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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Lucas 19.1-10: JESUS SE HOSPEDA CONOSCO

Lucas 19.1-10: Ele se hospeda conosco (Da série: Retrato de Jesus pelo que Ele fez) ZAQUEU — Mestre, antes de o Senhor sair, quero lhe fazer uma pergunta: por que escolheu a minha casa para passar a noite? JESUS . Você sabe que estou a caminho de Jerusalém. Vou ter que subir muito até chegar à cidade alta. Quando cheguei a Jericó, eu estava cansado, muito cansado. Antes de entrar na cidade, restituí a visão ao filho de Timeu, que também era cego. Já dentro da cidade, as multidões me apertavam. Conselhos e milagres, que eu faço por amor, exigem muito de mim. Vim de longe, agora você sabe.Durante minha passagem pela cidade, sequer almocei. Não tive tempo. E a tarde chegou muito rápido e logo a noite me alcançaria. Não teria como chegar a Jerusalém, para onde estou indo para participar da Páscoa. Há muita gente comigo a caminho de Jerusalém também. Ao mesmo tempo, em queria dar atenção a todos os que me buscam, sejam de Jericó ou peregrinos como eu.Além disso gosto de Jericó. Aqui nosso pai Josué foi abençoado pelo meu Aba para aquela conquista que até hoje é recordada nas sinagogas. Gosto da cidade, não porque seja uma cidade rica. Gosto do clima da cidade. Gosto das muitas palmeiras da cidade, das figueiras da cidade. . Zaqueu, eu precisava de uma casa, para jantar e dormir. Certamente no Palácio de Herodes, que ele usa para descansar (dizem que é lindo o palácio!), não há lugar para mim. Então, você apareceu. Eu não tinha onde ficar. Nenhum sacerdote (e há tantos em Jericó) me convidou.Um pouco antes vi alguém subindo numa figueira. Ao me aproximar, vi que era você. Já estive aqui antes. Até curei dois cegos. Naquela vez, há alguns meses, fiquei sabendo de você. Sua fama era terrível. O povo não perdoava você por ser o dono da empresa coletora de impostos para Roma em Jericó. Aliás, foi por causa de negócios como o seu, que  tive que responder a uma pergunta difícil. Eles me perguntaram se era lícito a um judeu pagar impostos ao Império. Ninguém gosta de pagar impostos. Se não fossem os tantos soldados romanos na cidade, para garantir a ordem, poucos pagariam. É a força, Zaqueu, e você é parte desta força. Tenho um discípulo (Levi, conhece?), que tem a mesma profissão, só que ele era empregado, não chefe, com você. Ele era um telone, não um architelone. Não tem a casa que você tem. Nem vai ter, depois que decidiu me seguir. . Sei o que pensam sobre você. Sei o que diz a legislação romana sobre o seu negócio. Sei que só um cidadão romano pode ser publicano. Sei que deve estar atento aos procuradores romanos, sempre desejosos de arrancar um pouco mais de dinheiro da sua empresa. Seu trabalho é estressante, tendo que prestar atenção em tudo, para que todos paguem os impostos e você tenha lucro, para compensar o investimento feito no negócio. O comércio de bálsamo de Jericó, que vai para todo o mundo, movimenta muito dinheiro e você precisa estar atento. Aliás, não foi aqui que Marco Antônio comprou bálsamo para presentear a rainha Cleópatra? Coisas do passado. . Você me pergunta porque escolhi sua casa. Sabe, Zaqueu, minha nova é para todos. João Batista mesmo batizou mesmo muitos que trabalhavam como publicanos em empresas como a sua. Muitos deles ouviram o meu Evangelho e me aceitaram como Messias, que eu sou.. Então, quero lhe agradecer por me ter recebido. Descansei e estou pronto para a subida.Mas não pense de você o que não deve pensar. Não escolhi você por ser rico, por ser generoso. Não escolhi você para criticar os que não me receberam.Na verdade, não escolhi você. Eu escolho a todos. Eu chamo a todos. Eu vi para todos. Para todos faço o meu chamado. Eis o que eu costumo dizer a todos: venham a mim os que estão cansados e sobrecarregados, para que possa  trazer alívio para os seus corações. Quando vi você na figueira, eu vi um homem sobrecarregado, cansado de ser xingado, cansado de ser chamado de ladrão, cansado de ser chamado de traidor, cansado de ser rejeitado, cansado das brincadeiras por causa de sua altura, como se uma pessoa vale menos ou mais pelo corpo que tenho, pelo dinheiro que tem, pelo emprego que tem, pela instrução que tem. Eu estou aqui para pessoas como você. . Você não subiu na fogueira porque estava curioso. Há muitos curiosos, Zaqueu. Sabem tudo a meu respeito, mas não querem o que o Evangelho tem para oferecer. Têm vergonha de subir numa figueira, de se exporem em público, de acertarem suas vidas. Você não foi movido por curiosidade.Seu desejo era mais profundo. Minha boa notícia de perdão é para os pobres. E você era um deles. Quando subiu na figueira, você estava respondendo no seu íntimo à minha voz no seu coração. Você queria mudar de vida, para obter a paz que vem para quem tem No meu coração eu ouvi a sua voz de desejo. Seu olhar me dizia: “quero conhecer este homem”. Por isto, estou aqui. Seu desejo era uma pergunta: “não sei o que faço da minha vida, apesar de não me faltar nada, nem para mim, nem para minha família”. Espero que agora você sabe o que fazer da sua vida, agora que você é um filho de Abraão. Quero ter você como meu discípulo. Daqui a pouco eu vou embora, mas eu quero que você continue anunciando a palavra do Reino de Deus. . Seja fiel. Mantenha vivo o desejo que teve quando subiu na figueira. Naquela hora você não confiou em si mesmo. Naquela hora você se achou perdido. E eu vim para os que estão perdidos e se acham perdidos. Você era um deles, até eu lhe revelar todo o conselho de Aba. Todos eram como ovelhas sem pastor. Eu vim para mostrar o Caminho para o Pai. Eu sou o Caminho, a

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Israel Belo de Azevedo dezembro 9, 2006

1Tessalonicenses 1.1-10: EIS UM CRISTÃO

EIS UM CRISTÃO 1Tessalonicessens 1.1-10 Quando escreveu suas cartas aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo estava provavelmente em Corinto. E foi escrevendo aos coríntios, uns cinco anos depois (no ano 57, possivelmente), que ele produziu o mais lindo poema sobre o amor da história da humanidade. Neste poema, o escritor afirma que há três sentimentos essenciais ao ser humano: a fé, a esperança e o amor (1Coríntios 13.13).Estamos diante de um triângulo amoroso: Paulo, tessalonicenses e coríntios. O problema dos coríntios era a falta de amor: até na hora da Ceia do Senhor o amor estava ausente. A virtude dos tessalonicenses era a presença do amor, que os tornava conhecidos de todos os contemporâneos. Com os dois públicos em mente, Paulo faz sua magnífica síntese acerca da jornada cristã: é uma vida vestida com a couraça da fé, revestida da força do amor e protegida pelo capacete da esperança (1Tessalonicenses 5.8).Os cristãos, portanto, cultivam a fé, o amor e a esperança. Paulo, portanto, apreciava nos tessalonicenses o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo (1Tessalonicenses 1.3). De tal modo viviam, que seu pastor não precisava descrever a operosidade da fé, a abnegação do amor e a firmeza da esperança verificadas entre eles. A fé em Cristo produz ação; o amor em Cristo produz trabalho, e a esperança em Cristo produz persistência. (cf. PIPER, John. The Fruit of hope: endurance. Disponível em <http://www.soundofgrace.net/piper86/jp86002a.htm> Acessado em 26.3.2005>). “O evangelho não é a apresentação de uma idéia, mas a operação de um poder. Quando é pregado, o próprio poder de Deus está operando em favor da salvação dos homens, arrancando-os das forças da perdição e lhes transmitindo a nova era da vida” (Nygren. Citado por MORRIS, Leon. Las cartas a los tesalonicenses.) A ELEIÇÃO CRISTÃA origem deste estilo de vida dos cristãos está em Deus, que os chamou. A vivência deste estilo está nos tessalonicenses que aceitaram o convite de Deus para um novo jeito de ser.O apóstolo Paulo define o cristão como um escolhido por Deus que vive de modo digno do Evangelho. 1. Um cristão é um escolhido por Deus.Esta é a primeira verdade a ser afirmada. Os cristãos são cristãos porque foram escolhidos para ser cristãos por Deus. Diz o apóstolo: Sabemos, irmãos, amados de Deus, que ele os escolheu porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção (versos 4-5a).O Evangelho que Paulo e seus companheiros pregavam provém de Deus e é essencialmente Cristo, de quem o apóstolo é testemunha. Nele estão presentes o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O Filho é a Palavra e é anunciada por meio de palavras. O Espírito Santo confere aos que aceitam a Jesus como o Deus tornado carne o poder para uma vida plena.O Evangelho, portanto, é palavra (logos) e poder (dinamis), palavra que convence e poder que capacita para a vida. Por isto, evangelho só de palavras é falso. E evangelho só de poder é uma impossibilidade. A palavra precisa ser atestada pelo poder, para que convença. O poder precisa ser fundado na palavra, para que permaneça.A pergunta é se este evangelho é para todos os homens. A Bíblia garante que sim: que a vontade de Deus é que  todos os homens  se salvem (1Timóteo 2.4). Quem são estes amados e eleitos, referidos na epístola e em outras do mesmo autor?O apóstolo não tem qualquer preocupação teológica, neste momento, pois ele apenas descreve os eleitos, que são aqueles que respondem ao convite de Deus. É como se Paulo escrevesse: “Sei que vocês são eleitos por causa da maneira como permitiram que o Evangelho chegasse a vocês: como deve ser: pela palavra da pregação que lhes trouxe a boa notícia e com o poder do Espírito Santo que os têm capacitado para uma vida cheia de alegria”.Preocupações teológicas sobre a eleição trazem confusão e dúvida. O apóstolo Paulo trata do assunto, por causa das mentes humanas, mas aqui a conclusão necessária é simples: se você já respondeu ao convite de Deus, você é um eleito de Deus. DIGNOS DO EVANGELHO. Por quatro vezes, nas duas cartas aos tessalonicenses (1Tessalonicenses 2.12; 4.12; 2Tessalonicenses 1.5; 2.11) e em outras epístolas (Romanos 12.17; Romanos 16.2; Efésios 4.1; Filipenses 1.27 Colossenses 1.10), Paulo lhes pede que vivam de maneira digna (digna dos santos, digna da vocação, digna do evangelho, digna do Senhor, digna de Deus, digna diante dos homens, digna do reino de Deus).Uma vida digna é aquela em que fé, amor e esperança se encontram em toda as suas possibilidades (1Tessalonicenses 1.3). A partir desta seção da primeira carta aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo nos mostra como fé, esperança e amor se encontram. (pela fé)Somos justificados pela fé, mas a fé deve produzir obras. Se não produzir, não é fé. É superstição; é auto-engano. Há um trabalho que resulta da fé. 2. O cristão segue o Deus vivo. Os tessalonicenses tinham deixado os ídolos e passaram a adorar o Deus vivo e verdadeiro (verso 9). Pode parecer estranho, mas uma resposta afirmativa a Deus implica uma resposta negativa aos ídolos, pois eles nos fecham acesso ao Deus vivo, por parecerem Deus. Quando, no deserto, os hebreus serviram a um bezerro, achavam que estavam diante de Deus. Quando deixamos que o nosso eu se torne nosso Deus, somos impedidos de ir a Deus, porque satisfeitos conosco mesmos. O mundo de Paulo e o nosso são idolátricos; mudam as suas faces, mas a sedução deles é a mesma.Precisamos nos avaliar constantemente para ver se uma nuvem, uma nuvem de ídolos, nos impede de chegar a Deus. 3. O cristão imita a Cristo. Os tessalonicenses são elogiados por se terem tornado imitadores de Paulo, Silvano e Timóteo: De fato, vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor (verso 6).O tema da imitação aparece várias vezes nos escritos paulinos. Em alguns, ele se apresenta como um cristão a ser imitado.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 6, 2006

Josué 24.1-31: COMEÇAR DE NOVO

COMEÇAR DE NOVOJosué 24.1-31Pregado na IB Itacuruça, em 11.4.99, manhã 1. INTRODUÇÃOQuando nos casamos, constituindo uma nova família, temos muitos sonhos para todos os memros desta nova família. Estes sonhos, no entanto, nem sempre vão na direção que gostaríamos.Isto nos traz culpa e até um certo complexo de inferioridade. O texto de Josué 24, especialmente o v. 15, faz com que nos sintamos pequenininhos. Alguns de nós, por mais que queiramos, não conseguimos servir, nós e nossa família, ao Senhor, como Josué prometeu e cumpriu (v. 31).A experiência deste texto é a experiência do povo de Israel. A história deste povo é a historia de uma família, desde Abraão. No entanto, podemos aplicar este texto à experiência de nossas famílias. 2. A CENTRALIDADE DA FAMÍLIA NA EXPERIÊNCIA DE FÉA todo momento, o texto usa a expressão “pais”, como a indicar o relacionamento familiar como responsável pela vida da própria nação no momento novo por que passava.Muitas pessoas aqui nasceram em Cristo em função do lar onde nasceram. [Pesquisa: quantos nasceram num lar evangélico]. Isto não é ruim. É positivo e a Bíblia o reconhece. Obviamente não há um cristianismo de segunda mão, apenas de primeira. Não há netos, mas filhos espirituais.Para os que dirigem lares, este é um compromisso fundamental: nossas vidas devem ser evangelizadoras. Nossos lares devem ser ambientes propícios para que todos os seus membros (sejam eles pais ou filhos…) venham a aceitar a Cristo e viver segundo os valores de Deus. 3. OS DEUSES DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEAOs povos antigos tinham deuses de suas famílias. Por isto, quando se apresentou a Moisés para ser apresentado ao povo, Deus não se autonomeou senão como EU SOU. Não queria ser identificado como mais um deus.Por isto, Josue adverte aos seus ouvintes a que não seguissem seus próprios deuses, mas o Senhor de Israel, como manifesto desde AbraãoNossas famílias não seguem deuses particulares, mas tendem a seguir certos valores que se contrapõem aos valores de Deus. Eis alguns desses deuses contemporâneos: 3.1. O deus da prosperidadeQuando nos nascem os filhos, começamos a nos preocupar com o futuro profissional deles. Deixamos que eles escolham suas profissões, mas queremos que sejam “boas” profissões (isto é, que remunerem bem, etc.)Em resumo, queremos que nossos filhos tenham mais dinheiro do que nós, mais sucesso do que nós, como se a felicidade estivesse nisso. Acabamos cingindo toda a vida de nossos filhos em função desse tipo de ideal.Quando nos perguntam por eles, dizemos o que estudam ou estudaram, que profissão têm, como são bem sucedidos, etc.Há aqui uma clara inversão de valores. A família não vive em função de valores, que é a dimensão espiritual da vida, mas em função de resultados. Pouco lhe importa o presente, mas o futuro. A privação desnecessária no presente (viver fazendo economia como um estilo de vida e não por necessidade) é justificada pelo que pode vir no futuro, como se todos fôssemos viver 130 anos. 3.2. O deus do individualismoOutra divindade é o individualismo atrofiado, que faz com que haja uma falta de projetos familiares. Há um incensamento dos projetos individuais. É um “cada um por si” que mata na gênese a própria idéia de família.A síndrome de Caim continua presente, como se ninguém fosse guardador de seu irmão… Afinal, é preciso respeitar-se a individualidade do outro, de modo a tornar o companheirismo apenas um retrato na parede… 3.3. O deus da irresponsabilidadeOs pais gostam de pensar nos filhos como sendo intrinsecamente irresponsáveis. No entanto, são-no tambemis, especialmente quando transferem para outros aquelas responsabilidade que lhes pertencem.Assim, a responsabilidade pela felicidade familiar é transferida para outros, seja para a escola, para igreja ou para os meios de comunicação. Há muita gente, alguns até não crentes, que transferem para a igreja a educação moral dos seus filhos. Alguns afastados chegam a voltar a igreja por causa dos filhos, como se eles não também não precisassem de Deus. 4. A VALIDADE DE UM COMPROMISSODiante dessas idolatrias contemporâneas, vale a pena nos comprometermos como se comprometeu Josue: “eu e minha casa serviremos ao Senhor”. É isto possível?Em certo sentido, não. O respeito que cada membro da família merece nos impede de prometer que qualquer um dele servirá ao Senhor. Na compreensão moderna da vida, cada um é responsável pelos seus compromissos.O compromisso de Josue é, portanto, pré-moderno. Ainda mais quando casa era mais que nossa família contemporânea: incluía todos aqueles que viviam sob a liderança e sustento de um patriarca. No entanto, podemos fazer como Josue:. devemos desejar que nossa família sirva ao Senhor. devemos orar para que nossa família sirva ao Senhor. devemos fazer o que estiver ao nosso alcance para que nossa família sirva ao Senhor. devemos, nós mesmos, servir ao Senhor com fidelidade e prazer tais que nossa família também queira servir ao SenhorComo Josué, nosso compromisso deve ser:. não servir a outros deuses, mas a Deus (v. 2). recordar as bênçãos recebidas como família (v. 3). lembrar o deserto (v. 7) =  valorizar o fracasso, pois é ele que nos prepara para a vitória 5. CONCLUSÃOComo está o seu compromisso, com Deus, com seus filhos, com seu cônjuge?Você tem procurado, como família, servir ao Senhor ou tem seguido outros deuses (prosperidade, individualismo, irresponsabilidade)?Você tem procurado, como membro da família, o bem de todos ou apenas o seu (individualismo transformado em egoísmo)?Esteja você onde estiver, faça um compromisso diferente com Deus hoje. Prometa a ele começar de novo.Muitos têm tentado. Casais em vias de separação têm tentado e têm recomeçado…Pais têm revisto seus métodos e recomeçado.Filhos têm revisitado suas práticas e recomeçado.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Provérbios 9.9-10: CRER PARA ENTENDER OU ENTENDER PARA CRER (ampliado)

CRER PARA ENTENDER OU ENTENDER PARA CRER Um estudo em Provérbios 9.9, 10 Instrui ao sábio, e ele se fará mais, sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento. O temor do Senhor é o princípio sabedoria; e o conhecimento do Santo é o entendimento. (Provérbios 9.9-10) Na era do conhecimento, com tanto informação disponível, pode parecer estranho um convite “ao temor ao Senhor”. Diante de tanto saber disponível, parece que a razão é tudo. Esta tensão não é de agora; é de sempre. No passado, duas expressões foram cunhadas. Uma dizia que devemos crer para entender (Agostinho) e outra que precisamos entender para crer (Anselmo). A compreensão do livro de Provérbios, sobretudo o convite à sabedoria como temor a Deus, nos ajuda a continuarmos contemporâneos. Por isto, neste estudo, vamos estudar o texto de Provérbios 9.9-10, considerando expressão por expressão. TEMOR DO SENHOR A expressão não significa o que parece: medo de Deus. Na religião cristã não existe lugar para o medo. O Deus cristão não é um Deus que precisa ser aplacado (acalmado) em sua ira. D´Ele só vem graça, beleza, amor, perfeição. A expressão tem um sentido negativo e outro, positivo. Comecemos pelo negativo: A falta deste temor significa, negativamente: 1. uma atitude de excessiva confiança na capacidade humana. Esta postura pode alcançar até pessoas de fé, naquilo que pode levar a uma espécie de ateísmo prático (em que a pessoa afirma que crê em Deus, mas, na prática, vive como se não cresse). 2. uma atitude de independência de Deus, como se Ele nada tivesse com os seres humanos e sua história. Esta visão separa de tal modo o homem e Deus, como se não houvesse comunicação entre eles. Em termos filosóficos, pode tomar a forma de agnosticismo, a visão filosófica que não nega que Deus exista, mas afirma que Ele não intervém nos assuntos humanos. 3. uma atitude rebeldia contra de Deus, tido como desnecessário, superado e inadequado. Alguns cientistas começaram, no começo do século 21, um grande esforço para negar Deus. Até então este esforoco coube a alguns filósofos; agora, a alguns cientistas, como Richard Dawkins, por exemplo. A presença deste temor significa, positivamente: 1. uma atitude de humildade diante de Deus, humildade que permite aprendizagem, pois que o verdadeiro sábio é humilde. “Humildade” é uma palavra estranha em nossa época. O ensino, formal e informal dominante, é que o humilde não vence na vida. No entanto, diante de tanto conhecimento disponível, como não ser humilde, como não reconhecer a ignorância (o não-saber)? 2. uma atitude de reverência diante de Deus, como Senhor de todas as coisas, inclusive do conhecimento. Pensando em termos de pesquisa cientifica, é o conhecimento do cientista que, em seu laboratório, lê a mente de Deus no tubo de ensaio, como escreve Francis Collins, o líder da pesquisa que decifrou o genoma humano. 3. uma atitude de aceitação da majestade de Deus, criador e sustentador de todas as coisas. O mundo é visto como o teatro (lugar) da glória de Deus. Como não temer um Deus assim Senhor? Por isto: não é um temor qualquer, mas temor do Senhor, temor que abre as portas para o conhecimento, temos que nos leva a aborrecer/detestar o mal (Pv 8.13). PRINCÍPIO Do temor do Senhor decorre a felicidade, como estuário natural. Este temor é o ponto de partida. Assim como o conhecimento, esta felicidade é uma obra sempre em construção. Assemelha-se à obra educacional, que é sempre uma educação para a vida. A educação é sempre inacabada. Quando se fala que não há mais propriamente formatura, não se faz frase de efeito. Se aquilo que se aprendeu colocou os fundamentos para uma aprendizagem que vai durar a vida inteira, então houve aprendizagem. É por isto que o texto também diz que um sábio, quando instruído, será cada vez mais sábio. O saber não ocupa espaço, não importa o grau de estudo atual, não importa a idade. Um dos segredos da longevidade é a permanente atuação das funções mentais. Não há lugar em nosso mundo para os preguiçosos  mentais. Qual foi último livro que você leu? Numa recente pesquisa, muita gente indicou que só lê a Bíblia. Ler a Bíblia é fantástico, mas é insuficiente. Aprender é para a vida toda.. SABEDORIA As duas dimensões da vida (existencial e cognitiva) são inseparáveis e indispensáveis. Há uma discrepância entre sabedoria de vida e de sabedoria científica. Há muitos sábios cientificamente falando que não sabem viver ou conviver. Há muitas pessoas com parcos conhecimentos científicos e filosóficos com uma imensa capacidade de ouvir e falar na hora certeza, enfim, de se relacionar. O livro de Provérbios destaca a sabedoria de viver de modo justo. A prática da justiça é uma das maiores dificuldades de nosso tempo. O verdadeiro sábio é justo. A Bíblia contém os verdadeiros princípios de justiça. Sabedoria de vida não guarde necessariamente uma correspondência com a idade cronológica de uma pessoa, embora devesse. Afinal, quem viveu mais teve mais oportunidade de  ver e rever posições, próprias e dos outros. CONHECIMENTO DO SANTO Conhecer o Santo, isto é, conhecer a Deus, é relacionar-se com Ele. Esta é a grande diferença da religião cristã: trata-se de uma religião relacional, com relações entre o temente a Deus e entre si os que O temem. A Bíblia chama a Deus de Santo porque Ele é separado, isto é, totalmente outro, totalmente diferente de nós. Por mais que O representemos, Ele é irrepresentável. Embora totalmente outro, Ele se dá a conhecer, isto é, ele se relaciona conosco, vindo ao nosso encontro e nos permitindo ir ao seu. Chamar a Deus de Santo significa também comprometer-se com o Seu padrão de santidade, de pureza, bem ao contrário de uma vida de impiedade e maldade. Significa também voltar para Ele os olhos, a preocupação, a direção, o sentido (Is 17.7,8) ENTENDIMENTO Quando conhecemos a Deus, começamos nossa jornada de conhecimento. Por isto, dizemos que não há oposição entre fé e ciência, entre espiritualidade e razão. Fé e ciência

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

2Coríntios 13.13; Efésios 6.23-24: O DEUS QUE NOS COMPLETA

O DEUS QUE NOS COMPLETA2Coríntios 13.13; Efésios 6.23-24 (Da série BÊNÇÃOS APOSTÓLICAS, 5) Pregado na IB Itacuruçá, em 3.10.1999 – noite 1. INTRODUÇÃO 2. A BÊNÇÃO DE DEUS SOBRE NÓS É UMA AÇÃO DA TRINDADE DIVINA.2.1. A Trindade divina é um [pedindo desculpas aos juniores pela expressão tão estranha] insondável mistério. A Trindade divina é o resultado da união de três pessoas para o projeto de plenificar o ser humano. No entanto, se nada soubermos sobre este mistério (e nada sabemos mesmo!), basta-nos tão somente saber que podemos sentir os frutos da atuação desta Trindade. 2.2. Nossas necessidades podem ser pensadas como trinitárias também (três em uma). Precisamos de graça, amor e comunhão. No plano físico, nossas necessidades básicas são: segurança, alimento e casa. Essas necessidades correspondem no plano espiritual à salvação, ao cuidado e à comunidade. A salvação é pela graça de Jesus; o cuidado vem do amor de Deus; a comunidade vem da comunhão do Espírito Santo.Logo, além de graça, amor e paz, de que mais precisa uma pessoa? 3. A BÊNÇÃO DA GRAÇA É UM DOM DE JESUS PARA NÓS 3.1. A condição essencial para recebermos a graça é amar sinceramente a Jesus. A graça é, assim, paradoxal: ela é gratuita, mas para quem ama. Quem não ama não sabe receber amor. Concedê-la a quem não a quer seria o mesmo que dar pérola aos porcos… (Mt 7.6 Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem.) 3.2. A graça quer dizer que já fomos aceitos por Deus, embora não o merecêssemos (Ef 6.24). “A graça nos convida ao trono onde encontramos Aquele que nos ajuda em tempo de necessidade” (Charles Stanley). 3.3. A graça é uma extravagância de Jesus, extravagância do seu amor, como a extravagância de uma pessoa apaixonada que oferece um presente ao amado. Às vezes, os presentes são ridículos, e só não são ridículos (como naquela música de uma das baianas… porque o amor não é ridículo….)A gratuidade desta graça está também no fato de que não é esperada, não é merecida, não é sequer imaginada. Graça é fragrância; é o cheiro de Jesus para nós.Esta graça nos aponta para o poder de Jesus, poder para nos aperfeiçoar; para a beleza de Jesus, beleza que podemos contemplar e nos espelhar; para o cuidado de Jesus, cuidado para conosco. 4. A BÊNÇÃO DO AMOR É UM DOM DE DEUS PARA NÓS. 4.1. A prova maior deste amor é esta: Deus nos deu seu próprio (e único!) Filho para nos reconciliar com Ele e uns com os outros (Jo 3.16; 1Jo  4.7-19). A iniciativa de nos amar é de Deus. Esta é uma das características essenciais do ser divino. Nós, no máximo retribuímos; nunca tomamos a iniciativa do amor puro, aquele que não busca a recompensa. 4.2. Deus é amor, mas o amor não é Deus. Só o amor de Deus é que nos oferece a sustentação para a vida que Ele mesmo criou. 4.3. O amor, para com Ele e para com os outros, é a porta de acesso a Ele (I Jo 4.8: 8 — Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.) Aliás, só em I João há 105 versículos e 40 contêm a palavra “amor”, talvez por saber de nossa capacidade… teórica… de amar. 4.4. Deus expressa seu amor para conosco (segundo Charles Stanley),. criando-nos. dando-nos liberdade para escolher (até mesmo contra Ele mesmo). colocando-nos em família. enviando-nos o Espírito Santo para habitar conosco. provendo condições para nosso bem e sua glória. chamando-nos para amá-lo. 4.5. Parodiando, com Billy Graham, o apóstolo Paulo, você pode se imaginar umgrande evangelista,fiel dizimistabrilhante coristacompetente regentebelíssimo organista,mas se não tiver amor, você não é nada!. 5. A BÊNÇÃO DA COMUNHÃO É UM DOM DO ESPÍRITO PARA NÓS 5.1. Comunhão é partilha de algo com alguém (generosidade). O Espírito Santo partilha sua divindade conosco. 5.2. Nós formamos a igreja do Espírito, que é diferente da igreja da carne. A igreja do Espírito não tem nada a ver com a igreja do eu, mas tudo a ver com a igreja do nós. 5.3. A igreja do Espírito é aquela que não o apaga, com a falta de comunhão, com o desvio da “panela”, que é natural, mas não espiritual. Só o Espírito Santo nos pode fazer a igreja-comunidade, contra a igreja das individualidades 5.4. O Espírito habita em nós; Ele se faz comunhão conosco. Sua comunhão nos santifica.A comunhão dEle com o Pai nos permite ter comunhão com o Pai também, já que ele interpreta diante do Pai as nossas petições.O Espírito Santo participara de nossas vidas. 6. VIVENDO A BÊNÇÃO 6.1. O “sejam” da bênção significa que a graça, o amor e a comunhão se implantem nós, se revelem em nós. Essas qualidades sejam metas de nossas vidas. 6.2. O que é viver com:graça —  ser gracioso não colocar exigência (lei) sobre (para) os outros, segundo o exemplo de Jesus, cujo fardo é leve (Mt 11.30).amor — ser amoroso é não esperar reciprocidade, seguindo o exemplo de Deus, que sabia que não seria correspondido (seu filho seria morto), mas amou assim mesmo.comunhão — viver em comunhão é se completar no outro. DOXOLOGIA 5(2 Coríntios 13.13, Ef 6.23,24) Que o amor do eterno Pai e Sustentador da vida,amor que excede toda a nossa humana compreensão,por nos permitir desfrutar sua presença vívida,ao nos envolver em completa reconciliação; Que a graça do Senhor Jesus, mestre de nossa vida,graça que nos basta na mais dura situaçãodesde que cravou na cruz para sempre nossa dívidapara nos dar certeza de seu cuidado e atenção; Que a comunhão do Espírito Santo, a força da vida,comunhão que nos integra à família de Deus,família dos que crêem agora e se verão nos céus, estejam sempre sobre nós que, em busca da vida,fruímos a prometida paz, que não se corrompeporque tecida pela Trindade que em nós irrompe.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Hebreus 13.20-21: O DEUS QUE APERFEIÇOA

O DEUS QUE APERFEIÇOAHebreus 13.20-21 (Da série BÊNÇÃOS APOSTÓLICAS, 4 Pregado na Igreja Batosta Itacuruçá, em 26.9.1999  – noite INTRODUÇÃOCom esta doxologia, a quarta de nossa série, aprendemos a natureza do propósito de Deus para nossas vidas. 1. Somos alcançados pelo DEUS DA PAZ.Nosso Deus tem como projeto de vida nos reconciliar com ele. Nós fomos feitos para viver em sua presença, mas recusamos. Esta recusa aconteceu num passado primordial e acontece num presente contínuo. Do mesmo modo, esta reconciliação tem uma dimensão pretérita (já aconteceu) e uma dimensão contínua (está sempre se processando, porque nós estamos sempre nos afastando).Deus é a fonte da verdadeira paz. É comum desejarmos “muita paz” aos outros, mas precisamos saber que não há paz fora de Deus. 2. Somos alcançados por Deus através do SANGUE DO PACTO ETERNO.Sabemos hoje, pela bioquímica, que o fluido vital do corpo é o sangue. No corpo humano, 1/13 é constituído de sangue. Assim, uma pessoa com 70kg tem 5.4kg de sangue. (Eu, por exemplo, tenho 7,2kg de sangue no meu corpo…) O sangue percorre todas as partes do corpo através do sistema circulatório. Aliás, só em 1628 descobriu-se que o sangue circula… O sangue desempenha um papel fundamental na luta contra as doenças, pois contém vários tipos de agentes que as combatem. Se alguma parte do corpo não tem sangue suficiente, essa parte será infectada e seu tecido morrerá. Toda vez que há uma suspeita de enfermidade em nosso corpo, uma das primeiras providências que se pede é um exame de sangue.Na cultura primitiva, o sangue já era visto como contendo a vida. A partir daí, tornou-se símbolo da própria vida. Deriva disto a idéia do sacrifício em que se vertia sangue. Os sistemas sacrificiais do passado previa que o pecado só podia ser perdoado se houvesse derramamento de sangue. Algumas culturas antigas estabeleciam até o sacrifício, com sangue, de pessoas. Seja qual fosse o sistema, o sacrifício de animais tinha que ser repetido para o resgate de cada pecado cometido.Na perspectiva cristã, o ser humano não precisa mais protagonizar qualquer tipo de sacrifício, muito menos sacrifício com sangue. O sangue que resgata foi o sangue de Jesus Cristo, que dispensa o derramamento do nosso. Este sangue não foi simbólico: foi sua própria morte por nós. Sua morte o mandou para o mundo dos mortos, privando-o da vida.Este pacto, diferentemente do celebrado com o povo antigo de Israel, é eterno. Nada o removerá. De igual modo, quando o celebramos com Deus, nada nos afastará desta aliança, que nos une eternamente a Ele. 3. Somos alcançados pelos Deus que TORNOU A TRAZER DENTRE OS MORTOS A NOSSO SENHOR JESUS.O pacto eterno tinha dois momentos reais: o primeiro era a morte, mas o segundo era a vida pela ressurreição. O batismo também tem dois momentos simbólicos: a morte (a cobertura do corpo pela água) e a ressurreição (a descobertura do corpo).Se Jesus tivesse ficado no túmulo, ele seria apenas Jesus. Como ele saiu, tornou-se Jesus Cristo. Se tivesse ficado lá, seria servo. Como saiu de lá, tornou-se Senhor.O Deus de paz, para nos reconciliar, procedeu ao supremo milagre de matar a morte e trazer Jesus da morte para a vida. Ele pode fazer o mesmo conosco. 4. Somos alcançados por Deus por meio de seu Filho, o GRANDE PASTOR DAS OVELHAS.Este título indica a inteireza do ser de Jesus.Lembremos que as ovelhas são animais naturalmente inseguros, frágeis e submissos. Elas vivem em rebanhos e geralmente seguem um líder, geralmente um carneiro. As ovelhas domésticas dependem dos seres humanos para sua proteção. Elas são muito tímidas. Até mesmo uma folha de papel voando pode assustá-las. Uma tempestade leva-as ao pânico. Um incêndio, por exemplo, pode destruir um rebanho inteiro porque elas ficam aterrorizadas demais para fugir.Não é por acaso que a Bíblia escolhe as ovelhas para representar a condição humana. Por nós mesmos, somos inseguros, frágeis e dependentes. Inseguros por nós mesmos, quando nos entregamos ao grande pastor de ovelhas, sentimo-nos seguros na sua companhia; frágeis por nós mesmos, somos fortes quando cuidadas por Jesus. É por isso que nos fazemos submissos: sabemos que é melhor seguir a voz de Jesus do que as nossas próprias.Jesus é o grande pastor porque não visa o seu próprio bem, mas o bem de suas ovelhas. Os pastores de ovelhas do campo são trabalhadores, que, em troca de uma remuneração, cuidam desses animais nascidos e criados para morrer. O pastor Jesus é o próprio Deus que graciosa e voluntariamente, sem nada em troca, morre em favor das ovelhas, para que elas vivam. No cristianismo, portanto, não são as ovelhas que morrem, mas o seu Pastor, Pastor que conhece as ovelhas pelos seus nomes.k 5. Este pastor NOS APERFEIÇOA EM TODA BOA OBRA.Podemos pensar na perfeição, a partir do atletismo. Não existe o atleta perfeito, mas o atleta ideal não é só que o que vence as suas competições, mas supera os recordes anteriores, seus mesmos ou de outrem.A perfeição pode ser um alvo que produz culpa. Neste caso, queremos ser perfeitos como os outros são (ou melhor, que nós imaginamos que são). Quando não conseguimos, sentimo-nos culpados. Não é esta maldição que o autor de Hebreus está anunciando. Ele está falando de bênçãos.A vida cristã pode ser comparada (mal comparada, é verdade) ao atletismo. Precisamos, como os atletas, bater os alvos, superar as conquistas anteriores. A plenitude atlética consiste na superação. A plenitude cristã consiste na superação. Assim, perfeito é o cristão que se supera e não aquele que já conquistou tudo e não tem nada mais para conquistar.A conquista do cristão está sempre adiante. Nossa maior conquista é entregar nossas vidas ao grande pastor para que Ele nos aperfeiçoe, nos faça saltar obstáculo, nos faça quebrar recordes. Fracassamos quando queremos nos aperfeiçoar a nós mesmos, colocando a nós mesmos como os próprios alvos ou como os próprios métodos. A verdadeira perfeição, portanto, é a entrega de nossas vidas ao aperfeiçoador de nossas vidas. 6. Só aperfeiçoados por Ele, PODEMOS FAZER A SUA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

2Tessalonicenses 2.16-17: O DEUS QUE CONSOLA

O DEUS QUE CONSOLA2Tessalonicenses  2.16-17 (Da série: BÊNÇÃOS APOSTÓLICAS, 2) Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 22.8.1999 – noite 1. INTRODUÇÃO 2. A bênção de Deus sobre nossas vidas é uma ação conjunta da Trindade divinaA bênção de Deus sobre nossas vidas é uma ação conjunta da qual participam todas as pessoas da Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).. Jesus Cristo é Deus e não um mestre ou ser evoluído, como querem crer alguns. Ele tem poder, tal como o Pai, para operar em nossos corações a sua graça.. O apóstolo Paulo nos recorda das ações do Pai para conosco: Ele.. nos ama,.. dá eterna consolação (contra as consolações fugazes de palavras e remédios),.. dá uma boa esperança, porque fundada na pessoa concreta do seu Filho Jesus.. O apóstolo Paulo nos recorda das ações do Pai e do Filho para conosco: Eles:.. dão consolo ao coração,.. confirmam (fortalecem) uma vida cristã consistente com boas palavras e boas ações. O apóstolo Paulo nos recorda das ações do Pai, do Filho e do Espírito Santo para conosco: Eles.. nos separam (santificam) para si mesmos, selando este ministério específico do Espírito Santo. Nós não nos santificamos a nós mesmos; esforço do crente é a sua parte no processo, que foi iniciado por Deus. 3. A bênção de Deus sobre nossas vidas decorre do amor de Deus para conosco.Ele nos escolheu para amar desde a eternidade. Seu amor é parte do seu projeto para nós, antes que nascêssemos. Seu amor inclui, não exclui, A boa doutrina da predestinação é aquela que afirma que Deus nos predestinou para sermos amados por Ele. A recusa está em nós; nunca é um gesto dEle… O acesso a esta consolação é privativa daqueles que dão crédito à verdade de Deus. Estes são os justificados. São os que acolhem o amor de Deus para serem salvos (v. 10). 4. A bênção de Deus sobre nossas vidas é fruto de Sua eterna consolação para conosco.. Como é eterna, esta consolação (que é o ato de estar ao lado = parácleto) não pode ser abalada, nem mesmo por um terremoto moral ou espiritual ou profissional de nove pontos na Escala Richter (que vai até dez!).. Esta consolação nos tranqüiliza quanto às coisas próprias do fim (que é o contexto desta bênção paulina), as quais não são animadoras (em função da  apostasia). Esta consolação nos conduz a alcançar a glória de Cristo (na sua segunda vinda). 6. A bênção de Deus sobre nossas vidas nos aponta para uma vivência coerente por palavras e ações.. Somos chamados para uma vida cristã de sonhos (ideais) e lutas (concretas). Por isto, grande é o nosso privilégio (consolo pela ação e pela Palavra de Deus para conosco); imenso é o nosso compromisso (confirmação para a ação e para a palavra de nossa parte). A diferença é que nisto somos ajudados por Deus. Não estamos sozinhos.. A vida cristã consiste de um conjunto de sólidas boas ações e boas palavras. Tendemos pecaminosamente a uma dicotomia (dualidade, oposição) entre nossas palavras e nossas ações, dicotomia que não pode existir quando são boas palavras e boas ações.. Como nos deixamos levar pelas palavras dos outros, pela aparência de boas que têm! Aliás, toda a segunda carta aos crentes de Tessalônica é sobre o perigo da iniqüidade, baseada na mentira, na palavra de boa aparência. 7. CONCLUSÃOCada experiência que o cristão faz derivar desta graça é, ao mesmo tempo, graça em si mesma e um modo de confirmação e de certeza que a obra de Deus nele será consumada até à perfeição. APÊNDICEDOXOLOGIA 2(2Ts 2.16-17) Que o Pai, que desde a eternidade nos olhoucom o afeto de quem queria nos salvar,venha sua terna vocação confirmarpara conosco, filhos queridos, que amou, Que o Filho, que nos braços da cruz nos chamoupara aquela glória que bem vale alcançare nos convida  a seu leve jugo aceitarporque toda a nossa culpa Ele já anulou, Que o Espírito, que está pronto a transformarhoje em sorriso aquilo que ontem era choro,para cumprir seu ministério de consolo, possam, de modo firme e longo, ministrara esperança boa que seja clara voza verter a Graça sobre cada um de nós.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Romanos 16.25-27: O DEUS QUE TEM PODER

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006

Salmo 32: CULPA E GRAÇA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006
Mateus
Israel Belo de Azevedo

Mateus 10.32-39: FALTA-LHE A CRUZ

A cruz tem sido objeto das mais diferentes atitudes por parte de cristãos e de não cristãos.
A maioria dos templos evangélicos não porta cruzes, nem por dentro nem por fora. A maioria dos evangélicos não carrega crucifixos nos pescoços.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 5, 2006
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