da cultura norte-americana em que é considerado bom que o jovem saia de sua casa e de sua cidade para cursar a universidade. Penso também que não devemos cometer o exagero da cultura brasileira em considerar rebelde o jovem que busca sair de casa, em busca de melhores condições de estudo ou apenas de independência. Na cultura norte-americana, o saldo positivo é o alto grau de iniciativa empreendedora dos jovens; o saldo negativo, segundo Harold Bloom, é a libertinagem, provida pela liberdade. Na cultura brasileira, o saldo positivo é o prolongamento dos laços familiares, em suas dimensões de proteção e formação; o saldo negativo é a dependência que retarda o pleno desenvolvimento dos indivíduos. A percepção de que a vida é feita por

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Israel Belo de Azevedo novembro 30, 2006

Êxodo 6-11: QUEM ENDURECEU O CORAÇÃO DE FARAÓ

Êxodo 6-11: QUEM ENDURECEU O CORAÇÃO DE FARAÓÊxodo 6-11Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 25.7.1999 (noite) 1. INTRODUÇÃOQuando do Êxodo de Israel, Deus prometeu que livraria o povo, mesmo endurecendo o coração do Faraó do Egito. Diante disto, a pergunta é: o Faraó agiu livremente em sua política em relação aos escravos hebreus ou apenas agiu segundo uma vontade divina?Desta pergunta, decorre outra: somos livres para agir ou Deus determina nossas ações? Se Ele preestabeleceu nossas decisões, qual é a nossa responsabilidade? Por exemplo: a decisão de Judas, de trair a Jesus, foi um ato livre ou foi para que se cumprissem as Escrituras?Em termos mais teológicos: existe a predestinação? 2. INVENTÁRIO DOS TEXTOS2.1. Quando Deus endureceuDeus prometeu que livraria o povo (Ex 6.5-6), mas que isto não aconteceria de modo fácil, vez que o próprio Deus haveria de agir para retardar ou impedir o processo (Ex 7.3).Nas pragas primeira (Ex 7.22), segunda (Ex 8.15), terceira (Ex 8.19), quarta (Ex 8.32), quinta (Ex 9.7) e sétima (Ex 9.35), o autor informa que o Faraó endureceu seu coração e não permitiu que o povo de Israel deixasse o Egito, como era o propósito de Deus. 2.3. Quando Deus não endureceu:No entanto, nas pragas sexta (Ex 9.22), oitava (Ex 10.20), nona (10.27) e décima (Ex 11.10), o mesmo autor informa que Deus endureceu o coração de Faraó para que este não permitisse que o povo saísse do Egito.A mesma verdade se encontra no Novo Testamento. Paulo, lembrando o Êxodo, afirma que Deus tem misericórdia de uns e endurece os corações de outros (Rm 9.18). 3. PARA RESOLVER O DILEMA. O autor bíblico sempre atribui todos os acontecimentos humanos, sem subterfúgios, a Deus. Até o mal nasceu no coração de Deus, segundo Isaías (Is  45.7). Trata-se um mal específico e nunca, por exemplo, do mal geral ou do mal primordial (pecado original).. Deus e o homem escrevem a história, numa relação dinâmica e de parceria. Faraó escolheu antes obedecer a si mesmo do que a voz de Deus.. Deus sabia, por seu conhecimento prévio de todas as coisas, que o Faraó endureceria o seu coração. No entanto, o gesto de Faraó foi um ato livre. Em alguns círculos evangélicos, fala-se muito em predestinação. Ele pode ser entendida do seguinte modo. Deus nos vê ontem, hoje e amanhã; logo, ele sabe que caminhos tomará. Contudo, ele se autolimita para que nós exerçamos integralmente nosso livre-arbítrio. Nós nos predestinamos, quando aceitamos ou recusamos seu convite.. O Faraó foi vítima de sua própria ambição, para a qual era conveniente e importante a manutenção daquele povo na opressão.. De tal modo Faraó se mostrou obstinado diante de Deus, que Deus o entregou às suas próprias escolhas. Foi o que aconteceu com Judas. Deus não arrastou Faraó à desobediência; o Faraó se arrastou livremente por este caminho. 4. APRENDENDO COM O “ENDURECIMENTO” DE FARAÓ. Mais importante que o endurecimento prometido de Faraó foi a promessa de livramento, promessa cumprida no belo estilo de Deus. Ele ouviu os gemidos do povo e veio em seu socorro, como acontece ainda hoje.. Deus opera para libertar seus filhos, nem que para tal tenha que agir no coração de alguém, como o fez com o Faraó. Seu marido não crente é livre para desobedecer; seu filho não crente é livre para desobedecer; sua esposa é livre para desobedecer; seu pai é livre para desobedecer. No entanto, continue orando a Deus. Ele vai agir, no tempo dele, e seu marido, filho, esposa, pai renunciará à sua liberdade para aceitar o senhorio dele. É um mistério que você experimentará, se continuar orando. Ore e espere. Pelo seu imenso poder, Deus preserva a nossa liberdade e faz com  que seus planos se cumpram.. As vitórias na vida têm um alto preço. Seu sofrimento no Egito seria usado por Deus para educá-lo. Aquela dificuldade estava formando o povo para a liberdade. Deus não lhe infligiu aquele sofrimento (a escravidão foi um jogo de esperteza do Faraó um dia, no passado) por vontade dEle, mas o povo pôde aprender que o livramento foi um ato dEle e não uma decorrência dos seus gestos de valentia. Deus sabe que, no tempo do Faraó e no nosso, a vitória fácil é a ante-sala da derrota.. Deus é Senhor, mas este senhorio (oh mistério grandioso!) não suprime/oprime/deprime a liberdade humana.. Não devemos endurecer o coração para Deus. O convite bíblico é outro: você, que hoje está ouvindo a voz de Deus,  não endureça o seu coração (Hb 3.8). 5. CONCLUSÃO  

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Israel Belo de Azevedo novembro 30, 2006

2 Samuel 12.1-15 – O ENCONTRO DE DAVI COM NATÃ

O ENCONTRO DE DAVI COM NATÃ 2 Samuel 12.1-15   (Série: Grandes Episódios da Bíblia)Preparado na Igreja Batista Itacuruçá, em 18.2.2001 (noite) ISRAEL BELO DE AZEVEDO 1. INTRODUÇÃO O modo de Deus falar conosco. Ele é o mestre da comunicação.Natan poderia pagar com a vida. Deus lhe inspirou a falar do modo adequado, para comunicar a mensagem de Deus. Texto bíblico: 2Samuel 12.1-15O Deus Eterno mandou que o profeta Natã fosse falar com Davi. Natã foi e disse:–Havia dois homens que viviam na mesma cidade: um era rico, e o outro era pobre.O rico possuía muito gado e ovelhas, enquanto que o pobre tinha somente uma ovelha, que havia comprado. Ele cuidou dela, e ela cresceu na sua casa, junto com os filhos dele. Ele a alimentava com a sua própria comida, deixava que ela bebesse no seu próprio copo, e ela dormia no seu colo. A ovelha era como uma filha para ele.Certo dia um visitante chegou à casa do homem rico. Este não quis matar um dos seus próprios animais para preparar uma refeição para o visitante; em vez disso, pegou a ovelha do homem pobre, matou-a e preparou com ela uma refeição para o seu hóspede. Então Davi ficou furioso com aquele homem e disse:— Eu juro pelo Eterno, o Deus vivo, que o homem que fez isso deve ser morto! Ele deverá pagar quatro vezes o que tirou, por ter feito uma coisa tão cruel!Então Natã disse a Davi:— Esse homem é você. E é isto o que diz o Eterno, o Deus de Israel: “Eu tornei você rei de Israel e o salvei de Saul.  Eu lhe dei o reino e as mulheres dele; tornei você rei de Israel e de Judá. E, se isso não bastasse, eu lhe teria dado duas vezes mais. Por que é que você desobedeceu aos meus mandamentos e fez essa coisa tão horrível? Você fez com que Urias fosse morto na batalha; deixou que os amonitas o matassem e então ficou com a esposa dele! Portanto, porque você me desobedeceu e tomou a mulher de Urias, sempre alguns dos seus descendentes morrerão de morte violenta. E também afirmo que farei uma pessoa da sua própria família causar a sua desgraça. Você verá isso quando eu tirar as suas esposas e as der a outro homem; e ele terá relações com elas em plena luz do dia. Você pecou escondido, em segredo, mas eu farei com que isso aconteça em plena luz do dia, para todo o povo de Israel ver.”Então Davi disse:— Eu pequei contra o Deus Eterno.Natã respondeu:— O Eterno perdoou o seu pecado; você não morrerá. Mas, porque, fazendo isso, você mostrou tanto desprezo pelo Eterno, o seu filho morrerá. 1. A históriaNatan era um profeta-conselheiro do palácio de Davi. No entanto, como aconteceria com outros profetas-conselheiros no futuro, ele não era servil. Seus conselhos eram resultado de sua intimidade com Deus, não de intimidade com os reis.Ele aparece em duas outras situações nas histórias reais. Na primeira (2Samuel 111-17), ele  aconselha Davi acerca do templo a ser construído. Na terceira (1Reis 1.5-48), quando intercedeu por Salomão diante de Davi. Interessa-nos, no entanto, sua segunda intervenção, quando investe firmemente contra o rei, num exemplo de que um profeta deve falar não o que agrada, mas o que tem que ser dito porque proveniente da boca de Deus.O Davi interessado na história, contada por Natan, torna-se um Davi indignado contra a indignidade perpetrada por um homem rico, para depois se transformar num homem quebrado pela consciência do seu erro. 2. POR QUE DAVI PECOU e nós também? Davi, de quem se diz ser o homem segundo o coração de Deus, assim como cada um de nós o é, pecou, ou melhor, Davi cometeu uma série de pecados. Ele foi um serial sinner, um pecador em série. Como sempre acontece conosco, que nunca incorremos num pecado só, Davi cometeu vários: primeiro, ele pecou ao cobiçar a mulher do próximo; em seguida, ele pecou armando o esquema para ficar com a mulher amada; depois, ele usou pessoas inocentes para matar um membro inocente de suas forças armadas; a seguir, ele matou uma pessoa inocente, e por último tocou a sua vida como se nada tivesse acontecido.Por que? 1. Davi pecou porque se esqueceu que a sua natureza tendia para o pecado.Deus nos fez para o prazer, que não precisa necessariamente ser experienciado pecaminosamente. Por sua natureza, o ser humano busca formas de prazer que atentam contra sua própria dignidade e contra a sua própria santidade, contra a dignidade de Deus e contra a santidade de Deus.Posso ilustrar esta tendência com um fenômeno do mundo da informática. Há pessoas cujo prazer é produzir e/ou enviar vírus para os computadores de pessoas distantes e desconhecidas. Um produtor ou disseminador não tem qualquer benefício com o seu produto, senão o prazer de criar algo que pode fazer o mal, mal que não sabe a quem atingirá e nem quando atingirá. O prazer consiste  na própria produção do mal.Nós pecamos quando esquecemos que a nossa natureza nos empurra para o erro. Nós pecamos quando ignoramos que o pecado existe, quando colocamos aquilo a que chamamos de felicidade acima de todos os valores. Predomina em nossa sociedade a idéia que pecado não existe, que tudo que é feito com amor é permitido, que estamos livres para viver segundo a nossa consciência, e se ela não nos condena… Assim, nossa vida não é mais aferida pelos padrões de Deus mas pela nossa “desinteressada” consciência. Obviamente, este cenário “teológico” é uma estufa pro 2. Davi pecou porque se achou acima do bem e do mal.O rei estava acima do bem e do mal. É assim que nos sentimos, especialmente quando estamos fazendo a obra de Deus.A tentação do pecar em segredo, embora não exista pecado em segredo, pois Deus tudo vê. 3. Davi pecou porque perdeu a noção das conseqüências do erro.Pecamos quando perdemos a noção das conseqüências do nosso pecado.Um filho, um filho morto. 4.

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Israel Belo de Azevedo novembro 29, 2006
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