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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
2 Samuel
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — ORAÇÃO PELA FAMÍLIA E PELA PÁTRIA (2 Samuel 7.18-29)

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA E PELA PÁTRIA (2 Samuel 7.18-29) Então o rei Davi entrou no tabernáculo, assentou-se diante do Senhor, e orou: “Quem sou eu, ó Soberano Senhor, e o que é a minha família, para que me trouxesses a este ponto? E, como se isso não bastasse para ti, ó Soberano Senhor, também falaste sobre o futuro da família deste teu servo. É assim que procedes com os homens, ó Soberano Senhor? Que mais Davi poderá dizer-te? Tu conheces o teu servo, ó Soberano Senhor. Por amor de tua palavra e de acordo com tua vontade, realizaste este feito grandioso e o revelaste ao teu servo. Quão grande és tu, ó Soberano Senhor! Não há ninguém como tu, nem há outro Deus além de ti, conforme tudo o que sabemos. E quem é como Israel, o teu povo, a única nação da terra que tu, ó Deus, resgataste para dela fazeres um povo para ti mesmo, e assim tornaste o teu nome famoso, realizaste grandes e impressionantes maravilhas ao expulsar nações e seus deuses de diante desta mesma nação que libertaste do Egito? Tu mesmo fizeste de Israel o teu povo particular para sempre, e tu, ó Senhor, te tornaste o seu Deus. Agora, Senhor Deus, confirma para sempre a promessa que fizeste a respeito de teu servo e de sua descendência. Faze conforme prometeste, para que o teu nome seja engrandecido para sempre e os homens digam: ‘O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel!’ E a descendência de teu servo Davi se manterá firme diante de ti. Ó Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, tu mesmo o revelaste a teu servo, quando disseste: ‘Estabelecerei uma dinastia para você’. Por isso o teu servo achou coragem para orar a ti. Ó Soberano Senhor, tu és Deus! Tuas palavras são verdadeiras, e tu fizeste essa boa promessa a teu servo. Agora, por tua bondade, abençoa a família de teu servo, para que ela continue para sempre na tua presença. Tu, ó Soberano Senhor, o prometeste! E, abençoada por ti, bendita será para sempre a família de teu servo”. Orar é nos assentarmos diante de Deus, para falar e ouvir. Ora quem reconhece a soberania de Deus. Um dos primeiros alvos de nossa oração deve ser a nossa família. Se Deus não a abençoar, nós não a abençoaremos, por nos faltar poder. Devemos orar também por nossa pátria, o lugar onde nascemos e aprendemos amar, sabendo que o bem dela é o nosso bem. Na verdade, orar por nossa familia e orar por nossa pátria é orar por nós mesmos. Deus ouve. (Israel Belo de Azevedo)

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Israel Belo de Azevedo março 7, 2011
1 Samuel
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO CUJA RESPOSTA FOI DESAGRADÁVEL (1Samuel 23.10-12)

A ORAÇÃO CUJA RESPOSTA FOI DESAGRADÁVEL (1Samuel 23.10-12) Então orou: — Ó Senhor, Deus de Israel, este teu servo ouviu claramente que Saul planeja vir a Queila e destruir a cidade por minha causa. Será que os cidadãos de Queila me entregarão a ele? Saul virá de fato, conforme teu servo ouviu? Ó Senhor, Deus de Israel, responde-me. E o Senhor lhe disse: — Ele virá. E Davi, novamente, perguntou: — Será que os cidadãos de Queila entregarão a mim e a meus soldados a Saul? E o Senhor respondeu: — Entregarão. Davi orou em busca de uma resposta, como faz todo aquele ora. Diante da resposta desagradável à sua primeira pergunta, fez uma segunda. A resposta foi novamente desagradável e teve que fugir para não morrer. Davi não queria impor sua vontade a Deus. Davi não apelou para o seu currículo espiritual, “melhor” que o de Saul. Davi não pediu sequer misericórdia. Só queria saber como agir. Nem sempre a resposta de Deus nos  agrada. Mas deveria, porque a vontade de Deus é sempre agradável.

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Israel Belo de Azevedo março 3, 2011
1 Samuel
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO DA OBJETIVIDADE (1Samuel 14.41)

A ORAÇÃO DA OBJETIVIDADE (1Samuel 14.41) E Saul orou ao Senhor, ao Deus de Israel: — Dá-me a resposta certa. A sorte caiu em Jônatas e Saul, e os soldados saíram livres. Saul não tinha muitos méritos, mas o Deus a quem orou tem todos os méritos. Saul teve o mérito de orar com objetividade. Não ficou dando voltas. Foi direto ao assunto. Buscou logo a solução para o seu problema. E Deus respondeu. Deus responde. (Israel Belo de Azevedo)

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Israel Belo de Azevedo março 2, 2011
Salmos
Israel Belo de Azevedo

Salmo 112: POR UMA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE (José Maurício Cunha do Amaral)

POR UMA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE (Salmo 112)   Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!    Seus descendentes serão poderosos na terra, serão uma geração abençoada, de homens íntegros.   Grande riqueza há em sua casa, e a sua justiça dura para sempre.    A luz raia nas trevas para o íntegro, para quem é misericordioso, compassivo e justo.   Feliz é o homem que empresta com generosidade e que com honestidade conduz os seus negócios.    O justo jamais será abalado; para sempre se lembrarão dele.  Não temerá más notícias; seu coração está firme, confiante no Senhor.  O seu coração está seguro e nada temerá. No final, verá a derrota dos seus adversários.   Reparte generosamente com os pobres; a sua justiça dura para sempre; seu poder será exaltado em honra.  O ímpio o vê e fica irado, range os dentes e definha. O desejo dos ímpios se frustrará.    INTRODUÇÃO   A nossa igreja é uma igreja próspera. Ao longo dos setenta e cinco anos de sua existência, a Igreja Batista Itacuruçá tem demonstrado isto. Mas não aconteceu por acaso. Hoje, quando comemoramos nosso Jubileu de Brilhante estamos também escrevendo parte da sua história, e não podemos deixar de olhar para o passado e sermos gratos aos pioneiros que plantaram a semente que hoje estamos colhendo. Foi pensando nisso que gostaria de compartilhar sobre um tema que tem me levado a refletir sobre a importância de formularmos uma teologia bíblica da prosperidade. Prosperidade que tem sido uma referência, uma marca registrada na vida da nossa igreja.  E todos nós formulamos a nossa própria teologia quando lemos a Bíblia ou tratamos de algum tema teológico. Não é minha intenção aqui discutir até que ponto, este ou aquele conceito está correto, em relação à chamada teologia da prosperidade, até porque, somos livres para formular nossos próprios conceitos e defendê-los.  Também não é minha intenção criar mais polêmica em torno do assunto, pois o tema por si só já é bastante polêmico. Na verdade, minha intenção é  compartilhar com você alguns questionamentos que me faço a respeito do assunto que talvez sejam os mesmos que você tem feito a esse respeito.  Mas confesso, muito me incomoda ouvir constantemente declarações de alguns líderes desse segmento, afirmando categoricamente, que se uma pessoa é de fato abençoada, a sua vida demonstra isso através dos bens materiais que ela possui. Para muitos, bênção virou sinônimo de prosperidade. E se essa pessoa ainda não alcançou a prosperidade que tanto almeja, segundo estes, ela precisa afastar da sua vida algum tipo de maldição que está impedindo que Deus libere sobre a sua vida as bênçãos materiais.     Hoje, mais do que nunca, a Igreja chamada Evangélica no Brasil tem sido desafiada a adotar uma teologia da prosperidade como solução para  todos os seus problemas. A pergunta que me faço é a seguinte: até que ponto eu tenho conseguido lidar com esse assunto, sem deixar que uma visão equivocada me desvie dos propósitos de Deus?  O salmista pode nos ajudar através do Salmo 112, apresentando-nos um caminho que nos leva a compreender melhor o que de fato significa ser próspero segundo a Palavra de Deus.    1. O HOMEM PRÓSPERO É AQUELE QUE COMPREENDE OS PROPÓSITOS DE DEUS PARA A SUA VIDA   Em todo este salmo, prevalece a idéia de que o homem justo é aquele que se parece com Deus. O salmista nos diz no verso 4: "A luz raia nas trevas para o íntegro, para quem é misericordioso, compassivo e justo". O salmista nos diz ainda no Salmo 1: "Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores (verso 1). Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o o caminho dos ímpios perecerá" (verso 6).   No conceito judaico, o "justo" é aquele que cumpre os preceitos da Lei de Deus. Ser justo, é ser íntegro. Mas como este justo é abençoado? Talvez esta seja a primeira indagação que precisamos nos fazer.  Deus é magnificente, é soberano, é o criador de todas as coisas: "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam" (Salmo 24.1). A Bíblia nos diz que todas as coisas pertencem ao Senhor. A Bíblia nos revela também que na história do povo de Deus muitos homens e mulheres foram prósperos e possuíram muitas riquezas.   Temos o exemplo de Abraão. Quando Deus o comissionou  para ser "pai de muitas nações",  lhe deixou uma ordenança: "De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. SÊ TU UMA BÊNÇÃO!" (Gênesis 12.2). Deus disse a Abraão que ele seria abençoado, mas que deveria também ser abençoador. A verdadeira prosperidade é aquela que me faz compreender que Deus firmou propósitos para minha vida para que eu não somente seja abençoado, mas para que também, abençoe a outras pessoas através da minha vida. Talvez este seja o nosso grande problema. A todo instante ouvimos frases de efeito dizendo, por exemplo: "reivindique a Deus a sua  bênção!", "tome posse das bênçãos que Deus já reservou para você!", como se Deus tivesse a obrigação de nos abençoar. Ele abençoa a quem quer, e da forma como quer. Jesus deixa muito claro a sua visão em relação às bênçãos materiais: "Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas" (Mt. 6.33). A prioridade é o Reino de Deus. As bênçãos virão em consequência disso.    2.  O HOMEM PRÓSPERO É AQUELE QUE VIVE PARA O LOUVOR DA GLÓRIA DE DEUS   Em todo o salmo vemos que a tônica são as bênçãos de Deus que se manifestam na vida deste homem que teme ao Senhor como resultado do compromisso de alguém que vive para agradar a Deus. Por essa razão, a sua vida é

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Israel Belo de Azevedo março 1, 2011
1 Samuel
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO DE UMA MULHER FELIZ (1 Samuel 2.1-11)

A ORAÇÃO DE UMA MULHER FELIZ 1 Samuel 2-1:11   Então Ana orou assim: "Meu coração exulta no Senhor; no Senhor minha força é exaltada.   Minha boca se exalta sobre os meus inimigos, pois me alegro em tua libertação. Não há ninguém santo como o Senhor; não há outro além de ti; não há rocha alguma como o nosso Deus.   Não falem tão orgulhosamente, nem saia de suas bocas tal arrogância, pois o Senhor é Deus sábio; é ele quem julga os atos dos homens.   O arco dos fortes é quebrado, mas os fracos são revestidos de força.  Os que tinham muito, agora trabalham por comida, mas os que estavam famintos, agora não passam fome. A que era estéril deu à luz sete filhos, mas a que tinha muitos filhos ficou sem vigor.   O Senhor mata e preserva a vida; ele faz descer à sepultura e dela resgata.  O Senhor é quem dá pobreza e riqueza; ele humilha e exalta.  Levanta do pó o necessitado e do monte de cinzas ergue o pobre; ele os faz sentar-se com príncipes e lhes dá lugar de honra. Pois os alicerces da terra são do Senhor; sobre eles estabeleceu o mundo.  Ele guardará os pés dos seus santos, mas os ímpios serão silenciados nas trevas, pois não é pela força que o homem prevalece.  Aqueles que se opõem ao Senhor serão despedaçados. Ele trovejará do céu contra eles; o Senhor julgará até os confins da terra. Ele dará poder a seu rei  e exaltará a força do seu ungido.   Esta segunda oração de Ana (a primeira está em 1Samuel 1.10-11) mostra um estado de espírito completamente diferente daquele demonstrado por ela ao ponto de o sacerdote imaginar que estivesse embriagada. Esta é uma oração de alguém que sabe a origem de sua vitória: O “Senhor dos quebrantados”. Ana não se regozijava pela bênção alcançada. Ela se regozijava  no Senhor  da benção. (Amurabe Farel)

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Israel Belo de Azevedo março 1, 2011
Juízes
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO QUE NÃO DEVERIA TER SIDO FEITA (Juízes 16.28)

A ORAÇÃO QUE NÃO DEVERIA TER SIDO FEITA (Juízes 16.28)  E Sansão orou ao Senhor: “Ó Soberano Senhor, lembra-te de mim! Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças, mais uma vez, e faze com que eu me vingue dos filisteus por causa dos meus dois olhos!”  Deus respondeu a oração de Sansão. E Sansão perdeu a vida. Quando perdeu a vida, salvou o seu povo da escravidão. Sua vida não é para ser imitada. Sua fé, entanto, é um exemplo. ISRAEL BELO DE AZEVEDO

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 26, 2011
Juízes
Israel Belo de Azevedo

ORAÇÕES DA BÍBLIA — A ORAÇÃO QUE UM PAI DEVE FAZER POR SEU FILHO (Juízes 13.8)

A ORAÇÃO QUE UM PAI DEVE FAZER POR SEU FILHO Então Manoá orou ao Senhor: “Senhor, eu te imploro que o homem de Deus que enviaste volte para nos instruir sobre o que fazer com o menino que vai nascer”.  (Juízes 13.8) Assim devem orar os pais pelos filhos. Quando lemos os gestos de Manoá para com o seu filho Sansão, encontramos um homem que levava Deus a sério. Seu amor pelo filho levava-a orar permanentemente ao Pai. Quando lemos os gestos de Sansão, ficamos com a impressão que as orações do seu pai nada adiantaram. Sansão se afundou. No entanto, terminou seu dias como herói. Seu nome está na galeria de heróis da fé. Ele também orou (Juízes 16) e foi ouvido. (ISRAEL BELO DE AZEVEDO)

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 24, 2011
Jeremias
Israel Belo de Azevedo

Jeremias 2.13 — ONDE ESTÃO AS NOSSAS FONTES?

  Um salmista define com clareza como deve ser o nosso relacionamento com Deus: "Pois em ti [oh Deus] está a fonte da vida; graças à tua luz, vemos a luz" (Salmo 36:9) Sem dúvida, concordamos, mas é mesmo Deus a fonte da alegria da nossa vida? Jeremias foi duro com a sua gente, quando disse:   "O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água". (Jeremias 2.13)   "Oh Senhor, Esperança de Israel, todos os que te abandonarem sofrerão vergonha; aqueles que se desviarem de ti terão os seus nomes escritos no pó, pois abandonaram o Senhor, a fonte de água viva". (Jeremias 17.13)   Cada um de nós precisa se perguntar sobre o que ou quem é a fonte da sua vida. Não é tarefa fácil responder a esta pergunta. Nossa primeira tendência é dizer que Deus é a fonte de nossa vida. Precisamos saber que há varias fontes que querem nos dessedentar. Precisamos saber que quem bebe delas tem o seu nome escrito no pó (Jeremias 17.3).   1. Autonomias À primeira fonte o profeta Jeremias chama de "cisternas próprias" (Jeremias 2.13). Nós as cavamos quando seguimos o nosso próprio pensamento, elaborando a nossa própria ética e até nossa própria religião. As cisternas próprias são cisternas rachadas. Entre tantas cisternas rachadas, podemos mencionar duas. Em nossa autonomia (literalmente, lei própria, autorregulação), podemos beber de nossa própria sabedoria. Como podemos ser sábios aos nossos próprios olhos, como nos adverte o apóstolo Paulo ("Não sejam sábios aos seus próprios olhos" — Romanos 12.16b) Quando somos apresentados a um tema ou a um problema, somos tentados a buscar em nós mesmos a resposta ou a solução. Nossa sabedoria é pretensamente o resultado de uma avaliação racional das hipóteses para um problema. Temos a capacidade de pensar e, pensando, alçamos nosso pensamento à condição de senhora, a quem entronizamos. Tendemos a pensar que a razão é livre e que o que ela conclui é sempre o certo. Podemos, então, nos guiar com segurança por ela. A partir daí, o certo é o que achamos o que é certo. Fazemos o que julgamos ser o melhor. Tornamo-nos nossos próprios pastores. Ouvimos, mas não escutamos. Lemos, mas não damos importância. Vivemos do nosso jeito. Somos impastoreáveis. Decidindo assim, esquecemos que nossa razão, por mais livre que seja, é influenciada por aquilo que nos ensinam, através de livros, músicas, filmes e cursos. Esquecemos também que o pecado atinge nossa razão e limita e sua liberdade. Nossa sabedoria é cisterna rachada.   Em nossa autonomia, podemos beber de nossas próprias experiências. Nossas experiências acabam sendo transformadas em um "gabarito". Tudo o que ouvimos, passamos pelo nosso gabarito. Tudo o que vemos, passamos por nosso gabarito.  O que há de errado com o nosso gabarito? O nosso "gabarito" é o "nosso" gabarito; devia servir só para nós mesmos, não para os outros. O nosso gabarito nos leva a julgar os outros. É o nosso gabarito que nos faz falar mal dos outros. Há ainda um outro problema. Imaginemos que as experiências ruins venham sendo transformadas em experiências amargas. Se isto acontece, a vida passa a ser pensada amargamente. Ninguém presta. Nada vale a pena.  Nossas experiências são cisternas rachadas.   2. Hieronomias Há um outro tipo de cisterna rachada. É feita de hieronomias (leis sagradas, literalmente), que nos leva a seguir outras vozes, que tomamos como sendo necessariamente vindas de Deus. Quando temos uma decisão a tomar, quantas vezes desejamos que, durante a noite, Deus nos revele a sua vontade por meio de um sonho bem claro. Algumas pessoas fazem desses sonhos o modo de Deus lhes falar. Lembremos que os sonhos reveladores da vontade de Deus acontecem; nós os temos na Bíblia. Deus falava a José do Egito e a Daniel da Babilônia em sonhos, muitas vezes, mas não apenas através de sonhos. O mesmo ocorreu com Gideão e com Salomão, por meio de quem Deus falou uma única vez (Juízes 7.15 e 1Reis 3.15). No Novo Testamento, os sonhos fazem parte do anuncio do nascimento e da infância de Jesus, mas não são parte integrante do seu ministério. Por ocasião do seu julgamento, quem sonha com Ele tem, na verdade, um pesadelo, como acontece com a esposa de Pilatos (Mateus 27.19). A Bíblia nos orienta a sermos críticos dos sonhadores. No Pentateuco, aprendemos: “Se aparecer entre vocês um profeta ou alguém que faz predições por meio de sonhos e lhes anunciar um sinal miraculoso ou um prodígio, e se o sinal ou prodígio de que ele falou acontecer, e ele disser: ‘Vamos seguir outros deuses que vocês não conhecem e vamos adora-los’, não dêem ouvidos às palavras daquele profeta ou sonhador. O Senhor, o seu Deus, está pondo vocês à prova para ver se o amam de todo o coração e de toda a alma. Sigam somente o Senhor, o seu Deus, e temam a ele somente. Cumpram os seus mandamentos e obedeçam-lhe; sirvam-no e apeguem-se a ele. (Deuteronômio 13.1-4) Não precisamos de sonhos: temos os mandamentos de Deus.  Jeremias é muito crítico. Narra ele: “Ouvi o que dizem os profetas, que profetizam mentiras em meu nome, dizendo: ‘Tive um sonho! Tive um sonho!’ Até quando os profetas continuarão a profetizar mentiras e as ilusões de suas próprias mentes? Eles imaginam que os sonhos que contam uns aos outros farão o povo esquecer o meu nome, assim como os seus antepassados esqueceram o meu nome por causa de Baal. O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?”, pergunta o Senhor. (…) "Sim, estou contra os que profetizam sonhos falsos”, declara o Senhor. “Eles os relatam e com as suas mentiras irresponsáveis desviam o meu povo. Eu não os enviei nem os autorizei; e eles não trazem benefício algum a

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 13, 2011
Romanos
Israel Belo de Azevedo

Romanos 8.28: DEUS INTERVÉM, MAS, ÀS VEZES, NÃO INTERVÉM

    Um caminhão tomba na curva. O experiente motorista morre, deixando desoladas dezenas de pessoas. As chuvas, numa região, caem e suas lamas levam casas e corpos, campos e cidades. Uma criança, esperada por seus pais com uma bênção de Deus para suas vidas, nasce com uma doença que a incapacita para uma existência da imaginada, em parques, escolas e atividades profissionais. Os que não tem fé atribuem tudo as leis naturais ou ao acaso. Os que têm fé atribuem tudo à vontade de Deus ou simplesmente se perguntam por que Deus não evitou esses desdobramentos desagradáveis e dolorosos. Por que Deus não interveio? Há situações nas quais Deus intervém e realiza o que chamamos de milagre. Há situações nas quais Deus não intervém ou aparentemente não intervém.   Talvez nos ajude superar a dificuldade considerar o sentido de "vontade de Deus" no Novo Testamento, que usa duas palavras: "boule" (que aparece 18 vezes) e "thelema" (mencionada 62 vezes, 7 das quais em Efésios). (A distinção, aqui assumida, está em SPROUL, R.C. Can I know God’s will? Orlando: Ligonier Ministries, 1999. 58p.)   A VONTADE DETERMINATIVA Consideremos a primeira palavra. "Boule" é a vontade determinativa (ou decisória) de Deus e pode ser traduzida também como "plano de Deus" ou "decisão", como em Atos 2.23 ("Este homem lhes foi entregue por propósito determinado ["boule"] e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz"), Atos 4.28 ("Fizeram o que o teu poder e a tua vontade ["boule"] haviam decidido de antemão que acontecesse") e em Tiago 1.18 ("Por Sua decisão ["boule"] Ele nos gerou pela palavra da verdade, a fim de sermos como que os primeiros frutos de tudo o que Ele criou"), entre outros.  Esta vontade de Deus é pré-determinada e inflexível. Vem de uma decisão de Deus e é inalterável. Vem da soberania de Deus, que diz "haja luz" e, sem discussão, a luz passa a existir (Gênesis 1.3). Assim, Deus determinou que Jesus Cristo nasceria de uma virgem, descendendo de Abraão. Deus determinou que Jesus Cristo seria crucificado, morto, sepultado e ressuscitado, como parte do plano divino para a redenção da humanidade. Deus determinou que, através de Jesus Cristo, Deus redimiria a todos os que aceitassem seu oferecimento de graça. Deus determinou que, no final dos tempos, Jesus voltará para buscar a Sua igreja. (TISDALE, W.P.. ed. The Will of God.) Ilustremos ainda com o caso de Judas. Deus pré-determinou que Jesus Cristo morreria na cruz, para perdoar os nossos pecados. Mas quem crucificou Seu Filho foram pessoas, que agiram livremente. Judas foi chamado "filho da perdição", não porque Deus o determinasse. O que Deus determinou é que Jesus seria crucificado, o que implicou em uma traição, um julgamento injusto e uma execução. Todos que agiram nesse caso agiram por livre escolha, depois de tentados por Satanás, cuja orientação aceitaram. Ao procederem assim, fizeram (inclusive Satanás) com o que a vontade determinativa de Deus se realizasse. Então, quando Deus decreta algo, nada pode evitar que Sua decisão se torne uma realidade. Cabe ao ser humano escolher, responder e agir, porque Deus realiza Sua vontade através de escolhas reais de pessoas que desejam, pensam e agem.    VONTADE DIRETIVA — Essa vontade determinativa é, por vezes, diretiva, através da qual Deus guia as nossas vidas. Ele lança mão de nós para que Sua vontade determinativa se cumpra. Foi Sua vontade determinativa, por exemplo, salvar o Eunuco etíope. Para realizar esta vontade, Ele enviou o evangelista Filipe ao seu encontro (Atos 8.26). Se nós dissermos "não", Ele inspirará a outra pessoa ou mesmo as pedras (Lucas 19.40). Ele fez o mesmo com Ananias, a quem enviou para discipular o recém-convertido Saulo (Atos 9.15).  Somos, portanto, chamados para fazer a obra de Deus e este chamado pode ser geral, a partir dos ensinos da Palavra de Deus, ou específico, através de uma instrução particular, modo modo cotidiano (uma visão da necessidade) ou miraculoso (um sopro do Espírito Santo em nossos corações).   VONTADE IMPLÍCITA — Podemos acrescentar outra dimensão desta vontade determinativa. É a vontade implícita de Deus. Ela se dá nas leis naturais. Deus decidiu que o mundo (logo, as nossas vidas) seria governado por leis, leis morais (sei que não posso matar ou mentir, certo que matar ou mentir tem conseqüências para a minha vida e as vidas dos outros) e leis naturais, conhecidas pelas ciências. Podemos dizer que essas leis põem em prática a vontade determinativa de Deus. Se construo em cima de um vulcão ou sobre um aterro sanitário, é da vontade de Deus que um dia esse vulcão cuspa fogo ou que a chuva leve o lixo e tudo o que estiver sobre ele. É da vontade de Deus porque esta vontade foi desenvolvida em forma uma lei natural. É da vontade de Deus que eu cuide dos meus dentes. Se eu não cuidar, virão as caries e talvez a dor. Assim como é da vontade determinativa de Deus que eu cuide dos meus dentes, é da vontade determinativa dEle que as caries venham. O cuidado e as conseqüências da falta de cuidado são duas faces de uma mesma moeda. Uma dor de dente vem da vontade indireta de Deus (ao deixar uma lei sobre o funcionamento da vida e uma instrução sobre o meu cuidado com os dentes) e da vontade direta do homem (que desobedeceu, mesmo quando era criancinha e não tinha noção das conseqüências).   VONTADE PRESCRITIVA Tratemos agora do segundo tipo de vontade de Deus.  "Thelema" é a vontade prescritiva de Deus. Trata-se do desejo de Deus para o ser humano, como na oração do "Pai nosso": Seja feita a tua vontade (Mateus 6.10). É da vontade de Deus que todos vivamos de modo justo. Por isto Ele deixa Suas instruções na Bíblia. Nela Ele nos lega o que é justo e certo para a vida individual e coletiva. Somos chamados a viver segundo estas regras. Uma reportagem mostra, por exemplo, que o

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Israel Belo de Azevedo janeiro 29, 2011
Romanos
Israel Belo de Azevedo

QUE DIREMOS, POIS? (Diante das tragédias na região serrana do Rio de Janeiro)

À luz da Bíblia, as informações sobre catástrofes que matam pessoas devem gerar em nós sentimentos e atitudes. Não temos como ficar indiferentes diante de histórias tão tristes, ouvindo relatos dramáticos ou vendo cenas de destruição. Nós nos sentimos pequenos, mas precisamos ir além. Precisamos pensar e amar, agindo. Entre tantos pensamentos que afloram, quero sugerir alguns, depois de ler Romanos 8.31-38: Que diremos, pois, diante dessas coisas?  Se Deus é por nós, quem será contra nós?  Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?  Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.  Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós.  Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?  Como está escrito:"Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro".  Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.  Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.    1. PROFUNDIDADE TEOLÓGICA Precisamos ir além das repetições sobre Deus.  A Bíblia nos fala de um Deus onipotente, onipresente e benevolente. No entanto, quando centenas de vidas vão junto com as águas, desfila diante de nós um Deus impotente, ausente e indiferente. As tragédias confirmam o ateísmo dos ateus e agnósticos. Ao mesmo tempo, as tragédias são um desafio aos crentes em Deus. O primeiro desafio é teológico: como confiar em Deus como Senhor, se a natureza parece ter leis próprias e irremovíveis. Mais existencialmente, a questão é: como crer num Deus que intervém se, neste caso, parece, ele tem interveio?  O segundo desafio é kerigmático: como falar de Deus, se a natureza parece senhora, com suas leis surdas e cegas? Temos que responder nossas perguntas (como: por que Deus não interveio, evitando as mortes?) e as perguntas dos outros (como: Deus é impotente?) Esta é uma hora para revisarmos nossos conceitos teológicos, muitas repetidos, repetidos, repetidos. O que aprendemos sobre Deus é essencial, mas o que aprendemos precisa se tornar nosso, para que nos ajude na hora da tragédia.  No contexto das tragédias naturais, muitos preferem simplificar, atribuindo as mortes à vontade de Deus. O fatalismo não é uma idéia que venha da Bíblia. O Deus revelado na Bíblia não nos pede para que aceitemos as coisas ruins da vida. A Bíblia, no entanto, nos lembra que coisas ruins acontecem a todos, sejam pessoas boas, sejam pessoas ruins. A existência de acontecimentos dolorosos deve ser vista como uma realidade, às vezes, inevitável, o que é muito diferente do conformismo. O acontecimento ruim é um acontecimento ruim. Não é para ser aceito como bom. A Bíblia nos capacita a ter uma atitude, diante de acontecimentos trágicos, que não é o conformismo, mas o realismo: que faremos diante dos fatos avassaladores? Deixarmo-nos derrotar ou ser mais que vencedores? Um conceito sobre Deus apenas repetido não nos serve quando ele é efetivamente necessário. A teologia de Jó, por exemplo, ruiu quando os pilares da sua vida (a saúde e a riqueza) ruíram. No meio do redemoinho, a teologia de Jó deixou de ser uma repetição, para ser uma convicção baseada na razão e na experiência, o que o levou a confessar: "Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram" (Jó 42.5).  Precisamos reafirmar nossa crença na soberania de Deus, mesmo tremendo diante da avalanche de terra sobre as vidas. Deus intervém — esta é uma afirmativa de fé –, embora não saibamos porque não interveio nesse tão necessário momento. Na verdade, sabemos mais quando Ele não intervém e menos quando ele intervém. Quantos morreram porque Deus não interveio? Quantos não morreram porque Deus interveio?  Esta é uma hora para exercitarmos nossa humildade, reconhecendo corajosamente que não temos todas as respostas. A grande descoberta de Jó, diferentemente dos seus amigos que não descobriram nada, foi que o seu sofrimento não teve causa. Aconteceu. Tendo acontecido, como deveria agir — eis a verdadeira questão. Esta é uma hora para fortalecermos a nossa fé, rogando a Deus que nos dê a capacidade de confiar que nem a morte nos separa do seu amor.   2. SOLIDARIEDADE Precisamos de manifestar nossa solidariedade para com as vítimas. Ser solidário é fazer o que pudermos fazer pelo outro, seja próximo ou esteja distante. Ser solidário é receber a notícia da morte do próximo como algo que nos nos diminui (conforme a expressão de John Donne). O contrário é a indiferença, que é uma forma de crueldade. Dou um triste exemplo real: um carreteiro que transportava bois tombou numa rodovia no Pará. Enquanto seu corpo jazia entre as ferragens, as pessoas saqueavam a carreta, retalhando os animais e carregando nas costas. Um disse: "Tive sorte. Peguei um boi inteiro". Um motorista morto era menos importante que um boi que se podia comer. O contrário da crueldade é a solidariedade. No caso da região serrana do Rio (em janeiro de 2011), um medico da capital fechou o seu consultório e foi para a região afetada ajudar as vitimas. Na solidariedade, Deus é o nosso modelo. Quando lemos os Evangelhos, nós vemos Jesus chorando. Numa delas, "quando se aproximou e viu a cidade, Jesus chorou sobre ela" (Lucas 19.41). Todo o percurso de Deus entre nós é uma longa história de solidariedade. Jesus não só chorou por nós, mas se fez igual a nós, experimentando as nossas dores completamente.   3. GENEROSIDADE Precisamos revisar nosso estilo de vida, não apenas nas tragédias, mas a partir delas. Generoso é quem

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Israel Belo de Azevedo janeiro 15, 2011
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