CONTINUEMOS PLANTANDO(Mateus 13.31-32) 1PARÁBOLA DO CRISTIANISMO “O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos”. (Mateus 13.31-32) Esta é a parábola do cristianismo.Tudo começou com um menino nascido, durante a viagem dos seus pais, no fundo de um hotel de uma cidade do interior.Quando atingiu a idade adulta, esse menino começou a pregar, ensinar e curar pelas ruas de seu país, de onde nunca saiu. Algumas pessoas, a maioria pobres e entre elas muitas mulheres, ouvindo seus sermões e vendo suas ações, tornaram-se seus seguidores. O Evangelho de Marcos registra que essas pessoas ouviram suas palavras e também viram seus gestos. [PRÓLOGO]Quando Jesus foi batizado por seu primo João Batista, que morreria decapitado (Marcos 6.14-29), foi ouvida uma voz do céu, que dizia: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”. Depois disso, começou a proclamar “as boas novas de Deus”, dizendo que “o tempo é chegado”. “O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!” (Marcos 1.9-15) [ATOS DE JESUS]1Quando a sogra de um seguidor estava de cama, “ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se”. Na verdade, ele “curou muitos que sofriam de várias doenças. Também expulsou muitos demônios; não permitia, porém, que estes falassem, porque sabiam quem ele era. Em muitos lugares não podia mais entrar tal a sua fama. As pessoas vinham a “ele de todas as partes”. Ele curava. Ele ensinava. (Marcos 1.30-34) 2Quando um leproso se aproximou dele, “cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Quero. Seja purificado!” (Marcos 1.40-44) 3Quando um paralítico lhe foi levado, carregado por quatro amigos, mandou que se levantasse e o paralítico se levantou carregando a maca, coisa que ninguém vira até então. (Marcos 2.1-12) 4Quando “se levantou-se um forte vendaval e as ondas se lançavam sobre o barco”, onde ele e alguns dos seus discípulos estavam, “Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro”. Despertado, “disse ao mar: “Aquiete-se! Acalme-se!” O vento se aquietou, e fez-se completa bonança”. (Marcos 4.35-41) 5Quando um homem que vivia nos sepulcros, sempre arrebentando as correntes das mãos e quebrando os ferros dos pés, de modo que ninguém podia impedir que se ferisse, mandou que os espíritos imundos saíssem dele. Mais tarde, o homem foi visto “assentado, vestido e em perfeito juízo”. Quis acompanhar Jesus por onde fosse, mas ouviu: “Vá para casa, para a sua família e anuncie-lhes quanto o Senhor fez por você e como teve misericórdia de você”. (Marcos 5.1-20) 6Quando um homem pediu que impusesse sua mão sobre a filha doente, sem saber que já tinha morrido, Jesus foi até sua casa e levantou a menina. (Marcos 5.22-24, 39-43) 7Quando uma mulher, que tinha gasto todos os seus recursos com os médicos, tocou em sua roupa, dele saiu virtude e ela ficou curada de sua crônica hemorragia. (Marcos 5.25-38) 8Quando, depois de lhe ouvir por muito tempo e vinda de muitos lugares, teve compaixão de todos, “porque eram como ovelhas sem pastor”, considerando a fome das pessoas, que não tinha o que comer; então, mandou que as cinco mil pessoas se assentassem, tomou cinco pães e dois peixes, o único alimento disponível, e os dividiu entre “todo o povo” assentado “em grupos na grama verde”. O que sobrou encheu 12 cestos. (Marcos 6.30-44)Quando novamente uma multidão de cinco mil pessoas ficou com ele por longo tempo, novamente os alimentou, agora com sete pães e alguns peixes pequenos. (Marcos 8.1-10) 9Quando, depois de um dia intenso, seus discípulos tomaram seus barcos para pescar, Jesus foi ao monte para orar, sozinho; depois, vendo a dificuldade dos seus discípulos no mar, foi encontro deles andando sobre as águas. (Marcos 6.45-56) 10Quando uma mulher estrangeira se lançou aos seus pés em favor de uma filha doente, ele a libertou. Então, “ela foi para casa e encontrou sua filha deitada na cama, e o demônio já a deixara”. (Marcos 7.24-30) 11Quando “algumas pessoas lhe trouxeram um homem que era surdo e mal podia falar, suplicando que lhe impusesse as mãos”, “Jesus colocou os dedos nos ouvidos dele. Em seguida, cuspiu e tocou na língua do homem”. Depois de orar, “os ouvidos do homem se abriram, sua língua ficou livre e ele começou a falar corretamente”. (Marcos 7.31-37) 12Quando “algumas pessoas trouxeram um cego a Jesus, suplicando-lhe que tocasse nele”, “ele tomou o cego pela mão e o levou para fora do povoado”; depois, colocou as mãos sobre os olhos do homem. Então seus olhos foram abertos, e sua vista lhe foi restaurada, e ele via tudo claramente”. (Marcos 8.22-26) 13Quando os discípulos não conseguiram expulsar o demônio que lançava um menino no chão, fazendo espumar, ranger os dentes e ficar rígido, Jesus disse, diante dos curiosos que se acotovelam: “Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele”. Depois, “tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé”. (Marcos 9.14-32) 14Quando um cego, “lançando sua capa para o lado, de um salto pôs-se em pé e dirigiu-se a Jesus, pedindo para ver, ele lhe disse: “Vá. A sua fé o curou”. “Imediatamente” o homem “recuperou a visão e seguiu Jesus pelo caminho”. (Marcos 10.46-52) 15Quando esteve no templo, “começou a expulsar os que estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas e não permitia que ninguém carregasse mercadorias pelo templo. Suas palavras explicativas de sua atitude foram: “Não está escrito: “ ‘A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? Mas vocês fizeram dela um ‘covil de ladrões’”. (Marcos 11.1-19) 16Quando, noutra ocasião, esteve no templo, “Jesus sentou-se em frente do lugar onde eram colocadas as contribuições, e observava a multidão colocando o dinheiro nas caixas de ofertas.