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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Marcos 7.24-30: O PODER DA INSISTÊNCIA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Marcos 1.21-28: VIVENDO COM AUTORIDADE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Lucas 22.25-31:PENEIRADOS COMO TRIGO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Isaías 6.1-8: UMA VISÃO DA GLÓRIA DE DEUS

UMA VISÃO DA GLÓRIA DE DEUSIsaías 6.1-8 2004 1. NOSSA VIDA ESTÁ MERGULHADA NA HISTÓRIA.No ano em que morreu o rei Uzias (verso 1) 1.1. Ter uma visão da glória de Deus não é alienar-se.Thomas Merton passava seis anos recluso no seu mosteiro em retiradas e elevadas montanhas. No entanto, ninguém descreveu a sociedade como ele. Ele o fazia a partir de sua visão de Deus. Nossa observação precisa ser iluminada pela glória de Deus.Nada justifica a alienação evangélica, que chega aos seus píncaros nas eleições… 1.2. As tragédias de nossa vida podem nos afastar ou nos aproximar de Deus. Se no afastamos, a tragédia se completa; se mantemos no olhar nEle, a tragédia é superada.É a falta de uma visão majestosa de Deus que leva muitas pessoas que perdem parentes (geralmente filhos) tragicamente a perderem também a fé.Na hora da dor, quem tem a visão de Deus se pergunta: “Senhor, o que queres de mim?” Quem não tem, desespera-se.Quando vemos Deus assentado no Seu trono, sabemos que Ele está no controle, governando o grande mundo e o meu pequeno mundo. Só uma visão gloriosa de Deus nos tira do poço. 2. NOSSA VIDA PRECISA DE UMA VISÃO DE DEUSEu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado, e a aba de sua veste enchia o templo.Acima dele estavam serafins; cada um deles tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés e com duas voavam. E proclamavam uns aos outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória”. Ao som das suas vozes os batentes das portas tremeram, e o templo ficou cheio de fumaça. (versos 1b-4) 2.1. Precisamos de uma visão de um Deus vivo.Uzias estava  morto, mas Deus estava vivo. (Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus. — Salmo 90.2) Deus estava vivo, quando o universo experimentou sua explosão inicial. Deus estava vivo quando Socrates tomou sua taça de veneno. Deus estava vivo quando em 1966 Thomas Altizer anunciou na capa da revista Time que Ele estava morto. Deus estará vivo quando todos os atuais bilhões de habitantes da terra estiverem vivos. (PIPER, John. Holy, holy, holy is the Lord of hosts. Disponível em http://www.soundofgrace.com/piper84/010184m.htm. Acessado em 16.10.2004.) 2.2. Precisamos de uma visão de um Deus que esteja além de nós (num trono alto e exaltado — verso 1) e não seja apenas um produto de nossa imaginação. Nosso Deus é, muitas  vezes, pequeno demais. Um deus pequeno não pode curar, não pode salvar, não pode intervir. Precisamos do Deus da Bíblia, não do deus da cosmogonia grego.Sabem porque Deus não reina sobre as nossas vidas? Por que não lhe damos autoridade para tal. 2.3. Precisamos de uma visão de um Deus que nos cubra com o Seu amor (a aba de sua veste enchia o templo — verso 1) 2.4. Precisamos de uma visão de um Deus que seja poderoso (e o templo ficou cheio de fumaça — verso 4)Ele é onipotente. Nenhuma autoridade pode anular os seus decretos. O que Ele propõe Ele realiza. (Lembrem-se das coisas passadas, das coisas muito antigas! Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu. Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: “Meu propósito permanecerá em pé, e farei tudo o que me agrada”.  –Isaías 46.9-10). Quando ficamos indiferentes à onimpotencia de Deus, deixamos de vê-la em ação. “A autoridade soberana do Deus vivo é um refúgio pleno de alegria e poder para aqueles que guardam aaliança com Ele”. (PIPER, John. Holy, holy, holy is the Lord of hosts. Disponível em http://www.soundofgrace.com/piper84/010184m.htm. Acessado em 16.10.2004.) 2.5.Precisamos de uma visão de um Deus que seja santo (E proclamavam uns aos outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória”. — verso 3)Quando Deus se mostra santo, nós vemos a Sua glória. A santidade de Deus é a Sua glória escondida. (PIPER, John. Holy, holy, holy is the Lord of hosts. Disponível em http://www.soundofgrace.com/piper84/010184m.htm. Acessado em 16.10.2004.) A santidade de Deus irradia uma luz própria.Só adoramos a Deus quando temos a visão de Sua glória. Precisamos de uma visão de Deus que destrua a glórias que competem com a dEle, mas que não nos mostram o caminho e nos aquecem o coração. 3. NOSSA VISÃO DA GLÓRIA DE DEUS NOS MOLDARÁNosso problema é que queremos ser iluminados por nossas próprias luzes. No desespero, nos contentamos com uma luz de vela, que faz apenas aumentar as nossas trevas. No entanto, se permitimos que o Espírito Santo apague esta fraca luz, mesmo em nossas trevas veremos os céus cheio de estrelas brilhantes. 3.1. Precisamos de uma visão de Deus que nos deixe aterrorizados diante do nosso pecado. (Então gritei: “Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” — verso 5)Tornou-se banal dizer que banalizamos o pecado. E quanto mais o banalizamos, mais pecamos. Sem confissão não há arrependimento. Sem arrependimento não há perdão. Sem perdão não há paz. Sem consciência do pecado, não há confissão. Sem confissão não há paz). 3.1. Precisamos de uma visão de Deus que nos dê o desejo de ser perdoadosQuando o serafim voou até Isaías (Logo um dos serafins voou até mim trazendo uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz. — verso 6), ele não fugiu, não o recusou. Ele aguardou a operação espiritual que ia se realizar nele; ele queria esta operação; ele queria o perdão. 3.1. Precisamos de uma visão de Deus que nos dê o prazer de obedecer a Sua Palavra. (Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” E eu respondi: Eis-me aqui. Envia-me! — verso 8) CONCLUSÃOPorque sou eu

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Isaías 55: PARA QUEM TEM SEDE (notas)

PARA QUEM TEM SEDEIsaías 55 O QUE NOS FAZ TER SEDE1. A nossa condição humana: todos queremos viver. 2. A promessa bíblica (vv. 11-13)“Assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei. Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto diante de vocês, e todas as árvores do campo baterão palmas. No lugar do espinheiro crescerá o pinheiro, e em vez de roseiras bravas crescerá a murta. Isso resultará em renome para o Senhor, para sinal eterno, que não será destruído.” (vv. 11-13 Há um  propósito de Deus para nós (v. 11).Espinheiro # pinheiro (árvore grande, bonita, destacada, desejada)Roseira brava # murta (pequeno arbusto, de folhas pequenas)Aquilo que nos causa dor será transformado em bênção… por Deus.O tempo de hoje será transformado amanhã em tempo de beleza e alegria… por Deus. 1. Uma vida de alegria graças a Deus (v. 12)2. Uma vida de paz concedida por Deus (v. 12)3. Uma vida cuidada por Deus (v. 13) O QUE NOS IMPEDE DE SACIAR A SEDE1. O mundo em que vivemos (Isaías = cativeiro; voltar ou ficar). A pressão é terrível, quase insuportável. Ficar com (como ficar no cativeiro) é uma sedução. 2. Nossa própria condição2.1. Nossa falta de saúde (biológica ou emocional)2.2. Nosso conformismo ao temperamento (que disputa o senhorio do Espírito sobre nós, embora sejamos lembrados que não recebemos um “espírito de covaria, masde poder, de amor e de equilíbrio” (2Timóteo 1.7):2.3. A submissão ao nosso caráter (“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativose, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. ASSIM FORAM ALGUNS DE VOCÊS. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.(1Coríntios 6.9-11)2.4. Nosso compromisso (precisamos passar do conhecimento à obediência). O QUE FAZER PARA SACIAR A SEDE1. Saber Quem é a Fonte e confiar nela (vv. 8-9).(“Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos — declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos [são] mais altos do que os seus pensamentos”. — vv. 8-9) Deus trabalha diferente de nós. Ele salva pela graça, sem esforço humano. Somos salvos pela graça (Efésios 2). Deus ama diferente de nós. Ele cuida de nós, não em função do reconhecimento recíproco.Deus conhece diferente. Ele conhece de modo infinito todas as nossas necessidades, fraquezas, potencialidades, motivações. Não somos nossa própria fonte. O saber deste mundo não é nossa fonte. 2. Não se contentar com a sua qualidade espiritual e se dispor a ir á Fonte (v. 1).“Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo” (v. 1). Só Deus pode satisfazer as nossas necessidades mais profundas, simbolizados na água, no vinho, no leite e no pão (Page Kelley). 3. Ficar junto à Fonte, não ao consumo rápido de Deus.3.1. Desejos o essencial (vv. 2-3).“Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Dêem-me ouvidos e venham a mim; ouçam-me, para que sua alma viva. Farei uma aliança eterna com vocês, minha fidelidade prometida a Davi” (vv. 2-3). Em que estamos gastando a nossa vida? Em busca de bênção material. As águas a que somos convidados incluem a dimensão material, mas vão além. Não nos percamos o que parece espiritual.A oração que não devemos fazer: “dá-me paciência, neste instante”; “da-me crescimento espiritual já”. 3.2. Dediquemo-nos a buscar o Senhor (v. 6).“Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto” (v. 6).Quando não o poderemos buscar? No caso dos israelitas, se não voltassem do cativeiro para a terra que um dia habitaram. No caso, adiar a escolha. Também: viver uma vida de faz-de-conta que busca o Senhor. 3.3. Voltemo-nos para o Senhor (v. 7)“Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão” (verso 7). O CONVITEQuando Deus nos dá algo, Ele se dá a si mesmo. Quando recebemos algo dEle, nós O recebemos a Ele mesmo. (Page Kelly). É preciso ir/sair/dispor-se/decidir.“Venham” (v. 1). Venham, comprem e comam. “Ouçam (vv.2 e 3)”. Ouçam. Inclinem os ouvidos. OBEDEÇAM!“Vejam” (v. 4). Vejam o que Deus faz. RELEMBREM!“Busquem” (v. 6). Clamem por Ele. Anseiem por Ele. DESEJEM!“Voltem-se” (v. 7) para Deus. PONHAM-SE A CAMINHO!

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

1Samuel 17: PARA VENCER O GIGANTE (notas)

PARA VENCER O GIGANTE1Samuel 172004 1. Há gigantes ameaçadores sobre as nossas vidas (v. 4).O tamanho do gigante é do tamanho do nosso medo.Por causa do medo, o povo de Israel via Golias como um gigante maior que era. O povo, que já tinha derrotado os filisteus várias vezes, agora os via como invencíveis. 1.1. Devemos saber que na vida precisamos enfrentar gigantes (vv 34-36). Não devemos fugir dos gigantes. Não precisamos temer os gigantes.1.2. Precisamos compreender que crescemos em nosso caráter e em nossa fé (dependência de Deus) quando enfrentamos gigantes.A luta de Davi com o gigante representou uma etapa valiosa na sua formação e na formação do seu povo, tanto que a espada de Golias foi guardada como um memorial de força e esperança (1Samuel 29.9) 2. O tamanho do nosso medo tem a ver com a altura da nossa féOs israeliatas se esqueceram que eram soldados do Deus vivo (v. 26). 2.1. Há sempre pessoas (nós mesmos, parentes e líderes até) a nos dizer que não temos condições de vencer os gigantes da vida (v. 28 ).Davi não tinha nome; ninguém sabia de quem era filho (v. 59). No entanto, ele não aceitou estes “destinos” sobre a sua vida. 2.2. Precisamos nos ver com a força de um leão, porque revestidos do poder de Deus (v. 37).Davi sabia que, embora não tivesse força para vencer, era soldado do Deus vivo. Somos soldados do Deus vivo. 3. Com a fé em Deus e uma visão correta a nosso respeito, não precisamos de outros recursos, a não ser os que já temos (verso 40).Davi não precisou de uma armadura estranha e pesada. Ele se serviu apenas do que já tinha (uma funda e umas pedras recolhidas no chão). Muitas vezes esperamos por condições favoráveis (geralmente de fora) para então começarmos a lutar. Já temos os recursos (a fé em Deus e a visão que Ele nos ensina a ter sobre Ele e nós mesmos) necessários para começar a batalha. 3.1. Vencemos quando enfrentamos um gigante de cada vez.Havia outros inimigos de Israel. Eles estavam acampados. Davi resolveu enfrentar o inimigo pior: o gigante Golias. Muitas vezes nem  sequer sabemos qual é o nosso inimigo… Usar a inteligência não é falta de fé, mas afirmação de fé, ao reconhermos a inteligência como uma dádiva de Deus. 3.2. Vencemos quando entendemos que a nossa luta é do Deus.É Ele que luta e nós somos seus parceiros. Perdemos quando vamos lutar contra o gigante em nosso próprio nome e com a nossa própria força (v. 45). Precisamos confiar que Deus SEMPRE faz a sua parte. Na vitória de Davi sobre Golias, Deus dirigiu a pedra para o lugar vulnerável; todo gigante tem um ponto vulnerável (v. 50). Davi teve que fazer a sua parte e a fez. Deus sempre faz a sua.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Lucas 15.11-32: DE VOLTA PARA CASA

DE VOLTA PARA CASALucas 15.11-32 2004 Nesta parábola, podemos tomar o pai como o Pai celestial, mas também como um pai humano. Temos a aprender com o pai humano. No entanto, é a comunhão com o Pai celestial que nos dá vida.Também podemos tomar os filhos, o mais velho e o mais novo, como paradigmas de nossas experiências. Somos, por vezes, o mais velho e o mais novo. 1. COMO AGE O PAIJesus continuou: Um homem tinha dois filhos.O mais novo disse ao seu pai:— Pai, quero a minha parte da herança.Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.A seguir, levantou-se e foi para seu pai. Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.O filho lhe disse:— Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho.Mas o pai disse aos seus servos:— Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado.E começaram a festejar o seu regresso.O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar [para participar da festa]. Então seu pai saiu e insistiu com ele.Disse o pai:— Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu. Mas nós tínhamos que celebrar a volta deste seu irmão e alegrar, porque ele estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado. RESPEITA AS DIFERENÇAS DOS FILHOSAs famílias subsistem porque há pais que respeitam as diferenças entre os filhos e deixam seus filhos escolher seus caminhos. Ele tinha dois filhos e não desejava que ambos fossem iguais nos seus desejos e atitudes. Mesmo a contragosto, repartiu a propriedade com os filhos.Precisamos de pais que respeitem seus filhos. Não queira que seus filhos sejam como você ou com outros filhos, seus ou de outros.Precisamos de filhos que respeitem seus pais. Não queira, por exemplo, ter pais como os dos seus colegas. DESEJA A COMPANHIA DOS FILHOSOs pais sempre esperam que seus filhos queiram a sua companhia. A partida de um deles é dor. Eles têm que partir, e os pais sabem disto. Não podem impedir. O projeto do pai era que os seus filhos, o mais novo inclusive, continuassem o seu negócio. Quando ele voltou, tal era o seu desejo de te de volta, que não lhe aplicou logo uma lição de moral (mesmo porque era dispensável, dada a lição da própria vida); apenas o abraçou (embora estivesse mal-vestido), beijou-o (embora estivesse fedendo), vestiu (embora tivesse antes boas roupas), honrou-o (embora não o merecesse mais), festejou com ele (como se tivesse renascido).Precisamos de pais que desejam seus filhos por perto. Se estão presentes, valorizem. Se não estão distante, esperem por eles. INSISTE COM OS FILHOSPor vezes, os filhos partem antes da hora, mesmo em casa. No caso do filho mais novo, passam a viver de modo “irresponsável” (“dissoluto”), isto é, sem um projeto de vida a longo prazo, vivendo apenas o momento, seja ela qual for. No entanto, mesmo que isto aconteça os pais não devem desistir de seus filhos. O pai desta parábola estava esperando o filho voltar, ao ponto de o ver ainda ao longe, tudo por causa da sua compaixão (“amor”) para com ele.Por vezes, os filhos não concordam com os gestos dos seus pais. No caso do filho mais velho, ele não concordou com a generosidade do pai para com o seu irmão. A atitude do mais velho era condenável. No entanto, o pai não o julgou, mas insistiu com ele para que entrasse na festa, dando as suas razões. Diante da atitude irresponsável do filho mais novo, o pai não desistiu, recebendo-o de volta.Não desista dos seus filhos ou de seus cônjuges ou de seus pais.Diante da atitude egoísta do filho mais velho, o pai não desistiu, insistindo com ele para que mudasse de perspectiva. Insista com seus filhos para participar da vida familiar. Insista com seus pais para que não se cansem. Insista com seu cônjuge para seguir amando e demonstrando amor, tal como no dia do “sim”, não importa quanto tempo tenha ele sido proferido. Precisamos de atitudes de pais em nossas famílias. Os nossos relacionamentos, dentro e fora da família, serão mais saudáveis se formos como pai desta história. 2. COMO AGE O FILHO MAIS VELHOJesus continuou: Um homem tinha dois filhos.Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha, e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente.Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade. A seguir, levantou-se e foi para seu pai.O pai disse aos seus servos:— Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar.Enquanto isso, o filho mais velho estava no campo. Quando se aproximou da casa, ouviu a música e a dança.Então chamou um dos servos e perguntou o que estava acontecendo. Este lhe respondeu: — Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, porque o recebeu de volta são e salvo.O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele.Mas ele respondeu ao seu pai:— Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. Mas quando volta para casa esse teu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele! RESPONSÁVEL NA EXECUÇÃO DE SUAS TAREFASO filho mais velho era responsável e obediente. Era o filho que todo pai deseja: companheiro, responsável, aplicado, cumpridor dos seus deveres. No entanto, estas atitudes precisavam de uma outra: uma abertura para a vida, onde quer que ela esteja. Ele perdeu o sentido

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Êxodo 14.10-22: O RITMO DE NOSSA MARCHA (notas)

O RITMO DE NOSSA MARCHAÊxodo 14.10-22 Preegado na Igreja Batista Itacuruçá, em 4, 11.1.2004 (manhã) Este texto pode ser apropriado no plano individual e no plano eclesial. É assim que vou comentá-lo. Sobre ele o pastor João Filson Soren pregou, à frente da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, 50 sermões consecutivos. A cada ano, reunia lições valiosas para seus ouvintes. Também tenho lido o texto bíblico e, a cada vez, percebendo valores não percebidos anteriormente.A história é bem conhecida. Deus comissionou Moisés a levar o povo de Israel para a terra da liberdade. O povo, escravo, foi retirado do Egito graças aos gestos extraordinários de Deus, tal como fomos salvos e lançados no reino espiritual da liberdade pela extraordinária cruz de Jesus Cristo.Em nossa caminhada, como cristãos e como igreja, temos inimigos, externos e internos, a vencer; temos necessidades a preencher e temos recursos a usar, para triunfar sobre os inimigos e satisfazer as necessidades. 1. Em nossa caminhada, temos inimigos externos a nos fustigar.O exército do Faraó do Egito tipifica esses inimigos. Aos olhos de Israel, ele parecia, com seu poderio militar e tecnológico (os “carros” de guerra eram muitos) e o número do seu efetivo, invencível; na verdade, o exército do Egito não parecia invencível; ele era mesmo invencível. O povo de Israel não contava que o exército viria atrás. Como veio, o máximo que podia fazer era adiar ao máximo a carnificina. Mas, agora, nem prorrogar a tragédia o povo poderia, porque adiante estava o mar. A escolha era morrer assassinado ou afogado.Não é assim que, muitas vezes, nos sentimos?Quem são os nossos inimigos? Não posso descrever os seus inimigos, mas posso reconhecer que você os tem porque todos os temos. Eles podem variar no tempo, mas estão sempre a nos apertar. Pode ser, por exemplo, o desemprego persistente, a doença fragilizadora, a morte inaceitável de uma pessoa querida, eventos que podem nos flagrar e fazer parecer a vida sem sentido e sem futuro. 2. Em nossa caminhada, temos inimigos internos a nos aterrorizar.Mesmo sendo povo de Deus, somos muitos vezes nossos próprios inimigos ou, em outros termos, experimentamos alguns sentimentos e desenvolvemos algumas atitudes que nos aterrorizam. 2.1. Sentimentos que nos aterrorizam. a solidão indesejada. a tristeza inexplicável. a tendência incontível para a depressão. um conformismo inadequado. uma fraqueza ilimitada. um vício indominável 2.2. Atitudes que nos aterrorizam. nossa falta de fé. Fé visão de um Deus que nos ama e faz. nossa murmuração. Tendemos a olhar o negativo.. nossa falta de preparo (para a travessia da vida). Sabedoria de vida 4. O Deus que nos manda avançar4.1. Por que nos manda avançar. porque Ele não nos fez para ficar no Egito (solidão, tristeza, conformismo, fraqueza, vicio). porque Ele quer que saibamos o que pode fazer conosco (atravessar por um mar seco). porque Ele sabe que precisamos da experiência do deserto (onde podemos nos preparar). porque Ele quer se relacionar com pessoas saudáveis 4.2. O que precisamos para avançar. saber que Deus é o Senhor (“endurecerei o coração do Faraó” – verso 17 ). Saber que Ele abre o mar, se estiver adiante de nos. Se nós estivermos adiante dele, nós nos afogaremos. . confiar que Deus luta conosco (verso 14) . ter coragem, apesar da imensidão do desafio pessoal a ser vencido. Roguemos coragem a Deus. Ele não manda recuar, mas marchar. Ele não manda olhar para trás, mas para frente. . erguer a vara… olhar para Deus (uma visão de Deus maior que nós mesmos, para que nossa oração passe do teto…), não para o mar imenso (com suas dificuldades) nem para nós mesmos (com nossas limitações). Precisamos ir a Deus… dispor-se a ouvir e praticara a palavra de Deus . erguer a vara permanentemente.. olhar para a frente, nunca para trás (o passado petrifica, como no caso da mulher de Ló e da esposa de Jó).. procurar se livrar das “amarras” (“cracas”) individuais (características) que atrapalham a nossa confiança em Deus. Há crentes com as mesmas perguntas a vida toda, os mesmos problemas a vida toda. Precisamos saber quem nós somos.. continuar aprendendo Quem Deus é

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Efésios 3.20-21: GLÓRIA AO DEUS INFINITO (notas)

GLÓRIA AO DEUS INFINITOEfésios 3.20-21 1. Somos convidados a reconhecer quem Deus éEfésios 3.20-21 é uma doxologia, isto é, uma celebração da glória de Deus. 1.1. DEUS É CAPAZ DE FAZER INFINITAMENTE MAISO poder de Deus é inerente a Ele.O poder de Deus é infinito.O poder de Deus é inestimável. No entanto, nós nos achamos capazes… 1.2. Deus é capaz de fazer infinitamente mais DO QUE PEDIMOS OU DO QUE PENSAMOSNossa maior aspiração não ultrapassa o poder de Deus para nos abençoar.Deus é capaz de fazer mais do que pedimos. O poder de Deus ultrapassa nossa habilidade de orar, embora seu poder não atue necessariamente em função de nossas orações, que geralmente são equivocadas e imaturas.Deus é capaz de fazer mais do que pensamos. Não podemos imaginar a glória que Deus tem estocada para a sua igreja (nós), no presente e na eternidade. Embora Deus não atue na história no modo egoísta dos homens, o modo como Ele age é maravilhoso. No final, não teremos do que reclamar.Paulo diz que Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que podemos pedir a Deus. Jesus disse o mesmo (Também lhes digo que se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus. — Mateus 18.19)Nossas orações estão geralmente focalizadas em coisas temporais como cura e dinheiro.Não estamos errados em orar assim, mas precisamos focalizar nossas orações em assuntos de valor eterno. Pedimos tanto e ainda não pedimos tudo. 1.3. Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou do que pensamos DE ACORDO COM O PODER DE DEUSDeus é todo poderoso e Ele usa Seu poder para levar adiante o seu plano. Ele começou uma obra e vai terminá-la (Filipenses 1.6).O poder de Deus já está operando em nós. Nós somos habitados pelo poder de Deus, poder infinito que mudará o mundo e levará à glória eterna de Cristo. Somos o santo lugar, preenchido com a nuvem gloriosa de Sua presença. O poder do Espírito Santo é a vida do crente. 2. Somos convidados a dar glória a DeusA glória é a soma total de toda honra, todo louvor e toda majestade que pertencem a Deus. 2.1. Somos convidados a dar glória a Deus na igrejaGlória na igreja. Ela é o holofote que põe seu foco na glória de Deus.Deus quer fazer grandes coisas em nós e através de nós, coisas que não fazemos por nós mesmos, mas pelo poder de Deus. A igreja é central no plano de Deus. Ela é o corpo de Cristo. Nós somos as mãos e os pés de Cristo para levar ao mundo a Sua mensagem. A igreja é central e Jesus é central para a igreja, pois sem o Seu sacrifício ela não existiria.Deus deve ser glorificado na igreja. A igreja glorifica a Cristo quando se deixa modelar por sua Verdade e quando leva a Sua verdade ao mundo. Temos dado glória a Deus? 2.2. Somos convidados a dar glória a Deus EM CRISTO JESUSEm Jesus, está toda a glória de Deus. O poder de Deus esteve pleno nEle e através dEle. A igreja é o centro Ele é glorificado em Cristo e na mensagem de Cristo. Deus deve ser glorificado em Cristo. Cristo glorifica a Deus porque Ele é o brilho da glória de Deus e a exata representação na natureza do Pai (Hebreus 1.3). Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer. E agora, Pai, glorifica-me junto a ti, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. (João 17.4-5) Temos anunciado a mensagem de Cristo? 2.3. Somos convidados a dar glória na igreja e em Cristo Jesus PARA TODO O SEMPRETrata-se de uma glória eterna, não de 15 minutos de fama.Na verdade, não lhe damos glória, que já a tem, mas a reconhecemos. Não podemos perder a dimensão da eternidade, em nossas orações e em nossas ações. CONCLUSÃOPrecisamos experimentar o poder de Deus.Deus quer fazer infinitamente mais por nósAquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? Romanos 8.32 

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Filipenses 3.12-24: PROSSEGUINDO PARA O ALVO (UM MONÓLOGO)

PROSSEGUINDO PARA O ALVO (UM MONÓLOGO)Filipenses 3.12-24 2004 Queridos irmãos de Filipos.A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo (Filipenses 1.2).Aqui estou em Roma. Quero lhes dizer que não sei tudo o que me aguarda, mas sei que tudo posso nAquele que me fortalece (Filipenses 4.13).Sei que vocês estão preocupados comigo, e eu lhes agradeço. Saibam que tudo o que me te acontecido tem contribuído para o progresso do Evangelho no coração do mundo, e isso me inunda de alegria. É por isto que para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Filipenses 1.21).O que eu espero é que, na minha ausência ou na minha presença, vocês ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor (Filipenses 2.12). Olhem o que eu fiz: aquilo que parecia tão interessante passei a considerar como perda, por causa de Cristo. Na verdade, considero meus títulos como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo. (…) Quero conhecer Cristo, (…) Cristo que me alcançou. É por isto que esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus (Filipenses 3.8-14).Eu sei que vocês querem prosseguir para o alvo, porque vocês querem receber o prêmio que Jesus tem para todos nós. No entanto, eu sei que alguns irmãos pararam na corrida cristã. Parece que alguns estão até andando para trás. E por que isto acontece? Como devemos viver? (1a)Deixamos de prosseguir para o alvo quando nos trancamos no passado ou no presente, seja ele bom ou ruim. Para muitos irmãos, o passado os impede de prosseguir. Uns porque têm lembranças extraordinariamente felizes porque foram justificados em Cristo e agora têm paz com Deus. Eles se lembram tanto daquele tempo, que, parece, nada mais lhes aconteceu. Para eles, “tudo está no passado”; a essência da vida é  feita de regras e rituais. Viver o evangelho é apenas permanecer nas regras e manter a forma. Nada mais importa porque já são justificados; já são salvos. Eles vão à igreja — e “isso é suficiente”. WAGNER, Glenn. Igreja S/A. São Paulo: Vida, 2003, p. 226. Assim, o máximo que fazem agora é ir a igreja todo domingo, como se isto saldasse suas dívidas com Cristo, aliás, como se tivéssemos alguma dívida. A cruz não nos deixou dívida, mas apagou todas as nossas dívidas. Agora, nosso único legado é a esperança.Já pensaram eu ficar pensando a vida toda naquele meu encontro com o Senhor Jesus quando ia para Damasco… Ah! eu tenho vivo na memória tudo aquilo que me aconteceu. Minha vida completamente. Mas eu não posso ficar no passado, embora seja muito bonito. Mesmo porque depois de Damasco aconteceram tantas coisas. Aliás, todo dia acontecem tantas coisas. São tantas as experiências que ainda me virão, que estou à espera, me alegrando por antecipação.É por isto que eu gosto da história de Elias. Eu me emociono relendo sua vitória sobre os 450 profetas de Baal. Penso que o próprio Elias se emocionou com aquele triunfo. Imagino que Elias ficou contemplando a sua vitória, tanto, ao ponto de esquecer que o Deus que dera a vitória era o mesmo quando Acabe e Jezabel ficaram furiosos com a derrota que sofreram diante do povo. A vitória foi uma imagem que cresceu, rica em detalhes na sua mente. Ouso dizer que Elias ficou tão empolgado com o presente que se esqueceu do presente. Por isto, perdeu o contato com Deus. Quando voltou a ameaça, ele não retornou para Deus; ele se concentrou em si mesmo e só encontrou a escuridão. Para muitos irmãos, o passado os impede de prosseguir, mas por outra razão. Eles olham para trás e vão vendo as cicatrizes deixadas nas suas memórias. Suas cicatrizes são lidas como sinais de que nada vale a pena. As perdas do passado mostram que não virão experiências novas que trarão um novo significado à vida.Eu penso diferente. Eu deixo para trás as coisas que aconteceram atrás, no passado. Fui encarcerado mais vezes, fui açoitado mais severamente e exposto à morte repetidas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. (…) Em Damasco, o governador nomeado pelo rei Aretas mandou que se vigiasse a cidade para me prender. Mas de uma janela na muralha fui baixado numa cesta e escapei das mãos dele (2Coríntios 11.23-27, 32-33).Tenho todas as razões para ficar no passado, mas meu desejo é apenas avançar. Eu sei que em todos estes momentos, o Espírito de Jesus esteve comigo. (1b)Estejamos preparados para o futuro.Quando temas tanta história, é muito difícil viver na perspectiva do futuro. Se a história é bonita, achamos que não manteremos o padrão de conquistas. Se a história é triste, achamos que não superaremos nossas dores. Não é assim  que pensamos?Gosto de pensar na vida como algo que está começando. Sei que não me resta muito tempo e que comigo o presente século vai obter uma vitória temporária e o leão me tragará, mas eu vivo como se minha vida estivesse começando. Quero voltar a Jerusalém. Quero chegar à Espanha. Quero deixar um testemunho inesquecível aqui em Roma. Quero ver de modo que a graça realmente me baste. Há muitos lugares onde a fragrância do Evangelho ainda não perfumou. Quero chegar lá com o aroma de Cristo.Meus irmãos:

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006
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