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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Marcos 3.31-35 – EPISÓDIOS DA VIDA DE MARIA, 6: “FILHOS DO CORAÇÃO”

EPISÓDIOS DA VIDA DE MARIA, 6: “FILHOS DO CORAÇÃO”(Marcos 3.31-35) (31) Então, chegaram a mãe e os irmãos de Jesus. Ficando do lado de fora, mandaram alguém chamá-lo. (32) Havia muita gente assentada ao seu redor; e lhe disseram: — Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te procuram. (33) — Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? –, perguntou ele. (34) Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse: — Aqui estão minha mãe e meus irmãos! (35) Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.   Jesus foi um incompreendido, o que incluía, por vezes, sua própria família e até mesmo sua mãe. Eles não entendiam que Jesus tinha pressa e que a proclamação do Reino de Deus era prioridade do curto ministério, de menos de dois anos. Tão intensa era esta prioridade que Jesus não constituiu família própria, o que não nos deve servir de modelo, porque isto é para poucos. O celibato não é dom que Deus peça; é uma oferta que alguns homens e mulheres especiais podem fazer e mesmo assim não deveria ser para sempre, já que a família é um projeto de Deus para todos os seres humanos. Na história que lemos em Marcos 3.31-35 (narrada também em Mateus 12.46-50 e Lucas 8.19-21), Jesus foi procurado por toda a sua família. Sua mãe (seu pai já devia ter falecido) e seus irmãos (talvez os quatro homens — Tiago, José, Simão e Judas — e alguma irmã, cujos nomes não sabemos — Cf. Mateus 13.55-56) o encontraram pregando numa casa e desejaram que ele interrompesse seu trabalho. O que queriam? Estariam Maria e seus irmãos preocupados com o excesso de trabalho de Jesus? Se fosse isto, talvez a resposta fosse outra. Sabemos que os irmãos de Jesus não criam nEle como Messias. O evangelista João nos diz que “nem os seus irmãos criam nEle” (João 7.5). Eles só creriam depois, tanto que, após a morte de Jesus, se reuniam com os outros discípulos, entre os quais estava Maria, sua mãe (como lemos em Atos 1.14: “Todos eles se reuniam sempre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos dele”). Além da incredulidade, havia uma diferença de atitude. Mesmo sem crer, seus irmãos queriam que Jesus se apresentasse logo com o Messias (João 7.2-10). O calendário de Jesus era outro e isto trouxe conflito. E episódio nos mostra situações comuns em nossas famílias. Nem sempre nossa fé em Cristo é aceita por outros membros de nossa família. Às vezes, as dificuldades são imensas. Num contexto (ainda) machista como o nosso, há maridos que proíbem suas esposas de serem seguidoras de Jesus Cristo, criando obstáculos por vezes intransponíveis. Há pais que proíbem que seus filhos sejam batizados, o que gera tensões tremendas em casa. Nem sempre nossa dedicação ao Reino de Deus é bem-recebida. Muitas vezes somos questionados e postos contra a parede para fazermos uma escolha desnecessária porque Deus ama a família, um projeto dEle. Jesus mesmo diz que há um preço no discipulado: “Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo. E aquele que não carrega sua cruz e não me segue não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26-27). Quando prosseguimos na leitura do Evangelho, notamos que Jesus não deprecia os laços familiares; antes, valoriza-os, embora mostre que nem sempre é fácil ser discípulo dEle pelas implicações advindas da oposição e da força dos interesses pessoais. Nos evangelhos vemos que Jesus era conhecido como alguém que vivia em família. Como a sua família era pobre, ele foi objeto de desdém (Mateus 13.53-56). Em alguns momentos cruciais, foram vistos juntos (João 2.12). Ao final de sua vida, na cruz, preocupou-se com o destino de sua mãe e pediu a seu discípulo João que a recebesse como se fosse sua própria mãe (João 19.26). Em sua pregação, mesmo tendo irmãos incrédulos, não os depreciou, ao ponto de chamar os seus discípulos de “irmãos”, termos que seria amplamente usada para designar um novo tipo de família, a família da fé ou a família de Deus. A expressão “família da fé” (Gálatas 6.10) ou “família de Deus” (Efésios 2.19) designa um relacionamento de irmãos espirituais na igreja. Somos filhos que se relacionam com um Pai (Deus). Logo somos irmãos, espiritualmente falando. Jesus chama aos seus discípulos de irmãos, com um Pai (Deus) comum (João 17.22-24). Os apóstolos se tratavam como irmãos. Em suas epístolas, todos os membros da igreja que recebiam a correspondência eram chamados de irmãos.   O que estes textos nos devem fazer?   1. A incredulidade em família (por cônjuges ou irmãos) é uma possibilidade real. Jesus mesmo previu esta realidade, quando disse que traria a divisão, a divisão advinda das decisões de alguns na família ao recusarem o Evangelho (Lucas 12.51-53). Muitos de nossos parentes fazem parte da nossa família, mas não fazem parte da família de Deus. Eles são responsáveis por suas escolhas. E nós devemos nos perguntar se não temos parte nesta incredulidade, seja agindo (com vidas indignas do Evangelho), seja nos omitindo (não lhes anunciando Jesus). Cada um de nós, nesta condição, precisa pensar nisto. Pensar e orar. Pensar e agir. Pensar e viver de tal modo que vejam Jesus em nós, conosco e através de nós. Pensar e esperar, sem jamais desistir de aquele nosso familiar um dia integrará também a família de Deus.   2. A oposição à nossa fé em Jesus como Salvador e Senhor é uma possibilidade real. Uma família nunca deveria se opor à fé que alguém nela professa, mas infelizmente isto acontece. Aconteceu com Jesus, de certo modo. A família não deve ser um impedimento ao discipulado, mas às vezes o é. Quem vive numa condição desta precisa ter sempre em mente que o nosso

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Israel Belo de Azevedo dezembro 22, 2008

Romanos 05

VERSOS 1-2 Ser justificado pela fé significa ser justificado por Deus a partir da nossa resposta de fé ao oferecimento de Jesus na cruz. A graça da justificação (obra de Deus) nos vem pela  fé. Esta graça, para poder continuar com seu efeito salvífico, demanda perseverança. Esta graça nos acompanha até a manifestação plena de Deus. VERSOS 3-4 A vida cristã consiste de um círculo virtuoso: esperança >>> perseverança >>> caráter aprovado >>> esperança. VERSO 5 Deus não nos decepciona. Ele já se comprometeu conosco, enchendo nossos corações de amor (dEle para conosco). A maior evidência disso é Jesus na cruz. VERSOS 6-8 Fomos justificados quando ainda éramos fracos, o que quer dizer que não houve/há mérito em nós. VERSO 9 A ira de Deus é uma justa (Deus é justo) atitude diante do pecado (que provoca indignação e tristeza em Deus). Este pecado tem que ser punido com derramamento de sangue. E foi, na cruz; a justificação é pelo sangue (vida). VERSO 10 Somos salvos da ira de Deus, isto é, salvos pela vida de Jesus Cristo. VERSO 11 Justificação permite a reconciliação do homem com Deus, sob a iniciativa de Deus e resposta do homem. VERSOS 12-21 Ao pecado original corresponde a salvação original. PECADO ORIGINAL x SALVAÇÃO ORIGINAL 1. O pecado de um alcançou a todos                                                                       1. O sacrifício de um alcançou a todos (que têm fé) 2. É anterior à lei                                                                                                           2. Independe da lei 3. Veio de Adão até hoje                                                                                             3. Veio de Jesus até hoje 4. O homem é condenado por seus próprios erros (não pelos de Adão)       4. O homem é salvo a partir da escolha da dádiva de um homem só (Jesus) 5. A morte para todos veio por um só homem por ter desobedecido             5. A justificação para todos veio por um só homem (Jesus, o homem-Deus), que obedeceu 6. A lei ressalta a transgressão                                                                                 6. A graça produz vida eterna  

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Israel Belo de Azevedo dezembro 19, 2008

Lc 02:01-08: LUGAR PARA JESUS

Episódios da vida de Maria, 2:“Lugar para Jesus”(Lucas 2.1-7) (1) Naqueles dias César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano. (2) Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria. (3) E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.(4) Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi. (5) Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.(6) Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, (7) e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. O imperador César Augusto, filho adotivo de seu tio-avô Júlio César, governou do ano 27 a.C. a 14 d.C. Para governar a Síria, ele escolheu o senador romano Publius Sulpicius Quirinius, encarregando-o de realizar um recenseamento para fins de cobrança de impostos. Por esta razão, esses recenseamentos eram abominados e tinham que ser conduzidos com mão de ferro, porque geravam revoltas populares.Na Palestina, esses censos tinham um custo adicional. As pessoas, não importassem onde residissem, tinham que se registrar nas cidades de suas famílias. José e sua noiva eram de Nazaré, uma cidade com uns 400 habitantes. Os ancestrais de José, no entanto, eram de Belém, uma cidade um pouco maior, localizada 130 quilômetros ao sul e com uns 1.000 habitantes.Os dois foram para lá. Ao tempo de Jesus, o único tipo de hotel existente era uma espécie de parada para caravanas, em que se podia pernoitar, depois de se alimentar os animais. Em alguns havia também um mercado para algumas compras, freqüentado por prostitutas ou pessoas sem destino. Em Belém talvez nem isto houvesse.Muito provavelmente, o casal ficou alojado na casa de algum parente distante. Os convidados ficavam no quarto de hóspedes, localizado na frente da casa. Possivelmemte, quando José e Maria chegaram, esse quarto já estava ocupado. O melhor que os anfitriões puderam fazer foi aloja-los nos fundos. Era comum na cidade que as casas tivessem cavernas nos fundos das casas, que servia de estábulo, onde ficava a junta de bois, usados para o transporte de cargas. Deste relato, ficam evidentes algumas realidades: 1. Nossas vidas são mudadas por decisões que nós não tomamos. José e Maria tiveram que fazer uma viagem que não podiam, mas que tinham que fazer por determinação legal, para eles e para todos. Ser parte de uma sociedade impõe compromissos, nem sempre agradáveis. Se parte de uma família, no caso uma linhagem familiar (linhagem de Davi, que não lhe trazia nenhum benefício material), cobrava um preço alto. Não podiam se alistar pelo correio, nem justificar suas ausências. Tinham que se registrar em Belém.Ser parte de uma família às vezes cobra um preço alto, mas vale a pena. Ali somos acolhidos e acolhemos. Somos protegidos e protegemos. Somos formados e formamos. É na família que vamos nos tornando gente, e isso se aplica a recém-nascidos, que têm tudo para aprender, e a idosos, que também aprendem. 2. Nem sempre dá para planejar todas as coisas, mesmo num mundo como o nosso, em que há <II>sites<FI> na internet até para dar nó em gravata, quanto mais fazer reserva em hotel. José, por mais cuidadoso que fosse, não conseguiu dar um lugar adequado ao seu filho (sim, seu filho, porque assim o tratou) para nascer. 3. Ás vezes, são tantas as demandas que a generosidade humana não consegue atender. Em Belém, cidade minúscula, não cabia tanta gente. Possivelmente foram preparados abrigos provisórios, ainda assim insuficientes. Maria, então, teve que ir para o estábulo. 4. Às vezes, as condições que nos são dadas não são as que queremos. Umas podem e devem ser recusadas. Outras devem ser aceitas. José e Maria buscaram onde foi possível um lugar decente para o primeiro filho do casal (sem berço, sem enxoval). Eles não gostaram das condições da caverna, escura, muito escura (num tempo sem luz elétrica…), insalubre, mal-cheirosa. Não era o que sonharam. Foi o possível. Como uma mãe que dá a luz num camburão, Maria aceitou sua condição e ali foi feliz. Tinha que ser ali? Ali seria, com alegria. Deste relato, ecoam mensagens de Natal aos nossos corações. 1. O Natal é Deus se mostrando na condição humana.A condição humana é feita de impostos a serem pagos, salários a serem recebidos, empregos a serem conquistados e/ou perdidos. A condição humana é feita de alegrias e tristezas na família.Deus não se protege atrás da sua condição divina. O Natal é Deus abrindo mão de sua condição e assumindo a nossa. Natal é Jesus no ventre de Maria numa viagem que não deveria ser feita, especialmente diante dos recursos da época: 130 quilômetros no lombo de um animal, talvez um jumento, a mãe montada, o pai a pé.Por ser Deus, Jesus não ficou livre daquela incômoda viagem. Seus pais tiveram que se alistar, mesmo estando sua mãe grávida. Talvez se perguntassem, quando Maria se sentia mal, por que aquilo, naquela hora. Não poderia o Senhor Deus dar um outro jeito, especial para eles? As regras da vida são para todos — eis o que o Natal também nos prega.Por estarem para dar à luz ao Filho de Deus, José e Maria não foram livres da condição humana, de procurarem hotel e não acharem. Tiveram os mesmos temores que qualquer mãe: nasceria com saúde? Talvez tenham feito as mesmas perguntas que fazemos, quando as coisas saem do nosso controle: por que agora? por que comigo? Meu filho não merece passar por esta humilhação!Desde a anunciação (do nascimento próximo), pelo anjo, Maria estava aprendendo, bem rápido, quem é Deus e como Ele age. Chama parceiros que vão fazendo seu caminho em meio a dificuldades, embora esteja conosco. Poderia mandar um enxoval para o bebê, mas deixou Maria envolve-lo em panos e ficou ao lado. Poderia mandar entregar um berço

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Israel Belo de Azevedo dezembro 7, 2008

João 14.19: FOI, MAS VOLTA

Jesus não prega o quietismo diante dos problemas, mas prega ação, ação cheia de confiança e esperança.

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Israel Belo de Azevedo novembro 15, 2008

João 14.27: A PAZ DE JESUS

Quem quiser paz precisa olhar para Jesus, que não olha para Pilatos e não quer ser como Pilatos; não olha para Herodes e não quer ser Herodes.
 

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Israel Belo de Azevedo novembro 15, 2008

A vaidade destrói – 2 Crônicas 26

A experiência do rei Uzias (ou Azarias) parece seguir uma espécie de figurino da vaidade. Seu exército foi crescendo aos poucos e aos poucos foi-se armando. Nesse tempo, o rei buscava a orientação de Deus.  Então, seu exército se tornou numérica e tecnologicamente forte. O que aconteceu com o rei? O cronista é claro: ele exaltou o seu coração e começou a cometer transgressões contra Deus, achando-se tanto poderoso quanto o Todo-Poderoso.    Então, veio a desgraça, sob a forma da doença, território em que exército nenhum pode fazer alguma coisa.    Não é assim com muitas pessoas que conhecemos? Não é assim com a gente mesma?  

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Israel Belo de Azevedo novembro 13, 2008

João 14.15: AMOR E OBEDIÊNCIA

Pela fé, aceito que os mandamentos de Deus são expressões do seu cuidado. Se assim os considero, por uma questão de obediência e inteligência, tudo farei para os seguir.

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Israel Belo de Azevedo novembro 8, 2008

Atos 2.37-41: UMA IGREJA FORMADA POR PESSOAS REGENERADAS

Gosto deste conectivo “E”, porque ele indica a prontidão de Deus para conceder o dom do Espírito Santo. É uma promessa que Ele quer cumprir, mas está condicionada ao reconhecimento de nossa condição de pecadores e a aceitação da morte de Jesus em nosso lugar. Quem toma esta decisão recebe o dom do Espírito Santo.

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Israel Belo de Azevedo novembro 8, 2008

Deuteronômio 8.10-20: AGRADECER É MANDAMENTO

Quem não agradece fica refém da amargura, ao lembrar sempre das coisas ruins e esquecer sempre as boas. O idólatra tem um dicionário com verbetes só de queixas e lamúrias, sem nenhuma letra para agradecimentos e boas memórias.
Ah se nós soubéssemos disto.

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Israel Belo de Azevedo outubro 31, 2008

1Pedro 3.14-22: FÉ COM CONTEÚDO

O problema com a adoração e que ela é uma experiência e toda experiência se esgota no tempo. Adorar é tirar algo de nós e transferi-lo para Deus. Adorar é exaltar… a Deus. Quanto mais adoramos, mais vazios ficamos.

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Israel Belo de Azevedo setembro 28, 2008
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