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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Richard José Vasques

Richard José Vasques

Richard José Vasques

Engenheiro Civil (1982), Certified Quality Engineer pela American Society for Quality (1988). Atua na área da qualidade desde 1983. Consultor em qualidade e gestão organizacional com foco na excelência do desempenho. Sócio-Diretor da RJV Consultoria em Qualidade Ltda., pela qual ministra consultorias e treinamentos. Especialista da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) onde atua desde 1992 como Avaliador Líder, Instrutor (ministra cursos do Modelo de Excelência em Gestão - MEG, da FNQ) e Consultor em Projetos. Professor em cursos de extensão e de pós-graduação (PUC-RIO, UCAM, Faculdade SENAI e UNIP) em qualidade, sistemas de gestão (ISO 9001), planejamento estratégico, processos e gestão pela excelência. Docente Internacional do Haggai International nos Tópicos: “Personal Vision, Personal Mission, Goals and Action Plans”, tendo atuado no Brasil (2005 a 2014), Singapore (2008), Maui - Hawaii (2010 e 2019) e online no treinamento Virtual Haggai Leader Experience (VHLE) em 2021 e 2022. Membro e Diácono da Igreja Batista Itacuruçá. Membro do Campo Rio-Tijuca e Representante da 11ª Região de Os Gideões Internacionais no Brasil (Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo).

FAZENDO O QUE VOCÊ GOSTA? (Richard José Vasques)

Meu trabalho com gestão organizacional requer muita concentração e leitura. Quando estamos produzindo um texto que explica como ocorre a gestão de uma organização, é preciso estar atento a tudo o que está sendo mencionado e a interação entre as partes. Você pode dizer uma coisa que contradiz outra em alguma outra parte do texto. Por isso a atenção é um requisito fundamental. Como vocês sabem, quando se usa a mente e a concentração, o desgaste é muito grande, tanto mental quanto físico. Apesar disso, gosto do que faço. Glórias a Deus por isso. É um trabalho extenuante, mas gratificante e que permite aprendizado. Considerando essa realidade, imaginei escrever justamente sobre isso: Fazendo o que você gosta. E comecei a pensar no que escrever. No culto de domingo pela manhã, nosso pastor, Israel Belo de Azevedo, nos incentivou a lermos o livro de Eclesiastes, escrito pelo Rei Salomão, filho do Rei Davi. Hoje, ao fazer meu momento devocional, li no nosso Diário de Crescimento Cristão (publicado pela Igreja Batista Itacuruçá) o pensamento da semana, que diz assim: “Passamos a maior parte da vida no trabalho (incluída a saída de casa e à chegada). Não seremos felizes se o trabalho nos for um peso.” Alinhamento total de idéias. Você pode se perguntar: Como isso pode acontecer? Sabemos que é Deus quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a sua boa vontade (Filipenses 2.13). Apesar de saber disso, fiquei mais uma vez impressionado. Confirmou o meu pensamento sobre o que escrever. Penso que nós todos nos enquadramos dentro do que está citado no pensamento da semana, não é mesmo. E você, como tem sido o seu trabalho? Tem sido um peso ou algo gratificante? Penso também que, ser gratificante não quer dizer fácil, sem esforço, sem dedicação, sem aplicação do seu conhecimento e vivência no assunto. É preciso ser persistente e dedicado para concluir suas tarefas. Nosso trabalho de consultoria é sempre focado nos resultados. Precisamos finalizar e entregar ao cliente o que foi especificado, no prazo pactuado. Isso nos leva sempre a trabalhar com foco na tarefa. O que isso quer dizer? Você define as etapas de cada projeto e um prazo para concluí-la. Cada uma dessas etapas passa a ser uma tarefa, e você precisa estar focado nela para não se perder. Qualquer descuido o tira fora do trilho e o prazo final do projeto pode ser comprometido. Isso tudo tem a ver com planejamento e estabelecimento de metas, o que lhe permite definir onde focar e quando isso deve ser feito. Mesmo fazendo assim corremos o risco de não atingirmos o nosso alvo. Com isso tudo, você ainda tem de realizar o seu trabalho, a sua tarefa. É isso mesmo, devemos ir em frente, sem desanimar. Por isso o pensamento da semana nos diz que “não seremos felizes se o trabalho nos for um peso”. Ele até ser “pesado”, mas para nós não há de ser considerado “um peso”. Essa é para você refletir. Para que nos sintamos bem no nosso trabalho, precisamos realizá-lo com amor, entendendo que estamos agregando alguma coisa, que o seu resultado irá ajudar outras pessoas a terem uma vida melhor. Reveja como você está atuando, no que você está atuando. Se não é bem aquilo em que você se sente bem, onde pode aplicar todo o seu potencial, veja se é possível encontrar outro caminho. Quem sabe uma nova oportunidade que está se abrindo para você não está sendo considerada! Meu desejo é que você seja feliz no seu trabalho, onde você passa a maior parte da sua vida. Que a sua ida e a sua volta ao trabalho sejam momentos de reflexão, de relaxamento (se possível) e de gratidão a Deus, pois Ele tem cuidado de nós. Todo trabalho é importante e pode contribuir para a realização de algo maior, se é que ele não é esse algo maior. Isso vai depender de quem o recebe. Faça a sua parte. Faça o que você se dispõe a fazer com alegria, entendendo que estará agregando algum valor para alguém. Vale também refletir sobre o que o Rei Salomão chama a nossa atenção no Livro de Eclesiastes. Passe por lá, para aumentar suas fontes de reflexão. Grande abraço, boa semana. E-mail: rjv@uol.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques junho 22, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

COMO CRIANÇAS (Richard José Vasques)

Ontem à tarde fui até o centro da cidade do Rio de Janeiro para resolver um assunto importante. Sempre que vou até lá, uso o Metrô, por ser um transporte que me dá maior mobilidade, menor desgaste e otimização de custo. Saí da estação terminal Saens Peña, na Tijuca. Duas estações à frente entraram uma senhora com três crianças, duas meninas e um menino. Todas com idade em torno de sete anos. Elas faziam a maior festa. Tudo era novidade. Experimentavam tudo: encostar-se à parede do vagão, segurar naqueles tubos que têm essa função, tentar ficar soltas sem se segurar em nada, correr de um lado para o outro, e por aí vai. Sempre sorrindo e conversando umas com as outras. Não paravam um minuto. A senhora que estava com elas procurava alertar para eventuais situações de perigo, com muito carinho. Num determinado momento, dois lugares do meu lado ficaram vazios e as três crianças vieram sentar-se ali. Continuaram conversando e rindo. Tudo estava bem, elas curtiam cada momento e uma à outra. Sem reservas, a alegria e a comunicação fluíam espontaneamente.  Comecei a observar e a pensar: “Por que nós não agimos assim?” Sempre temos muitas reservas e muitas vezes nos “podamos” de usufruir determinadas situações colocadas diante de nós. No meu pensamento comecei a lembrar que Jesus disse que temos de nos fazer como crianças para recebermos e entrarmos no Reino de Deus (Marcos 10.14-15). Fiz alguns paralelos com relação à minha forma de proceder e de encarar algumas situações. O trem chegou à estação em que eu iria descer. Saí e fui ao meu compromisso. Voltando para casa, aquela imagem vivida no vagão do Metrô continuou em minha mente. Cheguei em casa. Depois de ajustar algumas coisas relativas ao trabalho, peguei o livro que estou lendo “O Poder de uma vida de Oração” para continuar a minha leitura, a partir do capítulo 3. Na folha anterior ao início desse capítulo está apresentado o seguinte título, para o que o autor chamou de Parte 1 (que cobre os capítulos de 3 a 8): “Aprendendo a orar como criança.” Para completar a relação direta do trem com o livro, os capítulos 3 e 4 têm os seguintes títulos, respectivamente: “Torne-se como uma criança”, e “Aprenda a conversar com o Pai”. Concluí que Deus está me dando um toque para aprender com as crianças e agir como elas, quando necessário. Não me bloquear. Como criança. Ontem vi também o último programa da Oprah Winfrey, que existiu por 25 anos. Nesse programa foi destacado um fato de homens que sofreram abusos sexuais quando crianças (200 homens se apresentaram no programa com suas fotos quando crianças), enfatizando “a criança que existe dentro de nós e o trauma que ela carrega”. Fiz então um paralelo: existe uma criança dentro de nós. Isso pode significar que sabemos agir como crianças (pureza, desinteresse, amizade, amor, carinho, solidariedade, falar do jeito que falamos – sem máscara). Quantas vezes colocamos uma máscara para mostrar exatamente o que não somos. Creio que é o momento de refletirmos sobre como estamos agindo. Com máscara ou sem máscara? Estamos sendo nós mesmos? Nos divertimos e agimos como crianças, quando pertinente? Grande abraço, boa semana. E-mail: rjv@rjv.com.br      Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques junho 13, 2011
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Richard Vasquez
Richard José Vasques

DEPENDÊNCIA (Richard José Vasques)

Comecei a ler o livro indicado pelo meu pastor, Israel Belo de Azevedo, de autoria de Paul Miller – “O Poder de uma Vida de Oração” (www.vidanova.com.br). Vasculhei o índice e decidi começar pelo capítulo 7 em vez de iniciar pelo capítulo 1. Fui atraído pelo título do capítulo: “Clame ‘Aba, Pai’, sem cessar”. Ao terminar a leitura desse capítulo, li o seguinte (nº 8): “Curve o seu coração diante do Pai”. Clame ao Pai, coloque-se diante dele. Em outras palavras, exercite depender dele. Depender de Deus. Colocar seus pensamentos, dificuldades, necessidades, desafios, sonhos, desejos, expectativas, ansiedades, nas mãos dele e esperar.   Paralelamente, em uma das minhas devocionais diárias, que faço usando o Pão Diário da Rádio Transmundial (www.transmundial.com.br), li o seguinte, escrito por Vanderlei Schach: “Não pense que o Senhor está muito distante, mas creia que ele pode mudar sua vida e também dar proteção nas horas de perigo, ser amigo quando ninguém mais lhe oferece amizade e mostrar-se um refúgio seguro em tempos difíceis.” Essa frase pode nos sugerir: dependa dele.   Note que os verbos sublinhados denotam ação. Podemos entender que é preciso fazer a nossa parte. “Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje” (ditado popular). É preciso então colocar as nossas expectativas diante de Deus e descansar. Depender e confiar. A Bíblia nos diz para não dependermos dos homens: “Esforcem-se para ter uma vida tranqüila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos; a fim de que andem decentemente aos olhos dos que são de fora e não dependam de ninguém.” (1 Tessalonicenses 4.11-12).   Não depender de homens e sim depender de Deus. O livro de Paul Miller nos orienta a como fazer isso através da oração (que é o caminho). Orar significa conversar com Deus. Como Deus é uma pessoa, seria como “bater um papo” com Ele. Veja que Paul Miller usa o termo Pai para Deus, como Jesus usou várias vezes. E a tradução para Aba é papai, ou paizinho, demonstrando relação de afeição e de proximidade. Deus é alguém com quem você pode conversar sobre qualquer assunto para buscar direção, em qualquer momento.   A pergunta é: queremos fazer isso? Queremos buscar a direção de Deus ou traçar nossa própria direção? Muitas vezes queremos nos colocar no lugar de Deus, como sugere o título de um trabalho musical: dEUs. Precisamos tomar cuidado em relação a isso. Creio que você já tenha tido a experiência de se deparar com uma situação na qual se considerou impotente, sem ter como resolver ou como tomar qualquer ação.   Lembrei-me também de Phil Hodges, que foi meu professor num treinamento chamado Lead Like Jesus, que foca na Liderança Servidora (Servant Leaderhip). Em seu livro “The Servant Leader” há uma página orientando como orar. Ele usa o acróstico ACTS para nos ajudar a lembrar o que ele chamou de as quatro partes básicas de uma oração.   A Adoration Adoração Expresse o seu amor por Deus, reconheça a soberania dele. C Confession Confissão Confesse os seus pecados para se purificar, pois ele apaga os pecados confessados. Lembre-se que estando impuro, não há como se aproximar de Deus, pois Ele é Santo. T Thanksgiving Agradecimento Agradeça a Deus por tudo o que ele tem feito em sua vida desde a última vez que você conversou com ele (pode ser dias, horas, minutos, segundos atrás). S Supplication Súplica, Pedido Peça o que você precisa. Comece intercedendo pelos outros e depois apresente as suas necessidades. Phil Hodges diz que é permitido fazer uma “lista de desejos”, pois de acordo com a Palavra de Deus, nós podemos pedir com confiança, pois Ele tem cuidado de nós.   A tradução de ACTS para o Português é Atos, que nos sugere novamente ação. É preciso agir: Adorar, Confessar, Agradecer e Suplicar. Tudo isso com fé, crendo. O desafio é fazer isso de forma sintonizada, durante todos os nossos dias, não só num momento específico, mas quando estivermos andando, dirigindo, comendo, trabalhando, cantando, chorando, rindo, etc. Hora de começar a agir na dependência de Deus. Claro que também é um exercício para mim. Boa semana.   E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques junho 7, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

ESSE É O DIA (Richard José Vasques)

Hoje é o dia do aniversário do meu sobrinho Erick Vasques. O dia do nosso aniversário pode ser considerado “O Dia” e podemos até dizer: “Esse é o dia”, ou melhor, “Esse é o meu dia”. Mas só existe um dia em nossa vida? Costumo brincar que o dia do meu aniversário é o “Dia Mais Bonito do Ano”. Legal que as pessoas registram isso. Recebi cumprimentos esse ano por haver pronunciado essa frase, dizendo que o dia 26 de Maio é o dia mais bonito do ano. Foi muito legal receber a ligação de meus amigos mineiros. Mas será realmente que só esse dia é o dia mais bonito do ano? Será que só existe esse dia? A Palavra de Deus diz assim: “Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele”. (Salmo 118.24 – Almeida Corrigida e Revisada Fiel) “Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade”. (Salmo 118.24 – Versão Católica)   Existe também uma música, cuja letra é assim:   Esse é o dia, que o Senhor fez, me alegrarei, celebrarei Esse é o dia, que o Senhor fez, me alegrarei, me alegrarei, celebrarei Vai à minha frente, anda ao meu lado É o meu escudo e o meu amado Meu protetor, meu defensor Suas misericórdias renovam-se a cada manhã.   Vemos então que cada dia é um dia, e que foi o Senhor quem o fez. Devemos então nos alegrar e celebrar esse dia, pois é mais uma oportunidade de realizarmos algo de positivo em nossa vida e na vida dos outros. No final dessa letra temos a citação de outro versículo que nos dá esperança de momentos melhores: “Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança: graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!” (Jeremias 3.21-23). Focar na esperança, na possibilidade de “sairmos do buraco”, de termos dias melhores, momentos melhores, em vez de focar no lado negativo das coisas, pois Jesus disse: “Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal". Foque no hoje. Alegre-se, celebre o hoje. O amanhã ainda não existe, o ontem já passou. Permita-se curtir esse presente que Deus está lhe dando. Talvez seja difícil pensar assim devido ao nosso corre-corre, aos problemas e situações que temos de encarar cada dia, mas se você fizer esse exercício, irá encará-los de forma diferente. Tente. Tente entender que esse é dia que o Senhor fez e se alegre nele, celebre-o. A Nova Versão Internacional (NVI) da Bíblia Sagrada apresenta assim o Salmo 118.24: “Este é o dia em que o Senhor agiu; alegremo-nos e exultemos neste dia.” Veja que interessante, a Palavra diz que o Senhor AGIU. Como agiu se o dia está começando e vou começar a me alegrar nele? A Palavra nos afirma que ele AGIU, portanto temos que entender que o Senhor age a cada dia, a cada momento, em nossas vidas. Assim sendo, podemos concluir o seguinte, como um padrão de exercício diário:   Ao entender que o seu dia começou, declare que “esse é o dia que o Senhor fez” Alegre-se nesse dia Celebre esse dia, ou faça celebrações nesse dia (identifique os motivos para isso, eles existem) Se você souber a música da letra que apresentei acima, cante-a, se não souber cite a letra várias vezes Tenha certeza (fé) que o Senhor age em sua vida Coloque sua vida nas mãos dEle e espere Descanse no Senhor (exercício)   Que você possa realmente usufruir da bênção que é esse dia em sua vida, com alegria. Deus o abençoe, boa semana. RICHARD JOSÉ VASQUES E-mail: rjv@uol.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques maio 31, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

RENOVANDO A HABILITAÇÃO (Richard José Vasques)

Pedi e dar-se-vos-á; peçam e lhes será dado; pois todo o que pede recebe. Buscai e achareis; busquem e encontrarão, pois o que busca encontra. Batei e abrir-se-vos-á; batam e a porta lhes será aberta, pois a quem bate, a porta será aberta.  (Mateus 7.7-8 ARA e NVI) Pedi (peçam), buscai (busquem), batei (batam): Pedir a Deus, buscar o pedido (fazer a sua parte), bater onde necessário para alcançar o pedido (ir em frente, não parar, estar focado no seu alvo). Ao agirmos assim, pode parecer que não dependemos de Deus, pois pedimos e saímos atrás buscando e batendo até conseguirmos o que desejamos. Mas notem a ordem: 1) Pedir a Deus, levar a Ele a petição; 2) Buscar (ir atrás, fazer as coisas da forma correta para alcançar o desejado); 3) Bater aonde necessário, que as portas irão se abrir. Não ter medo de bater, de buscar e de pedir (veja que o sentido dos verbos agora está invertido). No primeiro momento o sentido é de Deus para ação. No segundo momento a ação parte de mim: sob a direção de Deus, seguir em frente, sem parar e sem se desviar do alvo. Quero ainda considerar outra seqüência: Buscar, Bater e Pedir. Busquem e encontrarão, batam e a porta lhes será aberta, peçam e lhes será dado. Essa seqüência veio à minha mente durante a realização do processo de solicitação de renovação da minha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Rio de Janeiro. A minha CNH (chamada de “carta” em São Paulo) é da capital de São Paulo. Como me mudei para o Rio, resolvi ao ter de renová-la (por ter sua validade vencida), também transferi-la para a capital carioca. Fiz a solicitação ao DETRAN-RJ, que me atendeu muito bem e rapidamente. Após a realização de todos os procedimentos, ficou uma pendência: a comprovação de que eu havia realizado a prova de conhecimentos de trânsito e de primeiros socorros, em 2006, quando fiz a última renovação da minha carta em São Paulo. Ela não apareceu no sistema do DETRAN, que agora é nacional e totalmente interligado (fantástico). Fui informado no Rio, que eu deveria solicitar ao DETRAN-SP, a inserção da prova no meu prontuário. Informo que a referida prova foi feita, que eu fui aprovado, e que a minha CNH foi liberada de acordo com todos os requisitos legais aplicáveis; só não constava do sistema. Tinha então de fazer a solicitação a São Paulo. Procurei o telefone do DETRAN-SP na Internet e o encontrei, junto com a observação de que esse número é raramente atendido. Imagine partir de algo mencionado como quase impossível, e do qual eu tinha necessidade (sem a prova não tem CNH renovada e transferida). Não queria ir a São Paulo para isso. Dos vários números de telefone que encontrei, após várias tentativas, somente um dava mensagem de que era do DETRAN. Insisti nesse número diversas vezes, sempre ouvindo que todas as posições estavam ocupadas e que a minha ligação era muito importante. Estava buscando. Depois de muitas ligações, fui atendido. Tratava-se de uma central de atendimento – você não fala com quem precisa falar diretamente; precisa explicar a sua necessidade, e daí a atendente transfere a sua ligação para a área pertinente. Primeira transferência efetuada para um local que não tratava do meu assunto, mas a pessoa que me atendeu disse que eu tinha de solicitar o contato com o Registro de CNH (essa dica foi importante). Voltei a ligar esperando ser novamente atendido. A busca continuava. Mais algumas ligações do Rio para São Paulo e depois de umas 30 tentativas fui novamente atendido. Dessa vez disse que precisava falar com o Registro de CNH e contei toda a minha história. A atendente foi muito gentil e me passou vários números, caso a ligação caísse na transferência para a área em questão. Após dez minutos de espera, a ligação caiu. Comecei então a ligar para os números informados (agora eu já estava na fase do bater). Tentei todos eles, diversas vezes (eram seis ao todo). De repente alguém atende: “esse assunto não é aqui, mas vou lhe direcionar para a pessoa correta”. Também muito gentil e atenciosa, a senhora verificou a minha situação no sistema e disse que eu teria de ligar para outro número e lá falar com o Senhor Paulinho, dizendo o seguinte ao ser atendido: “a minha carta é da capital e eu tenho de falar com o Senhor Paulinho; tem de falar assim, senão eles vão lhe mandar de volta para mim” (essa informação foi muito importante). Assim fiz. Hora de pedir. Quando fui atendido, disse exatamente como orientado. O Senhor Paulinho me atendeu, entendeu a minha solicitação, separou a minha prova e a enviará ao DETRAN-RJ para que eu possa ter minha CNH regularizada. Ciclo concluído. Não foi fácil, mas a situação foi resolvida. Como dito na Palavra de Deus: busquem e encontrarão, pois o que busca encontra (achei o número para o contato, após inúmeras tentativas); batam, e a porta lhes será aberta (insisti nos números informados, muitas e muitas vezes); e peçam e lhes será dado, pois todo o que pede recebe (o Senhor Paulinho me atendeu e resolveu a situação. Interessante é que nessa etapa do processo foi necessária apenas uma única ligação. Tudo foi preparado adequadamente nas fases anteriores para que o pedido fosse feito e atendido de forma inacreditável). Deus foi buscado em primeiro lugar, seguido de foco e persistência. E você? Está seguindo o fluxo sugerido? Boa semana, Deus o abençoe. RICHARD JOSÉ VASQUES  E-mail: rjv@rjv.com.br      Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques maio 21, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

OBEDECER SEMPRE? (Richard José Vasques)

  No mês de Abril (2011) escrevi sobre Obediência. O foco do meu artigo foi em obedecer, na importância de obedecer, que quem obedece é abençoado, não perde a oportunidade de ser abençoado. Porém, conversando com alguns amigos sobre isso, e dizendo que eu sou obediente, um deles me perguntou o seguinte: “Você pensa que devemos realmente obedecer a todos em todos os momentos? E quando você recebe uma ordem do seu superior que vai trazer prejuízo para a organização? Mesmo assim você obedeceria? Faria o que é errado fazer?” E aí ele disse, acho que você deveria escrever sobre isso: quando obedecer e quando não obedecer. Penso que para isso temos de pensar em valores. Valor é aquilo que direciona nosso viver, nossa postura. Vamos pensar primeiramente numa empresa. Em geral as empresas possuem suas declarações de Visão e Missão e Valores. Muitas empresas simplesmente citam valores, mas não os praticam, não os divulgam adequadamente. Muitas vezes não são escritos de forma clara, gerando dúvidas para quem os lê. Como então serão praticados? Em muitas empresas, existem pessoas, que conhecem os valores divulgados, mas não os praticam. Empresas também possuem Códigos de Ética, que também não são seguidos. Temos também o extremo, quando se faz tudo errado e as pessoas pactuam com isso. E aí estamos num ambiente onde a pessoa numa posição superior dá uma ordem, que a princípio temos de obedecer, mas sabemos que não é a atitude correta. O que fazer então: obedecer ou não obedecer. Volto novamente àquele famoso ditado: “manda quem pode e obedece quem tem juízo.” Será mesmo? Se fizermos algo errado seremos co-participantes, coniventes, também responderemos pelos atos realizados. E aí, obedecemos ou não? Muitos obedecem para não perder o emprego, ficando do lado do chefe. Mas e se o prejuízo for tamanho que o chefe irá pagar pelos atos, perdendo o emprego? Você acha que ficará isento, ou irá junto com ele do mesmo jeito? Volto aos valores. Qual é o seu valor? Você aceitaria ou não? Pagaria o preço de fazer aquilo que se alinha aos seus valores ou você os deixaria de lado para tomar a decisão errada? Sei que estou fazendo muitas perguntas, mas penso que realmente é dessa forma que poderemos pensar nesse assunto conforme sugerido pelo meu amigo. A Palavra de Deus diz assim: “Escravos, obedeçam a seus senhores terrenos com respeito e temor, com sinceridade de coração, como a Cristo. Obedeçam-lhes, não apenas para agradá-los quando eles os observam, mas como escravos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus. Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos homens, porque vocês sabem que o Senhor recompensará cada um pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre. Vocês, senhores, tratem seus escravos da mesma forma. Não os ameacem, uma vez que vocês sabem que o Senhor deles e de vocês está nos céus, e ele não faz diferença entre as pessoas.” (Efésios 6.5-9 NVI) Destaquei e sublinhei algumas palavras. A partir daí creio que dá para se meditar no assunto. Analise do seu jeito, mas dê uma “paradinha” para fazer isso. É interessante observar o conjunto de palavras e a importância de cada uma delas no texto e contexto. Penso que a regra transmitida por esses versículos é clara e vale para os dois lados (chefe e subordinado, ou papéis similares em qualquer tipo de organização). Assim o obedecer será realmente ao Senhor e não aos homens. Medite nisso e tire as suas conclusões. Se quiser compartilhar conosco vai ser muito bom. Grande abraço. Boa semana. (RICHARD JOSÉ VASQUES) E-mail: rjv@rjv.com.br      Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques maio 19, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

SE DEUS QUISER (Richard José Vasquez)

Essa é uma frase bastante comum para nós. Penso que várias vezes a pronunciamos sem refletir no seu real conteúdo, que é Deus quem está no comando, e que as coisas acontecem com a sua concessão. Quando a concessão é do lado positivo, tudo bem, Ele realmente quis. Quando a concessão é do lado negativo, questionamos muito. Os próprios desastres da natureza levam a esse debate. Meu pastor, Israel Belo de Azevedo, procura sempre nos orientar que alguma lei foi quebrada para que alguma coisa tenha saído errado. Muitas vezes também não atentamos para isso, olhamos somente para o resultado final. Olhamos o EFEITO e não procuramos entender as CAUSAS. São as causas que levam à ocorrência do efeito, e as causas podem ser de várias categorias. Uma ferramenta usada no estudo da gestão da qualidade é o Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama Espinha de Peixe, por aparentar essa forma. Essa ferramenta leva à análise de no mínimo as chamadas seis grandes causas: materiais (que recursos materiais são necessários), mão-de-obra (pessoas necessárias, qualificações, capacitações), meio-ambiente (local de trabalho, condições do ambiente, temperatura, ruído, poluição, obstáculos), métodos (procedimentos, maneira de realizar o trabalho), máquinas (equipamentos, ferramentas) e medidas (forma de acompanhar a execução do trabalho e de mensurar os resultados obtidos). Adicionalmente pode ser também ser incluído como grandes causas: money (dinheiro, recursos financeiros necessários para a realização do trabalho, gestão do custo – despesas a serem realizadas) e management (gestão, coordenação do projeto ou do trabalho, formas de realizar a gestão). Note que isso tudo é importante de ser considerado, principalmente na fase de projeto do trabalho a ser executado, quando se está realizando o planejamento do trabalho. É importante ser proativo, agir antecipadamente. Isso requer tempo para pensar, para discutir, para analisar o que será feito. Mesmo fazendo isso, corre-se o risco de se esquecer de alguma coisa e de se ter um resultado não desejado. Imagine então quando não se considera nada, qual é a chance das coisas darem errado. Tudo isso nos leva ao que é racional, a pensar em fazer bem feito, a fazer certo e cada vez melhor. Mas Tiago chama a nossa atenção para a incerteza dos planos humanos. Ele diz assim: “Ouçam agora, vocês que dizem: ‘Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro.” Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: “Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo.” (Tiago 4.13-15). Exemplos daquilo que não depende de nós, ocorrido no final de semana passado (8/5/11): 1. Saindo para ir à igreja, eu e minha esposa nos dirigimos à garagem do nosso prédio para pegarmos o nosso carro. A bateria estava descarregada e não conseguimos ligar o carro. Plano B? Não tínhamos. Saímos do prédio e caminhamos até encontrar um táxi para continuar nosso trajeto. 2. Nosso amigo é acordado de madrugada com a informação de que sua mãe havia falecido, exatamente no Dia das Mães. O plano dele para o domingo era outro. 3. Estava me preparando para ir ao almoço das mães da nossa família quando a chave da porta principal do meu apartamento ficou presa na fechadura. A chave não saía e a porta não abria. Precisei encontrar um chaveiro em pleno domingo das mães para abrir a minha porta. É exatamente o que Tiago diz: “Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã.” Esse amanhã pode ser o segundo seguinte. Realmente não sabemos de nada, por isso Tiago nos recomenda dizer: “Se o Senhor quiser.” E é realmente assim, se Deus quiser faremos alguma coisa, apesar de planejarmos, de desejarmos alguma coisa. Isso também não quer dizer que não devemos ir em frente. Precisamos colocar nossos planos nas mãos do Senhor e pedir a direção dEle para os executarmos. Pense nisso, e que “Se Deus quiser” não seja mais da boca pra fora em sua vida. Boa semana.   E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br SE DEUS QUISER (Richard José Vasques)  

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Richard José Vasques maio 12, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

MANTENDO-SE EM MOVIMENTO (Richard José Vasques)

  Disse assim Yang Tsé: “Para se caminhar grandes distâncias é preciso dar o primeiro passo.” Penso que essa frase mostra movimento, continuidade. Almejamos caminhar até chegarmos a algum lugar e para isso precisamos iniciar. Após darmos o primeiro passo precisaremos dar o segundo e assim sucessivamente, até chegarmos onde pretendemos chegar. Onde pretendemos chegar é a nossa meta, o nosso alvo, que pode ser qualquer coisa. Pode ser um lugar onde pretendemos ir, pode ser uma atividade que queremos executar, pode também ser o esforço de não desistir, de não desanimar, apesar de todas as circunstâncias. Não parar, não desviar do seu alvo. Continuar o seu movimento na direção desejada. Ao pensar em movimento, lembrei da palavra inércia. A Wikipédia diz o seguinte sobre a inércia, de forma resumida: “Propriedade física da matéria. Considere um corpo não submetido à ação de forças ou submetido a um conjunto de forças de resultante nula; nesta condição esse corpo não sofre variação de velocidade. Isto significa que, se está parado, permanece parado, e se está em movimento, permanece em movimento e a sua velocidade se mantém constante. Tal princípioé conhecido como o primeiro princípio da Dinâmica (1ª lei de Newton) ou princípio da Inércia. A inércia refere-se à resistência que um corpo oferece à alteração do seu estado de repouso ou de movimento. Varia de corpo para corpo.”   A partir dessa definição, podemos entender que, manter a inércia do movimento, de forma contínua, resistindo-se a não parar, depende também de mim, depende também de você, do desejo de fazermos isso, de continuarmos em movimento. Para realizarmos esse movimento precisamos planejar nossas ações nesse sentido, considerando tudo o que precisa ser feito, os pontos positivos, os benefícios que virão, bem como as dificuldades a serem enfrentadas. Infelizmente não podemos esquecer delas, pois elas estarão sempre aí.   Já disseram que sem luta não há vitória. Queremos sempre a vitória, porém muitas vezes sem lutas, mas parece que isso não é possível. Então vamos “lutar”, enfrentar os desafios e as dificuldades para realizarmos aquilo que pretendemos realizar em nossa vida profissional, familiar, financeira, intelectual, espiritual, social e em relação à nossa saúde.   “Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde andar.” (Josué 1.9). “O próprio Senhor irá à sua frente e estará com você; ele nunca o deixará, nunca o abandonará. Não tenha medo! Não desanime!” (Deuteronômio 31.8). E Jesus ainda disse: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.” (Mateus 28.20b). O Pr. Jeremias Pereira ,de Belo Horizonte, disse algo semelhante ao seguinte em sua palestra “Um Líder Relevante para a Igreja e Sociedade”: “Não foque naquilo que lhe aborrece constantemente”. Isso nunca irá lhe ajudar em nada. Olhe para as soluções, para aquilo que precisa ser feito para eliminar isso que lhe incomoda. Peça a Deus para lhe orientar e creia que Ele lhe dará a orientação necessária. Jesus confirma isso, quando disse: “Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito. Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá.” (Marcos 11.23-24). Creia, ore, creia. Deus o abençoe. Boa semana. (Richard José Vasques) E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques maio 6, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

PRIORIDADES (Richard José Vasques)

Já percebeu que desejamos fazer tudo de uma só vez, e como isso muitas vezes nos deixa tensos? Será que vai dar? Tem que dar, isso não pode ficar para depois. Note que não é só uma coisa com esse enfoque, mas diversas coisas ao mesmo tempo. Quando as coisas vão bem, achamos que realmente somos bons nisso, que sempre vai ser assim. Agora quando não dá certo, o impacto muitas vezes é significante, além de gerar stress, que se estende a outros (mulher, marido, filho, filha, pai, mãe, amigo, amiga, irmão, irmã, namorado, namorada, e por aí vai).   Prioridade significa eleger o que vem em primeiro lugar, o que é mais importante para nós. A pergunta seguinte é: em qual área de nossa vida? Que áreas são essas que impactam nossas vidas? Penso que temos, no mínimo, as seguintes dimensões para considerar: familiar, profissional, espiritual, financeira, física (saúde), intelectual e social. Note que essas áreas geralmente têm uma conotação de coletivo, com mais de uma pessoa envolvida. Existem também as situações de características individuais, aquelas em que somente você está envolvido. Estas também requerem priorização, e podem até ser aquelas que consideremos as mais importantes. Podemos então ter prioridades em cada uma dessas áreas e depois ter que eleger prioridades entre elas. Outra pergunta importante é qual será o impacto sobre as demais áreas?   Ao definir prioridades, você irá descobrir conflitos com outras áreas, prioridades, objetivos. É importante parar para analisar os efeitos desse impacto e como minimizá-los. De forma geral, impactamos outras pessoas, e se não tomarmos cuidado ou se não agirmos com sabedoria, o efeito pode ser muito negativo, nocivo e destruidor. Para concretizar nossas prioridades precisamos definir ações e a seqüência em que elas devem ocorrer. Por exemplo, ao buscar soluções na área financeira, você pode planejar o seguinte (dicas do site www.financaspraticas.com.br):   1.     Pagar suas dívidas 2.     Começar a poupar. Um amigo meu me disse o seguinte: “não o importa o quanto você ganha, o que importa é quanto você poupa.” 3.     Programar uma reserva financeira 4.     Quitar o seu financiamento imobiliário 5.     Planejar onde investir no futuro (pode ser um passeio, um jantar, uma festa, uma aquisição, férias)   Numa das mensagens dominicais do Pr. Israel Belo de Azevedo, ele falou sobre agenda, e perguntou: “como anda a sua agenda?” Podemos dizer que fazemos e acontecemos, que nos comprometemos com isso ou aquilo, mas a nossa agenda vai revelar quais são realmente as nossas prioridades. Jesus disse: “…onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.” (Mateus 6.21) Verdadeiramente onde está o seu coração considerando todas as áreas de sua vida? Ele pode estar em áreas diferentes, dependendo do momento e das demandas de cada área.   Então a priorização deve ser uma coisa dinâmica, não é engessada: “programei isso e pronto, não dá para não fazer o que foi programado.” Note que dá para refletir bastante dentro desse quadro. Mesmo assim não é para ficar somente refletindo, é preciso agir, tomar a decisão de qual caminho seguir e ir em frente. Em minha primeira viagem a Maui, no Havaí, para participar do treinamento em Liderança Avançada do Instituto Haggai, a pessoa que me indicou disse para eu fazer um diário, registrando tudo o que acontecesse lá diariamente. Tive que me disciplinar para fazer isso. Ao fazer isso passei a realizar minhas devocionais diárias, de forma regular, o que não acontecia até então.   Disciplina. Sem disciplina você se desvia do seu foco, daquilo que você decidiu priorizar, e obviamente não obterá nenhum resultado. Priorize o seu tempo para atender o que é mais importante em cada área de sua vida. É preciso desempenhar os papéis dessa peça chamada sua vida. Mantenha seu foco na ação. Defina precisamente onde agir e concentre seu esforço ali. Busque a direção de Deus para isso. Jesus continua dando dica para não sermos dispersos e nos auxiliar na priorização: “Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘que vamos comer?’ ou ‘que vamos beber?’ ou ‘que vamos vestir’. Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.” (Mateus 6.31 e 33).   Charles Chaplin também nos lembra de focar na ação: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” A peça precisa ser realizada. Sua vida precisa ser vivida. Um abraço, boa semana.     E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques abril 27, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

OBEDIÊNCIA (Richard José Vasques)

  É fácil obedecer? Depende de quem devo obedecer? Parece que isso não é tão simples assim. Quando pensamos em obedecer, parece que primeiro veio uma “ordem” e que a devemos acatar. Existem organizações em que obedecer é primordial. Por exemplo, nas instituições militares a desobediência leva à “cadeia”; nas escolas, à suspensão; no trabalho, à demissão; e assim por diante. Há uma relação direta de causa e efeito. Creio que devido a isso é que foi criado aquele ditado: “manda quem pode e obedece quem tem juízo.” Sempre falo com meus colegas, com minha esposa e com minha mãe, que eu sou uma pessoa obediente. Eles falam e eu obedeço. Pode parecer brincadeira, mas procuro viver isso, e tenho visto que o resultado da obediência é positivo e, muitas vezes abençoador. Na semana passada eu estava preenchendo uns dados dos Gideões Internacionais, no site oficial da organização no Brasil, relativos ao nosso campo (nossa área de atuação) – Rio Tijuca. Tive muitas dificuldades para lançar os dados no site. Após tentar um pouco ainda fiquei com dúvidas; eu realmente não sabia como proceder. Comentei esse fato com a minha esposa e ela prontamente me disse o seguinte: “quem fazia isso antes de você?”. Respondi – o Marcelo. Então ela disse: “ligue para ele e pergunte como se faz.” Simples assim. Obedeci, liguei e o Marcelo me explicou como proceder. Deu tudo certo. E se eu não tivesse obedecido? Teria ficado sem concluir o trabalho. Indo para uma viagem pelo interior de Goiás, minha mãe me disse: “leve contigo os CDs do missionário R.R. Soares para que as pessoas possam ouvir a mensagem de Cristo”. Confesso que relutei, mas levei. Por ter obedecido, os motoristas que me transportaram durante horas, de Brasília até Uruaçu, e vice-versa, puderam ouvir a Palavra de Deus. Tive a oportunidade de compartilhar o amor de Deus com eles, simplesmente porque obedeci a minha mãe. A Palavra de Deus pede que sejamos obedientes a ela. Sabemos que para isso precisamos primeiro conhecê-la. Temos que praticar isso. Em nossa igreja temos a Escola Bíblica Dominical, onde estudamos um pouco da Bíblia a cada domingo. Depois de conhecer, o próximo passo é colocar em prática aquilo que aprendemos, obedecendo aos ensinamentos ali apresentados. Sabemos que ao fazer isso seremos abençoados e que resultados positivos irão surgir. Ao obedecermos, deixaremos de praticar coisas erradas que certamente têm potencial para nos trazer impactos e conseqüências negativas. Para obedecer é também preciso ouvir, parar para ouvir o que está sendo comunicado e solicitado. Precisamos entender claramente a solicitação. Quantas vezes no nosso trabalho, ao ser apresentada uma nova solicitação, não prestamos atenção na mesma ou não ouvimos adequadamente o que está sendo explanado. Várias vezes concluímos, antes mesmo de ouvir o que precisava ser ouvido, aquilo que deve ser feito. E quantas e quantas vezes fazemos tudo errado, simplesmente porque não prestamos a devida atenção no que nosso superior ou colega de trabalho falou. Assim também é com a Palavra de Deus. Deus fala conosco através dela. Precisamos prestar atenção no que Ele está falando por meio de Sua Palavra.  Só assim é que poderemos obedecer às suas instruções e orientações, que são para o nosso bem. Procure exercitar a obediência, prestar atenção no que as pessoas dizem, e lembre-se que as pessoas simples e humildes, também têm sabedoria. A obediência (do latim obedire = obedecer) pode ser classificada como uma das virtudes e se define como um comportamento pelo qual um ser aceita as ordens dadas por outro. O termo obediência, tal como a ação de obedecer, conduz da escuta atenta à ação, que pode ser puramente passiva ou exterior ou, pelo contrário, provocar uma profunda atitude interna de resposta. (Wikipédia)   “A coisa mais importante na vida não é evitar os erros, mas sim praticar a obediência da fé. Pela obediência, o homem é levado passo a passo a corrigir os seus erros, porém nada acontecerá com ele se ele não começar (não der o primeiro passo).” (Paul Tournier) Qual vai ser a sua ação, a sua atitude de resposta? Boa semana. RICHARD JOSÉ VASQUES E-mail: rjv@rjv.com.br      Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques abril 19, 2011
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