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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Salmo 127.2: APRENDENDO A CONFIAR

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Salmo 127.1: PARA QUE DEUS CONSTRUA NOSSAS FAMÍLIAS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Romanos 8.31-39: QUE DIREMOS, POIS?

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Romanos 8.1-18: LEMBRANDO A VIDA NO ESPÍRITO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

1Tessalonicences 5.13-25: EM BUSCA DE UM ESTILO DE VIDA

EM BUSCA DE UM ESTILO DE VIDA 1Tessalonicences 5.13-25 Uma atleta brasileira (Natália Falavigna) conquistou o título de campeã mundial de taekwondo. Ainda na cidade onde obtivera a inédita vitória, ela comentou:— Quando voltar ao Brasil, sei que vou precisar treinar ainda mais, porque os meus objetivos agora são o Pan-Americano e os jogos olímpicos.Em outras palavras, no mundo dos esportes não há lugar para descanso.Na vida cristã, temos um constante desafio: ser íntegros. E neste caminho, não há descanso. Descansar é cair. Descansar é retroceder. Descansar é deixar de ser íntegro.Há uma diferença, no entanto, entre o atleta e o cristão. O atleta conta apenas com sua forca mental e física. A meta do cristão é ser preservado íntegros e irrepreensíveis desde agora e até a volta de Jesus Cristo ou a nossa partida desta história. O atleta faz seu caminho; Deus faz o caminho do cristão. Ele é chamado para ser íntegro por Deus; sua tarefa é por-se a caminho e deixar que Deus complete o que começou na sua vida. É isto que nos afirma a Bíblia pela voz do apóstolo Paulo: "Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. (24) Aquele que os chama é fiel, e fará isso" (1Tessalonicenses 5.23b-24). O atleta conta com a sua vontade. O cristão conta com o Deus que o chama e com a sua vontade de ser conduzido pelo Deus fiel.O maior desafio de um cristão, portanto, é ser íntegro. Estamos sendo ameaçados de falhar em nossa integridade. Nossas falhas, no entanto, não desautorizam o Evangelho, embora nos desmoralizem como evangélicos. Isto se aplica a um líder de igreja ou um participante da igreja.A Bíblia nos pede: "Afastem-se de toda forma de mal" (1Tessalonicenses 5.22). Nosso corpo busca o mal, embora o Espírito Santo em nós nos afaste dele. Esta é a verdadeira batalha espiritual: apagar o Espírito Santo em nós para que Ele não nos afaste do mal ou manter aceso o fogo do Espírito Santo em nós para que Ele nos afaste do mal, do mal procedimento, e afaste de nós o mal, o mal que nos tenta para nos derrotar. Nesta seção da carta, o apóstolo Paulo pavimenta o caminho da integridade, com três elementos. 1. A busca da pazO apóstolo começa por mostrar que a integridade se desenvolve no plano dos relacionamentos humanos. É claro que uma vida relacional saudável entre uma pessoa e outra começa com um relacionamento saudável dessa pessoa com Deus. Se você está mal com o próximo é porque está mal com Deus, e aqui a ordem das palavras não altera o sentido da frase.Preferimos pensar na vida cristã como sendo uma vida de relacionamento com Deus; sim, é verdade, mas ela se evidencia no horizonte de nossos encontros.Então, o autor da carta nos pede (1Tessalonicenses 5.13b-15): "Vivam em paz uns com os outros. Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, sejam pacientes para com todos. Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos". (1Tessalonicenses 5.13b-15) Viver em paz é:. interessar-se pelo outro. . respeitar o outro. ter paciência com o outro. evitar retribuir o mal Devemos viver em paz com os que se empenham em viver em paz conosco, e quando buscamos a paz com estas pessoas, precisamos saber que nossa virtude não merece qualquer elogio, porque este é um caminho fácil. É caminho difícil, mas deve ser o nosso também, viver em paz com os que não se empenham em viver em paz conosco.O apóstolo Paulo menciona três tipos de pessoas que nos desafiam à vida de paz: os ociosos, que devem ser advertidos; os desanimados, que devem ser consolados, e os fracos, que devem ser apoiados.Os ociosos são aqueles que vivem dos esforços dos outros. Provavelmente o apóstolo se referia a pessoas que se recusavam a viver do trabalho, sob a justificativa de que Jesus voltaria logo. Em todos os tempos há pessoas que se escondem em vocações religiosas para não trabalhar duro. Podemos acrescentar que o Paulo se referia também aos desinteressados em desenvolver sua própria fé, como se pudessem depender da fé dos outros, sejam amigos, pais ou pastores. Ociosos (ou insubmissos, como trazem outras versões) são ainda aqueles que se recusam a ouvir as instruções que a Bíblia lhes traz, preferindo seguir suas próprias instruções. Eles devem ser advertidos porque seu caminho pode nos seduzir. Viver em paz com eles implica em corrigi-los para o bem deles e o nosso.Já os desanimados também nos seduzem, pela força de sua influência; conviver com um desanimado requer atenção, para não nos tornarmos iguais. O perigo maior também é outro: os desanimados ou aqueles que se sentem inadequados, como se estivessem fora de lugar, podem nos cansar. Assim mesmo somos chamados a viver em paz com ele, confortando-os.Os fracos são os que estão sendo tentados a viver dissolutamente. São fracos também os que têm pouca fé, que experimentam pouca fé, que não encontram força na fé. Por isto, dependem dos outros e somos chamados a auxiliá-los para que deixem de ser fracos.Viver em paz com os ociosos ou insubmissos, desanimados e fracos é ser longânimo para com eles. Como estamos nesta caminhada? Avançando em paciência? Retrocedendo, tendendo à intransigência? Retribuindo o mal com o mal? Fazendo aos outros os que nos fazem?Talvez precisemos de um choque de bondade, que nos leve outra vez a tratar as pessoas como um dia as tratamos, com interesse, respeito e paciência. Precisamos renovar nosso compromisso de não retaliar e não esperar retribuição. As palavras de Jesus (Mateus 5.38-47) nos devem soar como convite:Vocês ouviram o que foi dito: 'Olho por olho e dente por dente'. Mas eu lhes digo: `Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Filemon: UMA VIDA ALÉM DAS METÁFORAS

UMA VIDA ALÉM DAS METÁFORAS Filemon A carta de Paulo a Filemon é um magnífico resumo do Evangelho que só é evangelho quando é vivido. Aos olhos de hoje, no entanto, parece que o apóstolo não questiona a escravidão, como se pudesse ser uma prática não condenável, como se não fosse injustiça contra Deus. Quero lembrar que há uma dificuldade referente as características da escravidão no Império Romano antigo; alguns autores não a vêem como um atentado à dignidade humana; outros sustentam uma visão contrária. Tem prevalecido a noção que era um estado de redução do ser humano a uma condição inferior, como ocorreriam na América Moderna. O tema tem suscitado muita discussão nos últimos 30 anos. [Uma excelente revisão é oferecida por BYRON, John. Paul and the Background of Slavery: The Status Quaestionis in New Testament Scholarship Currents in Biblical Research 3: 116-139. Disponível em <http://cbi.sagepub.com/cgi/reprint/3/1/116.pdf>. Acessado em 20.5.2005.]A partir do texto bíblico, podemos ver que a atitude paulina é revolucionária, e não reacionária. PAULO E ONÉSIMOAntes, devemos nos lembrar que não podemos exigir que o apóstolo Paulo tivesse a mesma compreensão que hoje nós temos acerca do tema da escravidão. Antes e depois dele, filósofos ensinavam que a escravidão era algo natural, logo aceitável. Aristóteles foi o principal deles. Nem por isto o pensamento aristotélico é condenado no seu todo, por causa deste grave deslize. Penso que a visão de Paulo pode ser resumida no seu conselho a um novo cristão, em 1Coríntios 7.21: “Foi você chamado sendo escravo? Não se incomode com isso. Mas, se você puder conseguir a liberdade, consiga-a”. Este conselho está na gênese de tratamento que deu a Onésimo.Paulo estava na prisão em Roma, onde podia receber visitas reguladas. Num dia destes lhe chega um escravo fugitivo, cujo senhor era um cristão, amigo do apóstolo. Que dilema!Se ficasse com ele, e muito dele precisava, poderia ser acusado de furto e ter ainda mais dificuldades com a lei. Se mandasse que continuasse fugindo, agora para outro lugar, poderia ser igualmente incriminado, se Onésimo, preso e interrogado, viesse a delata. Se devolvesse o escravo ao seu senhor, este poderia receber uma punição severa, incluindo a morte. Segundo o sistema legal romano, o escravo era um objeto que podia ser vendido, punido e morto. Ele não podia casar. Se houvesse união, esta não seria legalizada. Se tivessem filhos, eles não seriam reconhecidos. O escravo não podia ter propriedades; se as comprasse, seriam propriedades do seu senhor.Não sabemos que tipo de trabalho fazia Onésimo. Se era escravo por ser filho de uma escrava, por ter sido aprisionado numa guerra ou por se ter recusado a prestar serviço militar, ou se vendera a si mesmo para pagar dívidas ou se fora reduzido à escravidão por mal comportamento. O fato é que era um escravo fugitivo. E como tal não podia ser recebido ou protegido; quem o fizesse cometia furto. Também não sabemos como se tornou escravo de Filemon; se foi, como a maioria, comprado num leilão.Não sabemos que tipo de senhor era Filemon. Mas sabemos que a lei lhe garantia o direito de persegui em qualquer lugar. Ele podia até lançar mão dos serviços profissionais dos fugivarii e marcá-los a ferro (o estigma) na testa, com a letra “F” (de fugitivo) para nunca mais fugir, ou mesmo castigá-lo de outras formas. [Para a condição do escravo no império romano, veja SMITH, William Servus Disponível em <http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/secondary/SMIGRA*/Servus.html>. Acessado em 20.5.2005.]As fugas eram freqüentes na Roma antiga. Os proprietários de escravos ofereciam recompensas valiosas para denúncias. Havia até um grupo de profissionais especializados (os fugivarii) em recupera. O imperador Marco Aurélio fixou leis obrigando as autoridades locais a ajudarem na captura dos fugitivos. Os que fossem recuperados eram ameaçados com penas duríssimas, podendo ser açoitados, algemados, recolhidos no ergastulum (a prisão dos escravos), marcados com fogo ou crucificados. Para evitar os castigos, o fugitivo podia buscar a intermediação de amigo para intermediar em seu favor. Talvez tenha sido isto que Onésimo tenha feito.Talvez Paulo conhecesse Onésimo tanto quanto a Filemon, mas ele não nos diz. O que sabemos é que Onésimo vai ao seu encontro. Por que fugiu? Não sabemos. Cometera uma falha grave? Não sabemos. Sabemos que, encontrando-se com Paulo (será que o teria conhecido antes e foi ao seu encontro em busca de ajuda?), ali encontrou a salvação em Jesus Cristo por meio da pregação de Paulo. Ele foi regenerado na prisão (verso 10).O que sabemos é que Paulo escreve a Filemon e, ao faze, mostra o Evangelho em ação, Paulo demonstra o que viver pela graça. Ele devolve Onésimo a Filemon, morador de Colossos.Ele devolve Onésimo, acompanhado de uma carta a Filemon, na qual pede: “Meu amigo e irmão Filemon. Estou enviando Onésimo de volta. Ele mesmo quer voltar, para ser restituído a você. Receba-se como se recebesse a mim mesmo, eu um livre em relação aos homens, mas escravo de Jesus. Não faça isto por sua amizade por mim mas por seu amor a Jesus. Não o receba como escravo, mas como irmão, como irmão seu eu sou. Talvez sua fuga tenha trazido prejuízo para você. Prepara a conta; quando for visita e ficar naquele quarto que você tem para mim, pagarei centavo por centavo. Faço questão de pagá-lo. Fique com esta promissória em branco, que eu resgatarei quando nos reencontrarmos. Se você agir assim, ficarei animado por saber que em Cristo não há escravo, nem livre. Esteja certo: o novo Onésimo vai ser muito útil para você ainda. Receba-o no amor de Jesus.” Imagine que você seja Filemon. Um dos seus escravos foge. Você procura o quanto pode. Eis que um dia ele entra na sua propriedade. Os outros escravos vêm avisar. Todos imaginam o castigo que virá. O escravo chega segurando uma carta na mão. Você abre a carta, É de um grande amigo. O amigo lhe pede para receber o fugitivo como se o recebesse. O amigo lhe informa que vai pagar todo o prejuízo causado pelo fugitivo. O escravo era para ser

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Tito 1 e 2: OS FUNDAMENTOS DA FÉ CRISTÃ

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

2Timóteo 4: INTERLÚDIO PARA OS IDOSOS

OUTRO INTERLÚDIO PARA OS IDOSOS2Timóteo 4 Sabemos que a chamada Terceira Idade é um dos fenômenos mais interessantes do século 20, por força da melhoria da qualidade de vida da população, inclusive a brasileira. Esta é uma carta de um idoso para um jovem. Quem fala é Paulo, o velho (Filemon 9). O apóstolo estava, quando a escreveu,na faixa dos 60 anos. Timóteo, quando a recebeu, tinha pouco mais de 30 anos e era seu colaborador havia uns 15 anos. Há um tom de desânimo nos versos 9-18, mas o objetivo de Paulo, do alto de 30 anos de ministério, é instruir a Timóteo, tratado como uma espécie de sucessor/continuador de sua obra, à qual tinha dedicado 30 anos de sua vida.Portanto, o capítulo 4 é um texto de alto conteúdo humano, por isto mesmo útil para todas as idades, especialmente a Terceira. PAULO, UM IDOSO CARENTE (versos 9-16)Paulo , que em outro texto se chama a si de velho, está diante de uma situação de aflição, marcado especialmente pela solidão, solidão decorrente de seu trabalho missionário.Sozinho, no calabouço, ele medita sobre sua presente condição. No retrospecto de sua vida recente, ele reflete sobre o que lhe falta na vida. 1. As memórias de Paulo são:. tristeza e mesmo de amargura, diante da infidelidade e da resistência de alguns ao seu ministério. Entre suas tristezas, está a perda de Demas, que fora seu auxiliar, mas que o abandonara (verso 10), o comportamento de Alexandre, que o denunciou (verso 14) por pregar o Evangelho, e a enfermidade de Trófimo (verso 20). Seu sentimento agora era de desamparo e profunda solidão (verso 16), como, por vezes, sentem as pessoas idosas.. saudade, diante das separações necessárias decorrentes do trabalho e mesmo da natureza da vida. Ele sentia falta de pesoas e coisas. O próprio Timóteo (verso 9), destinatário da carta; Crescente, Tito e Tíquico, tiveram que ir para outros campos missionários ( v, 10b; 12). Entre as coisas que lhe eram caras, ele sentia falta da sua capa, que lhe protegeria do frio iminente, e os livros, cujos conteúdos desconhecemos (verso 13). A equipe missionária estava em ação e isto era doloroso, conquanto necessário.. alegria, diante da companhia graciosa de Deus (versos 17-18), pelo valor das amizades (como a de Marcos, verso 11, o mesmo com quem tivera problemas tempos atrás (At 15.39). Apesar das memórias amargas, Paulo estava feliz por sentir o que sentiu: “o Senhor esteve ao meu lado e me fortaleceu, para que por mim fosse cumprida a pregação, e a ouvissem todos os gentios; e fiquei livre da boca do leão, e o Senhor me livrará de toda má obra e me levará salvo para o seu reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre” (versos 17-18). 2. Somos todos carentesPaulo precisava de amigos, agasalhos e livros . Embora tivesse o amor de Jesus, precisava do afeto das pessoas; embora tivesse o calor da graça de Deus, precisava de roupas quentes para seu corpo; embora tivesse a iluminação de Deus, precisava de livros para se instruir mais acerca de Deus e do mundo. “Não é falta de espiritualidade”, diz Sttot, admitir que carecemos deste tipo de realização. Não precisamos nos julgar superpessoas, inatingíveis pelas situações da vida. A graça não nos desnaturaliza (como lembra Moule).Como Paulo, devemos:. buscar a convivência com outras pessoas. Paulo buscava, mesmo diante das decepções. Não se fechou em si mesmo, porque muitas (a maioria, este era o seu sentimento) o abandonaram.. cuidar da saúde. Como o frio estava próximo de chegar, ele queria se proteger. Ele, portanto, procurou cuidar de sua saúde. . ler bons livros. Paulo não podia ficar sem os seus livros. Por isso os pediu, solicitando que Timóteo viesse logo. UM IDOSO CONFIANTE (versos 6-8)O Paulo carente é um Paulo crente. 1. Mesmo ciente do que lhe aguardava, ele mantinha sua certeza de fé em Deus por meio de Jesus Cristo.Ele se oferecia, neste momento final de sua jornada, para ser derramado como libação (verso 6a), vinho que era derramado na base do altar como oferta a Deus (como prescreve o Pentateuco). Paulo sabia que sua partida (morte) esta próxima (verso 6b). Ele diz então, em outras palafras: “estou levantando acampamento; estou recolhendo minha barraca; estou soltando o bote das amarras (para amarrá-lo em outro porto, porto seguro, de destino certo)”. Afinal, o fim desta vida é começo de outra. 3.2. Paulo tinha combatido o bom combate (verso 7a). Ele tinha participado da grande luta da arena da vida, numa alusão à luta romana. Paulo é o soldado de Cristo, o combatente da causa de Jesus.Paulo tinha completado a carreira (verso 7b). Ele tinha terminado sua carreira de missionária, responsável por levar o Evangelho a praticamente todo o mundo conhecido de então, junto com seus colaboradores. Ele, que tinha dito que seu projeto de vida era completar o ministério (Atos 20.24), tinha-o conseguido. Paulo é o atleta, que participa de uma corrida olímpica. É fácil começar uma corrida (garra total), mas o difícil é levá-la até o fim. Ele o fez.Escrevendo aos coríntios, o apóstolo usam imagens semelhantes: Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só é que recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas; ora, eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como indeciso; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado” (1Coríntios 9.24-27). Para um comentário a Coríntios, veja o meu As mensagens nas epístolas aos Coríntios: vocabulário para uma vida viva” (Juerp). Paulo tinha guardado a fé (verso 7c). Ele tinha mantido a fé no seu Senhor. Quantos, olhemos ao nosso redor, não mantiveram a fé! Paulo guardou o tesouro. Paulo é o vigia de um grande tesouro. Poderíamos

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

2Timóteo 3: PRECISAMOS DESENVOLVER UMA MENTE BÍBLICA

PRECISAMOS DESENVOLVER UMA MENTE BÍBLICA2Timóteo 3 “Uma mente cristã não se ocupa apenas de Deus, mas reconhece e se envolve na realidade humana.. (…) Uma mente cristã também não se fixa apenas no mundo dos homens, nem se põe a interpreta e muda a partir de uma visão e dos recursos meramente humanos. [Uma mente cristã] não é nem otimista sem fundamento, nem pessimista sem esperança. A mente cristã tem que escutar a Deus e ao mundo que o rodeia”. (JOHN STOTT STOTT, John. Desarrollando una mente cristiana… Disponível em <http://www.sigueme.com.ar/vida/temas/00005_la_mente_stott.htm>. Acessado em 9.4.2004.) Escrevo este capítulo, ao som de uma mensagem que recebi a poucos instantes, nos seguintes termos: “Não alimento desejos de filiar-me a qualquer igreja que venha a me reprimir de qualquer forma por não acreditar que a Bíblia é a Palavra de Deus (expressão pra mim cerne de todos os dramas e pretensões do protestantismo)”.Esta pretensão tem sido cada vez mais comum e não vou respondê-la aqui. Pretendo, antes, propor que, debates teológicos à parte, precisamos desenvolver uma mente bíblica. Sobre este tema, veja o meu livro RESPOSTAS CORAJOSAS. A BÍBLIA COMO GUIAComecemos por recordar que a Bíblia não nasceu Bíblia. Foi-se tornando. Ela é uma testemunha narrativa da ação de Deus na vida dos seus filhos. Em momentos específicos, Ele levantou líderes (ativistas como Moisés, juízes como Samuel, reis como Davi, profetas com Isaías, evangelistas como Marcos, apóstolos como Paulo) para conduzir/despertar esses Seus filhos com palavras/ações vindas dEle. As falas de/sobre Deus, as ações de seus filhos e as ações dEle foram registradas em forma oral e escrita. Aos poucos, esse material foi se transformando em uma série de livros, que circularam entre o povo de Israel e depois entre os primeiros cristãos, compondo a Bíblia, que é, pois, Ação e Palavra de Deus.Portanto, a Bíblia é o guia de Deus para o homem. Ao longo da história, bilhões de pessoas têm moldado suas vidas por ela. Hoje, também. Como aprendemos em 2Timóteo 2.3-6, o tema da Bíblia é Jesus Cristo, o Salvador. O objetivo da Bíblia é apresentar de Jesus Cristo, o Salvador. O desejo do Autor da Bíblia é que os seus leitores sejam salvos. Só sabemos de Jesus o que a Bíblia nos diz. Você quer conhecer a Jesus? Leia a Bíblia.De igual modo, a Bíblia é guia para uma vida justa (Mateus 5.43-48). A Bíblia é um relatório completo dos padrões de Deus para a vida dos seus filhos. Neste sentido, é um manual prático. O desejo de Deus para seus filhos é muito elevado: que sejam perfeitos com Ele é perfeito. Este é o nosso Deus: ele não reservou a perfeição apenas para Si mesmos; Eles nos quer perfeitos como Ele. Para tanto, legou-nos a Sua Palavra. Quem conseguir cumprir as regras do manual será perfeito.Mais ainda, a Bíblia é guia para a doutrina correta (2Timóteo 4.1.4). A Bíblia é um retrato da mente de Deus. Se você quem conhecê-la, leia a Bíblia. Quando não lemos a Bíblia, seguimos a nós mesmos ou a autores que elegemos. Quando seguimos a nós mesmos ou aos autores que elegemos, nós nos afastamos de Deus. Foi isso, por exemplo, que fez o povo de Israel, quando, em lugar de seguir a Deus, preferiu seguia a Arão: fez para si mesmo um bezerro de ouro. É absolutamente incrível a capacidade humana de pensar, o que é prova de sua imagem-semelhança de Deus. No entanto, é triste ver esta capacidade usada para a confecção do erro, mesmo no plano religioso e até mesmo a pretexto da Bíblia. Você quer saber se algo que você ouviu está certo, leia a Bíblia. Você quer saber se uma idéia que você está tendo está correta, leia a Bíblia. Não bastassde, a Bíblia é guia de encorajamento (Salmo 121.3-4). A Bíblia é uma sucessão de imagens do coração pulsante de amor, que é o coração de Deus. Quando vemos o Ele fez com seus filhos no Antigo e no Testamento, podemos ter certeza que fará o mesmo conosco. Nossos antepassados seguiram por vales de morte, mas não ficaram lá, como nós também não ficaremos. Meu Senhor é um Deus que não dorme,como um guarda que jamais cochila.Firmada nEle, minha fé não morre.Seguindo com Ele, meu pé não vacila.Este é o Senhor eterno que me socorre. Você está desanimado? Leia a Bíblia. Está sem perspectivas? Leia a Bíblia. NOSSAS DIFICULDADES EM LER A BÍBLIASabemos disto, mas lemos pouco e mau a Bíblia.Há razões de ordem intelectual.Acham algunsa estar ela superada em relação aos avanços científicos e as decisões morais contemporâneas. O que pode ela nos dizer sobre namoro virtual, por exemplo? Pensam outros não encontrar nela o que procuram. O que tem a dizer, por exemplo, sobre doação de órgãos?Supõem alguns também que jamais terminaremos sua leitura. Afinal, é um livro de 66 livros e cerca de duas mil páginas, conforme a edição. Nestas páginas, há listas enormes de nomes e muitas repetições.Consideram alguns outros que seu vocabulário muito elevado e as culturas que descreve muito diferentes da nossa. Veja se você entende o seguinte texto de Isaías 7.23-25, numa tradução bem empregada em nosso idioma (ARA)?Sucederá também naquele dia que todo lugar, em que antes havia mil vides, do valor de mil siclos de prata, será para sarças e para espinheiros. Com arco e flechas entrarão ali; porque as sarças e os espinheiros cobrirão toda a terra. Quanto a todos os outeiros que costumavam sachar, para ali não chegarás, por medo das sarças e dos espinheiros; mas servirão de pasto para os bois, e serão pisados pelas ovelhas. Quando a Bíblia foi escrita, não havia luz elétrica, e tudo o que dela depende (como geladeira ou ventilador). Não havia telefone. Não havia automóvel. Não havia computador. Não havia casas como as de hoje. Não se usavam roupas como as de hoje.Temem ainda outros também que ela é profunda demais. Você acha que Paulo é muito profundo demais, quando manda entregar um pecado a Satanás ou quando diz

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

2Timóteo 1.3-6: INTERLÚDIO PARA MÃES E PAIS

INTERLÚDIO PARA MÃES E PAIS 2Timóteo 1.3-6 Mãe, eu não sei quando você se tornou mãe pela primeira ou última vez.Talvez esteja dentro da média brasileira, que é ter o primeiro neném aos 21 anos e seis meses de idade. Talvez esteja também na mesma tendência, segundo a qual 73% dos primeiros nascimentos acontecem entre 10 e 24 anos de idade. Não importa. Você e mãe. E isto pode ter acontecido depois dos 40 anos, como acontece a 1% das mães brasileiros. Isto não importa.Eu poderia mencionar as muitas mães da Bíblia, algumas com esperas longas (como Ana, a mãe de Samuel), gestações difíceis (como a de Icabode, filho da esposa de Finéias que morreu pouco depois), partos dolorosos (como o de Benjamim, filho de Raquel) histórias tristes (como a de Agar, mãe de Ismael).No entanto, vou mencionar uma família, composta de avó, mãe e filho, e um pai adotivo, conforme lemos em 2Timóteo 1.3-6.Quero lhe convidar a considerar este trecho na perspectiva de um pai. Paulo era o pai adotivo de Timóteo. Na verdade, quero pedir as mães que vejam os comentários de Paulo na perspectiva maternal, não importa o tempo de sua maternidade, se tem dentro ou fora da média do Brasil, em que 73% dos primeiros nascimentos acontecem entre 10 e 24 anos de idade. Em nosso país, a idade média das mulheres, que foram mães pela primeira vez, é de 21 anos e seis meses, embora precocidade continua crescendo preocupantemente. Mulheres começam a ter filhos mais cedo no país. Globo online. Disponível em <http://oglobo.globo.com/online/plantao/167941468.asp>. Acessado em 6.5.2005. Quero, portanto, que, a partir deste tempo, todos, pais e mães, respondamos à seguinte pergunta: “O que querem os filhos de nós?”. VIVAMOS COM A CONSCIÊNCIA LIMPA“Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência limpa” (verso 3a). O apóstolo Paulo era um pai, espiritual neste caso, que tinha a consciência de que tinha sua consciência limpa diante de Deus. Assim deve viver, com integridade, um pai, uma mãe. Uma vida limpa, honesta, sincera, verdadeira, é o maior legado que um pai, uma mãe, pode deixar para na formação do presente e na memória do futuro de seus filhos.A violência, física ou verbal, em casa dos pais poderá ser repetida na casa dos filhos.Eis um exemplo: uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz, com dependentes químicos, demonstra que o consumo de drogas na cidade do Rio de Janeiro é incentivado pelo uso de entorpecentes dentro da própria família. O exemplo paterno é a principal, o que é surpreendente, porque se acreditava mais no papel dos amigos na indução ao vício. Segundo a pesquisa, feita com 3.772 dependentes, 48,7% dos homens e 45% das mulheres disseram que o pai usava drogas. O pai aparece como a principal figura no processo da drogadição. Uma psiquiatra (Ana Cristina Saad) que participou da pesquisa fez o seguinte comentário: “Isto não quer dizer que o pai fica com a garrafa ou com o baseado na mão incentivando o consumo. Mas ele é visto em casa consumindo”. Pesquisa da Fiocruz mostra que famílias influenciam no uso de drogas. Disponível em <http://www.coepbrasil.org.br/noticias.asp?id_noticia=837>. Acessado em 6.6.2005.Uma vida exemplar dos pais não garante uma vida exemplar dos filhos, porque estes podem escolher os seus caminhos, mas é a regra. Filhos ruins de pais bons, como Manassés, filho de Ezequiais, são exceções. Filhos ruins de pais ruins, como Acabe, filho de Onri, são a regra. Filhos bons de pais ruins, como Jônatas, filho de Saul, são exceções. Ter a consciência limpa diante de Deus é importar-se com o julgamento de Deus e buscar ser aprovado por Ele. INTERCEDAMOS CONSTANTEMENTE (NOITE E DIA) PELOS NOSSOS FILHOS“Ao lembrar-me constantemente de você, noite e dia, em minhas orações” (verso 3b). Recordemos este trecho da biografia de Jó: “Tinha ele sete filhos e três filhas, e possuía sete mil ovelhas, três mil camelos, 500 juntas de boi e 500 jumentos, e tinha muita gente a seu serviço. Era o homem mais rico do oriente. Seus filhos costumavam dar banquetes em casa, um de cada vez, e convidavam suas três irmãs para comerem e beberem com eles. Terminado um período de banquetes, Jó mandava chamá-los e fazia com que se purificassem. De madrugada, ele oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava: `Talvez os meus filhos tenham, lá no íntimo, pecado e amaldiçoado a Deus’” (Jó 1.2-5). Essa era a prática constante de Jó.Esta deve ser a dos pais e mães de todos os tempos.Consciência limpa e joelhos calejados são o melhor legado para o presente e para o futuro dos nossos filhos.Quando oramos pelos nossos filhos. Deus põe anjos ao redor deles.Lóide e Eunice oravam por Timóteo. Essas orações fazem parte do currículo bem-sucedido de Timóteo. Paulo era um intercessor por seu filho na fé.Ouso dizer que o filho pródigo voltou porque seu pai, enquanto esperava por ele, intercedia por ele: “Senhor, faze meu filho voltar”.Até hoje há hoje filhos voltando para casa, depois de a deixar. Muitos têm encontrado suas mães de joelhos, joelhos que nunca desistiram de se dobrar. DESEJEMOS ESTAR COM OS FILHOS“Lembro-me das suas lágrimas e desejo muito vê-lo, para que a minha alegria seja completa” (verso 4). Tive um privilégio cujo valor reconheço prazerosamente. Até minha adolescência, meu pai tinha seu consultório de dentista em casa. Minha mãe cuidava integralmente da casa. Eu cresci podendo olhar para eles, sem que isto me tornasse dependente, porque souberam manter os espaços distintos. Quanto a meu pai, a influência mais decisiva de minha vida, eu o via no seu escritório cheio de livros lendo a Bíblia por longas horas. Eu o via ajoelhado ao pé da cama. Quando ele se tornou pastor, preparava seus sermões e os boletins em casa, com a minha ajuda, enquanto estive com eles; fui seu redator.Tudo isto está gravado na minha memória, como está gravada a quinta-feira. Durante um longo tempo da minha vida, toda quinta-feira meu pai fechava seu consultório em Vitória e íamos todos para a praia. Pegávamos o

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006
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