Ir para o conteúdo
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
  • Colunistas
    • Antonio Vieira Sias
    • Carlos Novaes
    • David Matheus
    • Gilberto Garcia
    • Hudson Silva
    • Lécio Dornas
    • Richard Vasquez
    • Mais colunistas
  • Mensagens
    • Novo Testamento
    • Antigo Testamento
    • Temáticas
    • Para Crianças
  • Reflexões
    • Editoriais
    • Poemas
    • Respostas Corajosas
  • Bíblia
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Nomes da Bíblia
      • Significados dos nomes FEMININOS
      • Significados dos nomes MASCULINOS
    • Apaixonados pela Bíblia
  • Recursos
    • Arqueologia Bíblica
    • Carnaval
    • Ciência e Saúde
    • Dia das crianças
    • Dia das mães
    • Dia do Pastor
    • Dia dos pais
  • Loja
    • Bíblia Prazer da Palavra
    • Livros Físicos
    • Livros Digitais
Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.

Jeremias 29.1-23: A RELEVÂNCIA DA FÉ PARA A POLÍTICA

A RELEVÂNCIA DA FÉ PARA A POLÍTICA Jeremias 29.1-23 2005 1. Deus ainda age e ainda fala, não importa contexto político em que vivamos. Aquele tempo era de traição, corrupção política e corrupção religiosa, formando um quadro dantesco de desolação, mas Deus é chamado de "Senhor dos exércitos" (versos 4, 8, 17 e 21). A nação estava dividida: uma parte estava na terra e outra estava no exílio, como cativos. Deus agia e falava por meio de profetas íntegros, embora houvesse os falsos, que não falavam a palavra de Deus, mas oráculos de marketing. Esses profetas de si mesmo e dos governantes da hora são descritos assim: "Porque eles não deram atenção às minhas palavras', declara o Senhor, 'palavras que lhes enviei pelos meus servos, os profetas. E vocês também não deram atenção!', diz o Senhor" (verso 19). Uma prova de Sua fala é a carta que inspirou o profeta a escrever aos exilados. A fé em Deus é relevante para o indivíduo, para a cidade, para o país, para o mundo. 2. O Deus que age a fala espera que continuemos agindo, seja qual for o nosso contexto. O profeta sugere: "Construam casas e habitem nelas; plantem jardins e comam de seus frutos" (verso 5). A ação de Deus não exclui a nossa responsabilidade. Precisamos trabalhar, não cruzar os braços. Nossa responsabilidade inclui analisar adequadamente a conjuntura, por meios de conversas e leituras. Jeremias o fez: resistir ao poder babilônico seria apenas aumentar os horrores da destruição. 3. O Deus que age a fala espera que desenvolvamos a atitude da esperança. O profeta recomenda, desafiadoramente: "Casem-se e tenham filhos e filhas; escolham mulheres para casar-se com seus filhos e dêem as suas filhas em casamento, para que também tenham filhos e filhas. Multipliquem-se e não diminuam" (verso 6). Esperança é definida, não como algo vago, mas como algo fundado no caráter de Deus; não é algo vazio, mas é uma visão daquilo que vai fazer, embora não o vejamos ainda. (A Babilônia estava no poder, mas Deus é soberano). Deus tem a última palavra, não o poderoso de plantão, esteja ele no condomínio, na cidade ou no país, seja ele bom ou ruim. Não nos deixemos perturbar pelas vozes do niilismo. O profeta é claro: "Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: 'Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não dêem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem" (verso 8). Deus tem planos de paz para o nosso país. Ouçamos: "Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro" (verso 11). Que não sejamos obstáculos à paz, mas seus promotores. 4. O Deus que age e fala nos desafia a buscar o bem estar do povo. Pela pena de Jeremias, Ele nos chama: "Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela" (verso 7).  "Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração" (versos 12-13). . Saibamos que o bem do país é o nosso bem. Quanto pior, pior. . Intercedamos pelo nosso país. A religião de Israel não era suficiente para livrá-lo do cativeiro. Até hoje é assim. Deus nos ouve quando intercedemos pelo nosso país. Oração não é busca das bênçãos de Deus, mas busca de Deus mesmo. Afinal, religião tem a ver com experiência pessoal. . Exijamos dos outros, inclusive dos políticos, o que praticamos em todas as nossas relações. . Busquemos a Deus. A insufuciencia do estrutural. A co-suficiência do espiritual.

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

João 1.29-37: O QUE FAZER COM O CORDEIRO?

O QUE FAZER COM O CORDEIRO?João 1.29-37Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 14.8.2005. JESUS VEIO E HABITOU CONOSCO Quando se encontrou com Jesus em carne e osso, João Batista reconheceu que estava diante de Alguém que lhe era superior porque …1. … existia antes dele na história embora ninguém o visse. Ainda hoje há quem O queira ver com olhos visíveis…2. … era o Messias esperado, que alguns ainda esperam. Como disse Heidegger, precisamos de um Salvador, não um salvador humano, mas divino, porque os humanos decepcionam3. … era diferente dos homens: os homens pecam e fazem os homens pecar. Jesus não pecou e  tira os pecados dos homens.4. … Ele morreu em nosso lugar. Por isto é chamado de Cordeiro. No sistema hebreu antigo um cordeiro era sacrificado para pagar uma dívida de natureza moral ou espiritual. (Êxodo 12.3 — “Digam a toda a comunidade de Israel que no décimo dia deste mês todo homem deverá separar um cordeiro ou um cabrito, para a sua família, um para cada casa”). Nascemos com um dívida, por termos escolhido o caminho do afastamento de Deus. O profeta Isaías (Isaías 53.6-7) imaginou o que João Batista pressentiu e o que os discípulos viram e nós lemos e experimentamos: “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós. Ele foi oprimido e afligido; e, contudo, não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca” (Isaías 53.6-7). João Batista, portanto, disse que Jesus lhe era superior. E nós precisamos da mesma convicção.Há os indiferentes a Jesus, mas João Batista mudou a sua vida diante dEle: testemunhou dEle, recolheu-se diante dEle.Há os que não aceitam sequer a existência de Jesus como Messias, como Filho de Deus, mas João Batista não teve dúvida.João não o conhecia, mas quando O conheceu…Conheça a Jesus JESUS ESTA CONOSCO TODOS OS DIAS O que o Espírito Santo fez com Jesus faz conosco: desce do céu e pousa sobre nós.O que o Espírito Santo fez com João faz conosco: mostra-nos Quem é Jesus, o Filho de Deus.O Espírito Santo nos batiza com fogo: 1) queima os nossos pecados, para que tenhamos comunicação restabelecida com o Pai, como se fosse uma internet sem fio; Ele é o roteador colocado na sua vida para conectar seu coração com o Pai.2) aquece os nossos corações, mesmo em meio ao frio do abandono, da solidão, do desencontro. Com Ele, nossos corações saltam de alegria, paz e esperança. JESUS VOLTARA E HABITAREMOS COM ELEJesus foi o Cordeiro imolado na cruz mas não ficou la.’Ele ressuscitou, mas não voltou a morrer. Ele continua seu mistério hoje no céu, onde vai receber todos os que lavaram suas roupas no sangue dEle. (1Pedro 1.18 — “Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver, transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito, conhecido antes da criação do mundo, revelado nestes últimos tempos em favor de vocês. Por meio dele vocês crêem em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos e o glorificou, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus” (1Pedro 1.18).O último livro da Bíblia está povoada pelo Cordeiro. O aparentemente derrotado na cruz é o vencedor da história. (“Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra. Ele se aproximou e recebeu o livro da mão direita daquele que estava assentado no trono. Ao recebê-lo, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Cada um deles tinha uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos; e eles cantavam um cântico novo: “Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação. Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra”. Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, e cantavam em alta voz: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (Apocalipse 5.6-12)Mais adiante começa a narrativa do triunfo final: “Então olhei, e diante de mim estava o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai”.(Apocalipse (14.1) CONVITEJesus habita com os seus seguidores. Jesus voltará para os seus seguidores.Seguidor é quem faz como os dois discípulos: “No dia seguinte João estava ali novamente com dois dos seus discípulos. (36) Quando viu Jesus passando, disse: `Vejam! É o Cordeiro de Deus!’Ouvindo-o dizer isso, os dois discípulos seguiram Jesus” (João 1.35-37).Estamos sempre falando de alguém. Duas autores italianas (Elena Mora e Luisa Ciuni) publicaram um livro recentemente (algo como “Terapia pela fofoca”), segundo o qual falar da vida alheia faz bem à saúde, pois, devido aos risos que provoca relaxa os músculos do rosto, é um instrumento de integração social, alivia tensões e permite descarregar a agressividade de modo salutar. De quem estamos falando?O que estamos ouvindo acerca de Jesus?E o que fazemos quando ouvimos que Ele é Cordeiro que tira o pecado do mundo?

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

Filipenses 4.8-9: E

E Filipenses 4.8-9 Pregado na Igreja Batita Itacuruçá, em 3.7.2005, manhã Estou cansado da graça. Estou cansado da lei.Estou cansado daquelas pessoas que têm os olhos fitos, cupidamente, na graça de Jesus, como se ela não implicasse em compromissos de nossa parte, não para recebê-la, mas para vivê-la. Já ao tempo do Novo Testamento, havia aqueles que se tornaram inimigos da cruz de Cristo, por só pensarem nas coisas terrenas (Filipenses 3.19). O libertinismo é, portanto, sedutor, mas não gera paz, o desejo de todos nós.Estou cansado daquelas pessoas que têm os olhos fitos, doentiamente, nas regras, como se apenas a sua prática fosse suficiente para nos tornar cidadãos dos céus, a meta final de todos nós. Já ao tempo do Novo Testamento, havia aqueles sempre prontos para impor regras e vigiar o seu cumprimento. O legalismo é, portanto, atraente, mas não traz paz, o desejo de todos nós. Ouçamos a instrução do apóstolo Paulo (Filipenses 4.6-7):Não andem ansiosos [inquietos] por coisa alguma,mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.(Filipenses 4.6-7) O DESEJO DE TODOS NÓSTodos desejamos a paz, que é a ausência de inquietação (ou ansiedade), tomada como a excessiva preocupação, paz possível quando Deus guarda nossos corações e mentes em Cristo Jesus.Eu me enterneço com as promessas de paz feitas por Deus na Sua Palavra. E não são poucas. Há 371 expressões de paz na Bíblia. Eu me encanto em saber que há uma paz que vem quando lançamos nossas ansiedades sobre os ombros de Deus, por meio da oração. Nosso problema é que pedimos a paz, mas tendemos a não entregar nossas preocupações a Deus. Quando eliminamos a preocupação, a paz de Deus vem e ela guarda as nossas mentes e os nossos corações em Cristo Jesus. Em outras palavras, Deus nos esconde, protegendo-nos, em Jesus Cristo; Deus nos blinda com a graça; Deus cobre as nossas vidas com o insulfilm do Seu amor; Deus monta guarda diante das casas de nossas vidas; Deus transforma nossos em castelos fortes; é como se seus anjos se acampassem ao nosso redor.Esta tão extraordinária ação divina para conosco excede o nosso entendimento. Esta paz nos vem por dois meios:1. pela oração de suplica e ações de graças. Para ter esta paz, só nos resta orar;2. pela prática da vida cristã como ela deve ser. Para ter esta paz, só nos resta viver como Jesus nos ensina. Precisamos entender bem este segundo meio.Em outra carta, o apóstolo Paulo recomenda: “Não se deixem enganar; de Deus não se zomba [ou: Deus não se deixa escarnecer]; pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá a destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna” (Gálatas 6.7-8). Este texto, registrado em Gálatas, a carta contra o legalismo, parece legalista. Parece que o apóstolo está dizendo: nossa felicidade vem do nosso esforço. Queremos ser felizes? Esforcemo-nos.No capítulo 6 de Gálatas, Paulo está incentivando ao cuidado uns com os outros. Por causa da natureza humana, se queremos ser bem tratados, devem tratar bem, porque nem todos estão dispostos a pagar o mal com bem (Romanos 12.21).Mais ainda: o fato de termos sido alcançados pela graça nos estimula a viver com graça para com os outros. O fato de termos sido alcançados pela graça não nos torna imunes às leis da vida. Somos alcançados pela graça, mas precisamos cuidar de nossa saúde física e emocional. Somos alcançados pela graça, mas precisamos atentar para as leis, inclusive as do trânsito. Somos alcançados pela graça, mas precisamos estudar muito, ler muito, pensar muito, trabalhar muito.A lei de Deus inclui as leis da física e da moral, portanto.Quando achamos que, por sermos alcançados pela graça, podemos viver como quisermos, sem prestar, por exemplo, para os Dez Mandamentos, estamos querendo zombar de Deus. E ele nos lembra: as regras da vida são para ser consideradas.Em Filipenses 4.8-9, Paulo alcança o zênite, encaixando com precisão os braços vertical e horizontal da cruz.O ponto de encontro destes braços está na ética, isto é, no modo como o cristão é cristão. A vida cristã deve se pautar, então, por seis compromissos. O COMPROMISSOVejamos o compromisso que o apóstolo Paulo nos enuncia (Filipenses 4.6-7) Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre [honesto], tudo o que for correto [justo], tudo o que for puro,tudo o que for amável,tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim.E o Deus da paz estará com vocês.(Filipenses 4.6-7) Não precisamos detalhar estes compromissos, porque eles são suficientemente claros.1. TUDO O QUE FOR VERDADEIRO — O nosso compromisso é com a verdade, não com a mentira. Uma pessoa verdadeira não precisa ter os seus sigilos fiscal, bancário e telefônico quebrados, mas se forem, vai-se descobrir que aquilo que ela disse é o que está nos documentos. A melhor palavra para a verdade é transparência. A verdade é o que parece e parece o que é. É por isto que a mentira tem o diabo com pai (João 8.44). A verdade tem a ver com a fala, que tem a ver com a língua, seu principal instrumento. Uma palavra verdadeira, mesmo que dura, constrói; uma palavra mentirosa, mesmo que leve, destrói. É conhecido o caso do deputado federal Ibsen Pinheiro. Em 1993, no auge de sua carreira e por causa de interesses escusos, ele foi acusado por uma CPI de ter movimentado um milhão de dólares em suas contas e acabou cassado. Onze anos depois, com o deputado no ostracismo, o repórter que “descobriu” a movimentação financeira reconheceu que errara e que a movimentação fora de mil dólares.  Como vai o seu compromisso com a verdade? Como vai o seu

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

Jeremias 35: TEMPO DE FIDELIDADE, 1:O EXEMPLO DOS RECABITAS

TEMPO DE FIDELIDADE, 1:O EXEMPLO DOS RECABITAS Jeremias 35Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em dia 9.1.2005, manhã O CONVITE APRESENTADOAo tempo dos profetas do Antigo Testamento, Deus, por vezes, lançava mão de ilustrações históricas vivas para ensinar ao seu povo. Quando quis mostrar ao povo de Israel que requeria dele obediência à Sua palavra, chamou Jeremias para uma tarefa inusitada.Jeremias devia procurar os membros de um clã em Israel, chamado de recabita, e fazer um convite que poderia mudar a vida deste povo.Eis a narrativa bíblica (Jeremias 35.1-5):(1) Durante o reinado de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, o Senhor dirigiu esta palavra a Jeremias:(2) — Vá à comunidade dos recabitas, convide-os a virem a uma das salas do templo do Senhor e ofereça-lhes vinho para beber.(3) Então busquei Jazanias, filho de Jeremias, filho de Habazinias, seus irmãos e todos os seus filhos e toda a comunidade dos recabitas. (4) Eu os levei ao templo do Senhor, à sala dos filhos de Hanã, filho de Jigdalias, homem de Deus. A sala ficava ao lado da sala dos líderes e debaixo da sala de Maaséias, filho de Salum, o porteiro.(5) Então coloquei vasilhas cheias de vinho e alguns copos diante dos membros da comunidade dos recabitas e lhes pedi que bebessem. Os recabitas eram um clã (uma grande família) dos quenitas (ou queneus). Moisés era casado com uma quenita (Juízes 1.16), filha de Jetro. Este povo se juntou aos hebreus em sua caminhada para a terra de Canaã. Um de seus descendentes foi Recabe, sobre quem pouco sabemos. Sabemos mais sobre um de seus descendentes, Jonadabe. Jael, por exemplo, era esposa de Heber, o quenita (Juízes 4.17). O rei Saul demonstrou bondade para com eles (1 Sm. 15.6), pela simpatia que sempre demonstrar para com os hebreus. Jonadabe trabalhou com Jeú, no século 9 a.C., quando o rei, contemporâneo de Eliseu, se empenhou na destruição dos seguidores de Baal em Israel. A maioria dos quenitas morava em cidades, adotando um estilo de vida urbano (1Sm 30.29). No entanto, Jonadabe convocou seus descendentes a um novo tipo de vida, renovando-lhes o sentido de sua existência.Jonadabe pediu ao seu clã que conservasse uma vida simples, sem consumo de bebida alcoólica (vinho), sem construção de casas e sem a formação de fazendas. Há três séculos estavam firmes nesta tradição.Os recabitas devem continuar sendo nômades, como surgiram, como nos primórdios. Mesmo adaptados à vida urbana, deviam conservar os valores da vida simples do campo. Quando Nabucodonozor invadiu a terra de Judá, eles se refugiram em Jerusalém, e lá Jeremias foi encontrá-los, enviado por Deus.Imagino que Jeremias conhecia a família, porque era formada por metalúrgicos, funções importantes à época, especialmente no culto. Imagino que Jeremias deve ter pensado: “vamos ver se esse pessoal resiste ao meu convite”. Imagino que Jeremias sabia que aquela gente sabia que Jeremias era um profeta de Deus; eles iam levar a sério sua palavra. Imagino que mandou separar os melhores vinhos. Imagino que seus amigos devem ter feito uma aposta, algo que ainda hoje acontece com um crente numa escola ou num escritório. O CONVITE RECUSADOA resposta deles foi de uma fidelidade a toda prova (Jeremias 35.6-11): (6) Eles, porém, disseram: — Não bebemos vinho porque o nosso antepassado Jonadabe, filho de Recabe, nos deu esta ordem: ‘Nem vocês nem os seus descendentes beberão vinho. (7) Vocês não construirão casas nem semearão; não plantarão vinhas nem as possuirão; mas vocês sempre habitarão em tendas. Assim vocês viverão por muito tempo na terra na qual são nômades’. (8) Temos obedecido a tudo o que nos ordenou nosso antepassado Jonadabe, filho de Recabe. Nós, nossas mulheres, nossos filhos e nossas filhas jamais bebemos vinho em toda a nossa vida, (9) não construímos casas para nossa moradia nem possuímos vinhas, campos ou plantações. (10) Temos vivido em tendas e obedecido fielmente a tudo o que nosso antepassado Jonadabe nos ordenou. (11) Mas, quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu esta terra, dissemos: Venham, vamos para Jerusalém para escapar dos exércitos dos babilônios e dos sírios. Assim, permanecemos em Jerusalém. Deus tinha um propósito claro nesta dramatização. O exemplo dos recabitas era para ser imitado. Os ouvintes de Jeremias deviam considerar aquela tribo que trabalhar tão bem o ferro, mas era sensível à sua história e aos seus valores.A mensagem é clara (Jeremias 35.12-19): (12) O Senhor dirigiu a palavra a Jeremias, dizendo:(13) — Assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: `Vá dizer aos homens de Judá e aos habitantes de Jerusalém: Será que vocês não vão aprender a lição e obedecer às minhas palavras?’, pergunta o Senhor. (14) Jonadabe, filho de Recabe, ordenou a seus filhos que não bebessem vinho, e essa ordem tem sido obedecida até hoje. Eles não bebem vinho porque obedecem à ordem do seu antepassado. Mas eu tenho falado a vocês repetidas vezes, e, contudo, vocês não me obedecem. (15) Enviei a vocês, repetidas vezes, todos os meus servos, os profetas. Eles lhes diziam que cada um de vocês deveria converter-se da sua má conduta, corrigir as suas ações e deixar de seguir outros deuses para prestar-lhes culto. Assim, vocês habitariam na terra que dei a vocês e a seus antepassados. Mas vocês não me deram atenção nem me obedeceram. (16) Os descendentes de Jonadabe, filho de Recabe, cumprem a ordem que o seu antepassado lhes deu, mas este povo não me obedece`. (17) Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: “Trarei sobre Judá e sobre todos os habitantes de Jerusalém toda a desgraça da qual os adverti; porque falei a eles, mas não me ouviram, chamei-os, mas não me responderam”.(18) Jeremias disse à comunidade dos recabitas: — Assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: ‘Vocês têm obedecido àquilo que o seu antepassado Jonadabe ordenou; têm cumprido todas as suas instruções e têm feito tudo o que ele ordenou’. (19) Por isso, assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: ‘Jamais faltará a Jonadabe, filho de Recabe, um descendente que me

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

Hebreus 11: O PODER DA ESPERANÇA

O PODER DA ESPERANÇAHebreus 11 O capítulo 11 de Hebreus começa no anterior (Hebreus 10.39) e termina no posterior (Hebreus 12.1-2).(Hebreus 10.39) “Nós, porém, não somos dos que retrocedem e são destruídos, mas dos que crêem e são salvos”.(Hebreus 12.1-2) “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus”. A galeria dos gigantes da fé, pintada pelo autor desconhecido de Hebreus, nos mostra homens e mulheres que tornaram a esperança uma certeza a mover suas vidas.ABEL. A esperança o levou a cultuar sem esperar nada em troca.ENOQUE. A esperança o levou a agradar a Deus por meio de uma vida santa..NOÉ. A esperança o levou a ouvir a voz de Deus e a obedecê-la.ABRAÃO. A esperança o levou a confiar que o caminho que Deus lhe indiava era o melhor, embora não conhecesse o itinerário deste caminhoISAQUE, JACÓ E JOSÉ. A esperança levou Isaque, Jacó e José a confiar que o plano de Deus seria realizado, embora as evidências não o indicassem.MOISÉS. A esperança levou Moisés a vencer o deserto e o mar como se fossem estradas pavimentadas.JOSUÉ. A esperança levou Josué a completar a obra que Moisés começou.RAABE. A esperança levou Raabe a ficar do lado certo e bom numa disputa militar, trazendo bênção para toda a sua descendência.Desde quando Deus vem-se revelando, a esperança tem levado homens e mulheres a viver num mundo indigno (sim, o mundo não é digno das pessoas dignas), triunfando e perdendo aos olhos humanos (que julgam sempre pela aparência e na curta duração), comprometendo-se com a justiça (mesmo que os parâmetros sejam o da desigualdade e da corrupção), vendo realizada a promessa que receberam (mesmo que apenas no interior de seus corações), superando dificuldades humanamente intransponíveis, tirando força da fraqueza (graças à renovação vinda do Espírito Santo) e sofrendo pela fé em Deus (o que as torna bem-aventuradas, porque são felizes os que são perseguidos por seguirem a Jesus). Qual o segredo desses homens e dessas mulheres? Qual deve ser o nosso segredo na vida, para sejamos aqueles que não retrocedem e não são destruídos, mas antes estejamos entre os que crêem e são salvos? (Hebreus 10.39). E o que aprendemos com essas pessoas, que o autor chama de “grande nuvem de testemunhas”? (Hebreus 12.1). O SEGREDO DAS ANTIGAS TESTEMUNHAS1. Eles entenderam que a vida é feita de coisas visíveis e de coisas invisíveis.ABEL ofereceu uma oferta sem pensar no que perderia. Seu irmão trouxe uma oferta, não especificada, da terra. Ele, no entanto, “trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho”. Por isto,  o Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta” (Gênesis 4.4). Notemos: Deus gostou da oferta de Abel, mas principalmente Deus gostou de Abel, que via no culto mais que um ritual mas um relacionamento; ele fez algo para agradar a Deus, e agradou.ENOQUE “andou com Deus; e já não foi encontrado, pois Deus o havia arrebatado” (Gênesis 5.24). Ele andou com os seus contemporâneos, mas seus olhos estavam fitos no seu Senhor, que o levou para si.RAABE viu naqueles estrangeiros (os espiões de Israel) como emissários do Deus vivo, como de fato eram, e cooperou eles, cooperando com o próprio Deus. Só ela viu aquilo, porque via o invisível. Eles se tornaram gigantes porque não olharam apenas para a realidade imanente que massacra, mas também para a realidade transcendente que inspira. Eles entenderam que “o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo se vê não foi feito do que é visível” (Hebreus 11.3). Por crerem assim, não sucumbiram diante do peso da realidade. Quando cremos assim, não sucumbimos diante do peso da realidade. Por crerem assim, eles saudaram o que ainda não tinham recebido. Quando cremos assim, saudamos o que ainda não recebemos. Quando cremos assim, não retrocedemos. 2. Eles se sabiam peregrinos neste mundo visível, em direção a um mundo invisível.ABRAÃO deixou uma terra segura, realizado que já era, para uma terra que não conhecia, não sabia onde era e não tinha noção do que nela havia.JOSÉ peregrinou por cavernas, presídios e palácios, vendo que Deus o encaminhava tanto para um quanto para outro. Por isto, nunca desesperou.MOISÉS andou em círculos pelo deserto em direção a um mundo visível, que ele viu de longe e seu povo viu de perto e pisou.“Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Os que assim falam mostram que estão buscando uma pátria. Se estivessem pensando naquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Em vez disso, esperavam eles uma pátria melhor, isto é, a pátria celestial. Por essa razão Deus não se envergonha de ser chamado o Deus deles, e lhes preparou uma cidade. Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. Pois foi por meio dela que os antigos receberam bom testemunho” (Hebreus 11.13-16; 12.1-2). 3. Eles confiaram na voz que os chamavaNOÉ ouviu uma informação absurda: o mundo seria destruído e Deus o convidava para preservar aqueles, ele incluído, que continuaram escrevendo a história da humanidade. Ele ouviu a voz e a atendeu, contra tudo e contra todos, menos contra Deus.JACÓ se encontrou várias vezes com Deus e onde todos viam homens, ele via anjos de Deus; quando todos apenas sonhavam, ele sentia Deus lhe orientando.ELIAS, mesmo quando na depressão profunda, ouviu a voz silenciosa de Deus e saiu para o sentido da vida. O NOSSO SEGREDOEste foi o segredo dos gigantes do passado.Qual deve ser o nosso? 1. Como eles, devemos crer que há um mundo invisível. O

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

2Pedro 3.3-15: NÓS ESPERAMOS NOVOS CÉUS E NOVA TERRA

NÓS ESPERAMOS NOVOS CÉUS E NOVA TERRA 2Pedro 3.3-15: 2005 1. A SECUNDARIZAÇÃO DO PRINCIPAL Uma vida no céu se tornou um desejo secundário para muitos cristãos, por várias razões, entre elas as seguintes: 1.1. Cansamos de esperar algo que parece não vem. Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões. Eles dirão: “O que houve com a promessa da sua vinda? Desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação” (versos 3-4). Este “cansaço” advém do tempo decorrido entre a vinda, já realizada, e a volta, ainda não concretizada, de Jesus Cristo. O Cristianismo, em que a espera é, ou pelo menos deveria ser, parte integral, tem já 1977 anos; ao longo deste período, a volta de Jesus tem sido aguardada. Muitos já marcaram a data deste regresso. Estas marcações têm feito muito mal à fé cristã. Fazem mal também os caçadores de sinais, sempre prontos a mostrar os fatos da história como sendo indicativos da proximidade do fim. Não podemos nos esquecer que o final da história humana é uma decisão soberana do Pai, o único que sabe o dia e a hora da volta do Filho (Mateus 24.36). O fim dos tempos não é uma conseqüência natural ou da maldade humana ou da bondade humana pela proclamação do Evangelho. Precisamos prestar muita atenção às promessas bíblicas, para não fazermos Deus dizer o que Deus não disse. Jesus disse, por exemplo: Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam. Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão (Mateus 24.34-35). Ele se referia, neste caso, ao que aconteceria aos habitantes de Jerusalém, o que, de fato, ocorreu no ano 70 com o massacre promovido pelos romanos, o fim dos tempos para aquela geração, não o fim de dos tempos de todas as gerações. De fato, os primeiros cristãos, mesmo fora de Jerusalém, acreditavam que Jesus voltaria naquela geração. O apóstolo Paulo cria que estaria vivo para ver seu Senhor retornando à terra. Escreveu ele: Os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre (1Tessalonicenses 4.17). No entanto, a intenção do apóstolo era acalmar seus irmãos, preocupados com os que já tinham morrido (“dormido”), razão por que mostra que não haveria diferença, no dia do Senhor, entre os mortos e os que ainda estivessem vivos. Na mesma carta, ele lembra que nada sabia sobre “tempos e épocas” (1Tessalonicenses 5.1). Escrevendo aos mesmos leitores, e a nós também, ele adverte: não se deixem abalar nem alarmar tão facilmente, quer por profecia, quer por palavra, quer por carta supostamente vinda de nós, como se o dia do Senhor já tivesse chegado. A verdade é que o mistério da iniqüidade já está em ação, restando apenas que seja afastado aquele que agora o detém. Então será revelado o perverso, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua de sua boca e destruirá pela manifestação de sua vinda (2Tessalonicenses 2.2-3,7-8). A mensagem bíblica, portanto, é clara: se Jesus voltar e nos encontrar vivos, seremos arrebatados; se estivermos mortos, Ele nos ressuscitará. É isto que nos deve importar. O apóstolo Pedro tem diante de si a mesma preocupação. Por isto, escreve: Antes de tudo saibam que, nos últimos dias, surgirão escarnecedores zombando e seguindo suas próprias paixões. Eles dirão: “O que houve com a promessa da sua vinda? Desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação” (versos 3-4). Não, as coisas não continuam como desde o princípio, porque “o mistério da iniqüidade” continua em ação, mas será destruído por um sopro de Cristo quando Este voltar para buscar os seus. Esta é a promessa que precisamos reter. 1.2. Receamos falar do céu porque falar do céu nos obriga a reconhecer que vamos morrer e que este mundo vai ser destruído. Gostamos tanto do mundo em que vivemos que tendemos, como aqueles que não crêem, a nos esquecer que há muito tempo, pela palavra de Deus, existem céus e terra, esta formada da água e pela água. E pela água o mundo daquele tempo foi submerso e destruído. Pela mesma palavra os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios. (…) O dia do Senhor, porém, virá como ladrão. Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor (versos 5-7, 10b, 12b). Além disso, fazemos tudo o que estiver ao nosso alcance para viver como se não fôssemos morrer, como se pudéssemos ignorar que “o dado último deve ser o primeiro”: “vamos morrer.” Por esta razão, nós nos empenhamos em viver comparativamente, suprindo necessidades que não temos. “Mas nós queremos mais do que necessidades básicas. Nós queremos o que os outros querem. Nossa comparação não é feita com o passado, mas com o presente, com o futuro. Nossa inveja é isso: desejar uma vida que pode ser nossa e que deve ser nossa”. Na verdade, muitos vivem como se não houvesse “nada depois do pano” e tudo tivesse que ser vivido “deste lado do pano”  COUTINHO, João Pereira. Em “Status Anxiety”, Alain de Botton visita Montaigne. Folha de S.Paulo, 19.2.2005. Disponível em . Acessado em 19.2.2005. É por esta razão que tendemos a investir “cada vez mais em nosso mérito”. Neste caso, “nosso dinheiro é a medida de nossa alma”. 1.3. Tememos nos comprometer com algo que não entendemos: o céu está além de nossa imaginação. Somos todos racionalistas: tendemos a crer no que vemos. Como não sabemos onde é o céu e como é a vida lá, precisamos falar da vida aqui, que sabemos como é. Bom seria que nos alegrássemos

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 17, 2006

Marcos 11.12-26: EVANGELHO MAS DE JESUS

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Marcos 10.46-52: CONVITE À CO-HUMANIDADE

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Marcos10.17-22: SE QUEREMOS SER SEGUIDORES DE JESUS

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006

Marcos 9.14-29: A FÉ QUE SALVA

Leia Mais »
Israel Belo de Azevedo dezembro 16, 2006
Carregar Mais Resultados

Inscreva-se

O site Prazer da Palavra tem o propósito de oferecer recursos para o estudo e a aplicação da Bíblia aos nossos dias.

Facebook-f Twitter Instagram

Loja

  • Livros Digitais
  • Livros Físicos
Menu
  • Livros Digitais
  • Livros Físicos

Prazer da Palavra

Quem Somos

Projetos

Contact

contato@prazerdapalavra.com.br

© 2024 Israel Belo de Azevedo