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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
1 Samuel
Israel Belo de Azevedo

Roteiro para Pequenos Grupos — A FAMÍLIA DIANTE DAS CRISES QUE A AMEAÇAM (1Samuel 30.1-20)

NOSSO ENCONTRO: O que você mais gosta de fazer em família?   EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 128 e ter um momento de orações frases agradecendo a Deus pelas famílias.   EDIFICAÇÃO: A FAMÍLIA DIANTE DAS CRISES QUE A AMEAÇAM (1Samuel 30.1-20)   1. Em 1Samuel 30.1-20, vemos a família de Davi em séria ameaça, representada por um sequestro de suas esposas e seus filhos. Que perigos correm nossas famílias hoje? R.: Livre 2. Qual foi a primeira atitude de Davi quando recebeu a notícia do problema em sua família? Qual deve ser a nossa atitude? R.: Davi chorou, indicando que sofreu e não ficou indiferentes. Devemos considerar como sérios os nossos problemas. Devemos chorar, lamentar, desejando um novo horizonte para todos. Ele desistiu: devemos não desistir também.   3. A história mostra que Davi lutou por sua família? O que ele fez? O que devemos fazer? R.: Ele consultou ao Senhor (se devia ir à guerra). Ele foi para a guerra, para trazer sua família de volta. Ele foi abençoado e tudo acabou bem e ele se alegrou com Deus. Devemos consultar ao Senhor sobre como devemos lugar. Depois, devemos fazer o que Deus nos orienta nesta batalha por nossa família, sem desistir. (Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza e Israel Belo de Azevedo)  

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Israel Belo de Azevedo maio 16, 2011
Neemias
Israel Belo de Azevedo

Roteiro para Pequenos Grupos — A ALEGRIA DE DEUS NOS FORTALECE (Neemias 8.10-12)

NOSSO ENCONTRO: O que você costuma fazer quando se sente triste?   EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 126 e orar agradecendo a Deus, fonte de nossa verdadeira alegria.    EDIFICAÇÃO: A ALEGRIA DE DEUS NOS FORTALECE (Neemias 8.10-12)   1. Por que as pessoas ficam tristes? R.: Podemos pensar em três fontes:  Uma pode vir de acontecimentos produzidos por nosso pecado. Outra são os acontecimentos que nos sobrevêm, sem que os tenhamos provocado, sem que nós tenhamos cometido pecado. E há a tristeza sistêmica, como se fizessem parte do nosso jeito de ser.   2. O que significa a expressão "alegria DO Senhor", em Neemias 8.10? Deus é alegre e quer que celebremos. Deus é alegre porque a sua criação, uma obra maravilhosa, lhe deu prazer (Gênesis 1.31). Deus é alegre porque não está preso ao passado (Lucas 20.38). Ele não guarda na memória as punhaladas que lhe enfiamos (Miqueias 7.18-19). Deus é alegre porque Ele está vendo como a história vai terminar. Onde há um vale profundo e escuro, ele vê adiante a planície clara.    3. Jesus era alegre? Toda a vida de Jesus foi de alegria, mesmo em meio à dor (Hebreus 12.2). Seus críticos não o perdoavam por comparecer a tantos jantares. O rosto de Jesus irradiava o rosto do Pai. Tudo o que ensinou foi para gerar alegria (João 15.11).   4. Que dizer a uma pessoa triste? . Temos que olhar para Deus, em sua alegria (Jó 33.26).  . Temos que olhar para nós, no que somos imagem-semelhança de Deus. As pessoas nos vêem como derrotadas, mas Deus nos vê como vencedores (Romanos 8.37). . Temos que evitar a drenagem da alegria que Deus já inoculou em nós (Salmo 92.10). Temos que confiar e esperar que Deus está nos conduzindo como um pastor que cuida. A palavra de Jesus é confortadora: "Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino" (Lucas 12.32).   (Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza e Israel Belo de Azevedo  

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Israel Belo de Azevedo maio 9, 2011
Neemias
Israel Belo de Azevedo

Neemias 8.10-12: A ALEGRIA DE DEUS NOS FORTALECE

A ALEGRIA DE DEUS NOS FORTALECE   Neemias 8.10-12   O livro de Neemias começa com um retrato da tristeza. Trabalhando em outro país, Neemias recebeu notícias do seu. E a situação era de chorar: "lá na província estão em grande aflição e opróbrio; também está derribado o muro de Jerusalém, e as suas portas queimadas a fogo" (Neemias 1.3). E Neemias chorou por vários dias, ao ponto de seu chefe notar (Neemias 2.2). A tristeza de Neemias é de um tipo. Ela surge de um problema nacional e se torna pessoal. Ela é filha de um acontecimento: a assolação da sua terra: . Neemias não chora por viver em outro país. Ele estava bem nesta condição. Podemos dizer que estava adaptado à condição, que não lhe incomodava mais. A tristeza dele tipifica uma tristeza: aquela provocada por um acontecimento.  Quanto à causa, a tristeza de Neemias é claramente conseqüência do pecado. A relação é causal: o evento (devastação) decorria do pecado da desobediência.   Muitas tristezas, destas que experimentamos, vêm-nos por causa de acontecimentos que nos surpreendem, como ocorreu com Neemias. Ele estava triste: os fatos foram conseqüências do pecado, mas não do seu pecado. Em outras palavras, a tristeza de Neemias não adveio do seu pecado. Nem toda a tristeza advém do nosso pecado. A história de Neemas, portanto, lança luzes sobre duas fontes de tristeza: os acontecimentos e os pecados.  Há uma terceira fonte de tristeza: é a tristeza sistêmica, que nos acompanha sempre, fazendo-nos chorar. Precisamos considerar cada uma separadamente, tendo em mente as atitudes de Neemias.   1. QUANDO A TRISTEZA VEM DO PECADO Comecemos pela tristeza que vem de acontecimentos produzidos por nosso pecado. A dor de Neemias vinha de um pecado nacional. Os pecados da sociedade em que vivemos nos fazem chorar. Neemias chorou. Além de chorar, Neemias pediu perdão por seu povo. Além de pedir perdão, Neemas se dispôs a reparar os muros caídos. Neemias empenha a sua vida para por fim à desolação de sua terra. Ele foi da oração à ação, que deve ser sempre o nosso movimento. Estes dois movimentos lhe trouxeram a alegria de volta, alegria que celebrou, como lemos no capítulo 10.   "E Esdras abriu o livro à vista de todo o povo (pois estava acima de todo o povo); e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. Então Esdras bendisse ao Senhor, o grande Deus; e todo o povo, levantando as mãos, respondeu; Amém! amém! E, inclinando-se, adoraram ao Senhor, com os rostos em terra. (…) E Neemias, que era o governador, e Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que ensinavam o povo, disseram a todo o povo: Este dia é consagrado ao Senhor vosso Deus; não pranteeis nem choreis. Pois todo o povo chorava, ouvindo as palavras da lei. Disse-lhes mais: ‘Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto não vos entristeçais, pois a alegria do Senhor é a vossa força’. Os levitas, pois, fizeram calar todo o povo, dizendo: ‘Calai-vos, porque este dia é santo; por isso não vos entristeçais’. Então todo o povo se foi para comer e beber, e para enviar porções, e para fazer grande regozijo, porque tinha entendido as palavras que lhe foram referidas". (Neemias 10.5-6, 9-12 — ARA)   Nossa dor pode vir de um pecado nacional, mas pode vir de um pecado pessoal. Precisamos admitir nosso pecado, reconhecer nossa condição, pedir perdão a Deus e voltar a sorrir. Só o faremos, se pedirmos a Deus que nos examine, de modo a nos permitir reconhecer que colhemos o fruto de nosso pecado. Muitas de nossas lágrimas poderiam ser evitadas, se tivéssemos ficado atentos à Palavra de Deus. Nesse caso, só uma atitude cessa a tristeza: o arrependimento diante do pecado cometido. Só com a confissão vem a alegria. Se for o seu caso, confesse e comece a viver. A alegria gera em nós força para a vida.   2. QUANDO A TRISTEZA VEM POR CAUSA DOS ACONTECIMENTOS DA VIDA Há uma segunda fonte de tristeza: são os acontecimentos que nos sobrevêm, sem que os tenhamos provocado, sem que nós tenhamos cometido pecado. Neste caso, se é o seu caso, então, não farei como os amigos de Jó, pelo que não lhe trarei nenhum peso adicional, dizendo, por exemplo, que a culpa é sua. Mas direi que lhe cabe perguntar-se: "Desde quando estou triste? Foi um acontecimento difícil (uma perda, uma enfermidade) que me roubou o prazer de viver? " Não faça de conta que não está triste, porque está e deve estar. Jesus mesmo se entristeceu ao ponto de suar sangue. Então, se um fato (ou uma sucessão imediata deles) tornou você uma pessoa triste, lembre-se que o luto (não importa qual seja a razão do choro, tendo morrido alguém ou não) é uma experiência necessária, que começa com o reconhecimento da perda, mesmo sob protestos veementes, e segue a passos lentos, até à retomada da vida.  A alegria retorna na esteira vagarosa da aprendizagem: todos estamos sujeitos a surpresas dolorosas, que não podem ser nossos senhores. Temos Um, sobre Quem a Bíblia diz que a alegria dEle é a nossa força (Neemias 8.10). Aos poucos, vamos sendo capacitados para retomar nossas atividades, as que forem possíveis, e nos envolver em outras, que nos ajudem a desejar estar com as pessoas, nos mandem sonhar de novo com outras possibilidades de vida e que nos animem a ver que vale a pena viver, admitida a força da saudade.  Você ainda voltará a entoar canções alegres. Um dia você olhará para trás e cantará: Senhor, "mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria" (Salmo 30.11).   3. QUANDO A TRISTEZA SE TORNA COMPANHEIRA DE TODOS OS MOMENTOS DA VIDA Há uma terceira fonte de tristeza. Por isto, dirijo-me agora àqueles para quem a tristeza se tornou uma companheira constante.

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Israel Belo de Azevedo maio 7, 2011
Rute
Israel Belo de Azevedo

Rute 1: MÃE COMO NOEMI (esboço)

MÃE COMO NOEMI (Livro de Rute)   Pouco sabemos dos filhos de Noemi, exceto que se casaram e morreram cedo. Embora a heroína sejaRute, o livro também poderia se chamar, Noemi, tanto aprendemos com ela, mães, maridos, filhos e noras.  Uma leitura atenta de Rute nos ajuda a viver a fé cristã em toda a sua plenitude, no contexto em que estivermos. Vejamos.   1. SOBRE A MATERNIDADE, APRENDEMOS Consideremos primeiramente a maternidade.   1.1. A maternidade se dá num mundo real, feito de sonhos e frustrações. Podemos vislumbrar suas etapas: . O desejo de um filho. . A espera (ultrassom) pelo bebê. . A chegada da criança. . A longa formação do filho. . A pseudo-partida do filho. Pseudo porque um filho jamais parte. A maternidade é para sempre. Nem a morte separa a mãe de seu(s) filhos, como aprendemos lendo as lamentações de Noemi (Rute 1.20-22).   1.2. A maternidade de dá em meio a pressões. São muitas estas pressões: . Atender às expectativas. Há expectativas vindas de todos os lados sobre a mãe (inclusive dela mesma). . Conciliar o trabalho com a maternidade. Esta é uma pressão para a maioria das mulheres. . Suportar a separação. Há muitas que têm que formar sozinhas os seus filhos, por causa da separação que, infelizmente, às vezes, acontece.   1.3. A maternidade acontece no ventre e no coração. No ventre há uma dupla maternidade. A mãe biológica é também mãe do coração. No coração é maternidade também, seja planejada, seja movida pela circustância. A circunstância faz com que Noemi adote a nora, Rute (Rute 1.18). Precisamos valorizar o gesto de Rute, mas também o de Noemi. Precisamos valorizar as mães do coração que, já tendo um filho do ventre ou não tendo nenhum, adotam crianças que outras mulheres geraram, gerando elas agora no coração com um vigoroso amor.   2. LIÇÕES DE NOEMI PARA AS MÃES As mães podem aprender muito com Noemi.   2.1. Continue priorizando a família como seu ministério na vida (Rute 1.1). (Noemi seguiu o marido e os filhos para outra terra. Precisamos de matriarcas como Noemi, para quem a família é o centro da sua vida.)   2.2. Libere seus filhos. Não os sufoque (Rute 1.15-19) (Noemi insistiu para que Rute seguisse seu próprio caminho).   2.3. Continue sendo parceira dos seus filhos nas conquistas deles (Rute 3.1-5). (Noemi, tendo recebido a companhia de Rute, foi sua conselheira todo o tempo e contribuiu para a realização do sonho da nora em se casar de novo.)   3. LIÇÕES DE NOEMI PARA TODOS NÓS Todos podemos aprender com Noemi, seja difícil ou agradável a nossa vida.   3.1. Se a vida nos é dura, . coloquemos-nos diante de Deus, nem que seja para reclamar, como fez Noemi (Rute 1.20-22). . não percamos a esperança. Deus nos ouve, mesmo que pareça ausente, como o mostra toda a história de Rute. . não paremos de buscar alternativas, como Rute (Rute 3.5-6).   3.1. Se a vida nos sorri, . fruamos agora e nos fortaleçamos, porque podem vir adversidades, como veio à família de Elimeleque (Rute 1.1-6). Tomemos cuidado para não viver na superficialidade. . não sejamos arrogantes, como o resgatador anônimo que de recusou a resgatar Rute (Rute 4.1-12). . busquemos ser generosos, como Boaz, começando pelo interesse pelos outros (Rute 2.1-17) ISRAEL BELO DE AZEVEDO  

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Israel Belo de Azevedo maio 6, 2011
Neemias
Israel Belo de Azevedo

PARA LER O LIVRO DE NEEMIAS (José Mauricio Cunha do Amaral)

INTRODUÇÃO AO LIVRO DE NEEMIAS Total de capítulos: 13 Total de versículos: 406 Tempo aproximado de leitura: 45 minutos     O LIVRO Como já dito na introdução ao comentário de Esdras, embora os livros de Esdras e Neemias apareçam nas Bíblias atuais como livros distintos, tanto no texto hebraico, como na Septuaginta (a versão dos Setenta como é conhecida), eles constituíam um só livro. Por essa razão, devem ser estudados  como um único livro.   AUTOR E DATA Como já mencionamos em Esdras anteriormente, ao que tudo indica, ele teria sido o compilador dos dois livros valendo-se de fontes históricas, inclusive, por anotações pessoais, como também de Neemias. É muito difícil estabelecer a relação que havia entre esses dois personagens unidos na comunidade pós-exílica. O ministério de Esdras teve início no sétimo ano do reinado de Artaxerxes (cf. Esdras 7.8), enquanto Neemias, só entra em cena no vigésimo ano de governo do mesmo rei (1.1). Eles eram, contudo, contemporâneos.  O texto bíblico, entretanto, nos dá a impressão de que os dois homens realizaram trabalhos independentes e que não se conheciam até então. Também não é fácil estabelecermos com absoluta precisão a época exata dos acontecimentos, pois o autor não se mostra interessado na cronologia dos eventos. Alguns estudiosos acreditam que Neemias teria se associado a Esdras, por entender que este, na condição de escriba e sacerdote, teria precedência sobre ele, um simples leigo.    CONTEXTO HISTÓRICO O nome Neemias, que quer dizer “o Senhor conforta”, nos deixa cientes de todo o significado do livro. Deus foi realmente o conforto daquele povo num momento de grande oposição. Os exilados que haviam retornado da Babilônia com a primeira leva liderada por Zorobabel e Josué, tinham mais interesse em reconstruir o templo do que os muros que haviam sido destruídos quando os babilônios conquistaram a cidade (cf. 2Crônicas 36.19). Começaram então reedificar os muros, mas tiveram a obra embargada pelo rei Artaxerxes (cf. Esdras 4.12, 21-22). O livro nos relata a segunda e bem-sucedida tentativa liderada por Neemias na reconstrução dos muros da cidade de Jerusalém, cuja determinação e grande coragem, foram fundamentais para o pleno êxito dessa empreitada.      SUA MENSAGEM  A obra realizada por Neemias trouxe não somente a restauração dos muros da cidade, mas acima de tudo, o restabelecimento da confiança dos que haviam voltado do exílio. Não há quem não se impressione ao ler o livro, pois duas  marcas ficam bastante claras na vida de Neemias: sua coragem e sua dependência de Deus em oração. O livro é permeado com orações longas e curtas, de longo prazo ou em caráter de urgência. Ele deixa claro de que tinha absoluta confiança de que Deus estava à frente desse projeto: “Fiz uma rápida inspeção e imediatamente disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não tenham medo deles. Lembrem-se de que o Senhor é grande e temível, e lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas” (Neemias 4.14).   ESBOÇO DO LIVRO I.      O retorno de Neemias e a reconstrução do muro (1.1 – 7.3)  A.    O retorno de Neemias (1.1 – 2.10)  1.    Os preparativos para o retorno (1.1 – 2.8)   a.   O relatório de Judá (1.1 – 3)   b.   A resposta de Neemias (1.4 – 11)   c.   A solicitação perante o rei (2.1 – 8)  2.    A viagem e o início do conflito (2.9-10)  B.    A reconstrução do muro (2.11 – 7.3)  1.    A inspeção e proposta para a obra (2.11-18)  2.    A primeira ampliação do conflito (2.19-20)  3.    A reconstrução é iniciada (cap.3)  4.    A segunda ampliação do conflito (4.1-6)  5.    A reconstrução continua (4.7-23)  6.    Problemas internos ameaçam a reconstrução (cap.5)  7.    O clímax do conflito (6.15 – 7.3)  8.    O fim do conflito (6.15 – 7.3) II.     O retorno dos exilados e a reconstrução da comunidade (7.4 – 13.31)  A.    O retorno do exilados (7.4-73)     1.    A necessidade de repovoar Jerusalém (7.4-5)  2.    O registro dos que retornaram (7.6-73)  B.    A reconstrução da comunidade (7.73 – 13.31)  1.     A renovação da aliança (7.73 – 10.39)   a.   A leitura da Lei (7.73 – 8.18)   b.   A confissão de pecados (9.1-37)   c.   A ratificação do juramento (9.38 – 10.39)  2.    A dedicação dos muros (caps. 11 – 12)   a.   A listagem dos residentes (cap.11)   b.   A listagem dos sacerdotes e levitas (12.1-26)   c.   A dedicação propriamente dita (12.27-43)   d.   Provisões para a manutenção do clero (12.44-47)  3.    A reforma do povo (cap.13)   a.   A exclusão dos estrangeiros (13.1-3)   b.   A atenção do templo (13.4-14)   c.   A observância do sábado (13.15-22)   d.   O fim dos casamentos mistos (13.23-31)   O TEXTO MAIS DIFÍCIL Além de enfrentar os opositores na reconstrução do muro, Neemias passa a enfrentar também, uma crise interna entre o povo. Diz o texto: “Ouvindo eu, pois, o seu clamor e estas palavras, muito me aborreci” (5.6). Se já não bastasse a fúria dos seus inimigos, agora tinha que resolver um outro problema relacionado à injustiça social: a reclamação das famílias mais pobres em relação às mais abastadas. Os ricos estavam explorando os pobres cobrando-lhes juros em suas negociações. Como solucionar um problema tão delicado? Mais uma vez prevalece a autoridade e sabedoria do líder eficaz. Neemias convoca os sacerdotes (os guias espirituais do povo) exigindo deles, em primeiro lugar, o cumprimento de um pacto. Deu certo. Todos acataram sua palavra: “Então convoquei os sacerdotes e os fiz declarar sob juramento que cumpririam a promessa feita. Também sacudi a dobra do meu manto e disse: Deus assim sacuda de sua casa e de seus bens todo aquele que não mantiver a sua promessa. Tal homem seja sacudido e esvaziado! Toda a assembleia disse: “Amém”, e louvou ao Senhor. E o povo cumpriu o que prometeu” (Neemias 5.12-13). OS TEXTOS QUE MAIS TOCARAM O MEU CORAÇÃO O livro é repleto de textos que nos estimulam a confiar em Deus. Gostaria de

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Israel Belo de Azevedo maio 6, 2011
Efésios
Israel Belo de Azevedo

Efésios 3.14-21: INCOMPARÁVEL AMOR

Incomparável amor Efésios 3.14-21     Localizada na Lídia, na costa ocidental da Ásia Menor, na embocadura do rio Caister, entre Mileto ao sul e Esmirna ao norte, Éfeso, província romana próspera e desenvolvida em sua época.    Um dos seus orgulhos era o templo da deusa Diana que os gregos chamavam de Artemis e foi considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. Sua primeira construção foi destruída por incêndio ateado por Heróstrato no ano de 356 a.C. Para se ter ideia da sua magnitude, ao ser  reconstruído, era quatro vezes maior que o Partenão de Atenas. Segundo historiadores, o teto ou cobertura do templo, constava de grandes placas de mármore branco. Além de suas dimensões colossais sua ornamentação interna excedia a tudo quanto se possa imaginar em obras de arte de grandes pintores da época como Fídias, Praxiteles e Escopas. Não foi à toa que os efésios levantaram sua voz por quase duas horas em exaltação à sua padroeira: “Grande é a Diana dos efésios” conforme relato de Atos 19.34. No 280 de nossa era ele foi destruído pelos Godos. Foi nesta cidade que Paulo e outros colaboradores organizaram uma da sete igrejas da Ásia Menor mencionada por Jesus no livro do Apocalipse: “Tenho contra ti que deixaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2.4).  O texto do capítulo três  da carta de Paulo aos Efésios é um texto de rara beleza. Não somente por sua profundidade teológica, mas especialmente, pelo seu conteúdo. Nele, Paulo faz uma oração pastoral ou intercessória em favor dos crentes de Éfeso, mas ao mesmo tempo, faz também a sua defesa em favor do seu ministério aos gentios. Diz ele: “Por essa razão, eu, Paulo, sou prisioneiro de Cristo Jesus por amor a vocês, gentios. Significando que, mediante o evangelho, os gentios são co-herdeiros com Israel, membros do mesmo corpo, e co-participantes da promessa em Cristo Jesus” (3.1,6). É sempre bom recordarmos como a Igreja de Éfeso iniciou. O testemunho de Apolo, conhecedor profundo das Escrituras que após ser orientado e esclarecido com mais exatidão a cerca do evangelho pelos missionários Áquila e Priscila, que trabalharam com Paulo em Corinto, tornou-se um poderoso instrumento para evangelização daquela cidade (cf. Atos 18.24-26).           A consciência de sua missão                           Mais tarde, em sua terceira viagem missionária, Paulo retorna à Éfeso e permanece ali por dois anos pregando nas sinagogas com grande autoridade, realizando curas extraordinárias e expulsando demônios, causando um verdadeiro reboliço na cidade, a ponto de haver muitas conversões de judeus e não judeus (gentios). Muitos que praticavam o ocultismo se converteram: “Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinquenta mil denários” (Atos 19.18-20).             Talvez recordando tudo aquilo que Deus já realizara, Paulo, por volta do ano 62-63 de nossa era, preso em Roma, envia uma epístola pelas mãos do seu amigo e colaborador Tíquico, e que embora pudesse ter servido de uma missiva circular para ser lida também nas demais igrejas da Ásia, como afirmam alguns, acaba sendo enviada com um carinho todo especial aos irmãos de Éfeso.             As orações do apóstolo Paulo faz duas orações nessa carta. A primeira delas está no cap. 1.15-22, e a segunda, está no capítulo 3 a partir do verso 14. Quero me ater à segunda oração de Paulo. Nessa oração seu sentimento é uma demonstração de profundo amor e zelo por aqueles irmãos: “Por essa razão ajoelho-me diante do Pai, do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra” (v.1).           Quando Paulo orou pelos efésios, ele orou também por mim e por você, porque fazemos parte da família de Deus. Saber que alguém intercede por mim é algo que me sensibiliza profundamente. No capítulo 17 do evangelho de João, a mais de dois mil anos atrás, Jesus teve também a mesma atitude: “Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles. Para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.20-21). Saber que Jesus também intercedeu por mim é motivo de grande júbilo. O poder da oração transcende os limites da nossa imaginação. Pessoas há nas mais diversas partes do planeta orando em nosso favor, mesmo que isso não chegue ao nosso conhecimento e mesmo que elas não nos conheçam. Quando você também ora em favor de um povo, de uma nação, de um enfermo que não conhece, pelos missionários nos lugares mais distantes, está cumprindo um propósito de Deus: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a oração do justo” (Tiago 5.16).         Paulo se põe de joelhos em favor dos crentes de Éfeso para que sejam fortalecidos em sua fé. As orações dos judeus eram tradicionalmente feitas em pé. Os fariseus tinham por hábito ficar em lugares estratégicos como nas esquinas e nas praças, e oravam em pé, para que pudessem ser vistos por quem passava (cf. Mateus 6.5). Mas a  atitude de Paulo, sem dúvida, é uma clara demonstração de humildade ali naquela prisão, revelando a sua imensa consideração e amor por aqueles irmãos: “Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito” (v.16).  Saber que alguém se põe de joelhos em meu favor para que a minha fé seja fortalecida é algo muito gratificante. Lembre-se que quando você se sente enfraquecido, desencorajado, talvez alguém, em algum lugar, esteja orando

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Israel Belo de Azevedo maio 2, 2011
Salmos
Israel Belo de Azevedo

Salmo 113 — POR UMA TEOLOGIA DO LOUVOR (José Maurício Cunha do Amaral)

POR UMA TEOLOGIA DO LOUVOR Salmo 113       Aleluia! Louvem, o servos do Senhor, louvem o nome do Senhor!   Seja bendito o nome do Senhor, desde agora e para sempre!  Do nascente ao poente, seja louvado o nome do Senhor!   O Senhor está exaltado acima de todas as nações; e acima dos céus está a sua glória.    Quem é como o Senhor, o nosso Deus, que reina em seu trono nas alturas,   mas se inclina para contemplar o que acontece nos céus e na terra?   Ele levanta do pó o necessitado e ergue do lixo o pobre,    para fazê-los sentar-se com príncipes, com os príncipes do seu povo.    Dá um lar à estéril, e dela faz uma feliz mãe de filhos. Aleluia!  (Salmo 113)   AS CRISES ENFRENTADAS PELA IGREJA A Igreja já atravessou ao longo da sua história diversas crises. A morte de Estevão, o primeiro mártir do cristianismo, desencadeou a primeira grande perseguição dos cristãos e Saulo torna-se um dos grandes algozes dos cristãos (cf. Atos 8.3).  Mais tarde, judaizantes e convertidos ao cristianismo travam intensa batalha em torno de práticas relacionadas aos costumes religiosos da época, ao ponto de Paulo escrever aos crentes da Galácia exortando-os a não se deixarem levar pelas falácias pregadas pelos judeus: "O gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante dos seus olhos que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio?" (Gálatas 3.1,3). Depois de enfrentar a dura perseguição imposta pelo império romano, o processo de cristianização do império, com a possível conversão de Constantino, considerado o primeiro imperador cristão, faz com que essa igreja experimente um período de apogeu. Uma igreja até então perseguida passa a ditar as regras de novas práticas religiosas que acabam sendo imitadas por todos, quer seja por conveniência, quer seja por medo de uma retaliação. Mas como não poderia deixar de acontecer, um retrocesso faz com que o paganismo comece a encontrar espaço no seio da igreja levando-a a adotar seus ídolos (santos), e a venerá-los como prova incontestável de um processo de paganização que atravessou alguns séculos de sua história até a Reforma Protestante em 1517, deflagrada por Martinho Lutero.  Mas talvez uma das páginas mais negras da sua história tenha sido a crise enfrentada na chamada "Idade das Trevas", a Idade Média, quando em nome de Deus, a Santa Inquisição, investida de plenos poderes pelo tribunal de igreja, tinha o direito de tirar de forma cruel e desumana, a vida daqueles que fossem considerados hereges. A chamada reforma da igreja torna-se um divisor de águas, resgatando os valores genuínos do cristianismo com a mensagem: "sola gratia", "sola fide", "sola scriptura". Um retorno às origens, pois só a graça, só a fé e só as Sagradas Escrituras podem resgatar o homem perdido.    A IGREJA DO NOSSO TEMPO Tudo isso nos leva a uma profunda reflexão sobre a igreja do nosso tempo. Esse brado que ecoou durante alguns séculos, chega aos nossos dias abafado por significativas transformações. Acredito que uma das grandes transformações experimentadas pela igreja, que resultou numa crise de valores, é a questão da essência nos nossos cultos. O que os nossos cultos representam na nossa vida? Será que eles se transformaram num mero encontro, ou é a expressão sincera da nossa adoração? São milhares de igrejas espalhadas pelos quatro cantos do Brasil, realizando cultos de segunda a domingo, das mais variadas formas e usando as mais estranhas práticas. Precisamos urgentemente retornar ao princípio que nos remete à verdadeira adoração, como disse Jesus à mulher samaritana: "Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em Espírito e em verdade" (João 4.24).    A ESSÊNCIA DO CULTO Há uma grande confusão no nosso meio no que se refere a verdadeira adoração. Na verdade, muitos de nós nem se quer compreendemos a dimensão desse ato que precisa fazer parte da nossa vida. O culto tem a função didática de nos fazer compreender essa dimensão. Paulo escrevendo a sua carta ao Romanos, nos diz: "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12.1). Cultuar significa adorar a Deus com o envolvimento de todo o nosso ser.    1. O VERDADEIRO LOUVOR DEVE NOS FAZER RECONHECER A GRANDEZA DO CRIADOR (versos 1-4) O judeu aproveitava todas as ocasiões para tocar e cantar como um ato de culto ao Senhor. Por isso encontramos em todo o saltério, além das divisões em livros, três grupos de salmos: Cânticos de Degraus também chamados de Subidas e Romagem, o Grande Hallel e o Pequeno Hallel, que significa ALELUIA, ou LOUVAI A DEUS. O Salmo 113 começa e termina com essa expressão. Aliás, os salmos 113 a 118 fazem parte desse pequeno Hallel, um saltério em miniatura. Eram poemas cantados nas Festas da Páscoa, de Pentecostes, dos Tabernáculos, sendo que os Salmo 113 e 114 eram entoados antes das refeições. Na expressão do salmista logo no início do salmo 113, há um imperativo de que Deus merece ser louvado por sua grandeza como o Senhor absoluto dos céus e da terra: "Louvem ó servos do Senhor, louvem o nome do Senhor. O Senhor está exaltado acima de todas as nações; e acima dos céus está a sua glória" (v.1, 4). Qual tem sido a nossa motivação para louvar a Deus? Muitas vezes queremos encontrar motivos para justificar a nossa adoração. Mas a motivação maior da nosso louvor deve ser aquela que nos leve a reconhecer que somente Deus é digno de ser adorado. Um dos belíssimos hinos da nossa hinódia diz numa de suas estrofes: "Deus somente Deus, merece ter um trono lá nos céus. Que toda criatura dedique o seu louvor a Deus, somente a Deus" (Phill Mchugh). Esse texto do salmo 113 me reporta à visão de Isaías no templo

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Israel Belo de Azevedo março 18, 2011
Números
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO DE QUEM CRÊ NO PODER PROTETOR DE DEUS (Números 10.35-36)

A ORAÇÃO DE QUEM CRÊ NO PODER PROTETOR DE DEUS (Números 10.35-36)   A nuvem do Senhor estava sobre eles de dia, sempre que partiam de um acampamento. Sempre que a arca partia, Moisés dizia:  “Levanta-te, o Senhor! Sejam espalhados os teus inimigos e fujam de diante de ti os teus adversários”. Sempre que a arca parava, ele dizia: “Volta, o Senhor, para os incontáveis milhares de Israel”. Orar é nos colocarmos sob a nuvem de Deus. Devemos orar como Moisés, que cria que Deus era como uma nuvem sobre o povo. / Orar é pedir a Deus que nos proteja de todos os males. Orar é pedir a Deus que nos conduza mesmo que nos sobrevenham os males. ISRAEL BELO DE AZEVEDO  

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Israel Belo de Azevedo março 12, 2011
1 Crônicas
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — ORAÇÃO PARA QUEM PARTICIPA DE UM GRANDE PROJETO (1Cronicas 29.9-20)

O povo alegrou-se diante da atitude de seus líderes, pois fizeram essas ofertas voluntariamente e de coração íntegro ao Senhor. E o rei Davi também encheu-se de alegria.  Davi louvou o Senhor na presença de toda a assembléia, dizendo: "Bendito sejas, ó Senhor, Deus de Israel, nosso pai, de eternidade a eternidade.  Teus, ó Senhor, são a grandeza, o poder, a glória, a majestade e o esplendor, pois tudo o que há nos céus e na terra é teu. Teu, ó Senhor, é o reino; tu estás acima de tudo.  A riqueza e a honra vêm de ti; tu dominas sobre todas as coisas. Nas tuas mãos estão a força e o poder para exaltar e dar força a todos.  Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome.  Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.  Diante de ti somos estrangeiros e forasteiros, como os nossos antepassados. Os nossos dias na terra são como uma sombra, sem esperança.  Ó Senhor, nosso Deus, toda essa riqueza que ofertamos para construir um templo em honra ao teu santo nome vem das tuas mãos, e toda ela pertence a ti.  Sei, ó meu Deus, que sondas o coração e que te agradas com a integridade. Tudo o que dei foi espontaneamente e com integridade de coração. E agora vi com alegria com quanta disposição o teu povo, que aqui está, tem contribuído.  Ó Senhor, Deus de nossos antepassados Abraão, Isaque e Israel, conserva para sempre este desejo no coração de teu povo, e mantém o coração deles leal a ti.  E dá ao meu filho Salomão um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos, a fim de construir este templo para o qual fiz os preparativos necessários”.   Então Davi disse a toda a assembléia: — Louvem o Senhor, o seu Deus.  todos eles louvaram o Senhor, o Deus dos seus antepassados, inclinando-se e prostrando-se diante do Senhor e diante do rei.  Esta oração é muito oportuna para a igreja que esteja num processo de construção do seu templo. Aplica-se também a nós, quando estamos envolvidos em alguma grande obra. Que Deus nos dê a disposição de dar e o coração integro para buscar uma vida pura diante dEle, de modo que tenhamos sucesso, como Salomão veio a ter, na construção do templo para o louvor do Senhor. A percepão de que tudo é do Senhor e de que o pouco que devolvemos também é dEle, tem sido doxologia utilizada nas igrejas ao longo dos anos, nos momentos de ofertorio. Que assim seja em nossos corações muito mais agora quando nossos corações estão voltados para a construção de um novo templo. (Amurabe Farel)

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Israel Belo de Azevedo março 9, 2011
1 Crônicas
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — ORAÇÃO PARA TER UMA VIDA ABENÇOADA (1Crônicas 4.9-10)

ORAÇÃO PARA TER UMA VIDA ABENÇOADA (1Crônicas 4.9-10) "Jabez foi o homem mais respeitado de sua família. Sua mãe lhe deu o nome de Jabez, dizendo: ‘Com muitas dores o dei à luz’.  Jabez orou ao Deus de Israel: ‘Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras! Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores’. E Deus atendeu ao seu pedido".    Jabez, cujo nome significa tristeza, invocou o único que poderia lhe atender. E porque Deus é soberano para abençoar a quem Ele quer abençoar, atendeu esta oração. Jabez teve uma vida abençoada. Desejo que Deus faça o mesmo com a sua vida. Espero que você não use esta oração como uma amuleto.  Espere apenas que Deus lhe dê forças e que o acompanhe em cada afilção que lhe sobrevenha ao longo da sua vida. (Amurabe Farel) Israel Belo de Azevedo escreveu um livro sobre esta oração. CLIQUE ABAIXO PARA BAIXÁ-LO GRATUITAMENTE ORANDO COMO JABEZ  

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Israel Belo de Azevedo março 8, 2011
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