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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Redação Prazer da Palavra

Redação Prazer da Palavra

Redação Prazer da Palavra

*Feche a porta* (BOM DIA AMIGO, 3492 | Israel Belo de Azevedo)

“A sabedoria prepara para o pior, mas a tolice torna pior o dia quando ele chega”. (Richard Cecil, 1748-1810)   Abrir a porta é necessário, para que por ela entrem os entusiasmados. Fechar a porta é necessário, quando ciclos precisam ser encerrados. Quando você sai para a rua, para estar em segurança a casa, os acessos devem estar bem trancados. Você fecha a porta quando termina o que começou, mesmo que seu padrão seja principiar (um curso, um livro, um trabalho ou qualquer outra coisa) e não completar. Você fecha a porta quando não aceita como final o desânimo. Dada a nossa natureza e a sociedade em que vive, são muitas as fraquezas a lhe debilitar, como muitas são as forças a lhe animar. A quais vai se agarrar? Você fecha a porta quando não estimula a fala do maledicente ou do mentiroso, e não apenas por santidade, mas por sabedoria, porque pode ser o próximo a ser mal falado. Você fecha a porta quando abandona um vício. Se você não quiser, seu coração não precisa viver aprisionado. Você fecha a porta quando não se deixa vencer pelo medo exagerado, que não pode lhe dominar. Você fecha a porta quando no Deus Eterno continua a confiar.   “Não abandone a sabedoria, e ela guardará você; ame-a, e ela o protegerá”. (Provérbio 4.6)   Bom dia!!!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 16, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 19)

(8.26- Prosseguindo na viagem, Jesus e os apóstolos chegaram a Gerasa, uma cidade cujos costumes não eram os de Israel. Ficava do outro lado do mar da Galileia, na Jordânia dos dias de hoje. Assim que desembarcaram, um homem endemoniado veio ao encontro deles. Ele não usava roupa e nem tinha casa. Antes, morava nos túmulos do cemitério local.    Seus parentes o amarravam em correntes, para o proteger, mas ele arrebentava tudo e fugia para lugares desérticos. Quando o viu,  Jesus ordenou ao demônio que saísse dele.   O homem curvou seu corpo em reverência, mas logo gritou bem alto: — Jesus! Eu não tenho nada a ver com você. Sei que você é o Filho do Altíssimo Deus Eterno. Não me atormente.   Jesus lhe perguntou: — Como você se chama?   Ele lhe respondeu: — Eu tenho muitos nomes. Eu sou muitos. De fato, muitos demônios estavam no seu corpo. Naquele momento, uma grande manada de porcos, considerados animal impuros e desprezíveis em Israel, pastava numa montanha próxima. Então, eles pediram a Jesus para não os mandar para o abismo. Jesus concordou. Imediatamente os demônios saíram do homem, entraram nos porcos, que se precipitaram montanha abaixo, caíram no mar da Galileia e se afogaram.    Os donos dos porcos saíram correndo e saíram correndo para alertar a todos sobre o prejuízo que Jesus estava lhes causando. As pessoas ficaram muito agitadas.   Quando procuraram por Jesus, encontraram o homem, bem vestido e em perfeita saúde. Ficam maravilhados. Muitos ficaram felizes em ver o homem completamente transformado.    Assim mesmo, a maioria do povo de Gerasa pediu para Jesus deixar a cidade, pelo medo de novos problemas. Jesus, então, deixou a cidade.   O homem que fora curado pediu para seguir com Jesus, mas a resposta foi diferente: — Volte para casa e conte para todos o que aconteceu com você. O homem fez como lhe foi orientado. Jesus subiu no barco e retornou para Cafarnaum.    (8.40- Quando Jesus chegou a Cafarnaum, foi recebido com muita alegria. Era grande a saudade dele. Logo depois de seu retorno, Jairo, que era líder da sinagoga da cidade, procurou por Jesus, curvou-se respeitosamente diante dele e lhe pediu um favor. Ele queria que Jesus o acompanhasse por a filha dele estava gravemente enferma, em casa.   A menina, filha única, tinha uns 12 anos de idade.  

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Redação Prazer da Palavra junho 16, 2022

Olhe para a sua história BOM DIA AMIGO, 3491 | Israel Belo de Azevedo)

“A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para hoje e cria uma visão para amanhã”. (Melody Beattie, 1948-*)   Por causa do amor entre seus pais, você nasceu. Tem recordações ternas de sua infância, tantas que gostaria de tê-las mais. (E mesmo que as coisas tenham sido diferentes disto, você está de pé, tanto tempo decorrido.) Formulou projetos, projetos de crianças (como ser isto ou ser aquilo, e de que talvez nem se lembre), projetos de adolescentes por um mundo melhor, projetos de jovens para deixar um legado, projetos de adultos de cuidar de sua família, projetos de velhos de continuar vivendo. (E talvez tenha realizado alguns que sonhou e outros que não imaginou, mas deu vida ao que não tinha, que é o que importa.) Aprendeu a amar ao Deus Eterno pelas páginas da Bíblia, amada por você, lida por você, distribuída por você. Fez amigos, uns presentes, outros ausentes, uns fraternidade ainda, outros já saudade, amigos que achocolataram sua vida. (Talvez alguns tenham sido amargos demais, mas a perfeição dos outros é impossibilidade, nos outros e em você). Rememore sua história e verá que o que tem para mencionar não cabe em poucas linhas. Como, então, não agradecer?   _“Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas”. _(Salmo 9.1)   Bom dia!!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 9, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 18)

Lucas 8 (8.1-3) Ao longo do seu ministério, Jesus andava de cidade em cidade, de vila em vila. Ele anunciava o evangelho da graça de Deus.  Ele era acompanhado pelos 12 apóstolos e por algumas mulheres, agradecidas por Jesus lhes terem curado ou liberto dos demônios. Eis os nomes de algumas delas: Maria Madalena, de quem Jesus expulsara sete demônios; Joana, que era esposa de Cuza, advogado de Herodes, e Souza. Todas elas tinham recursos materiais, os quais usavam para ajudar Jesus e seus apóstolos.   (8.4-15) Algum tempo depois, diante de pessoas de Cafarnaum e de outras vindas de diferentes cidades da região, Jesus lhes contou uma história: “Era uma vez um trabalhador do campo. Ele saiu plantando sementes. Algumas sementes caíram à beira da estrada e não cresceram porque os pássaros as comeram. Outras sementes caíram entre as pedras. Elas chegaram a crescer, mas pouco depois se secaram com a falta de água.  Outras sementes caíram entre os espinhos. Eles cresceram, mas os espinhos cresceram mais e as sufocaram. Por fim, outras sementes caíram numa terra fértil. Essa cresceram, mas cresceram muito mesmo”. Tendo contado a história, perguntou: — Vocês prestaram atenção? Os discípulos lhe pediram para explicar a história, que ele mesmo chamava de “parábola”. Jesus explicou: — Para vocês, eu mostro através de parábolas o que é graça de Deus. Para os outros, eu não conto estas histórias, porque não querem ouvir, nem entender. Jesus continuou: — Vou lhes explicar o significado da parábola que contei: as pessoas são como as sementes.: “Algumas pessoas são como as sementes da beira do caminho; elas ouviram mas o diabo veio e lhes arrebatou do coração a palavra que escutaram, porque ele não quer que creiam e sejam salvas. Outras pessoas são como as sementes sobre as pedras. Elas ouviram a palavra e até a receberam com alegria; como não têm raiz, não resistem à provação e se afastam. Outras são como as sementes nos espinheiros. Elas ouviram, mas, com o passar do tempo, acabaram sufocadas com as preocupações, com as riquezas e com os prazeres da vida; até dão frutos, mas eles não amadurecem.  Ainda bem que há pessoas que são como as sementes que caíram na terra boa. Elas ouviram com a atitude certa e guardaram a palavra no coração. Elas dão frutos que permanecem”.   (8.16-18) Sobre a natureza o seu ministério, Jesus acrescentou ainda: — Tudo o que eu ensino é claro. Eu não acendo uma vela e depois a abafo ou escondo debaixo da cama. Na verdade, eu acendo a vela e a coloco num lugar em que possa iluminar toda a casa. Não quero  que ninguém tropece. Por um pouco, eu agora falo por parábolas, mas logo tudo será dito claramente. Nada ficará secreto. Tudo será revelado. Por isto, eu lhes peço: prestem atenção no que eu digo agora. Quando chegar a hora de vocês falarem, será grande a sua responsabilidade. Vocês aprenderam muito para ensinarem muito. Não falhem. Não percam a oportunidade de ensinar o que aprenderam. O mundo precisará de vocês”.   (8.19-21) Certo dia, Maria, a mãe de Jesus, junto com seus filhos, procuraram por Jesus e encontraram numa casa. Tentaram entrar, mas não conseguiram, porque tinha muita gente em volta dele. Foi quando lhe deram um recado: — Mestre, sua mãe e seus irmãos estão lá fora e querem conversar com o senhor. Jesus, porém, respondeu: — Minha mãe e meus irmão são meus familiares por laços de sangue, mas vocês podem fazer parte da minha espiritual, se ouvirem e praticarem a palavra de Deus que lhes ensino.   (8.22-25) Algum tempo depois, Jesus e seus apóstolos pegaram um barco no mar da Galileia. Jesus, então, lhes pediu: — Vamos atravessar o lago, até o outro lado. Assim foram. Enquanto navegavam, Jesus dormiu. Pouco depois, uma tempestade se formou e se abateu sobre o barco, que ameaçava naufragar. Aprovados, os apóstolos acordaram Jesus, aos gritos: — Mestre! Mestre! Acorda! Vamos todos morrer! Jesus acordou, levantou-se e repreendeu o vento em sua força e as ondas em sua fúria.  Tudo passou e a calmaria voltou. Depois disto, Jesus perguntou aos apóstolos: — Onde está a fé que vocês têm? Cheios de fé e admiração diante do que viram, eles não responderam, mas entre si perguntavam: — Vocês viram? Ele manda na natureza. Até os ventos e as ondas lhe obedecem?  

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Redação Prazer da Palavra junho 9, 2022

Abra a porta (BOM DIA AMIGO, 3490 | Israel Belo de Azevedo)

“Quando a felicidade se apresenta devemos abrir-lhe todas as portas porque jamais foi considerada inoportuna.“ (Arthur Schopenhauer, 1788-1860)   Porta é uma parte da construção por onde se entra e sai. Porta é uma metáfora para a construção de relacionamentos nos quais entramos e saímos. Abra a porta da sua casa para receber um desconhecido, um amigo, um familiar, para formar laços que o tempo não apagará. Abra a porta do seu coração para amar, porque só vive verdadeiramente quem é amado e está pronto para amar. Abra a porta do seu peito para perdoar um arrependido, por mais grave que tenha sido a ofensa disparada. Abra a porta da sua biblioteca, para que outros, especialmente os pequenos, possam se aventurar. Abra a porta da sua alma para receber a graça de Deus, tornada visível por Jesus. Abra a porta do céu para que muitos nele entrem levados por suas mãos. Abra a porta das páginas da sua agenda para passar momentos eternos. Abra a porta da sua loja para fazer não apenas clientes, mas irmãos. Abra a porta da sua igreja para abençoar, para ganhar o que? Nada! Abra a porta para receber afagos, bombons e convites fraternos. Abra a porta do seu bolso para doar, seja tempo, seja dinheiro. Abra a porta do seu conhecimento para deixar entrar a luz. Abra a porta do seu país para acolher o estrangeiro. Deixe aberta a sua porta.   “Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. (Apocalipse 3.20)   Bom dia!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 8, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 17)

(7.36-50) Um fariseu de nome Simão convidou Jesus para um banquete. Jesus aceitou o convite para o jantar e tomou o lugar que lhe foi reservado. Sabendo que Jesus estava na casa, jantando com o fariseu, uma mulher, conhecida por sua má fama, foi até. Ela levava um perfume caro /dentro de um frasco de alabastro, igualmente caro.  Durante o jantar, em que as pessoas ficavam reclinados diante dos alimentos colocados numa mesa bem baixa à frente. Eles comiam com as mãos; suas pernas ficam dobradas para a direita, atrás do outro convidado. A mulher veio por trás e tocava os pés de Jesus. Ela chorava. Suas lágrimas molhava os pés de Jesus, mas ela os enxugava com os próprios cabelos. Além disso, ela beijava os pés de Jesus e derrama sobre eles o perfume que tinha trazido.  Vendo aquilo, Simão pensou: — Se este cara fosse mesmo um profeta, saberia que essa mulher que o acaricia não passa de uma tremenda pecadora. Imediatamente Jesus lhe dirigiu a palavra: — Simão, preciso de lhe dizer uma coisa. O fariseu respondeu: — Pode falar, mestre. Jesus começou com uma comparação: — Dizem que um homem emprestou dinheiro para dois outros, 500 para um e 50 para o outro. O problema é nenhum dos dois devedores tinha como pagar a dívida. Sabe o que aconteceu? O homem perdoou as dívidas dos dois. Agora, eu lhe pergunto: qual dos dois devedores amará mais o seu benfeitor? Simão respondeu: — Com certeza, aquele que tinha uma dívida maior. Jesus comentou: — Certo, Simão, você pensou certo. Jesus, então, continuou; apontando para a mulher, disse: — Você está vendo esta mulher? Quando entrei na sua casa, você não me deu água para lavar os pés. Ela, porém, molhou os meus pés com as lágrimas que caíam do seu rosto e depois os enxugou com seus próprios cabelos. E tem mais: quando cheguei, você não me cumprimentou com um beijo. Ela, porém, não parou de beijar os meus pés. E não acabei: você não perfumou a minha cabeça, mas ela ungiu os meus pés com um perfume valioso. Antes que Simão tentasse se explicar, Jesus prosseguiu: — Eu, então, lhe garanto que os pecados dessa mulher foram perdoados, porque mostrou seu grande amor. Simão, eu a perdoo e quem é perdoado está pronto para amar. Em seguida, Jesus disse à mulher: — Eu perdoo os seus pecados. Começou logo uma discussão durante o jantar, em torno da seguinte pergunta: — Será que esse cara tem poder para perdoar pecados. Jesus não se importou e preferiu conversar com a mulher, a quem disse: — A sua fé salvou vocês. Fique na paz.  

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Redação Prazer da Palavra junho 8, 2022

Velocidade, intensidade, serenidade (BOM DIA AMIGO, 3489 | Israel Belo de Azevedo)

“O sinal mais seguro da sabedoria é a constante serenidade”. (Montaigne, 1533-1592)    Nossa vida pode ser organizada em três ciclos: VELOCIDADE INTENSIDADE SERENIDADE No primeiro ciclo, corremos, até nos cansar, para realizar nossas tarefas. Agimos como crianças. Vejamos como se locomovem: elas correm; por isto, muitas vezes tropeçam. No segundo ciclo, somos intensos no que desejamos, pensamos e fazemos. Temos uma perspectiva melhor do tempo; as coisas podem demorar. Ainda corremos, mas menos. Não mais corremos o tempo todo, apenas na área em que nos sentimos bem. No terceiro ciclo, alcançamos a serenidade. Sabemos sonhar e esperar, planejar e executar. Sabemos conviver com as frustrações, porque nossa visão é de longo prazo. O ideal é que esses ciclos estejam numa sequência cronológica. O primeiro nos marca da infância à juventude. O segundo nos caracteriza na idade adulta. A serenidade se alcança na idade de muitos anos. Precisamos saber em que ciclo estamos, para vivermos no estágio que devemos. Nossos primeiros anos são para a velocidade, mas os últimos devem ser para a serenidade.   “Melhor é um punhado de descanso do que ambas as mãos cheias de trabalho e correr atrás do vento”. (Eclesiastes 4.6)   Bom dia!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial www.comunidadedabiblia.com.br/

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Redação Prazer da Palavra junho 7, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 16)

(7.11-17) Algum tempo depois, quando ia a Nazaré, Jesus passou por Naim, hoje Nein, a 40km de Cafarnaum e a 10km de Nazaré. Seus discípulos e várias outras pessoas foram com ele. Perto da entrada da cidade, viram um cortejo conduzindo para o cemitério o corpo do filho único de uma viúva muito querida.  Quando viu aquela senhora, Jesus foi tomado por uma grande compaixão. Então, ele lhe disse: — Não chore. Jesus se aproximou e tocou na maca que levava o rapaz, parando a procissão. Jesus olhou para o corpo e disse: — Jovem, ouço o que lhe mando fazer: levante-se agora! Imediatamente o jovem se levantou-se, assentou-se e começou a falar, para a alegria da sua mãe. Todos ficaram admirados e passaram a dar “glória a Deus”. Eles diziam: — Hoje em nossa cidade vimos um grande profeta em ação. Hoje o Deus Eterno se mostrou a nós. A notícia do que Jesus fizeram correu por toda a Galieia e também por toda a Judeia.   (7.18-34) Nessa época, João estava preso em Maquero, do outro lado do rio Jordão. Seus discípulos ficaram sabendo do Jesus ensinava e fazia e eles contaram tudo a João.  João chamou dois dos seus discípulos e os enviou a Jesus com uma pergunta específica: — Você é o Messias esperado ou ainda teremos que esperar? Quando encontram Jesus, os dois discípulos lhe disseram: — João Batista nos enviou para lhe perguntar o seguinte: “O senhor é o Messias esperado ou ainda teremos que esperar?” Enquanto falavam, Jesus curava. Eles mesmo viram que muitas pessoas ficaram livres de suas enfermidades e de suas dores; de algumas os demônios foram expulsos. Depois disso, Jesus deu a resposta que buscavam: — Agora, voltem e digam a João tudo o que viram e ouviram. Cegos voltaram a ver, paralíticos estão andando, leprosos estão limpos, surdos ouvem e mortos voltam a viver.  Jesus continuou: — O evangelho está sendo pregado aos pobres. O último recado para João foi: — Feliz é quem crê em mim, sem duvidar. Assim que aqueles emissários foram embora, Jesus se dirigiu ao povo para falar quem era João: — Cheios de curiosidade, vocês atravessaram o rio Jordão para encontrar um homem que fosse extraordinário, não um simples mortal. Parece que vocês queriam ver um homem elegantemente vestido. Vocês não sabem que quem se veste na moda não mora no deserto, mas em verdadeiros palácios? Jesus prosseguiu: — Digam-me: o que procuravam? Se procuravam um profeta, vocês o encontraram. Na verdade, vocês não encontraram um profeta qualquer. Foi sobre ele que o profeta Malaquias escreveu: ‘Envio antes de você o meu mensageiro. Ele vai preparar o caminho para a sua chegada’.  Jesus disse mais ainda: — Eu lhes garanto: não há um ser humano sequer que seja maior que João. Mas eu garanto também: por causa da graça de Deus, a pessoa mais simples pode ser mais importante que João. Jesus sabia que todos os que ouviram João reconheciam que o Deus Eterno agia por intermédio dele. Até cobradores de impostos creram e foram batizados no rio Jordão. Jesus também sabia que os fariseus e teólogos o rejeitaram a mensagem do Deus Eterno que João transmitia. Por isto, nenhum deles foi batizado por João. Foi pensando neles que Jesus disse, com firmeza: — Que direi das pessoas que não aceitaram o ministério de João. Para mim, são como meninos que brincam numa praça e reclamam uns com os outros: “O que está havendo, gente? Colocamos músicas alegres e vocês não dançam. Pomos músicas tristes e vocês não choram. Assim não dá”. É o que fazem os que não gostam de João.  Batista. Ele não participa de festas e recomenda o jejum. Eu participo de banquetes e vocês dizem que sou comilão e beberrão e que ando com más companhias. Assim, se vocês realmente sábios, entenderiam o que João e eu fazemos.  

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Redação Prazer da Palavra junho 7, 2022

Ansioso? Ansiosa? (BOM DIA AMIGO, 3488 | Israel Belo de Azevedo)

“Nossa ansiedade não esvazia o sofrimento de amanhã; apenas esvazia as forças de hoje”. (Charles Spurgeon, 1834-1892)   A ansiedade não é para ser subestimada, quando é um transtorno, que precisa de cuidado médico. A ansiedade não é para ser superestimada, quando é preocupação excessiva.  Sem dúvida, “a ansiedade no coração pode abater alguém, mas uma boa palavra traz alegria” (Provérbio 12.25). Então: Abra e leia a Bíblia. A leitura da Bíblia nos coloca em diálogo com pensamentos capazes de nos encher de esperança. Ore, mesmo que reclamando ou pedindo, mas sempre confiando em quem está ouvindo a sua oração. Reflita sobre suas experiências e descobrirá que passou por situações como as de agora e as superou. Medite no que leu na Bíblia. Além dos textos que já escolheu, anote estes: Mateus 6.34 — “Portanto, não se preocupem com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Filipenses 4.6 — “Não fiquem preocupados com coisa alguma, mas, em tudo, sejam conhecidos diante de Deus os pedidos de vocês, pela oração e pela súplica, com ações de graças”. Salmo 37.5 — “Entregue o seu caminho ao Senhor, confie nele, e o mais ele fará”.   “Por que vocês se preocupam tanto, se não podem acrescentar um dia sequer à duração das suas vidas?” (Mateus 6.27 — Paráfrase de Israel Belo de Azevedo)   Bom dia!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 15)

“Vocês acham que um cego pode servir como guia de outro cego? É lógico que os dois cairão no buraco”.   Na segunda comparação, afirmou: “O aluno não sabe mais que o seu professor. Quem é inteligente presta atenção ao que o seu professor lhe ensina”.   Na terceira comparação, começou com uma pergunta: “Por que você se oferece para limpar a ferida no corpo do seu amigo, se o seu próprio corpo está ferido? Não adianta se oferecer para limpar a ferida do rosto do seu amigo, se as suas mãos estão completamente contaminadas. Higienize primeiramente as suas mãos antes de tocar no corpo do seu amigo”.   Na quarta comparação, Jesus trouxe um exemplo da agricultura: “Uma árvore frutífera saudável dará boas frutas, mas a árvore cheia de bicho não dará frutas boas. O nome da árvore frutífera vem do que ela produz. Não nasce figo na grama. Não há uva na roseira. Entendemos assim que uma pessoa boa tira o que é bom do seu coração, assim como uma pessoa má só gera maldade. Se o coração é bom, coisas boas vão sair dele.   (6.46-49) Jesus fez ainda outra comparação: “Eu sei que muitos consideram que sou o Messias que haveria de vir. Que adianta se seguem os meus ensinos?  Eu me alegro com todo aquele que me procura, ouvem e procura praticar o que tenho ensinado. Eu comparo essa pessoa a um homem que, para construir a sua casa, cavou até encontrar a rocha e sobre ela fincou as fundações. Essa casa bem construída resistiu à enxurrada e permaneceu firme e segura. Bem diferentemente, aquele me ouve mas não pratica é como um homem que construiu a sua casa na terra superficial, sem fundações. Quando a enchente chegou, a casa desabou, com terríveis consequências para os seus moradores”.   Lucas 7 (7.1-10) Depois de ensinar todas essas coisas às margens do mar da Galileia, Jesus entrou na cidade de Cafarnaum. Um homem que trabalhava na casa do capitão romano encarregado da segurança da cidade ficou doente. Ele querido pelo militar a quem servia. Por isto, sabendo do que Jesus fazia, pediu a alguns amigos judeus que o procurassem e o trouxessem para curar deu funcionário.  Esses amigos judeus, líderes espirituais em Cafarnaum, foram falar com Jesus: — Por favor, venha ajudar o capitão. Ele é gente boa. Ele tanto gosta de nós que mandou construir a nossa sinagoga. Jesus concordou. Perto de chegar, Jesus foi recebido por outros amigos do capitão e transmitiram um recado: — Nosso amigo manda dizer o seguinte ao senhor: “Não se incomode comigo. Não sou digno de recebê-lo em minha casa. Não fui ao seu encontro porque também não me acho digno de ser recebido pessoalmente pelo senhor. Só desejo que mande uma ordem para meu empregado ficar bom e ele ficará bom. Comigo é assim: tenho cem soldados sob o meu comando. Quando eu digo a um deles para ir ou ir, sou atendido na hora. Não precisa vir curá-lo. Basta que o senhor dê a ordem para a cura e ela acontecerá”. Jesus ficou maravilhado com essas palavras e concordou com o pedido. Depois, virando-se para as pessoas à sua volta, disse: — Garanto a vocês que nem entre os israelitas encontrei uma pessoa com tanta fé. Quando os emissários do capitão voltaram, o homem já estava curado.  

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022
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