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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: A reconstrução concluída (Neemias 12 e 13) — Prof. Almir Gonçalves Jr

Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO

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Israel Belo de Azevedo março 17, 2010
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Deuteronômio
Israel Belo de Azevedo

PARA LER O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Roberto Abreu Costa)

PARA LER O LIVRO DE DEUTERONÔMIO   ROBERTO ABREU COSTA   Titulo: Deuteronômio Capítulos: 34 Versículos:  Tempo aproximado para leitura: 130 minutos   A autoria do livro de Deuteronômio é atribuída a Moisés (aproximadamente 1400 a.C.), logo após a saída do Egito com o povo ainda atribulado com a escravidão,  perseguição e a forte influência da cultura religiosa seguida pelos egípcios. O livro procura mostrar as bênçãos da obediência e as conseqüências da desobediência. Podemos afirmar se tratar de m livro de recordações e acima de tudo de exortação.   ESTRUTURA   I. O primeiro discurso de Moisés 1.1-4.43 Introdução 1.1-5 O passado recordado 1.6-3.29 Um chamado à obediência 4.1-40 Cidades de refúgio nomeadas 4.41-43   II. O segundo discurso de Moisés 4.44-26.19 Exposição dos Dez Mandamentos 4.44- 11.32 Exposição das leis cerimoniais 12.1-16.17 Exposição da lei civil 16.18-18.22 Exposição das leis criminais 19.1-21.9 Exposição das leis sociais 21.10- 26.19   III. O terceiro discurso de Moisés 27.1- 30.20 Cerimônia de retificação 27.1-26 Sanções do concerto 28.1-68 O juramento do concerto 29.1-30.20   IV. As palavras finais e a morte de Moisés 31.1- 34.12 Perpetuação do concerto 31.1-29 O cântico do testemunho 31.30-32.47 A bênção de Moisés sobre Israel 32.48-33.29 A Morte e a sucessão de Moisés 34.1-12   SÍNTESE TEOLÓGICA Moisés prepara o seu discurso ao povo israelita como forma de despedida. Para tanto, procura resgatar a história, os acontecimentos passados e, principalmente, dar uma visão futura do quanto Deus ainda poderia fazer por aquela nação.  A abrangência vai do humano ao divino. Acompanha o passado e o futuro. Futuro este sem a sua participação ou orientações. Moisés aproveita, para de uma forma amena, se despedir do seu rebanho. Haveria necessidade de prepará-los e acima de tudo, deixá-los conscientes de que o homem partiria. Contudo, Deus haveria de estar com eles em todos os momentos Moisés se preocupou também em alertar o povo a não se esquecer das leis deixadas por Deus, tanto é que o significado de Deuteronômio é   “segunda lei”. Moises sabia com quem estava lidando. Talvez tenha pensado ao escrever estas recomendações o que aconteceu quando teve que se ausentar por algum tempo. O seu povo, simplesmente esqueceu-se de tudo e passaram a adorar outros deuses.  Deus havia feito de tudo para salva-los e o que eles estariam dispostos a fazer para Deus, para servir a Deus sem se desviar dos seus ensinamentos. Moises dá inicio, então, a uma preparação para aqueles que entrariam na terra prometida. Deveriam ser fiéis, sobre tudo, terem consciência de que não mais teriam o seu líder, contudo o Líder Maior estaria presente, sempre pronto para guiá-los e protegê-los.    PARA LER DEVAGAR O texto de Deuteronômio reflete um olhar divino. É Deus mandando o povo seguir exatamente aquilo que Ele queria que fizesse. Podemos verificar sua vontade nitidamente no capítulo primeiro, não só em um versículo, mas em todo o capítulo. Destaco, portanto, o seguinte: “E sucedeu que, no ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moises falou aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhes mandara acerca deles.” (Deuteronômio 1:2). Portanto, é Deus mandando! Moisés tinha esta consciência e deveria passar ao povo exatamente o que nascia no coração de Deus para o coração daquela nação. O verbo mandar expressa a vontade soberana de Deus, mas o mandar, como forma de ser obedecido, nada mais é do que uma forma de amor e principalmente de cuidado, pois, fazendo a vontade de Deus, estaria preservando as suas próprias vidas e existência.   O TEXTO QUE MAIS TOCOU O MEU CORAÇÃO Embora se trate de um livro ao qual poderíamos chamar de Código de Normas ou Comportamentos, notamos a sua preciosidade no cuidado que o autor teve em colocar embutido nas entrelinhas a manifestação de amor para com o ser humano. Jesus, por diversas vezes, cita o livro de Deuteronômio para expressar a autoridade de Deus e, acima de tudo, o cuidado de Deus para com os seus filhos. Gostaria de destacar dois capítulos entre tantos lidos que ressalta exatamente este cuidado. Em primeiro lugar, o capítulo 22.1-4. Aqui, o autor é categórico em afirmar a importância do amor para com o seu próximo e também deixa uma coisa bem clara: o que é seu é seu e o que não for seu deverá ser cuidado como se seu fosse. Todos são tratados com igualdade e com amor. Poderíamos dizer que o Preâmbulo da Constituição Brasileira reflete exatamente o que Deus desejava e deseja ainda hoje para o seu povo: IGUALDADE! O outro texto que gostaria de destacar é o do capítulo 30.1-10. Nele, encontramos uma declaração de amor, uma poesia, uma afirmativa da misericórdia de Deus para todo aquele que se arrepender dos seus pecados. Não dá para ler este capítulo sem se emocionar ou sentir o quanto Deus é misericordioso, principalmente quando observamos o verso 9 que diz: “E o Senhor teu Deus te fará prosperar em toda a obra das tuas mãos, no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto da tua terra para o teu bem; porquanto o Senhor tornará a alegrar-se em ti para te fazer bem, como se alegrou em teus pais.”  Impressionante é que Deus, além de perdoar e restituir o que o homem havia perdido, passa a se alegrar com aquele antigo desmerecedor de suas benesses e, então, se sente bem ao ver o homem transformado. Acho que este texto reflete a grandeza de Deus  no passado e ainda hoje perante nós.   TEXTOS DIFICEIS Eu diria que relacionar um ou dois capítulos difíceis de compreensão seria um tanto deselegante com os demais capítulos, pois o livro é para ser lido no contexto daquela época. Devemos procurar  entende-lo ou aplicá-lo aos nossos dias de forma a tirarmos ensinamentos que possam ser aplicados ás nossas vidas em conformidade com o aprendido no Novo Testamento. Desta forma procurarei  mostrar o grau de dificuldade não somente no aspecto rigoroso encontrado em diversos

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Israel Belo de Azevedo março 17, 2010
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Marcos
Israel Belo de Azevedo

Marcos 10.46-52 JOGUE FORA A SUA CAPA

    Há tocantes expressões e atitudes na história da cura de Bartimeu, que nos ajudam em nosso crescimento.   1. O JOGO SÓ TERMINA QUANDO ACABA E O JOGO DA VIDA JAMAIS TERMINA (verso 46 — [Jesus e os discípulos] estavam saindo da cidade)   Muitas vezes, as soluções de nossos problemas demoram demais, como se viessem no último minuto da prorrogação no jogo da vida. Essa demora pela solução podem nos trazer desespero ou nos ajuda a desenvolver a nossa paciência, virtude de que tanto precisamos. Essa demora não deve ser vida como o produto do capricho de Deus, porque Deus que não tem capricho. Ele pode até retardar uma intervenção a nosso favor, se isto for bom para nós, não para nos ver sofrendo.   2. NO JOGO DA VIDA, DEUS AGE EM NOSSO FAVOR (verso 47 — [O cego] “começou a gritar: ‘Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!’” )   As soluções vem como expressão da misericórdia de Deus, a qual nós pedimos e esperamos. Não esperamos noa vazio, mas esperamos na certeza de que Deus nos vê, Deus nos ama, Deus está atento, Deus é poderosos para realizar o que desejar, Deus age. As soluções dos nossos problemas (criados por nós ou não) vêm como expressão da misericórdia de Deus, a qual nós pedimos e esperamos. Não esperamos no vazio, mas aguardamos na certeza de que Deus nos vê, Deus nos ama, Deus está atento, Deus é poderosos para realizar o que desejar, Deus age.  Pensar em misericórdia pode sugerir uma relação servil, como se fôssemos mendigos à porta de uma esquina, olhados com desprezo. Na verdade, somos mendigos, no sentido que pedimos. Não é esta a diferença. A diferença é que Deus não nos trata com indiferença e desprezo, mas com amor, amor, amor.   3. MESMO QUANDO NINGUÉM NOS VÊ, JESUS NOS VÊ, MESMO QUE DO OUTRO LADO DA RUA (verso 49 — “Ele o está chamando”)   É tocante observar, mais uma vez, quem é Jesus Cristo. Em meio a tantos, elogiado, aplaudido, procurado, gritado, Ele apura os sentidos e ouve o grito de um rejeitado. Meio a contragosto, os discípulos vão a Bartimeu e informam que Jesus “o está chamando” (verso 49)”.  Jesus é aquele que nos chama para a vida. Não importa onde estejamos. Se estamos na margem, Deus nos chama para o centro.   INTERLÚDIO (Aqui eu lhe peço para parar de ler e, com os olhos abertos ou fechados, imaginar se a sua vida tem alguma capa que precisa ser abandonada. Sua capa a ser jogada fora pode ser uma amargura, uma grande decepção, uma atitude de autocomiseração, um sentido que nada mais vale a pena, um temperamento que gera desolação…)   4. SE TEMOS CAPA PARA JOGAR FORA, FAÇAMOS ISTO A PARTIR DE HOJE (verso 50 — “Lançando sua capa para o lado”)   Jesus espera que joguemos fora a nossa capa Capa pode ser tomada como o símbolo de uma vida à beira do caminho. Cada um pode fazer o seu inventario: . amargura . autocomiseração  . sentimento que a vida acabou . paralisia   Bartimeu, o cego, o rejeitado, o habitante da margem da vida, o morador de rua, é um homem extraordinário. Há pessoas extraordinárias embora só vejamos coisas ordinárias em suas vidas. Quando convivemos, vamos sendo surpreendidos. Bartimeu nos surpreende. Bartimeu desempenha um papel importante para si mesmo. Seu grande gesto foi lançar “sua capa para o lado” (verso 50).  Quanto a nós, Jesus espera que joguemos fora a nossa capa, um símbolo para uma vida à beira do caminho.   Então, se for o seu caso, lance fora sua biblioteca de amarguras. Tratado como um mendigo desprezível, Bartimeu sabia do seu próprio valor e não permitiu que a visão dos outros a seu respeito fosse a sua própria visão. Ele queria ainda se relacionar (sobretudo com Jesus). Ele queria ainda realizar. Se for o seu caso, lance fora a convicção de que só lhe acontecem coisas ruins, como se tudo conspirasse contra você. Jesus, no caso, conspirou a favor de Bartimeu. Uma sucessão de coisas ruins é apenas uma sucessão de coisas ruins e não toda uma vida ruim. Se for o seu caso, lance fora a idéia de que a vida acabou. Por duras que sejam as suas condições, a vida não acabou. Bartimeu era cego, mas seu projeto de vida era voltar a ver. E ele viu. A vida pode ser recomeça a qualquer hora. Se for o seu caso, lance fora a atitude de que não adianta lutar. Não adianta lutar sozinho, mas adianta lutar tendo a Jesus ao lado. Pedro lutou contra o seu temperamento e Deus o transformou. Davi lutou contra sua sexualidade desenfreada e Deus o transformou. Jacó lutou contra sua desonestidade e Deus o transformou.  Em que Ele precisa transformar você?   ISRAEL BELO DE AZEVEDO  

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Israel Belo de Azevedo março 13, 2010
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: Um compromisso assumido (Neemias 10 e 11) — Prof. Almir Gonçalves Jr

Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO

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Israel Belo de Azevedo março 12, 2010
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Números
Israel Belo de Azevedo

Números 6.22-27: DEUS ABENÇOA E GUARDA, COM GRACA E PAZ

Quando a vida está seca, só o óleo da graça de Deus pode refresca-la. Quando a vida está enferma, só o remédio da graça de Deus pode cura-la. Quando a vida está sem sentido, só o sorriso da graça de Deus pode reanima-la. Quando a vida está só na sua solidão, sem ninguém para um abraço, só a presença da graça de Deus pode lhe fazer companhia. Quando a vida está cansada de sonhar sem nada de bom acontecer, só a bondade da graça de Deus é bálsamo que faz descansar. Quando a vida está sem esperança, só a presença da graça de Deus pode ampliar, pela primeira vez ou novamente, os seus horizontes. Quando a vida se afunda na perplexidade das perguntas, só a sabedoria da graça de Deus pode trazer as respostas que reacendem a vontade de existir. Quando a vida está prestes a admitir o triunfo definitivo da violência e da injustiça, só a soberania da graça pode intervir e reverter as conseqüências das desgraças.   Deus manifesta para conosco a sua graça. Um dos meios que usa para manifestar a sua graça é a vida daqueles que já foram alcançados por sua graça. Por isto, Ele nos pede para que abençoemos os outros, como lemos em Números 6.22-27.   O Senhor disse a Moisés:  “Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas:    ‘O Senhor te abençoe e te guarde;  o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça;  o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz’.    Assim eles invocarão o meu nome sobre os israelitas, e eu os abençoarei”.  (Números 6.22-27) Esta é uma bênção permanente para todos nós, embora ensinada num contexto (antiga aliança) diferente do nosso (nova aliança).   1. “Assim vocês [Arão e seus filhos] abençoarão os israelitas” (Números 6.24).   Abençoar foi uma tarefa dada por Deus para Arão e seus descendentes, isto é, para os sacerdotes. Os hebreus, embora o tenham ouvido, não entenderam que eram um povo sacerdotal, preferindo ficar com uma classe de sacerdotes. Deus deixou bem claro o seu propósito maior:    “Logo Moisés subiu o monte para encontrar-se com Deus. E o Senhor o chamou do monte, dizendo:  ‘ Diga o seguinte aos descendentes de Jacó e declare aos israelitas:  Vocês viram o que fiz ao Egito e como os transportei sobre asas de águias e os trouxe para junto de mim. Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa. Essas são as palavras que você dirá aos israelitas”. (Êxodo 19.3-6)   Assim mesmo um véu separando os crentes em geral dos sacerdotes em particular foi tecido (Êxodo 26.33), até ser rasgado por Jesus na cruz (“E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo” — Marcos 15.38). Nós temos melhores possibilidades de o entender porque temos o Novo Testamento, onde também lemos.   “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo” (1Pedro 2.5). “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pedro 2.9).   Abençoar é para todos os cristãos, porque todos os cristãos somos sacerdotes. Como é difícil nos livrarmos desta herança judeo-católica, para entendermos que somos sacerdotes. Os pastores não são sacerdotes, porque não desenvolvem nenhum ofício que qualquer crente não possa desenvolver. Temos inventado o que Deus não inventou. Recentemente, em nossa igreja, convidei uma missionária (não pastora) para orar e, em seguida, um pastor para dar a bênção apostólica. Por que a missionária não poderia faze-lo? A tradição que inventamos diz que não poderia. Talvez não o fizesse, mas poderia. Dar a bênção apostólica não é prerrogativa de pastor; é privilégio de todo cristão. Ministrar a Ceia do Senhor não é prerrogativa de um pastor, mas da igreja. Batizar não é prerrogativa de um pastor, mas da igreja. Ela é quem delega. Insisto neste ponto porque a administração da graça, mesmo a graça mediada pela instituição, não pode ser limitada a uma classe de cristãos, mas para todos os cristãos. Reinsisto neste ponto porque os cristãos acabam achando que não têm o mesmo compromisso de santidade de um pastor, que não precisam viver pela graça (porque isto é para pastor) e que não precisam viver com graça (como se isto fosse para pastor). Os cristãos somos um povo sacerdotal, chamado a abençoar todos aqueles com os quais convivemos. Todos devemos ser meios de graça para os ainda sem a graça. Cada um de nós precisa se reavaliar, para responder honestamente se tem sido um meio de graça ou pedra de tropeço. Há pessoas que desistiram de ser canais de bênção. São aquelas que olham para os seus vícios e desistir de viver livres deles e se condenam a si mesmas e aos outros à desgraça. São aquelas que olham para o seu temperamento e desistem de permitir que o Espírito Santo as controla, tropeçando e fazendo tropeçar. São aquelas que se acham vencidas pela amargura e não permitem que o Espírito Santo sopre a paz nos seus corações. Mesmo aquelas pessoas que lutam com seus vícios (vencendo, perdendo, vencendo), contra seus temperamentos (deixando-se moldar, rebelando em serem moldadas, deixando-se moldar) e contra as rochosas paredes dos seus corações (experimentando a paz, experimentando o ódio, experimentando a paz) podem ser meios de graça. A instrução bíblica é inspiradora, embora dura: “Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem, e não os amaldiçoem” (Romanos 12.14).   2. “O Senhor te abençoe e te guarde” (Números 6.25). Nós abençoamos alguém quando desejamos que Deus o abençoe. Na verdade, só Deus tem o poder de abençoar. Nós temos

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Israel Belo de Azevedo março 6, 2010
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: A Restauração espiritual tem início (Neemias 8 e 9) — Prof Almir Gonçalves Jr

Acesse os slides da aula da classe de Jovens e Adultos da Escola Bíblica do próximo domingo, segundo o programa da Juerp, preparada pelo prof. Almir Gonçalves Junior. CLIQUE AQUI PARA USAR A LIÇÃO

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Israel Belo de Azevedo março 5, 2010
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Números
Israel Belo de Azevedo

PARA LER O LIVRO DE NÚMEROS (José Mauricio Cunha do Amaral)

PARA LER NÚMEROS Título: Números Capítulos: 36 Versículos: 1.288 Tempo aproximado de leitura: 120 minutos   INTRODUÇÃO O quarto livro do Pentateuco chama-se geralmente em hebraico Bemidh-bar, palavras que se encontram no primeiro versículo do livro e que significam “no deserto”. A palavra números vem do grego Arithmoi, que designa um dos muitos assuntos que ali se tratam. O livro recebeu esta designação da LXX (Septuaginta), devido aos dois censos tomados do povo, um que se encontra no cap.1 e aconteceu ao pé do Monte Sinai, e o outro, que se deu ao fim da peregrinação do povo (cap. 26), às margens do Jordão, com vistas à colocação das tribos de Israel na Terra Prometida. Algumas passagens do Pentateuco falam claramente da autoria de Moisés, como por exemplo: “E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor…” (Êxodo 24.4) ou ainda: “E Moisés escreveu esta Lei…” (Deuteronômio 31.9). No entanto, as teorias da formação do Pentateuco foram se multiplicando e até chocando-se entre si, dando lugar a algumas hipóteses como a Hipótese Fragmentária, a Germinante e a Documentária, que ensinam ter havido quatro documentos originais dos quais o compilador do Pentateuco lançou mão. Com isso, a chamada crítica literária, acaba criando a obra destrutiva de todo o Pentateuco. A partir de 1853, os críticos começaram a afirmar que, em lugar de três documentos fundamentais, devemos ter quatro, e para facilitar o seu raciocínio, deram aos ditos documentos as designações de J.E.D.P, que não iremos aqui comentar. Atribui-se, portanto, a Moisés, a autoria do livro de Números, que pode ter sido ditado por ele a alguns de seus auxiliares imediatos, Josué ou Calebe, durante a permanência no deserto.   ESTRUTURA O livro pode ser dividido facilmente, de acordo com os lugares e tempos, em três partes: No Sinai (1.1 – 10.10), viagem através do deserto (10.11 – 21,35), na margem oriental do Jordão (22 – 35). A julgar pelo resumo, o presente livro compreende um período de cerca de trinta e oito anos e meio. Sobre a maior parte desse período (os trinta e oito anos no deserto) narra-nos apenas uns poucos fatos, mas muito notáveis pelo significado religioso, como a serpente de bronze, a sedição de Coré, os vaticínios de Balaão, a água brotada da rocha.   PREPARAÇÃO PARA PARTIDA DO MONTE SINAI,              1. 1 – 10.10 Contagem e arranjo do povo, 1. 1 – 2.34 Contagem dos levitas. seu serviço sacerdotal, 3. 1 – 4.49 Purificação e bênção do povo, 5. 1 – 6.27 Remoção de várias contaminações, 5. 1 – 31 A lei da separação dos nazireus, 6. 1 – 21 A bênção sacerdotal, 6. 22 – 27 Oferta dos príncipes das tribos, 7. 1 – 89 O serviço do candelabro, 8. 1 – 4 Consagração dos levitas, 8. 5 – 26 A segunda Páscoa, 9. 1 – 14 A nuvem orientadora, 9. 15 – 23 As trombetas de prata, 10. 1 – 10   VAGUEAÇÕES PELO DESERTO, 10. 11 – 20.13 Partida do Sinai, 10. 11 – 36 Um povo desobediente e contradicente, 11. 1 – 14.45 O fogo em Taberá, 11. 1 – 3 Uma queixa de Moisés contra o povo, que preferia a escravidão, 11. 4 – 30 Sepulcros da concupiscência, 11. 31 – 35 A murmuração de Miriã e Arão, 12. 1 – 16 Espias enviados à terra, 13. 1 – 33 O grande fracasso. um povo índigo, 14. 1 – 45 Leis adicionais. Ofertas, desobediência ao sábado; a fita azul, 15. 1 – 41 A rebelião de Coré, Datã e Abirã, 16. 1 – 17.13 Deveres e rendimentos dos sacerdotes e levitas, 18. 1 – 32 A ordenança da novilha vermelha, 19. 1 – 22 As águas de Meribá. a falha de Moisés, 20. 1 – 13   VIAGEM ATÉ A TRANSJORDÂNIA, 20. 14 – 36.13 Negociações inúteis com Edom, 20. 14 – 22 A morte de Arão, 20. 23 – 29 A vitória sobre Arade, um Chefe Cananeu, 21. 1 – 4 A serpente de bronze, 21. 5 – 9 Viagem até Pisga, em Moabe, 21. 10 – 20 Conquista do Amorreus sob Seom e Ogue, 21. 21 – 35 Os esforços de Balaão para amaldiçoar Israel, 22. 1 – 24.25 A campanha de Fineias contra a apostasia, 25. 1 – 18 O segundo recenseamento de Israel              , 26. 1 – 51 Um método justo de dividir a terra, 26. 52 – 65 O pedido das filhas de Zelofeade, 27. 1 – 11 Nomeação do sucessor de Moisés, 27. 12 – 23 Regulamento sobre várias ofertas, 28. 1 – 29.40 Leis referentes aos votos, 30. 1 – 16 A vingança contra Midiã, 31. 1 – 54 A fixação das tribos além do Jordão, 32. 1 – 41 Sumário da viagem desde o Egito, 33. 1 – 49 Orientação para a divisão de Canaã, 33. 50 – 34.29 As cidades dos levitas e as cidades de refúgio, 35. 1 – 34 Emenda nas leis de herdeiras, 36. 1 – 13   SÍNTESE TEOLÓGICA O escritor de Números não se limitou a relatar pura e simplesmente fatos relacionados aos quarenta anos de peregrinações no deserto, mas procurou interpretar a história desse período como se cada fato apontasse para uma demonstração da providência divina para com o seu povo. Um Deus que cuidou das necessidades materiais, certamente, continuaria a cuidar da nação por ele escolhida. As frequentes derrotas mencionadas no livro são provas da admoestação constante de Deus de que todo o pecado é punido e toda a desobediência é perigosa. Podemos dizer que o livro de Números teve por objetivo reavivar a fé dos israelitas nos seus últimos dias de peregrinação, motivando-os a permanecer firmes na sua caminhada, recordando-lhes, acima de tudo, que a história de suas experiências no deserto foi permeada de fracassos e vitórias, mas que, todavia, a presença de Javé foi constante.   TEXTO QUE MAIS TOCOU O MEU CORAÇÃO A convicção de Calebe e Josué de que Deus

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Israel Belo de Azevedo março 2, 2010
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Neemias
Israel Belo de Azevedo

Próxima aula: “A restauração material se efetiva” (Neemias 6 e 7) — Prof. Almir Gonçalves Jr

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 24, 2010
Credo Apostólico
Israel Belo de Azevedo

CREDO APOSTÓLICO, O CREDO CRISTÃO, 3 – Creio em Deus

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, 
Criador dos Céus e da terra.
Esta deve ser a nossa confissão.

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 21, 2010
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Êxodo
Israel Belo de Azevedo

Êxodo 31.1-7 — NA IGREJA NÃO HÁ INCAPAZES

NA IGREJA NÃO HÁ INCAPAZES (Êxodo 28.1, 31.1-7, 35.30-34, 38.22-23)     Na igreja não há incapazes. Se você foi gerado de novo pelo Espírito Santo e é um filho de Deus, você não é incapaz. Quem somos na igreja depende do que cremos sobre o Espírito Santo.   O que é a igreja depende do que cremos sobre a razão de sua fundação, como a lemos em Atos 2. A igreja é o que eu sou. A igreja é o que eu faço.     SOMOS TODOS CHAMADOS Aprendemos estas verdades ao longo da Bíblia, como, por exemplo, na experiência da chamada dos sacerdotes e dos artífices hebreus, logo após o êxodo.  Como lemos, Deus instruiu a Moisés, nos seguintes termos:    “Chame seu irmão Arão e separe-o dentre os israelitas, e também os seus filhos Nadabe e Abiú, Eleazar e Itamar, para que me sirvam como sacerdotes” (Êxodo 28.1).   No mesmo contexto, Deus informa a Moisés o seguinte:    “Eu escolhi Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhe destreza, habilidade e plena capacidade artística para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze, para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal. Além disso, designei Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, para auxiliá-lo. Também capacitei todos os artesãos para que executem tudo o que lhe ordenei” (Êxodo 31.1-6).   Precisamos crer num Deus que não chama apenas pastores. Ele chamou Arão e seus filhos para o sacerdócio (Êxodo 28.1), mas também chamou Belalel, Aoliabe, com suas equipes, para os ministérios artesanais (Êxodo 35.35). Ele chamou todo o povo para participar, contribuindo financeiramente. Uma igreja saudável é o somatório de participantes saudáveis, que são aqueles que compreendem que o Espírito Santo é para todos, e não apenas para alguns. Uma igreja saudável é uma igreja de cristãos como Filipe, o missionário que corre para alcançar o eunuco etíope.   Infelizmente, na igreja há cristãos como Nicodemos (João 3 e 7), que são aqueles que acompanham à distância a vida da igreja. Imagino que o primeiro Nicodemos, como os de hoje, tinha os seus motivos para não se envolver, talvez de ordem profissional ou mesmo de ordem familiar. Pode ser também que os Nicodemos de hoje ainda ajam por não terem entendido a natureza da igreja. De qualquer modo — e esta é a boa noticia — o cristão-Nicodemos pode chegar a ser como aquele outro mesmo Nicodemos, que encontramos, mais tarde, envolvido com Jesus e comprometido com Jesus, sem se importar com o preço que teria que pagar por essa identificação (João 19.39).   Infelizmente, na igreja há cristãos como Tomé (João 20.24-28). Eles olham para a igreja e não vêem qualquer relevância nela. A igreja merece ser criticada; a igreja precisa ser criticada. Nega-la, no entanto, é um equívoco. Nega-la é como negar nossa própria salvação, uma vez que chegamos a Jesus por meio da igreja.  Os cristãos-Tomé precisam ter a coragem de admitir que há uma igreja, talvez diferente daquela(s) de que participaram, que testemunham de Jesus, perfeito, embora sejam imperfeitos. A igreja, imperfeita, é a única comunidade cuja mensagem é a esperança do mundo, porque a mensagem da igreja é Jesus mesmo. Quem crê em Jesus como Salvador e Senhor precisa se envolver com esta igreja, para ser instruído pela Palavra de Deus, para adorar ao Deus da Palavra e para servir ao Deus encarnada em Jesus Cristo. Os cristãos-Tomé podem crer, não na igreja, mas no Senhor da Igreja, diante de quem confessam: “Senhor meu e Deus meu!”  (João 20.28).   Precisamos ser como Filipe, que levava a sua vida para onde o Espírito Santo o conduzia. Na história que lemos sobre ele em Atos dos Apóstolos (Atos 8), Filipe acabara de se envolver na proclamação de Jesus como Senhor, mas o Espírito Santo lhe disse para ir a um outro lugar e ele foi. Estando na estrada, o Espírito lhe disse para se aproximar de um veículo que por ali transitava. Então, Filipe correu em direção ao veículo e ouviu que alguém lia um trecho do livro de Isaias. Esse estranho o convidou para subir e lhe explicar o livro que lia. E Felipe aceitou o convite. A história termina com o estranho sendo batizado por Filipe. Na verdade, a história não termina ai, pois Filipe “porém, apareceu em Azoto e, indo para Cesaréia, pregava o evangelho em todas as cidades pelas quais passava” (Atos 8.40).   Os cristãos-Filipe não vão onde querem ir, mas para onde seu Senhor os envia. Os cristãos-Filipe não fazem o que querem fazer, mas o que o seu Senhor querem que façam. Ser cristão-Filipe é saber que não devemos fazer o trabalho de Deus do nosso jeito, mas do jeito de Deus. O trabalho de Deus é trabalho de Deus; não é trabalho humano. Quando nos colocamos ao dispor dEle, não fazemos o nosso trabalho, mas, com temor e tremor, fazemos o trabalho de Deus. Encanta-nos ler, no relato de Êxodo, que a obra realizada foi realizada  como o Senhor ordenou (Êxodo 36.1). Os cristãos-Filipe são aqueles que entendem como Deus chama colaboradores para sua missão. A missão dos cristãos-Filipe é a missão de Deus. Se queremos ser cristãos-Filipe precisamos aprender e praticar o que Deus ensinou a Moisés, ao chamar os sacerdotes e chamar todas as pessoas para a missão.   ENTRE DEUS E O BEZERRO DE OURO A história destas chamadas conhece um trágico interlúdio. Se em Êxodo 28, temos a chamada dos sacerdotes e, em Êxodo 31, temos as chamadas dos artesãos e do povo em geral, em Êxodo 32 temos a escultura do bezerro de ouro pelos sacerdotes e pelo povo, com todas as suas conseqüências.  Os sacerdotes e o povo pecaram porque não compreenderam as chamadas que receberam. Os sacerdotes e povo não entenderam que, e por isto pecaram, ou fazemos as coisas para Deus ou fazemos as coisas para

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Israel Belo de Azevedo fevereiro 20, 2010
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