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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Lucas 1.55: O DEUS QUE FALA

O DEUS QUE FALA Lucas 1.55 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 25.12.1999 1. INTRODUÇÃOÉ-nos incômodo comparar o modo de Deus falar com seu modo no passado (a Abraão, por exemplo)Lembremo-nos que a Bíblia é uma narrativa do falar de Deus, logo uma narrativa a posteriori, interpretada. Quando experimentamos seu aparente desinteresse por nós, é porque estamos no calor da hora. É como esperar um filho que demora chegar tarde da noite. Durante, é uma aflição. Depois, é história, já sem a mesma tensão.O Natal é a excelência da fala de Deus, o momento mais elevado, porque uma fala cercada de sobrenaturalidade (anjos, nascimento virignal) e naturalidade (pastores – mundo do trabalho), também pelo seu significado permanente. 2. COMO DEUS FALOU A ABRAÃOMaria, em seu cântico, registra o fato de que o que Deus que lhe estava falando era o mesmo Deus que falara a Abraão e a todos os descendentes dele e ascendentes dela. 2.1. Deus falou a Abraão em meio a muitas outras vozes.Hoje há tantas vozes (ou mais) quantas as contemporâneas de Abraão.Deus lhe falou. Deus falou a Maria. Deus nos fala. 2.2. Deus falou a Abraão de diferentes formas.Deus falou com ele diretamente com voz audível, como no caso da indicação do cordeiro para ao sacrifício em lugar de seu filho. Falou por meio de anjos (uns com forma de anjos, como no anúncio do nascimento de Isaque, e outros sem forma de). Falou por meio de visões (como quando lhe prometeu um filho) e sonhos (como no episódio em que Abimeleque toma Sara para si). Falou por meio de desconhecidos (como Melquisedeque). Falou por meio de sua consciência (como no caso da separação de Ló).Deus falou a Maria de diferentes formas, como por meio de um anjo quanto por meio dos atos de Jesus (que ela guardava na coração, Lc 2.19). Deus nos fala de diferentes modos. Não há um estilo privilegiado, mas nós somos privilegiados em poder contar com a Sau Palavra escrita, impressa e multidistribuída. 2.3. Nem sempre Abraão ascultou a voz de Deus.Ele não buscou a voz de Deus quando, por exemplo, mentiu acerca do parentesco de Sara ou expulsou de casa seu filho Ismael.Isto pode acontecer conosco também e urge que tomemos de Abraão e Maria a sua disposição de ouvir a palavra de Deus. 3. COMO DEUS FALA HOJEMaria experimentou a fala de Deus, como nós também podemos experimentar. 3.1. Deus hoje dispõe de mais recursos para falar do que ao tempo de Abraão, como, por exemplo:. Sua Palavra registrada. cultos regulares. a memória do seu povo 3.2. Deus hoje dispõe de mais pessoas para falar do que ao tempo de Abraão, tanto quantitativamente (a família de Deus é gigantesca, ao passo que o pai da fé era um solitário) quanto qualitativamente (dispomos de mais conhecimento sobre a natureza de Deus e do homem). 3.3. Devemos estar preparados para o fato que, quando Deus fala, Ele pode pedir coisas aparentemente impossíveis (como sacrificar um filho, razão por que não queremos que Ele nos fale) mas realmente destinadas ao nosso crescimento. 3.4. Quando ouvimos a sua voz, nós nos sentimos orientados acerca do caminho a seguir, que é o sentido que mais precisamos. Os pastores foram avassalados pela voz angelical de Deus e ao mesmo tempo orientados sobre o que fazer depois daquela experiência. 4. CONCLUSÃODeus fala hoje por sua Palavra. Nossa tarefa é ouvir o Espírito e ouvir o mundo. Não temos como não ouvir o mundo, porque Ele nos invade. Precisamos nos disciplinar para ouvir o Espírito.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.50: A FORÇA DA MISERCÓRDIA

A FORÇA DA MISERCÓRDIALucas 1.50Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 19.12.1999 (noite) 1. INTRODUÇÃOFazemos este culto para celebrar artisticamente o amor de Deus. Queremos mostrar a todos que para Deus buscamos fazer o melhor.Fazemos este culto porque, como Maria, fomos alcançados pela misericórdia de Deus.Fazemos este espetáculo porque queremos mostrar a todos a força revolucionaria e renovadora desta misericórdia. 2. A NATUREZA DA MISERICÓRDIAO Natal é a misericórdia de Deus para conosco. Misericórdia no passado. Misericórdia atualizada no presente. Misericórdia certa no futuro, enquanto O buscarmos.A palavra aparece mais de 300 vezes na Bíblia e significa amor constante e independente de nossa reciprocidade. Se esse amor dependesse do nosso, seria apenas amor (como o amor entre um homem e uma mulher, que exigem reciprocidade), não misericórdia, que o carinho dado apesar do outro não merecer.Foi esta misericórdia que o fez nascer entre nós, viver entre nós e morrer por nós, sim porque o Natal começa em Belém e termina em Jerusalém. 3. A DURAÇÃO DA ATUAÇÃO DE DEUSEsta misericórdia tem a idade do relacionamento entre Deus e o homem.Esta misericórdia vai durar o tempo em que Deus e homem se relacionarem.Esta misericórdia dura até hoje e está disponível a quem quiser recebê-la. 4. A NECESSIDADE DO TEMOREsta misericórdia é para aqueles que temem a Deus.Como temer? O homem não quer temer, senão a seus próprios limites. 5. CONCLUSÃO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.53-54: A HISTÓRIA DE CABEÇA PARA BAIXO

A HISTÓRIA DE CABEÇA PARA BAIXO Lucas 1.53-54 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 19.12.1999 (manhã). 1. INTRODUÇÃOO desejo de Deus é que não haja famintos e o Natal é um tempo de consciência disto. Um propósito para o Reino é que não haja ricos nem pobres, no sentido espiritual e no sentido material. Neste poema, o sentido é global (espiritual, moral e material).Esta consciência, de busca de igualdade e dignidade, não pode ser, no entanto, apenas uma consciência de época, mas o Natal deve mover nossa consciência permanentemente em direção ao projeto de Deus. Não pode ser uma consciência que se auto-engana, oferecendo o lixo dos seus bens aos que são obrigados a aceitar o lixo (sapato furado, roupa rasgada, comida vencida). Não pode ser uma consciência que oprime o que recebe, o que se faz, por exemplo, com tratamento desdenhoso. Basicamente os carentes carecem de carinho, carinho que se manifesta em presentes novos, roupas novas, sapatos novos, comida nova… 2. A NATUREZA DO CONTRASTEHá duas dimensões para este modo divino de agir, modo que inverte a lógica humana, ao fartar os famintos e ao ignorar os ricos. 2.1. O contraste materialPersiste o contrário do desejo divino, pela manutenção do contraste da desigual distribuição de renda, que é, a brasileira, uma das piores do mundo.A concentração de renda ainda é altíssima no Brasil: os 10% mais ricos detêm 47% de todos os rendimentos do trabalho, enquanto os 70% mais pobres se consolam com 26%. Em outras palavras, imaginemos uma pizza de 20 fatias: 1 pessoa comeria 10 fatias; 2 pessoas ficariam com 5 fatias; 7 pessoas teriam que dividir as 5 fatias restantes.Lamentavelmente o contraste tem se agravado. Uma pergunta seria: não tem feito o Cristianismo diferença neste aspecto tão essencial? Sim e não.Sim, porque o desejo da igualdade é, por si, uma conseqüência do Cristianismo. A percepção da desigualdade existe graças ao Cristianismo. Além disso, o Cristianismo não pode ser responsabilizado pelos sistemas políticos, já que ele não é um sistema de governo, mas um conjunto de valores inspirados por Deus para aqueles que aceitam o governo de Deus.Não, porque o Cristianismo acabou se privatizando, como se Deus só tivesse interesse pelo futuro das pessoas nunca pelo seu presente. Privatização significa aqui centralizar as relações tão somente no plano vertical, como se o contato homem-Deus não implicasse num relacionamento horizontal. O Cristianismo que não tiver implicações sociais não será Cristianismo.Em certo sentido, somos culpados da desigualdade no mundo e no Brasil, ao nos esquecermos que o Evangelho é para o homem todo. 2.2. O contraste espiritualQuando Deus despede os ricos, Ele o faz para indicar sua insatisfação com o modo como as aristocracias de todos os tempos tratam os pobres (no que a novela “Força de um Desejo” nos ajuda a entender nossa própria época…) Este despedimento tem outro sentido, que se aplica a cada um de nós. Os ricos, tenham eles muito ou nenhum dinheiro, são os soberbos. Soberbos são aqueles que acham que não precisam mais da misericórdia de Deus, porque já sabem tudo sobre Deus, vivem tudo de Deus. No tempo de Maria, havia uma espécie de casta religiosa que sabia tudo. Esperava-se que o Messias nasceria entre eles.No método de Deus, Seu filho nasceu entre os simples, ou humildes, aqueles que sabem que carecem da misericórdia de Deus e que estão prontos para recebê-la. Os soberbos são “religiosos” demais, apegados em suas convicções (nascimento sobrenatural, como o de Maria, nem pensar…) ou em suas tradições (só há beleza num culto transcorrido dentro de padrões sancionados…), tradições de pessoas velhas, mas também tradições de pessoas jovens.Esses ricos não são capazes de ver que Jesus nasceu e muito menos recebê-lo com seu Senhor.Há crentes ricos/soberbos, que um dia ouviram a voz de Deus, quando se fizeram famintos e foram alimentados, mas jamais a ouvirão de novo, porque se tornaram ricos, e não buscam mais o alimento em Deus e de Deus, senão em si e de si mesmos. 3. A LEMBRANÇA DA  MISERICÓRDIAMisericórdia significa graça sem mérito. No Antigo Testamento (heded), significa a devoção de Deus a seu povo, por meio do seu amor pactual. Sua misericórdia fez com que Ele não lavasse as mãos e deixasse Israel entregue a si mesmo.O Novo Testamento usa como sinônimo a palavra graça, que significa favor a uma pessoa que não tem condições sequer de pedir este favor. 3.1. O plano da misericórdiaA misericórdia de Deus faz parte de um plano; por isto, escolheu Israel. Ele escreve e reescreve a história para nos alcançar. Sua misericórdia não depende do cumprimento de nossa parte no pacto. A fidelidade dele não depende de nossa fidelidade.Não sei porque as pessoas se esquecem da misericórdia, que deletou a nossa culpa, e experimentam tanta culpa, a maioria delas sem nenhum sentido.Não sei porque também se esquecem da misericórdia e tratam tão severamente as pessoas. Somos capazes de condenar as pessoas sem as julgar, sem procurar saber quais foram as suas intenções. 3.2. O alcance do outroÉ um Deus que se manifesta aos outros e não somente a nós (auxiliou a Israel). Pedimos demais por nós mesmos. Ouso dizer que 90% de nossas orações são pedidos para nós mesmos ou para nossos íntimos. Os outros são apenas apêndices. 4. CONCLUSÃOO padrão para nós é que nos lembremos de ser misericordiosos como algo natural em nós. Nós também podemos fazer que nossa história vire de cabeça para baixo, ao nos portarmos como o Deus de Maria, que despede os ricos e alimentos os famintos. A misericórdia faz parte da natureza de Deus e deve fazer parte da nossa também.Como é bom travar conhecimento de pessoas que se lembram de usar de misericórdia. Como é a história de uma senhora que já escreveu milhares de cartas a presidiários, para confortá-los evangeliza-los… Como a senhora que todo ano faz uma festa para crianças pobres, com presentes bons, novos e bem embalados como se eles os estivessem comprando numa loja…

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.49-52: O PODER DA SANTIDADE

O PODER DA SANTIDADE Lucas 1.49,50,52 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 12.12.1999 (manhã) 1. INTRODUÇÃOO Nome de Deus é como uma moeda de duas faces; em um lado, está o Seu poder; no outro, a Sua santidade. 2. A NATUREZA PESSOAL DO PODER DE DEUSO Deus que fez o povo passar pelo mar Vermelho é o Deus que fez Maria conceber sem esperma.O Deus que nasceu entre nós se manifesta de modo pessoal. “O poderoso me fez grandes coisas.” Deus nunca é impessoal. Deus é relação.Este Deus pessoal, ao nos considerar como nós somos, faz o que faz, conquanto totalmente fora dos padrões. Aos soberbos, não deu razão para serem mais soberbos, mas os aniquilou. Fez com que os vencedores de sempre fossem derrotados para sempre. Aos corações prontos a viver segundo os seus valores, ele os tornou filhos (elevou os humildes). Este Deus pessoal não se deixa manipular pelo poder do dinheiro ou pelo poder da religião. Tentamos, mas o Deus verdadeiro não se permite manipular por nós. Não podemos prometer cura. Não podemos prometer bênção. Só podemos nos empenhar em pedir.] 3. A NATUREZA ABSOLUTA DA SANTIDADE DE DEUSSantidade é a impossível comunicação com o seu contrário. O Deus da comunicação, neste sentido, é o Deus da incomunicação. Ele não se comunica com o pecado, embora se relacione com o pecador.A experiência emblemática desta verdade é a experiência de Moisés. Quando do seu primeiro encontro com  Deus (Ex. 3.5), Este lhe exigiu que tirasse as sandálias, para demarcar que Moisés estava diante do absolutamente Outro, dAquele a quem se pode chegar, mas  só se houver um compromisso em viver de modo santo como Ele é.Uma das afirmações desta santidade está, como sabemos, no nome de Deus. Até o seu nome é sagrado e não sabemos qual é. Deus não é nome, mas título, Ele é apenas EU SOU O QUE SOU, que acabou sintetizado como Jeová ou Yahweh. Só saberemos seu nome quando nos chegarmos para aquele sem separação.Nós temos banalizado o título “Deus”, que para nós se tornou nome. É Deus pra lá; é Deus para cá. É como se nós o movêssemos e não Ele a nós.A santidade absoluta de Deus é paradigmática (modelar). Ela pode gerar um sentimento de cínico relaxamento (“como não dá para conseguir tal santidade, vou vivendo do jeito que der”) ou de terrível culpa (“eu não consigo ser santo”), mas deve gerar um desejo: o de buscar esta santidade. 4. A RELAÇÃO ENTRE PODER E SANTIDADEPode haver poder sem santidade, mas será sempre o poder da manipulação, o poder da aparência.Pode haver santidade que não redunda em poder, mas será sempre a santidade da manipulação, a santidade da aparência.Só haverá verdadeiro poder onde houver verdadeira santidade. 5. O SIGNIFICADO DO PODER E DA SANTIDADE DE DEUS5.1. Deus é poderoso para cuidar de cada um de nós.O poderoso que fez é o poderoso que faz. Não há motivo para ansiedade diante do novo, do perigo. O triunfo já está garantido, mas triunfo ao modo do poderoso (Ele), não ao estilo do fraco (nós). Ele é poderoso para fazer grandes coisas e para fazer pequenas coisas. 5.2. O poder de Deus se expressa numa parceria conosco.Não é algo automático… Há uma reciprocidade, como anotou William Carey há dois séculos: “Se você espera grandes coisas de Deus, faça grandes coisas para Deus”. Deus não é pequeno, mas o nosso Deus pode ser pequeno. Nós não podemos apequená-lo. 5.3. A santidade de Deus é daquele tipo que não transige com outros estilos.A santidade de Deus é radical. Nunca está em cima do muro. Nunca se veste do que não é. Sua santidade é santidade-24 horas, não santidade-90 minutos (duração de um culto). Sua santiade é santidade-semana, não santidade-domingo. Sua santidade é santidade-vida, não santidade-palavra.Assim deve ser também a nossa santidade:. ela deve estar presente no pensamento, não apenas no exterior (v. 51) O dúplice é aquele que é soberbo no coração, mas humilde para fins de marketing pessoal. [Desenvolver: a duplicidade]. Se a santidade não vier do pensamento, não é santidade, apenas o seu simulacro.. ela deve resultar de um projeto de vida; começa com o desejo de ser santo, continua na disciplina da santidade (metodologia da piedade: evitar aquilo que pode não ser mau, mas pode nos levar ao mal) e prossegue em direção à estatura proposta por Deus.. ela deve ser instransigente, para ser santidade. Se não for intransigente, não é santidade. A intransigencia da santidade é uma intransigencia de propósito (ideal)  e não necessariamente de execução (real). Por isto, ela deve deve ser fruto de um desejo, feito da alegria do desejar ser santo. 5. CONCLUSÃO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.48b: EU, FONTE DE BÊNÇÃO?

EU, FONTE DE BÊNÇÃO?Lucas 1.48b Pregado na IB Itacuruçá, em 12.1999 (noite).) 1. FELICIDADE COMO PERPETUIDADE 1.1. A perpetuidadeO desejo da perpetuidade está perpetuado no ditado árabe de que todo ser humano precisa plantar uma árvore, gerar um filho e escrever um livro.Não queremos morrer, primeiro porque não queremos sofrer; segundo, porque queremos nos perenizar. Os pais machistas preferem filhos homens por causa da permanência do sobrenome da família..De fato, é triste a certeza de que somos perecíveis e daqui a pouco não haverá mais lembrança de nós. Poucas pessoas conseguem sobreviver à sua morte, mesmos os famosos.Na cultura hebraica, isto era também muito forte. Havia uma idéia de pertencimento à história do povo, por meio das gerações. Gerações muito posteriores se referiam a fundadores de famílias como pais. Jesus, por exemplo, foi chamado de filho de Davi várias vezes. Mateus começa assim: “Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1; cf. Mt 15.22; Lc 20.41) 1.2. Maria, mulherEis que Maria se considera, desde a notícia de sua gravidez, ao longo de sua vida e para todo o sempre, como uma pessoa feliz..De fato, Maria ainda hoje é um nome que ecoa na história contemporânea. Ela transcendeu, por sua coragem e fé, ao seu tempo. É justo, pois, homenageá-la. Nós, evangélicos, não lhe damos o crédito que merece.Nossa omissão não autoriza o extremo oposto de considerá-la o que não era, nem é. Maria nasceu como qualquer outra mulher de sua época. Maria morreu, como todos morremos, mas ela morreu salva por sua fé em Jesus Cristo. Seu testemunho nos deve estimular à fé em Jesus, o mediador entre Maria e Deus, o mediador entre nós e Deus. 2. COMO ALCANÇAR A ALTERO-FELICIDADEMaria, como Abraão, foi uma bênção para as futuras gerações.Devemos nos tornar uma bênção, isto é, instrumento de felicidade, como ela foi.Em outras palavras, como ser, como Maria, uma fonte de bênção?Por que ela se tornou uma bênção? 2.1. Disposição para receber a bênção de Deus.Há pessoas muito duras, fechadas para Deus, seja pelo poder do filtro da razão. Essas pessoas engarrafam o Eterno. Há pessoas duras para Deus, porque só o aceitam se Ele lhe falar audivelmente, isto é, no plano da emoção. Essas pessoas também engarrafam o Absoluto.Maria se dispôs a ouvir a voz de Deus por meio do anjo. Há pessoas que jamais vão ouvir a voz de Deus, porque não têm disposição para ouvi-la. Seu registro é sempre outro. Jamais buscam a Deus, com liberdade de espírito e dando liberdade ao Espírito.A bênção pode ser até uma cura , mas pode ser um convite, um desafio. Uns dirão, então: “é melhor não ouvir”. Na verdade, a bênção maior é a audição da voz de Deus. 2.2. Disposição para inverter a lógica humana do desejo.O desejo do homem é: como posso receber a bênção de Deus. No entanto, deveria ser outra a sua pergunta: como posso ser uma bênção de Deus para os outros. Sem esta disposição, viveremos tão-somente para nós mesmos e não seremos bênçãos para outros. Não sendo para os outros, não seremos para nós.Maria não pensou no seu bem-estar, quer seria nenhum, mas na oportunidade que seu gesto representaram para pessoas suas contemporâneas, e também para as gerações futuras, como a nossa.Feliz é aquele que não considera a felicidade como a meta exclusiva da sua vida, mas feliz é aquele que procura fazer felizes os outros.Alguns até se dispõem a ajudar o outro, mas logo se cansam; ou pela ingratidão do outro ou porque o bem-estar dos outros não faz parte de suas metas existenciais. 2.3. Disposição para pagar o preço da opção por DeusHá um cristianismo insustentavelmente leve por aí. Há cristãos dispostos a seguir o Salvador… até o primeiro questionamento… o primeiro deboche…Maria pagou um alto preço de ser mãe daquela forma estranha. Pela imaginação, [como fez Reynolds Price, num artigo recente para a revista Time, que vamos reproduzir em parte na primeira pagina do boletim domingo no próximo domingo], podemos descrever como foi tratada. Sua história, de que concebera Jesus pelo Espírito Santo, era ridícula. Dizer que se é um seguidor de Jesus Cristo hoje é ridículo. Parece não haver lugar para este tipo de confissão. 3. CONCLUSÃOVocê poder ser uma bênção para as atuais gerações e para as futuras.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.48a: O OLHAR DE DEUS

O OLHAR DE DEUSLucas 1.48a Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 5.12.1999 (manhã).) 1Quando jovens pensam em namorar ou casar, é inevitável a pergunta sobre a família dos dois.“De que família você é?” — eis a pergunta.No caso de Maria, não dispomos de muitas informações, embora tenhamos a genealogia completa de seu marido, José, em outro lugar da Bíblia (A pergunta “de que família você é” tem dois interesses. Um é saber acerca dos padrões morais da família da pessoa em questão, na pressuposição de que ela será igual ao próxima. Outro é conhecer as posses financeiras da família. Nas novelas, especialmente as de época, isto fica bem destacado nos enredos.Podemos, pois, dizer que não temos informações sobre a família de Maria, e muito menos sobre suas posses.O modo como Jesus nasceu provoca desconfiança sobre este fato histórico, sobre o qual não há qualquer outro registro.O fato de ser filho de uma camponesa e de um carpinteiro provoca desconforto em muitas mentes. Já o foi assim ao seu tempo. A esperança davídica [DESENVOLVER] é uma evidência desta realidade.Este é um grande paradoxo: os pais de Jesus são obscuros e pobres.Ao longo da história, Jesus já foi objeto de escárnio por sua condição de pobre. Ninguém gosta de pobre. [BRINCAR COM “SAI DE BAIXO” e “JOAOZINHO TRINTA”].Ninguém também quer a companhia das pessoas obscuras. Em todas as épocas, especialmente nas nossas, há um culto às personalidades. As revistas publicam fotos de casas e “caras” dos “chiques e famosos”. Nunca entramos na casa da Sandy, mas sabemos quantos metros quadrados tem o seu quarto. Está nas capas das revistas.O nosso é o mundo das modelos e manequins. Nada mais importa que a fama. O negócio é ser famoso.Vimos como foi o nascimento da Sasha. Logo veremos o nascimento do filho do Ronaldinho. Vai dar ibope. Vai vender revista. Nós gostamos de saber dessas coisas, se estão ligadas aos famosos.Certamente a gravidez de Maria não daria 1 segundo na televisão e nem uma linha nos jornais e revistas. O interesse seria simplesmente zero. 2Havia uma família real em Israel. Ela estava a serviço de um império estrangeiro, mas não teve culpa disso. Foi vencida pela força e gostos.Havia uma família sacerdotal em Israel. Ela também estava a serviço da religião oficial, permitida pelo poder imperial também, mas todas as aristocracias só querem saber de proteger os seus interesses. Isto não é nenhuma novidade.Havia familias em boas condições financeiras. Como havia muitos pobres, havia uns poucos muito ricos.Jesus escolheu a família de um Zé Ninguém e de uma Maria Qualquer.É por isto que Maria celebra a Deus, que atentou para sua condição humilde. Atentou, não para desprezar, mas para prezar. Deus olhou para gostar e gostou. Deus olhou para escolher e escolheu.Há pessoas que atentam muito para as outras. São observadoras competentes. Elas olham de cima em baixo, para procurar defeito, para ver se podem confiar nelas. Obviamente, há muito preconceito, porque as pessoas são julgados por aquilo que nelas se pode ver. 3Deus não olha com preconceito. A permanência do preconceito hoje, de cor, de religião, de condição social, de lugar de moradia. Ele nos olha como gostaria que nós fôssemos, e não como realmente somos.Olhemos também para os outros do modo como Deus olha. É difícil, mas peçamos a Deus força e sabedoria para isto. 4Deus não olha em função de quaisquer possibilidades, sejam elas familiares, educacionais, profissionais ou financeiras.Ele nos ajuda a viver além das possibilidades. Quem era Maria para gestar o Salvador do mundo? Ela foi mais que isto: foi mãe presente e atuante e ajudadora. Porque ela reconheceu o poder de Deus em sua vida e buscou a sua presença, ela pôde ser o que foi e pôde fazer o que fez. 5Deus olha para os prontos de coração, prontos para viver segundo os seus valores, mesmo que eles se contraponham radicalmente aos nossos.Nós somos convidados a abrigar o Salvador. Não podemos gestá-lo no ventre, mas podemos guardá-lo no coração. 6Deus olha para os dispostos a ser servos. Todos queremos ser chefes, não empregados, o que é salutar. Teremos que querer o melhor. Somos educados para comandar, não para ser comandados. No entanto, estamos falando de outra dimensão. No relacionamento com Deus, Ele dirige; nós obedecemos. CONCLUSÃOPrecisamos de um banho de humildade, de um despertamento de humildade. É com os humildes que Deus conta. É aos humildes que Deus fala. É aos humildes que Deus se revela.

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Lucas 1.46-47: A FONTE DA ALEGRIA

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Salmo 37: JUSTOS, MAS POBRES

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Israel Belo de Azevedo dezembro 30, 2006

Salmo 43: A FONTE

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Salmo 138: O AMOR QUE PERMANECE

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