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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Richard José Vasques

Richard José Vasques

Richard José Vasques

Engenheiro Civil (1982), Certified Quality Engineer pela American Society for Quality (1988). Atua na área da qualidade desde 1983. Consultor em qualidade e gestão organizacional com foco na excelência do desempenho. Sócio-Diretor da RJV Consultoria em Qualidade Ltda., pela qual ministra consultorias e treinamentos. Especialista da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) onde atua desde 1992 como Avaliador Líder, Instrutor (ministra cursos do Modelo de Excelência em Gestão - MEG, da FNQ) e Consultor em Projetos. Professor em cursos de extensão e de pós-graduação (PUC-RIO, UCAM, Faculdade SENAI e UNIP) em qualidade, sistemas de gestão (ISO 9001), planejamento estratégico, processos e gestão pela excelência. Docente Internacional do Haggai International nos Tópicos: “Personal Vision, Personal Mission, Goals and Action Plans”, tendo atuado no Brasil (2005 a 2014), Singapore (2008), Maui - Hawaii (2010 e 2019) e online no treinamento Virtual Haggai Leader Experience (VHLE) em 2021 e 2022. Membro e Diácono da Igreja Batista Itacuruçá. Membro do Campo Rio-Tijuca e Representante da 11ª Região de Os Gideões Internacionais no Brasil (Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo).
Richard Vasquez
Richard José Vasques

GRAÇA E ESFORÇO (Richard José Vasques)

Dizemos que vivemos na época da graça. Graça promovida e ofertada por Jesus. Graça é igual a favor imerecido. Há uma canção do Grupo Vencedores por Cristo, que diz assim: “É tua graça que liberta, é tua graça que me cura, é tua graça que sustenta a minha vida. Por teu sangue tenho acesso à tua graça preciosa, te louvo, te amo, Jesus. Tua graça é melhor que a vida, tua graça é o que me basta, favor imerecido do céu, do céu pra mim.” “Graça do céu pra mim”. Como Dawei comentou em nosso culto matinal de 30/01/11: “difícil de entender”. Como entender algo que não merecíamos e que veio do céu para nós, promovido diretamente por Deus. Só mesmo pela fé. Outra coisa que depende de nossa fé é a oração – quando conversamos com Deus Ele nos escuta. Deus escuta a cada um de nós, e age conforme a sua vontade. A partir dessas observações podemos pensar em depender de Deus ou em depender de nós mesmos. Temos ouvido muito sobre mérito e graça. Mérito é algo relacionado ao nosso esforço próprio, algo que depende exclusivamente de nós e de mais ninguém. Deus fica do lado de fora. No tocante à graça, tudo vem de Deus, não é resultado dos nossos esforços, apesar de termos de fazer a nossa parte. Muitos deixam Deus do lado de fora de suas vidas e outros se acomodam dizendo que Deus é quem vai fazer tudo, que ele não precisa fazer nada. Nós não podemos fugir das nossas responsabilidades. Faça o que precisa ser feito, independente das circunstâncias. Optei em depender de Deus e estou aprendendo a fazer isso, pois é um exercício que deve ser praticado de forma contínua. Tenho também procurado fazer a minha parte. “Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5.18 – NVI). Os dois versículos imediatamente anteriores a esse dizem assim: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente.” Estar sempre alegre, orar sempre, dar graças sempre. Dar graças por tudo, principalmente pelo favor imerecido que nos levou à salvação. É também muito importante fazer a nossa parte, aquela que Deus não fará. Temos de nos esforçar para isso, porém sob a dependência do Senhor, que nos orientará a como dar cada passo. Focar naquilo que realmente precisa do nosso esforço, naquilo que é mais urgente, prioritário. “Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” (Josué 1.9 – Almeida Corrigida e Revisada Fiel).   Crer que Deus nos sustentará e estará conosco. Outro versículo que nos incentiva a fazer a nossa parte é o seguinte, dito pelo Apóstolo Paulo: “Esforcem-se para ter uma vida tranqüila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos, a fim de que andem decentemente aos olhos dos que são de fora, e não dependam de ninguém.” (1 Tessalonicenses 4.11-12 – NVI). Que lições podemos tirar das passagens bíblicas mencionadas? Penso que podemos citar aqui o seguinte: gratidão, alegria, oração, fé, foco, prioridade, dependência de Deus, realização da nossa parte, não depender dos homens (“maldito é o homem que confia nos homens” – Jeremias 17.5a – NVI), andar decentemente aos olhos dos não crentes (testemunhar, ser um testemunho vivo de o Senhor Jesus onde andarmos). Complete com a sua opinião. Onde precisamos melhorar? Que metas precisamos estabelecer para promover as melhorias necessárias? Para pensar e agir. Boa semana. E-mail: rjv@uol.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques janeiro 31, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

RESGATE (Richard José Vasques)

Tragédias sempre chamam a nossa atenção. Apesar de muitas pessoas perderem suas vidas, muitas têm suas vidas preservadas. Como no atentado de 11/09/01, muitos foram preservados por não estarem no local da tragédia quando ela ocorreu. Ouvimos várias histórias sobre isso: pessoas que voltaram em casa porque esqueceram alguma coisa, outras que ficaram presas no trânsito, outras porque tiveram de levar um parente ou amigo ao hospital, e por aí vai. No acidente com os mineiros no Chile, no final do ano passado, provavelmente algo semelhante aconteceu. Pode ser que algum mineiro não tenha ido trabalhar naquele dia, ou tenha chegado atrasado no trabalho. No primeiro momento, vemos isso como uma situação negativa, mas após a tragédia dizemos que foi pura sorte, e aí temos a tendência de agradecer. Há também aqueles cujas vidas foram preservadas a partir do resgate dos mesmos. Os 33 mineiros do Chile estão nessa condição; passaram a viver novamente. Em muitas outras minas, onde acidendes ocorrem diariamente, os trabalhadores não têm a mesma sorte. Muitos morrem quase que diariamente nesse tipo de acidente, mas os 33 foram preservados porque foram resgatados. E a tecnologia utilizada nesse caso foi muito interessante. Creio que vocês leram sobre isso ou até mesmo assistiram pela televisão. No caso das cidades atingidas pelas chuvas na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, também tivemos isso. Muitas mortes e muitas vidas preservadas. Muitas vidas também resgatadas. Vimos alguns milagres de sobrevivência pela televisão: um pai alimentando o filho com a sua saliva, outro jovem resgatado a partir da insistência de seu amigo que não saiu do local onde considerou que o seu amigo se encontrava. No domingo, dia 16/01/11, o Pr. Israel Belo de Azevedo (Igreja Batista Itacuruçá, Tijuca, Rio de Janeiro) trouxe à tona a ação de Deus e o que representava o sacrifício de Jesus por todos nós. Imediatamente na minha mente veio a palavra "resgate". Alguns irmãos também assim disseram e uma irmã enfatizou o fato de nossa dívida ter sido paga sem merecermos. Resgate. O coral cantou “Sou de Cristo”. Pertencemos a quem nos resgatou. Não era assim com os escravos, ou ainda não é assim onde algo semelhante é praticado: pertence-se a quem o resgata. Realmente consideramos assim? Nos consideramos propriedades de Cristo? Você com certeza já viu nas ruas de nossas cidades, veículos com essa inscrição: “Propriedade de Jesus”. A pessoa que possui o veículo diz que o seu veículo é de Jesus. É realmente? Os atos dessa pessoa estão alinhados com essa afirmativa? E a vida dele? Pode ser que algum comportamento venha a comprometer essa afirmativa. E nós? Somos realmente de Jesus? Nosso testemunho mostra Cristo em nós? Estou lendo um livro de um colega que também é docente internacional do Instituto Haggai, Dr. George Samuel. Ele é indiano, vive na Índia e é cientista na área nuclear. O seu livro é intitulado “40 Lições de Fé em Tempos Difíceis” (40 Lessons of Faith in Hard Times). Realmente ele passou por muitas dificuldades, muitos momentos realmente difíceis, mas em um dos capítulos do livro ele conta que ao assumir a chefia de um departamento em uma determinada organização, passou a ter sérios problemas com sua secretária, a ponto de solicitar a transferência dela para outro departamento. Ele, a princípio, considerava que a sua secretária era quem agia de forma errada, mas num de seus momentos de oração, Deus mostrou-lhe que era ele quem estava errado: não era cordial, não falava com as pessoas, era rude, grosso, impositivo. Quando ele percebeu isso, foi até a sua ex-secretária e pediu perdão, dizendo a ela que ele reconhecia tudo o que tinha feito erroneamente. Ele passou a fazer a seguinte pergunta a ele mesmo: “Que Cristo as pessoas estão vendo em mim? Se não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim (Gálatas 2.20), que Cristo as pessoas estão vendo em mim?” Se fui resgatado e sou de Jesus, que Cristo as pessoas estão vendo em mim? Como estão minhas ações e atitudes? E você? Que Cristo as pessoas estão vendo em você? Para refletir. . Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques janeiro 24, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

URGÊNCIA DE TESTEMUNHO (Richard José Vasques)

Testemunho: ação de testemunhar; relato feito por uma pessoa do que viu ou ouviu; sinal exterior; prova. Testemunhar: manifestar por palavras ou atos; servir de testemunha. (Dicionáriso Online de Português). Note que para isso acontecer, ações devem ser praticadas: relatar o que você ouviu ou viu, manifestando-se por atos ou palavras. Mas como produzir esse relato e se manifestar? Você irá falar sobre algo que você crê, que seja correto e importante, e que deva ser disseminado. O perigo aqui é nos expresarmos de forma que pensemos ser os únicos “donos da verdade’.   Quando agimos assim, temos a grande chance de recebermos o bloqueio das pessoas. Na verdade nós conhecemos a Verdade e precisamos disseminá-la, mas precisamos pedir a Deus que nos mostre a forma mais correta de fazer isso; que Ele nos dê as oportunidades, o que devemos compartilhar e como. É preciso que as pessoas tenham interesse em nos ouvir, em receber as nossas informações. Por isso não podemos passá-las de qualquer maneira. Também não podemos “perder” as oportunidades. Se é Deus que nos dá as oportunidades, não as perderemos, se estivermos sintonizados a Ele. Podemos concluir que as oportunidades não são geradas por nós, mas nem por isso devemos deixar de estar ligado nelas. Não podemos perder o foco de que compartilhar nossa experiência é deveras muito importante e urgente.   Muitas vezes falamos até demais, mas não falamos de nossas experiências pessoais. As pessoas gostam de ouvir histórias, principalmente as nossas histórias. Faça um teste comentando sua experiência pessoal com seus amigos e pessoas do seu relacionamento diário. Você vai perceber que eles ficarão atentos quando você falar de você mesmo. Podemos também citar exemplos de outras pessoas. Eles serão bem-vindos, mas a sua experiência pessoal irá falar mais alto. Pensando nesse assunto, lembrei-me de Kedar Awale do Nepal. Ele foi aluno da matéria que lecionei em Maui (Hawaii – USA) em Setembro de 2010, Goal Setting (Estabelecimento de Metas).   Kedar tinha muita dificuldade de se expressar em Inglês. O treinamento internacional do Instituto Haggai é todo ministrado nessa língua. Ele é um empresário em seu país e foi até o Havaí para participar desse Treinamento em Liderança Avançada. Na minha matéria, nós temos um momento reservado para a escrita da declaração de missão pessoal de cada participante. Essa declaração considera os diversos papéis que cada pessoa representa. No caso de Kedar, vamos considerar que ele tenha os seguintes papéis: empresário, marido, pai, filho, amigo, cristão.   No tempo dado para os participantes escreverem a sua declaração de missão, ele foi o único que não conseguiu fazê-la (fez depois, em outros momentos). Tive a oportunidade de sentar ao lado dele no intervalo entre as aulas e explicar o que deveria ser feito, mostrando inclusive, textos usados como exemplos. Nessa declaração você deve escrever como você pretende exercer bem cada papel que você representa no seu dia-a-dia. Quando ele pensou no papel de filho, ele disse o seguinte: “como filho, tenho de cuidar de meus pais, e levá-los a Cristo”. Quando pensou no papel de amigo, ele disse: “como amigo, tenho que relacionar bem com meus amigos, ajudá-los e levá-los a Cristo.” E assim sucessivamente para cada papel. Você conseguiu enxergar urgência de testemunho nas frases do Kedar?   Não vi isso tão claramente declarado pelos outros participantes, muitos deles com fluência no idioma Inglês. Achei esse fato muito interessante e concluí que a dificuldade que ele estava tendo em nosso treinamento por causa do Inglês, não afetava o seu foco sobre o que é mais importante e urgente, que ele praticava em seu próprio idioma. Estamos vivendo assim? Estamos focando no que permanece ou no que é temporário? O Apóstolo Paulo disse para “mantermos o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.” (Colossenses 3.2).   Criticar por criticar não leva a nenhum lugar. Precisamos entender como cada situação está posicionada no todo e daí tirarmos as nossas conclusões. Por falar em missão, outro colega do Nepal, Timothy Dahal, disse o seguinte: “visão é aquilo que Deus nos deu para fazer, e missão é trabalhar para realizar essa visão. Missão é trabalho, é ação.” Concluímos que se não tomarmos as ações necessárias as coisas não irão acontecer. Isso também é válido para aquilo que precisamos testemunhar, e que é urgente, pois as pessoas tem sofrido muito por ainda não terem experimentado um relacionamento verdadeiro com Jesus. Que ação precisamos tomar? O que precisamos fazer para anunciar? Como fazer isso? Deus tem as respostas e os planos. Fale com Ele. Grande abraço.     Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques janeiro 16, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

ASSUMINDO A RESPONSABILIDADE (Richard José Vasques)

Assisti na íntegra a posse de nossa nova Presidente, Dilma Rousseff. Foi deveras emocionante ver a sua posse em clima totalmente pacífico, sem qualquer transtorno. Nossa democracia está cada vez mais bonita. Cheguei a pensar que realmente precisamos dessa festa, desse momento a cada 4 anos. É renovador, é restaurador, dá esperança de dias melhores, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos. É como você estar exausto depois de um dia, ou talvez de uma semana de trabalho desgastante, e pedir a Deus que lhe dê uma noite de sono reparador. Esse sono pode ser de poucas horas, pois às vezes não podemos nos dar ao luxo de dormir muitas horas, mas irá restaurar o nosso físico para o dia seguinte, para a próxima etapa.   Reciclar. Esse verbo anda um tanto em moda ultimamente, em virtude da preocupação com o meio ambiente. Reciclagem na vida também é importante, naquilo que você está fazendo, no modo como você realiza suas atividades e tarefas. É sabido que se continuamos fazendo as coisas sempre do mesmo jeito, iremos sempre obter os mesmos resultados. Para obtermos resultados diferentes precisamos fazer as coisas de formas diferentes. Reciclar o modo. O que você considera importante avaliar com relação a isso? O que, em sua opinião, precisa passar a ser realizado de maneira diferente em sua vida?   Um dos grandes gurus da qualidade, o Prof. Philip Crosby (in-memorian), criou a seguinte frase: “Fazer certo na primeira vez e cada vez melhor.” Melhoria contínua. Melhorar sempre. Questionar o que você está fazendo. Avaliar os seus resultados. Ter a responsabilidade de parar para fazer isso. Que responsabilidades você tem assumido? Elas são realmente importantes? O seu foco está nas coisas importantes, como diz Stephen Covey: “first things first” (as coisas mais importantes sempre em primeiro lugar)? O que tem andado em primeiro lugar em sua vida?   Levar esperança para as pessoas. Assumir responsabilidade com relação a isso.  O Pr. Bill Hybel, da Igreja Willow Creek, localizada em South Barrington – Chicago, diz que “a igreja local é a esperança do mundo”. Sempre tive essa frase em minha mente, pois para mim ela enfatiza a importância da igreja local, por mais simples que seja, como esperança para o mundo, para as pessoas que a cercam e que são por ela atingidas. Na verdade, a única e verdadeira esperança é Jesus. Se a igreja local realmente entende isso e  divulga essa esperança, ela passa a ser um farol ou uma fonte que irradia essa esperança.   Como está nossa responsabilidade para levar essa única esperança ao povo brasileiro e às diversas nações do mundo? Como tem sido a nossa atuação nesse sentido? Na posse da nossa nova Presidente, a TV mostrou uma jovem chorando no meio da multidão. Porque será que ela estava chorando? Imagino que ela foi até aquele local, esperou várias horas, tomou chuva, persistiu até o final, viu a chuva passar, e viu a Presidente dar sua volta em carro aberto, acenando para todos os que lá estavam, inclusive para ela. Nesse ato simbólico, penso que ela sentiu a esperança de ver algo mudando em sua vida. Algo novo.   Deve ter sonhado com dias melhores, com novas oportunidades para ela, para seus familiares, seus amigos, seus vizinhos. A nossa Presidente sempre se mostrou uma pessoa firme, mas no momento em que declarou ser “a Presidente de todos os brasileiros”, deixando de lado as opiniões contrárias, ela se emociou. Nesse momento ela assuminu a responsabilidade de cuidar de todos os brasileiros, do seu povo. Tarefa árdua, e quase que impossível, humanamente falando. Mas ela crê assim e assumiu assim. Penso que ela sonha assim, pois disse também a seguinte frase: “sonhar é ir além do possível”. Tanto ela como a moça, em minha opinião, pensaram ou pensam assim. Estão acreditando. Isso não lembra fé? (Hebreus 11.1)   Responsabilidade assumida para cuidar do povo. Jesus, pastor amado. Jesus o pastor das ovelhas, aquele que cuida das ovelhas, aquele que as ovelhas conhecem (João 10). O Apóstolo Paulo disse: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” (1 Timóteo 2.1-4 NVI)   Qual tem sido o nosso “povo”? O que tem sido o foco das nossas orações? Temos orado? Qual tem sido a nossa responsabilidade? Temos assumido o que consideramos ser nossa responsabilidade? Boa semana.     Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br  

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Richard José Vasques janeiro 10, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

RITMO (Richard José Vasques)

  Ritmo vem do grego Rhytmos e designa aquilo que flui, que se move, que tem movimento regulado. O ritmo está inserido em tudo na nossa vida. Temos ritmos biológicos como: o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono, do andar (Wikipédia). Existem também: o ritmo do nosso trabalho, do nosso dia-a-dia, de fazer as coisas (importantes e menos importantes – prioridades), do lazer, do descanso. Parece que podemos relacionar ritmo com velocidade e modo de execução de alguma coisa. Cada ação ou atividade requer um ritmo: lento, rápido, intermitente, sazonal, vibrante, silencioso, em determinado horário, etc. Como anda o nosso ritmo? No mundo empresarial, esse termo tem também o sentido de estar indo na direção planejada. Exemplo: estamos iniciando um novo ano e temos uma meta de vendas de determinado produto até o final deste ano. Três meses depois estamos analisando o resultado de nossas vendas. O volume vendido até aqui está dentro das metas? Se continuarmos nesse ritmo de vendas, atingiremos a meta final esperada para o ano? Note que o resultado obtido irá ditar o ritmo das nossas atividades para chegarmos ao alvo almejado. Isso é válido para todas as dimensões de nossa vida. Na dimensão espiritual, para crescer, nós precisamos estudar mais a Palavra de Deus e praticá-la. O oração nos ajudará a atingirmos esse alvo. O Pr. Rick Warren da Igreja Saddleback em Lake Forest – Califórnia (USA), criou o termo “prayergram”, que pode ser traduzido como gráfico ou diagrama de oração. Como está o seu gráfico de oração? Qual é o ritmo que você “vê” estampado nesse gráfico? Podemos “visualizar” o ritmo de nossas diversas atividades fazendo um “gráfico” da realização delas. Para isso é importante listar as atividades mais importantes, estabelecer suas periodicidades, cumprí-las e observar se os resultados foram os esperados. O ideal é agirmos antecipadamente na correção de eventuais desvios, permitindo que cheguemos onde pretendemos chegar. Voltando ao exemplo empresarial acima, se você chegar no final do ano e verificar que não atingiu a meta, não haverá mais como tomar ações para corrigir o rumo. Às vezes você precisará imprimir mais velocidade ao seu ritmo; às vezes poderá se dar ao luxo de “tirar o pé do acelerador”. Dentre as coisas que precisamos fazer (atividades e ações), está também o que fazer com nosso tempo “livre”. O sociólogo italiano, Domenico De Masi, criou o termo Ócio Criativo no Ambiente Corporativo, opondo-se ao que vemos normalmente – ritmo cada vez mais acelerado, dedicação total de tempo às atividades da empresa, fazer sempre mais, independente de como anda a sua saúde, o seu relacionamento familiar e o cuidado com sua vida espiritual. O trabalho sempre teve e sempre terá um lugar importante em nossas vidas, porém Isabela Horta, alerta que “os resultados, prazos e metas a cumprir, e noites viradas em um escritório, são exigências que se tornam cada vez mais comuns nas organizações. Devido a isso, o trabalho tem se tornado cada vez mais necessário e cansativo, levando o homem a ficar cada vez mais esgotado, física e mentalmente, e sem tempo e disposição para dedicar-se às atividades consideradas prazerosas.” Devo observar que o trabalho deveria ou deve ser uma atividade prazerosa, onde você considere estar se divertindo o tempo todo. Esse é o ideal. Roberto Loureiro diz que “para De Masi, a plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos simultaneamente, por meio de um processo sinérgico e integrado, envolvendo trabalho, conhecimento e lazer (três aspectos fundamentais da existência humana). O resultado do trabalho deveria se constituir na realização da pessoa.” Mariana de Oliveira Fernandes cita que a falta de tempo tornou-se uma grande desculpa para evitar reflexões, e são das reflexões que surgem as grandes soluções ou idéias. Ela menciona que Henry Ford sabiamente alertou que “pensar é o trabalho mais duro que existe, provável razão pela qual, poucos nele se empenham". As organizações devem estimular seus colaboradores a pensar. Mark Twain alertou para o seguinte: “Daqui a alguns anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.” “O homem que não lê bons livros não tem nenhuma vantagem sobre o homem que não sabe ler.”   Para pensar então: Como está o seu ritmo: no trabalho (secular e ministério); em relação à aquisição de conhecimento (leitura, estudos, oração); e ao lazer (tempo para descanso, família, amigos, reflexões e direcionamentos, incluindo novas idéias, novas formas de agir e de se comportar). Boa meditação e revisão de seus ritmos para 2011.   Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques janeiro 5, 2011
Richard Vasquez
Richard José Vasques

AMOR INCLUSIVO (Richard José Vasques)

Primeiramente vamos à definição de inclusivo: que inclui, compreende, encerra, abrange. Isso nos lembra plural, grupo, equipe. Não está relacionado a algo individual. Quando pensamos em equipe, muitas vezes rejeitamos essa possibilidade, pois somos individualistas. O ser humano, de forma geral, é individualista. Não gostamos de nos submeter a outros. Geralmente são nossas ideias e opiniões que devem prevalecer, as do grupo, na maioria das vezes, não são bem-vindas. Vamos fazer um pequeno exercício. Admitamos fazer parte de um grupo. Isso parece não ser novidade, pois se trabalhamos, pertencemos a uma organização, a uma equipe; se estudamos, fazemos parte da equipe daquela escola; se pertencemos a qualquer comunidade, também fazemos parte daquele grupo. Talvez equipe possa ser definida como um grupo mais próximo, designado para realizar determinada tarefa ou atividade. Outro ponto importante a observar, é que num grupo, as coisas devem ser feitas da melhor maneira possível, com perfeição, o que denotará o sucesso do mesmo. Quando alguém destoa, quando não tem o mesmo nível de desempenho (performance) esperado, tendemos rejeitar essa pessoa. Quando fazemos isso, estamos excluindo essa pessoa, não trabalhando na direção de mantê-la em nosso meio, em nosso grupo. Imagine que você faz parte de um grupo que canta, por exemplo, de um coral. O que você espera do desempenho das pessoas que dele participam? No mínimo que participem dos ensaios, que cantem o que precisa ser cantado, que se relacionem bem com os demais membros do grupo, que gostem do que estão fazendo, que sejam animados, e principalmente, que não desafinem. Qualquer desentrosamento irá prejudicar o resultado final do grupo, você concorda? Imagine agora, você, membro do coral, em uma apresentação pública, onde será apresentado o resultado de todo o trabalho do grupo, após muitos ensaios. O que você espera? No mínimo uma alta performance, tudo saindo certinho conforme ensaiado. E, se de repente, algum corista começa a cantar mais alto que os outros; desafina sobressaindo-se aos demais; canta o que não é para ser cantado? Qual será a sua reação? Continua cantando tranquilamente ou fica irritado com esse corista? Pois bem. Assisti a uma apresentação em que isso aconteceu, porém a pessoa que assim procedeu possuía necessidades especiais. O que chamou a minha atenção foi que todos os demais coristas não se importaram com isso. Estavam louvando a Deus e entenderam que o mais importante era aquela pessoa estar ali com eles, também louvando a Deus do seu modo. Seria muito mais fácil para eles não ter essa pessoa no grupo, mas esse grupo entendeu a importância de ser inclusivo, de buscar integrar essa pessoa em vez de tirá-la do grupo, de praticar o amor inclusivo. Agora analise o seu dia-a-dia. Como você está agindo? Do mesmo modo que esse grupo coral ou de forma oposta a ele? Precisamos nos preocupar em incluir as pessoas. Trazê-las para o nosso meio e mantê-las nele. Vamos ter trabalho? Provavelmente sim, mas o resultado será muito bem visto pelo nosso Senhor. Fiquei emocionado com o que vi. Como músico, minha reação inicial foi contrária ao que estava acontecendo, pois o resultado técnico estava sendo prejudicado. Mas, devido a esse fato, pude observar a outra face da moeda; a prática do verdadeiro amor, do amor inclusivo dos meus irmãos. Parabéns. Mais uma lição para a minha vida. O amor de Jesus é inclusivo e incondicional. Ele morreu por todos (João 3.16). O Pai também quer que todos se salvem, que ninguém pereça (1 Pedro 3.9 e 1 Timóteo 2.4). Como estamos agindo? Estamos indo na mão ou na contramão do que devemos praticar? Mais um desafio. Boa semana.   Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques dezembro 27, 2010
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Richard José Vasques

AFLIÇÃO (Richard José Vasques)

A aflição é um sentimento de preocupação com alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente. É ainda a sensação de que algo "não está certo", ou de que alguma coisa errada ou possa acontecer (adaptado de Wikepédia). Pode ser que aflição seja uma palavra muito forte, mas foi a primeira que me veio à mente quando enfrentei, nessa semana, uma situação que considerei não estar correta. Naquele momento, as coisas para mim não iam bem, estavam erradas e provavelmente sem possibilidade de se ter a chance de recuperação. Isso, além de me deixar preocupado, deixou-me muito triste. Você já passou por isso? Teve ou está tendo alguma situação que o deixou, ou tem deixado triste, preocupado?   Creio que eu não seja a exceção. Jesus nos dissse: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.” (João 16.33b NVI)   Ter ânimo? Como? Quando focamos no problema, a nossa tensão só aumenta, e isso não nos ajudará a acharmos a solução para ele. Temos a tendência de ficar “remoendo” o problema e nos afligindo mais e mais. É preciso ir em frente; encarar a situação e pensar no que precisa ser feito para minimizar esse impacto. Até aqui tudo bem. Pode não ser muito fácil, mas é no mínimo racional.   Mas e quanto à falta de paz em seu interior, ao vazio provocado em seu peito? Como amenizar isso? Aí vem Jesus de novo: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” (Mateus 11.28 NVI)   Focar no que é preciso, no que é importante. Descansar no Senhor. Só nEle é que encontraremos a paz necessária para buscarmos as soluções para todas as situações. Para isso é preciso orar e estar preparado para ouvir Deus lhe falar. Desligar-se de tudo e se colocar diante do Senhor, pedindo a Ele que tome conta de cada detalhe, de cada situação, de cada pessoa envolvida (não é fácil, mas é preciso confiar, exercitar isso).   Após agir assim fiquei em paz e trabalhei para que aquilo que me afligia pudesse ter um desenvolvimento melhor a partir daquele momento. E teve. Esse é o segredo que muitas vezes não praticamos ou não queremos praticar, talvez por pensar que as soluções estarão sempre em nós, e que sem nós nada poderá ser feito. Jesus nos lembra: “… pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma”. (João 15.5b – NVI)   A solução não está em você, está nEle. Pratique a oração: “A oração de um justo é poderosa e eficaz.” (Tiago 5.16b NVI)   Você crê nisso?   Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques dezembro 21, 2010
Richard Vasquez
Richard José Vasques

FOCO NO PRINCIPAL (Richard José Vasques)

A luz, na forma como a conhecemos, é uma gama de comprimentos de onda a que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta. Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige (direção definida).  O Raio Laser é uma fonte de luz de alta luminosidade comparada com outras fontes de luz de mesma potência. Luminosidade é a potência com a qual a luz é emitida em determinada área, permitindo focar o raio em um pequeno ponto. Em razão de suas características, o laser é muito aplicado em cirurgias médicas, pesquisas científicas, leitores de CD/DVD. Na indústria, o laser tem sido muito utilizado para corte e solda (junção) de materiais. Cito apenas esses exemplos, pois o raio laser tem inúmeras aplicações.                                                                                          Raio de Luz                                                                           Raio Laser                      A luz (natural ou artificial) tem funções importantes para nós, como a claridade e o calor dos ambientes. A luz concentrada tem a capacidade de eliminar um tumor maligno e permitir que a pessoa volte a ter uma vida normal. Eu mesmo passei por cirurgias em meus olhos para a correção de miopia, e deixei de usar óculos para longe. Essas cirurgias foram feitas em no máximo 10 minutos cada olho e seus efeitos positivos duram até hoje (12 anos após). A concentração da luz permitiu que a medicina a usasse nesse sentido. Isso só é possível porque a luz concentrada (laser) pode agir diretamente no ponto em questão, no ponto certo. Isso é FOCO. Focar onde é preciso. Focar no principal. No dia 5/12/10, o Pr. Israel perguntou durante sua mensagem no culto matutino da nossa igreja: “O que é Natal para você?” Várias pessoas compartilharam o seu entendimento sobre isso e eu fiquei pensando no quanto somos dispersos, no quanto precisamos pensar no principal, naquilo que deve estar sempre em primeiro lugar em nossas vidas, o que nos leva a também pensar em prioridade. E o que seria o principal? O que deveria ser a prioridade de nossas vidas? Para nós, cristãos, e particularmente para mim, o principal é Jesus. Porém, muitas vezes desviamos o foco do nosso olhar, do nosso pensamento e de nossas ações para outras coisas que não são tão importantes, dando a elas a importância que elas não têm. Damos importância e prioridade àquilo que é passageiro. Pare um pouquinho e pense em que você está concentrando o seu tempo, seu pensamento, sua preocupação. Você irá concluir que são em coisas passageiras, temporais. O Apóstolo Paulo disse: “Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento (FOCO) nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.” (Colossenses 3.1-2).               Rotineiramente temos invertido essa instrução: nosso foco está sempre nas coisas terrenas em vez de estar nas coisas do alto. Olhe bem ao seu redor (na sua casa, na sua família, na sua igreja, no seu prédio, na sua vizinhança, no seu bairro, na sua cidade, no seu país, no mundo todo) e veja como isso é uma verdade. Talvez nessa época do ano, em que os cristãos comemoram o Natal (a vinda de Cristo ao mundo em forma humana), isso aconteça ainda de forma mais intensa. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro aí também estará o seu coração.” (Mateus 5.19-21). Quando buscamos as coisas do alto (eternas, que permanecem), Cristo está conosco. O hino 137 do HCC diz assim: “Porque vivo está, o amanhã enfrento; sim, vivo está, não temerei; pois eu bem sei que é dele o meu futuro; e a vida vale à pena, Cristo vivo está.”   Onde está o seu foco? No principal?     Richard José Vasques E-mail   : rjv@rjv.com.br Website: www.rjv.com.br

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Richard José Vasques dezembro 15, 2010

DE QUEM VOCÊ ESCONDE OS SEUS PLANOS OU SUAS AÇÕES? (Richard José Vasques)

De forma geral todos nós fazemos planos. Podem ser simples ou complexos. Podem ser “absurdos”, coisas de sonhadores, práticos, “concretos”, fáceis, difíceis, desafiadores. Muitas vezes os nossos planos ficam escondidos. Existem pessoas que os escondem tão bem que elas mesmas não conseguem mais encontrá-los. Outros escondem dos amigos, dos irmãos, dos cônjuges, dos pais.   Existem ainda aqueles que pensam que conseguem escondê-los de Deus, que é onisciente, onipotente e onipresente. Para esses, Isaías diz assim no verso 15 do seu capítulo 29: “Ai daqueles que descem às profundezas para esconder seus planos do Senhor, que agem nas trevas e pensam: Quem é que nos vê? Quem ficará sabendo?”    Mas por que esconder o seu plano de Deus, ou por que esconder o seu plano de alguém? Entendemos que quando almejamos realizar um plano, precisaremos de alguém para nos ajudar. O compartilhar leva ao aprimoramento do plano e à viabilização da sua realização. Para mim, esconder faz lembrar integridade. Como manter a nossa integridade?   Integridade vem do latim integritate, que significa a qualidade de alguém ou algo ser íntegro, de conduta reta, pessoa de honra, ética, educada, imparcial. Hoje tive mais um teste sobre isso, sobre ser educado, imparcial, controlado, quando enfrentei um engarrafamento na cidade do Rio de Janeiro indo à uma consulta médica. Simplesmente chegamos lá uma hora após o horário marcado. Dá para imaginar que eu fiquei tranquilo, calmo e sereno dentro do meu carro como se nada estivesse acontecendo, não é mesmo?   Esses momentos nos levam a refletir o quanto precisamos ser melhores, o quanto precisamos evoluir, amansar nosso ser e nosso espírito, deixar o Espírito nos dirigir. Geralmente não fazemos isso, o nosso eu quer assumir o controle, e muitas vezes consegue. Você consegue se “policiar” com o que acontece ao seu redor diariamente? Como são as conversas no cafézinho, com alguns colegas de trabalho, falamos bem das pessoas, ou ao contrário?   A reflexão nos ajuda a estabelecer metas para melhoria do nosso desempenho como pessoa, como cristão. Meta é algo que tem um tempo pretendido declarado para ser alcançada. Quando não se estabelece o tempo, temos um objetivo, que pode ser ou não alcançado. Meta é para ser atingida. Quando chegaremos lá?  A oração faz parte do seu projeto? Dr. Haggai disse que: “a oração faz a gente economizar e ganhar tempo em nossas atividades e contatos diários, pois ela nos coloca em contato com a inteligência infinita.”    A Palavra diz: “Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor.” Deus quer que nosso modo de agir esteja alinhado a Ele. Alinhar integridade e planos é um desafio para nós, mas temos de procurar fazer isso, aprimorando-nos a cada momento.   O Rei Davi escreveu assim no Salmo 15 (NVI):   “Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo, que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar, que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo, que rejeita quem merece desprezo, mas honra os que temem o Senhor, que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado, que não empresta dinheiro visando lucro nem aceita suborno contra o inocente. Quem assim procede nunca será abalado!”   E aí eu volto ao início: Senhor, quem habitará no teu santuário? E o trânsito engarrafado, o que produz em mim? E em você? E se não é o trânsito, o que é? Iremos habitar no santuário do Senhor agindo como estamos agindo? Que tal analisar nossas ações, não escondê-la e procurar ser melhor a cada dia? Fica aqui o desafio, começando em mim. Grande abraço.  

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Richard José Vasques dezembro 6, 2010
Richard Vasquez
Richard José Vasques

FOCO NA TAREFA PARA APROVEITAR BEM O SEU DIA (Richard Vasques)

  “Ontem é um cheque pago e não pode mais ser negociado. Amanhã é uma nota promissória que ainda não pode ser utilizada. Hoje é o “dinheiro vivo” em suas mãos. Gaste-o com sabedoria.” Anônimo   Ao terminar de escrever a verdade acima, lembrei-me do versículo de Tiago 1.5: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.”   Continuo lendo o livro do Dr. John Haggai, “How to Win Over Worry” (Como Vencer a Preocupação). No capítulo que trata sobre “viva o seu dia”, ele diz: “O problema de muitas pessoas é que em vez de olharem para Jesus ficam olhando para o amanhã, esperando que circunstâncias que os favoreçam venham a acontecer (tipo assim, do nada). Que trágica perda de oportunidade.” O salmista diz: “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.” (Salmo 118.24 – ARA).   Planejar bem o seu dia irá fazer com que você o viva da melhor maneira possível. Ao entender que cada dia é mais um presente de Deus para nós, temos de vivê-lo bem; louvando, glorificando e agradecendo a Deus por mais essa oportunidade. Já foi dito que não podemos deixar as oportunidades passarem. Para que isso aconteça temos te ficar e estar atentos. O nosso dia não pode “passar em branco”. O que fazer então?   Vamos pensar em três passos importantes para melhor aproveitar o nosso dia:   1.     Buscar a direção de Deus Orar colocando o seu dia nas mãos do Senhor. Você pode usar alguns referenciais nesse momento devocional. Em nossa igreja (Batista de Itacuruçá) temos o Diário de Crescimento Cristão, que é publicado dominicalmente em nosso boletim (www.itacuruca.org.br). Uso também o Pão Diário, da Rádio Transmundial (www.transmundial.com.br). Quanto maior o desafio a ser enfrentado, mais tempo devemos permanecer diante de Deus antes de iniciarmos o nosso dia – dizem aqueles que têm adotado a prática da oração. Quantas vezes você “achou solução” para suas questões e problemas ao estar orando? Quantas vezes essa solução “apareceu” em sua mente nos momentos de oração? Você já viveu isso? Espero que sim. Se viveu, procure recordar o que aconteceu e continue praticando a oração. O Dr. Haggai diz que: “a oração é o melhor telefone celular que você tem. Ele pode ser usado em qualquer lugar sem perder o sinal e o conecta diretamente com o Criador do universo, de forma direta e pessoal.” Use-o. 2.     Entender claramente o que precisa ser feito Não temer. Enfrente o que precisa ser enfrentado. Analise tudo o que você tem de fazer, escreva, ordene, leia, revise, escreva de novo, altere a ordem. Depois de bem entendido e escrito, prepare-se para sair e enfrentar o que lhe aguarda. Lembre-se que Jesus estará contigo em todos os momentos do seu dia. Aja com firmeza, seriedade, honestidade e integridade. Faça tudo correto (como se estivesse fazendo para Deus e não para os homens – Efésios 6.7 e Colossenses 3.23). Até mesmo no seu trabalho (seja de que tipo for). Busque o melhor resultado. Por falar nisso, qual é o melhor resultado? Muitas vezes é realizar parte do plano, mas realizá-lo de forma que ele possa ter continuidade de forma consistente. Faça bem feito. 3.     Focar na tarefa e buscar o resultado Não se desvie da sua tarefa, do seu alvo ou dos seus alvos para o seu dia. Quando Neemias estava reconstruindo o muro de Jerusalém, tentaram desviar a atenção dele, mas ele não permitiu e disse não àquelas pessoas. A Palavra diz assim em Neemias 6.2-3: “Sambalate e Gesém mandaram-me a seguinte mensagem: ‘venha, vamos nos encontrar num dos povoados da planície de Ono’. Eles, contudo, estavam tramando fazer-me mal; por isso enviei-lhes mensageiros com esta resposta: ‘Estou executando um grande projeto e não posso descer. Por que parar a obra para ir encontrar-me com vocês?” Mantenha o seu foco na tarefa e alcance os resultados necessários e planejados para o seu dia.   Procure fazer esse exercício e depois me mande o seu resultado. Com certeza ele irá nos ajudar a aprimorarmos nossa maneira de encararmos o dia que recebemos do Senhor como um presente. “Este é o dia que o Senhor fez; regozije-se e alegre-se nele.” Deus o abençoe. Grande abraço. Richard José Vasques Richard José Vasques, Engenheiro Civil, Senior Member e Certified Quality Engineer pela American Society for Quality. Atua na área da qualidade e gestão desde 1983. Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ). Consultor especializado em Sistemas de Gestão, Liderança, Planejamento Estratégico e Qualidade Total. Docente Internacional do Haggai Institute. Gideão Internacional e Membro da Igreja Batista Itacuruçá no Rio de Janeiro. Website: www.rjv.com.br. E-mail: rjv@rjv.com.br. 

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Richard José Vasques novembro 25, 2010
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