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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: Os obstáculos à restauração (Neemias 4 e 5) — Prof. Almir Gonçalves Jr

Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 16, 2010
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Levítico
Israel Belo de Azevedo

PARA LER LEVÍTICO (Alcenir Mota)

PARA LER LEVÍTICO Titulo: Levítico Capítulos: 27 Versículos: 859 Tempo aproximado de leitura: 105 minutos O livro de Levítico é um dos textos menos explorado de toda a Bíblia. Conhecemos as riquezas dos Salmos, as história de Moisés, Davi, Salomão, os milagres de Jesus, entre outros, mas não conhecemos uma das principais fontes de diretrizes dadas por Deus, chamada Levítico. Sempre que começo minhas corridas sinto uma tremenda vontade de parar no primeiro kilometro, mas depois que supero este momento e termino a corrida, sinto uma enorme sensação de bem estar e a certeza do benefício da corrida concluída. Apesar da dificuldade inicial, não deixe de se apropriar dos grandes ensinamentos que este livro pode nos fornecer.  A palavra “Levita” significa “concernente aos levitas”, isto é, o livro contém o sistema de leis administrado pelo sacerdócio levítico, sob o qual vivia a nação hebraica. Levítico é essencialmente um código, o código das leis dadas por Deus a seu povo através de Moisés no monte Sinai. Para muitos de nós este Livro pode parecer estranho e sem sentido, no entanto, sem ele muitas páginas da Bíblia se tornariam incompreensíveis. As cerimônias e os outros ritos e normas não eram um fim em si mesmas. A oferta do sacrifício dia após dia, ano após ano, a recordação anual do dia da expiação recordavam constantemente a Israel o pecado que o separava da presença de Deus. Mas Deus na sua misericórdia, mostrou que haveria de aceitar a morte de um animal perfeito e inocente, em lugar da vida do pecador. Deus era santo, de uma santidade moral desconhecida nos deuses dos povos ao redor e exigia que seu povo fosse santo.  ESTRUTURA De caráter quase exclusivamente legislativo, Levítico interrompe a narração dos acontecimentos em Exôdo. Contém um ritual dos sacrifícios; o cerimonial de investidura dos sacerdotes aplicados a Adão e seus filhos; as normas referentes ao puro e ao impuro, que terminam com o ritual do grande dia das Expiações, a lei de santidade, que inclui um calendário litúrgico (cap.23) e se encerra com bençãos e maldições. Em forma de apêndice, o cap. 27 determina as condições do resgate das pessoas, dos animais e dos bens consagrados a Yahweh. I – Instruções para os sacrifícios (1.1-7.38) II – Começo do culto de Israel no Sinai. (8.1-10.20) III- Os regulamentos concernentes à pureza. (11.1-15.23) IV – O grande Dia da Expiação. (16.1-34) V – Código de Santidade (17.1-26.46) VI – Regras a respeito dos votos e dos dízimos. (27)   SÍNTESE TEOLÓGICA A teologia do livro de Levítico liga a idéia de santidade à vida cotidiana. Ela vai além do assunto de sacrifício, embora o cerimonial do sacrifício e a obra dos sacerdotes sejam explicados com grande cuidado. O conceito de santidade afeta não somente o relacionamento que cada indivíduo tem com Deus, mas também o relacionamento de amor e respeito que cada pessoa deve ter com o seu próximo. O código de santidade permeia a obra porque cada indivíduo deve ser puro, pois Deus é puro e porque a pureza de cada indivíduo é a base da santidade de toda a comunidade do concerto. O ensinamento de Jesus Cristo: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os profetas.”(Mt.7.12) reflete o texto de Lv 19.18: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”   PARA LER DEVAGAR “Quando fizerem a colheita da sua terra, não colham até as extremidades da sua lavoura, nem ajuntem as espigas caídas de sua colheita. Não passem duas vezes pela sua vinha, nem apanhem as uvas que tiverem caído. Deixem-nas para o necessitado e para o estrangeiro. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.” Lv.19.9,10 Este texto deve ser lido bem devagarzinho, porque o cuidado de Deus com o descamisado, descalço, sem teto, sem lenço e sem documento é muito significativo e instrutivo. Vejo confirmado nestes versículos à verdade de que Deus cuida dos necessitados e que ele não abandona a sua criação a própria sorte. Vejo também ele usando aqueles mais favorecidos, ou seja, os que têm um bom emprego, um bom salário, uma dispensa cheia, um guarda-roupa repleto, muitos pares se sapatos…para serem seus anjos, instrumentos de milagres na vida daqueles que sofrem com a desigualdade de oportunidade da nossa sociedade.   TEXTO QUE MAIS TOCOU MEU CORAÇÃO “Disse o Senhor a Moisés”. Perdi as contas das várias vezes que encontrei esta expressão em Levítico. Deus falava e transmitia o seu querer e ensinamentos ao povo. Fico triste ao perceber que hoje muitos crentes não conseguem ouvir o Senhor. Será que Deus não fala mais ou nós não temos mais tempo para Ele? “Disse o Senhor a Alcenir”. Sim Deus pode falar comigo e também com você, basta tornar nossos ouvidos sensíveis ao Megafone de Senhor de nossas vidas.   “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo” Lv.11.44 Deus aqui chama a atenção do homem para importância da santificação. O termo hebraico “qadash” e sua flexões aparecem mais de 80 vezes em todo o livro. “Qadash” quer dizer “Santo”. Das idéias principais de Levítico, a mais importante é que Deus é perfeitamente santo e que a sua presença com o povo estende essa santidade a vida inteira da nação. O homem deve ser como Deus em seu caráter. Isso implica em imitar a Deus na vida diária. O texto é explícito em dizer que o alvo do povo israelita, nesta busca por santidade, deve ser o comportamento de Deus. O padrão de santidade não é humano, mas sim daquele que se manifesta na pessoa de Deus.   TEXTOS DIFÍCEIS Não encontrei nenhum texto muito difícil. Temos dificuldade de entender determinadas leis, porque estamos muito distantes daquele contexto. Mas podemos compreender que todas aquelas leis mostram que Deus age em harmonia com as leis naturais para o bem do seu povo. Podemos perceber claramente que as leis promoviam efetivamente a saúde e o

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 10, 2010
Credo Apostólico
Israel Belo de Azevedo

CREDO APOSTÓLICO, O CREDO CRISTÃO, 2 – Creio

No sentido bíblico, crer é um verbo com outro significado.

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 10, 2010
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: A chegada de Neemias (Neemias 1 a 3) — Prof. Almir Gonçalves Jr

Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 9, 2010
Credo Apostólico
Israel Belo de Azevedo

CREDO APOSTÓLICO, O CREDO CRISTÃO, 1 – INTRODUÇÃO

Ninguém chega à fé cristã agora, mesmo que seja agora que tenha reconhecido a Jesus como Senhor. A fé cristã é sempre individual, mas ela tem um invólucro, que é sempre coletivo e custou estudo ou sangue de muitas pessoas.

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 5, 2010

Mateus 13.36-53 — A DIDÁTICA DO MESTRE (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 13.36-53 — A DIDÁTICA DO MESTRE A metodologia de ensino de Cristo está se delineando para nós durante esta semana, através dos textos que lemos. É impressionante o fato que podemos extrair desta leitura: embora seja de dois mil anos atrás, a técnica didática do Mestre de Nazaré é moderna e eficaz. Observem que lança a parábola e deixa que os ouvintes reflitam sobre ela, numa técnica de estudo indutivo que é muito aplicada nos modernos centros de ensino. Indo mais além, dá algum tempo para esta reflexão individual, a fim de que cada um retire da parábola o que melhor lhe cabe, para depois voltar ao tema e explicar alguns detalhes que podem ter ficado obscurecidos no contexto geral dela. Fez assim com a parábola do semeador, que explicou logo a seguir, e com a parábola do joio e do trigo, quando aguardou que os seus discípulos pedissem a explicação, como acabamos de ler no texto demarcado para hoje: “Então Jesus, deixando as multidões, entrou em casa. E chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.” Mt 13.36 Além de explicar a parábola como o fez, o Senhor vai prosseguir abordando outros temas parabólicos a respeito do reino dos céus. Compara-o a um tesouro perdido no campo; à busca por boas pérolas; à rede lançada ao mar, que não discrimina os peixes, mas pesca todos que estão ao seu alcance, tudo com a finalidade de mostrar aos seus seguidores que este mundo é o campo onde estaremos convivendo em meio aos seus percalços, mas espalhando a boa semente do evangelho até que o Senhor determine o seu fim. Será que é isto que estamos fazendo? Será que estamos nos dedicando a cuidar deste reino ao nosso redor? Será que estamos contribuindo para que por meio de nosso viver outros venham a experimentar a bem-aventurança da vida em Cristo?- Sim, é isto que nos convém fazer, antes que o fim chegue e aqueles a quem amamos e prezamos se vejam destituídos da bênção eterna da salvação porque não lhes falamos de Cristo, não lhes mostramos o caminho do reino de Deus, que começa aqui mesmo e se projeta para toda a eternidade no reino dos céus, que para nós está preparado. Senhor, dá-me a capacidade de pregar o teu evangelho de forma a levar as pessoas a crerem no reino que tu tens preparado.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 31, 2010
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Gálatas
Israel Belo de Azevedo

Gálatas 2.20 — QUEM VIVE EM MIM

Lemos Gálatas 2.20 e fazemos deste verso o texto áureo de nossa vida:   “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. (Gálatas 2.20) No entanto, o que significa esta linda expressão: “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”?   Eu lhe convido a ler comigo alguns outros textos próximos desta mesma idéia.   1 Primeiro, ouçamos Jesus dizer:   “Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa”. (João 6.57) “Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado”. (João 8.34) “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele”. (João 14.23)   Quando lemos a história de Moisés, vemos um homem cheio de equívocos sobre si mesmo e ao mesmo tempo vemos o que uma pessoa que aprende com Deus pode vir a ser. Na primeira vez que ficamos sabendo de Moisés, ele está matando uma pessoa, razão por que teve que fugir. Moisés era alguém que, indignado com a violência, reagia com violência. Moisés vai deixando o Espírito de Deus tomar corpo dentro do seu corpo, ao ponto de o autor bíblico dizer que ele “era homem mui manso [“paciente”, na NVI], mais do que todos os homens que havia sobre a terra. (Números 12.3) O explosivo Moisés se tornou o manso Moisés, transformação que pode acontecer em todo aquele que ama a Deus e aprende com Ele. Quando foi chamado para uma missão no Egito, que culminaria com o êxodo, Moisés achou que ele iria libertar o povo; por isto, temeu e refugou, perguntando: “Quem sou eu para apresentar-me ao faraó e tirar os israelitas do Egito?” (Êxodo 3.11) No entanto, quando Deus diz quem faria a libertação (Disse Deus: “Estenderei a minha mão e ferirei os egípcios com todas as maravilhas que realizarei no meio deles. Depois disso ele os deixará sair” — Êxodo 3.20), ele aceitou a tarefa. Moisés se torna um vencedor quando sai da autossuficiência de si mesmo para a total dependência de Deus. Lemos vários discursos de Moisés, o homem que disse que não sabia falar. Talvez não soubesse mesmo, mas aprendeu. Ele estava cheio de Deus e fala dEle com entusiasmo, como um Senhor com quem falava como quem fala ao seu amigo (Êxodo 33.11a — “O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo”). Deus era o centro da vida de Moisés. O centro da vida de Jesus não era Jesus; era Seu Pai. Cristo vive em nós quando o centro de nossa vida é Cristo e não nós mesmos. Se é Ele Quem importa em primeiro lugar, Ele vive em nós. Quem conhece e ouve as palavras de Jesus, mesmo aquelas mais incômodas, como o seu alimento diário, vive por causa de Jesus. Cristo vive naquele que é seu escravo, não escravo do pecado. Podemos pensar, pensar, pensar, mas ou o pecado nos domina ou Jesus nos controla. Ou somos escravos de nós mesmos ou escravos de Jesus. A quem temos escolhido? Cristo vive naquele que obedece às suas palavras. A comunhão com Jesus começa com o conhecimento da sua palavra, com a audição da sua palavra e com a obediência a sua palavra.  Esta é a batalha do discípulo. Queremos ouvir a Jesus, mas o nosso eu quer ouvir a nós mesmos. Tendemos a pôr os ouvidos no nosso próprio coração, mas sabemos que precisamos pôr os nossos ouvidos no coração de Jesus. É o pulsar deste coração que realmente nos faz viver felizes. Jesus é o nosso modelo no nosso relacionamento com Deus.   2 Agora, vivamos o que o apóstolo Paulo escreveu aos romanos:   “Se vivemos, vivemos para o Senhor; e, se morremos, morremos para o Senhor. Assim, quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor”. (Romanos 14.8) “Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim”. (Romanos 7.17) “Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim”. (Romanos 7.20) “Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”. (Romanos 8.13-14)   Estes versos lançam fora todo o cinismo, como o de uma mulher que procurou um advogado. Ela era viúva  e um vizinho se aproximou dela, dizendo-se apaixonado. Prometeu que iria casar com ela e ela o colocou dentro de casa. Após a primeira noite, em que compartilharam a mesma cama, ele foi embora e disse que não queria casar mais com ela. A vizinhança ficou sabendo que os dois tiveram um caso. Ela ficou envergonhada. Por isto, procurou o advogado, em busca de uma reparação por danos morais à sua honra. Em sua justificativa, ela disse: “Eu sou evangélica e a situação ficou muito difícil para mim na minha igreja”. Seu pecado não a incomodava. Tendo vivido uma situação desagradável, queria agora ganhar dinheiro com o seu próprio pecado. À primeira leitura dos seus argumentos sobre o pecado, o apóstolo Paulo nos deixa à vontade. Ele admite que é um pecador. Ele reconhece que o pecado ainda o domina. Ficamos, então, à vontade. Como pecadores, estamos na companhia do apóstolo Paulo. No entanto, o apóstolo Paulo nos deixa constrangidos. Quando pecamos, somos escravos do pecado, como disse Jesus (João 8.34). Então, precisamos morrer para o pecado. Queremos? É constrangedor: ou pertencemos ao pecado ou pertencemos a Deus. Ou somos habitados por Deus ou somos habitados pelo pecado. Precisamos mortificar (matar) nossos atos naturais. Alguém nos ofende, ofendemos. Alguém nos seduz, seguimos. Alguém nos magoa, magoamos. Todo mundo faz,

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Israel Belo de Azevedo janeiro 31, 2010

Mateus 13.24-35 — AS PARÁBOLAS DO REINO (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 13.24-35 — AS PARÁBOLAS DO REINO Depois da parábola do semeador, com a qual iniciou o seu sermão à beiramar, Jesus vai continuar pregando através deste recurso didático muito usual nos tempos antigos, as parábolas. Desta feita, no texto de nossa leitura, trazendonos três delas a respeito do reino que viera instituir na terra, o reino de Deus, como os demais evangelistas o citam, ou o reino dos céus, como Mateus quase sempre o denomina (lembremo-nos de que Mateus escreveu o seu Evangelho para os judeus, e estes tinham muito cuidado em citar ou escrever o nome do Senhor). Fique claro, entretanto, que um ou outro título, nos escritos de Mateus, Marcos, Lucas ou João, querem dizer sempre a mesma coisa. As três parábolas do texto de hoje aludem ao reino dos céus como uma forma de vida possível ao homem crente, que vive sua vida terrena sob a bênção e unção da presença do Deus vivo. Na parábola chamada “do joio e do trigo”, ou na intitulada “do grão de mostarda”, ou ainda na designada como a “do fermento”, o que se ressalta para nós é que este reino, o reino de Deus, pode ser construído em nosso redor, ainda que com as limitações terrenas que nos cercam, por nossa ação e nosso cuidado em obediência e temor ao Espírito de Deus que sobre nós está. “Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou a boa semente… a um grão de mostarda… ao fermento…” Mt 13.24,31,33 Sim, a mensagem que o Senhor nos transmite é de suma importância para nós. Vejam que nos três casos ele nos coloca, crentes que somos, como agentes deste reino. O homem que semeia, duas vezes, e a mulher que cozinha, todos nós, com nossos acertos e desacertos humanos, podemos ser instrumentos da construção deste reino em nosso lar, no trabalho, na vizinhança e na igreja de Cristo. Tal como os discípulos do passado, nós somos direcionados a envolvernos na construção deste reino, o reino de Deus, onde, a par de nossas fraquezas, podemos desenvolver os nossos talentos e virtudes, colocando-nos junto aos amigos, parentes e irmãos, como instrumentos do amor, da compreensão e da solidariedade que só o Senhor Jesus pode inspirar em nossos corações. Senhor, torna-me um instrumento do teu reino. Que por minha ação o dia de hoje se torne melhor para alguém.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 29, 2010
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Êxodo
Israel Belo de Azevedo

PARA LER O LIVRO DE ÊXODO

  ISRAEL BELO DE AZEVEDO   Título: Êxodo Capítulos: 40 Versículos: 1213 Tempo aproximado para leitura: 140 minutos   O livro do Êxodo conta a história do nascimento de Israel, a partir da promessa dada a Abraão e confirmada aos seus descendentes (como lemos em Gênesis).  As datações variam, mas José morreu no século 19 a.C. Passaram-se entre dois e três séculos. A data do êxodo é fixada ou no século 15 ou no século 13.   ESTRUTURA O livro tem duas partes bem claras. A primeira está nos capítulos 1 a 18 e narra o êxodo do Egito em direção a Canaã, história que continuará nos livros seguintes. A segunda parte (capítulos 19 a 40) trata da legislação para a vida.   Na primeira parte, lemos: A preparação de Moisés (Êxodo 1-6.16) O “diálogo” de Moisés e Araçao com o Faraó (Êxodo 7.17-11.10) O êxodo propriamente dito (Êxodo 17.11-18.27)   Na segunda parte, temos: A legislação para a vida, inclusive os Dez Mandamentos (Êxodo 19-24) A legislação para o culto (Êxodo 25-30) A organização do culto (Êxodo 31-40)   SÍNTESE TEOLÓGICA Quatro frases podem ser usadas para definir a teologia do livro de Êxodo: . Deus age. O Êxodo é o livro das ações extroardinarias de Deus, mais que qualquer outro livro da Bíblia. . Deus se revela. Deus diz inclusive como é o seu nome: EU SOU ou EU SOU O QUE SOU..Ele fala ao povo, através do seu profeta (Moisés) e através dos fenômenos naturais, como ventos e trovões. . Deus é fiel ao pacto que firma com o homem. O pacto firmado com Abraão é renovado, mesmo que tenha que ser repetido (como no caso da quebra das tábuas da lei). . Deus ensina seu povo a viver. A legislação apresentada e reunida visa precisamente dar ao povo um roteiro para a sua vida durante a caminhada (fuga) e durante o estabelecimento em Canaã como uma nação.   PARA LER DEVAGAR Um dos salmos da Bíblia está em Êxodo, no capítulo 15. Todo o salmo, de exaltação ao Deus que age, deve ser lido bem devagar, como nesta estrofe:   “O Senhor é a minha força e a minha canção;  ele é a minha salvação!  Ele é o meu Deus e eu o louvarei,  é o Deus de meu pai,  e eu o exaltarei!” (Êxodo 15.2)   O TEXTO QUE MAIS TOCOU MEU CORAÇÃO Leio sempre com espanto a história da chamada de Moisés. O registro mostra (Êxodo 3-4) como Deus age. Evidencia também como nossas limitações são limitadas. Moisés estava cuidando do rebanho da família, quando algo estranho aconteceu. No fim do horizonte, uma árvore pegava fogo permanentemente. O fogo não se apagava, nem a árvore se consumia. Moisés ficou curioso. Deus esperava por ele. Deus usou as circunstâncias, inclusive a curiosidade de Moisés. Depois, Moisés não teve como “escapar”. Homicida e trânsfuga, seu encontro com Deus foi mudando a sua vida. Relutante em obedecer à chamada, foi convencido a aceitar a missão. O resto é uma história de obediência e intimidade. Uma linda história. Leio também com prazer a história do trabalho de Bezalel e Aoliabe, à frente de uma grande equipe de voluntários (Êxodo 31). A história começa com a chamada dos dois profissionais, que foram cheios do Espírito de Deus, recebendo “destreza, habilidade e plena capacidade artística” (Êxodo 31.3). Com os profissionais dispostos, Moisés chamou o povo para prover os recursos financeiros. O povo compareceu de modo extraordinário (Êxodo 36.6). Ao final, Moisés inspecionou tudo o que foi feito, pondo seu selo de qualidade (Êxodo 39.43).   TEXTOS DIFÍCEIS 1. Deus endureceu o coração de Faraó para não permitir a saída do povo de Israel. Por 12 vezes, a expressão aparece, indicando a soberania de Deus até sobre o rei pagão do Egito. O problema é que a ação de Deus parece indicar, então, que o Faraó não teve responsabilidade em sua resistência. Para entender esta ação de Deus, devemos nos lembrar da teologia subjacentes: tudo o que acontece na história está sob o controle de Deus. Se o Faraó amolecesse, Deus estava por trás disso. Se o Faraó endurecesse, Deus estava por trás disso.  Ademais, o êxodo não seria uma coisa fácil. O processo até a saída devia também servir para o que o povo de Egito soubesse quem era Deus, o mesmo valendo para a família de Moisés e todas as famílias hebréias. A ação de Deus não elimina a liberdade (e, por conseguinte, a responsabilidade) do governante. Ele decidiu segundo a sua consciência. Deus sabia como ele agiria.   2. Ante de deixarem a terra da escravidão, as famílias hebréias devem defraudar as egípcias (Êxodo 3.22) Há um problema ético difícil aqui, porque Deus recomenda que mulheres de Israel usem de um artifício para se apropriaram de bens das famílias do Egito. Devemos nos lembrar que as hebréias eram escravas das egípcias. Durante muitos anos (pelo menos uns 126 anos), elas foram exploradas. Agora, tinham a oportunidade de tomar dinheiro, numa espécie de “reparação” pelos que sofreram. Podemos entender a recomendação como uma condenação à prática da injustiça. No contexto da revelação neste momento, o conceito de justiça é retributivo, do tipo “tomou, tem que devolver”. A atitude das mulheres não é um padrão para nós.   3. Êxodo 4.24-26 informa: “Numa hospedaria ao longo do caminho, o Senhor foi ao encontro de Moisés e procurou matá-lo. Mas Zípora pegou uma pedra afiada, cortou o prepúcio de seu filho e tocou os pés de Moisés. E disse: — Você é para mim um marido de sangue! Ela disse “marido de sangue”, referindo-se à circuncisão. Nessa ocasião o Senhor o deixou”.  Como a narrativa é muito curta, não temos certeza absoluta do seu sentido. Provavelmente, Moisés descurou de sua responsabilidade como pai e não circuncidou o seu filho. Deus pretendeu disciplina-lo, com a morte, por sua desobediência. Zípora entrou em cena e fez o papel que cabia ao marido e tudo se acertou. Assim mesmo, recriminou o marido por,

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Israel Belo de Azevedo janeiro 26, 2010

Mateus 13.1-23 — UM SERMÃO À BEIRA MAR (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 13.1-23 — UM SERMÃO À BEIRA MAR Muitas vezes não nos expomos a pregar o evangelho. Quando somos atraídos a isto, passamos a considerar as condições reinantes, o ambiente em volta, as possibilidades, positivas ou não, e, na maioria das vezes, nada fazemos, perdendo a oportunidade. Sei que muitos achariam que tal preocupação deve ser de pastores e evangelistas, mas a verdade é que a pregação da Palavra e o testemunho veraz devem ser praticados por todos aqueles que se dizem crentes em Cristo Jesus e não apenas pelos “encarregados” do ministério profético. Considerem a situação que Mateus narra para nós: “No mesmo dia, tendo Jesus saído de casa, sentou-se à beira do mar; e reuniram-se a ele grandes multidões, de modo que entrou num barco, e se sentou; e todo o povo estava em pé na praia.” Mt 13.1,2 Observem, pela narrativa do capítulo anterior, que Jesus já estivera numa sinagoga, realizara duas curas, discutira longamente com os escribas e fariseus, voltara para a casa onde se hospedava em Cafarnaum (provavelmente a casa de Pedro), onde se vê com os seus familiares, e, por certo, já ao entardecer, volta a sair para dirigir-se à praia. Cafarnaum era uma cidade que ficava à beira do mar da Galiléia e era um importante entreposto pesqueiro. Sem dúvida, queria agora descansar, retirando-se um pouco do meio da multidão e do confronto com seus antagonistas de sempre. A multidão, no entanto, o segue. Vejam, pelo texto, que ele “sentou-se à beira mar”, isto é, deve ter escolhido um recanto da praia para, reclinando-se, meditar vendo a paisagem marítima, que é sempre convidativa à reflexão. Eis, então, que o povo começa a chegar e a rodeá-lo. É quando ele, levantando-se, dirige-se a um dos pequenos barcos que ficavam à margem, junto às pequenas marolas que se quebravam na areia, e, aproveitando a oportunidade, senta-se na sua proa e começa a pregar. Tudo parecia conspirar contra isto, mas Cristo vai fazer ali um dos seus mais marcantes sermões. Será que nós fazemos assim também? Será que nós, os crentes de hoje, seguidores dele, temos procurado aproveitar as oportunidades que nos surgem? Senhor, que eu me torne sensível às oportunidades que surgem de pregar o teu evangelho àqueles que estão ao meu redor.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 25, 2010
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