Ir para o conteúdo
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Mateus 3.8-12 — A DIMENSÃO UNIVERSAL DO EVANGELHO

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 3.8-12 — A DIMENSÃO UNIVERSAL DO EVANGELHO A pregação do evangelho exige muita perspicácia por parte do pregador em face do grupo a que se destina. Aquele que vai anunciar a Palavra de Deus tem que ter em alta conta a melhor compreensão da “clientela” que vai atingir com sua mensagem, de forma a melhor expô-la para a salvação daqueles que a ouvem. Existem ambientes onde ela deve entrar com alguma sutileza para não espantar os ouvintes, enquanto, em outros, ela deve ser exposta de forma a causar algum impacto, pois, do contrário, se perderá no vazio. João, parece-nos, tinha noção exata desta técnica. O momento religioso e moral que se vivia em Jerusalém era de distanciamento da vida santa por parte do povo, de vícios de religiosidade por parte dos sacerdotes e de desvios morais por parte dos membros da corte, onde o próprio rei seria acusado por ele. Assim, não havia como contemporizar. A mensagem tinha que ser forte, eivada de autoridade moral e espiritual, e objetiva na crítica aos fatos que estavam ocorrendo. Como se diz na gíria, o pregador tinha que “bater forte”, para que as pessoas acordassem para o problema e saíssem da letargia em que se encontravam: “e não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.” Mt 3.9 Sim, porque aquele povo tinha sempre como justificativa ou prerrogativa de sua segurança e salvação, o fato de se considerarem filhos de Abraão, o que para eles era como um salvo-conduto diante de Deus. Daí, a palavra tão dura de João para eles: não se vangloriem com isto, não! Primeiro porque vocês não estão vivendo em acordo com tal bênção e, segundo, porque isto não é privilégio de vocês, não! O Senhor Deus vai suscitar “outros filhos de Abraão”, até mesmo dentre “estas pedras”, numa alusão de que, mesmo o coração mais empedernido, gentio, iníquo, poderia ser salvo pelo sangue de Cristo, sendo por isso mesmo considerado também como filho de Abraão. Nesta palavra de João, temos uma primeira indicação neotestamentária da dimensão universal do evangelho de Cristo. Senhor, faze com que eu tenha a sensibilidade para saber como falar do evangelho àqueles que estão ao meu redor

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 21, 2009

Mateus 3.1-7 — A PREGAÇÃO DE JOÃO BATISTA

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 3.1-7 — A PREGAÇÃO DE JOÃO BATISTA Mateus, como os demais evangelistas, silencia sobre o intervalo de vida do Senhor Jesus, compreendido entre sua infância até aos 30 anos. A não ser Lucas, que narra o episódio da ida ao templo com seus pais, aos 12 anos de idade, numa das festas dos judeus, nada mais sabemos sobre o que decorreu em todo este tempo, de pelo menos 18 anos. Podemos supor que, sendo ele, Jesus, ser humano, mas também divino, como o vemos declarar no encontro que teve com os doutores no templo, esse tempo foi todo de preparo íntimo e pessoal dele para a obra que estaria por realizar e que iniciaria no momento aprazado pelo Senhor Deus desde o princípio do mundo. Este tempo completou-se com a chegada de João, primo de Jesus, pouco mais velho do que ele, sendo então o precursor, o porta-voz, o anunciador das boas-novas para o mundo. Enquanto de Cristo nada se sabe nesse tempo de sua infância e juventude, de João também pouco se sabe, a não ser aquilo que os estudiosos deduzem de sua pregação. Ele deve ter passado boa parte de sua vida entre os essênios, grupo asceta e tradicionalista do judaismo, que, não contente com os desvios que percebia na religião oficial presente no templo em Jerusalém, teria saído da cidade e, indo para a região ao sul da capital da província, junto ao Mar Morto, o chamado deserto da Judéia, ali se radicara, acolhendo muitos simpatizantes. Pregavam a mudança de vida, o afastamento das coisas materiais, a santidade no procedimento, tendo o batismo dos novos acólitos como a evidência da conversão. Nessa região, identificada hoje como a de Qunram, é que foram descobertos os célebres “manuscritos do Mar Morto”, relíquias deixadas pelos essênios em esconderijos nas cavernas da região. A finalidade disto era para preservar os textos sagrados da fúria romana, que nos anos 70, depois de destruir Jerusalém, chega a Masada, bem próximo dali, para destroçar o último reduto dos rebeldes judeus. É dali que: “Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia.” Mt 3.1 Interessante que ele foi pregar no deserto. Não foi para a cidade ao encontro das pessoas. As pessoas é que iam ao deserto ouvi-lo. O poder de sua palavra e a unção com que falava vai abrir o caminho para Cristo. Senhor, que eu tenha o que dizer aos que estão ao meu redor. Que o meu testemunho atraia os meus amigos para Cristo.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 21, 2009

Mateus 2.19-23 — A MUDANÇA QUE CRISTO TRAZ

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 2.19-23 — A MUDANÇA QUE CRISTO TRAZ Nos dias de hoje, vez por outra, somos informados de conversões maravilhosas de pessoas que, vivendo no pecado, têm suas vidas mudadas para melhor de forma completa, pelo encontro com Jesus. Depois do exemplo de Paulo na Bíblia, que por isso mesmo é o autor do texto que diz que “aquele que crê em Cristo é uma nova criatura; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”, muitas outras passaram pela mesma experiência. No passado foi assim, hoje ainda está acontecendo, e, por certo, muitos ainda passarão por isto, enquanto este mundo for mundo. Jesus, porém, já fazia isto, mesmo antes de iniciar o seu ministério. Sim, mesmo quando criança, infante ainda, Jesus já mudava a forma de agir e pensar de seu pai, José: “… mas avisado em sonho por divina revelação, retirou-se para as regiões da Galiléia, e foi habitar numa cidade chamada Nazaré.” Mt 2.22b,23a Sem dúvida, José devia ter seus planos como chefe de família e como profissional. Lembremo-nos de que essa era uma época em que a autoridade paterna era inquestionável. O que o chefe de família judeu resolvesse para si, não importava se para o bem ou para o mal da família, era lei e regra a serem seguidas por todos. Com José, seria assim também, especialmente se fosse alguém com mais idade, como supõem os comentaristas, não sendo um jovem em início de carreira, mas um profissional de experiência em uma das profissões mais valorizadas naqueles tempos. Isto deveria conferir-lhe ainda maior autonomia. Pois bem, não importando nada disto, José se deixa guiar pelo que seria o melhor para o bem-estar de seu filho. Cristo, neném ainda, vai começar a mudar os passos de seu pai, e ele, dócil e discretamente, vai encaminhar sua vida em prol daquilo que seria o melhor para o bem do filho que chegara. Cristo muda a vida daquele que o recebe em seu coração. Foi assim com José, seu pai. Deve ser assim com cada um de nós. Será que estamos permitindo que o Senhor controle e mude o nosso viver? Assim como José? Senhor, que eu seja dócil ao teu comando. Que os meus passos na vida sejam dados em consonância com o teu querer para mim.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 21, 2009

Mateus 2.16-18 — UMA TRISTE BIOGRAFIA

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 2.16-18 — UMA TRISTE BIOGRAFIA “Então Herodes, vendo que fora iludido pelos magos, irou-se grandemente e mandou matar todos os meninos de dois anos para baixo que havia em Belém.”  Mt 2.16a Herodes é um nome de terrível lembrança nos registros bíblicos. Este a que a história do nascimento de Cristo se refere é o primeiro deles, chamado de Herodes, o Grande. Não seria judeu de nascimento, pois era edumeu, ou seja, nascido nas terras de Edom, filho, portanto, da família de Esaú. Tornou-se reconhecido como rei da Judéia, pelos favores que fez a César no domínio da região, sendo, por isso mesmo, efetivado mais tarde por Marco Antônio e depois por Otávio, no trono da Palestina em cerca de 47 a.C. O fato mais notório de sua vida teria sido a reconstrução do templo de Jerusalém (o de Zorobabel, Esdras e Neemias), o que ele fez de forma grandiosa, para agradar a classe sacerdotal, que não o aceitava, pois ele teria eliminado toda a família de Hasmom, descendência dos macabeus, para usurpar o reino. Para a elite religiosa de Jerusalém, um dos descendentes dos hasmoneanos é que deveria reinar sobre os judeus. Sua morte ocorreu pouco depois desse infanticídio. Seu nome vai perpetuar-se através dos filhos pelos quais dividirá o reino após a sua morte: Herodes Arquelau (Judéia e Samária); Herodes Ântipas (Galiléia e Peréia) ao qual João Batista acusará sendo por ele morto; Herodes Filipe (o nordeste da Palestina). Mais tarde surgirão dois outros Herodes, os Agripas: o primeiro, neto do “Grande”, responsável pela morte de Tiago e que é morto de maneira terrível segundo Atos 12.23, e o segundo, seu filho, que é aquele que vai dialogar com Paulo conforme lemos em Atos 25 e 26. Sem dúvida, o fato de maior notoriedade de seu reinado vai ser o morticínio que infligiu às crianças em Belém. Querendo aniquilar aquele que poderia vir a ser o seu sucessor, e não tendo informes seguros sobre quem seria, mas sabendo da profecia sobre Efrata e da ida dos magos para Belém, uma das cidades da região, resolveu concentrar ali a sua ira e medo. Estudiosos comprovam historicamente o fato, havendo até registro do número de crianças mortas: 18 meninos menores de dois anos teriam sido mortos na incursão dos soldados assassinos de Herodes. Triste biografia! Triste história! Triste fim! Senhor, que minha vida seja lembrada por atos bons e positivos, e não por atitudes que não correspondam à vida de um crente.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 21, 2009

Mateus 2.13-15 — UMA FUGA QUE É VITÓRIA

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 2.13-15 — UMA FUGA QUE É VITÓRIA Na estratégia militar existe um capítulo chamado “movimentos retrógrados”. Os comandos militares exercitam com muita cautela essas táticas, pois, militarmente falando, em princípio, todo movimento de tropas para a retaguarda pode ser visto como o mais trágico evento que um comandante de tropa receia, que é a fuga, a deserção, a debandada de seus homens. No entanto, a matéria existe nos compêndios militares, pois tais movimentos podem ser vistos como estratégicos, ou seja, uma retirada de homens deste ou daquele ponto para servir de ponte para um ataque ou contra-ataque mortal ao inimigo, mais adiante. Foi mais ou menos isto que a providência divina fez quando aconselhou ao pai de Jesus Cristo: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito, e ali fica até que eu to fale.” Mt 2.13b Sim, a fuga de agora era a estratégia divina para vencer a Herodes mais tarde. Tirando a família de Cristo do centro dos acontecimentos na Judéia, o Senhor a preservava para que, depois de passado o perigo representado pela sanha assassina do rei, pudessem, José e Maria, com Jesus infante, voltar para Nazaré, exercer ele a sua profissão, e, como toda boa família judia, educar o menino e preparar-se para a chegada dos demais filhos. Não foi, assim, uma fuga derrotista mas, sim, uma fuga de vitória. Os magos deixam a cena do nascimento de Cristo, mas o Senhor continua a conduzir a história da vida de seu Filho. Humanamente, ela corria perigo. Herodes, alertado pelos magos do oriente de que um possível concorrente à sua realeza havia nascido, vai tentar encontrá-lo, por certo, para tirar-lhe a vida. Mas, José, mais uma vez, com sua discrição e sem alarde, vai cumprir a vontade de Deus em sua vida e na vida de Jesus e, com isto, salvá-lo. Temos que ver o exemplo deste José como uma lição para nós. Precisamos ouvir a voz de Deus em nossa vida, de forma que os nossos passos sejam conduzidos por ele, mesmo que seja “fugindo para o Egito”.   Senhor, faze-me receptivo à tua voz. Que a minha vontade se submeta sempre à tua vontade para o meu viver.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 20, 2009

Mateus 7.24-27: FIRMADOS SOBRE A ROCHA

FIRMADOS SOBRE A ROCHA Mateus 7.24-27 e Lucas 6.47-49 A chuva é certa. Os ventos fortes são prováveis. As inundações são possíveis. Quando vem, a chuva é sobre todos. Sobre sãos e sadios. Sobre crentes e incrédulos. Quem está na rua não se molhará, se tiver proteção. Quem estiver em casa não se molhará, se não houver vazamento no teto. Como nossas experiências sabem, junto com a chuva, vêm o ventos, alguns suficientemente fortes para levar casas e prédios enxurradas e rios abaixo. Resistirão as casas firmadas sobre fundamentos fortes. Não parece óbvio tudo isto? Mas nem todos estão preparados para quando a chuva cai. Nem todos têm casas capazes de resistir às pressões, sobretudo as mais fortes. De que estamos falando? De construções ou de vidas? Poderia ser de construções, mas estamos falando de vidas. Quando estamos em casa e chove lá fora, olhamos para a chuva. Quando a chuva chega dentro da casa, nós nos perguntamos por que? Nas construções, as respostas são fáceis, sob a forma de uma telha quebrada ou uma janela mal fechada, por exemplo. Quando falamos de nossas vidas, as respostas não são fáceis e, muitas vezes, simplesmente não as temos. Neste momento, estou sob forte impacto. Em nossa igreja nasceu e cresceu uma menina. Quando eu jovem aqui, ela era adolescente. Ela acabou se mudando para a Holanda, onde formou sua família. Estive com ela e seu esposo em Amsterdam. Eles vieram aqui algumas vezes, onde cultuaram conosco e com seus pais. Há algumas semanas (junho de 2009), ela teve um infarto. Resistiu e voltou para casa. Alguns dias depois, no entanto, Eneida Valéria de Figueiredo Andrade Bliek teve outro infarto, aos 51 anos de idade, e morreu. Nós nos perguntamos por que e não encontramos a resposta, porque simplesmente não há resposta. Perplexos, só nos resta a desolação. Essa é a nossa dor, a dor de amigos e irmãos em Cristo, mas e a dor do seu marido, dos seus filhos, dos seus pais, dos seus irmãos, dos seus tios? Como resistirão ao impacto deste vendaval sobre as casas das suas vidas? Como, numa hora destas, dizer como Jó: “O Senhor nos deu Eneida, o Senhor a levou; louvado seja o nome do Senhor!” (Jo 1:21)? Como, na hora da aflição da perda, cantar como Jó: “Eu sei que o meu Redentor vive e que no fim se levantará sobre a terra!” (Jo 19:25)? A ROCHA DAS PALAVRAS DE CRISTO Nossa saudade diante de uma perda é nossa saudade, mas nossas respostas dependerão de como construímos nossas vidas? Somos aqueles que vamos a Jesus, ouvimos suas palavras e as praticamos? Jesus nos ajuda nesta tarefa, ao usar uma parábola, registrada em Lucas e em Mateus. Lucas (6.48-49) registra os ensinos de Jesus nos seguintes termos: “Eu lhes mostrarei com quem se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica. É como um homem que, ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa”. (Lucas 6.47-49) Mateus conta a mesma parábola, com palavras diferentes, mas as mesmas idéias. “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda”. (Mateus 7.24-27) Quando lemos estas palavras, nós temos que nos perguntar sobre os fundamentos de nossas vidas. Quando nos deparamos com situações de perda, nós temos que olhar os fundamentos sobre os quais estão nossas vidas. Quando nos relacionamos com colegas e amigos, com perspectivas diferentes das nossas, nós temos que olhar os fundamentos sobre os quais estão nossas vidas. Quando freqüentamos escolas, lemos livros, revistas e jornais, ouvimos música, assistimos filmes, com visões convidativamente diferentes das nossas, nós temos que olhar os fundamentos sobre os quais estão nossas vidas. Nós somos convidados a construir nossos projetos, sonhos, relacionamentos, desejos e perspectivas sobre a rocha (com letra minúscula). OUVIR NEM SEMPRE É OUVIR Jesus não nos fala sobre as características desta rocha, porque apenas faz uma comparação, para ilustrar o convite a uma vida atenta à Palavra de Deus. Por causa de nossa natureza, temos dificuldade em ouvir as palavras de Cristo. Ouvir é um verbo que tem duas dimensões: a primeira é fisiológica, tendo a ver com audição; no caso da Palavra de Deus, tem a ver com ler a Bíblia, para ouvir Deus falar.  A segunda dimensão é existencial, tendo a ver com atenção; no caso da Palavra de Deus, tem a ver com levar os ensinos contidos na Bíblia a sério. Vou fazer uma comparação. De vez em quando cruzamos com um pai (ou mãe) levando seu filho pequeno à escola. Estão de mãos dadas. A criança fala sem parar. O pai está ouvindo no plano fisiológico, mas nem sempre o está existencialmente. Se o filho pedisse ao pai que repetisse suas palavras, dificilmente este conseguirá, porque não estava prestando atenção. Ele fazia que ouvia, mas não ouvia de fato. Jesus fala destas pessoas, que fazem que ouvem as suas palavras mas não ouvem. Temo que muitos de nós não ouvimos as palavras de Cristo. Alguns não as ouvimos no primeiro sentido, isto é, não lemos a Bíblia. Outros não as ouvimos no segundo sentido; lemos, mas não somos moldados por

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 18, 2009

2Timóteo 3.14-17: NÓS, PORÉM

NÓS, PORÉM 2Timóteo 3.14-17 OBJETOS DE DESEJO Três objetos de desejo nos empurram para as mais diferentes direções. Abramos os jornais. Aos 22 anos morre um travesti, que ficou famoso por uma confusão envolvendo um jogador de futebol muito conhecido. Morreu de Aids. Um jornal fez manchete anunciando o desespero dos homens que se relacionaram com ele. Homens e mulheres oferecem seus corpos, por dinheiro ou prazer. Homens e mulheres aceitam essas ofertas. Homens e mulheres, no entanto, recusam praticar o sexo fora do contexto do casamento, mesmo havendo amor nos relacionamentos. Por que alguns oferecem e outros buscam sexo? Por que alguns não oferecem, mesmo que seus instintos peçam sexo? Por que alguns, diante da oferta, correm como José do Egito? Eu lhe pergunto: você está preparado para recusar uma oferta de sexo? Se você ceder, você mesmo dirá para você mesmo: o que eu fiz todo mundo faz. Dentro e fora das igrejas, há homens e mulheres que procuram viver de modo limpo. No entanto, dentro e fora das igrejas, há homens e mulheres cujas vidas são lama pura. Um senador, já idoso, com décadas de política, em diferentes cargos na República, é denunciado por usar o cargo para favorecer parentes, pagar despesas pessoais e financiar suas organizações. Rua para ele — seria a conseqüência lógica da flagrância. Mas ele é poderoso. Muita gente, acima e ao lado dele, lhe deve favores. Sua defenestração é vista como ameaça à governabilidade. Tenta-se fazer uma cortina de silêncio, rasgada toda manhã pelas capas dos jornais. Suas respostas batem na mesma nota: nada era do seu conhecimento. Seus defensores, no entanto, acham que o que ele fez não é tão grave assim, porque foi tudo dentro da lei. O que ele fez todo mundo faz. Eu lhe pergunto: você, que tem também sua área de poder; está preparado para se manter íntegro quando vierem oportunidades para tirar proveito indevido do seu poder? Eu lhe pergunto: você está preparado para não fazer, no seu microcosmo, aquilo que condena nos outros? Você jamais tratará um subordinado com desrespeito? Você jamais oferecerá uma “cervejinha” para quem lhe flagrou à margem da lei? Ao crescer no emprego, você garante que não ficará deslumbrado, colocando sua família e sua fé em segundo plano? Dentro e fora das igrejas, há homens e mulheres que entendem que suas vidas têm uma missão: servir. Dentro e fora das igrejas, há homens e mulheres que correm atrás do vento da vaidade. Um homem ganha numa loteria uma fortuna. Dias depois, leva tiros num bar e morre. Anos depois, são condenados os primeiros culpados. Falta julgar o que os organismos judiciários dizem ser a mandante do crime: a esposa do morto. Segundo a acusação, para ficar com todo o dinheiro, decidiu livrar-se do marido e contratou pistoleiros para a execução. Todos, comprovada a denúncia, agiram para receber dinheiro. O tráfico de drogas existe por causa do dinheiro. A corrupção, nas esferas altas e baixas, existe por causa do dinheiro. No entanto, a maioria das pessoas acorda cedo para ganhar o seu dinheiro honestamente. Outros abrem mão de seus ganhos para beneficiar projetos e pessoas pobres. Outros mensalmente entregam dez, onze ou mais por cento do ganham para a sua igreja administrar, por entenderem que devem devolve-lo a Deus, que lhes deu os cem por cento. Por que? Dentro e fora das igrejas, uns controlam o dinheiro e outros são dominados pelo dinheiro. Entre as matérias chocantes do mês (julho de 2009), uma diz respeito a duas moças, que vivem maritalmente, usaram os recursos da tecnologia médica para gerar um filho, que querem registrar, quando nascer, com os nomes delas como pai e mãe. A reportagem conta a história e recolhe apoio. Publicamente todos apóiam, porque todos querem ser politicamente corretos, porque, afinal, ninguém tem a ver com a vida do outro. Este é o valor supremo. A CONTRAMÃO Então, lemos o Novo Testamento e nos deparamos com um estranho conselho: “Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra”. (2Timóteo 3.14-17) O apóstolo se dirige primariamente a um jovem, mentoreado por ele e que enfrentava as propostas dos seus amigos e as sugestões ideológicas e teológicas dos formadores de opinião de seu tempo. Quando zapeamos as páginas da segunda carta a Timóteo, notamos que o rapaz estava sob pressão e Paulo temia que pudesse desanimar. Desanimar é, diante das pressões, desistir ou deixar a vida rolar num tremendo “tanto faz”. È por isto que o apóstolo lhe grita ao ouvido, para desperta-lo: “Torno a lembrar-lhe que mantenha viva a chama do dom de Deus que está em você mediante a imposição das minhas mãos. Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. Portanto, não se envergonhe de testemunhar do Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro dele” (2Timóteo 1.6-8a). (Quando leio “não se envergonhe de mim”, imagino que os amigos de Timóteo deviam criticar-lhe por o seu mentor ser um prisioneiro. Então, eu me lembro daqueles cristãos que só eles sabem que são cristãos, ninguém mais no seu trabalho, ninguém mais na sua escola, ninguém mais nos seus círculos de relacionamento. Há muitos cristãos envergonhados. Recentemente eu fiz um negócio. Tive que me identificar: eu poderia colocar “professor” ou “jornalista” ou “escritor”, mas eu coloquei “pastor”. Depois, pensei: o que vão pensar de mim? Mas eu pensei: meus recursos são de fonte pura, honestamente ganha, transparentemente declarada. Eu sou um pastor e tenho que responder pelos meus atos e não os dos outros. Quando acabamos a transação, eu

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 12, 2009

Mateus 1.18-25 — A PRESENÇA DOS MAGOS

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 1.18-25 — A presença dos magos Este é um dos episódios mais misteriosos citados na narrativa sobre o nascimento de Jesus. Que magos seriam estes?… De onde vieram?… Por que vieram?… Qual o significado da vinda deles?… Quando chegaram?… Por que não obedeceram a Herodes, voltando para dizer onde encontraram o menino?… Enfim, são múltiplas as questões que se levantam a seu respeito, sendo que até recentemente  uma novidade sugerida por um estudioso inglês, envolvido nos trabalhos de antropologia, mas, por certo, em causas feministas também, estaria trazendo a idéia de que os magos poderiam ter sido mulheres. Quanto à existência de magos ou sábios naquela época, a História nos informa da presença, naquelas regiões desde eras mais antigas ainda, de pessoas que se dedicavam ao estudo e à pesquisa das coisas sobrenaturais relacionadas à astrologia. Desde 700 anos antes de Cristo, Zoroastro ou Zaratustra, na Pérsia, já se dedicava a esses estudos tentando interpretar na dinâmica celeste de cada noite sinais ou indicações de fenômenos ou situações que estariam por acontecer. Segundo os entendidos, vêm dessa época as origens dos estudos dos horóscopos, mania que influencia tanta gente nos dias de hoje ainda, ou mesmo do biorritmo humano, que a Ciência moderna procura estudar e conhecer. O fato é que a presença desses magos dá ao nascimento de Cristo uma amplitude mundial. O Messias não veio apenas para os judeus. Já no seu nascimento, sábios do Oriente, portanto, situados a muitos quilômetros de distância, tomaram conhecimento do fato. Este fenômeno foi de tal grandeza que eles deixaram sua pátria e vieram ao encontro de Jesus, para comprovarem a realidade da mensagem interpretada por eles da estrela celeste que brilhou e os guiou até Belém, onde puderam contemplar o menino e ofertar-lhe os tesouros que traziam como homenagem e reconhecimento: "Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo." (Mt 2.2) Sim, a presença dos magos nos ensina algo muito especial: Será que estamos tendo como eles esta diligência em adorar ao nosso Senhor e Salvador?   Senhor, dá-me diariamente o desejo de adorar-te, de cultuar a teu Filho, de reconhecer-te como Senhor de minha vida.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 11, 2009

Mateus 1.18-25 — A DISCRIÇÃO DE JOSÉ

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 1.18-25 — A DISCRIÇÃO DE JOSÉ Alguns personagens da Palavra de Deus são lembrados sempre pelos seus atos maiores ou menores que se destacam na narrativa bíblica. Poucos personagens são lembrados por sua discrição e anonimato. Aliás, esta é a natureza essencial da mídia moderna também: divulgar apenas aquilo que é notícia, boa ou má, para ela não importa. José, o pai humano de Jesus, é um desses personagens que se destaca por sua discrição, modéstia e sensatez. Em nenhum momento o vemos exaltado ou chamando a atenção. Em toda a narração bíblica, ele é visto como alguém submisso, tranqüilo, diligente em silêncio, fazendo a sua parte com dedicação e eficiência. Assim ele procede diante da revelação de que sua esposa, ainda virgem, estava concebida do Espírito Santo; diante da ordem do anjo do Senhor para que ele entendesse que a profecia do Messias se cumpria na sua vida e na vida de sua esposa; na ida para Belém, ao recenseamento ordenado pelas autoridades romanas; na busca por uma estalagem; na recepção aos pastores e magos; na fuga para o Egito, na educação do filho, seu primogênito, Jesus, o Cristo prometido; no exercício de sua profissão em Nazaré. Esta sua característica humilde e discreta está registrada no texto da leitura de hoje, conforme lemos no versículo abaixo: "E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente." (Mt 1.19) A discrição é uma das características mais marcantes do servo de Deus. O evangelho deve impor-nos sempre um procedimento comedido e contido diante da vida. O estardalhaço, o chamar a atenção dos que estão ao redor, o pedir holofotes para a nossa obra não deve ser procedimento do crente. O próprio Senhor Jesus pedia àqueles a quem curava que não divulgassem o fato. José, com sua vida e exemplo, nos ensina esta virtude. Que sejamos discretos em nossa atuação no lar, no trabalho, na igreja, fazendo a nossa parte com discrição e competência, sabendo que o Senhor, que é o Senhor da obra, está vendo isto, e não nos preocupemos com o reconhecimento dos outros.   Senhor, eu te peço que me dês um espírito de humildade tal que, realizando o meu trabalho, não me preocupe em ouvir o aplauso.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 11, 2009

Mateus 1.1-10 — UMA HISTÓRIA PASSADA A LIMPO

COMENTÁRIO BÍBLICO DEVOCIONAL Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR Mateus 1.1-10 — Uma história passada a limpo Mateus, também chamado Levi, segundo a narrativa dos três Evangelhos Sinóticos, é o quinto discípulo a ser chamado pelo Senhor. Só o antecedem as duas duplas de irmãos, Pedro e André, Tiago e João. Em Marcos e Lucas, ele é chamado de Levi, o que leva alguns comentaristas a pensar que era Mateus o nome pelo qual o Senhor Jesus passou a chamá-lo, assim como fez com Simão, a quem passou a chamar de Cefas (Pedro). Para alguns estudiosos, ele foi convocado por Cristo porque seria importante para a pregação do evangelho que os judeus reconhecessem que até um "publicano" poderia ser salvo e participar do ministério da evangelização do mundo. O importante é que, por sua formação e, inclusive, pelo nome (Levi), ele devia ser um judeu com alguma cultura, superior talvez aos seus demais colegas de ministério, o que lhe dava condição de exercer a profissão de funcionário público e o faria capaz de vir a ser o escritor do primeiro evangelho, visando especialmente à comunidade judaica. Ele deve ter escrito o seu Evangelho depois de Marcos, em torno dos anos 70 depois de Cristo. Se Marcos escreveu o seu Evangelho visando especialmente confirmar para os cristãos gentios a vida e a morte de Jesus Cristo, Mateus tem como objetivo confirmar para os judeus a vínda do Filho de Deus ao mundo, o Messias, para o estabelecimento de seu reino entre os homens. A evidência desta intenção dele é o cuidado que tem em narrar, no início de seu livro, a relação direta de Cristo, com Davi e com Abraão. Assim, ele amarrava definitivamente que o Messias tinha ligação tanto com o pai da fé, Abraão, quanto com o pai do reino de Israel, Davi: "Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão" (Mt 1.1). Sua descrição será sucinta, mas clara. Catorze gerações de Abraão a Davi, de Davi ao exílio babilônico, do exílio a Jesus Cristo. Diversas evidências para que o povo de Deus reconhecesse que o Cristo era mesmo o Filho de Deus.   Senhor, que eu leve com o meu testemunho o teu nome aos que não te conhecem, tal como Mateus fez para com o povo judeu.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo julho 11, 2009
Carregar Mais Resultados

Inscreva-se

O site Prazer da Palavra tem o propósito de oferecer recursos para o estudo e a aplicação da Bíblia aos nossos dias.

Facebook-f Twitter Instagram

Loja

  • Livros Digitais
  • Livros Físicos
Menu
  • Livros Digitais
  • Livros Físicos

Prazer da Palavra

Quem Somos

Projetos

Contact

contato@prazerdapalavra.com.br

© 2024 Israel Belo de Azevedo