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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
Liberdade
1 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

1Coríntios 10.23-33: UMA TEOLOGIA DA LIBERDADE

Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 5.11.2000 (manhã). 1. INTRODUÇÃO Eu já fui roubado. Num dos episódios, nossa casa em Cianorte, no Paraná, foi arrombada enquanto estávamos no culto de oração. A perda para mim foi grande: os ladrões levaram minha calça “jeans”, chamada à época de “calça Lee”, e que eu comprara no Paraguai, porque no Brasil era muito cara. Minha lembrança da perda é muito significativa. Nos anos 70, a calça “jeans” era um símbolo de liberdade. Um fabricante chegou a dizer que “liberdade era uma calça azul, leve e desbotada” (como preconizava o anúncio da empresa Levi’s). Todos nós amamos a liberdade. Por isto, a história da humanidade pode ser vista como a história da afirmação e da negação da liberdade. A maioria dos sistemas políticos promete liberdade plena. As mais importantes revoluções dos dois milênios da era cristã (as paradigmáticas revoluções inglesa e francesa do século 18) foram feitas em nome da liberdade e também da igualdade e da fraternidade. Os Estados Unidos da América surgiram como o resultado de uma luta pela liberdade, inexistente na Inglaterra, tanto no plano econômico, como no social e religioso. No Brasil, houve vários movimentos pela liberdade política em relação a Portugal, culminando no acordo conhecido como “Independência do Brasil”. Uma das liberdades mais ameaçadas no mundo contemporâneo é a de ir e vir. Em Cuba, os cubanos lutam pelo direito de entrar e sair livremente do país. Nos Estados Unidos, os estrangeiros lutam pelo direito de entrar naquela potência, que restringe o acesso ao sabor dos seus interesses mais imediatos. Os palestinos lutam pelo direito de ter um Estado livre. No Brasil, todos somos livres para ir, depois de ter colocado ferrolhos em todas as portas e nas janelas dos automóveis, mas o vir depende da permissão dos bandidos, pelo que temos que lutar A coroa das liberdades, que é a de o ser humano poder expressar sua opinião, ainda é vista como uma ameaça por centenas de governos nacionais. Pessoas ainda são presas por pensarem diferentemente do ideário oficial, como se devesse haver uma cartilha pela qual as mentes devessem se reger. Em boa parte do mundo não há liberdade de culto. Ainda é proibido pregar-se o Evangelho na Índia, por exemplo. Na Indonésia, por exemplo, os cristãos são massacrados, sob os olhares complacentes das autoridades políticas e policiais. O mesmo Islamismo, que se beneficia da liberdade que lhe dá, para crescer e se tornar uma das principais religiões do mundo em termos quantitativos, cassa o direito de seus seguidores conhecerem o Cristiansimo e optarem por Jesus Cristo. No Brasil e nos países considerados plenamente democráticos, os meios de comunicação nos colocam diante de um dilema. Eles alcançaram um poder, nunca conhecido, de conquistar as atenções e conduzir as sociedades, ao ponto de se poder dizer que só existe aquilo que esses meios mostram; só interessa o que está exposto em suas páginas e principalmente em suas telas. Devem ter esses meios o direito de escolher aquilo que vamos pensar e aquilo que vamos ver? Deve ser absoluta a liberdade concedida aos seus donos, já que as populações são indefesas diante do seu poder, exercido sempre em função de interesses ideológicos e principalmente econômicos? 2. A TENSÃO Apesar dessas ameaças nós vivemos numa sociedade democrática, onde cada pessoa pode crer no que quiser (até mesmo em superstições, como faziam os coríntios ao reverenciar um deus desconhecido), pode cultuar como achar melhor (conquanto as modas litúrgicas nos tentem seduzir), pode votar em quem escolher (embora numa lista sempre muito reduzida), pode se portar segundo a sua consciência (mesmo que seja difícil saber o que é ela e mantê-la). Eu me refiro à consciência da sociedade contemporânea. Sim, existe uma consciência coletiva, que tem valores próprios. Um deles é que a liberdade é o bem maior do cidadão, com o que os cristãos devemos estar de acordo, e que cada indivíduo é senhor do seu próprio destino, com o que também devemos estar de acordo. O problema começa quando esta consciência coletiva se torna absoluta, o que nos coloca diante de um duplo paradoxo. A marca essencial da visão secular acerca da liberdade é o relativismo, segundo o qual todas as decisões humanas devem ser respeitadas, porque legítimas. Este relativismo, no entanto, se torna absoluto, ao pretender que todas as consciências individuais aceitem este padrão coletivo, subordinando as suas visões a ele. Ora, o cristão é cidadão de duas pátrias, habitante do Reino de Deus e do reino dos homens e tributário de valores humanos de orientação divina, pela Palavra de Deus, e de valores humanos humanistas, às vezes conflitantes com os de instrução divina. Os valores humanos humanistas afirmam que todas as coisas permitidas pelas leis da sociedade são lícitas, mas os valores humanos divinos lembram que mesmo as coisas legais não são lícitas para um cristão. A lista poderia ser enorme, mas lembremos apenas que as leis brasileiras permitem, sob a supervisão do governo federal, os mais variados tipos de jogo (discriminando apenas os explorados por setores considerados marginais, como o jogo do bicho); no entanto, um cristão não deve jogar, por mais sedutora que seja a propaganda bancada pelo próprio Estado. Os vícios do fumo e do álcool são social e legalmente aceitos, mas nem por isto devem ser praticados por um cristão. De outro lado, é longa a lista de determinações injustas, que somos obrigados a respeitar, como o pagamento de impostos com destinação imoral, como a CPMF, que nasceu para financiar a saúde e mudou de nome e destino e continua permanentemente a surrupiar parte de nossos recursos. Quando fazemos nossa declaração de Imposto de Renda, somos obrigados a abater com a educação dos nossos filhos um valor que corresponde a despesas mensais, nunca a encargos anuais. 3. O DRAMA DOS CORÍNTIOS Ao tempo do apóstolo Paulo, todos os cidadãos eram obrigados por lei a reverenciar o imperador como um deus; embora lícita, esta reverência não convinha aos cristãos. Em Corinto, o centro da

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Israel Belo de Azevedo setembro 6, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Deixe-se ajudar (BOM DIA AMIGO 3943 | Israel Belo de Azevedo)

Receber ajuda é a esperança reacendendo a vida no seu coração.

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Israel Belo de Azevedo setembro 6, 2023
EXCOMUNHÃO E COMUNHÃO
1 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

1Coríntios 1.9: EXCOMUNHÃO E COMUNHÃO

“Fiel é Deus, o qual os chamou à comunhão com seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1Coríntios 1.9). 1. O projeto de Deus para nós, realizado em Jesus Cristo, é de comunhão, não de excomunhão. Excomungados (isto é, sem comunhão com Deus) estávamos todos nós, sem Jesus Cristo. Como ninguém vai ao Pai senão por Jesus Cristo, excomungados são todos aqueles que ainda não estão em Cristo, porque quem está em Jesus Cristo é uma nova criação, é um novo poema de de Deus (2Coríntios 5.17). Jesus veio para que o poema de nossas vidas fosse reescrito. Estar em comunhão com Jesus é, nos termos bíblicos, estar em Jesus. “É, porém, por iniciativa de Deus que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção” (1Coríntios 1.30). É por isto que “agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte” (Romanos 8.1-2). 2. A comunhão começou na cruz, quando o projeto de Deus por meio de Jesus Cristo se consumou. É por isto que Jesus disse: “tudo está consumado” (João 19.30). A partir daquele momento, a iniciativa divina em favor da comunhão se realizou plenamente; desde aquele momento, a resposta humana se tornou plenamente possível. Naquele momento, a história não acabou: a história começou. 3. A comunhão tem seu símbolo máximo na celebração da Ceia do Senhor. A palavra “comunhão” é tão importante que acabou aplicado, na história e na prática cristãs, à celebração da Ceia do Senhor, embora não apareça na Bíblia nenhuma vez com este significado. Duas razões podem ser apresentação para esta identificação. A primeira é que na Ceia do Senhor temos tudo em comum. Somos todos comuns, iguais uns aos outros. Uma das marcas da igreja é a comunhão entre os seus participantes (Atos 2.42), que devem desejar viver em paz uns com os outros (Gálatas 2.9). Por isto, o desejo se tornou uma bênção que tem percorrido os séculos: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês” (2Corintios 13.14). A segunda é que a Ceia é o sinal mais claro de nossa comunhão com Jesus Cristo, por causa da fidelidade de Deus que nos chamou para esta comunhão (1Corintios 1.9), chamada que exige uma resposta. A Ceia realiza este ideal de comunhão, uns com os outros e com Deus, como nos ensina a Bíblia: Se andarmos na luz, como Jesus está na luz, “temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1João 1.7), possibilitando esta comunhão. Sem a purificacao de nossos pecados, estávamos todos sem comunhão, isto é, na excomunhão. Quando participamos da Ceia, estamos repetindo as verdades que tornamos fundamentais para as nossas vidas. Estamos admitindo que sem a cruz estávamos sem comunhão, mas a cruz nos resgatou para a comunhão. Estamos confessando que Jesus Cristo é o nosso Salvador, Amigo e Senhor. Estamos afirmando que somos amados por Deus. 4. Na comunhão, isto é, na celebração da Ceia do Senhor, somos sacerdotes de nós mesmos. Eu me solidarizo com o grito de Horácio Lafer Piva, que se coloca “no grupo dos que dispensaram a classe eclesiástica na intermediação de sua relação com Deus”. E não estou inventando, porque Jesus é o último sacerdote; depois dele somos sacerdotes de nós mesmos. A ideia de alguém que a fé precisa ser intermediada por um sacerdote ou por um templo é absolutamente estranha ao cristianismo do Novo Testamento. Essa ideia é do Antigo Testamento. Seleciono uma série de textos que nos “Era necessário que [Jesus] se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus, e fazer propiciação  pelos pecados do povo” (Hebreus 2.17), “Visto que vive para sempre, Jesus tem um sacerdócio permanente. Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles. É de um sumo sacerdote como este que precisávamos: santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus” (Hebreus 7.24-26). “Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hebreus 4.14-16). “Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13.15). “Jesus Cristo, que é a testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra (…) nos ama e nos libertou dos nossos pecados por meio do seu sangue, e nos constituiu reino e sacerdotes para servir a seu Deus e Pai” (Apocalipse 1.6a). No Cristianismo novitestamentário não há uma classe de sacerdotes. Há pastores que devem se colocar ao lado dos seus irmãos para os confortar e desafiar ao contato direto, sem intermediação, com o Pai. O projeto de Deus para nós exclui, portanto, a ideia de sacerdócio. Jesus é o único sacerdote. 5. A nenhum crente em Jesus Cristo como Salvador, Amigo e Senhor e que tenha se examinado a si mesmo deve ser negada a Ceia do Senhor, a menos que o deseje, até se acertar com seu irmão. A Ceia não pertence à igreja local, mas ao Senhor Jesus. A Ceia não pertence a uma denominação religiosa, mas ao Senhor. O apóstolo Paulo chama a Ceia de “mesa do Senhor” (1Coríntios 10.21). Quando nos aproximamos da “mesa do Senhor”, estamos, pela recordação, nos aproximando do

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Israel Belo de Azevedo agosto 25, 2023
explosividade
Destaques
Israel Belo de Azevedo

Efésios 4.26-27: EXPLOSIVIDADE: EU SOU EXPLOSIVO, MAS QUERO MUDAR

Pregado na IB Itacuruçá, em 28.11.2004, noite No final de 2004, um jogador evangélico de futebol foi visto, filmado e fotografado chutando um torcedor no chão, depois que seu time foi recebido a gritos e socos por parte da sua torcida no aeroporto. O pai do jogador levou um soco e teve que ser socorrido num hospital da cidade. Entrevistado por telefone ao lado do pai no hospital por um programa de televisão, ele confessou entre lágrimas o seu desequilíbrio, arrependido pelo que chamou de mau testemunho. Estou falando de Zinho, atleta do Flamengo carioca. Mais tarde, ele deu uma entrevista a uma revista evangélica (Enfoque Gospel), de que leio o parágrafo final da reportagem: “Sobre o incidente da briga, Zinho diz que ainda está triste, mas garante que se arrependeu e aprendeu algumas lições: ele não é perfeito, é preciso vigiar e não há nada como uma queda para impedir a vaidade. O jogador lembra que, no dia seguinte ao episódio, tinha um testemunho marcado. “No momento em que eu estava pensando sobre isso, Deus falou que a intenção do Inimigo era fazer eu desistir do que o Senhor tem para mim.” Sendo assim, não faltou, antes honrou o compromisso explicando o que aconteceu, mostrando arrependimento e emocionando-se especialmente. Zinho crê que sua experiência vai ajudar outras pessoas a entender a falibilidade humana, mesmo quando se conhece a Cristo”. Revista Enfoque Gospel, dezembro, 2004.Há outras situações. A violência doméstica, especialmente de maridos contra esposas, habita também lares evangélicos até mesmo nas manhãs e nas tardes que antecedem os cultos dominicais. Também na igreja, defensores da verdade apelam para algum tipo de violência, geralmente verbal, para que suas posições prevaleçam. Com o tempo, algumas pessoas entendem que devem apenas participar dos cultos, e de nenhum ministério, por causa do seu temperamento, em função dos conflitos que geraram inimizades e rancores ao longo do tempo. (A propósito, toda a vítima da violência deve ser denunciada.) Entre esses cristãos explosivos, uns não têm percepção de sua dificuldade e convivem com este traço da sua personalidade, esforçando-se ou não para superá-lo. Outros acham natural e necessário o seu comportamento, porque, segundo eles, voltados para a defesa de valores elevados. Outros ainda não têm qualquer percepção acerca da inadequação de boa parte de  suas atitudes; logo, nada fazem para compreender suas próprias reações. Essa dificuldade não pode ser explicada por nenhum tipo de determinismo ou reducionismo, porque, guardadas inúmeras exceções, a tendência à agressão e à violência pode ser concebida como um traço da personalidade, como uma resposta aprendida no ambiente, como um reflexo estereotipado de determinados tipos de pessoas ou até como uma manifestação psicopatológica. Em síntese, a agressão e a violência devem ser vistos como “consequências de processos biopsicológicos subjacentes” ao ser humano.  Cf. BALLONE, G.J., ORTOLANI, I.V. Comportamento Violento. Em: PsiqWeb. Disponível em http://www.psiqweb.med.br/forense/violen.html. Acessado em 23.11.2004. Os resultados são tragicamente conhecidos e pode levar à ruptura de relacionamentos interpessoais, à perda do emprego, à suspensão ou expulsão da escola, à separação conjugal e mesmo ao envolvimento em brigas corporais (especialmente no trânsito) que podem resultar em ferimentos e mortes.A psiquiatra chama a este traço, quando se torna patológico, de Transtorno Explosivo da Personalidade, definido como a ocorrência de episódios bem definidos em que a pessoa fracassa em resistir a impulsos agressivos, nestes casos, o grau de agressividade expressada durante essas situações é amplamente desproporcional à eventual provocação ou ao eventual estresse que desencadeou a reação. [Cf. DSM-IV. Citado por Cf. BALLONE, G.J., ORTOLANI, I.V. Comportamento Violento…] RAZÕES ESSENCIAISHá muito tempo os cientistas vêm tentando explicar a razão do comportamento violento. Recentemente, uma equipe analisou 25 mil estudos envolvendo oito milhões de participantes. Ficou claro que o fator mais forte vem do impacto da sociedade, de ambientes e dos processos sociais. A equipe concluiu melancolicamente que “virtualmente qualquer um pode ser agressivo se suficientemente provocado, estressado, contrariado”. FISKE, Susan e outros. Social Psychology: Why Ordinary People Torture Enemy Prisoners. Science 2004 306: 1482-1483. Citado por BONALUME NETO, Ricardo. Qualquer um pode torturar, diz cientista. Folha de S. Paulo, 26.11.2004, p. 1-14. Disponível também em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2611200402.htm.Em termos simplificados, podemos pensar que as reações explosivas podem ser atribuídas a dois eixos de fatores. O primeiro é interno e o segundo é externo. 1. O fator interno é composto pela nossa biologia, incluídas as nossas dimensões biológica (ou bioquímica) e psicológica. Como sabemos, “há evidências de que alergias, doenças do cérebro, distúrbios bioquímicos e, talvez, anomalias genéticas podem provocar raiva ou, pelo menos, tornar algumas pessoas mais predispostas à raiva do que outras”. TRAVIS, Carol. Anger. Citado por COLLINS, Gary. Aconselhamento cristão. São Paulo: Vida Nova, 2004, p. 144. Este fator não pode ser esquecido, mas não pode ser superestimado, numa espécie de determinismo biológico que isente o explosivo. (A propósito, um estudo, que devia varrer o modo preconceituoso como os doentes mentais são tratados, revelou a relação entre violência criminosa e transtornos mentais: apenas 3% dos indivíduos presos têm problemas mentais. BALLONE, G.J., ORTOLANI, I.V. Comportamento Violento…) Essas informações nos ajudam a perceber que as eventuais explicações de fundo biológico para comportamentos violentos, físicos ou verbais, não os tornam aceitáveis. Os indivíduos devem continuar respondendo por seus atos e aprender, a partir desse conhecimento, a como lidar com eles de forma não destrutiva.  FISKE, Susan e outros, op. cit. 2. O segundo fator tem a ver com o ambiente, o meio em que vivemos.Todos os seres humanos são expostos a situações conflitivas, porque as relações humanas são necessariamente conflitos, porque são o encontro de histórias, personalidades, desejos e atitudes. Sofremos quando nos esquecemos desta condição humana inaugurada pela Queda do ser humano.Assim, uma criança que aprende a gritar como instrumento de defesa poderá se tornar um adulto que tenderá a  resolver todos os seus problemas no grito. Uma criança que cresce em meio a gritos, socos e pontapés pode vir a achar que isto é normal e até desejável, o que explica por que filhos agredidos  se tornam pais agressores.Não se pode

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Israel Belo de Azevedo agosto 22, 2023
Destaques
Israel Belo de Azevedo

Salmo 010: QUANDO DEUS SE INDIGNA

Mensagem pregada em 20/12/2006. 1. Deus se indigna quando as pessoas o julgam distante, Ele que é presença (verso 1). A terra (natureza e humanidade) está cheia de Sua presença. Ele é Rei mesmo quando o Seu poder não é visto. Ele faz valer o seu poder final, para que todos redescubramos o que somos: pó. Os ímpios expulsam Deus com medo de sua exigência por justiça. 2. Deus se indigna quando ouve o insulto da injustiça, mesmo que tramada em segredo (verso 14). Deus se indigna quando os ímpios perseguem os pobres. A pobreza poderia ser erradicada do mundo se os ricos do mundo quisessem. Diferente do que acabamos crendo, a pobreza tem solução. A miséria não termina por causa dos leões (que é como Deus vê os ímpios — verso 9) que espreitam para arrastar os necessitados. 3. Deus se indigna quando enxerga o sofrimento e a dor dos oprimidos (verso 14). E Deus não apenas enxerga, como alguns fazemos: Ele reanima os necessitados. Ele protege os órfãos (categoria-símbolo da miséria à época). Que pode esperar uma criança abandonada, se não o olhar de Deus? 4. Deus se indigna quando vê a impiedade dos que causam terror (versos 15 e 18). E Deus não apenas se indigna como pede conta aos ímpios. O juízo de Deus é necessário para que sua justiça se realize. O QUE DEUS, QUE SE INDIGNA, ESPERA DE NÓS? Deus espera que busquemos ser o que Ele é. 1. Deus espera que nos indignemos com os que O julgam distante. Deus espera que não sigamos a mesma fórmula fácil, achando-O também distante. Deus espera que respeitemos o direito à incredulidade. Deus espera que anunciemos que Ele está perto. 2. Deus espera que consideremos a injustiça como um insulto à dignidade do homem e à bondade de Deus. Tendemos a nos indignar com os que se indignam, mas esquecemos a justiça é um tema santo, tão importante quanto a criação do ser humano e o apocalipse. 3. Deus espera que tenhamos compaixão para com os que sofrem. Nossa análise não pode concluir com a culpa dos que sofrem ou dos que os fazem sofrer, mas ir além. Nossa análise deve ser uma análise compassiva. Somos as mãos de Deus. 4. Deus espera que peçamos contas aos nossos dirigentes, não importam seus ofícios. Devemos estar atentos para vê se não estão produzindo morte com seus gestos. Se  eles causam terror, pela omissão ou pela avareza, devemos cobrar deles um comportamento digno; se for o caso, devemos depô-lo, dentro da normalidade constitucional. Em quem você votou para presidente? Em que você votou para governador? Em que você votou para deputado estadual? Em que você voltou para vereador? COMPRE O COMENTÁRIO BÍBLICO DO LIVRO DE SALMOS

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Israel Belo de Azevedo agosto 14, 2023
1 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

1Coríntios 10.13: NADA ALÉM DO LIMITE

Assuma a sua responsabilidade diante das tentações. Sua vida não é uma bola de tênis assolada por duas raquetes. Você é uma pessoa livre. Deus não faz por você o que você não quer que Ele faça. O diabo não abre as portas que você mantém trancadas, com fechaduras em cima, no meio e embaixo e com câmeras de vídeo para alertar da chegada dos seus emissários.
A sua luta não é um jogo de computador. A sua luta é contra poderes tremendos, na qual você não está sozinho, mas tem que lutar.

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Israel Belo de Azevedo agosto 7, 2023
2 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

2Coríntios 2.14-17: CHEIROS (2)

Ao descrever uma vida perfumada, Paulo pergunta: quem é idôneo (digno) de viver desse modo? (v. 16b). Só um super-homem, diriam alguns.
A resposta, no entanto, é outra e está na última parte do versículo 17. Nosso ministério é viver na presença de Deus, o que só é possível por Cristo.
Este é o grande método de evangelização: ser aquilo que nós somos e falar o que provém de Deus.
É isto que é sinceridade: viver sob  os raios do sol e ainda assim evidenciar sua pureza. (Aliás, a palavra deriva de sol e juízo.) Trata-se uma meta a ser perseguida. Quanto mais nós somos aquilo que falamos que somos, mais nossas vidas testemunham de Deus.

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Israel Belo de Azevedo agosto 6, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

O Deus em que cremos (BOM DIA AMIGO 3911 | Israel Belo de Azevedo)

Creiamos no Deus que desde os tempos antigos implacavelmente determina: “Não corromperás a justiça, ficando ao lado dos ricos ou aceitando suborno, que suborno cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos” (Deuteronômio 16.19).

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Israel Belo de Azevedo agosto 5, 2023
2 Coríntios
Israel Belo de Azevedo

2Coríntios 9.6-15: DIMINUIR PARA MULTIPLICAR

É difícil falar-se em contribuição financeira num tempo de dinheiro escasso (inclusive com a diminuição do PIB e consequentemente da renda per capita dos brasileiros) e de práticas pouco recomendáveis em outras igrejas.
O apóstolo Paulo fala do assunto sempre com referência ao fato de que não era “pesado” às igrejas. Neste caso, ele pede aos corintos que contribuíssem não para seu ministério mas para suprir as necessidades dos cristãos de Jerusalém. [História].
Dessa história podemos depreender valiosíssimas lições sobre a nossa relação com o dinheiro. Afinal, nossa espiritualidade tem a ver com o lugar que o dinheiro ocupa em nossas vidas.

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Israel Belo de Azevedo agosto 4, 2023
Bom Dia Amigo
Israel Belo de Azevedo

Poderosas palavras (BOM DIA AMIGO 3909 | Israel Belo de Azevedo)

Não sejam bombas ameaçadoras as nossas palavras, mas bombons para o outro saborear.
Nossos conselhos cheguem apenas para corretamente orientar.

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Israel Belo de Azevedo agosto 3, 2023
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