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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Tito 2.15-3.8: PROCLAMAÇÃO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

1Samuel 1.1-20: QUE ELI QUEREMOS SER?

QUE ELI QUEREMOS SER?1Samuel 1.1-20Pregado na Assembléia da Convenção Batista Brasileira (Vitória), em 17.1.2003. INTRODUÇÃOTalvez você esteja esperando, para este momento, ouvir uma radiografia apaixonada do instante contemporâneo, desejoso de se capacitar para melhor desempenhar a sua missão de ministro do Evangelho, que é todo cristão, homem e mulher, consciente de que Jesus Cristo o reconciliou para ser seu  embaixador. No entanto, este diagnóstico não será feito.Talvez você esteja aguardando uma denúncia indignada dos equívocos denominacionais e nacionais, consciente que não apenas o indivíduo, mas  também uma denominação e uma nação pecam, como sempre demonstraram os profetas bíblicos e pós-bíblicos. No entanto, desta denúncia não se fará aqui.Talvez você esteja temendo ouvir uma coletânea de pensamentos brilhantes sobre temas variados mas reunidos inconsutilmente de modo a haver a mais clara demonstração de erudição, que seria bem apreciada se travestida de uma afetação de humildade. Não haverá brilho algum nas palavras que se seguirão.O propósito delas é tão somente convidar os ministros aqui presentes, isto é, todos os embaixadores de Cristo (2Coríntios 5.20) aqui presentes, a reafirmarem a sua vocação ou a se reconciliarem com a sua missão, porque amplas são as necessidades e largas as tentações ao desvio.Estas três dimensões estão bem presentes na experiência do sacerdote Eli diante do drama de Ana, esposa de Elcana, conforme lemos em 1Samuel 1.1-20. 1. DEVEMOS NOS LEMBRAR QUE A IGREJA É UM LUGAR DE PESSOAS NECESSITADAS.Ana fez o que todo o ser humano faz quando está em dificuldade: buscou a Deus por meio da, digamos,  modernizando a nomenclatura, igreja. Devemos saber disto: só as Anas buscam a igreja achando encontrar Deus nela. Como seríamos mais acolhedores, se nos lembrássemos que as pessoas não buscam a igreja: as pessoas buscam Deus, achando ser ela o endereço de Deus. E não estão erradas: Jesus não nos disse que onde estivessem dois ou três cristãos reunidos, ali Ele estaria?Ana, neste sentido, deve ser um modelo para o homem. Ela era uma pessoa necessitada:precisava de um filho. Depois, talvez, de fazer o que o ao dia para engravidar,  buscou ao Senhor em busca da felicidade. Bom  seria que fôssemos como Ana, que derramou a sua alma diante do Senhor (verso 15). A de Ana não era uma fé ritualizada a sua; era uma fé que se expressava dentro de rituais, próprios da cultura humana, mas os transcendia.  A oração de Ana não era uma seleção de parágrafos feitos: era uma oração embebida em lágrimas, a prova psíquico-química da absoluta e desesperada dependência de Deus.Assim deve ser a nossa fé em tempos de dificuldade. Assim deve ser a nossa oração na hora da perplexidade.Como Ana, devemos reconhecer as nossas necessidades. Não sejamos como aqueles que não reconhecem que são necessitados. Não estejamos também entre aqueles que, admitindo suas carências, não procuram Deus.Não estejamos também entre aqueles que, vendo as necessidades que buscam a Deus por meio da igreja, transformam-se em anteparos à sua chegada. Não cremos que a Ceia seja um sacramento, mas voamos sobre um não batizado (quando não um não batista)  para impedir que ingira o pão que pegou. Quando convidamos os presentes aos nossos cultos para aceitarem a Jesus como Salvador, cantamos que devem vir tais como estão, mas não batizamos aquele que  não for legalmente casado porque o seu cônjuge ainda não cristão se recusa a faze. Pregamos que o Evangelho é o poder de Deus para todos aqueles que crêem, mas muitos de nós das classes médias queremos ter certeza que o nível socioeconômico de nossas igrejas não vai baixar…Depois de tudo isto, estranhamos que muitos que procuram Deus nem sempre a buscam por meio das nossas igrejas… Os que acompanhamos a divulgação dos resultados do censo demográfico brasileiro de 2000 lemos a indignação de alguns líderes de denominações achando-se defraudados nos números oficiais, aquém dos registros internos denominacionais. No caso dos batistas, a estranheza é maior. Juntando os 944 mil batistas da Convenção Batista Brasileira aos outros batistas do Brasil, ficamos bem longe (dois milhões, talvez) dos 3,1  milhões atribuídos pelo IBGE.Deve-se a diferença apenas às crianças? Explica a discrepância o exército dos excluídos dos quadros de membros? Não se declararam batistas alguns brasileiros que não se sentiram acolhidos em nossas igrejas?O que temos feito com as Anas que nos procuram? Temos sido portos  para as pessoas, muitas das quais plenas de problemas profundos?Nossa visão do outro não pode ser inspirada senão pela graça de Deus. Só assim não nos cansaremos.Aliás, precisamos de um choque de graça! Não fomos salvos pela graça, mas queremos impingir um pouco de lei e obra aos cristãos.  Para que excluímos um irmão que se transferiu para outra denominação evangélica? Por que não aceitamos por carta de transferência um irmão vindo de outra denominação? Precisamos de um choque de graça, para sufocar de vez o fariseu escondido dentro de cada um de nós?No plano pessoal, temos feito como Ana, buscando Deus com lágrimas de humildade?Precisamos de cristãos-Ana, de igrejas-Ana. 2. PRECISAMOS CUIDAR PARA QUE CONTINUEMOS SENSÍVEIS ÀS NECESSIDADES HUMANAS.Há dois Elis aqui. Um deles é o sacerdote insensível às necessidades de Ana. A sua insensibilidade impede que perceba as carências daquela mulher temente a Deus, que ele confunde com uma seguidora de Belial (verso 26), como uma mulher desclassificada.Eli faz com Ana o que fez a platéia de judeus no marco zero da história de igreja cristã, quando a plenitude  capacitadora do Espírito Santo foi tomada como embriaguez. A tristeza extrema e a extrema alegria foram lidas da mesma maneira, porque são filhas da entrega, substantivo que o homem natural não consegue compreender.Profissional da mediação Deus-homem, Eli estava fechado para Deus, Eli estava fechado para o homem. Seus joelhos não mais se dobravam para ouvir a voz do Deus a quem servia.A síndrome de Eli ronda o ministro cristão, não importa o seu serviço. A síndrome de Eli ronda a igreja, não importa a metodologia que esteja adotando para cumprir a sua missão. Temos que vigiar para não sermos Eli na vida. 1. Temos que

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Jeremias 18.1-10: NAS MÃOS DO OLEIRO

NAS MÃOS DO OLEIROJeremias 18.1-10Pregado na IB Itacuruçá, em 22.2.2003 A Bíblia está cheia de parábolas (comparações), que são histórias (reais ou imaginárias) contadas para nos despertar para verdades profundas. Uma delas é a parábola do oleiro e do vaso. Deus usa ilustrações para nos orientar. A síntese das verdades deste texto é bastante clara:1. Somos obras das mãos do Oleiro Eterno (verso 3).2. Por causa do pecado que entrou no mundo a partir de Adão, somos frágeis e podemos ser quebrados (verso 4a)3. Nós podemos ser refeitos por Deus (verso 4b), Tomemos verdade por verdade. 1. UM DEUS QUE CRIA E SE INTERESSAVocê não é obra do acaso, mas fruto da produção criadora de Deus. Porque Ele o criou, Ele quer você sempre inteiro.Há muitas diferenças entre o Oleiro, que é Deus, e o barro, que somos nós. A primeira é que Ele pode criar as coisas do nada, enquanto nós não podemos. Nossa criatividade é sempre dependente de uma obra anterior.A segunda é que Ele tem um absoluto interesse nas coisas humanas, enquanto os humanos temos um relativo interesse pelas coisas divinas, bem como escasso interesse pelas coisas dos outros humanos.Esta história mostra que Ele tem interesse até pelo processo de fabricação de vasos. 2. A VIDA PODE NOS QUEBRARNa vida passamos por muitos momentos difíceis, em que nos sentimos quebrados, frangalhados, estraçalhados. Pode ser o desemprego, a separação conjugal, o encerramento de um curso, um mergulho no deserto emocional por razão conhecida ou desconhecida.Quando isto acontece, nós nos sentimos como o próprio vaso quebrado nesta história. Então, tentamos nos consertar a nós mesmos, até descobrirmos que não podemos. Esta percepção é o começo da mudança. Se formos mais adianta na história, verificaremos que, além desta perspectiva, há uma outra. O vaso quebrado representa o pecado humano.  O pecado nos derruba das mãos de Deus. O pecado é um gesto consciente do ser humano para caminhar em outra direção que não as mãos do seu Criador.Se as dificuldades são um desafio, o pecado é um desafio ainda maior. Demoramos em tomar consciência dele. Muitas vezes, gostamos de pecar. Eu vou usar a lista do apóstolo Paulo, em Gálatas 5.19-21 Todo carnaval o governo federal sai com um anúncio mais ou menos assim: “seja inteligente: use a camisinha”. Este é o valor predominante, mas o valor cristão é: “seja santo: sexo seguro é sexo santo e sexo santo é só no casamento”.Quem sabe você não tem usado seu corpo em relações sexuais fora do propósito de Deus. Quem sabe sua boca tem sido ultimamente um verdadeiro terremoto com lavas de imoralidade e obscenidade. Quem sabe você tem ocupado sua mente com pornografia impressa ou virtual.Podemos inventar nomes para estas obras da carne, mas o apóstolo Paulo os chama como são: prostituição, impureza, lascívia (verso 19b) Quem sabe você crê em Jesus, mas faz uma fé em santos do passado. O apóstolo Paulo chama a isto de idolatria (verso 20a).Quem sabe você freqüenta igrejas evangélicas aos domingos, mas durante a semana procura um centro ou um terreiro em busca de soluções rápidas e fáceis. O apóstolo Paulo chama a isto de feitiçaria (verso 20b). Quem sabe o seu pecado esteja no grupo maior, na lista de Paulo, formado por inimizades, porfias (brigas), ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções (verso 20).Quem sabe seu pecado seja o da antipatia, paga ou gratuita, para com as pessoas, fechando sua cara para uns e abrindo para outros. Isto é pecado.Quem sabe seu pecado seja o de brigar. A violência tem feito morada no seu coração e passou a ser o seu método. Sua frase predileta é: “comigo é assim”, entristecendo tremendamente o Espírito Santo. Quem sabe você já não saiu no braço com um desafeto, vindo depois culpar o seu temperamento.Quem sabe seu pecado seja o do ciúme. Você não agüenta o sucesso do outro e tem feito tudo para se destacar ou prejudicar o outro. Isto é pecado, mesmo que feito em nome de Deus.Quem sabe seu pecado seja o da ira. Quem sabe, você anda acalentando o ódio no seu coração, escondido atrás do fato de que sua raiva é justo, porque o outro mereceu. Acessos de raiva, mesmo que por motivos “justos”, continuam sendo obra da carne.Quem sabe o seu pecado seja a discórdia, por causa da ambição egoísta. Quem sabe seu problema seja querer todos os holofotes para você. Quem sabe o seu pecado seja o de semear a dissensão que estereotipa pessoas, separa pessoas, machuca pessoas. Quem sabe o seu pecado seja o prazer de pertencer a um grupo que exclui os outros ou se exclui dos outros, pensando-se mais puros, mais antigos, mais legítimos. Fico pensando que há pessoas que se comparam a animais, como se tivessem pedigree: são mais antigos na igreja, são mais capazes, são mais santos, são mais finos. Toda divisão tem um nome: pecado.Quem sabe o seu erro seja a inveja. A inveja é pecado porque é um julgamento contra Deus: o invejoso parece dizer: Deus foi injusto comigo, porque deu mais (dons, recursos) ao outro do que a mim. Quem sabe o seu problema seja o vício contra o seu corpo. Quem sabe seu corpo anda armazenando nicotina ou alguma outra droga, como o álcool ou outras poções químicas igualmente pesadas. Se você está neste desvio, você é um vaso quebrado. E enquanto viver assim, diz o apóstolo, não herdará o reino de Deus (verso 21b). Não há meio-termo.Você precisa se consertar com Deus e deixar que Ele refaça você. Se você anda emocionalmente quebrado, saiba que Deus quer fortalecer a sua vida.Se você anda quebrado pelo pecado, saiba que Deus quer consertar a sua vida.Podemos ser moldados por nós mesmos, pelas circunstâncias, ou pelo Oleiro Eterno. Deixe-se tocar por Deus. Ele tomará você, não importa em quantos pedaços esteja, e fará um vaso novo. Você não faz isto sozinho, mas Deus faz, porque Ele o criou, se você deixar que Ele tome você em Suas mãos. 3. UM DEUS QUE NOS REFAZVocê

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Ezequiel 36.24-27: PARA RECEBER UM NOVO CORAÇÃO (notas)

PARA RECEBER UM NOVO CORAÇÃO (notas)Ezequiel 36.24-27 1. CORAÇÃO VELHO x CORAÇÃO NOVO1.1. CORAÇÃO VELHOUm coração velho não tem força para viver. 1.1.1. Coraçao do auto-aperfeiçoamento, pelo cumprimento da lei (ou mesmo de uma nova lei). Há uma tendência de transformarmos o evangelho da graça numa nova lei. 1.1.2. Coração do brilho próprio, em que o ego toma o lugar de Deus. O egoísmo é um modo velho de se viver. Quem mais brilhou neste culto? 1.1.3. Coração sem lugar para o Espírito Santo. No coração dos ateus, não há lugar para o Espírito Santo. No coração dos fariseus, não há lugar para o Espírito Santo. 1.2. CORAÇÃO NOVOUm coração novo tem força e propósito. 1.2.1. Coração santo (separado para Deus). (Contra a idéia do auto-aperfeiçoamento)Ezequiel 36.25 “Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias, e de todos os vossos ídolos, vos purificarei”.Devemos buscar a purificação, sabendo que Deus não exige pureza dos homens, mas exige empenho na pureza. 1.2.2. Coração iluminado por Jesus CristoPara que nossa impureza seja revelada. Não dá para esconder o que quer que seja de Jesus Cristo.2Coríntios 4.6 Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. 1.2.3. Coração com lugar central para o Espírito Santo, habitando, coordenando, reinando.Efésios 4.30 “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção”. 2. CORAÇÃO DE PEDRA x CORAÇÃO DE CARNE2.1. CORAÇÃO DE PEDRA 2.1.1. Um coração insensível. Deus fala, mas os insensíveis não ouvem nem vêem. 2.1.2. Um coração sem capacidade de se curvar para mudar e sem vontade de viver; um coração que apenas toca a vida, sem ser tocado pela vida. 2.1.3. Um coração em que predomina o espírito do homem. 2.2. CORAÇÃO DE CARNE2.2.1. Um coração dado por Deus. Deus toma a iniciativa.A nova comunhão surge em decorrência do amor de Deus por si mesmo (v.21). Vem, portanto, de sua própria natureza. Sua primeira motivação, portanto, não é sequer a necessidade humana. É a natureza divina. Por isto, Ele toma a iniciativa. 2.2.2. Uma nova disposição, com sensibilidade para ouvir a voz de Deus pode ser ouvida, porque o coração que a recebe já é um coração de carne. 2.2.3. Um coração santoQuem está na nova Aliança busca viver os valores de Deus. Falta-lhe prazer no pecado (v. 29 e 31).Santo é o coração que tem consciência da presença de Deus (vv. 28, 31 e 36).No coração santo prevalece o Espírito de Deus.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

João 12.20-28a: MISSÕES (notas)

MISSÕES (notas)João 12.20-28a 1. As pessoas precisam ver Jesus.Conversava ontem com uma pessoa, que me falava da tristeza de seus tios não serem cristãos. E ela arrematou:— Também, com o testemunho que meus pais deram, jamais poderiam mesmo se converter a Jesus.Há muitas pessoas querendo ver Jesus. Há muitas pessoas que não estão interessadas em ver Jesus, e elas só se interessarão por Jesus se nós vivermos Jesus, se nós falarmos de Jesus.As pessoas fazem a nós este pedido com suas próprias vidas ou com suas próprias bocas.Temos de estar onde as pessoas estão. 2. O discípulo é aquele que não se recusa a falar A Jesus sobre as pessoas e DE Jesus às pessoas.O primeiro passo de um cristão é a fé (crer em Jesus). O segundo passado é a obediência (seguir a Jesus). Servir a Jesus é segui-LO. Filipe e André, diante da solicitação, foram comunicar a Jesus o interesse dos gregos por Ele. Antes de falar a alguém de Jesus, devemos falar a Jesus acerca deste alguém. Nosso coração deve arfar pela salvação desta pessoa. Fora disso dificilmente haverá salvação. Fala de Jesus aquele que ama a Jesus, mais que todas as coisas, mais que sua própria vida. Jesus espera que busquemos primeiramante o Reino de Deus e esperemos que as demais coisas sejam acrescentadas, mas temos preferido buscar o que perece e mesmo assim esperamos que as demais coisas aconteçam.O discípulo sabe que precisar glorificar o nome de Jesus. Se queremos ver Cristo glorificado, precisamos morrer para nós mesmos. Estamos preocupados demais conosco mesmos, seja com nossas necessidades, com nossas posições…. Falar de Jesus é contar que Jesus é o grão de trigo que caiu na terra para dar muitos frutos. Ele morreu e sua morte permite-nos o fruto do arrependimento. O arrependimento nos coloca em comunhão com Ele. Jesus veio para salvar. Ele não fugiu da morte, pela qual somos salvos. A presença de Jesus é para quem o serve. 3. O discípulo sabe que há muitas maneiras de falar. Vivendo, falando ou enviando, glorificamos o nome de Jesus, que glorifica o nome do Pai.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Salmo 22: COMPROMETENDO-ME A ADORAR

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Êxodo 33,34,40: A GLÓRIA DO SENHOR

A GLÓRIA DO SENHOR Êxodo 33,34,40 1. INTRODUÇÃOO pedido de Moisés (ter presença de Deus) é o desejo de todos nós.Não temos como viver se Deus não estiver conosco. O pedido de Moisés (ver glória de Deus) é o sonho de muitos de nós.A manifestação espetacular (clara, eloqüente) de Deus está na agenda da maioria de nós. A coragem de Moises (ser separado para Deus) é o propósito de poucos de nós.Este pedido e este sonho, para ser atendido e realizado, demandam consagração de nossas vidas a Deus. 2. PARA TERMOS A PRESENÇA DE DEUS2.1. Precisamos desejar intensamente a presença de Deus.Então Moisés lhe declarou:— Se não fores conosco, não nos envies. Como se saberá que eu e o teu povo podemos contar com o teu favor, se não nos acompanhares? Que mais poderá distinguir a mim e a teu povo de todos os demais povos da face da terra?(Êxodo 33.15-16)Você se basta a si mesmo, com sua coragem, seu talento, sua habilidade, sua ousadia?Você tem pedido a Deus para ir com você, nas suas decisões, nos seus projetos? 2.2. Precisamos viver de modo que agrade a Deus.O Senhor disse a Moisés:— Farei o que me pede, porque tenho me agradado de você e o conheço pelo nome.(Êxodo 33.17)Você tem coragem de dizer: “Sonda-me”?Se Deus olhar para você, o que vai achar? Quando olhar para o seu prédio, vai achar quantos justos? Quando olhar para sua casa, vai encontrar quantos justos? Quando olhar para a nossa igreja, vai ver quantos justos? 2.3. Precisamos ir onde Deus está.E prosseguiu o Senhor:— Há aqui um lugar perto de mim, onde você ficará, em cima de uma rocha.(Êxodo 33.21)Deus estava no monte. Na revelação progressiva, Deus se manifestava prioritariamente no monte. Hoje não há lugares prioritários. Há a sua palavra indicando onde pode ser encontrado. Há o Espírito Santo que habita dentro de nós, quando deixamos.A propósito, por que Israel ficou tanto tempo no deserto? O deserto ficava ao sopé do monte, e o povo precisava estar perto de Deus, para ser educado e cuidado. 3. PARA VERMOS A GLÓRIA DE DEUS3.1 Precisamos saber que a Deus não se vê.E [Deus] acrescentou:— Você não poderá ver a minha face, porque ninguém poderá me ver e continuar vivo.(Êxodo 33.20)Há o Deus do culto, a quem se canta/ora de olhos fechados, mas que pode não ser o Deus da Bíblia. Há o Deus do show, a quem se canta/ora com extravagância, mas que pode não ser o Deus da Bíblia.Há o Deus das ordens-de-culto bem organizadas, mas Deus pode não estar nessas páginas.Há o Deus  da oração falsamente íntima (do tipo “Paizinho”), mas Deus pode não estar nessas preces.Há o Deus dos crentes rancorosos, para os quais só uma forma de celebrar a Deus, aquela que aprenderam com os seus pais, mas Deus pode não estar na carranca destes adoradores. Totalmente outro, totalmente diferente das nossas concepções, dos nossos comodismos, dos nossos legalismos.Totalmente outro, totalmente avesso ao nosso cinismo, ao nosso libertinismo, à nossa graça que não exige santidade.Totalmente outro, totalmente longe de nossas manipulações. 3.2 Precisamos subir o monte.Esteja pronto pela manhã para subir ao monte Sinai. E lá mesmo, no alto do monte, apresente-se a mim.(Êxodo 34.2)Deus se revelou misericordioso a Abraão no alto de um monte. O Cordeiro Jesus foi imolado num monte. Jesus subia aos montes para orar.Subir o monte simboliza a disposição para fazermos o que Deus pede que façamos. Moisés teve que subir ao monte para se encontrar com Deus. E ele o fez porque sabia que valia a pena o esforço.Subir o monte significa a disposição para nos apresentarmos a Deus.Subir o alto do monte representa a nossa entrega. Não ficaremos na primeira volta, não desistiremos no primeiro obstáculo, não desmaiaremos ao primeiro perigo. 3.3. Precisamos adorar a Deus.Então o Senhor desceu na nuvem, permaneceu ali com ele e proclamou o seu nome: o Senhor. E passou diante de Moisés, proclamando:— Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade, que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado; castiga os filhos e os netos pelo pecado de seus pais, até a terceira e a quarta gerações.Imediatamente Moisés prostrou-se, rosto em terra, e o adorou, dizendo:— Senhor, se de fato me aceitas com agrado, que o Senhor nos acompanhe. Mesmo sendo esse um povo obstinado, perdoa a nossa maldade e o nosso pecado e faze de nós a tua herança.(Êxodo 34.5-9)Adora quem reconhece que Deus é soberano e bom sempre.Adora quem tem prazer em prestar culto a Deus.Adora quem tem coragem de olhar para sua própria vida, reconhecer os seus pecados (pecados específicos, não genéricos), admitir que não pode viver no pecado, arrepender-se dos seus pecados, confessar os seus pecados e desejar uma vida não dominada pelo pecado, chame-se este pecado de temperamento, cultura ou modernidade. 4 O QUE ACONTECE QUANDO VEMOS A GLÓRIA DE DEUS4.1. Pomos a presença de Deus acima de todo os outros desejos.Moisés ficou ali com o Senhor 40 dias e 40 noites, sem comer pão e sem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança: os Dez Mandamentos.(Êxodo 34.28)Queremos a glória de Deus, mas não queremos abrir mão de nossa própria glória, de nossos próprios desejos, de nosso próprio jeito de fazer as coisas.O projeto de Moisés era o projeto de Deus: legar os Dez Mandamentos ao povo. Sol após 40 dias de experienciar a presença do Senhor, Moisés arriscou talhar os Dez Mandamentos. 4.2. Resplandecemos, mesmo sem o saber.Ao descer do monte Sinai com as duas tábuas da aliança nas mãos, Moisés não sabia que o seu rosto resplandecia por ter conversado com o Senhor.Quando Arão e todos os israelitas viram Moisés com o rosto resplandecente, tiveram medo de aproximar-se dele.(Êxodo 34.30)Moisés não fez nada para resplandecer. Por ter estado com o Senhor, resplandeceu. As pessoas viram que ele esteve com o Senhor. Ele voltou diferente.Dizemos que, por termos Cristo como

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Lucas 24.13-35: CORAÇÕES ARDENTES

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Colossenses 2.6-10: CRISTO E CULTURA (notas)

CRISTO E CULTURA (notas)Colossenses 2.6-10 Nota-se uma certa vergonha de se ser cristão. 1. O cristão é aquele que recebeu Cristo (verso 6a).O cristão é aquele que recebeu Cristo no seu no coração (vontade, emoção, razão). É aquele que deixou Jesus ser senhor do coração. Quando recebemos Cristo, recebemos seu perdão, contido na sua morte em nosso lugar.Quando recebemos Cristo, recebemos a sua filosofia de vida, contida na Palavra de Deus. Este recebimento acontece na mente e no coração. Não somos mais senhores de nós mesmos. 2. O cristão é aquele que procura andar segundo o ensino de Cristo (verso 6b-7).Para andar (viver) com Cristo, o cristão precisa se instruir. Andar com Cristo é ser enraizado por Cristo. É deixar que Ele faça raízes na sua vida. É adotar a sua filosofia de vida. Precisamos de instrução, de filosofia, de teologia, de conhecimento bíblico. Isto parece uma contradição, porque Paulo condena a filosofia.  Parece, mas não é. Toda a sua produção é filosofia, é pedagogia, é teologia. Toda a sua produção visa ajudar os cristãos a trilharem um caminha sólido. 3. Para andar com Cristo, o cristão trava uma guerra espiritual, na qual não está sozinho (versos 8). Há um sistema de valores, a que Paulo chama de filosofia (o único uso da palavra na Bíblia), que quer ser entronizada como absoluta. Hoje, deveríamos chamá-la de cultura. Não está apenas nos livros. É aquilo, por exemplo, que a Escola de Frankfurt chama de “indústria cultural”. A cultura quer enredar (raptar) a consciência do cristão (Tende cuidado). Quer comprar a sua consciência crítica. Quer entorpecê-lo. É por isto que Paulo chama a este sistema de “filosofia vãs e enganosas”. Vãs e enganosas” porque pretendem  ser vistas como mistério, como transcendência. Paulo não é contra a filosofia (a única vez que a palavra aparece no Novo Testamento), mas contra a filosofo-latria, nem contra a razão, mas contra uma racio-latria. São todas tradições humanas, isto é, conjunto de afirmações que negam a verdade revelada, bíblica. A igreja também pode construir tradições humanas, que contrariam a verdade revelada.Esses sistemas se apresentam como princípios elementares. No contexto de Colossos, são os ensinos que pregam, por exemplo, o culto aos anjos como superiores a fé em Cristo. São sedutores, mas levam ao engano; produzem desilusão. Hoje continuam presentes em formas de astrologia e outros esoterismos, que negam a experiência da conversão. Este sistema ameaça a liberdade do homem, mesmo que em nome dela. A proposta de Cristo é a liberdade, que é a que está em jogo. 4. O cristão é aquele que tem a Cristo como sua cabeça (versos 8-10)Receber a Cristo significa conhecê-lo. Não há como receber a Cristo sem o conhecer.Receber a Cristo significa recebê-lo como Senhor. “Senhor”, este é o título de Jesus.Ele é Senhor de nossa mente, de nosso bolso, de nosso caráter, de nossos relacionamentos.Não somos mais senhores de nós mesmos. Cristo deve ser o cabeça da culturaEle não é mais uma força do universo ou da cultura, mas a força. Deus encarnado. Não há necessidade de o cristão ficar prestando homenagem aos rudimentos do mundo, porque Cristo é maior que tudo isto.Ele é a plenitude do cristão.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Hebreus 10.19-25: O CAMINHO EXCELENTE (notas)

O CAMINHO EXCELENTEHebreus 10.19-25 1.O CAMINHO1.1. Novo e vivo (verso 20).Não é um caminho velho, mas novo, no sentido que propõe o que nenhuma religião até então propôs: acesso direto a Deus, sem o mérito humano e sem intermediação. Em Israel, até então, o caminho para Deus era pavimentado pela lei, com um sistema sacrificial que substituía o esforço humano, afirmando-o. Não é um caminho morto, mas vivo, no sentido que conduz à vida plena, vida radicalmente diferente daquela que levamos. Nossos caminhos conduzem à morte, porque são enganosos. 1.2. Feito com sangue (verso 19). Com o próprio sangue. As religiões em geral têm sistemas nos sacrificiais, nos quais um animal morre pelo pecado de outrem. São animais inocentes. Jesus Cristo se oferece para ser o animal do sacrifício. Ele leva sobre si a culpa. Ele sabe porque está morrendo, diferentemente dos animais sacrificados. Este é, portanto, um sacrifício vivo. 1.3. Por entre o véu (verso 20). Toda a separação foi vencida. O pecado edificou um muro entre o homem e Deus. São muros de vergonha, como foi o de Berlim no passado recente e o de Israel no presente. São muros de tristeza. São muros de saudade de um tempo em que Deus e o homem dialogavam. O autor de Hebreus chama de véu a este muro. Toda vez que o homem tentava acessar a Deus seu esforço batia no muro. Jesus, então, fez um furo no muro. E ele o fez com sua carne (seu corpo, seu sangue, sua vida), abrindo um buraco, um buraco imenso, por onde podemos entrar. 1.4. Pelo Sumo-Sacerdote Jesus Cristo (verso 21). O sistema hebraico era composto por um santuário, no qual havia um lugar santíssimo. Uma vez por ano, o sumo-sacerdote entrava num lugar santíssimo para oferecer sacrifícios especiais. A entrada era cercada de cuidados cerimoniais. Uma pessoa comum não podia entrar neste lugar. Jesus quebrou este sistema. O autor de Hebreus chama a Jesus de Sumo-Sacerdote, mas Sumo-Sacerdote livre para entrar e sair do lugar santíssimo. 2. O SIGNIFICADO DO CAMINHO Este caminho oferece: 2.1. Acesso a Deus com confiança (verso 19). Nosso pecado não nos condena mais. Não precisamos viver encurvados pelo peso da culpa. Em Cristo, “temos ousadia e acesso em confiança, pela nossa fé nele” (Efésios 3.12). Ousadia significa liberdade para irmos a Deus. Em Cristo não há lugar para o medo. 2.2. Anulação de nossa culpa (verso 22). Este é o sentido do batismo. Graças a Jesus nossos corações são “aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada”, e “nossos corpos” são “lavados com água pura”. 2.3. Liberação do sacrifício. Não temos que fazer a mesma caminhada de Cristo. As religiões falam de caminhos que um fiel precisa fazer para ser abençoado. Um muçulmanos, por exemplo, deve fazer o caminho até Meca pelo menos uma vez na vida. Uma tradição mística fala da necessidade de se fazer o caminho de Sãntiago de Compostela. Um brasileiro contou como fez o caminho e ficou muito rico. Há outros que propõem que precisamos fazer o mesmo caminho que Cristo fez até o Gólgota.Graças a Deus, no entanto, estamos liberados de todos estes sacrifícios. Jesus o fez por nós. 2.4. Fim do mistério. Jesus veio aplainar o caminho. Caminho aplainado, podemos seguir por Ele em direção ao Pai. O quebra-cabeças desarrumado ficou arrumado. Os pontos do caminho à saída do labirinto foram trilhados por Ele. A vida tem sentido. Sem Cristo, qualquer experiência religiosa fica inacabada. (Capa do livro DIA A DIA) 3. A NOSSA CAMINHADASendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada, e tendo os nossos corpos lavados com água pura.Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel.3.1. Sinceridade de coração (verso 22). Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero. Não ausência de pecado, mas desejo de não viver sob o domínio do pecado. 3.2. Certeza de fé (verso 22). Sendo assim, aproximemo-nos de Deus (…) com plena convicção de fé. Fé em Cristo como Salvador, como aquele que fez o buraco no muro da separação. 3.3. Firmeza de esperança (verso 23). Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel. Contemplar a realidade do céu, mas contemplar a realidade da vida com Jesus Cristo presente e fiel. 3.4. Compromisso com a igreja (versos 24-25). E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006
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