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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Mateus 6.19-34 — VALORES MATERIAIS X VALORES ESPIRITUAIS

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 6.19-34 — VALORES MATERIAIS X VALORES  ESPIRITUAIS A maior causa de tensão emocional para o ser humano, tanto no passado como nos tempos de hoje, é a sua preocupação com respeito ao dia de amanhã. Tendo em vista a perspectiva que possui de seu futuro, o homem vive o dia presente em tranqüilidade e paz ou ansiedade e angústia. Como esta realidade já era notória nos tempos de Cristo, a simples leitura dos Evangelhos nos demonstra: as histórias do mancebo de qualidade e de Zaqueu, as parábolas do filho pródigo e do rico insensato nos comprovam que o assunto era de tal ordem de importância para os homens a ponto de merecer, por parte do Mestre, di versas inserções de ensinos a respeito do tema. Ele não poderia faltar então no Sermão da Montanha, aquele em que o Senhor Jesus apresentava aos que se credenciavam a ser seus seguidores o seu plano de vida melhor para a criatura humana. Ele vai abordar com muita propriedade o assunto, iniciando-o com uma palavra imperativa de grande significado: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam.” Mt 6.19 Este é o grande tormento da mentalidade capitalista e consumista que nossa sociedade criou. O homem passou a ser avaliado pelo que tem e não pelo que é. Nos EE.UU, país que gera para o mundo esses conceitos materialistas, os jovens executivos só comprovam o seu efetivo valor se forem capazes de ganhar o primeiro milhão de dólares antes dos 30 anos. Casa de campo ou de praia, as duas juntas, melhor ainda, conta bancária recheada, dois ou três apartamentos, viagens, carro importado e do ano são as marcas que o mundo com os valores materiais como fundamentais, busca com sofreguidão cada vez mais, criando-se com isto um clima de tensão de tal ordem que muitos são levados à frustração ou doença, à depressão ou mesmo ao suicídio. A esses valores que sufocam a moderna civilização ocidental, principalmente, o Senhor Jesus vai contrapor os valores espirituais. Estes são os que verdadeiramente devem importar para aquele que se diz seguidor do Mestre. Senhor, enche-me de tua paz de tal forma que a preocupação material que eu tenha seja conduzida por ti em minha mente.

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Israel Belo de Azevedo julho 31, 2009

Mateus 6.1-18 — A OSTENTAÇÃO NA VIDA CRISTÃ

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 6.1-18 — A OSTENTAÇÃO NA VIDA CRISTÃ Depois dos aspectos da Lei que ele evidencia no capítulo 5, neste cuja leitura começamos hoje, o Senhor Jesus vai abordar outro aspecto muito caro ao povo judeu, principalmente à elite religiosa. Vejam que o Sermão do Monte é todo ele uma estratégia para apresentar ao povo as diferenças na nova ordem religiosa que ele vinha instituir, embora em continuidade à anterior. A lei mosaica precisava de uma reciclagem, digamos, tendo em vista que os tempos do Messias chegaram. Daí suas palavras no capítulo anterior, onde por cinco vezes antagonizou-se diretamente com os princípios da Lei, ainda que se apresentando como aquele que não veio destruíla, mas, sim, cumpri-la. Agora, ele aborda um outro problema. O judeu, cumpridor da lei, não se satisfazia em sê-lo, em seu íntimo e em sua privacidade. Ele queria que todo mundo soubesse de seu zelo e obediência. Assim, ele inicia o texto de hoje com uma palavra que deve ter “batido” fundo nos fariseus hipócritas que o ouviam: “Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles; de outra sorte não tereis recompensa junto de vosso Pai, que está nos céus.” Mt 6.1 E, daí por diante, ele vai abordar a questão das esmolas, da oração e do jejum, três práticas muito caras ao povo judeu, podendo ser todas elas vistas como “as boas obras” do versículo acima, em que introduz o assunto. O problema é que a elite do povo de Deus se dedicava a tais obras, mas muito deles, apenas por orgulho ou vaidade pessoal. Não havia verdadeiro fervor, interesse pelos carentes, amor pelos necessitados, mas, sim, o desejo de serem “reconhecidos” pelos seus pares. Isto deve servir de advertência para nós. Muitas vezes, no mundo de hoje, podemos estar sendo levados a proceder desta forma: contribuir, ajudar e orar, apenas porque todo mundo faz e vai ficar mal que eu não o faça. O Senhor examina o coração, e por isso, sabe sempre que foi a “viúva pobre” que deu a maior e melhor oferta, não porque deu tudo quanto tinha, apenas, mas porque deu de coração. Senhor, faze-me contribuir, ajudar e orar, com verdadeiro espírito de dedicação e não por simples ostentação.

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Israel Belo de Azevedo julho 31, 2009

Mateus 5.33-48 — O JURAMENTO NA VIDA CRISTÃ

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 5.33-48 — O JURAMENTO NA VIDA  CRISTÃ O povo judeu possuía uma formação muito rigorosa com respeito ao juramento. Isto vinha dos tempos de Moisés, quando instituía a Lei para os judeus citando por diversas vezes as restrições com respeito ao jurar usando o nome de Deus. É interessante verificar que esses cuidados eram de tal ordem que, em cada um dos livros do Pentateuco, exceto o Gênesis, onde ele funcionou apenas como escriba, isto é, em Êxodo 20.7, em Levítico 19.12, em Números 30.2 e em Deuteronômio, duas vezes, 5.11 e 23.23, ele faz menção ao juramento como algo que podia ser feito em nome de Deus, desde que fosse depois cumprido na íntegra. Davi dá outro realce ao cuidado com o juramento quando em um de seus salmos, aquele que alude ao “verdadeiro cidadão dos céus”, chega a mencionar que o perfil desse cidadão é de alguém que, “mesmo que jure com dano seu, não muda” (Sl 15.4b). Vem Cristo agora e vai mudar tudo isto. É o terceiro antagonismo que ele traz entre a sua Graça e a Lei de Moisés: “Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo que de maneira renhuma jureis…” Mt 5.33,34 Sim, à guisa de mostrar-se zeloso, o judeu passou a banalizar o juramento. Jurava por qualquer coisa, especialmente pelas mínimas, o que não lhe exigiria sacrifício algum em cumpri-las, fazendo-o apenas para mostrar-se como um cidadão respeitável e temente a Deus. Vem o Senhor Jesus e diz: Nada disto! Nenhum compromisso terreno é digno de ser garantido pelos valores espirituais e eternos. O cristão tenha sua palavra garantida e dignificada por seu caráter e integridade. Ele não precisa de artifícios outros para demonstrar que, em seu viver, o seu falar é “sim, sim; não, não”, sem a necessidade de juramentos, pois aquilo que ele fala ele cumpre! Como crente, você está vivendo assim? Senhor, faze com que minha palavra, sem a necessidade de juramentos, seja cumprida, pois tu vives em mim.

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Israel Belo de Azevedo julho 31, 2009

Mateus 5.17-32 — UMA PALAVRA DE CONFORTO

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 5.17-32 — UMA PALAVRA DE CONFORTO A partir deste momento que se inicia na leitura do versículo 17, o Senhor Jesus passa a fazer de seu Sermão no Monte uma peça de confronto com aquilo que os escribas e fariseus ensinavam e exigiam do povo. Até o final deste capítulo, serão quatro alocuções bem explícitas sobre aquilo que eles ensinavam e aquilo que ele, Jesus, viera trazer ao mundo. Começa fazendo uma interposição sobre ele e a Lei. Para alguns libertários da época, o Messias iria instituir um novo programa de vida, desconsiderando inteiramente tudo aquilo que fizera a história do passado de seu povo. Cristo, embora soubesse que não seria aceito como o Messias pela maioria do povo, sabia também que seu surgimento seria um ótimo pretexto para que tais vertentes do pensamento hebreu se radicalizassem. Para esses, então, ele precisava afirmar: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir”.Mt 5.17 Como uma parte da elite religiosa se justificava como santa, simplesmente porque não cometia os grandes delitos previstos na lei, como, por exemplo, o homicídio, o Senhor Jesus precisava ensinar-lhes que, mesmo por muito menos: “… todo aquele que se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo”. Mt 5.22 No aspecto da vida conjugal também, aquela elite procurava se preservar do adultério cometido de maneira aberta, embora maquinasse em seu coração atos e procedimentos torpes, razão pela qual o Senhor precisava falar-lhes: “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela”.Mt 5..28 Os conselhos valem para nós também. Que vivamos em consonância com a Lei de Deus, sabendo que o seu Filho, cumprindo-a, nos aponta o caminho da verdadeira santidade no viver. Senhor, torna o meu viver cada vez mais puro e santo de forma a honrar a cada dia a santidade que me impuseste.

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Israel Belo de Azevedo julho 28, 2009

Mateus 5.1-16 — UMA INTRODUÇÃO MARCANTE

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 5.1-16 — UMA INTRODUÇÃO MARCANTE Hoje e durante toda esta semana, estaremos estudando três dos principais capítulos do Evangelho de Mateus. Sim, para a maioria dos comentaristas, os capítulos 5, 6 e 7 deste evangelho, contendo o sermão que sintetiza o ministério terreno de Jesus Cristo, são como que o portão principal que dá acesso ao melhor entendimento da vida e obra do Filho de Deus. Para alguns, é um discurso preliminar de apresentação daquilo que ele pregará e viverá, algo como o lançamento em campanha eleitoral por parte dos candidatos quando falam sobre sua plataforma política. Seu ministério em início estava suscitando admiração e afluência. Vinham de longe para ouvi-lo ou para serem beneficiados por seus milagres. Como a dominação romana era algo aviltante para o povo de Israel, o surgimento de qualquer profeta, especialmente se trazia consigo algo que denotasse poder sobrenatural, o caso de Cristo, se transformava num fato a ser devidamente investigado para a renovação das esperanças de libertação e autenticidade do povo hebreu. Assim, quando deixou a região da Judéia e dirigiu-se para a Galiléia, as pessoas começaram a correr ao seu encontro, querendo tirar dele o melhor proveito. Cristo percebe o engano que estava movendo o povo e resolve fazer um sermão que é como uma palavra de advertência e de esclarecimento àquele povo. Cristo não os queria iludidos. Desde o início, ele os queria conscientes do reino que viera implantar na terra, não um reino material ou de poderio bélico, mas, sim, um reino espiritual, diferente de tudo aquilo que os hebreus imaginavam e esperavam desde os tempos da queda de Israel e de Judá. Daí a sua palavra tão clara no sentido de que o galardão dos seus seguidores não seria dimensionado em termos terrenos, mas celestiais: “Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.” Mt 5.12 Sim, aquele povo buscava a Jesus muito mais pelo “pão que perece” e não pelo pão que permanece para sempre, o pão espiritual, que conduz o crente à vida eterna com ele na glória. Senhor, que eu tenha por prioridade em minha vida a preocupação com as coisas espirituais, aquelas que dão sustento à minha vida cristã.

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Israel Belo de Azevedo julho 28, 2009

Mateus 4.23-25 — A FAMA DE JESUS

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 4.23-25 — A FAMA DE JESUS Saindo da região da Judéia, Jesus dirigiu-se ao norte da Palestina. Ele não queria ficar próximo a Jerusalém, onde as atenções estavam concentradas em João Batista, que acabara de ser preso por Herodes, pelas razões que ontem comentamos. A origem do nome “Palestina” para a região da história bíblica advém dos romanos. Esta palavra indica algo semelhante a “país dos filisteus”, que era o povo que habitava mais ao litoral do Mar Mediterrâneo, e por isso mesmo, mais conhecido dos romanos em suas conquistas antigas. O nome, portanto, designa no NT a mesma região que conhecemos no AT por terra da promessa, terra da promissão, Canaã, terra da Judéia ou de Israel. Toda a região era reconhecida como a terra ocupada pelas doze tribos de Israel após a conquista de Josué ao fim do êxodo do Egito, desde o norte com as tribos de Efraim e Aser na fronteira com a Síria, demarcada pelo Monte Hermon com suas neves ao cume, até ao sul com a tribo de Judá (daí o nome de Judéia), pouco além do Mar Morto, próximo ao ribeiro que demarcava a divisa com o Egito (Js 15.4). Estando Jesus então nesta região mais ao norte, exercendo o seu ministério de forma ampla, pois não havia a oposição dos líderes religiosos judeus, indo mesmo até as cercanias das cidades fenícias de Tiro e Sidon (Mt 15.21), nada mais natural que todos tomassem conhecimento de sua passagem por ali: “Assim a sua fama correu por toda a Síria.” Mt 4.24a Podemos imaginar como esta fama correu por toda a Síria… Não havia jornais diários, nem noticiários no rádio, nem documentários televisivos, sequer telefones ou internet. Como, naquela época de tão parcos recursos de comunicação, a boa-nova de Cristo espalhou-se?… Simplesmente porque as pessoas falavam dele, testemunhavam dele, pregavam aquilo que viam e ouviam. Será que nos dias de hoje estamos falando de Cristo da mesma forma como os seus contemporâneos devem tê-lo feito? Senhor, dá-me o prazer de falar de Cristo. Que, por minha omissão, ninguém venha a dizer: “Não me falaram de Cristo”.

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Israel Belo de Azevedo julho 28, 2009

Mateus 4.18-22 — A DISPOSIÇÃO PARA SEGUIR

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 4.18-22 — A DISPOSIÇÃO PARA SEGUIR Na preparação para qualquer obra a ser realizada, é fundamental a escolha que se fará das pessoas que irão participar do empreendimento em vista. A empreitada humana em busca de seus ideais será sempre forjada pela clarividência e inteligência de um chefe ou líder, mas também pela persistência e pelo trabalho dedicado e pronto de seus seguidores. Nenhuma grande jornada da humanidade foi feita sem a participação conjunta de líderes e liderados que somaram os seus esforços e idéias, para que os objetivos em vista se concretizassem. Cristo sabia disto. Sabia que ele seria a razão e o fundamento da fórmula salvadora que estava trazendo para o homem, mas que, exatamente pela maneira como se daria ela (com sua morte na cruz), ele precisaria de discípulos que levassem avante a sua mensagem. Pôs-se então em busca daqueles que o iriam seguir e, com seus ensinos e exemplos, ser responsáveis, depois de sua partida deste mundo, pela dissseminação e pregação desta mensagem por todas as partes. Uma das caraterísticas mais imprescindíveis ao discípulo é a sua disposição em seguir o Mestre. Ele deve ter tal confiança no seu senhor que, independentemente de raciocínios outros, esteja pronto a ir ao encontro da vontade daquele que o conduz. Digamos que, racionalmente, ele até possa depois contrapor alguns argumentos à palavra de sua liderança, mas a prova cabal de que ele está em condições de ser um discípulo é a sua resposta pronta e resoluta à palavra do seu Mestre e Senhor. Foi isto que aconteceu com os primeiros discípulos recrutados à beira do Mar da Galiléia: “Eles, pois, deixando imediatamente as redes, o seguiram.” Mt 4.20 Pedro e André, Tiago e João, por certo, colocaram depois algumas questões em sua mente diante do que lhes estava acontecendo, mas isto não os impediu de demonstrar de imediato a disposição deles em seguir a Jesus. Senhor, dá-me esta disposição em seguir o meu Mestre e Senhor. Que independentemente de raciocínios outros, eu esteja sempre pronto a segui-lo.

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Israel Belo de Azevedo julho 23, 2009

Mateus 4.12-17 — UMA LIÇÃO DE ESTRATÉGIA

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 4.12-17 — UMA LIÇÃO DE ESTRATÉGIA Já falamos em outro momento deste trimestre sobre os “movimentos retrógrados”, matéria do currículo militar que trata da retirada de uma tropa de determinado campo de batalha com o fim de melhor prepará-la para o embate amanhã, em outro contexto, circunstância ou instante (veja dia 01.04). Mais ou menos a mesma coisa acontece no texto de hoje. João, com sua pregação confrontadora e reinvindicativa, havia despertado a atenção para os erros e pecados em que vivia a corte de Herodes… para os vícios e desvios da elite religiosa… para a letargia moral e espiritual em que se encontrava o povo em geral… Digamos que os ânimos estavam acirrados. Qualquer novo líder que surgisse seguindo a mesma linha iria apenas tornar mais negativa a reação das autoridades judaicas precipitando acontecimentos que, no plano de Deus, não estavam ainda no tempo de acontecer. Por esta causa, João, o Batista, vai ser preso e levado para a Fortaleza Antônia, onde será morto mais tarde… “Ora, tendo ouvido Jesus que João fora entregue, retirou-se para a Galiléia.” Mt 4.12 Uma das coisas mais difíceis para o temperamento humano é o exercício da paciência, de aguardar o momento certo, a oportunidade indicada para exercer então a sua ação concentrada e objetiva em prol da causa que persegue. Jesus nos dá um exemplo de sublime inteligência. Uma lição de estratégia. Em vez de seguir a esteira de João, batendo na mesma tecla e tirando proveito do impacto causado pela mensagem do seu primo, vai retirar-se para uma região mais distante, saindo do foco de atenções, para que a mensagem de João se acomode e solidifique na mente daqueles que a ouviram até que em outro momento, ele surja, então, despertando-a novamente, e, em outro contexto, de forma a criar mais amplitude em seu efeito e conseqüências. Esta atitude de Cristo deve ser seguida por nós. Muitas vezes, perdemos pessoas que gostaríamos de alcançar com a sua mensagem, porque somos inoportunos e agressivos, não esperando o melhor momento para pregá-la. Senhor, faze-me ter um espírito receptivo à tua orientação levando-me a falar de teu amor nos momentos certos e oportunos.

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Israel Belo de Azevedo julho 23, 2009

Mateus 4.1-11 — UM TEXTO PARA REFLETIR

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 4.1-11 — UM TEXTO PARA REFLETIR Muitas vezes, não compreendemos quando somos submetidos a duras provas em nossa vida. Achamo-nos santos em nosso viver, crentes, vivendo em comunhão com o Senhor e, ainda assim, enfrentamos problemas e dificuldades. A dificuldade em compreender tais situações decorre principalmente do fato de que, considerando-nos bons em nosso relacionamento, corretos em nossas atitudes para com Deus e para com o próximo, não achamos justo que sejamos alvos da tristeza, do contratempo, da maldade contra nós. Esta reação, que até certo ponto pode ser entendida como normal no ser humano que somos nós, gerando até um certo inconformismo ou mesmo um espírito de rebeldia em nossa mente, não pode, no entanto, ser praticada pelo ser espiritual em que nos tornamos quando aceitamos Cristo em nosso coração. Quando cremos em Cristo como o nosso Senhor e Salvador, devemos entender que, muitas vezes, os fatos inexplicáveis ao raciocínio humano têm que ser compreendidos à luz da lógica espiritual que deve estar presente em nosso viver a partir de então. Por exemplo, como entender que, logo após dar a prova ao Pai de que vai cumprir a sua missão, iniciando o seu ministério salvífico na terra, depois de 30 anos de preparo e espera do momento oportuno para Deus, o Senhor Jesus seja tentado da forma como o será?… Como compreender que o próprio Espírito de Deus é que o conduz à tentação e à provação como lemos? “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo.” Mt 4.1 Sim, por inexplicável que nos possa parecer, o Senhor Deus coloca diante dos seus servos momentos de lutas e tormentos como condição de prova ou melhor preparo para o que irão realizar depois. Davi teve que descer à caverna de Adulão… Jeremias, ao fundo de um poço… Paulo, ao deserto da Arábia… Todos esses momentos aprimoraram e aperfeiçoaram o caráter e o espírito deles, preparando-os melhor para o que viria depois. Cristo, mesmo como Filho de Deus que era, nos ensina também esta lição. Senhor, dá-me a necessária resignação para enfrentar o tormento de hoje, certo de que ele tem um propósito teu para a minha vida.

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Israel Belo de Azevedo julho 23, 2009

Mateus 3.13-17 — A PASSAGEM DO BASTÃO

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 3.13-17 — A PASSAGEM DO BASTÃO Uma das provas mais emocionantes do atletismo moderno como visto recentemente nas Olímpíadas passadas em Atenas, é a do revezamento 4 por 100, onde o atleta de cada equipe passa o bastão para o seu colega de carreira, a quem compete dar continuidade à corrida e romper a fita de chegada. Cada um dos quatro tem que fazer o melhor possível nos seus 100 mts, de forma que, ao entregar o bastão ao seguinte, o faça nas melhores condições para que a vitória da equipe seja alcançada. Entre João e Jesus vai acontecer mais ou menos isto. João saiu na frente, pregando o evangelho, anunciando a boa-nova da salvação, condenando o pecado e chamando à transformação de vida, cumprindo exatamente o que o profeta Isaías teria anunciado cerca de 700 anos atrás, quando falou da voz do que clama no deserto. Num determinado momento, ele teria que cessar a sua carreira e passar o bastão para Jesus, para que este levasse a mensagem até a linha de chegada, no caso de Cristo, a cruz do Calvário. Ambos cumpriram plenamente os seus papéis, como lemos hoje: “Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.” Mt 3.13 Uma das passagens mais belas do NT é esta que trata do relacionamento de Jesus com seu primo João. Ambos tinham plena consciência do que competia a cada um: João como precursor, Cristo como cumpridor. O sentimento de humildade de João, dizendo que não era digno de batizar o filho de Deus, de apontar para o Cristo e dizer que ele “é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”, de afirmar que importava a ele agora “diminuir para que Jesus crescesse”, é demonstração evidente de um grande caráter. Por outro lado, a afirmação de Cristo de que “dos nascidos de mulher não houve outro como João” nos manifesta claramente o valor moral e espiritual deles. Ambos se honravam. Ambos eram dignos um do outro. João podia passar o bastão do evangelho junto ao rio, para que Cristo o levasse até ao seu cumprimento final no Calvário. Senhor, torna-me digno da pregação do teu evangelho. Que por meus atos e palavras a tua Palavra seja honrada.

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Israel Belo de Azevedo julho 23, 2009
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