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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Redação Prazer da Palavra

Redação Prazer da Palavra

Redação Prazer da Palavra

Viva a boa teologia (BOM DIA AMIGO, 3487 | Israel Belo de Azevedo)

“Você não compreende corretamente a teologia enquanto não tem a presença de Deus”. (Leonard Ravenhill, 1907-1994)   Tudo começa com a teologia. O que cremos sobre o Deus Eterno define como vivemos. Se cremos que Ele é bondoso e compassivo, nós nos importamos com os outros. Se acreditamos que Ele é perfeito e santo, temos a perfeição como meta e a santidade como estilo de vida. Se separamos tempo para ler a Palavra de Deus, os padrões morais nela encontrados serão os nossos, mesmo que elevados. Se entendemos que sempre estamos na presença de Deus, procuramos viver de modo que não o ofenda. A boa teologia nos abre o horizonte da caridade, da honestidade e da fidelidade. Os necessitados podem contar conosco. Nossos parceiros de negócios podem confiar em nós. Nossos familiares não nos precisam vigiar, quando viajamos. Quando fazemos de Deus o nosso amigo, não somos insensíveis, não fraudamos, não traímos. Por isso, precisamos avaliar a nossa teologia, para que ela nos advirta contra a autossuficiência exagerada e nos alimente com uma confiança adequada, não em nós mesmos, mas no Deus Eterno a quem amamos acima de tudo, até mesmo dos nossos mais fortes e péssimos desejos.   _“Senhor, tu me ensinas a viver. Tua presença me enche de alegria, sim, ao teu lado a alegria não termina, jamais”. _(Salmo 16.11 — Paráfrase de Israel Belo de Azevedo)   Bom dia! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 14)

(6.24-25) Ele ensinou ainda: “Infelizes são vocês, os ricos, porque já receberam tudo e nada mais têm para receber. Infelizes são vocês, cujas barrigas estão cheias, porque um dia passarão fome. Infelizes são vocês, que vivem festejando, porque ainda vão ter motivos para reclamar e chorar”.   (6.26) Jesus prosseguiu: “Fiquem preocupados quando elogiarem vocês. Fizeram assim com os falsos profetas no passado”.   (6.27-36) Jesus continuou: “Minhas palavras são diferentes. Amem os seus inimigos e se empenhem em fazer o bem aos que têm raiva de vocês. Abençoem os que querem o mal de vocês. Orem pelos que maltratam vocês. Jamais reajam com violência à violência que sofrerem. Quando alguém lhes pedir alguma coisa, não se omitam. Quando alguém precisar de alguma coisa, não emprestem; doem generosamente. Em tudo, ajam com os outros do mesmo modo que gostariam que fizessem com vocês. Todos amam os que os amam. Não há virtude nisto. Até os malfeitores amam os que os amam.  Que virtude há em fazer o bem só para os amigos? Nenhuma. Todo mundo age desse modo. Que virtude há em emprestar para depois receber? Nenhuma. Até os malfeitores agem desse modo, certos de que vão ter de volta o que investiram.  Quanto a vocês, meus discípulos, amem os seus inimigos, façam sempre o bem e doem sem esperar nada em troca. A recompensa virá do Deus Eterno, que os considerará como seus filhos queridos. Sigam o modelo do Altíssimo Deus Eterno que é bondoso com os bons e igualmente bondoso com os ingratos e perversos.  Tratem com ternura uns com os outros, assim o Pai Eterno é cheio de ternura para com vocês”.   (6.37-38) Jesus falou ainda: “Em resumo, não fiquem procurando defeitos nos outros e confiem que elas agirão do mesmo modo com vocês. Se vocês forem bondosos no que dizem sobre os outros, estejam certos que serão bondosas as palavras que falarão sobre vocês. Não sejam excessivamente críticos dos outros e esperem que não serão condenados. Doem e receberão; sim, vocês receberão em dobro, do bom e do melhor, do modo como fizeram com os outros”.   (6.39-45) Em seguida, Jesus fez algumas comparações para tornar ainda mais clara sua mensagem.  

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022

A Bíblia foi escrita para nos dizer isto (BOM DIA AMIGO, 3486 | Israel Belo de Azevedo)

“Deus é o autor da Bíblia e somente a verdade que ela contém levará as pessoas à verdadeira felicidade”. (George Muller, 1805-1898)   Precisamos nos enternecer diariamente com o fato que somos amados pelo Deus Eterno. A Bíblia foi escrita para nos dizer que Ele nos ama com tal intensidade que enviou seu Filho para morrer em nosso lugar (João 3.16). Tomados pela ansiedade, é excelente remédio abrigar no coração a certeza de que somos aceitos pelo Pai dos cuidados. A Bíblia foi escrita para nos dizer que na cruz Ele nos perdoou (Romanos 3.24). Vivendo em uma sociedade competitiva com exigências cada vez mais exasperadoras, experimentamos alívio quando nos lembramos que Deus nos acolhe com afeto. A Bíblia foi escrita para nos dizer que Ele oferece um banquete em nossa homenagem (Salmo 23.5) Envolvidos em conflitos dilacerantes, alcançamos paz quando compreendemos que somos aprovados pelo Pai de Jesus Cristo. A Bíblia foi escrita para nos dizer isto (Romanos 5.1) Cheios de medo sobre o futuro, ficamos seguros quando abrigamos a inspirada convicção que o Criador nos ilumina em nossa caminhada. A Bíblia mesma diz que ela é luz que nos orienta (Salmo 119.105).   “Não fiquem exageradamente preocupados diante das dificuldades. Orem sempre, fazendo seus pedidos, apresentando suas súplicas e já agradecendo”. (Filipenses 4.6 — Paráfrase de Israel Belo de Azevedo)   Bom dia!!!!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 13)

Lucas 6 (6.1-5) Em Israel, a legislação religiosa dos judeus proibia qualquer tipo de trabalho no sábado.  Num desses sábados em que passava por uma fazenda de cevada com os seus discípulos, eles começaram a colher e comer espigas, com as mãos.  Os fariseus os questionaram: — Ei, isto não permitido no sábado. Por que vocês estão infringindo a nossa legislação? Jesus defendeu seus discípulos: — Vocês realmente conhecem as Escrituras? Se conhecessem saberia que o rei Davi fez. Ele e seus companheiros estavam com fome. Ele entrou no templo de Jerusalém, pegou, comeu e repartiu com os seus companheiros os pães consagrados, que só os sacerdotes podiam comer. Não foi? E concluiu: — Eu sou maior que o sábado.   (6.6-11) Foi num sábado que outro episódio similar ocorreu. Jesus estava ensinando na sinagoga de Cafarnaum. Um dos presentes tinha a mão direita totalmente seca. Os teólogos e os fariseus estavam de olho em Jesus, para ver se ele fazia alguma cura no sábado e assim o acusarem de desobedecer a legislação.  Jesus, mesmo sabendo o que eles pensavam, chamou o homem para o meio do salão, com as seguintes palavras: — Ei, você, levante-se e venha para o meio, para que todos o vejam. O homem se levantou e se aproximou. Jesus falou aos presentes: — Tenho uma pergunta para lhes fazer. No sábado, nós estamos livres para fazer o bem ou só estamos impedidos de fazer o mal? Depois, foi mais direto: — Podemos salvar uma vida ou temos que deixar que a pessoa morra? Atento também ao público presente, Jesus disse ao homem: — Estenda a sua mão. O homem estendeu a mão e ela ficou completamente restaurada.  Esse milagre despertou a fúria dos fariseus e teólogos, que começaram a bolar um plano para matar Jesus.   (6.12-16 Como era do seu costume, Jesus se retirou mais uma vez para um monte perto do mar da Galileia para orar. Ali passou a noite diante de Deus em oração. Quando amanheceu, ele chamou os discípulos que o acompanhavam e, entre eles, formou uma equipe com 12. Eles os considerava como apóstolos, isto é, enviados. Eis os nomes deles: Simão Pedro e André, que era seu irmão Tiago, o Maior, e João, que eram irmãos Filipe e Bartolomeu, conhecido também como Nataniel Mateus (conhecido também como Levi) e Tomé Tiago, o Menor, que era filho de Alfeu, e Simão, cujo apelido era “Zelote” Judas, filho de outro Tiago, e Judas Iscariotes, que mais tarde o trairia.   (6.17-19) Depois desta escolha, Jesus desceu do monte e parou num lugar plano mais perto do mar da Galileia.  Ali já estavam outros discípulos e muitas pessoas, vindas também da Judeia, de Jerusalém e das cidades mediterrâneas de Tiro e Sidom. Todos queriam ouvir Jesus ensinar. Muitos queriam ainda ficar livres de suas enfermidades. Ele pregou e curou, curou até alguns que eram atormentados pelos demônios.  Todos procurar tocar em Jesus. Ele tinha poder para curar e curava.   (6.20a) Diante daquela gente toda, Jesus, olhando para as pessoas, as abençoou com as seguintes palavras:   (6.20b-21) “Felizes são vocês, que são pobres, porque a graça do Deus Eterno está com vocês. Felizes são vocês, que passam fome, porque serão alimentados. Felizes são vocês, que agora choram, porque terão motivos para rir”.   (6.22-23) “Felizes são vocês, que têm sido odiados, expulsos das cidades, caluniados e rejeitados como indignos por me seguirem. Fizeram assim com os profetas do passado. Chegará um dia em que vocês se alegrarão com a recompensa que receberão no céu”.  

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Redação Prazer da Palavra junho 6, 2022

O fazendeiro generoso (BOM DIA AMIGO, 3485 | Israel Belo de Azevedo)

“A Graça não depende do que fazemos para Deus, mas do que Deus tem feito por nós”. (Philip Yancey, 1949-*)   Para entendermos bem a Graça de Deus, precisamos ler a história do fazendeiro generoso, contada por Jesus. O homem foi bem cedo, lá pelas 6h da manhã, a uma praça da cidade para contratar diaristas. Chamou alguns. Faltando gente, voltou às 9h e contratou outros. Repetiu o ato ao meio-dia. Uma hora antes de acabar o expediente, ele retornou à praça e contratou mais diaristas. Na hora de remunerar os empregados pelos serviços prestados, às 6 da tarde, decidiu pagar o mesmo valor para cada um deles. Os que chegaram de madrugada e se esforçaram, de sol a sol, ficaram revoltados com o que chamaram de “injustiça”. O fazendeiro dialogou com eles: — Contratei vocês por uma diária e lhes paguei o combinado. O que há de errado nisto, se o dinheiro é meu? Precisamos ouvir essa história muitas vezes. Atentos à intenção de Jesus, não nos assentaremos ao lado dos que reclamam, que são os que acham que merecem. A Graça de Deus é um presente que Ele nos dá, sem que mereçamos. O que temos feito com essa graça assim tão radical?   “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, mas por todos nós o entregou, será que não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8.32)   Bom dia!!!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 3, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 12)

(5.17-26) De volta a Cafarnaum, Jesus estava ensinando. A casa estava cheia, com pessoas vindas de muitas cidades da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. Havia fariseus e professores das Escrituras no auditório. Nesse dia, Jesus mostrou mais uma vez que, pelo poder que o Deus Eterno, tinha a capacidade de curar. Do lado de fora, estava um paralítico querendo ser curado. Alguns amigos tentavam levá-lo para perto de Jesus, mas era impossível porque não conseguiam passar, tão  Eles não desistiram e subiram com o paralítico até o terraço. Fizeram um buraco no teto e baixaram o leito no meio da sinagoga, à frente de Jesus.  Vendo uma fé tão compassiva, Jesus disse ao paralítico: — Amigo, eu perdoo os seus pecados. Os fariseus e fariseus ficaram indignados com essas palavras. E não falaram, mas pensaram o seguinte: — Que blasfêmia horrível é esta? Nenhum ser humano pode perdoar pecados. Só o Deus Eterno. Jesus, sabendo o que pensavam, lhes respondeu: — Eu sei bem o que estão pensando. Como deveria eu dizer? “Eu perdoo os seus pecados”? Ou seria melhor eu falar: “Levante-se e comece a andar”? Eu preferi dizer “eu perdoo os seus pecados”, para que vocês saibam que eu posso perdoar pecados. Eu tenho essa autoridade. Em seguida, dirigiu-se ao paralítico e lhe disse: — Amigo, levante-se, pegue a sua cama e vá para casa. Imediatamente, o homem pulou da cama, enrolou a cama onde vivia deitado e voltou para casa. Ela dava “glória a Deus” sem parar. As pessoas ficaram maravilhadas e, cheias de fé, diziam umas para as outras: — Hoje coisas extraordinárias aconteceram aqui.   (5.27- Algum tempo depois, andando por Cafarnaum, Jesus passou perto da coletoria onde os impostos eram pagos. No seu balcão estava Levi, que ali trabalhava. Jesus o viu assentado em seu posto e o chamou: — Siga-me! Imediatamente, Levi se levantou, abandonou a profissão e o seguiu. Para registrar sua decisão, Levi ofereceu um grande banquete em sua casa. Eram muitos os convidados, entre eles, cobradores de imposto, fariseus e teólogos, além dos discípulos de Jesus. No meio do jantar, os fariseus e seus amigos teólogos começaram a provocar os discípulos de Jesus, dizendo coisas assim: — Por que vocês participam de festas onde cobradores de impostos e outras pessoas desclassificadas estão? Quando chegou a hora de Jesus falar, ele lhes respondeu: — Quem acha que tem saúde não precisa de médico, mas quem reconhece que está doente. Do mesmo modo, meu convite é ao arrependimento e só aceita quem reconhece que é pecador. Mas os teólogos não ficaram satisfeitos e trouxeram outro assunto para a discussão, que era comum nesses banquetes: — Temos outra questão: os discípulos de João não participam de banquetes, porque estão sempre dedicados ao jejum e às orações. Os seus discípulos, pelo contrário, apreciam uma festa. Jesus lhes respondeu: — Peço que imaginem o seguinte e me respondam: um noivo convida seus amigos para a festa do seu casamento; eles devem ir e comer ou ficar em casa jejuando? Fiquem tranquilos, porque chegará o tempo em que o noivo se ausentará e eles precisarão orar e jejuar. Ainda no banquete, Jesus encerrou a sua palavra com algumas comparações. A primeira foi a seguinte: — Se você tem uma roupa velha, você não vai cortar um retalho dela para consertar uma roupa velha, vai? Todo mundo sabe que o remendo da roupa nova não combina com a velha. A segunda foi: — Imagine que você vai servir café aos seus convidados. Você não preparará um café novo e o servirá numa xícara com resto de café velho. Vai ficar horrível. Por isto, você servirá o café recentemente preparado em xícaras limpas. Todo mundo aprecia um café fresquinho.

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Redação Prazer da Palavra junho 3, 2022

A fertilidade da generosidade (BOM DIA AMIGO, 3484)

“As leis não bastam: os lírios não nascem da lei”. (Carlos Drummond de Andrade, 1902-1987)   Custa-nos ser corteses? Custa tratar bem quem de nós se aproxima? Custa sorrir bonito para quem nos busca? Custa receber afetuosamente quem chega? Custa oferecer uma resposta educada a quem nos pergunta? Custa fazer alegremente um favor a quem precisa? Custa aprender atentamente com quem nos ensina? Quem é cortês aprendeu uma atitude incrivelmente simples: deve tratar o outro como gostaria de ser considerado. Quem é cortês não responde mal, mesmo que não tenha sido bem recebido. Quem é cortês não faz de conta que não vê quem passa, para justificar sua insensível indiferença. Quem é cortês não foi corrompido pelo pecado da superioridade, porque sabe que é rigorosamente igual. A cortesia não é ainda generosidade, mas é terra fértil onde a bondade nascerá. A cortesia não visa benefícios próprios, mas constrói rede de bons relacionamentos que pode beneficamente ultrapassar gerações. Talvez colhamos poucos frutos com a cortesia, mas colheremos. Certamente colheremos muitos males com a grosseria, e será tarde para nos arrependermos.   “Amem uns aos outros com amor fraternal. Quanto à honra, deem sempre preferência aos outros”. (Romanos 12.10)   Bom dia!!!!! Israel Belo de Azevedo @israelbelooficial comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 3, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 11)

Lucas 5 (Lucas 5.1-11)   Num dia em que passava pela praia do mar da Galileia, conhecido também como lago de Genesaré, Jesus foi seguido de perto por muitas pessoas que queriam avidamente ouvir a palavra de Deus. Para que pudesse lhes ensinar de modo que o ouvissem, Jesus precisava de uma solução. E ele a encontrou quando notou que os pescadores lavavam as redes de dois barcos perto da praia. Jesus subiu num deles, do qual era Simão Pedro era o dono. Jesus lhe pediu para levar o barco para a água. Simão Pedro o atendeu. Jesus, então, se assentou e, de frente para as pessoas, passou a lhes ensinar a palavra de Deus. Quando terminou, Jesus disse o seguinte a Simão Pedro: — Agora, leve o barco para águas mais profundas e lá você e seus companheiros pesquem com as redes. Simão Pedro argumentou: — Mestre, pescamos a noite toda e não conseguimos nada.  E completou: — Mas, como é o senhor que está mandando, vou lançar as redes. A pescaria foi extraordinária. Eles pegaram tanto peixe que as redes começaram a se rasgar. Felizes, Simão Pedro e seus companheiros fizeram sinais pedindo ajuda aos pescadores que estavam no outro barco que tinha ficado na praia. Todos juntos, pescaram tanto que os barcos ficaram cheios ao ponto de correrem o risco de afundar. Quando viram isto, todos os pescadores ficaram maravilhados.  Já na praia, Simão Pedro se ajoelhou diante de Jesus e pediu: — Mestre, fique longe de mim, porque eu não passo de um pecador. Ele fez este pedido porque estava totalmente maravilhado; aliás, não só ele, mas todos os que viram o que tinha acontecido, inclusive Tiago e João, os filhos de Zebedeu que eram seus sócios de Simão Pedro na cooperativa de pescadores. Vendo o que sentiam, Jesus tranquilizou Simão Pedro:  — Não fique com medo! A partir de agora, você será pescador de pessoas, não de peixes. Depois de ouvirem essas palavras, os pescadores puxaram seus barcos para a praia, onde os deixaram, e seguiram a Jesus.   (5.12-16) Estando Jesus numa cidade da Judeia, um homem veio ao seu encontro. Ele estava com o seu corpo totalmente tomado pela lepra. Ele chegou perto de Jesus, curvou-se até o chão e fez o seguinte pedido: — Senhor, eu sei que podes me purificar. Jesus estendeu suas mãos sobre o homem, tocou no seu corpo e disse: — É claro que eu quero. Fique limpo agora! Imediatamente, a lepra sumiu do corpo do homem. Jesus lhe pediu para não contar o milagre a ninguém, mas lhe deu a seguinte orientação: — O que eu quero é que você procure o sacerdote no templo de Jerusalém, faça o sacrifício exigido na legislação para a purificação, de modo que todos verifiquem que você foi curado.  

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Redação Prazer da Palavra junho 3, 2022

Feitos para a beleza (BOM DIA AMIGO, 3483 | Israel Belo de Azevedo)

“A beleza é a única coisa preciosa na vida. É difícil encontrá-la, mas quem consegue descobre tudo”. (Charles Chaplin, 1889-1977)    Fomos feitos para ser belos. Fomos feitos para fazer coisas bonitas, inventando e nos reiventando. Vejamos um avião num pátio. Que competência temos para fazer um veículo tão grande e tão pesado para transportar passageiros numa velocidade imensa sobre cidades e oceanos! Vejamos um centro cirúrgico. Que competência temos para remover órgãos doentes de corpos que, sem a intervenção, afundariam na morte e lhes prolongar a existência! Vejamos uma orquestra num palco. Que competência temos para tocar juntos músicas encantadoras sob a direção das mãos de um maestro! Vejamos um livro que nos ilumina. Um autor, com sua ideia, um editor, com sua habilidade, um leitor, com sua imaginação, e … um mundo novo se descortina. Que competência! Por que vamos usar nossa inteligência para fazer o mal? Para que precisamos oprimir o próximo, para ter mais dinheiro? Por que roubar, se temos mãos para ganhar o que precisamos? Para que degradar a terra, até que nos degrade? Por que usar palavras para ofender, se podemos perdoar?   “Seja cada vez mais profundo o conhecimento que têm da vontade de Deus, para que sejam cada vez mais sábios e mais íntimos dele. Só assim vocês efetivamente viverão do modo como o Senhor Jesus deseja”. (Colossenses 1.9b-10a — Paráfrase de Israel Belo de Azevedo)   Bom dia!!!! Israel Belo de Azevedo   Nesta quarta-feira, a Conferência da Bíblia será com o pastor Fernando Brandão, o homem-missões. Eu e Lécio Dornas queremos saber como ele lê a Bíblia. Para participar, ao vivo pelo Zoom ou depois pelo YouTube, é preciso ser integrante da Comunidade da Bíblia. Inscreva-se agora e faça suas perguntas. Segue o link: www.comunidadedabiblia.com.br

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Redação Prazer da Palavra junho 1, 2022

REFLEXÕES BOM DIA PARÁFRASES – LUCAS (PARTE 10)

(4.31-37) Jesus, então, chegou a Cafarnaum, também na Galileia. Todo sábado ele ensinava na sinagoga.  As pessoas gostavam de ouvi-lo, porque vinham profundidade e sinceridade. Num sábado, entrou na sinagoga um homem que estava possuído por um demônio terrível, que desafiou publicamente a Jesus: — Ei, Jesus, o que você quer conosco. Fala, nazareno. Está fim de nos derrotar? Mostra que você é mesmo o Filho Querido de Deus! Jesus, porém, repreendeu o demônio: — Cala a boca e saia deste homem, agora! O demônio, que dominava aquele homem ao ponto de o jogar no chão, saiu de imediato dele sem o machucar. Todos ficaram admirados e começaram a falar uns com os outros. Um disse: — O que é isto, gente? Quem consegue desafiar assim os demônios? Outro também perguntou: — Quem manda um demônio sair e o demônio sai? Cada vez mais, a fama de Jesus se espalhava por toda a Galileia.   (4.38-39) Assim que saiu da sinagoga, Jesus foi chamado à casa de Simão Pedro, cuja sogra estava muito doente, com uma febre que não passava. Jesus entrou, mandou a febre ir embora. A mulher ficou boa, levantou-se e passou a servir comida a todos os que estavam na casa.   (4.40 Com a fama correndo pela região, logo muitos vieram ao seu encontro, trazendo seus enfermos, com diferentes tipos de doença. Jesus levantou suas mãos sobre os doentes e os curou a todos. Ele libertou muitas pessoas possuídas por demônios, que saíam correndo e gritando, cheios de medo: — Ei, Jesus, você é mesmo o Filho querido de Deus. Jesus, no entanto, repreendia os demônios e pediam que ficassem quietos. Como sabiam que ele era o Messias, Jesus não queria que eles revelassem naquele momento esta verdade.   (4.42-44) No dia seguinte, de madrugada, Jesus saiu de Cafarnaum e foi para um lugar afastado.  Muitas pessoas procurava por ele. Quando o encontraram, imploraram para que continuasse em Cafarnaum.  Jesus, porém, lhes respondeu: — Eu preciso anunciar o Evangelho da Graça de Deus às outras cidades também. Para isto eu fui enviado. E ele continuou seu ministério, pregando também na Judeia.  

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Redação Prazer da Palavra junho 1, 2022
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