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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

João 14.01: CORAÇÃO EM PAZ

CORAÇÃO EM PAZ João 14.1 1 Jesus pregou muitos sermões. Num deles (transcrito nos capítulos 14, 15, 16 e 17), Ele revelou seu próprio coração e preparou seus discípulos para os momentos finais de sua trajetória aqui. Um pouco antes, chegando a Jerusalém, seguido por uma multidão, anunciara sua própria partida próxima. A perspectiva de sua morte lhe trazia preocupação ao coração. Ele mesmo o disse (João 12.27), embora soubesse que sua agonia traria glória para seu Pai e completaria sua missão aqui, missão que nos alcança até hoje. Seus ouvintes chegaram a questionar se Ele era mesmo o Messias, já que estava anunciando que iria morrer e um messias não morre. Para muitos, incluídos aí seus discípulos, a morte seria o fracasso de sua missão. Quem iria crer nele, morto? A caminho do momento crucial de sua vida, reúne seus seguidores mais íntimos para uma confraternização de final de vida, que conhecemos com “Ceia do Senhor”. Os curiosos ficaram de fora. Neste culto, que incluía orações, cânticos e pregação, duas revelações extraordinárias seriam feitas sobre as circunstâncias de sua morte. A primeira é que seria traído por um daqueles que comiam e bebiam com ele. E Judas, de fato, o traiu. A segunda é que um deles, que lhe jurava fidelidade permanente, acabaria por negá-lo três vezes numa mesma noite. E Pedro, de fato, o negou. Que discípulo não ficaria perplexo? Todos, Pedro inclusive e Judas exclusive, porque saíra para armar a traição. Tinham, portanto, seus discípulos todas as razões do mundo para a perplexidade. 2 A situação deles pode ser comparada a um casamento que foi desmarcado por um dos noivos, horas antes da cerimônia. Ou a uma formatura, há tanto esperada, com os convidados já chegados, sendo cancelada na última hora porque o formando desapareceu sem dar notícias. Ou com a descoberta de que o bebê, querido e esperado, está sem vida no ventre de sua mãe. Ou com um diagnóstico de uma doença fatal sendo anunciada no dia anterior às férias cuidadosamente planejadas pelo casal. Ou com a morte de um presidente minutos antes de tomar posse porque desapareceu num  avião que afundou no mar. Ou com a amargura de um funcionário demitido depois de bater todas as metas. Ou com a decepção de um empresário que descobre que seu sócio e amigo de anos está roubando a empresa; com a dor de uma esposa que testemunha o adultério por parte do seu marido, até então amigo e fiel; com frustração de um amigo que é abandonado sem razão e sem aviso; com a indignação de um chefe de família que acorda com o estrato em branco de uma conta bancária formada por décadas de economia e sacrifício; com a estupefação de um pai ao concluir que seu filho é drogado. Quem não  ficaria perturbado? 3 Segundo o evangelista João, diante dos tristes momentos por virem, seus discípulos ficaram atônitos, perguntando-se sobre o que seria da vida deles sem seu mestre. Jesus olha para dentro dos seus discípulos, tanto os que se mostravam desesperados quanto os que se mostravam calmos, e vê a preocupação lhes crispando os corações. Então, dirige-lhes as doces palavras: “Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim” (João 14.1). A cena pode ser transferida para os nossos dias e mirar também os nossos corações. As palavras de Jesus nos soam como uma promessa e um convite, porque somos submetidos a pressões diversas. Como não ficar com o coração perturbado quando a lógica é que fiquemos perturbados? Como ter paz no coração, que é ter o coração revestido de serenidade mesmo quando o inferno está socando a porta e tumultando os portões da nossa casa (conforme a expressão de J.H. Jowet)?. Jesus responde: “creia em Deus; creia em mim”. É como se dissesse: “Daqui a pouco eu serei crucificado, mas não fiquem perturbados. Creiam em Deus; creiam em mim. Daqui a pouco eu estarei morto, mas não fiquem perturbados. Creiam em Deus; creiam em mim”. Em forma sintética, Jesus nos diz, então agora, podemos imaginar: “Creia na soberania absoluta, na sabedoria absoluta, na fidelidade absoluta, no amor absoluto de Deus. Creia no Deus poderoso do Antigo Testamento, que fez o que fez. Creia no Deus amigo do Novo Testamento, que fez o que fez. Eu [Jesus] sou a prova de que Deus não mudou. Lembre-se do Deus que agiu no passado, no passado registrado na Bíblia, no passado de seus discípulos, no passado de sua família, no seu próprio passado. O Deus que agiu no passado age agora também. Lembre-se que, em situações difíceis da sua vida, você encontrou alívio para a sua tristeza nas promessas de Deus. Estas promessas continuam impressas em letras de ouro que brilham diante de vocês”. Quando diz “creia em Deus, creia também em mim”, Jesus está dizendo que as promessas de Deus estão demonstradas visivelmente nEle. Jesus não nega as dificuldades, fechando os olhos para a realidade. Não espera que neguemos as pressões e nos afundemos numa religião que pretenda impedir que vejamos, que sintamos, que soframos. Ele quer que creiamos. Jesus nos diz que a paz interior não vem de uma vida mergulhada em tranqüilas circunstâncias mas de corações que não ficam perturbados com as circunstâncias difíceis, sejam pressões por resultado no trabalho ou dificuldades por falta de trabalho, sejam conflitos desanimadores em casa ou demandas irrefreáveis por consumo, sejam perspectivas sombrias sobre a saúde (nossa ou de pessoa querida) ou o frenesi do corpo, sejam desgraças da injustiça, da criminalidade e da crueldade humanas ou falta de sentido por excesso de sentidos, seja o fio da dúvida se tornando caudaloso ou a fé transbordando ao ponto de virar alienação. A paz interior vem de Jesus, por meio da fé nEle como Senhor e Salvador. Nosso problema é que, na busca da paz, gastamos mais tempo evitando as dificuldades do que conhecendo Jesus Cristo, em quem está a plena liberdade. A paz interior vem não para quem nega as

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Israel Belo de Azevedo janeiro 5, 2008

Mateus 13.31-32: CONTINUEMOS PLANTANDO

CONTINUEMOS PLANTANDO(Mateus 13.31-32) 1PARÁBOLA DO CRISTIANISMO “O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos”. (Mateus 13.31-32) Esta é a parábola do cristianismo.Tudo começou com um menino nascido, durante a viagem dos seus pais, no fundo de um hotel de uma cidade do interior.Quando atingiu a idade adulta, esse menino começou a pregar, ensinar e curar pelas ruas de seu país, de onde nunca saiu. Algumas pessoas, a maioria pobres e entre elas muitas mulheres, ouvindo seus sermões e vendo suas ações, tornaram-se seus seguidores. O Evangelho de Marcos registra que essas pessoas ouviram suas palavras e também viram seus gestos. [PRÓLOGO]Quando Jesus foi batizado por seu primo João Batista, que morreria decapitado (Marcos 6.14-29), foi ouvida uma voz do céu, que dizia: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”. Depois disso, começou a proclamar “as boas novas de Deus”, dizendo que “o tempo é chegado”. “O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!” (Marcos 1.9-15) [ATOS DE JESUS]1Quando a sogra de um seguidor estava de cama, “ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se”. Na verdade, ele “curou muitos que sofriam de várias doenças. Também expulsou muitos demônios; não permitia, porém, que estes falassem, porque sabiam quem ele era. Em muitos lugares não podia mais entrar tal a sua fama. As pessoas vinham a “ele de todas as partes”. Ele curava. Ele ensinava. (Marcos 1.30-34) 2Quando um leproso se aproximou dele, “cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Quero. Seja purificado!” (Marcos 1.40-44) 3Quando um paralítico lhe foi levado, carregado por quatro amigos, mandou que se levantasse e o paralítico se levantou carregando a maca, coisa que ninguém vira até então. (Marcos 2.1-12) 4Quando “se levantou-se um forte vendaval e as ondas se lançavam sobre o barco”, onde ele e alguns dos seus discípulos estavam, “Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro”. Despertado, “disse ao mar: “Aquiete-se! Acalme-se!” O vento se aquietou, e fez-se completa bonança”. (Marcos 4.35-41) 5Quando um homem que vivia nos sepulcros, sempre arrebentando as correntes das mãos e quebrando os ferros dos pés, de modo que ninguém podia impedir que se ferisse, mandou que os espíritos imundos saíssem dele. Mais tarde, o homem foi visto “assentado, vestido e em perfeito juízo”. Quis acompanhar Jesus por onde fosse, mas ouviu: “Vá para casa, para a sua família e anuncie-lhes quanto o Senhor fez por você e como teve misericórdia de você”. (Marcos 5.1-20) 6Quando um homem pediu que impusesse sua mão sobre a filha doente, sem saber que já tinha morrido, Jesus foi até sua casa e levantou a menina. (Marcos 5.22-24, 39-43) 7Quando uma mulher, que tinha gasto todos os seus recursos com os médicos, tocou em sua roupa, dele saiu virtude e ela ficou curada de sua crônica hemorragia. (Marcos 5.25-38) 8Quando, depois de lhe ouvir por muito tempo e vinda de muitos lugares, teve compaixão de todos, “porque eram como ovelhas sem pastor”, considerando a fome das pessoas, que não tinha o que comer; então, mandou que as cinco mil pessoas se assentassem, tomou cinco pães e dois peixes, o único alimento disponível, e os dividiu entre “todo o povo” assentado “em grupos na grama verde”. O que sobrou encheu 12 cestos.  (Marcos 6.30-44)Quando novamente uma multidão de cinco mil pessoas ficou com ele por longo tempo, novamente os alimentou, agora com sete pães e alguns peixes pequenos. (Marcos 8.1-10) 9Quando, depois de um dia intenso, seus discípulos tomaram seus barcos para pescar, Jesus foi ao monte para orar, sozinho; depois, vendo a dificuldade dos seus discípulos no mar, foi encontro deles andando sobre as águas. (Marcos 6.45-56) 10Quando uma mulher estrangeira se lançou aos seus pés em favor de uma filha doente, ele a libertou. Então, “ela foi para casa e encontrou sua filha deitada na cama, e o demônio já a deixara”. (Marcos 7.24-30) 11Quando “algumas pessoas lhe trouxeram um homem que era surdo e mal podia falar, suplicando que lhe impusesse as mãos”, “Jesus colocou os dedos nos ouvidos dele. Em seguida, cuspiu e tocou na língua do homem”. Depois de orar, “os ouvidos do homem se abriram, sua língua ficou livre e ele começou a falar corretamente”. (Marcos 7.31-37) 12Quando “algumas pessoas trouxeram um cego a Jesus, suplicando-lhe que tocasse nele”, “ele tomou o cego pela mão e o levou para fora do povoado”; depois, colocou as mãos sobre os olhos do homem. Então seus olhos foram abertos, e sua vista lhe foi restaurada, e ele via tudo claramente”.  (Marcos 8.22-26) 13Quando os discípulos não conseguiram expulsar o demônio que lançava um menino no chão, fazendo espumar, ranger os dentes e ficar rígido, Jesus disse, diante dos curiosos que se acotovelam: “Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele”. Depois, “tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé”. (Marcos 9.14-32) 14Quando um cego, “lançando sua capa para o lado, de um salto pôs-se em pé e dirigiu-se a Jesus, pedindo para ver, ele lhe disse: “Vá. A sua fé o curou”. “Imediatamente” o homem “recuperou a visão e seguiu Jesus pelo caminho”. (Marcos 10.46-52) 15Quando esteve no templo, “começou a expulsar os que estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas e não permitia que ninguém carregasse mercadorias pelo templo. Suas palavras explicativas de sua atitude foram: “Não está escrito: “ ‘A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? Mas vocês fizeram dela um ‘covil de ladrões’”. (Marcos 11.1-19) 16Quando, noutra ocasião, esteve no templo, “Jesus sentou-se em frente do lugar onde eram colocadas as contribuições, e observava a multidão colocando o dinheiro nas caixas de ofertas.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 23, 2007

Salmo 150: É OUTRA A VIDA DE QUEM LOUVA (devocional)

O último dos salmos sintetiza o conteúdo de todo livro, que deve ser o resumo de nossas vidas: viver louvando a Deus.Se toda a manhã, nós nos lembrássemos dos Seus feitos poderosos para conosco, nós respiraríamos o dia todo a Sua presença.Se no início da semana, nós nos recordássemos da Sua grandeza, no firmamento, na história e em nossas próprias biografias, nós passaríamos todos os outros dias emitindo sons retumbantes acerca do Seu cuidado para conosco.Louvar é o oposto de pedir, reclamar, lamentar. Louvar é agradecer, receber, exaltar. É outra a vida de quem louva, com todo tipo de som, com todo tipo de palavra, com  todo o sangue que corre pelos corpos.Louvemos ao Senhor. Aleluia! ISRAEL BELO DE AZEVEDO 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

Salmo 60: APESAR DO QUE SOMOS (devocional)

A frustração faz parte da realidade humana e ela vem em forma de um projeto que não deu certo, da perda de uma pessoa querida, de um pecado que não queríamos cometer, de uma pergunta “eternamente” sem resposta.O povo de Israel experimentou dificuldades, como nós enfrentamos. Nós temos as mesmas aflições que perturbaram também os apóstolos. Como aquele povo e aqueles apóstolos, também podemos dizer que Deus tem estado conosco.É com Ele que faremos proezas, apesar do que somos. ISRAEL BELO DE AZEVEDO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

Salmo 23: RELVAS E PEDRAS (devocional)

Certamente o Salmo 23 é um dos prediletos de toda a cristandade, pelas promessas que contém.Mais que isto, este é um poema sobre o caráter de Deus. Se queremos saber como Ele age, leiamos este salmo.Mais que lê-lo, não podemos esquecer que Deus é assim. Lembrar disto é manter a certeza que temos um Pastor perfeito. Isto nos dará todos os elementos que precisamos para caminhar sobre as relvas e sobre as pedras, nas montanhas e nos vales. ISRAEL BELO DE AZEVEDO 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

2 Timóteo 3.16: DEUS NÃO DORME (devocional)

A Bíblia é guia de encorajamento. Ela é uma sucessão de imagens do coração pulsante de amor, que é o coração de Deus. Quando vemos o Ele fez com seus filhos no Antigo e no Testamento, podemos ter certeza que fará o mesmo conosco. Nossos antepassados seguiram por vales de morte, mas não ficaram lá, como nós também não ficaremos.Por ela podemos ver a verdade de Salmo 121.3-4: Meu Senhor é um Deus que não dorme,como um guarda que jamais cochila.Firmada nEle, minha fé não morre.Seguindo com Ele, meu pé não vacila.Este é o Senhor eterno que me socorre.   ISRAEL BELO DE AZEVEDO 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

Lucas 2.16-20: A SABEDORIA DA MEDITAÇÃO (devocional)

Louvado seja Deus pelo Natal. Mas também (em grau diferente, é claro) seja louvada Maria. Posso louvá-la por obedecer, mas quero louvá-la por, vivendo o drama do nascimento do seu primeiro filho em condições tão desfavoráveis, guardou toda a experiência no seu coração.Esta informação de Lucas (Lucas 2.19) sempre me intrigou. O que mãe de Jesus guardou no coração? Seria o fato de ter chegado a hora do nascimento do seu bebê em Belém e não em Nazaré, como planejara? Seria a dificuldade em encontrar um lugar para ter seu filho? Seria a companhia tão estranha ali nos fundos da estalagem? Seria a agitação dos visitantes vindos dos campos em que cuidavam dos seus rebanhos? Seria a notícia que os pastores lhe deram sobre os anjos? Seria a alegria da maternidade? Seria o destino daquele recém-nascido? Seria o amor de José por ela e seu menino?Pode ser tudo isto e pode ser nada disto.O que importa é que, diante dos fatos, extraordinários uns, comuns outros, Maria meditou. Quando meditamos, crescemos. Louvada seja Maria por nos mostrar a sabedoria da meditação. ISRAEL BELO DE AZEVEDO   

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

Lucas 2.8-15: QUEM OBEDECE ANJO É (devocional)

Louvado seja Deus pelo Natal. Mas também (em grau diferente, é claro) sejam louvados os anjos que, organizados em coro, cantaram a canção de louvor a Deus e de convite aos homens de boa vontade para que mostrem sua boa vontade.Os anjos são anjos não porque tenham asas, porque há anjos na Bíblia que não são alados.Os anjos são anjos não porque tenham belas vozes, porque há anjos na Bíblia que não cantam.Os anjos são anjos porque são obedientes a Deus.Todo aquele que obedece a Deus é anjo. Louvados sejam os anjos por nos mostrar o caminho da obediência. ISRAEL BELO DE AZEVEDO 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 18, 2007

Mateus 9.12: SÓ OS DOENTES TÊM CHANCE DE CURA

“Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes”. (Mateus 9.12) 1O Natal é o início visível do projeto de Deus para a saúde integral do ser humano. Apesar da inclinação do ser humano pelo espetáculo e pela grandiosidade, era preciso que o Natal de Jesus Cristo ocorresse em meio às circunstâncias em que transcorreram, formando um contraponto ao jeito humano de ser e, ao mesmo tempo, oferecendo um convite a um outro tipo de vida.A angústia de José e Maria, com o filho prestes a nascer, é um protótipo da condição humana. Possivelmente, buscaram ajuda e não encontraram. A alegria do nascimento foi compartilhada com anônimos e fortuitos vizinhos. Possivelmente buscaram ajuda em quem podiam: em Deus. E encontraram. Natal é Deus oferecendo ajuda. Quando o menino contou a história do seu nascimento aos seus colegas de rua, talvez tenha se gabado que, no seu caso, Deus providenciou tudo, mas talvez tenha se lamentado que ninguém tenha se importado ou que seu berço fora humilde demais. Na verdade, não ficou uma seqüela sequer, nem médica, nem psicológica, no menino, apesar da adversidade da sua chegada ao mundo. Deus faz com que todas as coisas concorram para o bem daqueles que amam a Deus.O Natal de Jesus foi também o início de sua preparação para o ministério. Ele viveu entre os sem-nada e pregou aos sem-nada e salvou o sem-nada. Ele mesmo chegou a dizer que veio para os sem-nada. O cristianismo é notícia boa para os sem-nada. Que dizer aos que têm tudo? Jesus não tem o que lhes dizer. Nem eles sabem ouvir.Jesus veio para os sem-nada. E então alcançamos o coração do paradoxo.Certa ocasião, estive com uma família da classe chamada alta, pensada como os que têm tudo. De fato, a começar pela localização da casa, aquela era uma família onde nada faltava. Mas: eis o motivo porque fui recebido: a família vivia um drama duplo, de conseqüências perturbadoras e permanentes. Embora tivessem tudo, faltava-lhes uma pessoa querida, recentemente morta, faltava-lhes uma compreensão dos fatos derrubados sobre todos dali, faltava-lhes paz. Então, me receberam e ouviram com atenção incomum. Os com-tudo eram, na verdade, uns sem-nada.Aquela era uma família doente e Jesus veio para lhe restaurar a saúde. Não sei lhe restaurou. Não lhes tenho acesso; são de outra classe. Se, depois de minha saída, confessaram que precisavam de Deus, como fizeram José e Maria em Belém, foram abençoados. Se não admitiram, não receberam a bênção de Deus, porque a bênção de Deus não é invasiva, mas esperante. Deus não força a porta: espera-a ser aberta. Até hoje Ele está à porta, nela batendo para chamar quem está dentro. Ele entra para a festa ou para o luto, para o festejo ou para a luta, quando é convidado.Até no seu nascimento Jesus nos deixou um convite. 2Trinta anos depois, seu Natal ecoou em seu estilo de vida e em suas palavras. “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes”. Desde cedo ele soube disso, que agora diz, por experiência própria.Há sabedoria nestas palavras. “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes”. Quem vai ao médico por saúde encontra saúde. Quem reconhece que precisa de médico vai ao médico.Jesus está dizendo o óbvio: a saúde começa com o reconhecimento da enfermidade. É nesta obviedade, no entanto, que muitos tropeçamos, daí a sabedoria das palavras de Jesus. Como nos é difícil reconhecer nossa própria condição.Todos temos uma história pessoal que nos antecede e deixa marcas na nossa própria história. Viver é reescrever, transcrever e/ou transgredir essa historia, seja ela trágica ou feliz.Todos temos características individuais, em nossos hábitos e em nossos corpos, que fazem parte de nós, mesmo que não percebamos. Viver é desenvolver características próprias, considerando as recebidas.Todos convivemos num mundo que nos pressiona e/ou seduz. Viver é responder aos convites deste mundo. Nossa tarefa torna-se, então, ampla. (Uso um anagrama, para nos ajudar nesta tarefa: CACO). Precisamos Conhecer a nossa condição, com seus pontos fortes e seus pontos fracos.Tivemos um lar bem estruturado, tendo recebido carinho e orientação? Tivermos uma família desestrutura, com brigas e separações? Nossos pais eram equilibrados ou desequilibrados? Eles viviam bem ou em constante conflito? Havia harmonia ou violência em casa? Fomos sempre elogiados, ao ponto de nos acharmos os máximos, ou só fomos criticados e menosprezados? Responder a estas perguntas nos ajuda em nossa caminhada. Se ficaram traumas pesados, talvez precisemos de ajuda profissional para nos livrarmos de tanta carga. Jesus nos recomenda a buscar um médico ou psiquiatra ou psicólogo ou fonoaudiólogo, capaz de nos ajudar em nossa caminhada rumo à saúde.. Precisamos Admitir nossas fragilidades e nossa necessidade de ajuda, para que as superemos. Nosso passado pode ser mais forte que o nosso presente. Nossa infância foi feliz, com saúde física e emocional, ou convivemos com doenças, remédios e internações? O mundo em que vivemos nos impõe um ritmo que não é nosso? Temos tido dificuldade em nos ajustar? Não é pecado sofrermos de alguma doença emocional (e devia dizer “doença mental”, mas o termo tem a força da preconceituosa interdição…); é pecado não usar os recursos que Deus nos disponibilizada para a saúde plena por meio de alguma terapia, seja ela medicamentosa ou psicoterápica.. Precisamos nos Convencer que a saúde é possível e que não precisamos nos condenar a vivermos doentes o resto da vida. Só devemos nos conformar com a doença, quando os recursos da oração, da medicação e da psicoterapia foram esgotados. Devemos orar, buscar um médico e orar. Devemos orar, buscar aconselhamento e orar. Nada substitui a oração. Quem ora busca ajuda em Deus e nos homens e mulheres que Deus capacita.. Precisamos Ousar, acreditando na possibilidade de ajuda e tomando a iniciativa da busca por ajuda, mesmo que isto nos exponha e nos traga até vergonha. Tenho acompanhado o modo como a sociedade vê os deficientes físicos (e eu sei que o termo “deficiente físico” acabará sendo

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2007

Mateus 10.26b: A VERDADE É MELHOR

DITOS DE SABEDORIA DE JESUS, 3Mateus 10.26b: a verdade é melhor[Preparado para ser pregado em 9.12.2007, manhã, na IB Itacuruçá] “Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido” (Mateus 10.16b). 1. A VERDADE ILUMINAQue palavra rima melhor com verdade?Penso que é luz.Os relatos evangélicos de Natal demonstram esta rima.Os magos foram iluminados por uma estrela em seu caminho de lugar nenhum para Belém.Os pastores foram despertados por uma imensa luz envolvendo o coro angelical que lhes deu a notícia do nascimento então recente do filho de Maria.No seu prelúdio, João se refere a Cristo como sendo uma luz que veio ao mundo.Penso em luz como rima para a verdade, porque penso nas trevas como o oposto de luz. O Natal de Jesus Cristo foi precisamente a dissipação das trevas.Jesus foi a manhã do mundo e, não por acaso, o Apocalipse o chama de estrela da manhã, mais precisamente, de “resplandescente estrela da manhã” (Apocalipse 22.16).Longe da luz, dominam as trevas, com seu terror (instalado nas esquinas), com sua mentira (uma simples sombra pode parecer um monstro), com suas incertezas (já que não dá para ver o que vem adiante) e seus mistérios.Neste sentido, Natal é luz. Paulo nos fala de Jesus como sendo o mistério oculto nos tempos passados, mas, agora, depois do Natal, “dado a conhecer pelas Escrituras proféticas por ordem do Deus eterno, para que todas as nações venham a crer nele e a obedecer-lhe”. É por isto que Lhe  damos glórias para todo o sempre (Romanos 16.25-26).Jesus é o mistério que estava oculto (1Coríntios 2.7). Ou seja: Jesus não é mais mistério. É luz. É verdade. O mistério é a agora nossa esperança de glória (Colossenses 1.27).Não por outra razão, então, Jesus chama aos seus seguidores de filhos de luz (Lucas 16.18). Jesus convida a todos a serem filhos da luz (João 12.36). Então, os que aceitamos seu convite, somos chamados a viver como o que somos, como filhos da luz (Efésios 5.8). “Portanto” — diz o apóstolo Paulo — “não durmamos como os demais, mas estejamos atentos e sejamos sóbrios; pois os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam, embriagam-se de noite. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança da salvação. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para recebermos a salvação por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele morreu por nós para que, quer estejamos acordados quer dormindo, vivamos unidos a ele” (1Tessalonicenses 5.6-10).O apóstolo sabe que, embora digamos gostar da luz, mas há uma área em nós que precisa da escuridão: “Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que esse dia os surpreenda como ladrão” (1Tessalonicenses 5.4).Rimemos nossas vidas com luz, não com trevas. Passemos nossas vidas pelo crivo da verdade, onde há luz, não da mentira, filha das trevas. 2. A VERDADE CONSOLAJesus nos diz que “não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido” (Mateus 10.16b; cf. Marcos 4.22; Lucas 8.17, 12.2)O Evangelho é prova disso. É notícia boa de que a vontade de Deus não ficou no mistério. Veio à luz. Jesus está-se referindo a si mesmo.Ao mesmo tempo, está nos propondo um pensamento sapiencial, isto é, Jesus nos prefere uma frase típica da literatura de sabedoria. Até a estrutura do ensino segue o estilo dos provérbios, chamado “paralelismo sintético”, com a primeira frase (“não há nada escondido que não venha a ser revelado”) sendo reforçada na segunda ([“não há nada] oculto que não venha a se tornar conhecido”).O que ele lembra está já inscrito na sabedoria popular, especialmente naquela que diz que a mentira tem perna curta. A fala de Jesus põe em tornos definitivos a sabedoria recolhida no livro de Provérbios: “A água roubada é doce, e o pão que se come escondido é saboroso! Mas eles nem imaginam que ali estão os espíritos dos mortos, que os seus convidados estão nas profundezas da sepultura.” (Provérbios 9.17-18). “Saborosa é a comida que se obtém com mentiras, mas depois dá areia na boca” (Provérbios 20.17).A palavra de Jesus é, ao mesmo tempo, uma promessa e uma advertência.É um consolo saber que a luz vai triunfar, especialmente quando as trevas da injustiça ou da mentira nos acossam.Ouvi falar de um pastor que jamais rebatia as críticas, clara ou veladas, que lhe eram feitas. Imagino que era movido por sua certeza de que, no final, a verdadeira triunfaria, sob a vontade de Deus.É um consolo saber que a luz vai vencer, especialmente quando as dores se alojaram no nosso corpo e na nossa mente.Conheço inúmeras pessoas que sofrem, mas, ao tempo em que lutam pelo fim do sofrimento (pela oração ou pela medicação), sabem que suas dores um dia terão fim, sob a graça de Deus.É um consolo saber que o mal tantas vezes perpetrado não durará para sempre. Há justiça — eis o que diz Jesus. 3. A VERDADE JULGAAo mesmo tempo, a palavra de Jesus é uma advertência, para todo aquele que se aproveita das trevas para fazer o que não faz sob o claro teto da luz. Há justiça porque há um Juiz que é justo, Deus, nosso Senhor. Ele julga os povos (Salmo 7.8). Há dois temas recorrentes nos salmos — este livro em que as almas se derramam — e são: a injustiça humana, em suas várias manifestações, e a justiça de Deus, em sua cristalina certeza. Os poetas bíblicos se alimentam de uma convicção para tocarem suas vidas: “Ele mesmo julga o mundo com justiça; governa os povos com retidão” (Salmo 9.8; 98.9).O horizonte da liberdade deve considerar a responsabilidade. “Alegre-se, jovem — diz um sábio antigo — na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará

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Israel Belo de Azevedo dezembro 8, 2007
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