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Bíblia Prazer da Palavra

Autor: Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo

Israel Belo de Azevedo, é um pesquisador interessado em usar a internet para mostrar a acurácia e atualidade das Escrituras Sagradas e, assim, demonstrar que fé e razão são como dois trilhos de uma linha de trem. Israel Belo de Azevedo é um escritor com vasta publicação em diferentes áreas. Seus primeiros livros foram na área de história e pesquisa acadêmica. Os seguintes foram sobre filosofia e teologia. No momento, tem-se dedicado mais fortemente ao ensino e à aplicação da Bíblia. Por isso, preparou as notas de duas edições das Sagradas Escrituras: “Bíblia Sagrada Bom Dia” e Bíblia, o Livro da Esperança” (ambos da Sociedade Bíblica do Brasil, que prepara uma terceira, sobre orações). O projeto no qual tem dedicado mais tempo presentemente é a preparação de uma nova versão da Bíblia, que seja entendida por todos. Trata-se da “Bíblia “Prazer da Palavra”. Desde 1999, Israel Belo de Azevedo pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá, localizada no bairro da Tijuca, região central da cidade do Rio de Janeiro. É casado com Rita e pai de Rachel. Ele é graduado em teologia e em comunicação. Tem pós-graduação em história e mestrado em teologia. É doutor em filosofia.
Páscoa
Israel Belo de Azevedo

A altura do preço

Ali está uma cruz.
A madeira não é da melhor
e o marceneiro não poliu direito.
É pesada a cruz
da minha crucificação no alto do Gólgota.
Ali está outra cruz.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 2, 2007

Josué 23: SÃO CONDICIONAIS AS PROMESSAS DE DEUS?

SÃO CONDICIONAIS AS PROMESSAS DE DEUS?Josué 23Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 8.8.1999 (noite) 1. O PROBLEMADeus prometeu a Abraão dar à sua descendência toda a terra de Canaã (Gn 13.14-17; Gn 17.8). Seus bisnetos, no entanto, acabaram escravos no Egito. Quatro séculos depois da promessa, seus descendentes, agora formando o povo de Israel, foram miraculosamente resgatados e levados em direção à prometida terra (Ex 23.22-24; Ex. 24.8). Eles caminharam 40 anos pelo deserto e chegaram à Canaã, agora liderados por Josué, já que Moisés morrera no meio da peregrinação.Toda a terra foi conquistada. Quando Josué morreu, havia alguns poucos focos isolados de resistência. Faltava apenas fixar os limites entre as tribos. (Js 23)Em certo sentido, portanto, a promessa de Deus foi completamente cumprida. No entanto, Israel nunca teve paz com seus vizinhos, que viviam incutindo nele o sentimento da idolatria. O resultado final é que Israel acabou sucumbindo e traindo o pacto com Deus. Neste sentido, então, pode-se dizer que a promessa não foi completa.Decorrem dessa promessa várias indagações:. Por que Deus amou preferencialmente a Israel?. Deus ama ainda Israel de modo preferencial? (Domingo próximo pela manhã ouviremos uma mensagem a este respeito…). Deus irá restaurar o povo de Israel, dando-lhe um lugar especial no destino da humanidade? 2. PARA RESOLVER O DILEMA 2.1. A aliança de Deus com Abraão e o povo de Israel tinha a ver com o monoteísmo, um projeto de Deus para a salvação da humanidade. A aliança, portanto, fazia parte da economia divina para a salvação dos indivíduos ao longo dos tempos e dos lugares. 2.2. O povo de Israel fracassou, ao não cumprir os requisitos (postos na Lei mosaica). Israel anulou a aliança (Jr 31.32), ao preferirem as práticas cananéias.A propósito, por que a cultura cananéia era tão sedutora?Os povos da época acreditavam que os deuses cananeus tinham poder sobre a fertilidade da terra (colheita) e do ventre (daí a prostituição cultual). Além disso, esses deuses eram visíveis, carregáveis, controláveis, enquanto Deus é(era) invisível, inlevável (incarregável) e incontrolável. 2.3. O pacto tinha um caráter unilateral (porque foi uma iniciativa de Deus) e bilateral (porque exigia algum grau de reciprocidade). A história é uma parceria entre Deus e o homem para um projeto de salvação. Deus providenciou outro meio para abençoar a humanidade. Para se abençoar a si mesmo, Israel precisa ser fiel. Deus ainda espera por este povo. Se ele o ouvir, e só se ouvir, será abençoado. 3. APRENDENDO COM O PACTO 3.1. Há uma diferença entre o velho Pacto e o novo Pacto. Aquele exigia um compromisso coletivo (tribal, nacional); este exige um compromisso individual. O novo pacto é unilateral (oferecimento) e demanda reciprocidade (aceitação). 3.2. O novo Pacto está disponível para quem aceitar a Jesus Cristo, cujo sangue derramado por nós estabelece uma nova aliança. Não devemos mais obediência à Lei, que falhou, mas ao jugo de Cristo, como o próprio Jeremias ensinou (Jr. 31.31-34), que é suave e leve (Mt 11.29).Aliás, ao tempo do Novo Testamento, as leis do Império Romano proibiam qualquer tipo de pacto (aliança), que era próprio das sociedades secretas, clandestinas então. 3.3. Somos convidados a participar de uma nova aliança, como ministros dela  (2Co 3.6). 3.4. As promessas de Deus para conosco também demandam reciprocidade, no sentido que:. Deus não nos faz o que não queremos. não podemos fruir seu conteúdo 3.5. As promessas de Deus para conosco não dependem de nossa fidelidade, mas é bom lhe sermos fiéis. 4. CONCLUSÃO

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Israel Belo de Azevedo janeiro 1, 2007

1Samuel 28: OUVINDO OS MORTOS?

OUVINDO OS MORTOS?1Samuel 28 Pregado na Igreja Batista Itacurucá, em 10.10.1999 (manhã) 1. O PROBLEMANum ambiente umbandista e kardecista como o brasileiro, incomoda a experiência, aparentemente típica de uma sessão espirita, registrada na Bíblia.É a historia de um encontro entre o rei Saul e uma necromante, narrada em 1 Sm 28 e ocorrida por volta do ano 1055 a.C. (TEXTO BÍBLICO IBB)3 Ora, Samuel já havia morrido, e todo o Israel o tinha chorado, e o tinha sepultado e em Ramá, que era a sua cidade. E Saul tinha desterrado es necromantes e os adivinhos.4 Ajuntando-se, pois, os filisteus, vieram acampar-se em Suném; Saul ajuntou também todo o Israel, e se acamparam em Gilboa.5 Vendo Saul o arraial dos filisteus, temeu e estremeceu muito o seu coração.6 Pelo que consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas.n7 Então disse Saul aos seus servos: Buscai-me uma necromante, para que eu vá a ela e a consulte. Disseram-lhe os seus servos: Eis que em En-Dor há uma mulher que é necromante.8 Então Saul se disfarçou, vestindo outros trajes; e foi ele com dois homens, e chegaram de noite à casa da mulher. Disse-lhe Saul: Peço-te que me adivinhes pela necromancia, e me faças subir aquele que eu te disser.9 A mulher lhe respondeu: Tu bem sabes o que Saul fez, como exterminou da terra os necromantes e os adivinhos; por que, então, me armas um laço à minha vida, para me fazeres morrer?10 Saul, porém, lhe jurou pelo Senhor, dizendo: Como vive o Senhor, nenhum castigo te sobrevirá por isso.11 A mulher então lhe perguntou: Quem te farei subir? Respondeu ele: Faze-me subir Samuel.12 Vendo, pois, a mulher a Samuel, gritou em alta voz, e falou a Saul, dizendo: Por que me enganaste? pois tu mesmo és Saul.13 Ao que o rei lhe disse: Não temas; que é que vês? Então a mulher respondeu a Saul: Vejo um deus que vem subindo de dentro da terra.14 Perguntou-lhe ele: Como é a sua figura? E disse ela: Vem subindo um ancião, e está envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra, e lhe fez reverência.15 Samuel disse a Saul: Por que me inquietaste, fazendo-me subir? Então disse Saul: Estou muito angustiado, porque os filisteus guerreiam contra mim, e Deus se tem desviado de mim, e já não me responde, nem por intermédio dos profetas nem por sonhos; por isso te chamei, para que me faças saber o que hei de fazer.16 Então disse Samuel: Por que, pois, me perguntas a mim, visto que o Senhor se tem desviado de ti, e se tem feito teu inimigo?17 O Senhor te fez como por meu intermédio te disse; pois o Senhor rasgou o reino da tua mão, e o deu ao teu próximo, a Davi.18 Porquanto não deste ouvidos à voz do Senhor, e não executaste e furor da sua ira contra Amaleque, por isso o Senhor te fez hoje isto.19 E o Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus. Amanhã tu e teus filhos estareis comigo, e o Senhor entregará o arraial de Israel na mão dos filisteus.20 Imediatamente Saul caiu estendido por terra, tomado de grande medo por causa das palavras de Samuel; e não houve força nele, porque nada havia comido todo aquele dia e toda aquela noite.21 Então a mulher se aproximou de Saul e, vendo que estava tão perturbado, disse-lhe: Eis que a tua serva deu ouvidos à tua voz; pus a minha vida na minha mão, dando ouvidos às palavras que disseste.22 Agora, pois, ouve também tu as palavras da tua serva, e permite que eu ponha um bocado de pão diante de ti; come, para que tenhas forças quando te puseres a caminho.23 Ele, porém, recusou, dizendo: Não comerei. Mas os seus servos e a mulher o constrangeram, e ele deu ouvidos à sua voz; e levantando-se do chão, sentou-se na cama.24 Ora, a mulher tinha em casa um bezerro cevado; apressou-se, pois, e o degolou; também tomou farinha, e a amassou, e a cozeu em bolos ázimos.25 Então pôs tudo diante de Saul e de seus servos; e eles comeram. Depois levantaram-se e partiram naquela mesma noite. A pergunta básica é: Quem apareceu? Samuel? 2. HIPÓTESES PARA UMA SOLUÇÃOHá quatro hipóteses para a solução do problema. 1Hipótese: A necromante operou um milagre, em conluio com o reino das trevas, e trouxe Samuel de volta.Crítica: Não dá para aceitar esta idéia, porque a Bíblia diz que a morte é o fim (Hb 9.27), fim que só pode ser suspenso pela ressurreição (que não houve, nesta caso). 2Hipótese: Deus usou aquela circunstância para repreender Saul. Ele pode agir por formas estranhas, como fez com Balaão.Crítica: Não dá para aceitar esta idéia, porque seria Deus dar crédito à necromancia. Pelo contrário, ele a condenou. 3Hipótese: A necromante cometeu uma fraude. Há vários indícios disto. Saul não viu Samuel. Foi a necromante. Samuel “estava” sob uma capa. Foi Saul que “entendeu” que era Samuel que lhe dirigia a Palavra.Crítica: Não dá para aceitar a sugestão no seu todo, pois há evidêcias no texto que sugerem que houve mais que uma fraude. 4Hipótese: A necromante contou com o apoio da força das trevas, a quem invocava, para enganar a Saul com elementos de magia, que é sempre falsa, e com elementos reais, operados pelo poder das trevas, como o reconhecimento de Saul (v. 14) e a predição da morte do rei (v. 19). Saiu estava enfraquecido, moral, psicológica, espiritual e fisicamente e caiu na fraude com facilidade. Deus permitiu que tudo acontecesse, para que as pessaos aprendessem Quem Ele é. Não foi Samuel mas um espírito enganador (um deus, um anjo de luz) que apareceu.Muito (ou praticamente tudo) do que a cartomante falou era de domínio público. Ela disse que seu reino que lhe fora tirado; todo mundo sabia disso em Israel e ela também; por isso mesmo fora lhe consultar.O paradigma

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Israel Belo de Azevedo janeiro 1, 2007
Isaías
Israel Belo de Azevedo

Isaías 45.7: QUEM PRODUZ O MAL?

Diante de nossa perplexidade diante do mal, deparamo-nos com a afirmação bíblica de que Deus criou o mal.

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Israel Belo de Azevedo janeiro 1, 2007

Mateus 6.5-15: APRENDENDO COM JESUS

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

João 17: A GLÓRIA DO CRISTÃO

A GLÓRIA DO CRISTÃO João 17 1. INTRODUÇÃO Esta é a oração do coração de Jesus, porque feita quando informava aos seus discípulos que estava próximo o tempo de sua partida. Nestas horas, somos sinceros, profundos e emotivos. Foi assim com Jesus. Ela conclui o discurso do Cenáculo e antecede sua agonia no Getsêmani. É a maior oração registrada de Jesus. É a maior também na abrangência, porque se aplica aos primeiros discípulos e aos discípulos dos dias de hoje, incluindo aqueles que se encontram aqui nesta noite. Essa oração pode ser dividida em três partes. Na primeira, Jesus ora por si mesmo (vv. 1-8); na segunda, por seus discípulos  (vv. 9-19) e na terceira, pelos futuros crentes, o que nos inclui (vv. 20-26). Nela aprendemos essencialmente que oração tem que a ver com vida. Não é a oração um conjunto de palavras decoradas, mas uma porção de frases que vêm de dentro da alma. 2. QUEM PODE ORAR? Nesta oração, especialmente na primeira parte (vv. 1-8), vemos que Jesus e o Pai tinham um íntimo relacionamento. À luz deste relacionamento, aprendemos, com toda clareza, que a oração é uma expressão própria de quem conhece a Deus (v. 3). E na Bíblia, conhecer a Deus significa ter um compromisso existencial com Ele. Só quem O conhece pode se dispor a ouvir a Sua voz. Há oração, portanto, quando Deus e o homem se encontram. Há oração quando há pertencimento, quando o homem pertence a Deus. Pode orar aquele que, um dia pertencente ao mundo, agora pertence ao Pai e ao Filho. 3. A QUEM ORAR? Jesus orou ao Pai. É ao Pai que devemos orar, mas em nome do Filho. É o filho que tem autoridade  sobre todo o ser humano (v. 2). Não oramos em nossos próprios nomes, mas no de Jesus. Ele mesmo nos ensina que devemos pedir no nome dEle (Jo 14.13). Esta autoridade é derivada do fato de que Ele e o Pai vivem em perfeita harmonia e intimidade. 4. O QUE PEDIR? O conteúdo de nossa oração deve se assemelhar a oração de Jesus. E o que pediu ele? GLÓRIA DE SERVIR – Jesus começa por pedir que Deus o glorifique (v. 1). Ele queria a glória, mas não a glória de ser famoso ou rico, mas a glória de poder servir ao Pai. Nossa única glória é servir a Deus. Assim, quando lhe pedimos glória, pedimos glória para Ele e não para nós. O mundo não conhece a Deus, mas nos conhece a nós. Quando nós brilhamos, os homens podem ver Deus em sua glória. Jesus diz que cumpriu a missão que lhe foi dada (v. 4). Esta foi a sua glória. A oração, portanto, é uma expressão de nosso compromisso de servir a Deus. Servir a Deus é, pois, a glória do cristão. Neste sentido, ela é um paradoxo. A glória dos homens resulta em louros para si e em gente servindo aos gloriosos. A glória do cristão reside em servir ao seu Deus e não em ser servido por ninguém. A glória do cristão é interessar-se pelos outros, como Jesus, nesta oração, que se preocupou até com aqueles que não tinham nascido ainda. Como é difícil orar assim, especialmente quando desenvolvemos a egoteologia de que Deus é um senhor que nos serve! É difícil orar assim, mas esta deve ser a nossa oração, porque somos hoje o próprio corpo da graça. Nossa igreja deve ser uma comunidade graça, no sentido de ser o lugar e o a congregação onde as pessoas possam ver e buscar a graça de Deus. Por isto, não nos esqueçamos do convite de John Wesley há mais de dois séculos: "Se o seu coração está onde meu coração está, então me dê a mão." SANTIFICAÇÃO NA VERDADE – Jesus pede que seus discípulos (o que nos inclui inteiramente) sejam santificados (v. 17a). A glória de Cristo é a santidade dos seus discípulos. Ao longo da história, muitos têm entendido esta santificação ou consagração como afastamento do mundo. No entanto, não é isto o que Jesus quer. Antes, ser santo é viver de um modo que permita ser usado por Deus. É ver-se como enviado por Jesus para continuar sua obra neste mundo. Não somos DO mundo, mas somos enviados AO mundo. Estas duas proposições não podem ser confundidas. Jesus insiste que sejamos santificados na verdade, que é a própria Palavra de Deus (v. 17b). Tornou-se lugar-comum dizer que a leitura da Bíblia provoca o verdadeiro despertamento espiritual. No entanto, é preciso insistir-se nisto, também negativamente: só existe despertamento quando a Bíblia é aberta, lida, explicada e vivida. Fazer isto pode ser perigoso, quando somos confrontados. Por isto, se lemos a Bíblia e não concordamos com ela, nossa oração a Deus deve ser: ‘Senhor, o que está errado conosco’? LIVRAMENTO DO MAL – Jesus pede que os discípulos permaneçam no mundo, mas libertos do mal (v. 15). Alguns podem tomar esta promessa como sendo uma garantia de saúde, fama e riqueza. Não! Cristo não ora para que sejamos grandes e ricos, mas que sejamos livres do mal, pois a prosperidade da alma é a melhor de todas as prosperidades. Jesus nos quer livres do mal, livres da corrupção do pecado, e não livres do sofrimento ou da perseguição. Ele quer que vivamos de modo santo, como redimidos que somos. Sua oração é para que nos fortaleça para permanecermos firmes, unidos e em amor uns pelos outros. 5. O QUE ESPERAR? O que esperar da oração? A bênção maior é saber que somos ouvidos. À luz desta oração de Jesus, podemos destacar três realidades que devem nos alcançar quando oramos, independentemente de termos este ou aquele pedido respondido conforme queremos. ALEGRIA COMPLETA – A meta de Jesus é que tenhamos alegria e alegria completa (v. 13). Esta alegria, diz ele, vem de dEle mesmo, de sua presença conosco, do seu dom a nós (Jo 15.11).  Não se trata apenas da alegria de ter uma oração respondida; trata-se da alegria

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Jonas 2: MELHOR É OBEDECER

MELHOR É OBEDECER Jonas 2 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 6.6.99, noite. 1. INTRODUÇÃOA experiência de Jonas, ao tentar escapar de uma missão dada pelo Senhor da história, suscita uma pergunta: Será que Deus castiga os desobedientes?Diz a Bíblia que Deus repreende aqueles que ama, quando estes erram (Ap 3.19a).Sabemos por experiência própria e pela leitura da Bíblia que todo aquele que fugir aos princípios de Deus pagará por isto um alto preço como uma conseqüência natural dos seus atos de distanciamento de Deus, cujo resultado é sempre a morte. No caso particular de Jonas, sua vida estava pondo em perigo as vidas de pessoas  inocentes.Mesmo que nos ocorra um caso ou outro, podemos pedir perdão a Deus, que nos atenderá.Jonas experimentou isto e sua oração nos ensina que melhor é obedecer, mas que se cairmos, Deus nos livrará em resposta ao nosso pedido de socorro. Mais que isso, a oração de Jonas é um verdadeiro modelo de oração. 2. NOSSA ORAÇÃO DEVE SER UM CLAMOR (v. 2a).Oração é clamor que sobe do fundo de nossa alma ao coração de Deus. Oração não em um conjunto de frases feitas, vazias e burocráticas. Esse tipo de oração não passa do teto.Oração respondida é aquela que fazemos com a certeza de que confiamos tão-somente em Deus. Não existe forma, nem lugar para a oração. Não existe sequer um formato ideal para ela. Podemos orar assentados, deitados, em pé, de joelho, em qualquer posição; de olhos fechados, de olhos abertos.. O importante é que possamos nos concentrar, colocando todo o nosso foco e esforço naquEle a quem oramos. 3. NOSSA ORAÇÃO É RESPONDIDA… (v. 2b, 10)Não existe a hipótese de Deus não responder a nossa oração, mesmo que pareçamos estar banidos de diante dos seus olhos (v. 4-6a) e completamente sem perspectiva. No ventre do peixe, não havia saída para Jonas. Seus movimentos estavam tolhidos. Sua visão era nenhuma, ali no ventre do peixe. As algas que entraram com ele davam voltas pelo seu corpo. Ele se sentia numa sepultura (v. 6b).Mesmo naquela situação, dramática e ridícula, Deus ouviu a sua oração. Ele ouve a nossa oração. Ele ouve a sua oração, não importa onde esteja você em termos de distância dEle, não importa como esteja em você em termos de fidelidade a Ele 3.1.  … Desde que seja uma expressão de arrependimento (v. 7)Nossa oração deve ser sempre uma confissão. Para irmos a Deus, precisamos estar com as mãos puras, isto é, vazias de sangue, isto é, com vidas perdoadas por Deus.Quando confessamos nossos pecados, Deus ouve nossa oração. Ele primeiro nos purifica (nos perdoa) para depois se comunicar conosco. Como Ele é santo, Ele não se comunica conosco senão depois de nos purificar. Purificamo-nos quando nos arrependemos.Não se trata aqui de um arrependimento geral (do tipo “multidão de pecados”), mas de arrependimento por pecados específicos. Oração respondida, portando, é aquela que, no caso da culpa, nasce do arrependimento. 3.2. … Desde que oremos a Ele e não a um ídolo (v. 8)Nossa oração é diretamente a Deus, que controla a natureza, fazendo com que os oceanos e os peixes obedeçam ao seu comando.Em certo sentido, não oramos a ídolos. No entanto, nosso deus pode ser um ídolo, porque feito à nossa imagem e semelhança. Precisamos confrontar o nosso deus com o Deus da Bíblia. É o Deus da Bíblia que nos responde. 4. A ORAÇÃO DEVE SE COMPLETAR EM AÇÕES DE GRAÇAS (v. 9)O grito o de clamor deve se completar com a oração de ações de graças, em reconhecimento por sua resposta (v. 9).[A falta que faz uma teologia do pacto] 5. CONCLUSÃODiz a Bíblia que “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl 2.32).Precisamos orar. A Bíblia fala, no v. 7, que Jonas se lembrou de Deus. Lembrar-se, no sentido hebraico, é agir a partir de uma lembrança. Tem a ver com decisão, com ação.Precisamos fazer votos, firmar compromissos. Oração é compromisso.A oração pode mudar até o coração de Deus (3.1033)

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

2Reis 20.1-11; Isais 38: A BÊNÇÃO DE SER

A BÊNÇÃO DE SER 2Reis 20.1-11; Isais 38: Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 16.5.99, noite 1. INTRODUÇÃOUm dos bons reis de Judá foi Ezequias. Nascido em 751, morreu em 698, portanto aos 53 anos de idade. Quando tinha 38 anos de idade, caiu gravemente enfermo. Ele orou a Deus por si mesmo. Sua oração foi: “Restaura-me e faze-me viver” (Is 38.16).Ezequias era um homem de oração. Temos algumas de suas orações registradas na Bíblia. Em Isaías 37 e 2Reis 19, lemos sua oração por Jerusalém, que termina de modo dramático e confiante (Is 37.20; 2Re 19.19). Em Isaías 38 e 2Reis 20 vemos outra evidência de sua constância na oração, quando caiu gravemente enfermo. 2. Coisas ruins acontecem a pessoas boas (v. 1, 3).Ezequias teve que enfrentar a doença e a iminência da morte, embora ele. andasse com Deus (v. 3a, como Enoque, pois o verbo tem o mesmo sentido). fosse íntegro (Is 38.3b), sem a duplicidade de servir a Baal e a Deus  ao mesmo tempo. reto, no plano da condução do povo (Is 38.3c), diferentemente de tantos outros reisTendemos, no entanto, a querer um cuidado especial de Deus, fora das leis que Ele mesmo criou para o nosso próprio bem-estar. É verdade que Deus cuida de nós e pode atender romper suas leis. Temos sido objetos deste cuidado, embora nos esqueçamos quando estamos em dificuldade. Talvez um bom começo seja nos perguntar se não há pessoas em maiores dificuldades do que nós.Esta é  realidade das coisas: coisas ruins acontecem a pessoas boas, por menos que o queiramos. 3. Podemos nos justificar diante de Deus quando o mal nos sobrevém? (vv. 2,3).Ezequias não aceitou a tragédia pessoal e se justificou diante de Deus. Ao receber a notícia de que algo ruim lhe sobreviria, Ezequias voltou-se para Deus. Ele olhou para a parede, numa indicação dupla: primeira, que estava mesmo desenganado, e segunda, que só podia contar com Deus e mais ninguém.A pergunta agora é: podemos nos justificar diante de Deus, como Ezequias?A primeira resposta é: não; Ezequias orou sem a perspectiva que nós temos, perspectiva que aprendemos com Jesus e Paulo. Aprendemos no Novo Testamento que nossa condição natural é a morte e que todos pecamos, razão pela qual estamos afastados da glória de Deus. Não há bem nenhum em nós. Nossa oração deve ser pedir e esperar a ação misericordiosa, independentemente de nossos méritos que estão igual a zero.A segunda resposta é: sim. Ezequias tinha uma vida que o credenciava a esperar algo melhor de Deus para si. No entanto, sua oração foi uma forma de entender o que acontecia consigo, não um hino de auto-exaltação.  A oração de Ezequias foi uma recapitulação de sua vida. Ele olhou para si e não se achou em falta. Podemos olhar para nós mesmos e concluir que fizemos o melhor que podíamos para nós mesmos, para Deus e para nossos semelhantes? Como nos julgamos a nós mesmos? Aprovados? Reprovados?A resposta a Ezequias não decorreu de suas virtudes, mas porque orou profundamente. Ele buscou tão-somente a Deus. Ele confiou tão-somente em Deus. Ela derramou todo o seu ser diante de Deus. Foi sua oração que o salvou. Sua vida reta fez com que procedesse assim. Se fosse um ímpio, buscaria outros caminhos, reclamaria de Deus.A prova maior de que confiava em Deus foi sua oração acerca do sinal. Ele não pediu um sinal. Ele perguntou qual seria o sinal. Há uma diferença essencial. A fé imatura pede sinal; a fé madura pergunta pelo sinal, para que possa entender o modo de Deus agir. Não se trava em Ezequias uma expressão de dúvida, mas de certeza. 4. Deus usa pessoas para responder  às orações que lhe fazemos (v. 4, 11).Deus usou Isaías para comunicar a Ezequias que sua oração fora ouvida.Deus poderia falar diretamente a Ezequias. Deus poderia ter se apresentada por meio de um sonho. Deus poderia ter recorrido a um anjo. No entanto, ele usou uma pessoa: o profeta Isaías.Isaías estava no centro da cidade, o que indica que Deus usa pessoas comuns, em situações comuns. Deus usa a mim e a você. Isaías era um profeta, mas estava no centro da cidade, numa circunstância nada profética. Possivelmente Isaías estava em alguma atividade não religiosa e Deus o chamou para ser seu emissário. É assim ainda hoje. Deus usa pastores e líderes, mas usa  também e principalmente qualquer um de nós, desde que estejamos dispostos a servir como emissários dele.Ele foi usado, porque estava pronto para ouvir a voz de Deus, não por ser profeta. Deus não usa pessoas especiais. Ele usa pessoas comuns que se tornam especiais quando ouvem a sua voz. Você pode ser especial, mesmo tendo suas funções.Esta necessidade do instrumento humano se evidencia também na figura do intercessor. Ezequias era um homem de fé. Deus respondeu à sua oração. Na hora de fazer o milagre da volta da sombra do relógio de Acaz, contudo, foi necessária a intervenção de um intercessor. Foi Isaías quem clamou, não Ezequias. Seria uma afirmação do sacerdotalismo, segundo o qual há pessoas especiais para Deus? Não. Deus respondeu diretamente a Ezequias sem intermediário e lhe prometeu a cura. O intermediário agora, na verdade, o intercessor, decorria do novo pedido de Ezequias: para fazer o que queria, Deus precisou de um agente.Como Ezequias, precisamos de intercessores. Talvez em nossa luta com Deus, estejamos extenuados e precisamos de alguém que ore por nós e conosco. Precisamos interceder uns pelos outros. Há muitas sombras de relógio esperando por nossa intercessão. 5. Deus ouve a nossa oração (vv. 5-7).Como temos aprendido aqui, a oração nasce como uma atitude solitária; foi o que Ezequais fez. A oração se torna um ato solidário, porque Deus vem ao nosso encontro. Oração não é solitude; é duplitude. Não é uma pessoa solitária falando a um Deus distante, mas duas pessoas interagindo, face a face. Sua oração foi, portanto, uma luta com Deus e Deus o abençoou.Deus ouviu a oração de Ezequias, curando-o de sua enfermidade e lhe dando

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Juízes 6: O COMPROMISSO DA MISSÃO

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Israel Belo de Azevedo dezembro 31, 2006

Êxodo 33: A VERDADEIRA GLÓRIA

A VERDADEIRA GLÓRIA Êxodo 33 Pregado na Igreja Batista Itacuruçá, em 18.4.99, noite 1. INTRODUÇÃOPor força da natureza autocentrada da oração, o mais comum é pedirmos para que Deus nos abençoe, dificilmente para que Ele brilhe. 2. O DEUS A QUEM ORAMOSA experiência de Moisés nos ensina quem é Este Deus a Quem oramos. 2.1. Deus não convive com pessoas insubmissas (v. 3).Ele impõe condições para atuar; não vai conosco como se fosse uma obrigação decorrida do seu amor. Essas condições são: disposição para a fidelidade/exclusividade a Deus; disposição para a santidade (a experiência da sarça ardente — Ex. 3.3) diante dele; disposição para ouvir a sua voz. 2.2. Deus tem profundo interesse pelos projetos humanos (v. 14a).Ele anda conosco (vv. 16 e 23). Se Ele não for conosco, é melhor não ir. É uma pena que muita gente prefira caminhar sozinho… É sua presença de Deus que permite que descansemos (v. 14b). Descanso aqui não é ausência de trabalho; é ausência de ansiedade. 2.3. Deus nos conhece pelo nome (v. 17).Ele é bondoso, misericordioso e compassivo. Num delicioso paradoxo, Deus é apresentado por Moisés como sendo “fogo consumidor” (Dt 4.24) e excessivamente “compassivo” (Dt 4.31). Diante do pecado, Ele é fogo que consome. Diante do pecador arrependido, Ele é fogo que aquece, acolhe e purifica.  Ele atende nossos pedidos mais profundos (v. 17).Deus nos conhece pelo nome. Na literatura hebraica, isto quer dizer que nos conhece profunda e intimamente, já que o nome de uma pessoa tinha a ver com sua identidade. 2.4. Deus se apresenta a nós como mistério (vv. 11 e 20).Não podemos ver sua face, isto é: não podemos contemplá-lo na sua inteireza. Permanece, portanto, o mistério do seu ser (vv. 11 e 20). Há uma aparente “contradição” entre os vv. 11 e 20. No v. 11, Deus e Moisés se encontravam face a face, no sentido de que havia uma perfeita intuição espiritual e intelectual (Maimônides) por parte de Moisés. Era um diálogo existencial. No v. 20, a face é mais que sua essência: é Ele mesmo (Chouraqui). Trata-se de uma decorrência natural da sua existência. A Este não vemos.Deus é mistério. [A importância da dimensão do mistério.] Não podemos apreender toda a inteireza de Deus; se o fizéssemos, Ele não seria absoluto ou nós o seríamos. O mistério nos mostra nossa limitação, que é a essência mesma da nossa condição. 3. O CONTEÚDO DA ORAÇÃONão existe uma fórmula para a oração, uma vez que ela é a essência de nosso desejo diante de Deus. No entanto, a experiência de Moisés nos mostra como devemos nos dirigir a Deus, não quanto ao aspecto formal, mas quanto a sua dimensão essencial. 3.1. Devemos buscar, pela oração, intimidade com Deus (v. 13).Nossa oração deve ser para conhecer a Deus; para conhecer o modo de Deus agir (“teus caminhos)”; para que Deus faça habitação em nossas vidas, de modo que não precisemos mais de intermediários; para que adquiramos a mente de Deus (vivendo segundo os seus valores e não segundo os nossos); para que tenhamos interesse nos propósitos de Deus, colocados como primeiros, para nossas vidas.Esta intimidade pode custar caro à nossa individualidade, seja porque nossa vontade deixa de ser insubmissa, para se submeter aos caminhos determinados pela comunhão com Ele, seja porque marca uma diferença em relação ao estilo de vida predominante. Moisés experimentou isto. Seu rosto brilhava. Como o de Moisés, o rosto de quem ora brilha e ela passa a ter dificuldade para se comunicar com as demais pessoas (34.29). Não se confunda isto com aqueles que posam de santos. O brilho da glória de Deus aponta para Deus  e não para qualquer um de nós. 3.2. Devemos convidar a Deus para fazer parte do nosso projeto de vida (v. 15).Nossa oração deve ser para que Deus não nos permita desenvolver nenhum projeto em que não esteja. Sejamos mais duros: para que nos proíba estar onde Ele não estiver. Nossa oração tem que ser um escândalo, pois em nosso mundo, altamente secularizado, orar assim é para poucos, porque aprendemos a confiar no trabalho, na sociedade, na igreja, na tecnologia, em tudo, menos em Deus. 3.3. Devemos orar pelos outros (v. 13).Nossa oração deve ser por nós mesmos, para obter o favor de Deus e conhecer o seu caminho,  mas também pelos outros. Como temos insistido, a verdadeira oração é a oração intercessória. Todo o esforço de Moisés não era por e para si, mas por e para seu povo. Até mesmo a oração para si era para os outros: o que pediu para si era para melhor conduzir seu povo.A melhor oração que você pode fazer é por esta igreja, pelo ministério dela neste mundo e pela saúde física, mental e espiritual dos seus membros. Por isto, que tal cada um de nós ter uma agenda ou lista de oração. Não há nada mágico na lista; é apenas pra gente não esquecer. Se não quiser, anote no boletim. Tome a relação dos aniversariantes, ligue para eles. Tome os avisos e ore pelas atividades da igreja. 3.4. Devemos pedir para ver a glória de Deus (v. 18).Ver glória de Deus é sentir a sua presença em nossos caminhos e não apenas na igreja. Deus está aqui, mas não será glorioso se não estiver em todos os momentos de nossas vidas, estejamos onde estiver. A visão judaica da presença de Deus na nuvem, no tabernáculo e no templo foi superada, pois todo lugar é lugar de oração, é lugar para se ver a glória de Deus.Ver a glória de Deus é contemplar sua beleza. Conforme Gênesis 1, cada ato de sua criação, Deus via que tinha ficado bom (bonito). De igual modo, cada ato de Deus em nossas vidas deve ser visto como bom e bonito. [A bobagem do “Oh! Glória!”.] A glória de Deus não é sua carranca (sisudez). A face de Deus não é feia. É beleza. Não existe beleza maior. Foi por isto que quando Moisés desceu do monte, seu rosto brilhava. Sua

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