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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Salmo 96.10; Isaías 52.7: O SENHOR REINA. O SENHOR REINA?

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Israel Belo de Azevedo dezembro 30, 2006

Salmo 38: PARA QUE HAJA SAÚDE

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Israel Belo de Azevedo dezembro 30, 2006

Romanos 13.11b-14: REVESTIDOS DE JESUS CRISTO

REVESTIDOS DE JESUS CRISTO Romanos 13.11b-14 ISRAEL BELO DE AZEVEDO Escreve-nos o apóstolo Paulo: 1. “Chegou a hora de vocês despertarem do sono” (verso 11b).Dorme o cristão que perdeu a perspectiva da salvação como tendo ocorrido no passado, desenrola-se no presente e se completa no futuro. No passado, ela se manifestou como justificação. No presente, ela se desenvolve como santificação. No futuro, ela se mostrará como glorificação. (John Stott)Se estamos descansando com a salvação operada por Jesus Cristo na cruz, num dia radioso de alegria que não existe mais, estamos dormindo. Salvação tem um poder operativo hoje.Se fomos salvos, mas vivemos premeditando como satisfazer os desejos da carne, feitos de orgia, bebedeira, imoralidade sexual e depravação, perdemos a oportunidade de nos parecermos cada dia com Jesus. Ele enfrentou tribulações, mas as venceu. Seus seguidores seguem o mesmo itinerário.Se, como cristãos, não nos vemos como peregrinos que um dia seremos glorificados, assim, seremos salvos, – oh maravilhoso amor de Deus! -, como que pelo fogo (1Coríntios 3.15). Não assistiremos ao mundo sendo julgado (Lucas 22.30), mas ainda assim seremos salvos, por causa do decreto imutável de Deus.Se não nos vemos como peregrinos, não queremos ser glorificados, por estarmos satisfeitos com a vida que levamos, só por causa de algum mísero prazer que hoje sentimos. Prazer que é uma lentilha diante de um prato cheio. Prazer que dura um minuto do relógio da eternidade. Ah como somos Esaú! 2. “A nossa salvação está mais próxima do que quando cremos” (verso 11c).A nossa salvação está mais próxima porque já passamos o tempo em que ela se manifestou como justificação, que foi quando cremos em Jesus Cristo como Salvador. Estamos no tempo da santificação e chegará o tempo da glorificação. A salvação mais próxima, referida pelo apóstolo Paulo, é a salvação-glorificação. Alguns poderiam pensar que a salvação depende daquilo que fazemos, mas ela depende tão só da graça de Deus. A salvação-justificação já aconteceu. Nunca mais seremos condenados, porque já fomos absolvidos.A salvação-glorificação é para ser desejada. Deseja-a quem diz: “com toda a determinação de sempre, também agora Cristo será engrandecido em meu corpo, quer pela vida, quer pela morte; porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. Caso continue vivendo no corpo, terei fruto do meu trabalho. E já não sei o que escolher! Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e estar com Cristo, o que é muito melhor” (Filipenses 1.20-23).Deseja-a quem não tem a volta de Jesus Cristo como tardia, como se Ele não cumprisse as suas promessas (2Pedro 3.9). Vivemos extremos equivocados: de um lado estão os irritantes calendaristas, sempre vasculhando sinais para tentarem datar a vinda próxima de Jesus Cristo; para eles, tudo é escatologia: uma guerra, uma fome, um terremoto. Jesus mesmo não sabia quando haveria de voltar; Paulo não sabia; Pedro não sabia; mas eles querem  saber, ou melhor, eles dizem que sabem. De outro lado, estão aqueles que têm certeza de que Jesus, quando voltar, não os encontrará vivos, porque certamente vai demorar muito para isto acontecer. Para eles, nada é escatologia; tudo é natural e não tem nenhum significado espiritual mais profundo, além da superfície.A história está sob o controle  de Deus. Ele a está escrevendo. Seu ápice é a volta de Jesus Cristo. Quando ele voltar, os que estiveram vivos serão glorificados. Os que estiverem mortos serão ressuscitados com um corpo glorificado. Esta esperança é essencial. Por melhor que seja a vida que vivamos, ela não passa de uma imagem do que será a vida plenamente eterna. 3. “A noite está quase acabando; o dia logo vem” (verso 12a).Por melhor que seja a nossa vida aqui, ela está plena do poder da queda, aquela que o pecado original provocou.Há algumas certezas na minha vida pessoal: não consigo não pecar. Eu sou um pecador. Quando olho para a humanidade, vejo que não estou sozinho.“Noite” é o nome deste período em que vivemos. Depois vem o dia, o Dia do Senhor, o dia em que o Senhor será finalmente reconhecido como Senhor, o dia em que a Luz será plena. Para quem é salvo, é certo que o dia virá. A noite existe, mas não será definitiva. Para quem não é, não há dia; a noite será eterna.“O dia logo vem”. Nenhum cristão precisa se desesperar.“A noite está quase acabando”. Nenhum cristão precisa se sentir tentado a fazer o que se faz à noite. Há mais crimes de noite do que de dia porque as trevas permitem o anonimato, próprio para o ataque e para a fuga. Mas a noite — graças a Deus — vai acabar.O cristão precisa tomar cuidado para não ceder à tentação de viver a noite, como se não fosse do dia, já que foi resgatado da noite (isto é, das trevas) por Jesus para a Sua maravilhosa luz (1Pedro 2.9). Ele pode ser um agente duplo, mas não deve. Quando está com os que são do dia, pratica o que é próprio do dia, mas seu coração arde de desejo pelos desejos próprios da noite, que Paulo arrola como sendo orgias, bebedeiras, imoralidade sexual, depravação, desavença e inveja (verso 13). Já justificado, o cristão está no tempo da santificação, a caminho do tempo da glorificação. A noite, mesmo que iluminada pela sedução, não é nosso tempo. É por isto que a Bíblia propõe: “Deixemos de lado as obras das trevas e revistamo-nos da armadura da luz” (verso 13). Não fiquemos “premeditando como satisfazer os desejos da carne” (14b). 4. “Revistam-se do Senhor Jesus Cristo” (14a).O que significa esta expressão: revestir-se do Senhor Jesus Cristo? Revestir-se do Senhor Jesus Cristo é vestir-se da armadura de Deus.Em outro lugar, o mesmo apóstolo nos recomenda: “Fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 30, 2006

1João 5.1-10: OS CONVITES DO NATAL

OS CONVITES DO NATAL 1João 5.1-10 Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus? Se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; ora, este é o testemunho de Deus, que ele dá acerca do seu Filho. Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho. 1. O Natal é um convite a que afirmemos que Jesus é o Filho de Deus. A grande notícia do Natal é que o menino Jesus, filho de Maria, é o Filho de Deus. Precisamos afirmar que Jesus é o Filho de Deus. João 1.32-34 — “E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus”. O exemplo de Paulo é notável: logo após a sua conversão, ele pregava, nas sinagogas, a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus (Atos 9.20). 2. O Natal é um convite a que deixemos Jesus ser para nós o que Ele é: profeta de Deus, sacerdote de Deus, Rei de Deus. Quando Ele nasce no nosso coração, Ele fala a palavra de Deus, como profeta; Ele nos purifica, como sacerdote; Ele governa as nossas vidas, como rei. É por Ele que nós vivemos, como o sabia o apóstolo Paulo — “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.20). Quando confessamos que Jesus Cristo é o Filho de Deus somos restaurados à família de Deus. 1João 4.14-15 E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus. Quando recebemos a Jesus Cristo como nosso Redentor, como o Senhor que veio nos salvar, a primeira palavra que falamos é “Aba”, que quer dizer “Pai” (Romanos 8.15). Quando uma criança começa a falar, “pai” está entre as suas primeiras palavras. Quando uma criança diz “pai”, está indicando seu pertencimento a uma família, está indicando que precisa de proteção.   3. O Natal é um convite a que vivamos os ensinos do Filho de Deus. 1João 5.2-3 — “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos”. Se não vivemos os mandamentos de Deus, nós O fazemos um mentiroso. Esta é a tragédia dos cristãos: sua religião fracassa quando se esquece de viver os mandamentos do seu Senhor; sua vida fracassa quando se afasta dos mandamentos do seu Senhor, para seguir os seus. 4. O Natal é uma afirmação de vitória para aquele que crê A pergunta bíblica contém a resposta: “Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1João 5.5). Quem crê vence pelo poder de Jesus, por quem foram feitas todas as coisas. Quem crê vence do jeito de Jesus, que nem sempre coincide com o nosso jeito (o nosso é saúde e prosperidade; o dEle é graça que sustenta e companhia que aquece).

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Israel Belo de Azevedo dezembro 29, 2006

1Timóteo 1: TUDO PELA GRAÇA

1Timóteo 1A BELEZA DA GRAÇA 1Timóteo 1 Em 1983, participei do Congresso mundial de evangelização em Amsterdam, patrocinado pela Associação Evangelística Billy Graham. Como parte do encerramento do evento, foi celebrada uma Ceia do Senhor, com a presença de evangélicos do mundo inteiro.Como estava a trabalho, fiquei na redação trabalhando. Na verdade, achava eu que uma Ceia memorial só pode ser celebrada numa igreja local. Por isto, não fui.Eu fui um legalista. COMO FAZ O LEGALISTAO legalista põe a lei em primeiro lugar. E a lei põe ênfase no passado. Vem daí a tendência a apresentar lista de pecados, como um espelho para nos confrontar e condenar até prova em contrário.A lei também põe ênfase na tradição. Vem daí a defesa da lei, como algo a ser preservado, custe o que custar, até com o uso da violência, se for necessário.A lei ainda põe ênfase na competência do indivíduo. Vem daí a idéia de que a salvação se baseia no mérito, no mérito recebido pelo oferecimento de sacrifícios com sangue.A lei, igualmente, põe ênfase na aparência. Vem daí a noção de que a salvação vem pela prática de atos externos, que não demandam arrependimento. Por isto, o legalista tem o olho para o passado (“genealogias”), não para o futuro, que lhe mete apenas medo, em lugar de lhe trazer esperança. Ele se apega a pontos que produzem ”controvérsias”, com discussões inúteis, em lugar de promover a obra de Deus, que é pela fé. O legalista “sabe” e, para saber, ninguém precisar crer. Na verdade, o legalista sabe tudo, com resposta para todas as coisas; por isto, é sempre solene e categórico. O QUE FAZ JESUS“Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna” (versos 15-16).Jesus, pois, veio para salvar os pecadores, não importa a extensão do seu pecado, desejosos de vida eterna, vida eterna esta que começa aqui e não termina jamais. Ele se tornou homem para distribuir misericórdia, que não depende do mérito. Ele apareceu na vida humana para manifestar sua paciência, que é fruto do Seu caráter. Jesus, portanto, veio para nos convidar para ser seus parceiros (como exemplos e como proclamadores). VENHA VIVER NA GRAÇA1. Viver na graça é não ter medo da Lei. Quem está na graça sabe que a Lei é boa e não tem medo dela. Quem anda no limite de velolcidade não tem medo de ser multado. Quem fala a verdade na declaração do Imposto de Renda não tem medo da malha fina.Quem está na graça sabe que não há condenação para os que se arrependem. Um transgressor arrependido não é mais um transgressor. Um blasfemo arrependido não é mais um blasfemo. Um insubordinado arrependido não é mais um insubordinado. Um insolente arrependido não é mais um insolente. Um perseguidor arrependido não é mais um perseguidor. Um ímpio arrependido não é mais um ímpio. Um incrédulo arrependido não é mais um incrédulo. Um homicida arrependido não é mais um homicida, mesmo que tenha matado sua própria mãe. Um imoral arrependido não é mais um imoral. Um homossexual arrependido não é mais um homossexual. Um seqüestrador arrependido não é mais um seqüestrador. Um mentiroso arrependido não é mais um mentiroso. Um caluniador arrependido não é mais um caluniador. Um herege arrependido não é mais um herege. Sabe por que? A graça apaga todos os pecados. A graça de Jesus apagou todos os pecados. A graça de Jesus manifesta na cruz apagou todos os nossos pecados. 2. Viver na graça é deixar a graça transbordar sobre nós. “A graça de nosso Senhor [Deus Pai] transbordou sobre mim, com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus” (verso 14). 3. Viver na graça é desejar ter um coração puro, uma consciência honesta e uma fé sincera. “O objetivo desta instrução é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera” (verso 5). E isto inclui aceitar a disciplina: “Timóteo, meu filho, dou-lhe esta instrução, segundo as profecias já proferidas a seu respeito, para que, seguindo-as, você combata o bom combate, mantendo a fé e a boa consciência que alguns rejeitaram e, por isso, naufragaram na fé. Entre eles estão Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar” (versos 18-20). 4. Viver na graça é estar aberto para o que Deus quer fazer conosco. Olha o que ele fez com um blasmo, perseguidor e insolente! “Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me deu forças e me considerou fiel, designando-me para o ministério. (…) Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna” (versos 12 e 16). 5. Viver na graça é dar glórias a Deus. “Ao Rei eterno, o Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém.” (verso 17) UM CONTRAPONTO NECESSÁRIOA Lei exclui. A Graça inclui.Lei é Caim. Graça é Abel.Lei é o dilúvio. Graça é a arca.Lei é Simeão. Graça é José.Lei é Faraó. Graça é Moisés.Lei é Ló. Graça é Abraão.Lei é a turma de dez espiões. Graça é a dupla Calebe e Josué.Lei é Elias na caverna. Graça é a brisa que o devolve à vida.Lei é Jonas sendo tragado pelo peixe. Graça é Jonas sendo vomitado na praia.Lei é Jó sendo massacrado pelos amigos. Graça é Jó intercedendo ela vida dos amigos.Lei é a mão de um adúltero se levantando contra uma adúltera para a apedrejar. Graça é a Voz pedindo à mulher para parar de pecar.Lei é Judas que se enforca. Graça é Pedro que se arrepende.Lei é Pedro querendo limitar a salvação

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Israel Belo de Azevedo dezembro 29, 2006

1Tessalonicenses 5.13-25: AGRADECIDOS

AGRADECIDOS1Tessalonicenses 5.13-25; 2Tessalonicenses 2.16-17) Em 2005, uma atleta brasileira (Natália Falavigna) conquistou o título de campeã mundial de taekwondo. Ainda na cidade onde obtivera a inédita vitória, ela comentou:— Quando voltar ao Brasil, sei que vou precisar treinar ainda mais, porque os meus objetivos agora são o Pan-Americano e os jogos olímpicos.Em outras palavras, no mundo dos esportes não há lugar para descanso.Na vida cristã, temos um constante desafio: ser íntegros. E neste caminho, não há descanso. Descansar é cair. Descansar é retroceder. Descansar é deixar de ser íntegro.Há uma diferença, no entanto, entre o atleta e o cristão. O atleta conta apenas com sua forca mental e física. A meta do cristão é ser preservado íntegros e irrepreensíveis desde agora e até a volta de Jesus Cristo ou a nossa partida desta história. O atleta faz seu caminho; Deus faz o caminho do cristão. Ele é chamado para ser íntegro por Deus; sua tarefa é por-se a caminho e deixar que Deus complete o que começou na sua vida. É isto que nos afirma a Bíblia pela voz do apóstolo Paulo: “Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que os chama é fiel, e fará isso” (1Tessalonicenses 5.23b-24). O atleta conta com a sua vontade. O cristão conta com o Deus que o chama e com a sua vontade de ser conduzido pelo Deus fiel.O maior desafio de um cristão, portanto, é ser íntegro. Estamos sendo ameaçados de falhar em nossa integridade. Nossas falhas, no entanto, não desautorizam o Evangelho, embora nos desmoralizem como evangélicos. Isto se aplica a um líder de igreja ou um participante da igreja.A Bíblia nos pede: “Afastem-se de toda forma de mal” (1Tessalonicenses 5.22). Nosso corpo busca o mal, embora o Espírito Santo em nós nos afaste dele. Esta é a verdadeira batalha espiritual: apagar o Espírito Santo em nós para que Ele não nos afaste do mal ou manter aceso o fogo do Espírito Santo em nós para que Ele nos afaste do mal, do mal procedimento, e afaste de nós o mal, o mal que nos tenta para nos derrotar. Nesta seção da carta, o apóstolo Paulo pavimenta o caminho da integridade, com três elementos. A BUSCA DA PAZO apóstolo começa por mostrar que a integridade se desenvolve no plano dos relacionamentos humanos. É claro que uma vida relacional saudável entre uma pessoa e outra começa com um relacionamento saudável dessa pessoa com Deus. Se você está mal com o próximo é porque está mal com Deus, e aqui a ordem das palavras não altera o sentido da frase.Preferimos pensar na vida cristã como sendo uma vida de relacionamento com Deus; sim, é verdade, mas ela se evidencia no horizonte de nossos encontros. Então, o autor da carta nos pede: “Vivam em paz uns com os outros. Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, sejam pacientes para com todos. Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos”. (1Tessalonicenses 5.13b-15)Devemos viver em paz com os que se empenham em viver em paz conosco, e quando buscamos a paz com estas pessoas, precisamos saber que nossa virtude não merece qualquer elogio, porque este é um caminho fácil. É caminho difícil, mas deve ser o nosso também, viver em paz com os que não se empenham em viver em paz conosco.O apóstolo Paulo menciona três tipos de pessoas que nos desafiam à vida de paz: os ociosos, que devem ser advertidos; os desanimados, que devem ser consolados, e os fracos, que devem ser apoiados.Os ociosos são aqueles que vivem dos esforços dos outros. Provavelmente o apóstolo se referia a pessoas que se recusavam a viver do trabalho, sob a justificativa de que Jesus voltaria logo. Em todos os tempos há pessoas que se escondem em vocações religiosas para não trabalhar duro. Podemos acrescentar que o Paulo se referia também aos desinteressados em desenvolver sua própria fé, como se pudessem depender da fé dos outros, sejam amigos, pais ou pastores. Ociosos (ou insubmissos, como trazem outras versões) são ainda aqueles que se recusam a ouvir as instruções que a Bíblia lhes traz, preferindo seguir suas próprias instruções. Eles devem ser advertidos porque seu caminho pode nos seduzir. Viver em paz com eles implica em corrigi-los para o bem deles e o nosso.Já os desanimados também nos seduzem, pela força de sua influência; conviver com um desanimado requer atenção, para não nos tornarmos iguais. O perigo maior também é outro: os desanimados ou aqueles que se sentem inadequados, como se estivessem fora de lugar, podem nos cansar. Assim mesmo somos chamados a viver em paz com ele, confortando-os.Os fracos são os que estão sendo tentados a viver dissolutamente. São fracos também os que têm pouca fé, que experimentam pouca fé, que não encontram força na fé. Por isto, dependem dos outros e somos chamados a auxiliá-los para que deixem de ser fracos.Viver em paz com os ociosos ou insubmissos, desanimados e fracos é ser longânimo para com eles. Como estamos nesta caminhada? Avançando em paciência? Retrocedendo, tendendo à intransigência? Retribuindo o mal com o mal? Fazendo aos outros os que nos fazem?Talvez precisemos de um choque de bondade, que nos leve outra vez a tratar as pessoas como um dia as tratamos, com interesse, respeito e paciência. Precisamos renovar nosso compromisso de não retaliar e não esperar retribuição. As palavras de Jesus (Mateus 5.38-47) nos devem soar como convite:Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente’. Mas eu lhes digo: `Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa. Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas. Dê a quem lhe pede, e não volte as

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Israel Belo de Azevedo dezembro 29, 2006
1 Tessalonicenses
Israel Belo de Azevedo

1Tessalonicenses 4.13-5.11: RESSURREIÇÃO: UMA CRENÇA INDISPENSÁVEL

Eu creio na ressurreição. Na de Cristo e na minha.
Quando eu digo que creio na ressurreição, estou dizendo negativamente que não creio que a minha história terá seu último capítulo com a minha morte…

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Israel Belo de Azevedo dezembro 29, 2006

1Tessalonicenses 4.1-12: VIVENDO COMO CRISTÃO

VIVER COMO CRISTÃO1Tessalonicenses 4.1-12 Há várias maneiras de se viver. Uma delas é a cristã.Uma vida cristã é a que se desenvolve a partir da salvação por Jesus e do atendimento às instruções de Cristo. A nossa maneira de viver, portanto, deve-se ajustar-se a proposta de Cristo, que está na Bíblia, e não o contrário. É por esta razão que o apóstolo Paulo exorta “no Senhor Jesus” (verso 1) e acrescenta: “aquele que rejeita estas coisas [isto é: as instruções de Jesus] não está rejeitando o homem, mas a Deus” (verso 8).O nosso corpo, no entanto, pergunta: e quando não dá para viver e agradar a Deus ao mesmo tempo? Nossa mente deve se lembrar que “agradar a Deus” é o projeto de Deus para uma vida feliz, não a vida de Deus, mas a nossa. Quando O agradamos, somos felizes. Quando não o agradamos, somos infelizes.E o que é agrada a Deus? Ele responde: “Não se glorie o sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado”, declara o Senhor” (Jeremias 9.23-24). SEM DIVIDIRAs palavras de Senhor, por meio do profeta Amós, são ainda mais penetrantes e que não se apliquem a nenhum de nós: “Eu odeio e desprezo as suas festas religiosas; não suporto as suas assembléias solenes. Mesmo que vocês me tragam holocaustos e ofertas de cereal, isso não me agradará. Mesmo que me tragam as melhores ofertas de comunhão, não darei a menor atenção a elas. Afastem de mim o som das suas canções e a música das suas liras. Em vez disso, corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!” (Amós 5.21-24).Nesta dimensão, agradar a Deus é viver segundo os Seus padrões de justiça, justiça praticada por nós, justiça desejada que pratiquem a nosso favor.Mais ainda: agradar a Deus é desenvolver uma vida de acordo com o Seu Espírito. Ouçamos o apóstolo: “Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo. Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus. Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. Mas se Cristo está em vocês, o corpo está morto por causa do pecado, mas o espírito está vivo por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês” (Romanos 8.5-11).Justiça social e moralidade pessoal são conseqüências de um ato primeiro, a fé, sem a qual ninguém pode agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam (Hebreus 11.6).Não há incompatibilidade entre prazer pessoal e honra a Deus. A honra a Deus, por meio da fé, do louvor, da retidão pessoal e do serviço, traz prazer, prazer sem limites e prazer sem perigos.Há um falso dilema: não podemos viver bem e agradar a Deus. Há uma verdade bíblica: podemos e devemos viver agradando a Deus.Nós temos recebido a boa instrução.Precisamos aceitar esta instrução.Este é o pacto que você fez quando se associou ao Cristianismo por meio da igreja. SEM PROGRESSO, NÃO DÁA vida cristã implica necessariamente progresso.Escreve o apóstolo: “insistimos com vocês que cada vez mais assim procedam” (verso 10). (Em outra versão: “Continueis progredindo cada vez mais”)Tenho insistido que temos três fontes de problemas: nosso temperamento, nosso caráter e nosso desejo. Eles sao parte de nós e podem ser a nossa totalidade. Precisamos colocá-los nos seus lugares, para que nenhum deles nos domine. Precisamos conhecê-los, instruí-los e governá-los e isto é um processo constante.Nossa dificuldade é que, com o tempo, tendemos a sucumbir diante deles, em lugar de os sossegar.Neste caminho da santidade, temos um conjunto de instruções.O apóstolo Paulo nos lembra quatro metas: 1. Precisamos controlar nossos desejos (verso 4).A regra áurea do mundo em que vivemos é: faça o que o seu coração manda: a regra de ouro da Bíblia é: “Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa (verso 4).A pureza sexual é uma exigência da santidade divina, porque a imoralidade é uma forma de idolatria. Além disso, a imoralidade defrauda o próximo. Deus não nos chama para a imoralidade, mas para a santidade. E por que somos? É porque Deus sabe de nossa tendência natural e porque também Deus sabe o que a nossa tendência natural pode fazer conosco. Disse-me alguém que cedera à tentação da imoralidade: “Sei que o que estou fazendo é contra os meus princípios; assim mesmo, eu vou negar os meus princípios para ser feliz”. Não preciso dizer que a história terminou melancolicamente: essa pessoa não foi feliz. 2. Precisamos fazer crescer o amor fraternal (verso 9).Amor fraternal é amor de irmão por irmão. É amor que não espera recompensa. É amor que não nega as divergências, mas as supera. É amor que cresce, apesar das dificuldades relacionais. Amor de irmão é amor para com aquele que tem o mesmo pai. 3. Precisamos nos esforçar por ter uma vida tranqüilaTem vida tranqüila quem ouve a Deus e só se ouve a Deus na quietude.Tem vida tranqüila quem ouve as pessoas e só se ouve as pessoas quem tem paciência.Vivemos na agitação, que não pode ser enfrentada com agitação.Vivemos

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Israel Belo de Azevedo dezembro 29, 2006

Êxodo 20.17: NÃO COBIÇARÁS

NÃO COBIÇARÁS Êxodo 20.17 1. A cobiça está por trás dos nove mandamentos anteriores.A cobiça leva uma pessoa ter deuses além de Deus, mas deuses que possam lhe dar coisas.A cobiça leva uma pessoa a fazer ídolos, sobre quem possam exercer o seu poder.A cobiça leva uma pessoa a vender sua alma ao diabo, em lugar de levar a sério o nome de Deus.A cobiça leva uma pessoa a trabalhar sete dias na semana e não apenas seis.A cobiça leva uma pessoa a desonrar seus pais, se estes atrapalharem seus planos ambiciosos.A cobiça leva uma pessoa a matar outra, se sentir alguma ameaça.A cobiça leva uma pessoa a adulterar, manchando seu leito e o de outra família.A cobiça leva uma pessoa a tirar do outro o que não lhe pertence.A cobiça leva uma pessoa a prejudicar outra, com falso testemunho, para benefício próprio. 2. O décimo mandamento se refere a três objetos de desejo que estão na raiz da tragédia humana: dinheiro, sexo e poder.Desejar a casa do próximo trata da subserviência ao desejo de ter dinheiro como valor maior de uma vida..Desejar a mulher do próximo trata da subserviência  ao desejo do sexo fora do casamento como o prazer máximo.Desejar os servos do próximo se aproxima da subserviência de exercer o poder como forma de dominação sobre o outro. Dinheiro, sexo e poder são três dimensões da realidade humana. Não são em si condenáveis. DINHEIRO — Desejar ter dinheiro, para satisfazer as necessidades satisfazíveis com o dinheiro, não é condenável. O condenável é o apego ao dinheiro como valor máximo de uma vida.“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Timóteo 6.9-10).O amor ao dinheiro se torna uma idolatria. Como disse Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas (Mateus 6.24). O dinheiro é algo do qual nos servimos e não é feito para servirmos a ele. Para nada adianta ganharmos o mundo inteiro e perdermos a nossa alma (Mateus 16.26).O apego ao dinheiro derruba toda a ética, como o demonstra o comportamento de Ananias e Safira (Atos 5). [O caso Gugu x entrevista forjada]. SEXO — Desejar realizar-se sexualmente no amor pleno não é condenável. O condenável é o sexo fora do casamento, obtido pela sedução, pela mentira, pelo engano, na irresponsabilidade. Todos nós somos seres sexuais, fomos feitos para o prazer sexual. Quando, no entanto, o prazer sexual se torna um valor maior para nós, acabamos subordinando nossas vidas à realização deste desejo. Ficamos então cegos e não sossegamos até consumá-lo.O caso de Davi o demonstra. Ali temos a anatomia do pecado sexual. Ele desejou muito ter uma relação sexual com Bate-Seba. Não contendo seu desejo, nascido do olhar, tramou para tê-la. Enfrentou perigos para tê-la. Pôs sua vida e seu reino em perigo para tê-la. Mentiu para tê-la. Matou para tê-la. PODER — Toda a sociedade precisa de um líder, precisa de alguém que a comande. O exercício do poder em si não é pecado. Se visto como um serviço ao próximo, não é pecado. Quando exercido apenas para o bem próprio, torna-se uma deformação, com prejuízo para o indivíduo e para a sociedade.O desejo de poder está na gênese da experiência humana. A cobiça foi o primeiro dos pecados. Adão e Eva cobiçaram o poder de saber tanto quanto o próprio Deus.O poder é uma tentação. Quando tentou Jesus no deserto, o diabo tentou despertar nEle precisamente a cobiça. 3. É louvável desejarmos ser o que não somos, ter o que não temos, viver em toda a plenitude. Nossa meta é que nossos desejos sejam produção espirituais, não produções carnais, isto é: desejemos sob o controle do Espirito 3.1. Seja esta a nossa oração: “Senhor, diante de ti está todo o meu desejo, e o meu suspirar não te é oculto” (Salmo 38.9 ).“Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências (Romanos 13.13).“Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5.16). 3.2. Fujamos do mal de desejar o que não convém.“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1.13-15).“Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1João 2.17). 3.3. Disponhamo-nos a uma vida com desejos, mas sem o domínio da cobiça. 1. Evitemos cobiçar. Davi errou ao cobiçar. Ananias e Safira erraram ao cobiçar. 2. Tendo cobiçado, evitemos continuar cobiçando. Davi errou ao continuar cobiçando. Ananias e Safira também tiveram tempo para parar, mas já estavam sob o domínio do pecado. Os corações deles estavam nos seus ilegítimos desejos. “Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mateus 6.21; Mateus 15.21). 3. Tendo cobiçado, evitemos consumar a cobiça. Não troquemos a vida por um momento. 4. Tendo consumado a cobiça, arrependamo-nos do(s) pecados. Ananias e Safira não se arrependeram, mas Davi buscou logo o arrependimento e o encontrou.Como Davi, arrependamo-nos. Reconheçamos que pecamos.“Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006

Êxodo 20.16: NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO

NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO Êxodo 20.16 INTRODUÇÃOTodo o sistema judicial hebreu era baseado no testemunho. Todas as provas eram colhidas a partir das falas das testemunhas (cf. Deuteronômio 19.15-21). Uma palavra podia salvar ou condenar, à morte até.Mais que isto, o cuidado na palavra decorre também da sua importância. O mundo natural foi feito pela Palavra… de Deus. O mundo foi criado por Jesus, Palavra encarnada de Deus. O mundo da cultura e da convivência é construído pelas nossas palavras, que produzem diferença e indiferença, calor e distância, vida e morte.Todos precisamos falar, porque não sabemos viver sem falar. Nós nos constituímos falando. Uma palavra (um nome) nos identifica. Uma palavra nos abate. Uma palavra nos levanta. Uma palavra povoe nossos lábios de riso. Uma palavra sulca os nossos olhos com lágrimas. Porque precisamos falar, precisamos aprender a controlar a fala, para não sermos controlados por ela.O nono mandamento nos ajuda nesta difícil jornada. 1. A DIMENSÃO JUDICIALA expressão “falso testemunho” evoca diretamente a mentira num julgamento. Até hoje o testemunho falso é condenado. Num tribunal, as testemunhas são obrigadas a dizer a verdade, tão somente a verdade, para que se produz a justiça.Já no período do antigo Israel, uma pessoa que testemunhasse falsamente contra outra devia ser punida com a pena que o injustamente acusado deveria receber. (Se uma testemunha falsa quiser acusar um homem de algum crime, os dois envolvidos na questão deverão apresentar-se ao Senhor, diante dos sacerdotes e juízes que estiverem exercendo o cargo naquela ocasião. Os juízes investigarão o caso e, se ficar provado que a testemunha mentiu e deu falso testemunho contra o seu próximo, dêem-lhe a punição que ele planejava para o seu irmão  — Deuteronômio 19.16-19). O ideal bíblico é transparente: A testemunha sincera não engana, mas a falsa transborda em mentiras (Provérbios 14.5).Se algum de nós tiver que ir a juízo deve se lembrar das instruções divinas: Não levantarás falso boato, e não pactuarás com o ímpio, para seres testemunha injusta (Êxodo 23.1). Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda darás testemunho, acompanhando a maioria, para perverteres a justiça (Êxodo 23.2). Afinal, a testemunha que fala a verdade salva vidas, mas a testemunha falsa é enganosa (Provérbios 14.25).O código penal brasileiro (Artigo 342) pune com um a três anos de reclusão e multa aquele que fizer “afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha em processo judicial ou administrativo, inquérito policial, ou em juízo arbitral”. O significado de falso testemunho pode ser ampliado além de sua dimensão judicial. 3. A MENTIRAÉ falso testemunho mentir, para prejudicar alguém.Vi, recentemente, num programa de televisão (não sei se verdadeiro ou mentiroso…), as conseqüências da mentira. Uma jovem confessou à sua mãe uma mentira. Há alguns anos sumira uma jóia na casa. A moça a pegara para beneficiar uma amiga em dificuldade mas disse que fora a empregada que a roubara. A empregada foi demitida. À mãe só coube desesperar-se pela injustiça que praticara e que agora não podia mais reparar.Todos nós conhecemos histórias deste tipo, com conseqüências mais ou menos trágicas.. É falso testemunho mentir, para se autopreservar ou para parecer aquilo que não se é.Um erro cometido não pode ser escondido por uma mentira. A mentira não redime. Só a confissão pode trazer a cura para a mentira.Jesus Cristo radicaliza contra os mentirosos: eles têm um pai, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. O Diabo foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira (João 8.44-45). Por isto, o nosso “sim” deve ser “sim” e o nosso não deve ser não; o que passar disso vem do Maligno (Mateus 5.37).Diante da mentira, a recomendação bíblica é sempre muito clara: Cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo (Efésios 4.25). 4. O JULGAMENTO INDEVIDOÉ falso testemunho emitir julgamento indevido contra alguémOuçamos o que diz Jesus: Não julguem, para que vocês não sejam julgados.Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão (Mateus 7.1-5) Notemos que Jesus não nos disse para não julgar, porque isto é impossível, mas que primeiro nos julgássemos a nós mesmos. “Cristo não nos impôs a abstenção de jamais julgarmos”. O que Ele pede é que devemos nos julgar a nós mesmos antes de julgar os outros. “Reconhecendo a malignidade potencial dos julgamentos morais, Ele nos instruiu não para que nos abstivéssemos em qualquer circunstância de os emitir, mas para que nos purifiquemos antes de os emitir. Aqui é onde os malignos fracassam. É a autocrítica o que eles evitam”. (PECK, M. Scott. O  povo da mentira. Rio de Janeiro: Imago, 1992, p. 309).Só devemos julgar se for para curar. Fora disto, todo julgamento é filho do ressentimento, todo julgamento é indevido, todo julgamento é falso testemunho. “Se for a de aumentar a nossa auto-estima, o nosso orgulho, então o propósito [do julgamento] está errado” (PECK, M. Scott, op. cit., p. 309). Desejar curar é viver a graça de Deus. 5. A INFORMAÇÃO SOBRE A VIDA ALHEIAÉ falso testemunho criar ou repetir informação sobre alguém sem o cuidado do amor.Uma das expressões mais eloqüentes do falso testemunho é a fofoca, essa filha da arrogância, que se traduz em termos de informação irresponsável sobre alguém, do dito maldoso, do disse-me-disse irrefletido, do comentário em segredo sobre alguém, da intromissão descaridosa na vida de alguém.Numa igreja local, a fofoca é

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Israel Belo de Azevedo dezembro 28, 2006
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