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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Paciência, por favor! BOM DIA AMIGO 3993 | Israel Belo de Azevedo)

Todas as nossas realizações dependem, para acontecer, de uma virtude-mãe: a paciência.
Precisamos de paciência para fazer um curso, passar num concurso, escrever um livro, produzir um filme, preparar uma festa, edificar uma casa, plantar uma semente, colher um fruto, educar uma criança.

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Israel Belo de Azevedo outubro 27, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Os pontuais (BOM DIA AMIGO 3992 | Israel Belo de Azevedo)

Quem é pontual, sem se estressar com os impontuais, realiza mais e melhor.

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Israel Belo de Azevedo outubro 26, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Quem roubou a nossa culpa? (2/2) (BOM DIA AMIGO 3991 | Israel Belo de Azevedo)

Quando pecamos e confessamos, Deus não nos livrará de nossa responsabilidade pelo que fizemos nem das penas que cumpriremos, mas nos tirará do inferno da culpa que tínhamos e não temos mais, porque fomos perdoados.

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Israel Belo de Azevedo outubro 25, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Quem roubou a nossa culpa? (1/2) (BOM DIA AMIGO 3990 | Israel Belo de Azevedo)

Eis uma notícia lamentavelmente comum.
Um jovem morreu depois de tomar excessivas doses de bebida alcoólica numa festa em que havia um concurso para eleger quem bebia mais e mais rápido.

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Israel Belo de Azevedo outubro 24, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Quando falarem mal de você (BOM DIA AMIGO 3989 | Israel Belo de Azevedo)

Avalie se vale a pena responder.
Geralmente é melhor deixar a ofensa cair no seu próprio vazio.
Muitas vezes, nosso silêncio é mais eficaz do que nossas palavras.

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Israel Belo de Azevedo outubro 23, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

A oração que somos (BOM DIA AMIGO 3986 |Israel Belo de Azevedo)

Gostamos de orar, especialmente nos momentos de aflição.
Este é mesmo um privilégio de quem crê.
O melhor da oração, contudo, não é pedir ou agradecer.
É estar em conexão.

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Israel Belo de Azevedo outubro 20, 2023
1 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

1Coríntios 11.23-29: PARA QUE CULTUAMOS

Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 12.03.2000 – noite 1 . A DIMENSÃO DA CONFISSÃO Cultuamos a Deus para confessar a Ele os nossos pecados. Como não devemos participar da Ceia? O apóstolo Paulo responde a esta pergunta do seguinte modo: De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor. (1 Co 11.27-29) Pelos meus cálculos, batizado que sou há 35 anos, participei de uma cerimônia como esta umas 270 vezes. Se neste tempo, estivesse em Itacuruçá, o número superaria as 400 vezes, posto que aqui há 12 celebrações por ano. De quantas Ceias você já participou? Faça as suas contas. Na igreja apostólica, a celebração era dominical. Era parte da festa do ágape (festa do amor fraternal), quando se reuniam todos na igreja para uma refeição comunitária e litúrgica. Cada família levava de casa a sua bebida e a sua comida. A última parte desta festa era a participação na Ceia do Senhor. Era assim na igreja em Corinto. A beleza da festa, no entanto, estava manchada por alguns que não entendiam a natureza da igreja, o “corpo do Senhor” (v. 29). Alguns havia que levavam de casa e guardavam sua comida, não a distribuindo entre os outros, mesmo que estes não tivessem o que levar. O apóstolo Paulo adverte aos egoístas, que não estavam discernindo (entendendo) o corpo do Senhor, pelo que toda a sua participação redundava em condenação para si mesmos. Era preciso, portanto, que cada um examinasse o seu comportamento e, se estivesse no erro, arrependesse-se, confessasse-se e então participasse da segunda parte da festa (a Ceia, propriamente dita). Era comum que durante a primeira parte da festa as pessoas bebessem o vinho que tinham levado. Alguns bebiam até ficar embriagados. Esses não entendiam a natureza da vida cristã, que consiste na moderação. Como poderiam participar, bêbados, da Ceia do Senhor? Era preciso que, também no tocante à bebida forte, comum na cultura judaica, que cada um examinasse o seu comportamento e, se estivesse no erro, arrependesse-se, confessasse-se e então participasse da Ceia memória de Jesus Cristo. Estes erros, pelas características da Ceia moderna, não são os nossos. No entanto, a advertência de Paulo se aplica inteiramente a nós: não devemos participar de modo indigno da Ceia do Senhor. Este memorial pede, pois, de nós uma reflexão acerca do modo como nos apresentamos hoje diante de Deus. Em outra seção desta mesma epístola, Paulo adverte duramente contra a prostituição e recomenda que uma pessoa, culpada de prostituição, fosse afastada da igreja. Ao fazê-lo, ele faz um convite de grande valor: Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado. Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade. (1Co 5.7-8) O fermento velho, podemos aplicar, é a culpa. Há pessoas que se deixam levedar (e o fermento leveda toda a massa, diz o apóstolo — 1Co 5.6) pelo fermento velho. Essas pessoas se esquecem que Cristo já foi crucificado e querem se crucificar constantemente para expiar suas culpas. Nosso culto, que é celebração, procede da cruz, onde Cristo apagou todas as nossas culpas. Se cultuássemos a nós mesmos, celebraremos a malícia (maldade) e a corrupção. De nós, só há um requerimento: arrependimento.  Quando o fazemos, participamos do culto com os pães ázimos (isto é: pão sem fermento) da sinceridade e da verdade. É com sinceridade e com verdade que devemos participar desta Ceia. Examine-se a si mesmo e participe. Com sinceridade e verdade. Não peça perdão por uma multidão de pecados, mas por algum pecado específico, que só você sabe. Revele-o a Deus agora. Se, portanto, descobrir agora que não está em condições de participar da Ceia (seja por causa da prostituição, seja por um profundo sentimento de culpa, seja pela dificuldade de respeitar as pessoas como poemas de Deus), ponha-se em condição: confesse os seus pecados a Jesus, arrependa-se do seu erro, seja ele qual for, e venha participar da Mesa de Deus. Examine-se, não para não participar, mas para participar. Examine-se e se arrependa, com sinceridade e verdade, e participe. 2.  A DIMENSÃO DA GRATIDÃO Cultuamos a Deus para agradecer a Ele o que fez/faz por nós. Quando celebrou a Ceia-fundadora, Jesus deu graças (v. 24a). Jesus deu graças porque ia morrer na cruz dentro de pouco tempo. Graças a Ele, não precisamos dar graças porque vamos morrer. Nossa gratidão decorre da cruz de Cristo, pela vida que trouxe/traz. Damos graças porque vamos viver. Damos graças porque estamos livres diante da culpa. Damos graças porque fomos feitos irmãos de Jesus. Damos graças porque somos feitos irmãos uns dos outros, co-irmãos de todos quantos aceitam o sacrifício de Jesus na cruz. Damos graças porque temos livre e direto acesso ao coração do Pai. Por isto, podemos dar glórias a Deus por Suas bênçãos sem fim para conosco. Podemos dar glórias a Deus porque temos o que agradecer: a salvação, mas também a presença dEle conosco. 3. A DIMENSÃO DA GRAÇA Cultuamos a Deus para reviver o poder do Seu amor. A Ceia do Senhor é um memorial da Sua Graça. Não recebemos graça ao partilhar do cálice. Apenas, ao tomá-lo, recordamos que fomos alcançados pela Graça de Deus. Jesus o disse de modo bastante claro: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim (v. 26). O cálice nos recorda que somos salvos não mais pelas obras, mas pela fé. O cálice nos recorda que, em lugar do esforço próprio, podemos descansar nos braços dAquele que morreu por nós. O cálice

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Israel Belo de Azevedo outubro 17, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

A bênção da serenidade (BOM DIA AMIGO 3983 | Israel Belo de Azevedo)

Quem é sereno sente a tempestade, mas, como um tronco firme, não cai.
Quem é sereno sabe onde está a fonte de águas cristalinas e para lá vai.

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Israel Belo de Azevedo outubro 17, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

A compaixão ausente (BOM DIA AMIGO 3980 | Israel Belo de Azevedo)

Se as nossas virtudes não nos levar a ver o outro que sofre com o olhar dele, nosso corpo nunca se compadecerá.
Se nossas palavras sobre o amor de Deus não nos tocar, nossa alma compaixão não sentirá.

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Israel Belo de Azevedo outubro 14, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Não peçamos prosperidade (BOM DIA AMIGO 3979 | Israel Belo de Azevedo)

Para que vamos pedir prosperidade, se sequer sabemos que saberemos com ela lidar?
Para que vamos pedir saúde, se talvez a doença incrivelmente nos possa beneficiar?

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Israel Belo de Azevedo outubro 13, 2023
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