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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Mateus 12.38-50 — CRISTO COMPROVA JONAS (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 12.38-50 — CRISTO COMPROVA JONAS Eis um argumento irretocável para a história de Jonas. Cristo a comprova neste texto. Se alguém ainda tem alguma dúvida quanto ao que está registrado naquele livro tão confrontado do Antigo Testamento (e sabemos que isto acontece mesmo entre pessoas tidas como crentes) , eis aí a prova irretorquível de sua veracidade: – Cristo, o Senhor Jesus, o Filho de Deus, além de fazer uma comparação tipológica entre o que aconteceu ao profeta e o que acontecerá a ele, fala aos líderes religiosos que o “grande peixe” existiu, que Jonas foi engolido por ele, que ficou em seu ventre três dias, e que os ninivitas se converteram com a sua pregação. Será que ainda existirá alguém que duvide de tal passagem? Para aqueles que têm esta dúvida, que consideram este livro como uma espécie de paráfrase ou imaginação profética, Cristo nos dá um parecer trágico para eles: “Os ninivitas se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui quem é maior do que Jonas.” Mt 12.41 Sim, os ninivitas estarão entre os salvos na glória. Eles estão entre os de vestes brancas do Apocalipse, que lavaram os seus vestidos no sangue do Cordeiro. Alguns daqueles judeus, por certo, criam na história de Jonas, por mais incrível que lhes parecesse, pois afinal estava registrada no livro tido como santo para eles. Mas, não criam no Filho de Deus, que ali estava, o Senhor Jesus, que era maior, muito maior do que Jonas. Muitas vezes, estamos de tal forma presos à lógica e ao raciocínio da mentalidade humana moderna que não nos apercebemos da singeleza e da grandeza, ao mesmo tempo, do milagre que Cristo significa para nós. Se achamos de certa forma “impossível” de ser compreendido logicamente o milagre de Jonas, como aceitaremos e compreenderemos o milagre de Cristo? Senhor, que minha mente racional e lógica seja sensível a crer no ilógico e sobrenatural que representa a tua salvação.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 23, 2010

Mateus 12.22-37 — A CHEGADA DO REINO DE DEUS (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 12.22-37 — A CHEGADA DO REINO DE DEUS A metodologia de ensino que o Senhor Jesus vai usar será sempre muito dinâmica e flexível. De acordo com o tipo e formação das pessoas em volta, ele vai adotar diferentes formas de ensinar as verdades bíblicas que viera confirmar e viver. Se pessoas humildes e simples, aborda temas comuns do dia-a-dia a que estavam acostumadas. Se gente necessitada e carente, vai lhes falar com bondade e compassividade. Se elite orgulhosa e fanática, fala-lhes então com autoridade e imposição. No texto de hoje, ele está falando diante de antagonistas, mais uma vez. Ali estão os fariseus e os escribas, que tentavam deturpar a sua mensagem e encontrar nela pontos vulneráveis que poderiam servir de base para suas acusações contra o evangelho que pregava e que começava a mudar o coração das pessoas e a grangear tantos seguidores e discípulos. Diante de mais um milagre por ele realizado, a cura de um endemoninhado cego e mudo, apelam para uma acusação absurda: a de que ele estava curando por inspiração maligna (Belzebu, Satanás, o príncipe dos demônios, para os judeus). Cristo vai lhes responder com argumentos de muita lógica e racionalidade: Como poderia vir alguma coisa boa de Satã?… Se aquele homem estava possuído por ele, daí estar endemoninhado, cego, surdo e mudo, como ele o curaria?… Estaria Satanás dividido em si mesmo?… Uma parte boa e outra má?… – É quando então ajunta um argumento que é uma resposta poderosa e significativa para toda a cristandade, ontem e hoje: “Mas se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, logo é chegado a vós o reino de Deus.” Mt 12.28 Sim, há muita gente hoje que se indaga e pergunta sobre a chegada deste reino. Quando virá?… Nos fins dos tempos?… Ou só na eternidade?… – Não, o reino já veio! Cristo o instituiu quando aqui viveu entre nós. Ele o instaurou e lhe deu autenticidade quando afirmou que está dentro de nós (Lc 17.21). Ele lhe deu continuidade quando enviou-nos o Espírito Santo (Jo14.16). Senhor, que a presença do teu reino dentro de mim seja uma realidade que eu transmita aos que vivem ao meu redor.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 21, 2010

Mateus 12.1-21 — OS EXTREMISMOS DA RELIGIOSIDADE (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 12.1-21 — OS EXTREMISMOS DA RELIGIOSIDADE Vivemos tempos em que, a título de exemplo de fidelidade ou religiosidade, extremada e fanática, sem dúvida, pessoas se matam e levam em sua morte civis inocentes, pertencentes a outros grupos religiosos. São até elogiados por isso e servem de exemplo para as novas gerações. O mundo hoje vê com freqüência e como infeliz normalidade a incidência de tais fatos nas regiões do mundo onde o islamismo extremado e deturpado vem tentando impor os seus princípios. Os judeus do passado, sem chegar a tais extremos, praticavam mais ou menos a mesma filosofia do fanatismo religioso. A leitura de hoje nos apresenta dois episódios em que atos de compreensão, bondade e solidariedade não foram aceitos pelos líderes religiosos, por atentarem, segundo sua concepção, contra postulados religiosos por eles mesmos criados. Chegam até mesmo ao extremo da intenção punitiva máxima (vejam o versículo 14), contra aquele que os havia cometido, simplesmente porque alguns homens, os discípulos, colheram espigas para se alimentarem (o que para eles indicava trabalho no dia santo) e porque um pobre aleijado era curado de sua atrofia (o que também apontava para o trabalho de quem havia exercido o ato da cura). Tudo isto decorrente de atos simples e corriqueiros do viver, que eles, em seu extremismo religioso, tentavam legislar ou regulamentar: “Naquele tempo passou Jesus pelas searas num dia de sábado; e os seus discípulos, sentindo fome, começaram a colher espigas, e a comer.” Mt 12.1 A religião judaica exacerbou o conceito de fidelidade. Dos 10 mandamentos instituídos por Deus, criaram mais de 600 preceitos, espalhados por seis ordens, cerca de 63 tratados, o que veio a se constituir no Talmude, a coletânea de princípios rabínicos que regulamentavam a vida do judeu a ponto de determinar o número de passos que poderiam dar no sábado. Cristo vai mostrar-lhes que, chegando a este extremo, eles estavam supervalorizando a lei em detrimento da criatura humana, criada à imagem e semelhança do Pai. Senhor, dá-me a percepção espiritual para sentir aquilo que deve ser preservado em meu viver, como culto real e significativo a ti.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 19, 2010

Mateus 11.28-30 — O MAIOR CONVITE JÁ FEITO (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 11.28-30 — O MAIOR CONVITE JÁ FEITO Ao tempo em que escrevemos esta meditação, o mundo vive uma de suas mais tensas e tenebrosas semanas: – No Iraque, a rebelião dos grupos xiitas e sunitas contra as tropas de ocupação da coalizão aliada, oferece-nos reportagens televisadas e fotos na imprensa diária de terrível crueldade e malignidade. – Em Israel, a intifada mais uma vez se levanta contra o domínio judeu sobre as terras contestadas, e jovens, homens e mulheres se matam como “homens-bombas” levando consigo dezenas de seres inocentes. – Na Europa, os países mais desenvolvidos estão vivendo acuados pelas ameaças de terrorismo coletivo, sendo que um deles já perdeu mais de 200 vidas em um atentado. – No Rio de Janeiro, a chamada “cidade maravilhosa” de nosso país, a briga entre traficantes de duas favelas divide a cidade ao meio, e a população desses morros se retira de suas casas, atemorizada pelo tráfico e pela violência. Além disto, mesmo nos países distantes de tais situações, um clima de pessimismo e desalento se intala em diversas camadas da sociedade, pela falta de esperança, ausência de perspectiva melhor, carência de sentimentos pelos quais seja motivador o viver e o futuro. Diante de um quadro como este é que intitulamos o texto da leitura de hoje como o maior convite já feito ao ser humano. Ele se estende há dois mil anos já, por sobre todos os povos e todas as nações, e alcança a todas as pessoas em meio aos seus problemas e alegrias. Dizem os entendidos que a angústia , a tribulação íntima, é o mal do século. Desde o final do século passado, o que se confirma no início deste, o homem vem perdendo a luta contra a depressão psíquica. Daí a importância do convite feito por Jesus, o maior convite já feito a toda a humanidade. A solução, a resposta aí está: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” Mt 11.28 Senhor, que diante de tanta violência eu possa ser um instrumento teu, para trazer ao meu redor a paz que vem de ti.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 17, 2010

Mateus 11.25-27 — ALGO DO “AGRADO” DE DEUS (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 11.25-27 — ALGO DO “AGRADO” DE DEUS Só Mateus e Lucas registram este momento, que é chamado na intitulação dos escribas de “a exultação de Jesus”. Lembremo-nos de que estes subtítulos colocados na Bíblia, encimando certos textos, não são bíblicos, propriamente ditos, mas, sim, criados pelas autoridades e editores da igreja que a capitularam no Século XIII (Estêvão Langton) e a dividiram em versículos no Século XVI (Estefânio). Este título, no entanto, é bem apropriado. Ele expressa um momento em que o Senhor Jesus, diante das últimas ocorrências de que havia participado (o sermão de preparação para os discípulos, a pregação prática do evangelho, a resposta aos emissários de João Batista, suas considerações a respeito de seu primo e seu pesar pelas cidades impenitentes), como que suspira profundamente e, melhor refletindo as experiências vividas, eleva os olhos aos céus e conversa com o Pai, que a tudo assistira. Exultação quer dizer “gozo, grande alegria, júbilo”. Poderia ser traduzido também, no caso, como exaltação, pois, ao mesmo tempo em que evidencia a satisfação do Mestre por reconhecer a bênção transmitida aos pequeninos, é igualmente uma forma de se exaltar e glorificar tanto ao Pai, que tudo concedeu, mas também ao Filho, que se revelou ao homem. O sentido profundo desta exultação deve ser devidamente avaliado por nós hoje. O que Jesus está louvando no Pai é que tais bênçãos, que foram reveladas a todos os homens, são melhor compreendidas e aceitas pelos pequeninos (os humildes, os simples, os pobres de espírito), e muitas vezes desprezadas pelos sábios e entendidos, que, orgulhosos em seu saber e cultura, não aceitam a simplicidade daquele que veio para salvar a todos, Jesus Cristo. Daí, ele ressalta então que esta reação dos homens à mensagem de salvação era algo previsto no plano do Pai, ou, como a própria Bíblia nos registra: “Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” Mt 11.26 Senhor, eu te agradeço por ter sido da tua vontade que eu, com humildade, aceitasse o teu plano de salvação para mim.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 15, 2010

Mateus 11.20-24 — UMA TRISTE ACUSAÇÃO (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 11.20-24 — UMA TRISTE ACUSAÇÃO Estamos num momento de lamentação de Cristo. Muitas vezes, lembramonos desta ênfase temática da Bíblia, relacionada apenas ao profeta Jeremias do Antigo Testamento, por ter sido ele o mais candente lamentador do colégio profético e em função de ter escrito um livro de cinco capítulos contendo apenas palavras de tristeza e clamor pelos pecados e desgraças que cercavam o povo de Israel em seu tempo. Quando chegamos ao Novo Testamento, pensamos apenas nas passagens positivas de Cristo, lembrando-nos especialmente das bem-aventuranças no sermão da montanha, do convite aos que sofrem para serem consolados, das promessas agradáveis que fazia aos que o ouviam; no entanto, ele expressou também sentimentos de lamentação e de frustração. O texto de leitura para hoje destaca-nos isto: “Então começou ele a lançar em rosto às cidades onde se operara a maior parte dos seus milagres, o não se haverem arrependido, dizendo:” Mt 11.20 Ele vai destacar então,algumas cidades judaicas que teriam sido privilegiadas pela pregação do evangelho que trouxera ao mundo. Elas se tornaram centros de sua atenção missionária, e, embora circulasse por suas imediações na Galiléia, era a elas que sempre voltava tornando-as verdadeiros focos da mensagem de salvação para o mundo. Faz então uma comparação muito triste sobre duas cidades gentílicas (Tiro e Sidon), que, não tendo recebido sua presença diretamente, teriam sido mais receptivas a ele do que as de sua origem (Corazim, Betsaida e Cafarnaum), sendo que, esta última, ele chega mesmo a comparar negativamente com a própria Sodoma do Antigo Testamento. Nosso país, nossa estado, nossa cidade, nosso bairro têm recebido a bênção da pregação do evangelho. Qual tem sido a repercussão deste trabalho? As pessoas têm se convertido? Têm sido transformadas? – Que o Senhor Jesus ao olhar para nossa comunidade, não tenha do que se lamentar, pois, por nosso trabalho e esforço e pela bênção dele mesmo, ela tem sido transformada. Senhor, que, por minha atuação, meu lar, meu colégio, minha vizinhança não sejam motivo de lamentação para o meu Senhor.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 13, 2010

Mateus 11.7-19 — UMA MENÇÃO NECESSÁRIA (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 11.7-19 — UMA MENÇÃO NECESSÁRIA Embora o texto lido ontem possa trazer-nos alguma dúvida sobre a pessoa de João Batista, em função da pergunta que envia por intermédio de seus discípulos, o texto de hoje nos dá uma clara resposta da identidade forte e positiva do profeta que personificou a “voz que clamou no deserto”, segundo Isaías. O testemunho que o Senhor Jesus nos dá de seu primo carnal é como que uma confirmação ao que supõem alguns comentaristas: o envio dos seus discípulos a Cristo com aquela pergunta ambígua era a forma como ele iria tirá-los de perto dele num cárcere e enviá-los ao Cristo que deveriam seguir a partir de então. Daí a resposta do Mestre, repetindo-lhes quase por inteiro as palavras do profeta Isaías, 720 anos antes, a respeito do Messias que viam, o Cordeiro de Deus que João lhes apontara. Por esta causa, Cristo vai então falar a respeito de João estabelecendo um perfil dele que não encontra paralelo na narrativa do NT. Nem Pedro, depois de seus fracassos, nem mesmo Paulo, após sua conversão, teriam um retrato tão autêntico e valoroso de suas vidas dedicadas ao evangelho, como o pregoeiro do Mestre, João, o Batista, recebeu dele mesmo: “Ao partirem eles, começou Jesus a dizer às multidões a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? um caniço agitado pelo vento?” Mt 11.7 Ele vai continuar fazendo comparações antagônicas, para assim completar com uma afirmativa, uma menção necessária para exaltar a pessoa extraordinária que foi o seu primo, João Batista, o filho de Isabel e Zacarias: Sim, saístes a ver um profeta?… Não, saístes a ver um que é muito mais do que um profeta! A autenticidade de João deve ser imitada por nós crentes de hoje. Vivemos tempos em que os relativismos e as tolerâncias com hábitos, atos e palavras mundanos permitem a invasão de nossos lares e igrejas por esses modismos inconvenientes. João tinha a coragem de chamar de pecado aquilo que parecia ser normal para Herodes. Precisamos ser árvores firmes e não caniços a serem empurrados pelos ventos de doutrina daqui para ali. Senhor, dá-me firmeza de caráter para que possa como crente testemunhar para o mundo aquilo que tu esperas de mim.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 11, 2010

Mateus 11.1-6 — DA TEORIA PARA A PRÁTICA (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 11.1-6 — DA TEORIA PARA A PRÁTICA Lembro-me do meu tempo de estudante, quando no colegial tínhamos as aulas de Física ou de Química. Eram duas ou três por semana, quando em nossas carteiras em classe escrevíamos as fórmulas e equações e ouvíamos dos professores as combinações e os símbolos do mundo da Ciência. No sábado, éramos então levados à sala-laboratório do colégio, onde víamos na prática aquilo que havíamos estudado na teoria. Entre bicos de bunsen, ácidos, sais e pós químicos, misturados em tubos de ensaio, provetas e pipetas, víamos a olho nú aquilo que tínhamos ouvido na instrução oral do professor.   Cristo, o Mestre dos mestres, ainda que há tanto tempo atrás, não podia deixar de fazer o mesmo, melhor ainda. Antecedendo o tempo da moderna pedagogia, depois de ensinar e explicar o que, por que, quando e onde” iriam fazer aquilo que tinham por missão realizar, ele agora saía em campo, para mostrar “como” isto deveria ser feito:   “Tendo acabado Jesus de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades da região.” Mt 11.1   Não podemos subestimar a necessidade desta prática. Nossas igrejas há algum tempo atrás eram acusadas de treinar, treinar, treinar e nunca colocar em prática o que estava sendo treinado. Diziam os críticos que as nossas uniões de treinamento, como eram chamadas, de juniores, adolescentes, jovens e adultos treinavam muito, mas não ofereciam aos seus treinandos a oportunidade de praticarem aquilo para o que estavam sendo preparados. Logicamente, competia a cada igreja encontrar em sua comunidade o campo de atuação prática para que seus membros pudessem colocar em exercício aquilo que teriam aprendido nas uniões.   Hoje, quando há um certo relaxamento na maioria de nossas igrejas nessa tarefa de treinar, há que se perguntar: – Será que estamos praticando o evangelho como deveríamos? Será que estamos colocando em prática o pregar e o viver de forma adequada? Jesus a isto nos convoca! Senhor, faze-me ter prazer em falar do teu evangelho àqueles que não te conhecem. Que eu saiba como aproveitar as oportunidades para isto.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 8, 2010

Mateus 10.23-42 — UMA AFIRMATIVA PODEROSA (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 10.23-42 — UMA AFIRMATIVA PODEROSA Este sermão de Jesus é como que uma instrução prática aos seus discípulos mais chegados. Ele os está dotando de conhecimento para a obra que terão por realizar. Cada versículo contém uma lição, praticamente. De cada um deles podemos retirar ensinamentos preciosos para nós, seus discípulos de hoje, se nos propusermos realmente a seguir o ministério que temos de anunciar o evangelho de Deus.   Dos vinte versículos da leitura de hoje, teríamos, assim, vinte instruções ditadas pelo Mestre dos mestres. Vamos nos deter no segundo deles, para evidenciar como são eles ricos em conteúdo para nossa melhor firmeza doutrinária e disposição evangelizadora.   "Não é o discípulo mais do que o seu mestre, nem o servo mais do que o seu senhor." Mt 10.24   Sim, o discípulo tem que refletir aquilo que o seu mestre é ou foi! Sim, o servo tem que representar a pessoa de seu senhor e dono! – Em um e outro caso, espera-se que o discípulo ou o servo que tenha recebido a educação e a formação de seus preceptores, mestre ou senhor, venham a ser dignos representantes daqueles que os prepararam para suas tarefas.   Na antigüidade, Aristóteles seria o grande filósofo que foi, pois teria sido discípulo de Platão. Por sua vez, Alexandre, que teve como preceptor o próprio Aristóteles, teria que ser o conquistador que foi, pois era filho de Filipe, o Grande, rei da Macedônia. Mais recentemente, os cientistas egressos do Instituto de Estudos Avançados, em Princeton, USA, tinham a responsabilidade de ser notáveis, pois haviam sido alunos de Albert Einsten, o maior físico dos meados do século passado.   Hoje, como discípulos de Cristo, temos a obrigação de levar ao mundo a presença de nosso Mestre e Senhor, pois ele para isto nos designou quando afirmou o que acima lemos. Sejamos dignos de nosso Mestre e Senhor! Senhor, que eu possa, por meio de meu testemunho de vida, evocar a presença de Cristo para aqueles que me rodeiam.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 22, 2009

Mateus 10.1-22 — A AUTORIDADE QUE RECEBEMOS (Almir Gonçalves Jr)

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 10.1-22 — A AUTORIDADE QUE RECEBEMOS Quase que como uma continuidade ao que foi exposto no último tema do capítulo 9, o 10 se inicia com a mesma temática: a seara é realmente grande e além do Senhor precisar de obreiros para ela, precisa também que estes sejam bem preparados.   A didática de Jesus é bem atual e contemporânea. Impressiona-nos como ele já aplicava conceitos que a moderna pedagogia veio a adotar mui recentemente, em seu tempo de cerca de dois milênios atrás. Seu discernimento em separar a teoria da prática é algo tecnicamente comprovado hoje. Quando queria ensinar-lhes, fazia os seus "retiros", subia o monte, passava "para o outro lado", tudo com o fim de ficar a sós com eles e poder-lhes transmitir melhor, teoricamente, tudo aquilo de que precisavam para a boa formação interior sobre a vida cristã da qual se tornariam arautos em breve. Quando achava que estava na hora de eles começarem a ver na prática como essa teoria se comprovava, mudava todo o esquema, aplicando-lhes o sistema de "residência" ou de "estágio probatório", muito utilizados hoje, como lemos abaixo:   "E, chamando a si os seus doze discípulos, deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda sorte de doenças e enfermidades." Mt 10.1   Nossa preocupação hoje deve ser a de que os discípulos, que somos nós, ficamos, quase sempre, apenas na teoria. Convertemo-nos, passamos a ser membros de igreja, ficamos a vida toda aprendendo, conhecendo, lendo e estudando, o que não é ruim em si mesmo, mas torna-se algo inoperante e inócuo na medida em que não passamos à prática. Tornamo-nos excelentes na teoria, mas somos um "zero" à esquerda na prática. A autoridade que ele nos concedeu, então, torna-se vazia e sem efeito, porque não saimos a campo para pregar, para testemunhar, para mostrar ao mundo a diferença que o evangelho traz.   Você é detentor desta autoridade que o Senhor nos deu? Você a tem colocado em prática? Ou, cheio da teoria cristã, você está se alienando da prática cristã? Senhor, faze-me praticar o teu evangelho. Que eu não me contente apenas em tê-lo para mim, mas que o leve àqueles que não te conhecem.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 20, 2009
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