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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Richard José Vasques

Richard José Vasques

Richard José Vasques

Engenheiro Civil (1982), Certified Quality Engineer pela American Society for Quality (1988). Atua na área da qualidade desde 1983. Consultor em qualidade e gestão organizacional com foco na excelência do desempenho. Sócio-Diretor da RJV Consultoria em Qualidade Ltda., pela qual ministra consultorias e treinamentos. Especialista da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) onde atua desde 1992 como Avaliador Líder, Instrutor (ministra cursos do Modelo de Excelência em Gestão - MEG, da FNQ) e Consultor em Projetos. Professor em cursos de extensão e de pós-graduação (PUC-RIO, UCAM, Faculdade SENAI e UNIP) em qualidade, sistemas de gestão (ISO 9001), planejamento estratégico, processos e gestão pela excelência. Docente Internacional do Haggai International nos Tópicos: “Personal Vision, Personal Mission, Goals and Action Plans”, tendo atuado no Brasil (2005 a 2014), Singapore (2008), Maui - Hawaii (2010 e 2019) e online no treinamento Virtual Haggai Leader Experience (VHLE) em 2021 e 2022. Membro e Diácono da Igreja Batista Itacuruçá. Membro do Campo Rio-Tijuca e Representante da 11ª Região de Os Gideões Internacionais no Brasil (Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo).
Richard Vasquez
Richard José Vasques

CONFIANÇA (Richard José Vasques)

Confiança. Palavra pequena que diz e exige muito. Como confiar? Como vencer as preocupações, ou como não se preocupar? O apóstolo Paulo diz assim em Filipenses 4.6: “Não andem ansiosos (preocupados) por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.” Realmente é um grande desafio para nós. Às vezes paro para pensar e exercitar nisso. Confiar. Deixar nas mãos de Deus. Entender realmente que nós não conseguimos resolver as coisas sozinhos. Na minha devocional dessa manhã, reli o texto de Jeremias 17.7: “Mas bendito é o homem (e a mulher) cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nele está. Ele (ela) será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando chegar o calor, porque as suas folhas estão sempre verdes; não ficará ansiosa (preocupada) no ano da seca nem deixará de dar fruto.” Que texto espetacular. Vamos às palavras que sublinhei: Bendito: bem-aventurado, feliz, realizado. Confiança: nosso desafio e exercício para ser feliz. Confiar no Senhor, deixar nossa vida nas mãos dele. Árvore plantada junto às águas: firme e perto da fonte da vida. Raízes para o ribeiro: conexão direta com a fonte inesgotável de vida. Não temerá quando chegar o calor: não temerá as dificuldades. Suas folhas estão sempre verdes: sempre alimentadas pela fonte inesgotável. Não ficará ansiosa (preocupada) no ano da seca: não se preocupará com as dificuldades a serem enfrentadas (que sempre surgem em diferentes níveis). Nem deixará de dar fruto: alcançará sempre um resultado. Que lições encontramos aqui? Apresentar nossa situação a Deus, confiar nele, nos “amarrarmos” a ele, deixarmos tudo para a direção e controle dele (o que não quer dizer acomodação ou parar de fazer o que cabe a nós), não temer, enfrentar as dificuldades de frente (sempre com a ajuda dele). Assim fazendo teremos um resultado. Pode até demorar um pouco para termos o resultado que desejamos (se é que ele vai acontecer da forma que desejamos ou esperamos – às vezes nos surpreendemos). Encarar a situação quer dizer: entender onde estamos metidos, o que realmente está acontecendo conosco. Pararmos para analisar essa situação e daí preparar os passos para sair dela, consultando aquele que sabe o que é melhor para nós. Muitas vezes não entendemos isso, mas é assim mesmo. Não sabemos o que é melhor para nós. Ele sabe. E depois de praticarmos isso, de darmos nosso testemunho ao passar por essas “tempestades” (e sabemos que tempestade vem e passa), iremos glorificar e fazer conhecido o nome do nosso Deus, como Daniel fez: “O rei muito se alegrou e ordenou que tirassem Daniel da cova dos leões. Quando o tiraram da cova, viram que não havia nele nenhum ferimento, pois tinha confiado no seu Deus.” (Daniel 6.23) Enfrentar as dificuldades, as lutas diárias e sair intacto, por confiar em Deus. O texto de Daniel segue dizendo que o rei Dario disse o seguinte: “Estou editando um decreto para que em todos os domínios do império (seja onde for) os homens temam e reverenciem o Deus de Daniel, pois ele é o Deus vivo e permanece para sempre.” (Daniel 6.26) Por causa do testemunho e da confiança de Daniel em meio à sua grande dificuldade, ele foi preservado e o nome de Deus foi exaltado. Como tem sido nosso exercício diante das dificuldades? Temos realmente crido que Deus pode todas as coisas, que para ele não há impossíveis (Lucas 1.37). Nossa postura tem levado à exaltação e glorificação do nome de Deus? Deus é maior do que qualquer dificuldade que possamos enfrentar. Ele está conosco também nessas dificuldades. Confiemos nele. Tempo de exercitar (e esse exercício deve ser constante), a começar em mim. Enfrentar, analisar, estabelecer ações, executar as ações planejadas e corrigir os desvios, sempre buscando orientação de direção junto ao condutor-mor. Que ele nos ajude a chegarmos lá, na conexão total com o ribeiro. Boa semana. RICHARD JOSÉ VASQUES E-mail: rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques abril 12, 2011
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Richard Vasquez
Richard José Vasques

ESCOLHAS (Richard José Vasques)

Num dos módulos dos seminários locais (realizados diretamente nas igrejas evangélicas brasileiras com duração de um dia inteiro), ministrado pelo Instituto Haggai do Brasil (www.haggai.com.br), existe uma disciplina chamada “Tomada de Decisão”. Nessa matéria refletimos sobre a necessidade de se tomar decisão a todo instante, ou seja, de se fazer escolhas. Isso acontece em diversos níveis de importância. Atividades que talvez não tenham tanta importância também requerem escolhas, mesmo tendo riscos considerados baixos. Existem outras que além de importantes podem apresentar altos riscos, o que aumentará o peso da sua decisão e sua respectiva conseqüência.   Interessante é que nem sempre fazemos as melhores escolhas. Muitas vezes tomamos decisões, realizamos nossas escolhas por impulso, sem refletir adequadamente naquilo que estaremos fazendo. O verbo COMPRAR tem muito a ver com isso. Quantas vezes ficamos com aquela “coceira” na mão, folheando um jornal, uma revista, pesquisando na Internet, até concretizarmos uma compra. Muitas vezes o produto da compra fica em evidencia ou em uso somente por algumas horas, ou talvez dias. Depois temos de achar um lugar para ele em casa. E daí as coisas vão se amontoando e chegamos ao ponto de não ter mais espaço em casa.   Apesar de isso ser uma verdade, penso que não é errado errar. O errado é não tentar, é ficar estático esperando simplesmente as coisas acontecerem. Achando que tudo tem de acontecer do jeito que estamos esperando e que se não der certo a culpa não será nossa, e sim dos outros personagens envolvidos. Como cristãos procuramos depender de Deus, mas tem certas coisas que precisamos fazer, é nossa parte. Já foi dito que aquilo que cabe a nós fazer, Deus não irá fazer. Você pode, por exemplo, fazer a escolha de se endividar desnecessariamente, ou até mesmo considerando ser necessário fazer isso, por não ter alternativa. Mas você pode também optar em não se endividar e esperar mais um pouco para realizar o seu desejo. É preciso ter autocontrole, ou domínio próprio. E isso é fruto do Espírito (Gálatas 5.22). Só a comunhão com Ele é que o ajudará nesse sentido.   Note que para cada decisão você tem de fazer uma escolha. Vou relatar uma situação que considerei desgastante nesse início de semana (4/4/11). Tinha de estar no aeroporto às 5h30min para embarcar para Belo Horizonte. Nessa semana estamos sem nosso carro. A alternativa foi pesquisar como ir para o aeroporto de táxi. Fiz a ligação para uma cooperativa solicitando um táxi para as 4h45min, a fim de sair de casa no máximo às 5h00. A atendente me informou que 15 minutos antes do programado eu receberia uma ligação confirmando o veículo que estaria indo me buscar. Resultado: depois de várias ligações para a cooperativa, sempre ouvindo que ainda não haviam conseguido o carro para mim, e já próximo da hora que deveria estar no aeroporto, ouvi a atendente me dizer o seguinte: “sinto muito, ainda não conseguimos o seu carro e tem 12 pessoas na mesma situação que você.”   A partir dessa informação eu tive duas opções: 1) continuar esperando o táxi até o momento que ele aparecesse e correr o risco de perder o vôo, ou; 2) sair correndo pela rua atrás de algum táxi para me levar ao aeroporto para não perder o vôo e honrar meu compromisso com meus parceiros e clientes. Não iria haver justificativa para o caso de eu perder o vôo por não estar no aeroporto. Não iria adiantar culpar a cooperativa de táxi pelo seu sistema ineficaz de trabalho (e me disseram que todas as cooperativas de táxi do Rio de Janeiro trabalham assim – vejam como está a nossa estrutura de transporte!). A hora estava passando. Decidi sair atrás de um táxi, sem saber onde encontrá-lo.   Graças a Deus após uns 5 minutos de caminhada eu já estava indo para o aeroporto, muito bem acomodado num táxi que parou para mim (alguns passaram sem parar ou estavam com passageiros). Cheguei no horário, não perdi o meu vôo e vim trabalhar. A minha escolha poderia ter sido diferente. Poderia também não ter encontrado um táxi na rua. Houve um risco. Decidi correr esse risco e o resultado foi positivo. Em nossas decisões corremos riscos. Temos de correr riscos, temos de decidir, as situações nos levam a isso. O ideal é tomar a melhor decisão possível, e muitas vezes de forma rápida. Não há tempo para ficar confabulando.    Faça o que precisa ser feito. Se houver necessidade corrija os rumos. Deixe o medo de lado, vá em frente.  “O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força, pois na sepultura, para onde você vai, não há atividade, nem planejamento, não há conhecimento, nem sabedoria.” (Eclesiastes 9.10 – NVI). Boa semana.     E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br   

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Richard José Vasques abril 5, 2011
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Richard Vasquez
Richard José Vasques

TERMINAR BEM – CONTINUIDADE (Richard José Vasques)

Dr. David Wong, que foi Vice-Presidente de Treinamento Internacional do Instituto Haggai em Maui, no Havaí (USA), escreveu um livro entitulado: “Vida e Carreira”, publicado no Brasil pela Z3 Ideias (www.z3ideias.com.br). Nesse livro ele fala da importância de concluirmos aquilo que começamos, de encerrarmos a escrita de cada capítulo de nossas vidas. Isso é deveras importante, pois muitas vezes queremos ir em frente deixando vários capítulos em aberto, sem serem concluídos. Ele diz o seguinte: “Não é difícil iniciar algo. O difícil é terminá-lo. Não é difícil iniciar bem algo. Difícil é terminá-lo bem. Por isso o rei Salomão nos diz: ‘O fim das coisas é melhor que o seu início, e o paciente é melhor que o orgulhoso’ (Eclesiastes 7.8 – NVI). Que grande verdade! Geralmente temos orgulho em começar algo bem, mas logo percebemos que é preciso paciência para terminá-lo bem. A paciência é melhor que a arrogância. O fim das coisas é melhor que o seu início.” Deus tem o melhor para nós, o final sempre será melhor do que o início. Difícil entendermos isso. Ele já tem o quebra-cabeça pronto, montado. Ele o enxerga por completo, nós não. Terminar o que começamos. Quantas vezes deixamos isso para trás. E, na maioria das vezes, nem percebemos isso. Vamos abrindo frentes que ficam abertas. Para que as coisas caminhem bem precisamos definir muito bem o que iremos fazer, planejar a sua execução desde o início até o fim, executar o planejado, fazer os ajustes de rumo necessários, e por fim, sendo até mesmo redundante, concluir o projeto. Resumindo: escrever o capítulo do início ao fim, e concluir o capítulo. Um exemplo: mudei-me de São Paulo para o Rio de Janeiro, após teoricamente termos nossa vida definida na capital paulista. Tínhamos nosso apartamento quitado, novo, mobiliado do nosso gosto, num lugar privilegiado. De repente minha esposa manifestou o desejo de voltar a morar no Rio de Janeiro, 20 anos depois de ter deixado a cidade maravilhosa. Foi um choque. Mudamos. O que fazer com o apartamento de São Paulo, que ficou alugado por 4 anos? Mantê-lo, vendê-lo? Devemos comprar um apartamento no Rio ou continuar vivendo de aluguel? Perguntas que fazíamos diariamente. Talvez você tenha também algumas dessas perguntas. Para comprar um apartamento no Rio era preciso vender o de São Paulo. Os preços no Rio estavam e estão abusivos. O valor da venda não permitia a compra, era preciso algo mais. O que fazer? Se vamos realmente nos estabelecer em outro local, temos de encerrar nossa ligação com o local anterior. Difícil, mas era preciso concluir o capítulo. Fizemos isso. Daí começamos a escrever o novo capítulo. Buscar um imóvel, comprar e reformar esse imóvel (o que ocorreu com muito desgaste físico e emocional, além do abalo financeiro), e por fim mudar para o novo imóvel. Por fim? Concluímos diversos capítulos até chegarmos aqui, mas esse atual ainda não foi concluído. Precisamos executar cada detalhe faltante, e isso leva tempo. Requer dedicação, análise constante, e também mais recursos financeiros. Estamos escrevendo agora esse outro capítulo, certos de que em breve, ao concluí-lo iniciaremos outro. É assim a vida, ela continua. Por isso complementei o título desse artigo com a palavra continuidade. Temos de prosseguir. Como disse o apóstolo Paulo: “Prossigo para o alvo: ‘Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço; esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus, em Cristo Jesus’”. (Filipenses 3:13-14 – NVI). Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás: livrar-se do que passou, concluir o capítulo, encerrar essa etapa. Avançando para as que estão adiante: definir e escrever o novo capítulo, que também precisará ser encerrado. Assim deve ser na vida. É claro que sempre aprendemos com as experiências vividas, mas não podemos ficar presos a elas. A vida continua. Avalie o seu dia-a-dia. Analise os capítulos que precisam ser encerrados (você vai descobrir que tem vários deles nessa situação). Encerre-os. Aceite o desafio de escrever novos capítulos. Peça auxílio a Deus. Que esses novos capítulos estejam direcionados ao prêmio mencionado pelo apóstolo Paulo. Isso quer dizer: alinhado com a vontade de Deus para nossas vidas. Estamos fazendo aquilo que agrada a Deus? Nossos capítulos têm considerado isso quando de sua escrita? Boa semana. E-mail: rjv@rjv.com.br      Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques março 31, 2011
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QUERENDO DAR UMA “MÃOZINHA” PARA DEUS? (Richard José Vasques)

  Essa foi a pergunta que a minha esposa me fez em meio a alguns comentários que eu estava fazendo. Meus comentários eram sobre trabalho. Trabalho com consultoria e sempre tenho de buscar novos contratos. De forma geral, com raríssimas exceções, os contratos são de curto prazo. Nem sempre o que é prospectado “vinga”. Havia recebido uma solicitação de proposta de uma empresa de Brasília para um trabalho no mês de Abril. Entre os vários contatos mantidos e revisões das propostas técnica e comercial, estava eu no aguardo da oficialização do projeto. O cliente havia me sinalizado que iria dar o retorno oficial no início da próxima semana.  Quando chegou o final de semana, surgiu uma promoção de passagens aéreas na Internet. Fiquei “tentado” a comprar as minhas passagens para Brasília, uma vez que o preço estava excelente. Pensei que o contrato poderia dar certo, que eu iria ter uma resposta positiva na próxima segunda-feira, e que a compra das passagens iria otimizar a minha proposta. Visitei o site da companhia aérea várias vezes, e no domingo à noite fiz a compra. Mandei uma mensagem para o meu potencial cliente informando que já havia comprado as passagens e que estava aguardando a oficialização da minha proposta. Na segunda-feira eles me informaram que ainda não tinham definido sobre a contratação da consultoria, mas que iriam dar o retorno até o final do dia. Resultado final: desistiram de realizar a contratação. Na verdade eles ainda estavam amadurecendo a idéia, ainda não tinham certeza se deveriam contratar ou não uma consultoria para ajudá-los na avaliação do sistema de gestão da empresa. Voltando então ao comentário com a minha esposa, disse a ela o que havia acontecido, e a primeira frase que ela me disse foi a seguinte: — Você está querendo dar uma mãozinha para Deus? Você foi afoito, deveria ter esperado a resposta do cliente. Deixe as situações nas mãos de Deus. Essa primeira frase ficou “martelando” na minha cabeça por todos os dias após meu relato à minha esposa. Realmente eu estava deixando as situações nas mãos de Deus? Como você pode observar, a resposta é não. Muitas vezes pensamos que estamos deixando Deus tomar conta das nossas vidas, das situações que vivemos, mas é só um pensamento, uma imaginação. Parece que somos bons nisso. Hoje pela manhã (18/3/11), na minha devocional, o texto foi o seguinte: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas. Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal. Isso lhe dará saúde ao corpo e vigor aos ossos.” (Provérbios 3.5-8 – NVI) Viu que coisa tremenda; é Deus falando diretamente ao meu coração. Quanto ainda tenho que aprender para depender realmente dEle. Ele quer ser o meu Senhor em todos os meus caminhos e quer me dar saúde, livrando-me do mal. Se eu tivesse colocado realmente a situação relatada nas mãos de Deus, eu não teria tido dano (prejuízo), não ficaria aflito (excitado, ansioso), não afetaria a minha saúde (stress). É isso aí, aprender a depender do Senhor para ter benefícios e usufruir das bênçãos já separadas para nós. E você, como está? Está igual a mim? Pensa que precisa também de uma reciclagem? O importante é reconhecer nossa fraqueza, pois a Palavra também diz: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2 Coríntios 12.9) O Profeta Joel diz assim: “Diga o fraco: sou forte.” (Joel 3.10b). É isso mesmo, precisamos reconhecer nossa fraqueza, pois é nesse momento que estaremos sendo fortalecidos pelo Senhor. Quero praticar isso a cada instante e espero que você tenha também a mesma intenção. Só assim teremos melhores resultados em nossas vidas: na completa dependência do Senhor. Esse é o nosso desafio constante. Richard José Vasques E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques março 21, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

COMUNIDADE (Richard José Vasques)

No Rio de Janeiro esse é o termo ultimamente ouvido em substituição ao antigo “favela”. Interessante é que as pessoas que lá residem o pronunciam convictos do verdadeiro sentido da palavra. Estão juntos, estão em comunhão, vivem em comunidade, vivem numa comunidade. Parecem até que estão numa cidade do interior onde praticamente todos se conhecem pelo nome, se cumprimentam, jogam bola juntos, se reúnem. Muitas vezes, freqüentando algum tipo de organização não temos esse mesmo sentimento. Não nos sentimos vivendo em comunidade. Geralmente é o “cada um por si”. Penso que até mesmo dentro das igrejas evangélicas muitas vezes estamos lá, mas não estamos em comunhão, não estamos vivendo em unidade, não vivemos como uma comunidade. Lembramos que lá no livro dos Atos dos Apóstolos, o Dr. Lucas nos diz que “os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum.” (Atos 2.44) Minha intenção aqui não é focar no ter, levando ao questionamento de como iremos dividir nossos bens para termos tudo em comum. Quero focar no ser, no viver como comunidade. Precisamos pensar na unidade.  A palavra unidade nos leva a pensar em união, em sermos um. Jesus disse: “Pai santo, protege-os em teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como somos um.” (João 17.11b) Um termo inglês muito usado nas organizações é teamwork, que pode ser traduzido como trabalho em equipe. Vocês sabem que trabalhar em equipe não é fácil. O ser humano nasce de forma individual, tem suas características pessoas distintas dos demais, procura atender exclusivamente aos seus interesses próprios, e por aí vai. De repente ouvimos dizer que temos de trabalhar em equipe. “Que nada, quem sabe de tudo aqui sou eu”. Já houve até aquele profissional que disse: “aqui é a Euquipe.” Somos assim. Só pensamos em nós. Como então ser uma unidade? Como então ser uma equipe? Como conquistar resultados juntos? É preciso trabalhar focado numa direção comum. Isso precisa ser dito e explicado pela direção da organização (que é quem define o rumo a seguir) aos seus membros. Assim os participantes da mesma, entendendo o rumo a ser seguido, “compram” a idéia do líder e seguem juntos, comprometidos, cada um fazendo a sua parte (entendendo o seu papel na equipe). Mas isso precisa ser monitorado, pois muitas vezes, sem percebermos, deixamos de seguir o rumo traçado e passamos a seguir nossos próprios caminhos (desejos pessoais). Vendo as reportagens sobre o resultado do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, pude notar na declaração de diversos componentes da escola vencedora a palavra comunidade. Ela apareceu com o sentido de equipe que trabalhou junto, da população relativa à localidade onde a escola está inserida e principalmente como o conjunto de pessoas que há algum tempo tem se comprometido com a realização daquele trabalho, e que agora recebem a “coroa da vitória”. Perseverar juntos. Apesar das perseguições, barreiras e dificuldades que enfrentarmos no nosso dia-a-dia, o nosso Senhor diz: “sejam fiéis até a morte, e eu lhes darei a coroa da vida”. (Apocalipse 2.10b)           Persistência e Fidelidade ao Senhor = Vitória = Vida. No mínimo podemos concluir que o trabalho em equipe, se bem estruturado e direcionado, dá resultados positivos. Dá também para perceber que é importante aceitar e usar o potencial de cada membro da equipe (no meio cristão dizemos: “os dons de cada um”). É preciso aceitar o outro como ele é, e buscar inserir a força e a capacidade dele no nosso “projeto” ou no projeto de Deus. Isso se chama sinergia (podemos pensar como sendo a soma das energias das pessoas), mas é preciso querer e agir. Questões para meditação: estou procurando ser parte de uma equipe da organização ou da comunidade que freqüento? Tenho procurado contribuir com o meu potencial? Tenho sido fiel à minha organização? Procuro falar coisas positivas, que venham a somar para o alcance dos resultados almejados, ou sou daqueles que só gostam de falar contra? Tenho buscado chamar a atenção das pessoas para o que pode dar errado? Somar, contribuir = agilidade no alcance dos resultados planejados.   Vamos somar e passar a entender melhor o sentido de comunidade? Boa semana.   (Richard José Vasques)   E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques março 14, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

SOU BRASILEIRO (Richard José Vasques)

Rio de Janeiro, 28 de Fevereiro de 2011, Estação Carioca do Metrô, 13 horas. Tinha acabado de comprar minha passagem para a Tijuca e me dirigia para o embarque. De repente um som de bateria de escola de samba dentro da Estação. Um som contagiante. As pessoas começaram a se agrupar para ver “o bloco passar”. O som chamou a nossa atenção, coisa das nossas raízes. O grupo que produzia esse som começou a aparecer. Logo à frente dele um batalhão de repórteres com suas câmeras poderosas (jornais, revistas e televisões). O bloco veio conduzido por Carlinhos de Jesus, muito concentrado em seu papel, ao lado de uma porta-bandeira. A bateria era um pequeno extrato da Beija-Flor de Nilópolis. Apesar de pequena, não houve quem não interrompesse a sua trajetória para assisti-los. Muitos não conseguiram ficar parados. Imediatamente pensei: “Isso só acontece no Brasil, é coisa nossa, mas dentro do Metrô, somente no Rio de Janeiro. Nunca tinha visto isso”. Em outros países isso não existe, e quando os “gringos” ouvem esse som, ficam totalmente contagiados e não param de se mexer. Mexe também com a gente daqui da “Terra Brasilis”. Descobri que sou brasileiro, que minhas raízes estão aqui, e que as coisas da minha terra (boas e más) mexem comigo, me emocionam e também me entristecem. As pessoas que faziam parte deste “bloco” vinham distribuindo um “abanador” de papelão para o público presente, o qual continha os seguintes dizeres: “Tá Na Hora de Doar! – Bloco da Solidariedade – Entre nessa folia – Doe sangue no INCA – Instituto Nacional do Câncer”. Fiquei novamente emocionado: primeiramente por ter sido contagiado pelo ritmo da minha terra e segundo porque essa apresentação tinha um propósito maior – servir ao próximo, servir ao necessitado, servir ao doente. Jesus disse: “os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento”. (Marcos 2:17) Aquele bloco buscou atingir todas as pessoas que estavam na Estação do Metrô, não fizeram acepção de pessoas e as convocou para um propósito maior. Disse Jesus: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19); não somente pescadores, mas com o propósito maior de serem pescadores de homens. Fazendo um paralelo com o pessoal do bloco, podemos usar os nossos recursos e capacidades, onde estivermos, para testemunhar e anunciar Jesus. Com certeza você já ouviu de alguém que as pessoas de outros países, principalmente do chamado Primeiro Mundo, são “frias”. A cultura afeta a forma de agir das pessoas, mas elas continuam sendo pessoas com necessidade de Deus. Podem até assumir que não, mas também já foi dito que o homem tem um buraco em seu peito do tamanho de Deus; só Ele pode preenchê-lo. Lançar a semente cabe a nós. Outros irão regar e outros irão colher os resultados desse trabalho. Como comentou o Apóstolo Paulo: “eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer” (1 Coríntios 3:6) e também: “O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho.”    (1 Coríntios 3:8). A obra não é nossa, é de Deus. Ele nos permite ser instrumentos nos seus planos e projetos. Ajudar as pessoas também cabe a nós. Criar situações para servir também. E fazer tudo isso com vibração, com emoção. Como então servir sem a existência de voluntários? Seja um voluntário na obra do Senhor, procure oportunidades para participar e servir. Você irá descobrir outras maneiras para compartilhar e testemunhar de Jesus. Há um ditado público que eu considero muito interessante: “Quem não vive para servir, não serve para viver” (Anônimo). Martin Luther King Jr. disse: “Se um homem não descobriu algo pelo qual ele deva morrer, ele não está preparado para viver”. Pergunta: o que é tão importante para mim que eu gostaria morrer por isso? Pense nisso, boa semana. E-mail: rjv@uol.com.br    Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques março 8, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

RESULTADOS (Richard José Vasques)

Parece que passamos todo o nosso tempo buscando algum tipo de resultado. Como consultor em gestão, tenho trabalhado de forma bastante intensa com os Critérios de Excelência da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). O Modelo de Excelência em Gestão da FNQ é composto de 8 critérios: Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultados. Do total de 1000 pontos possíveis, 450 pontos referem-se a resultados. Isso quer dizer que os critérios focam em resultados. Outra mensagem que esse modelo de gestão passa é que tudo o que você faz deve trazer algum resultado, preferencialmente positivo. E tudo precisa ser de forma alinhada dentro da organização.   Os resultados podem ser positivos ou negativos. Como ficamos chateados quando algo dá errado, não é mesmo? Nossa mente está focada em obter resultados positivos. O interessante é que queremos ter resultados positivos em alguns campos de nossa vida. Em outras áreas de nossas vidas, isso parece não ser tão importante. Isso é devido ao foco que damos àquilo que julgamos ser prioritário (mais importante). Como sabemos, não dá para fazer tudo de uma única vez. Aquela estória de “cobrar o escanteio e correr para cabecear a bola na área não é possível.” É preciso então entender o que é mais importante, e que resultado precisou obter nesse assunto importante ou nessa área importante de nossa vida.   Essas áreas podem ser: profissional, familiar, social, espiritual, financeira, física (saúde) e intelectual. Costumo dizer que Deus espera que apresentemos bons resultados, na verdade Ele espera resultados de nós. Jesus disse isso em João 15.1,2,16: “Eu sou a videira verdadeira, e meu pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome.”   Que resultados estamos obtendo? São aqueles que realmente esperamos? São aqueles que Deus espera de nós? Quando os resultados não estão sendo alcançados, o que estamos fazendo? Continuamos fazendo as coisas do mesmo jeito ou procuramos uma forma alternativa de fazer as coisas? Já foi dito que para se obter resultados diferentes devemos fazer as coisas de forma diferente. É preciso perceber isso. Muitas vezes não nos atentamos à necessidade de mudança em nossas ações. Isso é muito perigoso quando nos consideramos o sabedor de todas as coisas e não preciso fazer nada de forma diferente. Sou o “bom”, sou eu quem sabe das coisas, por que mudar? Não caia nesse erro.   Analise os seus resultados. Ouça seus pares. Em sistemas de gestão chamamos isso de análise crítica do desempenho. É importante avaliar os resultados obtidos, se eles estão de acordo com o esperado, de acordo com as metas estabelecidas. Humanamente falando é isso aí. No plano espiritual não é bem assim. Apesar de planejarmos, de buscarmos fazer o melhor, o rei Salomão nos diz o seguinte: “Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor.” (Provérbios 19.21 – NVI). É preciso entender o que Deus espera de nós, o que ele tem planejado para nós.   Para se obter bons resultados é preciso realizar nossas tarefas da forma mais correta possível. Fazer certo desde a primeira vez e cada vez melhor. Preocupar-se em fazer certo, não fazer de qualquer maneira. Se fazemos assim no mundo secular, é importante que coloquemos o nosso melhor a serviço do reino de Deus. Nesse caso seremos todos voluntários, e a igreja espera nosso voluntariado. Use o seu melhor para contribuir com o crescimento do reino e busque entender os resultados vindos dessa sua atuação. Serão resultados que permanecerão como Jesus disse, resultados de vidas transformadas para sempre.   Meus irmãos e amigos, interessante que ao estar concluindo esse texto parou um carro praticamente em frente ao prédio onde moro na Tijuca, no Rio de Janeiro, e o proprietário do veículo abriu a porta do carro e aumentou o volume do som do seu carro. O que estava sendo propagado era uma mensagem proferida por um pastor, exatamente sobre João 15, enfatizando a importância de resultados para o reino. Quantos estão se perdendo por ainda não entender o propósito de Deus para suas vidas, por não aceitar a Jesus e o Evangelho como regra de fé e prática. Têm suas crenças (as quais devemos respeitar), mas infelizmente estão sob o poder do Maligno (1 João 5.19).   Precisamos testemunhar e orar por nossos familiares, amigos, vizinhos, parceiros, colegas de trabalho, comunidade, nossa cidade, país e também pelo mundo. Que sejamos usados por Deus para produzirmos frutos que permaneçam, resultados consistentes que continuem por toda a eternidade. É um privilégio poder ser usado por Deus para esse fim. Esteja aberto ao Seu chamado. Grande abraço, Deus o abençoe.  

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Richard José Vasques março 3, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

PODE A VIDA SER SIMPLES? (Richard José Vasques)

Essa foi a pergunta que me levou a essa reflexão. Na mensagem pregada pelo Pr. Roberto Abreu no culto vespertino da Igreja Batista Itacuruçá de 20/02/11, ele lembrou seu tempo de infância, na casa de sua bisavó, quando ele e seus primos se divertiam simplesmente por ficar embaixo de uma árvore de carambolas esperando os frutos caírem. Nesse momento vi que já vivemos momentos onde as coisas eram mais simples, não havia tanta pressão, tanta cobrança, tanta necessidade de se ter coisas, coisas estas que ficarão por aqui. O Rei Salomão escreveu assim em Eclesiastes 5.15: “O homem sai nu do ventre de sua mãe, e como vem, assim vai. De todo o trabalho em que se esforçou nada levará consigo.”   Quando lemos a 1ª Carta do Apóstolo Paulo à Timóteo, vemos o seguinte: “pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição.” (1Tm 6.7-9)   Comer e Vestir. Incluo por minha conta Morar (ter um local para morar). Então tendo onde morar e o que comer e o que vestir devemos nos dar por satisfeitos. Interessante é que o texto fala em vestir, mas não diz que você tem de vestir roupas de marca, roupas caras. É claro que se você tem condição financeira para comprar uma roupa de melhor qualidade, de marca respeitável, que tem maior durabilidade, ótimo. Porém se você tiver o que vestir, independente da marca, se dê por satisfeito. O mesmo raciocínio vale para o comer. O texto não diz que você tem de comer comidas caras, ou em restaurantes caros. O importante é o fator nutricional. Com relação ao morar, também não é dito que temos de morar em palacetes.   O importante é dar graças a Deus por termos nosso cantinho, com o que nos vestir dignamente e o que comer. Parece que isso não é muito, que dá para todos alcançarem, mas infelizmente não tem sido assim. O problema é que nós sempre queremos mais. O mercado nos força a sermos consumistas, a querermos ter mais coisas a cada momento, mesmo que nunca as usemos. A força do marketing das empresas nos leva a isso. Precisamos estar atentos. Veja algumas perguntas que podemos fazer: preciso realmente ir a esse local? Preciso comprar isso? É necessário? Tem alguma utilidade para mim? Se não comprar vai fazer falta? Focar no que é mais importante, no que é realmente necessário, no que vai agregar valor para nós.   Comprar por comprar e nunca usar é um erro. Procure investir seus recursos onde realmente for necessário. O falecido Comandante Rolim Amaro (fundador e presidente da TAM) disse certa vez a seguinte frase: “Rico não é aquele que mais tem, rico é o que menos precisa.”  Do que realmente nós precisamos? Do que realmente você precisa? Buscar o desnecessário irá penalizá-lo muito, pois você terá de buscar recursos extras e externos para cumprir com o pagamento do seu compromisso e estará se preocupando com isso. Foque no necessário. Quem assistiu o desenho animado “Mogli”, ouviu o urso Balu cantar assim: “necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais”. Vamos focar no necessário. Evite as tensões negativas desnecessárias e o aumento do seu nível de stress. Conserve a sua saúde.   “Eu queria saber o que vale a pena, debaixo do céu, nos poucos dias da vida humana. Lancei-me a grandes projetos: construí casas e plantei vinhas para mim. Fiz jardins e pomares e neles plantei todo tipo de árvore frutífera. Construí também reservatórios para irrigar os meus bosques verdejantes. Comprei escravos e escravas e tive escravos que nasceram em minha casa. Além disso, tive também mais bois e ovelhas do que todos os que viveram antes de mim em Jerusalém. Ajuntei para mim prata e ouro, tesouros de reis e de províncias. Servi-me de cantores e cantoras, e também de um harém, as delícias dos homens. Tornei-me mais famoso e poderoso do que todos os que viveram em Jerusalém antes de mim, conservando comigo a sabedoria. Não me neguei nada que os meus olhos desejaram; não me recusei a dar prazer algum ao meu coração. Na verdade, eu me alegrei em todo o meu trabalho; essa foi a recompensa de todo o meu esforço. Contudo, quando avaliei tudo o que as minhas mãos haviam feito e o trabalho que eu tanto me esforçara para realizar, percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há nenhum proveito no que se faz debaixo do sol.” (Eclesiastes 2.3-11). Esse texto foi escrito pelo Rei Salomão. Realmente o que fazemos, quando não se tem um propósito definido não traz proveito algum. O Rei Davi, pai de Salomão disse assim: “Dispus o meu coração para cumprir os teus decretos até o fim.” (Salmo 119.112)   O que estamos fazendo? Quais têm sido as nossas prioridades? Isso está complicando ou simplificando as nossas vidas? Reflita nisso, procure tornar a sua vida mais simples. Elimine os “galhos secos da sua árvore” como disse o Pr. Roberto, e melhore o seu desempenho, mesmo que você passe a ter menos coisas. Conjugue mais o verbo SER no lugar do TER. Descomplique sua vida e viva melhor. A vida pode ser mais simples.  Deus o abençoe.  

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Richard José Vasques fevereiro 24, 2011
Richard Vasquez
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PACIÊNCIA (Richard José Vasques)

Geralmente as pressões diárias “tiram” a nossa paciência, ou melhor, nos deixam sem paciência. Muitas vezes dizemos que precisamos ter paciência, chegamos até a orar pedindo para Deus nos dar paciência. Sabemos que é preciso exercitar, e muito, para chegarmos a esse ponto. E esse exercício somente pode ser feito a partir das tribulações, ou das pressões que enfrentamos no nosso dia-a-dia. É vencendo essas pressões (tribulações, provações) que passamos a exercitar a paciência. “Feliz é o homem que persevera na provação.” (Tiago 1.12). Apesar de pensarmos que a paciência é adquirida por meio de exercícios, a Bíblia nos  diz que a ela faz parte do fruto do Espírito Santo que habita em nós (Gálatas 5.22). Então para termos verdadeiramente paciência, precisamos deixar o Espírito de Deus reinar em nossas vidas. Deixar o Espírito agir, quer dizer que devemos praticar o que a Palavra de Deus ensina. Para isso é preciso conhecê-la. O salmista diz assim: “Escondi a Tua Palavra no meu coração para eu não pecar contra Ti”, e também: “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz para o meu caminho.” (Salmo 119.10 e 105). Podemos então concluir que a Palavra nos dá direção, nos mostra o que fazer. Só mesmo passando por situações em que podemos colocar isso em prática é que poderemos mensurar como está nosso grau de paciência. Paciência também tem ligação direta com tolerância. Aceitar as pessoas, suas ações e reações. Pelo menos procurar entender o que se passa com elas. Quase sempre tiramos conclusões precipitadas daquilo que ocorre conosco ou ao nosso redor. A ocorrência de diversas situações nos permitirá medir a nossa paciência e também a das pessoas que nos cercam. Tenho vivido uma experiência onde o exercício da paciência é “cobrado” a cada minuto. Resolvemos fazer a reforma do nosso apartamento, para o deixarmos do “nosso jeito”. Um trabalho que era para durar 3 semanas, passou para 6 semanas e já dura mais de 2 meses (quando escrevo esse texto ainda não está concluído). O que acontece no dia-a-dia é impressionante: descontroles, falta de planejamento, substituição de profissionais, faltas sem justificativas, falta de material, material solicitado em excesso, solicitação de material errado, falta de discernimento dos profissionais. É claro que eles também acertam, mas o volume de erros tem levado a atrasos, retrabalhos e ao consumo de mais recursos. Bom, até aqui citei aquilo que pode me deixar impaciente por não estarmos chegando à conclusão da reforma. Mas existem outros impactos negativos. Para citar apenas mais um, pensem na pessoa que mora no apartamento abaixo do meu. Há 2 meses ouvindo o barulho do quebra-quebra, com pancadas diárias sobre a sua laje. Se ouvimos o barulho em todo o prédio, imaginem no apartamento dela. Para “fechar com chave de ouro”, meus amigos trabalhadores, ao realizarem o quebra-quebra no meu banheiro, simplesmente deixaram que pedaços de concreto caísse sobre o forro de gesso do banheiro dela. Resultado: destruição do forro de gesso do banheiro da minha vizinha. Graças a Deus não tivemos a ocorrência de acidente com pessoas. Ao chegar ao apartamento fui informado do ocorrido, e logo pensei: “mais essa para gerenciar, já não basta o barulho que não para!”.  Um dos trabalhadores me disse que já havia combinado com a vizinha o conserto do seu teto e que estava tudo certo. Fiquei mais tranqüilo. A seguir precisei ir até a garagem, entrei no elevador e comecei a descer. De repente o elevador parou no andar abaixo do meu, e a minha vizinha, diretamente afetada pela reforma, abriu a porta do elevador.  De imediato ela me disse: “é exatamente com o senhor que eu quero conversar”. Saí do elevador pedindo desculpas novamente e fui ver o “estrago” que causamos. Providenciei a limpeza do banheiro dela e disse que em breve faríamos o reparo do teto. Para minha surpresa, ela estava em paz, não se exaltou, falou mansamente comigo demonstrando entender a situação (e pelo que sei ela ainda não é uma crente). Concluí: paciência nota máxima. Fiquei surpreso e pensei: “se eu estivesse no lugar dela não estaria assim tão tranqüilo, não seria assim tão paciente e tolerante – quando deveria ser”. A partir daquele momento comecei a pensar que muitas vezes eu, que devo demonstrar o fruto do Espírito não o faço, enquanto aqueles que não sabem disso o estão demonstrando sem saber. A pergunta dessa semana para nossa meditação é a seguinte: estou deixando o Espírito de Deus me guiar? Estou procurando demonstrar o fruto decorrente da ação dele em minha vida? “Deixem-se encher pelo Espírito.” (Efésios 5.18b). Vem Espírito de Deus. Maranata. Boa semana. Deus o abençoe. Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques fevereiro 14, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

RELACIONAMENTOS (Richard José Vasques)

Um vídeo institucional da Caterpillar Brasil, empresa multinacional americana que venceu o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) em 1999, enfatiza que a vida é feita de relacionamentos. O PNQ utiliza critérios de excelência para gestão de organizações, os quais são os seguintes: liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados. Todos eles têm de trabalhar de forma integrada, o que realmente enfatiza o relacionamento entre pessoas, processos, clientes, acionistas, fornecedores, comunidade e sociedade.  Pensando em relacionamentos e em integração, veio-me à mente a unidade da igreja; que todos somos parte de um mesmo corpo (1 Coríntios 12.12-21), do corpo de Cristo. Jesus disse: “Eu e o pai somos um”. (João 10:30) e orou da seguinte maneira: “Pai santo, protege-os em teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como somos um”. (João 17.11b). Somos realmente um? Temos sido um? Temos procurado ser uma unidade ou ainda estamos no cada um por si? Esse é mais um exercício que precisamos fazer para nos tornarmos parte efetiva no Reino. Sei que não é fácil, mas temos de praticar.  Por exemplo: você está confortavelmente sentado para participar de um culto e há uma bolsa também confortavelmente “sentada” ao seu lado. Chega uma pessoa procurando um lugar e não há lugar para a pessoa, pois o lugar é da bolsa ou de alguém que a bolsa está esperando. Muitas vezes esse alguém não vem e a bolsa fica lá tomando o lugar de outra pessoa, que pode até voltar para casa por causa disso. Muitas vezes até pensamos que se a pessoa tivesse chegado mais cedo ela não teria de passar por essa situação. E quando essa pessoa ainda não tomou uma decisão por Cristo? E se essa foi a primeira visita dela? Temos de exercitar a empatia, que é a prática de nos colocarmos no lugar dos outros. Difícil, mas precisa ser praticado.  Outro exemplo: na classe onde ficam as crianças trabalham pessoas voluntárias. Elas procuram se revezar nos horários dos cultos (no caso de nossa igreja, pela manhã, temos cultos às 9 e 11 horas), de forma que possam participar de um deles. Quem participa do primeiro culto e deixa seus filhos nessas classes, precisa pegá-los imediatamente após o término do mesmo, para que os voluntários possam se dirigir ao salão de culto e encontrar lugar. Quando isso não acontece, o voluntário fica impedido de deixar a classe por causa da criança que os pais não foram buscar, não podendo então participar do culto. Pensar nos outros é uma prática desafiadora para nós, geralmente pensamos somente em nós mesmos. Creio que esses exemplos nos ajudarão a pensar em como melhorar os nossos relacionamentos com as pessoas.  Porém, quero enfatizar dois fatos que chamaram a minha atenção no último domingo em nossa igreja (dia 6/2/11), um pela manhã e outro à noite, evidenciando a prática do amor cristão e do relacionamento através do toque. Nós sul-americanos, gostamos do toque. Sempre tocamos as pessoas quando falamos com elas, quando nos relacionamos com elas. Pela manhã o irmão Almir ao ser convidado para orar pelos aniversariantes, fez questão de tocar cada um deles, como se dissesse: “estou contigo, estamos juntos, fazemos parte do mesmo time, da mesma equipe, do mesmo corpo”. Ele não falou isso com palavras, mas falou com esse simples e importante gesto do toque. Foi emocionante.   À noite, o toque carinhoso foi dado pelo Pr. Israel no Pr. Alcenir, colocando-o nas mãos de Deus para o pronunciamento da mensagem. Amor ao vivo. Também emocionante. Para terminar gostaria de deixar as seguintes perguntas para nossa reflexão: Dá para fazer isso nos nossos relacionamentos diários? Dá para mostrar o amor de Cristo com nossos “toques”? Muitas vezes um toque cura a pessoa, leva-a a refletir sobre o que ela precisa refletir. Capriche nos seus “toques”. Deus o abençoe e abençoe também as pessoas “tocadas” por você. Lembram-se do hino “somos um pelos laços do amor” e da canção “a começar em mim”? Grande abraço, boa semana.

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Richard José Vasques fevereiro 7, 2011
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