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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Tiago 4.13-17: SANTIFICANDO OS PROJETOS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

1Pedro 2.1-12: A IGREJA QUE EU QUERO… SER

A IGREJA QUE EU QUERO… SER 1Pedro 2.1-12 Pregado na IB Itacuruçá, em 26.3.2000 – Introdução Ao falarmos de igreja, precisamos falar na primeira pessoa do singular. A primeira do plural pode nos excluir pessoalmente. 1. Quero ser uma igreja despojada (v. 1a) A Igreja que eu quero ser é uma Igreja que procura se despojar (despir-se, livrar-se, afastar-se) do seu velho homem, onde dominam: . a maldade ou malícia (disposição interior para fazer e ter prazer no erro) . o dolo (falsidade e ilusão, para enganar o outro; bolar esquemas para derrubar o outro) . as hipocrisias (no plural, para abarcar todas, seja em matéria de religião ou de relacionamentos) . as invejas (insatisfação com o sucesso do outro, material ou emocional) . a maledicência (falar mal do outro, mesmo que a informação seja verdadeira, porque dita negativamente, sem a intenção de contribuir para o desenvolvimento do outro e com a intenção da auto-promoção) O verbo para despojar significa, aqui, tirar uma roupa e colocá-la de lado por causa do incômodo (calor, por exemplo) que provoca. Gosto de pensar neste despir-se como o contrário de vestir-se. O apóstolo Paulo nos descreve do seguinte modo: Já vos despistes do homem velho com os seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou (Cl 3.9b-10) Em outro texto, ele completa a antítese: Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo [em outras palavras, não para brincar de ser cristão]; pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. (Ef 6.11-13). Se for um esforço humano, este despojar-se das vestes do pecado e se vestir da roupa de Deus redundará em fracasso e culpa. Só não o será, se não for uma operação do Espírito Santo em nós. Cabe-nos desejar deste despojamento e permitir que o Espírito Santo nos despoje. Nós, por vezes, nos recusamos porque é alto o preço a pagar, embora seja maior ainda o preço do não-despojamento. 2. Quero ser uma igreja “determinada” (v. 1b) A Igreja que eu quero… ser é uma Igreja “determinada” (como na linguagem dos jogadores de futebol…) a beber o leite espiritual da graça de Deus. Este desejo deve se assemelhar ao movimento de um bebê em direção aos seios de sua mãe em busca do leite que o alimenta. Aquele desejo chega a ser uma espécie de “fúria”. Este desejo é alto tão forte que parece vir do instinto humano de sobrevivência. Nossa sobrevivência depende desta “fúria” em direção aos seios de Deus, para nutrir dele o leite espiritual, leite verdadeiro porque vindo dEle. Qual é o nosso canal para bebermos deste leite? A meditação, feita em meio à leitura da Bíblia e da oração. Não há crescimento sem meditação. Não há sustentação sem meditação. Não há entendimento sem meditação. O despojamento total não é uma possibilidade. Basta fazermos uma avaliação para vermos como estamos em falta. A diferença é o que faz a diferença. O desejo pelo despojamento é possível e essencial. Qual é a nossa disposição para o despojamento? Se houver, em elevado grau, cresceremos. Assim, a Igreja que eu quero… ser é uma igreja que se reconheça frágil (carente de leite), mas que se pretenda forte (pela alimentação), desejando para mim uma nova natureza, alimentada pelo leite da bondade (por isto: se é que já tendes a experiência de que Deus é bondoso. A propósito, se há alguém aqui sem esta experiência, por que não tê-la agora, aceitando a Jesus como seu Senhor e Salvador?). É impressionante como muita gente que já experimentou que Deus é bondoso se deixa seduzir por outros senhores. O leite de Deus e assemelha ao leite materno, leite sem mistura. Como gostamos de leitura misturado, de leite aguado e até de leite envenenado. A palavra, em nossa tradução,  para “genuíno” ou “puro” é contrária a “dolo”, o mesmo dolo de que devemos nos despojar. O leite da palavra de Deus não pode ser substituído por nenhum outro, embora até o da mãe possa ser substituído; até outra pessoa pode nos amamentar. Dizem que eu era tão guloso que, além dos seios de minha mãe, os de outra mulher eram necessários. Podemos querer outros seios, mas só os de Deus nos alimentam. O leite da Palavra de Deus tem um sabor especial, que não pode ser confundido com outro. É este leite que nos permite crescer na graça e nosso conhecimento de Jesus (2Pe 3.18) Encontre você seu modo de resolver sua falta de tempo ou de disciplina. Eu não consigo ler a Bíblia todos os dias. Tem dia que não dá tempo, porque eu não gosto de ler 10 minutinhos; não dá para entrar no texto. Às vezes, leio de uma só vez toda a leitura da semana. É o ideal? Não: o ideal seria que eu a lesse duas por dias, mas não tenho duas horas por dia. Cada um se organize para beber do puro leite da graça. 3. Quero ser uma igreja viva (v. 5) A Igreja que eu quero… ser é uma Igreja viva. O apóstolo Pedro nos chama de pedras vivas (pedras que vivem). Como diriam os adolescentes e jovens, não somos rolling stones (pedras que rolam), mas living stones (pedras que vivem). Eu sou vivo porque sou precioso para Deus, que me elegeu para ser seu filho. A igreja pode ser viva porque foi fundada sobre a Rocha dos séculos. Jesus é “pedra já provada, angular, solidamente assentada” (Is 28.16). A imagem da pedra indica que Jesus Cristo é uma força invencível e de duração sem fim; Jesus é a pedra fundamental de nossa esperança e felicidade (como disse Mathew Henry). É

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Tiago 4.13-17: A PERFEITA VONTADE DE DEUS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Salmo 92: AQUELES QUE SÃO PLANTADOS NA CASA DE DEUS (esboço)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Lucas 2.25: CRISTIANISMO É JUSTIÇA E PIEDADE

CRISTIANISMO É JUSTIÇA E PIEDADELucas 2.25 (Da série O CÂNTICO DE SIMEÃO, 1) Pregado na Igreja Batista Itacuruca, em 3.12.2000 – manhã 1. INTRODUÇÃOA Bíblia é plena de expressões sintéticas capazes de definir perfeitamente algumas de suas personagens. De Enoque se diz que “andou com Deus e não apareceu mais, porquanto Deus o tomou”. (Gênesis 5.24)Noé foi um homem em quem os olhos do Senhor acharam graça, uma vez que era “homem justo e perfeito em suas gerações, e andava com Deus”. (Gênesis 6.8)De Abraão se diz que ele creu em Deus, que isto “lhe foi imputado como justiça” e, que por isso, “foi chamado amigo de Deus”. (Tiago 2.23)A pergunta de Faraó aos seus servos sobre José resume o conceito que tinham dele: “Poderíamos achar um homem como este, em quem haja o espírito de Deus?” (Gênesis 41.38)Sobre Moisés a declaração é que Deus lhe falava “face a face, como uma pessoa fala com o seu amigo”. (Êxodo 33.11)Jó é apresentado como um “homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal”. (Jó 1.1)Davi é descrito como homem segundo o coração de Deus. (1Samuel 13.14)Estêvão é apresentado como um homem “cheio de graça e poder”, que “fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (Atos 6.8)Há um profissional, Cornélio de Cesaréia, cuja vida é resumida como sendo um homem “piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, e que fazia muitas esmolas ao povo e de contínuo orava a Deus” (Atos 10.1)O autor de Atos, Lucas, informa que “Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários. (Atos19.11)Que frase nos resumiria a cada um de nós?Esperamos que sejamos como uma destas pessoas retratadas na Bíblia ou como este senhor que pegou Jesus no colo. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; este homem era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. (Lucas 2.25) 2. UM HOMEM JUSTOPoucas pessoas, como vimos, merecem na Bíblia estes adjetivos, especialmente este: “justo”.Em Sodoma, uma grande cidade para os padrões da época, Deus não encontrou sequer dez justos (Gênesis 18.32)O profeta Ezequiel, referindo-se ao povo de Israel, lembra que Deus procurou apenas uma pessoa justa, capaz de interceder pelos outros e não encontro. E busquei dentre eles um homem que levantasse o muro e se pusesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei. (Ezequiel 22.30) 2.1. Ser justo é viver como se deve viverSimeão é apresentado como um homem justo. Uma pessoa justa é aquela que se vive como se deve viver. Um cristão sabe como deve viver. Por vezes, ele descamba ora para o excesso ora para a escassez, seja o excesso em forma de vaidade, seja a escassez em forma de impiedade. Há cristãos que se portam como ímpios e, ao fazê-lo, são piores que os ímpios, porque conhecem o caminho da integridade, enquanto os outros nunca experimentaram o delicioso sabor da justiça.Esses cristãos se afastam a si mesmos de Cristo e perdem a maior das alegrias, que é a alegria da salvação. Esses cristãos impedem o acesso de outras pessoas a Cristo e por isto vão acertar contas com Deus. Esses cristãos decepcionam seus irmãos em Cristo e lhes servem de pedra de tropeço, pelo que também vão responder diante de Deus, como nos adverte Jesus. Qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e se submergisse na profundeza do mar. Ai do mundo, por causa dos tropeços! pois é inevitável que venham; mas ai do homem por quem o tropeço vier! (Mateus 18.6-7) Um dia desses alguém me disse que teve que sair da igreja para pode ser íntimo de Deus, porque na igreja seus irmãos o afastavam do Senhor. Se houve, de fato, este tipo de escândalo, quero dizer que estão errados o afastado e o afastador. A igreja, apesar de nós, é o projeto de Deus para a edificação dos seus filhos e ninguém pode se considerar feliz fora do projeto de Deus. O cristianismo do “eu e Deus” não é cristianismo, que é sempre “Deus, nós e eu”, preferentemente nesta ordem. Pode haver crescimento no “eu e Deus”, mas será um crescimento atrofiado (torto, manco).Eu muito me preocupo com as pessoas novas na fé, que lêem a Bíblia, mas também lêem nossas vidas. O que estão elas lendo? Integridade ou duplicidade? Discurso sobre amor e prática contrária ao amor? Palavras sobre hospitalidade e atitudes de hostilidade? Há pessoas que começam animadas na fé, mas o comportamento de alguns de nós é para elas como um alfinete espetado num balão insuflado…Por isto, precisamos buscar reproduzir as qualidades de Simeão. O que a Bíblia diz dele se aplica a você? Você é uma pessoa justa? 2.2. Ser justo é ser o que se éSer justo ou íntegro é pesar apenas o que diz pesar; é ser o que se parece ou parecer o que se é. E nós só podemos ser justos quanto justificados por Deus por meio de Jesus Cristo, aquele a quem o Novo Testamento chama de Justo (Atos 3.14, Atos 7.52, Atos 22.14, Colossenses 4.11, Tiago 5.6, 1João 2.1, Apocalipse 16.5).Portanto, o primeiro nível da justiça é ser justificado por Deus. É justo quem vive pela fé no Justo. Como nos ensina o apóstolo Paulo, no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: “Mas o justo viverá da fé”. Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. (Romanos 1.17-18) Fora da fé em Cristo não há justiça possível. Deixe de crer que você será justo. Jesus Cristo já tornou você justo, exigindo como único sacrifício de sua parte crer que Seu sacrifício único na cruz é suficiente para a sua salvação. Antes da cruz, Simeão foi justificado pela fé que

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Lucas 2.25: UM CONVITE AO ESPÍRITO SANTO

UM CONVITE AO ESPÍRITO SANTOLucas 2.25 (Da série: O CÂNTICO DE SIMEÃO, 2 Pregado na Igreja Batista Itacuruca, em 3.12.2000 – manhã   1. INTRODUÇÃOA frase-síntese sobre Simeão (Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; este homem era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. — Lucas 2.25) não é autobiográfica. Antes, é um resumo de natureza biográfica, sem intenções laudatórias, porque a Bíblia, palavra inspirada de Deus, não se permite nenhum tipo de demagogia.De qualquer modo, se a frase-síntese fosse autobiográfica, estaríamos autorizados a passar longe dela, tomando-a apenas como o resultado da presunção de um homem. Em nosso périplo pela vida, temos cruzado com muitas pessoas que se acham justas, piedosas, esperançosas e plenas do Espírito Santo. O problema é que esse tipo de pessoa é o único a ver essas virtudes. Ninguém mais as vê. Foi diferente com Simeão; ele foi percebido como tal.Sua trajetória se assemelha à de José do Egito, sobre quem seus contemporâneos anotaram cheios de certeza, embora não cressem no Deus de José: “Poderíamos achar um homem como este, em quem haja o espírito de Deus?” (Genesis 41.38)Se pudéssemos nutrir alguma vaidade, poderíamos desejar ser considerados pelos outros como justos, piedosos, esperançosos e cheios do Espírito Santo ou simplesmente como pessoas em quem há o Espírito de Deus. Todos os outros adjetivos seriam de pouca valia.Há algum tempo ouvi de um membro desta Igreja um adjetivo que nunca esqueci. Eu perguntei a um funcionário se ele conhecia esse nosso irmão. O rapaz perguntou, todo respeitoso:— Ah, aquele cristão?Eu fiquei honrado de ter um irmão em Cristo com este atestado público de bons antecedentes.Infelizmente já passei por situações opostas. Quando alguém, assim sem mais nem menos, me craveja com uma pergunta do tipo “Fulano de tal é membro da sua Igreja?”, confesso que fico gelado. Lamento informar que já fiquei gelado algumas vezes.Simeão honrava seus irmãos na sinagoga.Além de justo e piedoso, ele era visto como alguém que esperava a consolação de Israel e tinha sobre ele o Espírito Santo. 2. UM HOMEM DE ESPERANÇAComo todo o Israel antigo, Simeão esperava a consolação do seu povo. Ele aguardava a chegada do Messias, que restauraria o poder ao seu povo, massacrado por diferentes impérios havia alguns séculos.A longa espera fez com que muitos desistissem ou se afastassem das visões bíblicas acerca deste Messias. Simeão esperava a consolação do seu povo nos termos das profecias antigas. Como homem de esperança, pôde ver que o Messias tinha chegado.Esperar faz parte da natureza humana em todos os tempos. Por isto, pode-se falar que o princípio da esperança é a força-motriz da história humana.Ainda hoje este princípio está em operação no mundo. Ele nos move a todos.Há dois tipos de esperança: a esperança pagã e a esperança cristã. A esperança pagã é uma esperança vaga de que “dias melhores virão”. Sempre que alguém está em dificuldade, não lhe falta uma palavra amiga de que amanhã as coisas vão melhorar. Essas pílulas de otimismo servem para suavizar a dor, mas não contribuem para mudar as pessoas; ao contrário, ajudam a manter o status quo (deixar as coisas como estão).Ao contrário, a esperança cristã nada tem de alienadora. A verdadeira religião cristão não é consumível como ópio; antes, é fator de transformação pessoal e social. O que aliena é a ilusão, não a esperança. Convivemos com a produção em série da ilusão, embora a esperança seja gratuita. É tão mais simples o homem acreditar em Jesus Cristo como Salvador e Senhor para o presente e para futuro, mas o homem prefere depositar esperanças em duende, pirâmides e cristais. As pessoas acham mais racionais crer em seres vagos do que no Deus concreto revelado em Jesus.Ao tempo de Simeão, as experiências humanas não eram muito diferentes das de hoje. Ele não acreditava em promessas vagas, dessas oferecidas para consolar as pessoas diante das desgraças contemporâneas. A religião cristã não é apenas o suspiro da saudade da presença de Deus. Sua essência é a esperança. Por isto, você não precisa saber nada de escatologia (o capitulo da teologia que estuda as primeiras/últimas coisas), mas precisa esperar que Ele voltará para pôr fim à história humana.Simeão era um homem antenado com o seu tempo. A espera estava na ordem do dia. Para Simeão, a escatologia se realizava com a vinda do Messias inaugurando o Reino de Deus, como ele esperava e viu acontecer. Para José de Arimatéia, a escatologia se realizava com a vitória do Reino de Deus”, que ele esperava (Marcos 15.43). Para nós, a escatologia se realiza com a volta de Jesus Cristo para o estabelecimento definitivo do seu Reino.Dias melhores só virão para que aqueles fizerem um pacto com Deus, pacto que significa aceitar a iniciativa de Deus em sua direção, pacto de viver segundo a Sua palavra. Seu convite é claro: Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei um pacto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências prometidas a Davi. (Isaías 55.3). Quem tem sede de Deus deve beber e comer diretamente da Fonte. Para osso, Ele insiste: O vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. (Isaías 55.1)Dias melhores só virão para aqueles que crerem em Cristo. Simeão carregava o fardo da espera da consolação de Israel. Há muita gente ainda esperando o toque de Deus sobre suas vidas. Acontece que este “toque” já aconteceu. O clarim divino para você já soou, numa melodia que inclui palavras sedutoras como estas: Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo e leve. (Mateus 11.28-30)Você está cansado de

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Israel Belo de Azevedo dezembro 1, 2006

Lucas 2.25b, 26, 27a: VIVENDO PELO ESPÍRITO

VIVENDO PELO ESPÍRITOLucas 2.25b, 26, 27a (Da série O cântico de Simeão, 3) Pregado na IB Itacuruçá, ao longo de dezembro  1. INTRODUÇÃOO texto bíblico nos informa que o Espírito Santo estava sobre Simeão, que o Espírito Santo lhe revelou que veria pessoalmente o Messias e que o mesmo Espírito o moveu a ir à Igreja conhecer este Messias.Simeão era, portanto, um homem sobre quem podemos dizer que vivia pelo Espírito Santo. Se queremos viver do mesmo modo, o Espírito precisa estar sobre nós, precisamos ser orientados pelo Espírito sobre nossas ações e decisões e devemos ser conduzidos pelo Espírito em situações especificas. 2. QUEM TEM MEDO DO ESPÍRITO SANTO?Por que muitos não vivem(os) pelo Espírito Santo?Eu só vejo uma razão: medo.Preferimos apenas brincar que vivemos pelo Espírito porque temos medo de viver efetivamente por Ele. O Espírito quer nos conduzir, mas não diz previamente para onde. Quando o Espírito de Deus convidou Abraão a sair da sua terra, só disse que era para uma nova terra que Ele ainda lhe mostraria (Gênesis 12.1). A maioria de nós prefere ficar em Harã, para nunca chegar a Canaã.Viver pelo Espírito é perigoso, como o demonstram algumas passagens bíblicas. 1. O primeiro texto selecionado é o da tentação de Jesus. Então,  Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo (Mateus 4.1).Em lugar de uma vida tranqüila, viver pelo Espírito pode significar vida no deserto (em todos os sentidos, menos no espiritual) e arremetidas do poder das trevas sobre nós. Viver no Espírito não é viver nas nuvens, como se estivéssemos acima do mal e das tentações; não é viver junto a águas cristalinas, porque o deserto faz parte da vida cristã.A experiência de Simeão foi precisamente esta: ele foi levado ao templo. Não era um costume de todo sábado por sua parte. Talvez por sua idade, possivelmente avançada, não fosse regularmente ao templo. Quando o Espírito o moveu, ele se levantou e foi. 2. O segundo episódio é o da pregação de Filipe. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco, que jubiloso seguia o seu caminho (Atos 8.39).Viver no Espírito é renunciar ao controle sobre a própria vida. O Espírito que o levou ao eunuco etíope foi o mesmo que o levou para outra tarefa. O Espiritro Santo que separou Paulo e Barnabé para a obra missionária foi o mesmo que lhes indicou o itinerário a ser percorrido. Viver no Espírito é dar glórias a Ele e fazermos o que bem entendemos. A vida no Espírito não significa que não tenhamos projetos, mas requer que submetamos nossos projetos a Ele. Há duas profissões cujos ofícios se assemelham a uma vida “arrebatada” pelo Espírito Santo. O motorista de táxi, quando pára seu veículo diante de nós, não sabe para onde vamos. Talvez ele gostasse de ir para perto do seu ponto, mas ele vai para onde nós pedirmos. A secretária (ou secretário) tem uma agenda própria de realizações, mas esta agenda fica em segundo plano quando seu chefe lhe pede outra tarefa, que até pode não ser importante, mas se torna importante a partir do momento em que foi demandada. É assim que devemos viver, se queremos viver pelo Espírito. Ele dá a direção; ele dita a agenda. 3. A terceira citação é ainda mais incômoda. [Paulo, Silas e Timóteo] atravessaram a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia; perto de Mísia, tentavam ir para a Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu  (Atos 16.6).Imaginemos Paulo e seus ajudantes Silas e Timóteo em missão evangelizadora. Assentados em alguma casa, abriram sobre os joelhos o mapa da região e traçaram seu itinerário na direção oeste para alcançar a província da Ásia Menor. No entanto, o Espírito Santo não permitiu que fossem para lá, na direção, e eles tiveram que viajar na direção norte. Mais tarde, o mesmo Espírito o impeliu a ir para esta mesma região, agora proibida.Quem de nós não reclamaria? Paulo, que vivia no Espírito, foi para onde o Espírito impeliu e não foi para onde o Espírito impediu. Se viver é perigoso, como advertia Guimarães Rosa, viver pelo Espírito Santo parece ainda mais perigoso a muitas pessoas, mesmo a muitos cristãos, temerosos acerca das conseqüências de terem suas vidas conduzidas pelo Espírito de Deus. Boa parte de nós acha mais seguro e mais cômodo viver o Evangelho segundo nós mesmos…3. NÓS PODEMOS VIVER PELO ESPÍRITO SANTOA propósito de viver pelo Espírito, com todos os seus riscos, recebi o seguinte indagação:Como foi dito, caminhar de acordo com o Espírito Santo não significa só facilidades, mas também problemas e dificuldades. Para tanto, é preciso ter muita coragem, ao deixar o conforto de uma situação que está indo tão bem, para abraçar um caminho de “incerteza”. A dúvida é: se as coisas estão indo bem, confortáveis e estáveis, não é esse também um sinal de Deus, uma resposta às nossas orações diárias para que ele providencie nosso conforto e nosso sustento? Viver pelo Espírito Santo significa problemas e dificuldades. No entanto, como justificar a vida no Espírito, se as nossas vidas vão sem Ele? Ou melhor, como está na pergunta mencionada: o fato de irmos bem não indica que o Espírito Santo está conosco?Ao final desta série, espero poder ajudar nesta resposta, que cada um de nós tem que formular. Começo, então, por continuar perguntando: Não é melhor tocar as nossas vidas como temos tocado, mantendo uma certa distância dEle, invocando o poder do Espírito apenas quando dEle precisamos e decidindo segundo a orientação geral da Bíblia e conforme os desígnios de nossa razão?Esta não é uma decisão fácil. Enquanto preparava este difícil sermão, difícil no plano teórico, difícil no plano prático, dificílimo no plano pessoal, dificílimo no plano coletivo, cheguei a me perguntar se não estava colocando os problemas em termos inadequados. O que é viver pelo Espírito? Eu pensava nos juniores alegres e saltitantes, pouco ligados nos

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