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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 06 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 06: "Vós sereis para mim nação santa"   Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir dos Santos Gonçalves Júnior.   CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO   Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 11, 2014

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 05 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 05: "O Senhor é a minha força"   Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir dos Santos Gonçalves Júnior.   CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO   Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo janeiro 31, 2014

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 04 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 04: "O Senhor tirou os filhos de Israel do Egito!"   Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir dos Santos Gonçalves Júnior.   CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO   Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo janeiro 24, 2014

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 03 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 03: "Os egípcios saberão que eu sou o Senhor" (Êxodo 4.18 a 7.13)   Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir dos Santos Gonçalves Júnior.   CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO   Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo janeiro 17, 2014

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 02 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 02: "Moisés chegou a Horebe, o monte do Senhor" (Êxodo 2.1 a 4.17)   Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir dos Santos Gonçalves Júnior.   CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO   Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo janeiro 10, 2014

1ºT/2014: “O livro de Êxodo” – Estudo 01 (Almir Gonçalves Jr.)

Tema do 1º trimestre de 2014: O livro de Êxodo Estudo 01: “Os filhos de Israel se tornaram fortes” (Êxodo 1.1-22) Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO Para acessar às aulas anteriores, clique aqui.  

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Israel Belo de Azevedo janeiro 4, 2014

HOJE VEJA O AMANHÃ (1Reis 17.1; 18.1-2a; 18.41-46)

Quem tem fé vê o que as pessoas normalmente não vêm. Este é o caso de Elias, um profeta do norte de Israel, que obedeceu a Deus no século 9 antes de Cristo, tendo que enfrentar um rei que decidira seguir a um deus fenício da fertilidade, chamado Baal. O preço que pagou foi alto por ficar ao lado de Deus. Elias foi tão marcante na história bíblica que Jesus se comparou a ele, quando disse metaforicamente: "Elias já veio, e eles não o reconheceram, mas fizeram com ele tudo o que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem será maltratado por eles” (Mateus 17.12). Somos apresentados ao profeta no contexto de uma seca, que Elias garantiu que duraria alguns anos. Nesse período duro nada lhe faltou, nem água nem comida. O cronista conta assim a história:   "Ora, Elias, de Tisbe, em Gileade, disse a Acabe: — Juro pelo nome do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, que não cairá orvalho nem chuva nos anos seguintes, exceto mediante a minha palavra". (1Reis 17.1)   "Depois de um longo tempo, no terceiro ano da seca, a palavra do Senhor veio a Elias. — Vá apresentar-se a Acabe, pois enviarei chuva sobre a terra. E Elias foi". (1Reis 18.1-2a)   Pouco depois,   "Elias disse a Acabe: — Vá comer e beber, pois já ouço o barulho de chuva pesada. Então Acabe foi comer e beber, mas Elias subiu até o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos. — Vá e olhe na direção do mar –, disse ao seu servo. E ele foi e olhou. — Não há nada lá –, disse ele. Sete vezes Elias mandou: — Volte para ver. Na sétima vez o servo disse: — Uma nuvem tão pequena quanto a mão de um homem está se levantando do mar. Então Elias disse: — Vá dizer a Acabe: "Prepare o seu carro e desça, antes que a chuva o impeça”. Enquanto isso, nuvens escuras apareceram no céu, começou a ventar e a chover forte, e Acabe partiu de carro para Jezreel. O poder do Senhor veio sobre Elias, e ele, prendendo a capa com o cinto, correu à frente de Acabe por todo o caminho até Jezreel". (1 Reis 18.41-46)   1. Com Elias, aprendemos que podemos viver pela fé, que nos faz ver além do que os olhos naturais enxergam.   "Ora, Elias, de Tisbe, em Gileade, disse a Acabe: — Juro pelo nome do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, que não cairá orvalho nem chuva nos anos seguintes, exceto mediante a minha palavra". (1Reis 17.1)   Precisamos saber que Deus é o Senhor da chuva e do sol, fenômenos naturais que ocorrem por razões naturais. Atrás da natureza das coisas, está, no entanto, o Senhor Deus. Quando as coisas naturais acontecem naturalmente, é por causa da intervenção fundadora de Deus. Quando as coisas naturais têm seu funcionamento alterado, é por causa da intervenção realizadora de Deus, seja por sua vontade permissiva ou por sua vontade proativa. A natureza não é divina, nem Deus se esgota nela. Contudo, Deus fala através dela e as chamadas leis naturais foram dadas por Deus. Devemos respeitar essas leis como mandamentos fixos de Deus. Quando pedimos a Deus um milagre, devemos saber que estamos rogando que Ele quebre as leis que criou. Devemos ser parcimoniosos neste tipo de pedido. Devemos até verificar se não infringimos conscientemente as leis. Devemos aceitar quando Deus decide deixar as leis livres para produzir as suas consequências. Devemos pensar nas leis como coisas boas de Deus, logo como manifestações do seu amor para conosco. Elias sabia que a chuva caía sobre a terra por causa dessa vontade de Deus, mesmo que invisível, mesmo que funcionando sob leis espirituais, embora aparentemente naturais. Elias confiava inteiramente no poder deste Deus soberano e sábio. O rei de Israel, Acabe, acreditava no seu próprio poder, ao ponto de acreditar que havia deuses a seu serviço, os quais ele controlava. Acabe é o protótipo daqueles que acham que seguem os padrões vigentes, como se fossem certos só porque todos acham certo. Diferentemente, Elias não segue a multidão; Elias segue a Deus. Ele buscou, como ensinaria Jesus, o reino de Deus em primeiro lugar (Mateus 6.33). Acabe é o protótipo daqueles que acham que as soluções para seus problemas, sejam quais forem, estão na manipulação de pessoas e coisas. Para isto, ele mantinha um séquito de profetas, que se diziam capazes de fazer os deuses estrangeiros Baal e Asera agir conforme a vontade do rei de Israel. Estes assessores montavam a 850, coordenados por sua própria esposa, a fenícia Jezabel. Elias acreditava que só podia contar com o Senhor Deus, único e imanipulável. Elias acreditava que as soluções para os seus problemas, e os da nação, vinham do Deus único, a quem pedia e em quem esperava, confiando que agiria em seu favor, pela fé. Na verdade, os dois estilos de vida nos mostram que "temos que escolher, todos os dias, se queremos seguir Acabe ou Elias".   Acabe achava que podia fazer chover. Elias acreditava que Deus podia fazer chover, mandando ou retendo a chuva. Acabe se comunicava com seus deuses por meio de profetas e artifícios. Acabe é o protótipo das pessoas amarradas à superstição, da qual dependia. Elias se comunicava com Deus por meio da oração e se submetia a Deus. Quando o autor do primeiro livro de Reis apresenta sua biografia de Elias, ele começa por mostrar que era um homem de oração. Este homem de oração foi comissionado por Deus para trazer o povo de Israel ao bom caminho de novo, do qual estava afastado por escolha própria e pela influência do sistema comandado por Acabe e Jezabel.  O autor deixa implícito que Deus ia usar as condições naturais para fazer o provo refletir e se arrepender. O povo estava satisfeito com seu sistema, sistema que dizia quando ia chover e quando

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Israel Belo de Azevedo janeiro 3, 2014

Lucas 24.1-12 : RESSURREIÇÃO: A NOVA MANHÃ DO MUNDO (ESBOÇO)

Ressurreição: a nova manhã do mundo Lucas 24.1-12   1 "No primeiro dia da semana" (verso 1). Haverá sempre um primeiro dia na semana, um dia para recomeçar as nossas vidas. Poderá haver uma sexta-feira e mesmo um sábado, mas haverá domingo. Deus fará surgir o domingo.   2 "As mulheres levaram ao sepulcro as especiarias aromáticas" (verso 1). Estamos prontos para o domingo (recomeço), quando adoramos a Deus, mesmo nas circunstâncias adversas?   3 "Encontraram removida a pedra" (verso 2). Deus remove os obstáculos para que vejamos a sua glória (o sepulcro vazio).   4 "[As mulheres] ficaram perplexas, mas (…) dois homens se colocaram ao seu lado" (verso 4). Há situações de perplexidade em nossas vidas, mas Deus aparece para nos conduzir por outro caminho.   5 "Então se lembraram das palavras de Jesus" (verso 8). Precisamos nos lembrar das palavras de Jesus.   6 "Elas contaram" (verso 9). Precisamos contar o que Deus fez/faz conosco. Contemos, não importa se nos dão crédito. Vivamos de modo a dar crédito.   ISRAEL BELO DE AZEVEDO

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Israel Belo de Azevedo março 30, 2013

1 Coríntios 1.18-25: A MENSAGEM DA CRUZ (Alcenir Anselmé da Mota)

“Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. Pois está escrito: "Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes". Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que creem por meio da loucura da pregação. Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria; nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem.” (1 Co 1:18-25 ) John Stott afirma que a escolha que os cristãos fizeram da cruz como símbolo da sua fé é tanto mais surpreendente quando nos lembramos do horror com que era tida a crucificação no mundo antigo. Como poderia uma pessoa de mente sadia adorar como deus um homem morto, justamente condenado como criminoso e submetido à forma mais humilhante de execução? Os cristãos poderiam ter escolhido a pomba, que foi o formato do Espírito Santo quando desceu do céu no batismo de Jesus, como símbolo do cristianismo, o cálice onde Jesus tomou a última ceia com seus discípulos, a estrela que brilhou ao nascer Jesus,  a manjedoura onde o bebe foi posto, o tumulo vazio,  um peixe ou mesmo o pão, elementos presentes na grande multiplicação. Mas resolveram escolher a cruz, escândalo para os judeus e loucura para os gentios. Gandhi em 1894, quando trabalhava na África do Sul escreveu:“Eu poderia aceitar a Jesus como mártir, uma incorporação do sacrifício, e um mestre divino, mas não como o homem mais perfeito que jamais existiu. Sua morte na cruz foi grande exemplo para o mundo, mas que ele contivesse algo parecido como uma virtude misteriosa ou miraculosa, meu coração não poderia aceitar.” Para Gandhi a Cruz não tinha uma mensagem especial. A crucificação era a pena capital no mundo romano, Jerônimo de Belém menciona que das mãos de Nero o apóstolo Pedro recebeu a coroa do martírio, tendo sido cravado numa cruz com sua cabeça virada para a terra e seus pés levantados para o alto, ao afirmar que era indigno de ser crucificado semelhantemente ao seu Senhor. Muitas outras pessoas sofreram as dores da crucificação, Jesus foi crucificado entre dois malfeitores, homens maus que estavam tendo a mesma morte de cruz de Jesus. Mas a morte do Filho de Deus tinha algo de diferente, ela trazia consigo uma mensagem para humanidade; a mensagem da cruz. Paulo escrevendo a igreja de Corinto faz uma declaração que deve ter feito muita gente refletir sobre sua conduta diante da cruz de Cristo. Afirma o apostolo que a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. A mensagem da cruz faz uma divisão clara entre os homens. Li recentemente um artigo publicado numa revista semanal, onde o autor dizia que o inferno não existia, que Deus era amoroso e não teria coragem de mandar ninguém para perdição eterna. Que Deus é amoroso eu não tenho dúvidas, tanto que:"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus.” (João 3:16-18) Não é Deus quem condena o homem, mas o próprio homem se condena ao não compreender a mensagem da cruz. Para algumas pessoas não faz sentido crer em um Deus que não pode salvar a si mesmo. Lucas conta a história de dois homens que foram crucificados ao lado de Jesus:“Um dos criminosos que ali estavam dependurados lançava-lhe insultos: "Você não é o Cristo? Salve-se a si mesmo e a nós! " Mas o outro criminoso o repreendeu, dizendo: "Você não teme a Deus, nem estando sob a mesma sentença? Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal". Então ele disse: "Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino". Jesus lhe respondeu: "Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso". (Lc 23:39-43) A história desses homens resume o significado da cruz para a humanidade. Para um, o Cristo crucificado era sinal de fraqueza, impotência, incapacidade, fragilidade, fracasso, vexame, vergonha, escândalo e loucura. Mas para o outro, o Cristo crucificado, foi a oportunidade de mudar o seu destino, a única esperança, o redentor, o salvador, foi a chave da porta do paraíso, foi o poder de Deus. Citando o profeta Isaías:“Por isso uma vez mais deixarei atônito esse povo com maravilha e mais maravilha; a sabedoria dos sábios perecerá, a inteligência dos inteligentes se desvanecerá". (Isaías 29:14) O apóstolo afirma que Deus destruirá a sabedoria dos sábios e rejeitará a inteligência dos inteligentes. Continua sua fala questionando onde se encontra o sábio? o erudito? O questionador desta era? Pessoas que se achavam tão inteligentes que não conseguiam enxergar sentido na mensagem da cruz. Para essas pessoas, que se achavam autossuficientes, Paulo alerta que Deus havia tornado louca a sabedoria do mundo, visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana. Somente pela razão o homem não consegue chegar a Deus. Fico imaginando o apostolo Paulo nesse instante da sua fala, podendo olhar dentro dos olhos dos seus leitores

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Israel Belo de Azevedo janeiro 28, 2013

Isaías 6.1-7: ISAÍAS E A SHEKINAH DE DEUS (Alcenir Anselmé da Mota)

“Os céus declaram a glória (Shekinah) de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz. Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo.” (Sl 19.1-4) As memórias do êxodo e também do retorno do exílio estão inteiramente ligadas à presença de Deus junto e no meio do povo. A isso a teologia rabínica chamou em aramaico de Shekinah. UM DEUS VIZINHO O vocábulo Shekinah é uma palavra que não aparece na Bíblia. No entanto, este termo extrabíblico aparece nos targuns. O nome targum é aplicado a cada uma das antigas traduções, porções do Antigo testamento hebraico para o aramaico, em benefício dos judeus que tinham esquecido o hebraico estando no exílio.   As implicações desta palavra nas Escrituras nos fazem pensar que, embora o verbo Kabõd e o substantivo Shekinah sejam traduzidos por Glória na Septuaginta,   seu entendimento é compreendido através do texto. Shekinah tem a ver com a Glória de Deus presente, revelada e vista e que enche e transborda no Tabernáculo de Moisés, no Tabernáculo de Davi e no Templo de Salomão, no Sinai, no Carmelo, no monte Horebe e também no meio do povo. A Shekinah do Senhor era o Kabõd revelado ao mundo, a sua presença manifesta! Em linguagem targúmica, Shekinah representa a presença majestosa de Deus e sua decisão de "habitar" (shakan) entre os homens. O verbo shakan, que deu origem ao substantivo Shekinah, ressalta a ideia de vizinhança e também proximidade. Deus tem mostrado a sua Shekinah ao homem ao longo da história, o que mostra que ele quer ser vizinho e viver próximo dos seres humanos. Cabe a cada indivíduo reconhecer e se prostrar ante a grandiosa glória de Deus. No livro do profeta Isaías, temos uma das mais espetaculares manifestações da Shekinah de Deus. O profeta faz o relato deste momento sublime em sua vida da seguinte maneira: “No ano em que o rei Uzias morreu eu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado. A aba da sua veste enchia o templo. Acima dele estavam os Serafins. Cada um deles tinha 6 asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés, e com duas voavam. E proclamavam uns aos outros:”Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua Shekinah. Ao som das suas vozes os batentes das portas estremeceram e o templo ficou cheio de fumaça. Então gritei: Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Logo um dos Serafins voou até mim com uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz. Com ela tocou a minha boca e disse: “Veja, isto tocou os teus lábios; por isso, a tua culpa será removida, e o teu pecado será perdoado.” (Is 6.1-7) Esse encontro de Isaías com a Shekinah de Deus me traz à memória outros encontros marcantes ao longo da história do homem com Deus. ROSTO QUE RELUZ Lembro-me do grande líder Moisés, que cuidava do rebanho de seu sogro Jetro, que era sacerdote de Midiã. Certo dia, ele conduziu o rebanho para a extremidade oeste do deserto e chegou a Horebe, o monte de Deus. O anjo do Eterno apareceu a ele nas chamas que saíam do meio de um arbusto. Embora estivesse em chamas, o arbusto não se queimava. Moisés pensou: “o que está havendo aqui? Isso é inacreditável! Por que o arbusto não é consumido pelo fogo?” O Eterno viu que ele havia parado para observar o fenômeno e o chamou do meio do arbusto: “Moisés! Moisés!”. O grande líder respondeu: “Sim, estou aqui!” E Deus disse: “Não se aproxime mais. Tire as sandálias dos pés. Você está pisando em solo sagrado.” O Eterno prosseguiu: “Eu sou o Deus de seu pai; o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó”. Moisés escondeu o rosto, pois ficou com medo de olhar para Deus” (Ex.3.1-6). Depois desse encontro, em uma outra oportunidade, Moisés foi convidado pelo Eterno a subir no monte Sinai, que logo foi coberto por uma nuvem, e a Shekinah de Deus desceu sobre a montanha. A nuvem cobriu o Sinai durante seis dias. No sétimo dia, o Eterno chamou Moisés de dentro da nuvem. À vista dos israelitas lá embaixo, a Shekinah de Deus parecia um fogo que ardia no alto do monte. Moisés entrou na nuvem e subiu para o alto da montanha. Permaneceu ali 40 dias e 40 noites (Ex.24.15-18). Quando desceu do monte Sinai, trazendo as duas tábuas da aliança, o grande líder não sabia que a pele do seu rosto reluzia, porque havia estado na presença da glória de Deus. Arão e todos os israelitas viram Moisés com o rosto reluzente e se afastaram, pois ficaram com medo de chegar perto dele (Ex.34.29,30). Quando esse mesmo Moisés terminou de montar a Tenda do Encontro, uma nuvem a cobriu totalmente e a Shekinah do Eterno enchia a Habitação. Moisés não podia entrar no Tabernáculo, pois a nuvem estava sobre ele, e a glória do Eterno enchia a Habitação. Sempre que a nuvem se levantava da Habitação, o povo de Israel partia, mas, se a nuvem não se erguesse, ninguém levantava acampamento. A Shekinah do Eterno ficava sobre a Habitação durante o dia e, de noite, havia fogo sobre ela. Estava sempre visível a todos os israelitas em suas viagens (Ex.40.34-38). CONSAGRAÇÃO Um outro momento marcante de manifestação visível da glória de Deus foi na inauguração do templo construído por Salomão. Depois de sete anos de construção, ele  foi consagrado a Deus e, quando os sacerdotes saíram do lugar Santíssimo, uma nuvem encheu a casa. Os sacerdotes não puderam cumprir suas obrigações sacerdotais por causa da nuvem, a Shekinah

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Israel Belo de Azevedo janeiro 28, 2013
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